PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010"

Transcrição

1 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, COM(2010) 315 final PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho Secção III - Comissão Secção X - Serviço Europeu para a Acção Externa PT PT

2 PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho Secção III - Comissão Secção X - Serviço Europeu para a Acção Externa Tendo em conta: o Tratado da União Europeia, em especial, o artigo 27.º, o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente o artigo 314.º, em conjugação com o Tratado que institui a Comunidade Europeia da Energia Atómica, nomeadamente o artigo 106.º-A, o Regulamento (CE, Euratom) n.º 1605/2002 do Conselho, de 25 de Junho de 2002, que institui o Regulamento Financeiro aplicável ao orçamento geral das Comunidades Europeias 1, nomeadamente o artigo 37.º, a proposta da Comissão Europeia de 24 de Março de 2010 que altera o Regulamento n.º 1605/202 2 do Conselho, O orçamento geral da União Europeia para o exercício de 2010, adoptado em 17 de Dezembro de 2009, o orçamento rectificativo n.º 1/2010, adoptado em 19 de Maio de 2010, os projectos de orçamentos rectificativos n. os 2/2010 3, 3/2010 4, 4/ e 5/ A Comissão Europeia vem apresentar à autoridade orçamental o projecto de orçamento rectificativo n.º 6 ao orçamento de 2010 pelas razões indicadas na exposição de motivos JO L 248 de , p. 1. COM(2010) 85 COM(2010) 108. COM(2010) 149. COM(2010) 169. COM(2010) 320. PT 2 PT

3 ALTERAÇÕES AO MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO As alterações introduzidas no mapa de receitas e de despesas por secção podem ser consultadas em EUR-Lex (http://eur-lex.europa.eu/budget/www/index-en.htm). A título de informação, a versão inglesa das alterações a este mapa por secção é incluída como anexo orçamental. PT 3 PT

4 1. ENQUADRAMENTO 1.1. Um Serviço Europeu para a Acção Externa para uma Europa segura num mundo em evolução O Tratado da União Europeia (TUE) estabelece que o Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança preside ao Conselho dos Negócios Estrangeiros, contribui com as suas propostas para a elaboração da política externa e de segurança comum (PESC) e assegura a execução das decisões adoptadas pelo Conselho Europeu e pelo Conselho. O Alto Representante representa a União nas matérias no âmbito da PESC, conduz o diálogo com terceiros em nome da União e exprime a posição da União nas organizações internacionais e em conferências internacionais No desempenho das suas funções, o Alto Representante é apoiado por um Serviço Europeu para a Acção Externa (a seguir SEAE) tal como estipulado pelo Tratado da UE Um SEAE eficaz é determinante para que a UE realize os objectivos estratégicos fixados pelo Tratado de Lisboa e contribua para reforçar o seu papel na cena mundial, dando-lhe maior visibilidade e permitindo-lhe projectar os seus interesses e valores de forma mais eficiente O valor acrescentado que o SEAE pode proporcionar na gestão dos desafios complexos e das ameaças enfrentadas pela UE consiste na sua capacidade para combinar os instrumentos disponíveis, tirando partido da valiosa experiência dos serviços da Comissão Europeia e do Secretariado-Geral do Conselho e da experiência do serviço diplomático dos Estados-Membros da UE É neste âmbito que a Comissão Europeia vem apresentar o presente orçamento rectificativo, enquanto proposta técnica, reflectindo os pedidos transmitidos pela Alta Representante e o facto de, nos termos do projecto de Decisão do Conselho deverem ser recrutados, no último trimestre de 2010 diplomatas dos Estados-Membros para o SEAE, ao abrigo do orçamento da UE (agentes temporários) Uma estrutura organizacional eficiente num contexto de consolidação orçamental As orientações dadas pelo Conselho Europeu de 29 e 30 de Outubro de 2009 sobre a constituição do SEAE prevêem o seguinte (ponto 16): «O SEAE deverá dispor de autonomia em termos de orçamento administrativo e de gestão do pessoal. O SEAE deverá ficar abrangido pelo âmbito de aplicação do artigo 1.º do Regulamento Financeiro.» A Comissão Europeia apresentou, por conseguinte, aos dois ramos da autoridade legislativa uma proposta de revisão do regulamento financeiro (COM ) e adoptou em 9 de Junho de 2010 a proposta de alteração do estatuto do pessoal [COM(2010) 85]. O presente projecto de orçamento rectificativo representa a terceira parte de um grupo de modificações necessárias para executar a Decisão do Conselho que estabelece o SEAE. PT 4 PT

5 Em 25 de Março de 2010, a Alta Representante apresentou um projecto de Decisão do Conselho, que estabelece a organização e o funcionamento do Serviço Europeu para a Acção Externa A instituição do SEAE tem de ser orientada pelos princípios de uma boa relação custo/eficácia, da neutralidade orçamental e de uma boa gestão que seja eficiente. A criação e a instituição do SEAE terão de ter em conta o impacto da crise económica nas finanças públicas e a necessidade de políticas de consolidação orçamental, o que implica a adopção de medidas auto-restritivas em termos de recursos humanos, inclusivamente no que se refere aos recrutamentos e contratações Para constituir este serviço são necessárias disposições transitórias e o reforço progressivo das suas capacidades. A fim de assegurar uma boa gestão, deve de ser evitada qualquer duplicação desnecessária de tarefas, funções e recursos com outras estruturas, utilizando todas as oportunidades para racionalizar e simplificar Os departamentos e funções dos serviços correspondentes do Secretariado-Geral do Conselho e da Comissão serão, por conseguinte, transferidos para o SEAE, sendo enumerados no anexo ao projecto de Decisão do Conselho. Após a sua transferência para o SEAE, cada funcionário será afectado a um posto no grupo de funções correspondente ao seu grau Além disso, serão afectados ao SEAE alguns diplomatas dos Estados-Membros (agentes temporários). Quando o SEAE alcançar a sua capacidade plena em 2013, o pessoal dos Estados-Membros deve representar um terço de todo o pessoal do SEAE da categoria AD O SEAE arrancará por conseguinte em 2010 com uma estrutura que, embora capaz de apoiar a Alta Representante no cumprimento das suas funções, reflecte igualmente os condicionalismos actuais no que se refere às despesas administrativas (rubrica 5) e tem em conta o contexto de consolidação orçamental Requisitos imediatos de pessoal adicional para O SEAE deve estar operacional o mais rapidamente possível. A fusão dos serviços da Comissão e do Secretariado-Geral do Conselho transferidos para o SEAE deve criar sinergias e ganhos de eficiência na sede. Esses ganhos de eficiência serão igualmente utilizados para dar resposta a, pelo menos, parte das necessidades prioritárias e das funções adicionais do SEAE Contudo, as funções adicionais da presidência dos grupos de trabalho e dos Comités que preparam o Conselho dos Negócios Estrangeiros - funções que nem o Secretariado-Geral do Conselho nem os serviços da Comissão exerciam anteriormente - e a necessidade de dotar o SEAE com postos para os serviços administrativos e estratégicos devem ser tidas em conta. A sede deve, por conseguinte, ser reforçada com 20 novos postos AD, a fim de permitir a criação dos novos postos de administração, a constituição de uma pequena célula de apoio jurídico e a execução de tarefas suplementares decorrentes da presidência dos grupos de trabalho geográficos e temáticos. A primeira prioridade da PT 5 PT

6 Alta Representante será o rápido preenchimento dos postos de direcção superior de administração da nova estrutura. Além disso, serão solicitados 10 agentes contratuais para funções de apoio na sede As delegações da União constituem uma parte integrante do SEAE. Desde 1 de Janeiro de 2010, mais de 60 delegações da UE assumiram o papel da presidência local, ou seja, as funções de representação, coordenação e negociação em nome da UE. Em tais casos, terão de ser dotadas dos meios necessários para exercerem plenamente as suas novas funções. As necessidades adicionais mais urgentes das delegações da UE exigem a criação de 80 novos postos AD, a serem gradualmente preenchidos no último trimestre de 2010 e que foram estimados do seguinte modo: Reforço das delegações onde não existe um especialista no domínio político, cerca de 40 novos postos AD, Reforço das delegações multilaterais: cerca de 20 novos postos AD, Modernização das delegações regionalizadas e criação da função de chefe de delegação adjunto: cerca de 20 novos postos AD, Dotações suplementares para 60 agentes locais, que irão assegurar o apoio necessário. 2. PROCEDIMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO PARA O SEAE 2.1. O artigo 12.º, n.º 5, do projecto de Decisão do Conselho relativa à organização e funcionamento do SEAE estipula: «O mais tardar um mês após a entrada em vigor da presente decisão, o Alto Representante apresenta à Comissão uma estimativa das receitas e despesas do SEAE, acompanhada de um quadro do pessoal, para que esta apresente um projecto de orçamento rectificativo.» 2.2. Em circunstâncias normais, um orçamento rectificativo que tivesse em conta uma nova entidade, atribuindo-lhe uma secção distinta no orçamento, incluiria o seguinte: um quadro do pessoal, as dotações correspondentes para cobrir as remunerações dos funcionários, as infra-estruturas e outras despesas de funcionamento, dotações para outros tipos de pessoal (incluindo remunerações, infra-estruturas e outra despesa de funcionamento), outras despesas administrativas (como TI, segurança, deslocações em serviço, etc.) A fim de permitir ao SEAE funcionar autonomamente, é importante que o seu orçamento seja elaborado o mais rapidamente possível, assegurando simultaneamente o bom funcionamento do serviço e a continuidade das suas actividades. PT 6 PT

7 2.4. A maioria dos meios que serão afectados ao futuro funcionamento do SEAE será transferida das instituições (Comissão e Conselho) que, até aqui, eram responsáveis pela maioria das tarefas que o SEAE irá realizar no futuro. Isto implica que a presente proposta de orçamento para o SEAE altera igualmente os orçamentos destas instituições. Uma vez que o SEAE não dispõe de um orçamento inteiramente operacional nem da capacidade administrativa necessária, a presente proposta de orçamento rectificativo foi elaborada em estreita cooperação entre as duas instituições envolvidas e a Alta Representante Em princípio, o orçamento do SEAE deve dar uma ideia do custo total do seu funcionamento. Não obstante, o Conselho Europeu reconheceu os desafios criados pela nova instituição e concluiu, explicitamente, no artigo 27. das orientações de Outubro de 2009, que: «terá de recorrer-se a disposições transitórias e ao progressivo reforço da capacidade.» Os seguintes aspectos foram identificados como as dificuldades principais para estabelecer desde o início o orçamento do SEAE em 2010: dada a necessidade de integrar componentes distintas das administrações existentes numa nova entidade autónoma, o SEAE não irá dispor de capacidades próprias para cumprir as suas obrigações logo a partir do primeiro dia, na fase actual de constituição do SEAE, não existe ainda uma visão completa sobre os métodos de trabalho e a estrutura organizacional final, o cancelamento e transferência das obrigações contratuais e financeiras das instituições cedentes a favor do SEAE constituem um processo delicado, que exige uma preparação e aplicação cuidadosas, as dotações a transferir têm de ser calculadas de forma precisa, em função da data específica em que se prevê que o orçamento alterado seja adoptado. Se o orçamento rectificativo for adoptado numa data diferente, existe o risco de as dotações não estarem disponíveis no orçamento da instituição «adequada», que delas necessitará, nomeadamente, para o pagamento de remunerações ao pessoal e dos diferentes tipos de obrigações contratuais, a transferência das obrigações financeiras e dos recursos no decurso do exercício orçamental, e não no seu início, é uma operação que de um ponto de vista contabilístico, encerra riscos. Em conclusão, poderia haver um risco grave e real de uma importante ruptura das operações (incluindo o pagamento das remunerações e outras obrigações) na sede e nas delegações, que seriam prejudiciais para a reputação do recém-criado SEAE A solução proposta para 2010 consiste num orçamento rectificativo baseado numa abordagem pragmática e simplificada durante o período de transição correspondente ao último trimestre do ano, admitindo que o orçamento rectificativo seja adoptado até PT 7 PT

8 1 de Outubro de Desta forma, o orçamento rectificativo proposto toma em consideração os seguintes elementos: a criação de uma secção orçamental distinta para o SEAE e de um quadro de pessoal em conformidade com a proposta da Comissão Europeia de revisão do Regulamento Financeiro, os postos a transferir da Comissão e do Secretariado-Geral do Conselho continuarão a figurar, embora identificados em colunas separadas, nos quadros do pessoal das secções correspondentes das duas instituições cedentes, a fim de assegurar a continuidade das obrigações administrativas e contratuais até o fim do ano. Esses postos SEAE serão suprimidos dos quadros do pessoal da Comissão e do Secretariado-Geral do Conselho no orçamento de 2011 (a carta rectificativa será apresentada mais tarde, ainda durante o corrente ano), uma primeira parcela dos novos postos AD será afectada à realização das tarefas adicionais imediatas, o que contribuirá igualmente para cumprir, em 2013, o compromisso de atribuir um terço dos postos AD ao pessoal proveniente do serviço diplomático dos Estados-Membros, todas as dotações, incluindo as dotações suplementares solicitadas para novos postos SEAE, serão incluídas nas rubricas orçamentais correspondentes da Comissão e do Secretariado-Geral do Conselho, o que lhes permitirá, até ao final do ano, efectuar todos os pagamentos (remunerações, subsídios, alugueres, etc.) e prestar todos os serviços (TI, manutenção, cantinas, etc.) ao futuro pessoal do SEAE. Desta forma, a continuidade das actividades na sede e nas delegações pode ser garantida durante o período de transição até ao final do ano. A Alta Representante poderá concentrar os seus esforços na organização interna do SEAE, nos procedimentos de recrutamento 7 e no desenvolvimento da capacidade plena de gestão administrativa e financeira, por forma a que o SEAE possa assumir inteira responsabilidade bem como a totalidade das obrigações administrativas, financeiras e contratuais correspondentes, a partir de 1 de Janeiro de O objectivo durante o exercício orçamental 2011 consiste em garantir que o SEAE disponha do seu próprio orçamento completo para 2011, incluindo todas as dotações correspondentes. Isso exigirá o envio, em tempo útil, de uma carta rectificativa ao projecto de orçamento de 2011, que será integrada no processo orçamental anual. 3. ORÇAMENTO RECTIFICATIVO PARA O SEAE EM Estrutura do orçamento 7 Quaisquer recrutamentos até serão formalmente feitos em nome da Comissão. A Comissão delegará, contudo, os plenos poderes da autoridade habilitada para proceder a nomeações/entidade adjudicante relevante à Alta Representante na sua qualidade de Vice-Presidente da Comissão, com vista a atribuir-lhe competência exclusiva em relação ao processo de selecção. PT 8 PT

9 É criada no orçamento da União Europeia uma nova secção X «Serviço Europeu para a Acção Externa». É estabelecida uma estrutura orçamental para cobrir as despesas administrativas do SEAE. Essa estrutura inspira-se na estrutura utilizada nas outras instituições (título 1 Pessoal, título 2 Despesas de funcionamento, título 3 Delegações) Quadro de pessoal As duas instituições cedentes identificaram o número de postos do quadro de pessoal afectados pela transferência dos serviços, tal como definida na Decisão do Conselho: 1114 postos são transferidos para o SEAE a partir do quadro do pessoal da Comissão e 411 postos (incluindo 43 postos para funções de apoio) do quadro do pessoal do Secretariado-Geral do Conselho. Além disso, são solicitados 100 novos postos para o SEAE, dos quais 20 para a sede e 80 para as delegações, devendo estes últimos ser preenchidos progressivamente durante o último trimestre de 2010, ou seja, 50 % em Outubro e 50 % em Novembro. O quadro-resumo a seguir apresentado indica a repartição dos postos SEAE por origem e entre a sede e as delegações. Os postos incluem tanto os postos a preencher com o pessoal a ser transferido bem como os postos vagos. Quadro 1: Postos do quadro do pessoal a transferir das instituições cedentes e novos postos criados em 2010 Comissão: Conselho Novos postos Total Sede Delegações Total Os quadros do pessoal revistos estão incluído no anexo orçamental Outros recursos humanos (não abrangidos pelo quadro do pessoal) As dotações relativas aos outros recursos humanos (peritos nacionais destacados, agentes contratuais, agentes locais nas delegações) a transferir, mas não abrangidos pelo quadro do pessoal, continuarão a ser financiadas, em 2010, pelo orçamento da instituição cedente. Este orçamento rectificativo inclui o pedido de dotações suplementares para o SEAE correspondentes a 10 agentes contratuais para a sede e 60 agentes locais para as delegações. Uma vez que não são incluídas dotações no orçamento do SEAE (ver ponto 2.6), as dotações correspondentes são inscritas na secção da Comissão do Orçamento Outras despesas administrativas Não será transferida qualquer dotação para outras despesas administrativas (renda, despesas com deslocações de serviço, TI etc.) das instituições cedentes a favor do PT 9 PT

10 SEAE em Estas dotações estão incluídas na secção relevante da Comissão e do Secretariado-Geral do Conselho. 4. CONCLUSÃO Em virtude da criação do SEAE, o presente orçamento rectificativo propõe, em conformidade com a proposta da Comissão Europeia sobre a alteração do Regulamento Financeiro, a criação de uma nova secção X (Serviço Europeu para a Acção Externa) e as modificações conexas à secção II de orçamento (Conselho Europeu e Conselho) e à secção III (Comissão), tal como indicado no anexo orçamental. Na secção X é criado um novo quadro do pessoal para o SEAE, que inclui 411 postos transferidos para SEAE de postos da secção II (Conselho Europeu e o Conselho) e transferidos de secção III (Comissão). O quadro inclui igualmente 100 novos postos AD adicionais para o SEAE, dos quais 80 para as delegações. As despesas adicionais são necessárias para cobrir os 100 novos postos e dotações suplementares para mais 60 agentes locais para as delegações e 10 agentes contratuais para a sede, solicitados pela Alta Representante, a fim de cumprirem as funções adicionais conferidas pelo Tratado. A atribuição destes postos adicionais contribuirá, já em 2010, para a aplicação das decisões do Conselho que determinam que, em 2013, o SEAE deverá dispor de um terço de pessoal AD oriundo dos serviços diplomáticos dos Estados-Membros da UE. PT 10 PT

11 5. QUADRO-RESUMO POR RUBRICA DO QUADRO FINANCEIRO Quadro financeiro Orçamento 2010 Orçamento 2010 Rubrica/sub-rubrica Quadro financeiro 2010 (incluindo OR n.º 1 e POR n. os POR n.º 6/2010 (incluindo OR n.º 1 e POR n.os 2 a 2 a 5) 5)) DA DP DA DP DA DP DA DP 1. CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL 1.a Competitividade para o crescimento e o emprego 1.b Coesão para o crescimento e o emprego Total Margem PRESERVAÇÃO E GESTÃO DOS RECURSOS NATURAIS Dos quais despesas de mercado e pagamentos directos Total Margem CIDADANIA, LIBERDADE, SEGURANÇA E JUSTIÇA 3.a Liberdade, segurança e justiça b Cidadania Total Margem A UE COMO PROTAGONISTA GLOBAL 10 Margem ADMINISTRAÇÃO Margem O Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) não está incluído no cálculo da margem da Rubrica 1A (500 milhões de EUR). 195 milhões de EUR acima do limite máximo são financiados mediante a mobilização do Instrumento de Flexibilidade. A quantia do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) é inscrita para além das rubricas pertinentes previstas no AI de 17 de Maio de 2006 (JO C 139 de ). A margem de 2010 da rubrica 4 não tem em conta as dotações relacionadas com a Reserva para Ajudas de Emergência (248,9 milhões de EUR). Para calcular a margem abaixo do limite máximo da rubrica 5, tem-se em conta a nota (1) do Quadro Financeiro para relativamente a uma quantia de 80 milhões de EUR de contribuições do pessoal para o regime de pensões. PT 11 PT

12 TOTAL Margem PT 12 PT

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 12.12.2014

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 12.12.2014 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.2.204 C(204) 9788 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 2.2.204 que aprova determinados elementos do programa operacional "Capital Humano" do apoio do Fundo Social Europeu

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003 PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Orçamentos destinado à Comissão da Indústria, do Comércio Externo,

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004 Rectificação ao Regulamento (CE) n. o 847/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à negociação e aplicação de acordos de serviços aéreos entre Estados Membros e países

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE DOTAÇÕES N DEC 03/2010

TRANSFERÊNCIA DE DOTAÇÕES N DEC 03/2010 COMISSÃO EUROPEIA BRUXELAS, 28/01/2010 ORÇAMENTO GERAL - 2010 SECÇÃO III COMISSÃO TÍTULOS 04, 40 TRANSFERÊNCIA DE DOTAÇÕES N DEC 03/2010 EUR ORIGEM S DOTAÇÕES CAPÍTULO 04 02 Fundo Social Europeu ARTIGO

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Recomendação de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Recomendação de Bruxelas, 16.10.2009 COM(2009) 570 final 2009/0158 (CNB) DECISÃO DO CONSELHO sobre o parecer a adoptar pela Comunidade Europeia relativamente

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS

CONSELHO DE MINISTROS CONSELHO DE MINISTROS Decreto n.º 35/02 de 28 de Junho Considerando a importância que a política comercial desempenha na estabilização económica e financeira, bem como no quadro da inserção estrutural

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.05.2004 COM(2004)385 final 2004/0121(CNS). Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que concede uma garantia da Comunidade ao Banco Europeu de Investimento em caso

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 1.4.2014 COM(2014) 190 final 2014/0115 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Protocolo que fixa as possibilidades de pesca e a contrapartida financeira

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.6.2008 SEC(2008) 2109 final Projecto de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU, DO CONSELHO, DA COMISSÃO, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, DO TRIBUNAL DE CONTAS,

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 28 de Junho de 2004 PROVISÓRIO 0000(BUD) Parte 1 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o projecto de orçamento rectificativo nº 7/2004 da União Europeia para

Leia mais

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO 14.6.2014 PT Jornal Oficial da União Europeia C 183/5 Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados Membros, reunidos no Conselho, de 20 de maio de 2014, sobre um Plano de Trabalho

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO 14.6.2006 C 139/1 I (Comunicações) PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO ACORDO INTERINSTITUCIONAL Entre o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão, sobre a disciplina orçamental e a boa gestão financeira

Leia mais

DECISÕES. DECISÃO DO CONSELHO de 26 de maio de 2014 relativa ao sistema de recursos próprios da União Europeia. (2014/335/UE, Euratom)

DECISÕES. DECISÃO DO CONSELHO de 26 de maio de 2014 relativa ao sistema de recursos próprios da União Europeia. (2014/335/UE, Euratom) 271 der Beilagen XXV. GP - Beschluss NR - 17 Beschluss Portugiesisch (Normativer Teil) 1 von 7 L 168/105 DECISÕES DECISÃO DO CONSELHO de 26 de maio de 2014 relativa ao sistema de recursos próprios da União

Leia mais

(Atos legislativos) DECISÕES

(Atos legislativos) DECISÕES 9.10.2015 L 264/1 I (Atos legislativos) DECISÕES DECISÃO (UE) 2015/1814 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 6 de outubro de 2015 relativa à criação e ao funcionamento de uma reserva de estabilização

Leia mais

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO COMÉRCIO REGULAMENTO INTERNO DAS REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DA REPÚBLICA DE ANGOLA NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Natureza) As representações são órgãos de execução

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o, L 268/24 REGULAMENTO (CE) N. o 1830/2003 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativo à rastreabilidade e rotulagem de organismos geneticamente modificados e à rastreabilidade

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Controlo Orçamental 06.02.2012 2011/223 (DEC) PROJETO DE RELATÓRIO sobre a quitação pela execução do orçamento da Agência Comunitária de Controlo das Pescas para

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO

PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO PERGUNTAS E RESPOSTAS RELATIVAS À CONSULTA PÚBLICA SOBRE A PROPOSTA DE REGULAMENTO-QUADRO DO BCE RELATIVO AO MECANISMO ÚNICO DE SUPERVISÃO 1 QUANDO É QUE O BCE ASSUMIRÁ A SUPERVISÃO DOS BANCOS? O BCE assumirá

Leia mais

ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU. de 24 de março de 2015. sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12)

ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU. de 24 de março de 2015. sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12) PT ECB-PUBLIC PARECER DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 24 de março de 2015 sobre o regime do mediador de crédito (CON/2015/12) Introdução e base jurídica Em 14 de janeiro de 2015 o Banco Central Europeu (BCE)

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

Bruxelas, 18 de Março de 2002

Bruxelas, 18 de Março de 2002 Bruxelas, 18 de Março de 2002 O tratado da UE institui uma política comercial comum cuja execução é da competência da Comissão Europeia : A política comercial comum assenta em princípios uniformes, designadamente

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011

Leia mais

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,

(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º, DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE

circular ifdr Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública SÍNTESE: ÍNDICE N.º 01/2008 Data: 2008/07/16 Noção de Organismo de Direito Público para efeitos do cálculo de despesa pública Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso e Unidade de Certificação SÍNTESE: A

Leia mais

(Comunicações) PARLAMENTO EUROPEU

(Comunicações) PARLAMENTO EUROPEU 4.8.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 229/1 II (Comunicações) COMUNICAÇÕES DAS INSTITUIÇÕES, ÓRGÃOS E ORGANISMOS DA UNIÃO EUROPEIA PARLAMENTO EUROPEU Regulamento da Conferência dos Órgãos Especializados

Leia mais

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL Operações no Domínio da Administração em Rede Aviso para apresentação de candidaturas - Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

PARECER N.º 51/CITE/2007

PARECER N.º 51/CITE/2007 PARECER N.º 51/CITE/2007 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho, conjugado com a alínea b) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2014-2019 Comissão dos Orçamentos 14.11.2014 2014/2185(BUD) PROJETO DE RELATÓRIO sobre a proposta de decisão do Parlamento Europeu e do Conselho relativa à mobilização do Fundo Europeu

Leia mais

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 1259/2010 DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 2010 que cria uma cooperação reforçada no domínio da lei aplicável em matéria de divórcio

Leia mais

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção

Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção IP/03/716 Bruxelas, 21 de Maio de 2003 Direito das sociedades e governo das sociedades: a Comissão apresenta um Plano de Acção O reforço dos direitos dos accionistas e da protecção dos trabalhadores e

Leia mais

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 15.9.2010 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o mandato externo do BEI Comissão dos Orçamentos Relator: Ivailo Kalfin DT\830408.doc PE448.826v01-00 Unida na

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INVESTIMENTO TERRITORIAL INTEGRADO POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 As novas regras e legislação para os investimentos futuros da política de coesão da UE durante o período de programação 2014-2020 foram formalmente

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2008R1234 PT 02.11.2012 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 1234/2008 DA COMISSÃO de 24 de Novembro de 2008 relativo

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02)

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 16.10.2012 2012/2039(INI) ALTERAÇÕES 1-58 Regina Bastos (PE483.860v02) sobre o estatuto da mutualidade europeia (2012/2039(INI))

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 31.8.2009 COM(2009) 437 final Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO que encerra o reexame, relativo a um «novo exportador», do Regulamento (CE) n.º 1174/2005

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II P6_TA(2005)044 Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II Resolução legislativa do Parlamento Europeu referente à posição comum adoptada

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO 13.3.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 68/3 DIRECTIVAS DIRECTIVA 2009/14/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Março de 2009 que altera a Directiva 94/19/CE relativa aos sistemas de garantia

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1997R2027 PT 30.05.2002 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B M1 REGULAMENTO (CE) N. o 2027/97 DO CONSELHO de 9 de Outubro de 1997 relativo à

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 As novas regras e legislação para os investimentos futuros da política de coesão da UE durante o período de programação

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

Missão Empresarial Banco Asiático de Desenvolvimento (BAsD) Sector: Energia

Missão Empresarial Banco Asiático de Desenvolvimento (BAsD) Sector: Energia Missão Empresarial Banco Asiático de Desenvolvimento (BAsD) Sector: Energia Manila, 18 a 22 de Março de 2013 1 Enquadramento: No âmbito do Acordo de Parceiros celebrado entre a AICEP e o GPEARI (Ministério

Leia mais

Lei nº 8/90 de 20 de Fevereiro. Bases da contabilidade pública

Lei nº 8/90 de 20 de Fevereiro. Bases da contabilidade pública Lei nº 8/90 de 20 de Fevereiro Bases da contabilidade pública A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), e 169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objecto

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS

CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS ÍNDICE CAPÍTULO I- Recomendação da Comissão aos mediadores de seguros ANEXO REQUISITOS PROFISSIONAIS E REGISTO DOS MEDIADORES DE SEGUROS Artigo 1º.- Definições Artigo 2º.- Âmbito de aplicação Artigo 3º.-

Leia mais

PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 12 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO Nos termos do Regulamento do SI Inovação, a apresentação

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual 1 Introdução ao sistema financeiro (custos elegíveis ) Custos directos elegíveis por natureza Custos não elegíveis Período de elegibilidade Repartição das despesas financeiras em conformidade com oanexo

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 4.3.2014

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 4.3.2014 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.3.2014 C(2014) 1229 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO de 4.3.2014 que completa o Regulamento (UE) n.º 1299/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 121/XII/1.ª Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 562/2006 para estabelecer regras comuns sobre a reintrodução temporária

Leia mais

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Fundos 2 Objetivos 2 Etapas formais de programação 2 Abordagem estratégica 2 Âmbito Geográfico 3 Concentração Temática 4 Condicionalidades Ex ante 5 Adicionalidade

Leia mais

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais)

Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES. Regulamento. Artigo 1º (Disposições Gerais) Reitoria PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE PARA ESTUDANTES Regulamento Artigo 1º (Disposições Gerais) O Programa de Bolsas de Mobilidade para Estudantes da Universidade de Lisboa tem por objectivo proporcionar

Leia mais

(Atos legislativos) REGULAMENTOS

(Atos legislativos) REGULAMENTOS 24.4.2014 L 122/1 I (Atos legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 375/2014 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 3 de abril de 2014 que cria o Corpo Voluntário Europeu para a Ajuda Humanitária

Leia mais

TEXTO consolidado CONSLEG: 2001O0008 01/10/2001. produzido pelo sistema CONSLEG. Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias

TEXTO consolidado CONSLEG: 2001O0008 01/10/2001. produzido pelo sistema CONSLEG. Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias PT TEXTO consolidado produzido pelo sistema CONSLEG do Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias CONSLEG: 2001O0008 01/10/2001 Número de páginas: 7 < Serviço das Publicações Oficiais das

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO

REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO Bruxelas, 1 de Março de 2011 SN 1704/11 1. INTRODUÇÃO O presente documento descreve

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude. de S. João da Madeira. Artigo 1º. Definição. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º.

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude. de S. João da Madeira. Artigo 1º. Definição. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º. Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de S. João da Madeira Artigo 1º Definição O Conselho Municipal de Juventude é o órgão consultivo do município sobre matérias relacionadas com a política de

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.4.2009 C(2009) 3177 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO que complementa as Recomendações 2004/913/CE e 2005/162/CE no que respeita ao regime de remuneração

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid

Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Comissão Europeia Direção-Geral do Desenvolvimento e da Cooperação - EuropeAid Guia Prático dos procedimentos aplicáveis aos Orçamentos-programa (abordagem projeto) Versão 4.0 Dezembro de 2012 ÍNDICE 1.

Leia mais

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos

Leia mais

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17)

M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa e comparativa. (JO L 250 de 19.9.1984, p. 17) 1984L0450 PT 12.06.2005 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B M1 DIRECTIVA DO CONSELHO de 10 de Setembro de 1984 relativa à publicidade enganosa

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE

SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE V EUROSAI/OLACEFS CONFERENCE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA, PRESTAÇÃO DE CONTAS E RESPONSABILIDADE CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A V Conferência EUROSAI/OLACEFS reuniu, em Lisboa, nos dias 10 e 11 de Maio de

Leia mais

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático O acesso à informação, a participação do público no processo de tomada de decisão

Leia mais

(JO P 36 de 6.3.1965, p. 533)

(JO P 36 de 6.3.1965, p. 533) 1965R0019 PT 01.05.2004 006.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BREGULAMENTO N. o 19/65/CEE DO CONSELHO de 2 de Março de 1965 relativo à aplicação

Leia mais

Assembleia Nacional. Lei 17/92

Assembleia Nacional. Lei 17/92 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Assembleia Nacional Lei 17/92 A Assembleia Nacional, no uso das faculdades que lhe são conferidas pela alínea g) do artigo 86.º da Constituição Política, para

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81.

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO. apresentada nos termos do artigo 81. PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 9.9.2008 B6-0000/2008 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada nos termos do artigo 81.º do Regimento pela Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários sobre

Leia mais

L 305/16 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2011

L 305/16 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2011 L 305/16 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2011 REGULAMENTO (UE) N. o 1205/2011 DA COMISSÃO de 22 de Novembro de 2011 que altera o Regulamento (CE) n. o 1126/2008 que adopta certas normas internacionais

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AERONÁUTICA. Departamento de Relações Públicas e Comunicação

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE AERONÁUTICA. Departamento de Relações Públicas e Comunicação Departamento de Relações Públicas e Comunicação Regulamento 1. Do Departamento de Relações Públicas e Comunicação 1.1 Definição 1.2. Constituição 1.3. Articulação e procedimentos 1.4. Local de funcionamento

Leia mais

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 DIRECTIVA 97/66/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 relativa ao tratamento de dados pessoais e à protecção da privacidade

Leia mais

Orientações relativas à comunicação de informação para efeitos de estabilidade financeira

Orientações relativas à comunicação de informação para efeitos de estabilidade financeira EIOPA-BoS-15/107 PT Orientações relativas à comunicação de informação para efeitos de estabilidade financeira EIOPA Westhafen Tower, Westhafenplatz 1-60327 Frankfurt Germany - Tel. + 49 69-951119-20; Fax.

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos.

ANTE PROJECTO DA PROPOSTA DE LEI DE BASES DO PLANEAMENTO ECONÓMICO E SOCIAL. CAPITULO I Princípios Gerais e Objectivos. Nota explicativa O actual quadro jurídico do planeamento económico e social, aprovado pela Lei nº 52/II/85, de 10 de Janeiro, encontra-se desactualizado face à nova realidade jurídica, política, económica

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS Artigo 1º O Centro de Referência em Informação Ambiental com sede e foro na cidade de Campinas na Avenida Romeu Tortima 388, Cidade Universitária, é uma sociedade

Leia mais

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo 1. Introdução Documento de consulta Em alguns Estados-Membros, as agências oficiais de crédito

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A ACTIVIDADES DE INTERESSE MUNICIPAL PREÂMBULO

REGULAMENTO DE APOIO A ACTIVIDADES DE INTERESSE MUNICIPAL PREÂMBULO REGULAMENTO DE APOIO A ACTIVIDADES DE INTERESSE MUNICIPAL PREÂMBULO Atendendo a que a atribuição de apoios a entidades ou instituições que contribuam para o desenvolvimento do concelho de S. Pedro do Sul

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Natureza, âmbito, objecto e sede 1. O Centro de Informação, Mediação e Arbitragem da Ordem dos Notários (adiante designado por Centro), é a instituição de arbitragem,

Leia mais