Instituto Militar dos Pupilos do Exército

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instituto Militar dos Pupilos do Exército"

Transcrição

1 Instituto Militar dos Pupilos do Exército Guia do Aluno

2 Nota Prévia A Importância do papel dos Alunos e dos Encarregados de Educação no processo educativo é cada vez maior, sendo que o normativo legal da vivência institucional facilita uma intervenção consequente e activa. Torna-se por isso fundamental que este normativo seja do conhecimento e da compreensão das estruturas educativas do Instituto para que toda a comunidade educativa compreenda o funcionamento, os direitos e deveres de todos os intervenientes na educação. Neste contexto pretende-se que o Guia do Aluno se revele como um documento fundamental para a vida escolar e interna dos alunos, para os seus Encarregados de educação e demais membros da comunidade educativa, pretendendo servir como referência sumária e sucinta ao normativo legal aplicável ao Instituto Militar dos Pupilos do Exército. Não se pretende que o Guia do Aluno seja uma compilação exaustiva, mas sim um documento que, através de um conjunto alargado de normas, enquadre e regule a vivência da comunidade educativa no Instituto. As omissões serão integradas por despacho do Ex mo Director..

3 ÍNDICE INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO PARTE 1 ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 7 I ESTRUTURA ORGANIZATIVA 7 1. Organograma 7 2. Direcção 7 3. Órgãos de Conselho 7 4. Estado-Maior 7 5. Serviço Escolar 8 6. Corpo de Alunos 8 7. Unidade de Apoio 8 8. Outros Órgãos Importantes 8 II INFORMAÇÕES ESCOLARES 8 1. Metodologia 8 2. Processo Individual do Aluno 9 3. Contactos 9 III NORMAS DE TRANSIÇÃO DE ANO ESCOLAR Ensino Básico Ensino Secundário Instrução Militar Exames e Provas de Equivalência à Frequência Exames Nacionais 12 IV REGIME DE FALTAS Frequência e Assiduidade Tipologia de Faltas Motivos Justificativos de Faltas Justificação de Faltas Processamento de Faltas Excesso Grave de Faltas Efeito das Faltas Relevação das Faltas 17 V ABATES AO EFECTIVO Após Conclusão do Ensino Secundário A Pedido Por Limite de Idade Por Falta de Aproveitamento Escolar Por Proposta do Conselho Pedagógico Por Segunda Classificação de MAU em Comportamento Por Atingir 20 dias de Suspensão Por Proposta do Conselho de Disciplina Por Despacho do Director do IMPE Por Falta de Pagamento das Mensalidades e de Outras Despesas 18 VI DISTINÇÕES E PRÉMIOS Generalidades Entidades com Competência para Louvar Louvores de Mérito Escolar Louvores de Mérito Militar e Físico 19 Guia do Aluno Pág 3 de 73 Pág

4 5. Quadro de Honra Quadro de Mérito por Aplicação Literária Quadro de Mérito por Aptidão Militar e Física Medalha de Ouro de Aplicação Literária Medalha de Prata de Aplicação Literária Medalha de Ouro de Aptidão Militar e Física Medalha de Prata de Aptidão Militar e Física Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar Medalha de Prata de Comportamento Exemplar Prémio Anual de Honra Prémio de Honra Prémio QUERER É PODER Prémios Especiais Diversos 24 VII MENSALIDADES 24 VIII REPRESENTAÇÃO DO INSTITUTO Caracterização Definição Metodologia 26 VIII DIVERSOS 26 PARTE 2 REGIME INTERNO 28 I O IMPE ARMAS DO INSTITUTO HINO DO INSTITUTO CÓDIGO DE HONRA DO ALUNO DO IMPE 31 II BATALHÃO ESCOLAR Organograma do Batalhão Escolar Postos dos Alunos Graduados Distintivos dos Alunos Graduados Graduações dos Alunos Graduados 32 III FUNÇÕES DE COMANDO E CHEFIA Graduados Chefe e Subchefe de Turma Chefe de Mesa, Chefe de Quarto e Chefe de Camarata Chefe de Vestiário e Balneário dos Externos Graduado de Dia à Companhia Aluno de Dia à Companhia Outras 34 IV DEVERES INERENTES ÀS FUNÇÕES DE COMANDO E CHEFIA Comandante de Batalhão Adjunto do Comandante de Batalhão Porta-Estandarte Nacional Porta Guião do Instituto Comandantes de Companhia Comandantes de Pelotão Comandantes de Secção Chefes de Turma 37 Guia do Aluno Pág 4 de 73 Pág

5 9. Subchefes de Turma Chefe do Vestiário e Balneário dos Externos Encarregados das Salas de Alunos, de Convívio e de Estudo Chefes de Mesa Graduado de Dia à Companhia Aluno de Dia à Companhia 39 V HORÁRIO DE SERVIÇO INTERNO Dias de Actividade Normal Dias de Actividade Reduzida Horário dos Tempos Lectivos 41 VI NORMAS E REGIME DISCIPLINAR Atribuições do Instituto Noção de Disciplina Valores Nacionais e Cultura de Cidadania Objectivo da Acção Educativa Responsabilidade Familiar Conceito de Camaradagem Infracção Disciplinar Direitos dos Alunos Direitos Especiais dos Alunos Deveres dos Alunos Deveres Especiais dos Alunos Deveres Especiais dos Alunos Graduados Qualificação de Infracção Disciplinar Princípios das Medidas Disciplinares Finalidades das Medidas Disciplinares Imparcialidade na Aplicação das Punições Determinação da Medida Disciplinar Circunstâncias de Apreciação das Infracções Caracterização das Infracções Disciplinares Punições disciplinares Actividades de Integração na Comunidade Educativa Singularidade das Punições Competência Disciplinares Pretensões de Alunos Punidos Nota de Comportamento Carácter Cumulativo das Punições Condicionamentos da Transferência de Escola Classificação de Comportamento Condições de Atribuição de Comportamento Atribuição de Comportamento no Início e ao Longo do Ano Lectivo Responsabilidade Civil e Criminal Difusão das acções disciplinares Direito de Queixa Termos e Prazos em que deve ser apresentada a Queixa Intenção Malévola do Queixoso 58 VII APRESENTAÇÃO E ATAVIO DOS ALUNOS Generalidades Cabelo Adornos 59 Guia do Aluno Pág 5 de 73 Pág

6 4. Maquilhagem Unhas Tatuagens 59 VIII CONTINÊNCIAS E HONRAS MILITARES Generalidades Continência Apresentação e Tratamento Procedimentos mais Correntes 61 IX REGIME DE SAÍDAS Conceito Saídas Normais para os Alunos Internos Saídas dos Alunos Externos Dispensa por Motivos Relevantes ou Imprevistos Horário de Saída e de Apresentação do Alunos Internos Pretensões dos Alunos Pretensões dos Alunos Punidos Saída e Entrada no Instituto Controlo das Saídas e Entradas no Instituto Entradas e Saídas no Instituto em Períodos de Actividade Reduzida e Férias Atraso na Chegada dos Alunos às suas Residências 66 X SERVIÇO DE SAÚDE Conceito Seguro Escolar Consultas Tratamentos Baixas à Enfermaria do Instituto e ao Hospital Doentes no Domicílio Dispensas Justificação de Faltas e de Atrasos Dietas Terapêutica 69 XI VISITAS Procedimentos Horários 69 XII ENXOVAL DOS ALUNOS Artigos de Modelo Exclusivo do IMPE Artigos de Modelo Não Exclusivo do IMPE 71 XIII CARTÕES DE IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS Cartão de Aluno Cartão de Saída do Aluno 72 XIV CONTACTOS Para Uso dos Alunos Para Uso dos Encarregados de Educação Moradas e Telefones úteis do IMPE 73 Guia do Aluno Pág 6 de 73 Pág

7 PARTE 1 ORGANIZAÇÃO ESCOLAR I ESTRUTURA ORGANIZATIVA INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 1. Organograma DIRECÇÃO ESTADO-MAIOR ÓRGÃOS DE CONSELHO CONSELHO PEDAGÓGICO CONSELHO DE DIDCIPLINA SERVIÇO CORPO UNIDADE DE DE ESCOLAR ALUNOS APOIO COMPANHIAS DE ALUNOS (2) 2. Direcção A Direcção do IMPE é o órgão responsável pela gestão do Instituto nas áreas pedagógicas, cultural, administrativa e logísticas. 3. Órgãos de Conselho a. Os Órgãos de Conselho emitem pareceres, no âmbito das suas competências, tendo em especial atenção o apoio à Direcção no que respeita aos objectivos específicos da acção educativa do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. b. São Órgãos de Conselho, o Conselho Pedagógico e o Conselho de Disciplina. 4. Estado-Maior O Estado-Maior é o órgão de estudo, concepção e planeamento para o apoio à decisão da Direcção, na área administrativo-logística, elaborando os planos, tarefas e actividades, a fim de garantir o seu emprego como um todo sistemático ao normal funcionamento do Instituto. Guia do Aluno Pág 7 de 73 Pág

8 5. Serviço Escolar O Serviço Escolar como sistema funcional tem a seu cargo a coordenação e a acção executiva dos assuntos e actividades de todo o sistema de ensino do IMPE. 6. Corpo de Alunos a. O Corpo de Alunos, como sistema funcional, é responsável pela execução escolar, disciplinar e formação do carácter dos alunos, cultivando-lhes o sentimento patriótico e iniciando-os na prática das virtudes e deveres morais, cívicos e militares. b. Na vida interna no Instituto, em particular, a sua acção será orientada no sentido da manutenção de um elevado sentido da disciplina e espírito de corpo, além da criação de hábitos de estudo, ordem, limpeza e atavio, essenciais em vida comunitária e fundamentais na formação da personalidade individual. 7. Unidade de Apoio A Unidade de Apoio agrega um conjunto de órgãos de execução responsáveis por manter as instalações e a vivência no interior do Instituto nas melhores condições. 8. Outros Órgãos Importantes a. Corpo Docente Os docentes dos Ensino Básico, Ensino Secundário Cursos Científico-Humanísticos e Cursos Profissionais do IMPE, são professores profissionalizados, do Ministério da Educação e professores com relação jurídica de emprego público constituída por contrato de trabalho em Funções Públicas, ou militares com habilitação reconhecida, assim como Professores da Formação Técnica do Ensino Secundário Cursos Profissionais. b. Secretaria de Alunos A Secretaria de Alunos trata de todos os assuntos de carácter administrativo (registo, documentação e arquivo) inerentes à frequência dos Alunos no Instituto. c. Gabinete de Psicologia e Orientação Escolar Tem como objectivo ajudar os alunos no seu desenvolvimento vocacional, nas suas escolhas escolares e profissionais, proporcionando uma escolha planeada e consciente. d. Secção Logística A Secção de Logística trata de todos os assuntos de âmbito financeiro. II INFORMAÇÕES ESCOLARES 1. Metodologia a. No final de cada período escolar são afixadas em pauta as classificações dos alunos e informados destas por escrito, os encarregados de educação. b. No 1º e no 2º período são igualmente enviadas informações intercalares, de carácter qualitativo. c. A informação intermédia do 3º período não é, regra geral, prestada por escrito. Guia do Aluno Pág 8 de 73 Pág

9 d. Os Directores de Turma promoverão, imediatamente após as reuniões de avaliação, uma reunião com os encarregados de educação dos alunos, em data e hora a difundir oportunamente. e. Independentemente do referido em a., os Directores de Turma solicitarão, sempre que considerem oportuno a presença do encarregado de educação dos alunos que não tenham adquirido as competências definidas e/ou alcançado os objectivos propostos 2. Processo Individual do Aluno a. O processo individual do aluno acompanha-o ao longo de todo o seu percurso escolar, sendo devolvido ao encarregado de educação ou, se maior de idade, ao aluno, no termo da escolaridade obrigatória, ou, não se verificando interrupção no prosseguimento de estudos, aquando da conclusão do ensino secundário. b. São registadas no processo individual do aluno as informações relevantes do seu percurso educativo, designadamente as relativas ao seu aproveitamento escolar, a comportamentos meritórios, a infracções e medidas disciplinares aplicadas, incluindo a descrição dos respectivos efeitos. c. As informações contidas no processo individual do aluno referentes a matéria disciplinar e de natureza pessoal e familiar são estritamente confidenciais, encontrando-se vinculados ao dever de sigilo todos os membros da comunidade educativa que a elas tenham acesso. d. Os Alunos, através dos encarregados de educação, obrigam-se a manter sempre actualizados os seus endereços e números de telefone e a comunicar oportunamente as alterações que tenham ocorrido em relação aos últimos dados por si fornecidos, utilizando o impresso "Alterações à Folha de Renovação de Matrícula", a obter na Secretaria de Alunos. 3. Contactos 1. Aplicação Escolar Director de Turma conforme horário do respectivo director de turma. 2. Vivência no Instituto Oficiais Comandantes de Companhias de Alunos, diariamente, das 09h30 às 12h00; 14h30 às 16h Serviço de Saúde Médico, Chefe do Serviço de Saúde. 4. Assuntos Religiosos Capelão. 5. Orientação Escolar Psicólogo 6. Contabilidade Secção Financeira, diariamente, das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 7. Secretaria de Alunos Diariamente, das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 Guia do Aluno Pág 9 de 73 Pág

10 III NORMAS DE TRANSIÇÃO DE ANO ESCOLAR INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 1. Ensino Básico a. Do 5º ao 8º Anos de Escolaridade Os Alunos transitam para o ano imediato quando obtiverem classificação igual ou superior a 3 em todas as disciplinas e menção não inferior a Satisfaz em Área de Projecto ou, em todas menos duas, desde que não integrem cumulativamente as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. (Ponto 3 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) b. Do 6º ao 8º Anos de Escolaridade Os Alunos não transitam para o ano seguinte, se obtiverem classificação inferior a 3 na mesma disciplina ou não Satisfaz em Área de Projecto em dois anos consecutivos do mesmo ciclo. (Ponto 4 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) c. 9º Ano de Escolaridade 1) Os Alunos são admitidos a exames e aprovados nos termos das normas definidas pelo Ministério da Educação para a generalidade dos estabelecimentos de ensino oficial. (Ponto 5 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) 2) Não são admitidos aos exames nacionais do 9º ano de escolaridade os alunos que, após a avaliação sumativa interna, no final do 3 período, tenham obtido: a) Classificação de frequência de nível 1 simultaneamente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; b) Classificação de frequência inferior a 3 em três disciplinas, excepto se alguma delas for Língua Portuguesa e ou Matemática e nestas tiver obtido nível 2; c) A menção de Não Satisfaz em Área de Projecto corresponde a classificação inferior a 3 numa disciplina para os efeitos previstos no número anterior. (Ponto 2, Secção I, Anexo I (Ensino Básico), do Despacho Normativo 14/2007, de 22 de Fevereiro, do Ministério da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 48 de 8 de Março de 2007) 2. Ensino Secundário a. Aprovação, Transição e Progressão 1) A aprovação do aluno em cada disciplina e em área de Projecto depende da obtenção de uma classificação final igual ou superior a 10 valores. 2) Para efeitos do disposto no número anterior, a classificação de frequência no ano terminal das disciplinas plurianuais não pode ser inferior a 8 valores. Guia do Aluno Pág 10 de 73 Pág

11 3) A transição do aluno para o ano de escolaridade seguinte verifica-se sempre que a classificação anual de frequência ou final de disciplina, consoante os casos, não seja inferior a 10 valores a mais de duas disciplinas. b. 10º e 11º Anos de Escolaridade 1) Os alunos transitam para o ano imediato nos termos das normas estipuladas pelo ME para a generalidade dos estabelecimentos de ensino oficial desde que, por força do regime de classe em vigor nos estabelecimentos militares de ensino, possam matricular-se em todas as disciplinas do novo ano. 2) (Ponto 6 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) 3) Em virtude do regime de classe, o aluno que, para efeitos de transição ao ano imediato, repetir o 10º ou 11º anos de escolaridade deverá obter aprovação em cada uma das disciplinas do ano que repete. Nas disciplinas em que o aluno já tenha obtido aproveitamento prevalecerá a classificação mais elevada. (Ponto 7 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) c. 12º Anos de Escolaridade 1) Os alunos do 12º ano são aprovados nos termos do disposto nas normas definidas pelo ME para a generalidade dos estabelecimentos de ensino oficial. (Ponto 9 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) 2) Em virtude do regime de classe, o aluno que repetir o 12º ano de escolaridade deverá obter aprovação em cada uma das disciplinas do ano que repete. Nas disciplinas em que o aluno já tenha obtido aproveitamento prevalecerá a classificação mais elevada. (Ponto 10 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) 3. Instrução Militar No Instituto Militar dos Pupilos do Exército a Instrução Militar é obrigatória mas não conta para efeitos de aprovação e transição de ano. (Ponto 12 do Despacho Conjunto 275/2006, de 6 de Março, do Ministro da Defesa Nacional e do Ministro da Educação, publicado no Diário da Republica II Série, Nº 58 de 22 de Março de 2006) 4. Exames e Provas de Equivalência à Frequência a. Condições de Admissão 1) A admissão ao Exame/Prova de Equivalência à Frequência de disciplinas terminais dos 11º e 12º anos só é permitida aos alunos que tenham obtido aprovação em todas as disciplinas terminais Guia do Aluno Pág 11 de 73 Pág

12 do(s) ano(s) de escolaridade anterior(es) ou em todas menos duas. INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 2) Os candidatos autopropostos previstos na legislação que regula o regime da avaliação dos respectivos cursos que pretendam validar os resultados obtidos na frequência só podem ser admitidos à realização de exame/prova de equivalência à frequência desde que, na avaliação interna da disciplina a que se apresentam a exame, tenham obtido classificação igual ou superior a 10 valores, calculada através da média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações de cada um dos anos em que a mesma foi ministrada (Ponto 8, Secção III, Anexo II, (Ensino Secundário), do Despacho Normativo 14/2007) b. Aprovação e Classificação Final na Disciplina Considera-se aprovado o aluno que no exame obtenha classificação igual ou superior a 10 valores, sendo a classificação final da disciplina expressa pela classificação do respectivo exame. (Ponto 11, Secção III, Anexo II, (Ensino Secundário), do Despacho Normativo 14/2007) 5. Exames Nacionais a. Condições de Admissão Podem apresentar-se à realização de exames finais de âmbito nacional: 1) Os alunos internos dos cursos científico-humanísticos que na avaliação interna da disciplina a cujo exame se apresentam tenham obtido uma classificação igual ou superior a 8 valores no ano terminal e a 10 valores na classificação interna final, calculada através da média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações de cada um dos anos em que a disciplina foi ministrada. 2) Os candidatos autopropostos, desde que tenham obtido aprovação em todas as disciplinas terminais dos anos de escolaridade anteriores ao do que respeita o exame, ou em todas menos duas. (Ponto 12, Secção III, Anexo III, (Ensino Secundário), do Despacho Normativo 14/2007) b. Aprovação e Classificação Final na Disciplina 1) Os alunos internos consideram-se aprovados em qualquer disciplina sujeita ao regime de exame final nacional desde que obtenham nessa disciplina classificação final igual ou superior a 10 valores, calculada em conformidade com a legislação que regula o curso em que se insere a disciplina. 2) No caso dos candidatos autopropostos, considera-se aprovado em qualquer disciplina o aluno que, no respectivo exame final, tenha obtido classificação igual ou superior a 10 valores, calculada pelo arredondamento às unidades, sendo a classificação final da disciplina expressa pela classificação do respectivo exame. (Ponto 15, Secção III, Anexo III, (Ensino Secundário), do Despacho Normativo 14/2007) Guia do Aluno Pág 12 de 73 Pág

13 IV REGIME DE FALTAS INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 1. Frequência e Assiduidade a.para além do dever de frequência da escolaridade obrigatória, nos termos da lei, os alunos são responsáveis pelo cumprimento do dever de assiduidade. b.os pais e os encarregados de educação dos alunos menores de idade são, igualmente, responsáveis pelo cumprimento dos deveres referidos na alínea anterior. c.o dever de assiduidade implica para o aluno quer a presença na sala de aula e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar, quer uma atitude de empenho intelectual e comportamental adequadas, de acordo com a sua idade, ao processo de ensino e aprendizagem. 2. Tipologia de Faltas a. Falta de Presença É a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a inscrição. b. Falta de Atraso Considera-se falta de atraso sempre que um aluno se apresente até aos primeiros 10 minutos do início da aula. c. Falta de Material É considerada falta de material, quando o aluno não se fizer acompanhar de todo o material necessário para a sua normal participação nas actividades escolares. d. Falta Disciplinar É considerada falta disciplinar, quando o aluno incorrer no incumprimento dos deveres previstos nos Regulamentos em vigor no Instituto, em termos que se revelem perturbadores do funcionamento normal das actividades escolares. 3. Motivos Justificativos de Faltas a. Doença do aluno, devendo esta ser declarada por médico se determinar impedimento superior a cinco dias úteis; b. Isolamento profiláctico, determinado por doença infecto -contagiosa de pessoa que coabite com o aluno, comprovada através de declaração da autoridade sanitária competente; c. Falecimento de familiar, durante o período legal de justificação de faltas por falecimento de familiar previsto no estatuto dos funcionários públicos; d. Nascimento de irmão, durante o dia do nascimento e o dia imediatamente posterior; e. Realização de tratamento ambulatório, em virtude de doença ou deficiência, que não possa efectuar-se fora do período das actividades lectivas; f. Cumprimento de obrigações religiosas, devidamente justificadas pelo Encarregado de Educação; g. Participação em provas desportivas, eventos culturais ou actividades representativas do Instituto e Guia do Aluno Pág 13 de 73 Pág

14 autorizados pela Direcção; h. Cumprimento de obrigações legais; INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO i. Outro facto impeditivo da presença no Instituto, desde que, comprovadamente, não seja imputável ao aluno ou seja, justificadamente, considerado atendível pela Direcção. 4. Justificação de Faltas a. O pedido de justificação de faltas é apresentado por escrito pelos encarregados de educação ou, quando o aluno for maior de idade, pelo próprio, ao Comandante do Corpo de Alunos com indicação do dia e hora da actividade em que a falta ocorreu; b. O Corpo de Alunos solicita aos encarregados de educação ou ao aluno, quando maior, os comprovativos adicionais que entenda necessários à justificação da falta; qualquer entidade contactada deve, igualmente, contribuir para o correcto apuramento dos factos; c. A justificação da falta deve ser apresentada prévia e juntamente com a pretensão devidamente preenchida, sendo o motivo previsível; nos restantes casos, deve ser entregue até ao 3.º dia útil subsequente à verificação da mesma; d. Nos casos em que, decorrido o prazo referido na alínea anterior, não tenha sido apresentada justificação para as faltas, ou a mesma não tenha sido aceite, deve a situação ser considerada como falta injustificada e comunicada, pelo Corpo de Alunos e no prazo máximo de três dias úteis pelo meio mais expedito, aos encarregados de educação. 5. Processamento de Faltas a. Faltas de Presença 1) As faltas de presença são objecto de registo imediato no livro de ponto; 2) As faltas são registadas pelos auxiliares de educação num impresso próprio que diariamente é entregue na Secretaria do Corpo de Alunos, 3) O Corpo de Alunos verifica a justificação das faltas e manda publicar, semanalmente, em Ordem de Serviço, a relação de todas as faltas de presença; 4) O Director de Turma mantém actualizado o registo de faltas da Turma, tendo em conta as informações disponibilizadas pelo Corpo de Alunos; 5) Quando for atingido o número de faltas correspondente ao dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, o Encarregado de Educação ou, quando maior de idade, o aluno, são convocados ao Instituto pelo meio mais expedito através do director de turma, com o objectivo de os alertar para as consequências do excesso grave de faltas e de se encontrar uma solução que permita garantir o cumprimento efectivo do dever de frequência, bem como o necessário aproveitamento escolar; 6) Assim que o limite de faltas for ultrapassado, o Director de Turma comunica o facto ao Encarregado de Educação, informando-o de que a situação do aluno vai ser apreciada em Conselho de Turma; 7) Todos os alunos dispensados da prática de exercícios físicos, ou impossibilitados de executar Guia do Aluno Pág 14 de 73 Pág

15 qualquer trabalho e/ou actividades de índole prática têm de assistir à aula devidamente equipados e cumprir as disposições médicas. No livro de ponto, o docente regista o número do aluno na coluna das faltas, com a anotação de dispensado pelo médico. b. Faltas de Atraso 1) As faltas de atraso são registadas no livro de ponto com a referência FA e a hora de chegada do aluno à aula. 2) As faltas de atraso não são convertidas em faltas de presença. 3) As faltas de atraso são comunicadas pelo respectivo professor: a) No caso dos alunos do Ensino Básico, por escrito, na caderneta do aluno, ao encarregado de educação, com a indicação do dia e da actividade lectiva em que a falta se verificou; b) Por escrito ao respectivo Director de Turma, com a indicação do dia e da actividade lectiva e do tipo de material em que a falta se verificou. 4) Em cada disciplina, as faltas de atraso que ultrapassem o dobro do número de aulas semanais deverão originar a aplicação da medida educativa disciplinar adequada. c. Faltas de Material 1) As faltas de material são registadas no livro de ponto com a referência FM e tipo de material em falta. 2) As faltas de material não são convertidas em faltas de presença. 3) As faltas de atraso são comunicadas pelo respectivo professor: a) No caso dos alunos do Ensino Básico, por escrito, na caderneta do aluno, ao encarregado de educação, com a indicação do dia e da actividade lectiva, e do tipo de material em que a falta se verificou; b) Por escrito ao respectivo Director de Turma, com a indicação do dia e da actividade lectiva e do tipo de material em que a falta se verificou. 4) Em cada disciplina, as faltas de material que ultrapassem o dobro do número de aulas semanais poderão originar a aplicação da medida educativa disciplinar adequada. d. Faltas Disciplinares 1) As faltas disciplinares são registadas no livro de ponto com a referência FD e acompanhadas da respectiva participação que lhe deu origem. 2) As faltas disciplinares não são convertidas em faltas de presença. 3) A falta disciplinar implica uma acção disciplinar por parte do Corpo de Alunos. 6. Excesso Grave de Faltas a. Quando for atingido o número de faltas correspondente ao dobro do número de tempos lectivos semanais, por disciplina, os encarregados de educação ou, quando maior de idade, o aluno, são convocados, através do Director de Turma e pelo meio mais expedito, com o objectivo de os alertar Guia do Aluno Pág 15 de 73 Pág

16 para as consequências do excesso grave de faltas e de se encontrar uma solução que permita garantir o cumprimento efectivo do dever de frequência, bem como o necessário aproveitamento escolar b. Caso se revele impraticável o referido no número anterior, por motivos não imputáveis ao Instituto, a respectiva Comissão de Protecção de Crianças e Jovens deverá ser informada, pela Direcção, do excesso de faltas do aluno sempre que a gravidade especial da situação o justifique. 7. Efeito das Faltas a. Verificada a existência de faltas dos alunos, o Instituto, através do Corpo de Alunos, promove a aplicação de acções disciplinares previstas no Regulamento de Disciplina do Aluno; b. Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico e no ensino secundário ou, tratando-se, exclusivamente, de faltas injustificadas, o dobro de tempos lectivos semanais por disciplina, deve realizar, logo que avaliados os efeitos das acções disciplinares referidas na alínea anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao professor titular da disciplina fixar os termos dessa realização; c. A prova de recuperação a aplicar, não pode ter a natureza de um exame, devendo ter um formato e um procedimento simplificado, podendo ter a forma escrita ou oral, prática ou de entrevista; d. Quando o aluno obtém aprovação na prova referida na alínea b. do presente número, o mesmo retoma o seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pelo Instituto, em termos estritamente administrativos, relativamente ao número de faltas consideradas; e. A não comparência do aluno à realização da prova de recuperação, quando não justificada através das formas previstas neste regulamento, determina a sua retenção ou exclusão, nos termos e para os efeitos constantes em b. ou c. do número 6. do presente artigo; f. Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida na alínea b. do presente número, o Conselho de Turma com base na justificação ou a injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, pode determinar: 1) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova; 2) A retenção do aluno, ouvido o Conselho de Disciplina, inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta; 3) A exclusão do aluno, ouvido o Conselho de Disciplina, que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova; Guia do Aluno Pág 16 de 73 Pág

17 4) A não comparência do aluno à realização da prova de recuperação, quando não justificada através das formas previstas neste regulamento, determina a sua retenção ou exclusão, nos termos e para os efeitos constantes em b. ou c. do número 5. do presente artigo. 8. Relevação das Faltas a. Para efeitos administrativos quando o aluno obtém aprovação na prova referida no número 2. do artigo anterior, as faltas compreendidas no período sujeito à prova serão relevadas com base numa proposta a elaborar pelo respectivo Director de Turma ao Chefe de Serviço Escolar. b. O Serviço Escolar, após sancionamento, manda publicar em Ordem de Serviço a relevação das faltas registadas na respectiva disciplina e no período em apreciação. V ABATES AO EFECTIVO São abatidos ao efectivo do Instituto Militar dos Pupilos do Exército, os alunos nas seguintes circunstâncias: 1. Após Conclusão do Ensino Secundário a. Automaticamente pela Secretaria de Alunos, após conclusão, com aproveitamento, do 12º Ano do Ensino Secundário. b. A data do abate é a do final do Ano Lectivo. 2. A Pedido a. Mediante requerimento do Encarregado de Educação. b. A data do abate coincide com a do deferimento do requerimento. c. O incumprimento deste procedimento atribui ao IMPE o direito de reter o processo individual do aluno. 3. Por Limite de Idade a. Quando o aluno tenha atingido 18 anos no Ensino Básico. b. Quando o aluno tenha atingido 21 anos no Ensino Secundário. c. A data de abate coincide com o final do ano lectivo, não podendo o aluno renovar a matrícula. 4. Por Falta de Aproveitamento Escolar a. Quando não tenham transitado de ano escolar em dois anos consecutivos ou interpolados. b. A data do abate é a data da publicação em Ordem de Serviço da falta de aproveitamento escolar que determinou a retenção pela segunda vez. c. Casos particulares abrangidos ou não por esta disposição, dever-se-á proceder a requerimento dirigido ao Director do IMPE, para ser permitida a continuação da frequência por mais um ano escolar em determinadas condições e a título excepcional. 5. Por Proposta do Conselho Pedagógico a. Apresentado pelo Conselho de Turma e submetida a apreciação do Conselho Pedagógico. b. A decisão do Conselho Pedagógico é vinculativa e insusceptível de recurso. Guia do Aluno Pág 17 de 73 Pág

18 c. A decisão é comunicada ao Encarregado de Educação por carta registada com aviso de recepção. d. A data do abate é que resultar da decisão do Conselho Pedagógico. e. O processo individual do aluno será imediatamente transferido para uma escola da zona de residência. 6. Por Segunda Classificação de MAU em Comportamento a. Um aluno que obtenha pela segunda vez a classificação de MAU em comportamento, em períodos escolares consecutivos. b. A decisão é comunicada ao Encarregado de Educação por carta registada com aviso de recepção. c. A data do abate é a da publicação no final do período em que se tenha verificado a segunda classificação. d. O processo individual do aluno será imediatamente transferido para uma escola da zona de residência. 7. Por Atingir 20 dias de Suspensão a. O aluno que ultrapasse 20 dias de suspensão, ao longo do ano lectivo b. A decisão é comunicada ao Encarregado de Educação por carta registada com aviso de recepção. c. A data do abate é a da publicação em Ordem de Serviço da pena, que originou a resolução. d. O processo individual do aluno será imediatamente transferido para uma escola da zona de residência. 8. Por Proposta do Conselho de Disciplina a. Apresentado pelo Comandante do Corpo de Alunos e submetida a apreciação do Conselho de Disciplina. b. A decisão do Conselho de Disciplina é vinculativa e insusceptível de recurso. c. A decisão é comunicada ao Encarregado de Educação por carta registada com aviso de recepção. d. A data do abate é que resultar da decisão do Conselho de Disciplina. e. O processo individual do aluno será imediatamente transferido para uma escola da zona de residência. 9. Por Despacho do Director do IMPE a. Não-aceitação expressa, pelo Aluno e/ou Encarregado de Educação, do Regulamento Interno do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. b. Não cumprimento reiterado, pelo Aluno e/ou Encarregado de Educação, do Regulamento Interno do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. c. O processo individual do aluno será imediatamente transferido para uma escola da zona de residência. 10. Por Falta de Pagamento das Mensalidades e de Outras Despesas a. Débitos não liquidados nos prazos estipulados, fixado pelo nº 2 e 3 do art. 9º da Portaria 872/81 de 29Set do EME. b. A aplicação do normativo constante do nº 4 do art. 9º da mesma Portaria, não isenta o responsável pelo pagamento do seu débito, de cobrança coerciva. Guia do Aluno Pág 18 de 73 Pág

19 VI DISTINÇÕES E PRÉMIOS INSTITUTO MILITAR DOS PUPILOS DO EXÉRCITO 1. Generalidades a.a Direcção do Instituto, o Corpo de Alunos e o Corpo Docente deverão, no exercício da sua acção educadora e disciplinar, incutir no espírito dos alunos, a nobreza de carácter, o espírito de disciplina e as qualidades de trabalho, de modo a formar Homens e Mulheres sãos de corpo e mente, capazes de vir a constituir exemplos para os outros, durante a sua vida. b.para que possam vir a ser atingidos os fins enunciados na alínea anterior, haverá recompensas para os alunos que se tenham salientado na procura e no alcance de tão louváveis objectivos, e punições para os que procedam contrariamente ao que, na letra e no espírito do referido artigo, se dispõe. c.visando tornar patente o reconhecimento de aptidões e atitudes demonstrativas de valor e excelência nos domínios cultural, cognitivo, pessoal ou social, haverá para os alunos as seguintes distinções e prémios: 1) Louvores; 2) Quadros de Honra e de Mérito; 3) Medalhas; 4) Prémios. 2. Entidades com Competência para Louvar Por iniciativa do Director, do Comandante do Corpo de Alunos e dos Comandantes de Companhia, poderão ser louvados em Ordem de Serviço os alunos que mostrarem possuir relevantes qualidades de trabalho, morais e de carácter, que devam ser enaltecidas, apontadas como exemplo e tornadas públicas. 3. Louvores de Mérito Escolar Os Directores dos Cursos Básico e Secundário poderão propor ao Chefe do Serviço Escolar que sejam louvados, em Ordem de Serviço, os alunos que mostrarem possuir relevantes qualidades de trabalho, morais e de carácter, que devam ser enaltecidas, apontadas como exemplo e tornadas públicas. 4. Louvores de Mérito Militar e Físico Serão atribuídos aos alunos que satisfaçam as condições que a seguir se indicam a. Ensino Básico Com BOM em Comportamento, tenham obtido a nota final de passagem de nível 5 (cinco) nas disciplinas de Instrução Militar e Educação Física, sem qualquer classificação inferior ao nível 3 (três) ou satisfaz nas outras disciplinas. b. Ensino Secundário Com BOM em comportamento, tenham obtido a média final de passagem de 17 (dezassete) valores nas disciplinas de ICA e Educação Física, sem qualquer classificação inferior a 10 (dez) valores nas outras disciplinas. Guia do Aluno Pág 19 de 73 Pág

20 5. Quadro de Honra Serão inscritos em Quadro de Honra, a publicar em Ordem de Serviço e com posterior afixação em local apropriado no final de cada período, os alunos não repetentes que satisfaçam cumulativamente as condições a seguir discriminadas: a. Alunos do Ensino Básico: 1) Comportamento ÓPTIMO; 2) 14 (catorze) Valores de média, de acordo com a tabela de conversão para atribuição de prémios; 3) Nenhuma classificação inferior ao nível 3 (três); 4) Não são consideradas as classificações das disciplinas da Área Curricular Não Disciplinar, desde que não sejam inferiores a satisfaz ou ao nível 3 (três). b. Alunos do Ensino Secundário 1) Comportamento ÓPTIMO; 2) 14 (catorze) Valores de média; 3) Nenhuma classificação inferior a 10 (dez) valores. 6. Quadro de Mérito por Aplicação Literária Serão inscritos em Quadro de Mérito por Aplicação Literária, a publicar em Ordem de Serviço e com posterior afixação em local apropriado no final de cada período, os alunos não repetentes que satisfaçam cumulativamente as condições a seguir discriminadas: a. Ensino Básico: 1) Comportamento BOM; 2) 15 (quinze) Valores de média, de acordo com a tabela de conversão para atribuição de prémios; 3) Nenhuma classificação inferior a satisfaz ou ao nível 3 (três); 4) Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física, ICA e da Área Curricular Não Disciplinar, desde que não sejam inferiores a satisfaz ou ao nível 3 (três). b. Ensino Secundário: 1) Comportamento BOM; 2) Média igual ou superior a 15 (quinze) valores; 3) Nenhuma classificação inferior a 10 (dez) valores; 4) Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física e ICA, desde que não inferiores a 10 (dez) valores. 7. Quadro de Mérito por Aptidão Militar e Física Serão inscritos em Quadro de Mérito por Aptidão Militar e Física, a publicar em Ordem de Serviço e com posterior afixação em local apropriado no final de cada período, os alunos não repetentes que satisfaçam cumulativamente as condições a seguir discriminadas: Guia do Aluno Pág 20 de 73 Pág

21 a) Ensino Básico: 1) Comportamento BOM; 2) Classificação de nível 4 (quatro) ou superior nas disciplinas de Educação Física e ICA; 3) Não são consideradas as classificações nas restantes disciplinas, desde que não inferiores ao nível 3 (três) ou a Satisfaz. b) Ensino Secundário: 1) Comportamento BOM; 2) Classificações iguais ou superiores a 15 (quinze) valores nas disciplinas de Educação Física e ICA; 3) Não são consideradas as classificações nas restantes disciplinas, desde que não inferiores a 10 (dez) valores. 8. Medalha de Ouro de Aplicação Literária Serão premiados com a Medalha de Ouro de Aplicação Literária, os Alunos que tendo permanecido nos Quadros de Honra ou de Mérito de Aplicação Literária durante todo o ano lectivo, satisfaçam as condições que a seguir se indicam: a) Ensino Básico: 1) Concluírem o ano com classificação de 16 (dezasseis) Valores de média, de acordo com a tabela de conversão para atribuição de prémios, e classificações não inferiores ao nível 4 (quatro) nas disciplinas da Área Curricular Disciplinar; 2) Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física, ICA e da Área Curricular Não Disciplinar, desde que não inferiores ao nível 3 (três) ou a satisfaz. b) Ensino Secundário: 1) Concluírem o ano com média final igual ou superior a 16 (dezasseis) valores, nas disciplinas de frequência obrigatória e nenhuma classificação inferior a 14 (catorze) valores; 2) Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física e ICA, desde que não inferiores a 10 (dez) valores. 9. Medalha de Prata de Aplicação Literária Serão premiados com a Medalha de Prata de Aplicação Literária, os Alunos que tendo permanecido nos Quadros de Honra ou de Mérito de Aplicação Literária durante todo o ano lectivo, satisfaçam às condições a seguir discriminadas: 1. Ensino Básico: Concluírem o ano com 15 (quinze) Valores de média, de acordo com a tabela de conversão para atribuição de prémios, e níveis não inferiores ao nível 3 (três) nas disciplinas da Área Curricular Disciplinar. Nota: Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física, ICA e da Área Curricular Não Disciplinar, desde que não inferiores ao nível 3 (três) ou a satisfaz. Guia do Aluno Pág 21 de 73 Pág

22 2. Ensino Secundário: Concluírem o ano com média não inferior a 15 (quinze) valores, nas disciplinas de frequência obrigatória e nenhuma classificação inferior a 10 (dez) valores. Nota: Não são consideradas as classificações das disciplinas de Educação Física e ICA, desde que não inferiores a 10 (dez) valores. 10. Medalha de Ouro de Aptidão Militar e Física Serão premiados com a Medalha de Ouro de Aptidão Militar e Física, os Alunos que tendo permanecido nos Quadros de Honra ou de Mérito de Aptidão Militar e Física durante todo o ano lectivo, satisfaçam as condições que a seguir se indicam: a. Ensino Básico: Concluírem o ano com nota final de nível 5 (cinco) nas disciplinas de ICA e Educação Física, e no somatório das classificações dos 3 períodos das mesmas disciplinas, 28 (vinte e oito) pontos e, sem qualquer classificação inferior ao nível 3 (três) ou a satisfaz nas outras disciplinas b. Ensino Secundário: Concluírem o ano com a média final de passagem de 16 (dezasseis) valores nas disciplinas de ICA e Educação Física, sem qualquer classificação inferior a 10 (dez) valores nas outras disciplinas. 11. Medalha de Prata de Aptidão Militar e Física Serão premiados com a Medalha de Prata de Aptidão Militar e Física, os Alunos que tendo permanecido nos Quadros de Honra ou de Mérito de Aptidão Militar e Física durante todo o ano lectivo, satisfaçam as condições que a seguir se indicam: a. Ensino Básico: Concluírem o ano com nota final de nível 4 (quatro) nas disciplinas de ICA e Educação Física, e no somatório das classificações dos 3 períodos das mesmas disciplinas, entre 24 (vinte e quatro) e 27 (vinte e sete) pontos e, sem qualquer classificação inferior ao nível 3 (três) ou a satisfaz nas outras disciplinas b. Ensino Secundário: Concluírem o ano com a média final de passagem de 15 (quinze) valores nas disciplinas de ICA e Educação Física, sem qualquer classificação inferior a 10 (dez) valores nas outras disciplinas. 12. Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar a. Serão premiados com a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar, os Alunos que terminarem o último ano do Ensino Básico ou o último ano do Ensino Secundário, tendo figurado no Quadro de Honra desde o início do 2º Ciclo do Ensino Básico ou desde o início do Ensino Secundário, respectivamente. b. Aos Alunos que tenham sido agraciados no Ensino Básico poderá ser atribuída nova medalha no Ensino Secundário, desde que satisfaçam as condições acima expressas. Guia do Aluno Pág 22 de 73 Pág

23 13. Medalha de Prata de Comportamento Exemplar a. Serão premiados com a Medalha de Prata de Comportamento Exemplar, os alunos que terminarem o penúltimo ano do Ensino Básico ou o penúltimo ano do Ensino Secundário, tendo figurado no Quadro de Honra desde o início do 2º Ciclo do Ensino Básico ou desde o inicio do Ensino Secundário, respectivamente. b. Aos Alunos que tenham sido agraciados no Ensino Básico poderá ser atribuída nova medalha no Ensino Secundário, desde que satisfaçam as condições acima expressas. 14. Prémio Anual de Honra Serão premiados anualmente, os alunos que não sendo repetentes, terminarem o ano lectivo tendo permanecido os três períodos no Quadro Honra e que nunca tenham sido punidos em Ordem de Serviço. 15. Prémio de Honra O prémio de Honra consiste na exposição perpétua, em sala ou dependência apropriada do Instituto, do retrato do aluno que tendo concluído o 12º Ano satisfaça as seguintes condições: a. Tenha frequentado o Instituto, no, mínimo desde o início do Ensino Secundário; b. Tenha recebido o Prémio Anual de Honra nos três anos lectivos do Ensino Secundário; c. Tenha recebido mais Prémios Anuais de Honra. d. Nunca tenha sido repetente. 16. Prémio QUERER É PODER O prémio "QUERER É PODER" é atribuído, por proposta do Comandante do Corpo de Alunos, ao aluno que termine o 12ºAno, que pelo seu comportamento, aproveitamento e dotes de carácter ao longo da sua permanência no Instituto, seja merecedor de tal prémio, de acordo com as seguintes condições: 1. Termine o 12ºAno, e que o seu comportamento, aproveitamento e dotes de carácter ao longo da sua permanência no Instituto mais tenha contribuído para o enaltecimento e transmissão das tradições deste Instituto, consagrando a divisa Querer é Poder. 2. A sua actuação em circunstâncias excepcionais, devidamente ponderadas e analisadas pelo concelho Pedagógico e Disciplinar, se torne merecedor de tal galardão. 3. O quantitativo do prémio será fixado anualmente pela Direcção e publicado em O.S. no início de cada ano escolar. 4. O Prémio poderá não ser atribuído se a Direcção do Instituto assim o determinar, publicando esta decisão em O.S. 17. Prémios Especiais Os Prémios Especiais estabelecidos por Entidades oficiais ou particulares são objecto de regulamento específico, superiormente aprovado, em que constam as finalidades, graus e natureza de cada prémio bem como as condições necessárias para a sua atribuição. Guia do Aluno Pág 23 de 73 Pág

24 18. Diversos a. Diplomas dos Prémios Os prémios atribuídos pelo Instituto bem como as medalhas serão acompanhados de Diplomas, passados em nome do Director e assinados por este. b. Ocasiões para Uso das Medalhas O uso das medalhas ou os respectivos distintivos estão regulamentadas no Regulamento de Uniformes do Instituto. c. Apuramento dos Alunos com direito a Prémios O apuramento dos Alunos com direito aos prémios será feito pelo Serviço Escolar, até 10 dias úteis antes da abertura solene do ano lectivo. d. Tabela conversão para atribuição de prémios A Presente tabela será usada para converter médias na Escala de 1 a 20 Valores para médias na escala 1 a 5 valores, de acordo com o número de disciplinas que o aluno tem nesse ano lectivo. NÚMERO DE DISCIPLINAS Valores Somatório Dos Níveis na Escala de 1 a VII MENSALIDADES 1. O pagamento das mensalidades faz-se antecipadamente aos meses a que respeitem. 2. Os Encarregados de Educação obrigam-se, entre 1 e 8 de cada mês, ao pagamento das mensalidades e despesas extraordinárias devidas pelos alunos a seu cargo, nomeadamente, as que resultarem de danos causados intencionalmente ou por negligência, nos valores patrimoniais ou à guarda do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. 3. Entre 1 de Setembro e 31 de Julho as mensalidades são devidas por inteiro. 4. Aos alunos que não se mantiverem no Instituto de 01 de Julho a 30 de Setembro, será debitada apenas a importância correspondente aos dias de permanência. 5. Quando o pagamento das mensalidades e outras despesas extraordinárias não for efectuado dentro dos Guia do Aluno Pág 24 de 73 Pág

25 prazos fixados pelo Instituto Militar dos Pupilos do Exército, os responsáveis pelo pagamento são avisados. 6. A Direcção do IMPE, poderá ainda suspender os alunos das actividades escolares e determinar que sejam entregues aos seus Pais ou Encarregados de Educação. Nestes casos, os seus educandos serão abatidos ao efectivo se não efectuarem os pagamentos dentro do prazo de 30 dias. 7. Findo aquele prazo, os alunos serão abatidos ao efectivo do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. 8. Os alunos abatidos ao efectivo do Batalhão Escolar deixam de pagar as mensalidades correspondentes ao mês a seguir ao da saída do Instituto Militar dos Pupilos do Exército. 9. O abate ao efectivo nos termos dos números anteriores não isenta o responsável do pagamento do seu débito, promovendo-se a cobrança coerciva. VIII REPRESENTAÇÃO DO INSTITUTO 1. Caracterização a. A frequência do Instituto Militar dos Pupilos do Exército pressupõe que todos os alunos estão disponíveis, não havendo condicionamentos de ordem pessoal, para se constituírem grupos representativos das diversas áreas de actividade, designadamente em reuniões e concursos de ciência e cultura, em competições desportivas e em Cerimónias de índole militar, social ou protocolar. b. O Instituto procura proporcionar aos seus alunos a possibilidade de representação e participação no maior leque possível de actividades, sejam curriculares, de complemento curricular ou outras, atendendo logicamente a custos inerentes e prioridades de representação de diversa índole. c. Dado o relativamente pouco tempo específico em horário, destinado exclusivamente a actividades de complemento curricular, para preparação das equipas e grupos representativos do instituto, a preparação dos alunos para representação e competição exterior é fruto fundamentalmente da actividade curricular e de tempos livres, ou até da preparação individual dentro ou fora do Instituto. d. É desejável que os alunos possam representar o seu Pilão nas actividades de maior agrado, rentabilizando as excelentes condições que o Instituto oferece, proporcionando a melhor inserção na sociedade que os rodeia, independentemente da sua inscrição nas horas semanais previstas em horário de actividades de complemento curricular. 2. Definição a. A representação do Instituto Militar dos Pupilos do Exército por parte dos alunos é obrigatória. b. O Instituto conta com os seus alunos para o representarem nas diversas cerimónias, modalidades ou actividades em que devam estar presentes, reservando-se assim o direito de convocação de todos os alunos para sua representação, inclusivamente nos períodos de férias c. Sempre que um aluno não compareça a uma actividade que estiver nomeado e, não apresente motivo justificativo, será objecto de uma acção disciplinar por parte do Corpo de Alunos. Guia do Aluno Pág 25 de 73 Pág

Alterações ao Estatuto do Aluno. Assiduidade

Alterações ao Estatuto do Aluno. Assiduidade Assiduidade Assiduidade: faltas (novo regime) Artigo 18º (Faltas): 1 - A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a

Leia mais

RI AEV assiduidade alunos CGT versão consulta pública Página 1

RI AEV assiduidade alunos CGT versão consulta pública Página 1 Artigo 54.º Faltas do aluno do ensino pré-escolar 1. No ensino pré-escolar, o conceito de falta aplica-se quando a criança não comparece durante todo o dia no Jardim de Infância ou nas atividades previstas

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR I. Introdução Nos termos do art.º 22º da Lei nº 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada

Leia mais

Índice. Regulamento de Faltas Alunos - 2

Índice. Regulamento de Faltas Alunos - 2 Em aprovação julho de 2015 Índice INTRODUÇÃO... 3 Assiduidade... 3 Faltas... 3 Faltas Justificadas... 4 Faltas Injustificadas... 5 Dispensa da atividade física... 5 Comunicação da falta ao Encarregado

Leia mais

R E G U L A M E N T O D E A V A L I A Ç Ã O

R E G U L A M E N T O D E A V A L I A Ç Ã O Escola Superior de Turismo e Hotelaria Instituto Politécnico da Guarda R E G U L A M E N T O D E A V A L I A Ç Ã O Data 2008-07-22 Conselho Científico Índice 1. Introdução... 3 2. Avaliação da aprendizagem...

Leia mais

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de

Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de 3 APROVADO POR: Conselho Técnico Científico 26 09 2011 Data: / / 26 09 2011 Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de licenciado na ESEP INTRODUÇÃO Os Decretos Lei n.º

Leia mais

REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA REGULAMENTO CURSOS ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA (Com base no Regulamento de Estudos revisto e alterado em Reunião do Conselho Científico de 27 Novembro 2006) Anos Lectivos 2006/2007 e 2007/2008 Artigo 1.º

Leia mais

SERVIÇOS ACADÉMICOS REGULAMENTO DE MATRÍCULAS E INSCRIÇÕES ARTIGO 1º ÂMBITO ARTIGO 2º DEFINIÇÕES

SERVIÇOS ACADÉMICOS REGULAMENTO DE MATRÍCULAS E INSCRIÇÕES ARTIGO 1º ÂMBITO ARTIGO 2º DEFINIÇÕES SERVIÇOS ACADÉMICOS REGULAMENTO DE MATRÍCULAS E INSCRIÇÕES ARTIGO 1º ÂMBITO 1. O presente regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições nos diferentes cursos das Escolas integradas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA FOR.CET Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento de Funcionamento dos CET Capítulo I Acesso e Frequência Artigo 1º (Acesso e Frequência)

Leia mais

Estatuto do Aluno e Ética Escolar/Regulamento Interno

Estatuto do Aluno e Ética Escolar/Regulamento Interno Estatuto do Aluno e Ética Escolar/Regulamento Interno F A L T A S JUSTIFICADAS (ver Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro) INJUSTIFICADAS Medidas de recuperação das aprendizagens (artigo 16.º) (professor da

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141. Portaria n.º 1633/2007

Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141. Portaria n.º 1633/2007 Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141 Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro A Lei n.º 66 -B/2007, de 28 de Dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação

Leia mais

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO

Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO INTERNO Anexo III ENSINO RECORRENTE REGULAMENTO REGULAMENTO DO ENSINO RECORRENTE Artigo 1º OBJETO E ÂMBITO 1. O presente regulamento estabelece as regras da organização e desenvolvimento dos

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 184/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para

Leia mais

Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições. no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado

Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições. no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado Regulamento Geral de Matrículas e Inscrições no ciclo de estudos conducente ao grau de Licenciado Artigo 1.º Âmbito 1 - O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho)

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) Artigo 17.º (Trabalhador-estudante) O disposto nos artigos 81.º e 84.º do Código do Trabalho assim como

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. Portaria n.º /2010

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. Portaria n.º /2010 Portaria n.º /2010 Considerando a experiência obtida pela implementação do Programa Oportunidade, Sub- Programas Integrar e Profissionalizante, enquanto programas específicos de recuperação da escolaridade,

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010. Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010. Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação 7462 Diário da República, 2.ª série N.º 35 19 de Fevereiro de 2010 8.2 Do requerimento devem constar os seguintes elementos: a) Identificação completa (nome, filiação, naturalidade, data de nascimento,

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha.

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha. Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha Regulamento Da PAP (Prova de Aptidão Profissional) Cursos Profissionais (Portaria

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade

Leia mais

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007)

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) CAPÍTULO I NORMAS GERAIS Artigo 1.º Legislação Habilitante Lei nº 23/2004, de 22 de Junho; Decreto-Lei nº 100/99.

Leia mais

[Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais]

[Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais] [Regulamento Geral da Formação Graduada e Pós-Graduada no Instituto Politécnico de Leiria e Regimes Aplicáveis a Estudantes em Situações Especiais] CAPÍTULO IV Regimes especiais SECÇÃO I Estatuto de estudantes

Leia mais

Instituto Militar dos Pupilos do Exército

Instituto Militar dos Pupilos do Exército Instituto Militar dos Pupilos do Exército Regulamento Interno ÍNDICE Preâmbulo 3 PARTE I DISPOSIÇÕES GERAIS 5 CAPÍTULO I Base Legal para a Elaboração do Regulamento Interno 5 Artigo 1º 5 Artigo 2º 5 CAPÍTULO

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

Regulamento Cursos de Pós Graduação

Regulamento Cursos de Pós Graduação A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo III Regulamento da Educação e Formação de Adultos Artigo 1.º Definição 1. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) criados ao abrigo das portarias

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO I Objecto e conceitos

Leia mais

Proposta de Decreto Legislativo Regional

Proposta de Decreto Legislativo Regional Proposta de Decreto Legislativo Regional Regulamenta na Região Autónoma dos Açores, os aspectos relativos à realização, em escolas da rede pública, do estágio pedagógico das licenciaturas em ensino e dos

Leia mais

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015

Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 Regulamento do Programa do Desporto Escolar 2014-2015 REGULAMENTO DO PROGRAMA DO DESPORTO ESCOLAR 2014-2015 ( a que se refere o Despacho nº9302/2014 de 17 de julho) 1. ÂMBITO O presente regulamento define

Leia mais

CEBE. Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO

CEBE. Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO CEBE Cooperativa de Ensino de Benfica, Crl REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE Introdução 3 Pag 1 Regime de funcionamento 4 1.1 Horário 5 1.2 Acesso, circulação e saída da CEBE 6 2 Estrutura Pedagógica e Administrativa

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO Considerando que a Portaria nº 9 /2013, de 11 de fevereiro revogou a Portaria nº 29/2012, de 6 de março referente à avaliação das aprendizagens e competências no

Leia mais

CONSERVATÓRIO SUPERIOR DE MUSICA DE GAIA REGULAMENTO INTERNO PRELIMINAR. Artigo 1º Âmbito

CONSERVATÓRIO SUPERIOR DE MUSICA DE GAIA REGULAMENTO INTERNO PRELIMINAR. Artigo 1º Âmbito CONSERVATÓRIO SUPERIOR DE MUSICA DE GAIA REGULAMENTO INTERNO PRELIMINAR Artigo 1º Âmbito 1. O presente Regulamento Interno aplica-se indistintamente aos dois cursos ministrados no Conservatório Superior

Leia mais

Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6

Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6 Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6 REGULAMENTO DAS PROVAS DE ADMISSÃO AO INSTITUTO SUPERIOR DE PAÇOS DE BRANDÃO ISPAB PARA CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS NÃO TITULARES DE HABILITAÇÃO

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

Regulamento da Raízes para o voluntariado

Regulamento da Raízes para o voluntariado Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos Deliberação nº /CI/2007 Reunido em sua Sessão Ordinária no dia 6 de Setembro de 2007, a Comissão Instaladora

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 37 21 de fevereiro de 2012 855

Diário da República, 1.ª série N.º 37 21 de fevereiro de 2012 855 Diário da República, 1.ª série N.º 37 21 de fevereiro de 2012 855 Artigo 150.º Docentes do ensino particular e cooperativo (Renumerado pelo Decreto -Lei n.º 1/98, de 1 de Janeiro.) (Revogado.) Artigo 151.º

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET Escola E.B. 2/3 João Villaret Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se ensina e como se aprende. (César Coll) O Agrupamento de Escolas João Villaret

Leia mais

Exames Nacionais do Ensino Secundário. http://agrcanelas.edu.pt/

Exames Nacionais do Ensino Secundário. http://agrcanelas.edu.pt/ 2015 Exames Nacionais do Ensino Secundário http://agrcanelas.edu.pt/ PARA EFEITOS DE ADMISSÃO A EXAME, OS CANDIDATOS CONSIDERAM-SE: ALUNOS INTERNOS ALUNOS AUTOPROPOSTOS EXAMES NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

INFORMAÇÕES GERAIS ENSINO SECUNDÁRIO REGULAR

INFORMAÇÕES GERAIS ENSINO SECUNDÁRIO REGULAR COORDENAÇÃO DE DIRECTORES DE TURMAANO COORDENAÇÃO DE D COORDENAÇÃO DE DIRECTORES DE TURMA COORDENAÇÃO DE DIRECTORES DE TURMAANO IRECTORES DE TURMA COORDENAÇÃO DE DIRETORES DE TURMA ANO LETIVO 2012 2013

Leia mais

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional)

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) 1. A ERC compromete-se a criar as necessárias condições por forma a proporcionar iguais oportunidades

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica

Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento dos Cursos de Especialização Tecnológica Artigo 1.º Objeto e âmbito 1. O presente regulamento estabelece o regime de funcionamento dos Cursos de Especialização Tecnológica, doravante designados

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto

Leia mais

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 41 12-10-2009 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 1535 澳 門 特 別 行 政 區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 50/2009 Ordem Executiva n.º 50/2009 Usando da faculdade conferida

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS DE MESTRADO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento

Leia mais

EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA -2014/2015

EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA -2014/2015 EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA -2014/2015 ESCLARECIMENTOS PARA DIRETORES DE TURMA E ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO (11º e 12º anos dos cursos científico-humanísticos e 12º ano dos

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Centro Ciência Viva de Constância torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência

Leia mais

ESTATUTO DO ALUNO. Exmos.(as) Senhores(as) Professores(as)

ESTATUTO DO ALUNO. Exmos.(as) Senhores(as) Professores(as) ESTATUTO DO ALUNO Exmos.(as) Senhores(as) Professores(as) A educação, em Portugal, passou por momentos de enorme conflitualidade. Os resultados práticos de uma política de confronto estão infelizmente

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE LIMA SERVIÇO DE VOLUNTARIADO. Índice

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE PONTE DE LIMA SERVIÇO DE VOLUNTARIADO. Índice REGULAMENTO INTERNO Índice Preâmbulo...... 3 Artigo 1º - Âmbito de aplicação........ 3 Artigo 2º - Definição......... 3 Artigo 3º - Princípios enquadradores do voluntariado...... 4 Artigo 4º - Perfil do

Leia mais

BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA

BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇ BUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ALUNOS DO ENSINO SUPERIOR RESIDENTES NO CONCELHO DE S. JOÃO DA MADEIRA Pretende-se, com este regulamento, incentivar e proporcionar condições de

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

DESPACHO. N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente

DESPACHO. N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente DESPACHO N.º 21 /2011 Data: 2011/05/30 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e Não Docente ASSUNTO: Regulamento de Cursos de Especialização Tecnológica da ESTeSL. No âmbito da sua missão e objectivos

Leia mais

Regulamento disciplinar dos alunos. (Outubro/2014)

Regulamento disciplinar dos alunos. (Outubro/2014) Regulamento disciplinar dos alunos (Outubro/2014) ÍNDICE Capítulo I Conteúdos, objetivos e âmbito... 1 Capítulo II Direitos e deveres dos alunos... 1 Capítulo III Assiduidade e pontualidade... 2 1. Controlo

Leia mais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

ALIANÇA FRANCESA DO PORTO

ALIANÇA FRANCESA DO PORTO Natureza e objectivos Projecto de REGULAMENTO INTERNO ALIANÇA FRANCESA DO PORTO Introdução Aliança Francesa do Porto sede: Rua Santa Isabel, 88 4050-536 Porto contribuinte nº 507864549 telefone nº 226098616

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

REGULAMENTO. Elaborado por: Aprovado por: Versão

REGULAMENTO. Elaborado por: Aprovado por: Versão REGULAMENTO Regulamento dos Cursos de Pós-Graduação Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 1.2 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial (José João Amoreira)

Leia mais

Regulamento Interno Para Atribuição de Bolsas de Mérito

Regulamento Interno Para Atribuição de Bolsas de Mérito Regulamento Interno Para Atribuição de Bolsas de Mérito Aprovado pelo Conselho Geral em 29/06/09 Nos termos do despacho n.º 13531/2009 (2.ª Série), publicado na II Série do Diário da República n.º 111,

Leia mais

Regulamento Geral da Formação

Regulamento Geral da Formação Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015

PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014-2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 PROPINAS E EMOLUMENTOS 2014 / 2015 30-06-2014 INTRODUÇÃO Este sistema de propinas e emolumentos constitui um mecanismo inovador que permite ao estudante fasear e planear o seu plano de estudos curricular,

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro

Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro A Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública, designado por SIADAP, prevê

Leia mais

REGULAMENTO DE ACESSO E INGRESSO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO ISVOUGA

REGULAMENTO DE ACESSO E INGRESSO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO ISVOUGA Página 1 de 6 Preâmbulo O presente regulamento define as regras de acesso e ingresso nos cursos técnicos superiores profissionais do e institui os critérios pelos quais se pautam as provas de avaliação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Âmbito da Acção e Fins ARTIGO UM

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO REGULAMENTO GERAL DE MATRÍCULAS E INSCRIÇÕES DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO Artigo 1º (Âmbito) O presente regulamento fixa as normas gerais relativas a Matrículas e Inscrições nos diferentes

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO O Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra torna pública a abertura de concurso para a atribuição de uma Bolsa de

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 Considerando que nos termos do disposto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas o empregador público deve elaborar regulamentos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS LICENCIATURAS ÍNDICE

AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS LICENCIATURAS ÍNDICE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS LICENCIATURAS ÍNDICE CAPÍTULO I - REGIMES DE AVALIAÇÃO Artigo 1º - Modalidades de avaliação CAPÍTULO II - AVALIAÇÃO CONTÍNUA Artigo 2.º - Regime de avaliação contínua

Leia mais

Regulamento Financeiro de Cursos de Graduação e Pós graduação

Regulamento Financeiro de Cursos de Graduação e Pós graduação INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Regulamento Financeiro de Cursos de Graduação e Pós graduação ENSINO ONLINE. ENSINO COM FUTURO 2015 Preâmbulo Este documento identifica e regula todas

Leia mais

CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. Regulamento CAPÍTULO I. Legislação de Referência

CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos. Regulamento CAPÍTULO I. Legislação de Referência CURSOS EFA Educação e Formação de Adultos Regulamento (Apreciado pelo Conselho Pedagógico, em reunião realizada no dia 10 de Fevereiro de 2010) CAPÍTULO I Legislação de Referência - Portaria n. 230/2008

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO

REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO REGULAMENTO DAS BOLSAS DE ESTUDO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ARAGÃO PINTO E INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente Regulamento de Bolsas de Estudo

Leia mais

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Economia. Regulamento dos Mestrados

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Economia. Regulamento dos Mestrados UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Economia Regulamento dos Mestrados Setembro, 2012 Preâmbulo O ensino e a aprendizagem constituem um processo gradual de formação dos mestrandos no qual a progressão

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

NOVAS OPORTUNIDADES Cursos do Ensino Artístico Especializado Dança a e Canto Gregoriano

NOVAS OPORTUNIDADES Cursos do Ensino Artístico Especializado Dança a e Canto Gregoriano NOVAS OPORTUNIDADES Cursos do Ensino Artístico Especializado Domínio da Música, M Dança a e Canto Gregoriano Aprender Compensa DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO Equipa Multidisciplinar

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso externo de Ingresso para preenchimento de um posto de trabalho na categoria de Técnico de Informática do Grau 1, Nível 1, da carreira

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais