MEMÓRIAS DE MULHERES: PROCESSO DE MIGRAÇÃO PARA A REGIÃO DE UBIRATÃ ENTRE 1950 E 1980

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1 MEMÓRIAS DE MULHERES: PROCESSO DE MIGRAÇÃO PARA A REGIÃO DE UBIRATÃ ENTRE 1950 E 1980 Tatiane Alves da Silva (PIC, Fundação Araucária), UNESPAR/Campo Mourão Claudia Priori (OR), UNESPAR/Campo Mourão RESUMO: Este trabalho tem como objetivo discutir como o processo de migração para a cidade de Ubiratã, região Centro-Oeste do Paraná, entre as décadas de 1950 e 1980, atingiu a vida de mulheres e suas famílias, analisando as memórias elas têm do período, as motivações para a migração, bem como as experiências vividas por elas no processo de adaptação à nova região. Isso é importante pois contribui para novos olhares acerca das relações de gênero nas histórias locais e regionais, como é o caso do município de Ubiratã e de tantos outros da circunvizinhança. Para isso, utilizamos como procedimento metodológico o uso de fontes orais, entrevistando mulheres que migraram para a região na baliza cronológica proposta e que ainda residem no município, o que nos permitiu entender versões particulares de processos coletivos, cruzando intersubjetividades, memória e trajetórias de vida dessas mulheres. Além disso, nosso intuito se pautou também em evidenciar suas práticas, experiências e representações sociais forjadas no processo de migração e adaptação à nova vida. Palavras-chave: Mulheres. Migração. Memória. Introdução No início das décadas de 1960 e 1970, a suposta supremacia masculina foi contestada pelos movimentos feministas e de mulheres. Além disso, os novos estudos historiográficos se voltaram para o estudo da história das mulheres, trazendo novas temáticas para a discussão, abordando aspectos culturais. É nesse período que surgem os estudos de gênero que buscam entender a construção social do cotidiano feminino, que por muito tempo ficou esquecido dos estudos históricos. 2449

2 Para Matos (1997), a falta de produção oficial das mulheres despertou interesse para a reconstrução de sua história. Tendo em vista que muitos são os entraves que pesquisadoras e pesquisadores encontram ao estudar a história das mulheres e do gênero, um deles está relacionado à própria carência de registros sobre a participação social feminina. Foram essas inquietações, que nos levaram a escolher como objeto de pesquisa a questão da migração feminina no período de colonização da região centro-oeste do Paraná, especificamente no município de Ubiratã, que carece de análise e reflexão, contribuindo para o registro historiográfico. A abordagem de trajetórias, memórias e experiências vividas por mulheres no processo migratório para o município de Ubiratã, bem como as relações socioculturais construídas na fase de adaptação e assimilação à nova região, entre as décadas de 1950 e 1980, tem contribuído para novos olhares sobre a história, novos conhecimentos e novas interpretações, analisando as relações de gênero nas histórias locais e regionais, como é o caso do município de Ubiratã e de tantos outros. Migração, mulheres e memórias: análise conceitual e metodológica Antes de submergir na história do município de Ubiratã nos anos de 1950 a 1980 é importante contextualizar o período em que se encontrava o Brasil nessa época. Marcado pelo desenvolvimento do setor econômico tanto no âmbito urbano quanto rural, o país assistiu, ao longo do século, vários movimentos migratórios, em que contingentes populacionais se deslocavam de uma região para outra, em busca de emprego, terras e novas oportunidades. Homens e mulheres migraram em larga escala, deixando seus locais de origem e se embrenharam em novas regiões, enfrentando novos modos de vida, adversidades, adaptação cultural, lutas pela sobrevivência e melhores condições de vida em centros urbanos e em zonas rurais. Para Martine, (1990), o processo de migração é caracterizado pelo deslocamento de indivíduos e grupos para outra determinada região geográfica de povoação. Na qual as migrações internas são, ao mesmo tempo, condicionadas e resultantes de um processo global de mudanças sociais e econômicas, das quais não podem ser separadas. Assim, nosso estudo 2450

3 procura tratar de como esses deslocamentos, essas migrações produziram transformações na realidade social do Oeste do Paraná, e como repercutiram na vida de mulheres que para ali migraram e tiveram que se adaptar a uma nova região e modos de vida. Nosso objeto de estudo está inserido nesse contexto histórico de migração para a região de Ubiratã, a partir da década de 1950 até a década de 1980, e temos como enfoque principal a análise das experiências vividas por mulheres nesse processo de deslocamento e adaptação à nova região, buscando compreender os impactos socioculturais que elas tiveram ao se deparar com uma nova região e cultura local distinta das que haviam vivido até então, e perceber também como vão se movimentando no novo espaço, as vivências, os laços que vão criando, as estratégias de sobrevivência, as relações sociais e de poder, o cotidiano, as práticas e representações. Para a investigação das memórias e vivências de mulheres ubiratanenses partimos de uma abordagem de cunho interpretativa, buscando conhecer e compreender os aspectos sociais e culturais envoltos no processo migratório. De acordo com Portelli (1997), a memória está atrelada diretamente ao indivíduo, cabendo ao sujeito o papel de rememorar. Assim, rememorar pode se tornar uma narrativa utilizando-se da metodologia da história oral que permite recuperar memórias. Em relação a isso, o autor afirma que: A História Oral é uma ciência e arte do indivíduo. Embora diga respeito assim como a sociologia e a antropologia a padrões culturais, estruturas sociais e processos históricos, visa aprofundálos, em essência, por meio de conversas com pessoas sobre a experiência e a memória individuais e ainda por meio do impacto que estas tiveram na vida de cada uma. (PORTELLI, 1997, p. 15). Refletindo tal questão, podemos assinalar que o ato de rememorar é uma ação exclusiva do sujeito entrevistado(a) - e sua interação com um outro indivíduo - entrevistador(a). No entanto, a memória, por se tratar de um fenômeno concomitantemente individual e coletivo, é também um processo em constante mudança, ligando o sujeito histórico ao grupo social, e a um momento específico no tempo. 2451

4 Resultados e discussoes: perfil das mulheres e relaçoes de genero A análise e interpretação dos dados coletados nas entrevistas nos possibilitou traçar o perfil das mulheres, abordando a idade, motivações e responsáveis pelos deslocamentos, bem como dificuldades e atividades desenvolvidas na nova região, conforme apresentado nas tabelas abaixo. Tabela 1 Motivações para o processo migratório Ano de chegada Responsável pela migração Motivo 1955 (A) Marido Econômico e social 1958 (B) Marido Econômico e social 1960 (C) Marido (família) Econômico e social 1964 (D) Marido (família) Econômico 1965 (E) Marido Família Fonte: Entrevistas (Fontes Orais) Tabela 2 Impactos e atividades desenvolvidas pelas mulheres na fase de adaptação Mulheres Impactos Principais atividades A Clima, alimentação e trabalho Agricultura (hortelã, milho, feijão) B Clima, religião, costumes local Agricultura (milho, algodão) C Clima, moradia e trabalho Agricultura (hortelã, milho, feijão) D Clima, amizades e sotaque Agricultura (hortelã, milho,) Fonte: Entrevistas (Fontes Orais) 2452

5 Os relatos evidenciaram aspectos da vida dessas mulheres e suas famílias que migraram para a cidade de Ubiratã, entre as décadas de 1950 e 1980, lançando luz sobre suas vivências históricas e contribuindo dessa forma para novos olhares sobre a história, novos conhecimentos e novas interpretações. Isso nos permitiu recuperar e registrar a presença feminina no processo histórico do município. Outro eixo abordado nas narrativas orais das mulheres da cidade de Ubiratã, região Centro-Oeste do Paraná, são os significados atribuídos por elas às relações de gênero, ou seja, as relações entre homens e mulheres. Constatamos em suas narrativas, que as decisões de migração, não partiam delas, mas sim da família e/ou esposos, que teriam tomado as iniciativas e a elas, naquele contexto, coube apenas aceitar. Quando inquiridas a respeito de sua participação na hora da escolha para a vinda à nova cidade de Ubiratã, todas as entrevistadas declararam uma neutralidade sobre a decisão. Isso fica explícito nas falas seguintes: Ainda me lembro quando Francisco chegou da roça mais cedo, todo alegre, dizendo que iríamos para o Paraná. Falou para mim muer arrume todas nossas trouxas e vamos viajar, lá é garantido, vamos poder dar estudo para essas criança. Vamos mudar de vida muer. (D, 80 anos cearense). A ideia foi do meu Marido, e ao me perguntar diz que nóis viam pois, cortar cana, naquela época era muito sofrido (...) meus meninos não eram acostumado a cortar palha de cana (M, 78 anos, pernambucana). A ideia foi do meu esposo, ele tinha irmão aqui no Paraná e mandou uns para ele, uns nicre...uns dinheiros para agente vim pra cá. Ele perguntou para eu se eu queria vim com ele ou ficar com as crianças, eu disse que viria junto com ele. (F, 71 anos, pernambucana). Para além dessa constatação, observamos no estudo de Mariana Coelho A evolução do feminismo (2002, p. 47) que desde a antiguidade a mulher sempre foi oprimida e a mercê da imagem masculina. A autora salienta que O sexo feminino, ninguém o pode contestar, tem vivido séculos e séculos verdadeiramente asfixiado sob a prepotência masculina de 2453

6 acomodatícia tradição, na qual tem ela impunemente sufocado as suas preciosas faculdades intelectuais e de trabalho (2002, p. 47). A dominação masculina sobre as mulheres perdurou por séculos e ainda se faz presente em muitas sociedades contemporâneas, pois culturalmente ainda existem práticas sociais que excluem, dominam e oprimem as mulheres. Significados atribuidos ao processo de migraçao e adaptaçao A interlocução entre o processo de migração e adaptação a nova região compôs mais um eixo das entrevistas realizadas com as mulheres, por meio do qual as entrevistadas expuseram suas lembranças, memórias e experiências vivenciadas no processo de deslocamento de uma região para outra e também diante do que a vida numa região nova lhes oferecia e lhes cobrava. Suas narrativas orais nos possibilitaram desvendar um pouco de suas trajetórias de viagens, as histórias vividas nas cidades de origem, as dificuldades enfrentadas durante o processo de adaptação, bem como suas perspectivas e esperanças diante do novo que se lhes apresentava aos olhos e à vida, como percebiam esse novo espaço e quais modos de vida foram sendo construídos. Os relatos das mulheres apontaram como principal motivação para a migração, o fator econômico e social. Todas elas alegaram ser as dificuldades enfrentadas nas regiões de origem que levaram suas famílias a migrarem. Isso pode ser constatado no seguinte excerto: (...) lá não dava certo, a seca quando vim era muita, e o povo não sabia o que fazer. (...) nois busca um lugar, um jeito melhor de viver. Meu marido sempre ouviu noticias boas do Paraná. (F, 71 anos, Pernambucana). Quando inquiridas sobre as atividades que exerciam na nova região, constatamos em seus relatos que vários eram os papéis que elas desempenhavam - além das funções como cuidar da casa, crianças e do marido era a realização de trabalho no desbravamento da mata, pegando no machado e cortando lenha, na preparo da terra e plantio da lavoura, tirar água do poço, cuidar da criação de animais e aves...enfim, na realização de atividades que a vida no campo, a abertura de matas, o desbravar de um novo 2454

7 espaço requeria. Tarefas que tanto homens e mulheres cumpriam, sem distinção. Uma das principais atividades que realizavam era o trabalho na roça, na lavoura, como se percebe nos seguintes relatos: Minha vida aqui foi cuidar dos filhos, trabalhar na roça de hortelã, mas trabalhei muito foi nas roças de algodão, quebrando milho sempre ajudando ele. (F, 71 anos, Pernambucana). Naquela época, a gente trabalha derrubando mata, eu fica com a tarefa de carrega os troncos mais pequenos e, depois preparamos a madeira para o colocar nos fornos enormes, e de lá, sai em forma de carvão. Meu marido ficou doente e o médico pediu para ele, pra para de queimar carvão, que seu pulmão está bem doente. A saída foi vim para o Paraná (...) chegando aqui compramos um chácara derrubamos a mata e começo a plantar algodão e milho, arroz. Era só ele e eu, naquela terra coberta de mata. (A, 77 anos, Mineira). Percebemos que o processo de adaptação cultural atingiu a forma de vida dessas mulheres, ou seja, proporcionando um processo de descontinuidade de sua origem cultural e social, e mostra também como elas se adaptaram à nova região, ao que a vida lhes exigia naquele momento. Fica perceptível nas falas dessas mulheres, a cumplicidade conjugal, o companheirismo, a mulher sempre ao lado do marido, desempenhando qualquer tipo de atividade, aquilo que fosse necessário. Mulheres que não se encaixam nos estereótipos femininos de dona de casa, rainha do lar...essas mulheres cuidavam também dos filhos, mas pegavam na enxada, no arado, cuidavam da roça... Mulheres que pegavam no machado para derrubar árvores, carregavam troncos, cortavam lenhas, quebravam milho, cortavam cana...mulheres com mãos que fiavam, cozinhavam, banhavam os filhos, mas mulheres também com mãos calejadas, corpos fortes que labutavam, mulheres que derramavam suor e com certeza, lágrimas, no processo de adaptação cultural ao novo modo de vida que estavam construindo, ao lado de suas famílias. As dificuldades encontradas na região podem ser percebidas nas narrativas abaixo: A tempestade aqui - não tinha visto na minha terra - nem o frio, e tem outra coisa, a comida não é gostosa como de lá, pode fazer o que for, o sabor não é igual de lá, porque eu não sei, o jeito do povo nos costume é diferente do meu. Até o modo de reza, se vestir não é 2455

8 parecido com o de lá. O povo aqui é muito individualista, mas lá não, um ajudava o outro. (F, 71 anos, pernambucana). (...) dificuldade sempre existiu pra gente, mas a que eu nunca esqueço desde que cheguei aqui foi a perca do meu marido no Paraná (...) tinham 6 filhos para criar, tive que trabalhar muito e as pessoas aqui tinham um preconceito quanto a mulher sem marido. Eu me lembro de quando ia pedir emprego a referência que os donos das fazendas perguntava quem era o meu marido? Já perdi muito colheitas de algodão por ser mulher sem marido, os fazendeiros eram machistas. ( B, 70 anos Paulista) O começo foi muito sofrido, tudo isso aqui era mato, morávamos numa casinha feita de taipava, o telhado era vigas de madeira, onde colocavam as telhas, era normal molhar dentro; chão era todo de terra batido, era tudo muito simples, não tinha luz, água na torneira nem pensar, eram tudo feito manualmente. Eu não gostava de ir para cidade, me sentia muito mau, as pessoas das cidade era muito xique. Eu tinha vergonha! [risos] e a minha cidade, de onde eu vim, eu me sentia a vontade, o povo era muito simples, lá eu tinha minhas amigas. (D, 80 anos cearense) Fica claro nesses relatos, que o processo de adaptação dessas mulheres no município de Ubiratã não foi nada fácil. Tiveram que lidar com a precariedade de recursos, a perda de maridos, as dificuldades financeiras, o trabalho duro para criar os filhos, a saudade das terras de origem, o sentimento de desenraizamento, e ainda enfrentaram a discriminação e o olhar preconceituoso de uma sociedade culturalmente machista. É evidente que o processo de adaptação enfrentou grande impacto cultural, pois sentiam falta da comida, da alegria do povo, das amizades de outrora. Estar numa nova região era ter de enfrentar o deslocamento não apenas de espaço geográfico, mas de lugar social; era ter de aprender um novo modo de vida. Considerações finais Nossa pesquisa constatou a presença feminina no processo migratório, entre as décadas de 1950 e 1980, bem como trouxe visibilidade à atuação das mulheres na sociedade ubiratanense, com destaque aos aspectos socioculturais, políticos e econômicos, por meio de suas memórias e experiências. Analisando as narrativas dessas mulheres recuperamos memórias que durante anos estiveram à margem da produção historiográfica do município de Ubiratã. As poucas vezes que elas eram mencionadas, era simplesmente para 2456

9 ilustrar o discurso masculino. Constatamos algumas das práticas sociais femininas, bem como suas atuações no processo de migração e adaptação à nova região. Fica evidente na pesquisa realizada, que a maioria das mulheres migrou para a região de Ubiratã para acompanhar seus maridos, companheiros, pais e parentes, sem nem sequer terem sido consultadas se a migração estava ou não em seus planos e sonhos. Percebemos assim, dentre outros aspectos, que a condição de esposa, companheira, mãe e filha que exerciam, lhes condicionavam a seguir as famílias, maridos e companheiros para onde quer que eles migrassem, mas não só isso. As condições econômicas, as dificuldades de trabalho nas terras de origem, as intempéries naturais como a seca, o estado de saúde de algum familiar, e principalmente as esperanças e perspectivas acerca de uma nova terra, um novo modo de vida, incentivados também pela propaganda que se fazia da vida promissora nos estados do Sul, especificamente o Paraná, levou muitas famílias a migrarem para diversas regiões do estado, entre elas a região centro-oeste, onde se localiza Ubiratã. Sendo assim, esperamos com este trabalho, contribuir para o conhecimento da história das mulheres migrantes, lançando luz sobre suas vivências, trazendo novos olhares e discussões sobre o assunto, especialmente das relações de gênero nas histórias locais e regionais, como é o caso do município de Ubiratã e de tantos outros. Referências ALBERTI, Verena. História dentro da História. In: PINSKY, Carla Bassanezi. (Org.) Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005, p BOURDIEU, Pierre. A ilusão biográfica. In: AMADO, Janaina & FERREIRA, Marieta de Moraes (Org). Usos & abusos da História Oral. 8ª edição. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006, p CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo (Org). Domínios da História Ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, CORRÊA, Mariza. Do feminismo aos estudos de gênero no Brasil: um exemplo pessoal. Cadernos Pagu, (16) 2001, p

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