A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE CUSTEIO EM EMPRESAS DO RAMO PLÁSTICO

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1 ISSN A UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DE CUSTEIO EM EMPRESAS DO RAMO PLÁSTICO Fábio da Silva Gomes (FECAP) Leonardo Fabris Lugoboni (USP) Regina Aparecida Neumann (FECAP) José Carlos Melchior Arnosti (FECAP) Resumo Ao longo do tempo os custos dos produtos estão sendo fator fundamental para a sobrevivência das empresas, pois preço de venda mal elaborado pode acarretar falta de competitividade, defasagem e/ou supervalorização no preço dos produtos. Denttre as ferramentas de gestão, a contabilidade de custos tornou-se das mais importantes e tem como uma das principais funções a formação do preço de venda nas organizações. Esta pesquisa tem como objetivo demonstrar as ferramentas de custeio e a utilização destas para a tomada de decisões nas empresas do ramo plástico. Foram enviados questionários para 25 empresas, abordando os métodos e técnicas de custeio adotadas pelas mesmas. Alguns gestores demonstraram dificuldades para apontar as formas de rateio e métodos de custeio utilizados; em contrapartida os números demonstram que 70% dos entrevistados utilizam-se dos métodos de custeio absorção e variável para a formação de preços de seus produtos, fator relevante para a tomada de decisão. Palavras-chaves: Custo; Custeio, Indústria Plástica

2 1. INTRODUÇÃO Muito bem fundamentada por Iudícibus a situação da contabilidade nas organizações quando evidencia a área contábil (2008, p. 25) entre as providências iniciais para se colocar em funcionamento a máquina organizacional de qualquer empresa, impõe-se a planificação geral do setor contábil. Notadamente, não só de se parametrizar os dados para a contabilidade há também necessidade de criar áreas correlatas que darão suporte a gestão e, não desmerecendo outras áreas, não se deve esquecer a função do departamento de custos. Neste contexto, pode-se dizer que assim como a contabilidade, os custos fazem parte da vida das empresas, no intuito de evidenciar os gastos que envolvem seus produtos e serviços direta ou indiretamente. Para que isso ocorra é necessário aplicar critérios específicos, para alcançar os valores reais de custo de seus produtos assim auxiliando os gestores, dentro do ambiente empresarial aplicar um preço de venda nos padrões específicos adequando-se aos atribuídos pelo mercado. E para que isso ocorra é necessário conhecer a atividade da empresa e o mercado em que atua. Segundo VanDerbeck e Nagy (2003, p.13) No atual ambiente da economia globalizada, essas informações são mais críticas do que nunca. As empresas do ramo plástico nos últimos anos estão passando por inovações, devido às necessidades de mercado, fato relevante para a sobrevivência das mesmas. Em 2011, o setor de transformação do plástico foi responsável pela criação de 4 mil postos de trabalho, 1,1% a mais do que no ano anterior. Assim, contribuiu para a inclusão socioeconômica dos brasileiros, o crescimento do PIB e o enfrentamento da crise mundial [...] atividade consolidou sua posição como terceiro maior empregador da indústria de transformação no País, respondendo por 4% do total e segundo no Estado de São Paulo. (ABIPLAST, 2011) Segundo ABPLAST (2011) a demanda brasileira por produtos transformados plástico cresceu 3% sobre o ano anterior. No entanto, parte expressiva desse crescente mercado foi suprida por produtos fabricados em outros países. As importações setoriais cresceram 20% em US$/FOB em relação a Claramente o mercado está perdendo espaço para os concorrentes estrangeiros. A presente pesquisa tem por objetivo analisar se os gestores das pequenas e médias empresas do ramo industrial plástico se utilizam de métodos de custeio para tomada de decisão, tendo em vista o crescimento do mercado interno, mesmo com a acirrada concorrência externa. Com as inovações tecnológicas, sustentabilidade e novas necessidades de mercado, a competitividade entre empresas aumenta gradativamente, tornando o mercado cada vez mais exigente da qualidade e bons preços, onde somente empresas que estiverem adaptadas para atender estas necessidades terão crescimento significativo em seu segmento. A pesquisa se justifica pela importância da contabilidade de custos para a tomada de decisão entre gestores, e para que isso ocorra é necessário analise criteriosa entre os métodos de custos e suas e regras, para assim os gestores tomarem a correta decisão. O processo de manufatura envolve a conversão de matérias primas em produtos acabados através de uso de mão de obra e vários outros recursos fabris. Um dos fatores que influenciam neste ciclo é a redução de custos. Diante deste dado busca-se nesta pesquisa responder a seguinte pergunta. Qual o método de custeio utilizado pelas indústrias plásticas? 5

3 2 CONTABILIDADE DE CUSTOS A contabilidade de custos nasceu da contabilidade financeira, no século XVIII, onde a necessidade da avaliação dos estoques da indústria, tarefa da empresa típica da Era Mercantilista, onde o custo da mercadoria vendida era determinado pela avaliação dos estoques e das compras do período (Martins, 2003). Conforme observado por Wernke (2005, p.15) A inserção em ambientes de acirrada competição, principalmente em consequência da abertura nos mercados, faz que os administradores passem a buscar constantemente mecanismos, sistemas e procedimentos que contribuam para otimizar a gestão das empresas. Durante a década de 1980, varias alterações surgiram no cenário brasileiro como, aumento de competidores no mercado, abertura do mercado para produtos estrangeiros, inflação e recessão e gradativa retirada do governo do controle de preços, onde a consequência dessas alterações foi a modificação entre a relação de preços e custos (BERTÓ; BEULKE 2006). Dentre os fatores a serem interpretados pelos gestores que devem ser classificados corretamente para tomada de decisão estão: os gastos; investimentos; despesas; perdas e custos. Para um bom gerenciamento de custos e preços é imprescindível compreender corretamente os conceitos Gerencialmente a Contabilidade de Custos é vista como um subsistema contábil que coleta dados relativos à produção, processa e gera informações capazes de anularem as necessidades dos usuários, portanto é instrumento gerencial. Estas informações são constantemente avaliação, por meio da retroalimentação, garantindo a vitalidade e continuidade do sistema. Na realidade, a Contabilidade de Custos não cria dados; ela necessita de dados originais que constituem sua matéria prima e, com os quais irá fabricar o produto acabado em forma de informações. Salienta Leone (2000) que a contabilidade de custos se assemelha a um centro processador de informações, que recebe ou obtém um determinado dado, acumula-os de forma organizada, analisa-os e interpreta-os, produzindo informações de custos para diversos níveis gerenciais. Nos últimos tempos a contabilidade de custos passou de auxiliar na avaliação dos estoques e de lucros globais, para uma grande ferramenta de controle e decisões gerenciais. No mercado competitivo os custos tornam-se fundamentais para as tomadas de decisões, em virtude até da grande competitividade e dos componentes operacionais e administrativos que compõem toda estrutura funcional e objetiva do segmento. 2.2 PRINCIPAIS MÉTODOS DE CUSTEIO Segundo Wernke (2005) método de custeio é um vocábulo de origem grega das palavras meta e hodós obtendo-se a versão: Resultado que se deseja atingir. Custeio tem como significado atribuir valor de custo a produto, mercadoria ou serviço. Apresenta-se assim, alguns dos sistemas de custeamento utilizados pela Contabilidade de Custos e tidos como mais usuais ABSORÇÃO 6

4 O Custeio por absorção é aquele que no qual todos os custos de fabricação: variáveis, fixos, diretos e indiretos, sejam absorvidos por todos os gastos necessários para que os produtos sejam elaborados. É um processo de apuração de custos, onde o objetivo é ratear todos os seus elementos fixos e variáveis em cada fase da produção, onde o custo é absorvido quando atribuído ao produto ou a unidade de produção, assim cada unidade receberá sua parcela do custo até que o valor aplicado seja absorvido pelos produtos vendidos ou pelos estoques finais (VICECONTI; NEVES, 2012). É o método que atende a legislação fiscal do Imposto de Renda, todavia seu sistema é falho em muitas circunstâncias, segundo Santos (2009, 71) [...] tem como premissa básica os rateios dos chamados custos fixos, que, apesar de apresentarem lógicos, poderão levar a alocações arbitrárias e até enganosas. Quando a empresa utiliza algum sistema de custos integrado a contabilidade, o custeio por absorção deve ser utilizado também para fins contábeis de avaliação dos estoques, determinando o valor dos custos dos produtos vendidos registrados na demonstração de resultado. QUADRO 1 Vantagens e desvantagem custeio absorção Vantagens Desvantagens Considera o total dos custos por produto Poderá elevar artificialmente os custos de alguns produtos Formação de custos para estoques Não evidencia a capacidade ociosa da empresa Permite a apuração por centro de custos Os critérios de rateio são arbitrários FONTE: Elaborado pelos autores A aplicação do custeio por absorção pode ser feita levando-se em conta a departamentalização ou não. Isto após de feita uma avaliação criteriosa da composição dos custos, para verificar o volume dos custos indiretos, conforme a convenção da materialidade CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL (DIRECT COSTING) O Método de Custeio Direto ou Variável no Brasil não é permitido para fins contábeis e fiscais, de valoração de estoques e de determinação do resultado do período, pois fere os Princípios Fundamentais de Contabilidade. As características essenciais do método de custeio direto ou variável segundo Famá e Bruni (2004) seria realizar uma análise das cargas de custos, classificando - as em fixas e variáveis e atribuir ao custo final dos produtos somente as cargas variáveis, obtendo-se, assim, um custo final variável dos produtos. O método de custeio variável somente deve ser apropriado aos produtos ou serviços os gastos a eles associados, normalmente classificados como custos diretos ou custos variáveis e despesas variáveis. Assim, os demais gastos necessários para manter a estrutura produtiva, em geral considerados como custos indiretos, custos fixos ou despesas fixas, não devem ser considerados quanto ao custeamento dos produtos ou serviços. Ele assume somente os gastos variáveis de produção e de comercialização do produto ou serviço, como matérias-primas utilizadas, serviços de terceiros aplicados ao produto, tributos sobre vendas, comissões, devem ser considerados nos custos de produção e todos os demais gastos, que não identificados com facilidade nos produtos ou serviços, devem ser transferidos para o resultado como despesas do período, sem ser apropriado aos produtos ou serviços (WERNKE, 2005). A informação quanto ao sistema de custeio segundo Viceconti e Neves (2012) complementam reforçando que o custeio variável é um tipo de custeamento que considera como Custo de Produção do Período apenas os Custos Variáveis incorridos. Os custos fixos, pelo fato de 7

5 existirem mesmo que não haja produção são considerados como Despesas, sendo encerrados diretamente contra o resultado do período. QUADRO 2 Vantagens e desvantagem custeio Direto/Variável Vantagens Desvantagens Enfoque gerencial Visão de curto prazo por não considerar os custos fixos Não incorre em erros de rateios Isoladamente, não se aplica para formação do preço. Permite uma analise da contribuição direta de cada Deve ser avaliado com detalhe em empresas de elevado produto para com os resultados, pela análise da Ativo Imobilizado, pois não considera a depreciação, margem de contribuição quando esta for calculada pelo método linear ou outro Os dados necessários para analise da relação custo/volume/resultado são rapidamente obtidos É totalmente integrado como o custo padrão e orçamento flexível FONTE: Elaborado pelos autores método que à transforme num custo fixo A exclusão dos custos fixos indiretos para a valoração do estoque causa subavaliação e fere os princípios contábeis Outro fator importante a ser comentado é a Margem de Contribuição que indica quanto que determinado produto está contribuindo para suportar os custos e despesas fixos e consequentemente sua influência no lucro. Por não incorporar os custos fixos aos produtos ou serviços, facilita o processo de tomada de decisão, pois o gestor sabe que o aumento da produção aumentará apenas os custos variáveis, desde que tenha capacidade produtiva CUSTO PADRÃO O custo padrão é um custo médio, tomado como base para o registro da produção antes da determinação do custo real. Muitos consideram o custo padrão como um custo ideal ou um custo mínimo que deveria ser obtido pela indústria e que deverá servir de base para a administração mediar e eficiência da produção e conhecer as variações de custo. Segundo Bruni e Famá (2004, p.169) Custos-padrões podem ser usados na aferição do desempenho, na elaboração de orçamentos, na orientação de preços e na obtenção de custos significativos do produto, com razoável economia e simplicidade da escrituração A técnica do custo padrão é de fixar previamente preços para cada produto que a empresa fabrica. Esse custo ideal seria aquele que deveria ser obtido pela indústria nas condições de plena eficiência e máximo rendimento. Segundo as autoras Eldenburg e Wolcott (2007, p.422) Os gerentes podem também buscar assistências periódicas junto a engenheiros de produção, afim de encontrar maneiras de aumentar a eficiência, modificar a qualidade dos bens fabricados ou identificar oportunidades de redução dos custos dos produtos existentes. Os planos de produção incluem os valores esperados de eficiência e de qualidade, o que significa que os custos-padrão incorporam valores normais de perdas e defeitos. Observa-se a necessidade de se obter informações com a área de produção para evitar que o padrão seja uma simples média aritmética baseado somente nos valores contabilizados. A finalidade principal do custo padrão é controle dos custos. Fixando assim, bases de comparação entre o Real e o Estimado (padrão/orçado). Portanto o Custo Padrão é um instrumento de controle de custos. O confronto do Real com o Padrão (planejado) faz transparecer as ineficiências de produtividade e excesso de gastos CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (Activity Based Costing) 8

6 Tem como objetivo principal a alocação, mais criteriosa, dos custos indiretos e das despesas (overhead) aos bens ou serviços, a fim de reduzir as distorções provocadas pela arbitrariedade do rateio. Segundo Blocher et al (2007, p. 126) Em 1993, a Dow Chemical começou a mudar a sua estratégia de diversificação para especialização, no seu principal negócio de produtos químicos e plásticos, para garantir o sucesso nos mercados altamente competitivos. [...] A adoção do sistema de custeio ABC e da ABM possibilitou aos gerentes da Dow o acesso a informações que lhes permitiram entender realmente os custos de produção e venda de seus produtos, e serviu para direcionar as decisões de cálculos de preços, mix de produtos, desenho do produto e reestruturação de processo. A Dow também integrou o ABC ao seu processo de orçamento e integrou as atividades, assim como os custos com o seu sistema integrado de gestão. Durante anos esse sistema foi considerado de dispendioso, somente grandes corporações poderiam suportar os custos do processo de implantação. Com o avanço da Tecnologia de Informação e da capacidade dos computadores em armazenar dados, os custos de identificação, medição e divulgação tem decrescido rapidamente. Sua aplicação é recomendável para empresas com as seguintes características, segundo Ribeiro (2009): As empresas que apresentem Custos Indiretos relevantes em relação aos Custos Totais, sendo necessário sua alocação, a fim de determinar com maior precisão o custo do produto ou serviço; empresas que produzem grande variedade de produtos ou serviços no mesmo ambiente, com quantidades variadas e processos produtivos diferenciados e, que trabalham com clientela diversificada em termos de volume de encomendas, de especificações especiais, de serviços adicionais entre outros. 3. METODOLOGIA DA PESQUISA Para que o objetivo desse trabalho seja atingido, além da pesquisa bibliográfica foi necessária a realização de pesquisas aplicadas descritivas, uma vez que os dados da amostra definida não possuem literatura disponível. A pesquisa descritiva possibilitará a descrição da amostra, referenciando Gil (2010, p 27) que relata que as pesquisas descritivas têm como objetivo a descrição das características de determinada população e podem ser elaboradas para determinar a possível relação entre as variáveis. De acordo com Cervo, Bervian e Silva (2007, p. 60): A pesquisa bibliográfica caracteriza-se por procurar explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em artigos, livros, dissertações ou teses, podendo ser realizada independentemente ou como parte da pesquisa descritiva, a fim conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado sobre determinado assunto. O presente estudo também se distingue como uma pesquisa básica exploratória, pois através dele buscou-se a obtenção de maiores conhecimentos quanto a aplicação dos custos nas empresas. Segundo Appolinário (2004, p. 87), o estudo exploratório tem por objetivo aumentar a compreensão de um fenômeno ainda pouco conhecido, ou de um problema de pesquisa ainda não perfeitamente delineado, podendo ser também um estudo preliminar ou prospectivo. Por fim, com o objetivo de evidenciar a assertividade dos discentes, será realizado através de um levantamento de campo. Para Gil (2010, p. 35): 9

7 As pesquisas desse tipo caracterizam-se pela interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. Basicamente, procede-se à solicitação de informações a um grupo significativo de pessoas acerca do problema estudado [...], obterem-se as conclusões correspondentes aos dados coletados. A aplicação de questionários contribuirá significativamente na conclusão desse trabalho, tendo como base o que Gil (2010, p. 37) relata que os levantamentos em campo tornam-se muito mais adequados para estudos descritivos que explicativos. A definição de uma amostra adequada, a qual represente de forma confiável a população analisada é fundamental para o sucesso do trabalho. Gil (2010, p 109) define que: Quando essa amostra é rigorosamente selecionada, os resultados obtidos no levantamento tendem a aproximar-se bastante dos que seriam obtidos caso fosse possível pesquisar todos os elementos do universo. Neste contexto, pode-se considerar que uma amostra confiável, ou seja, aquela que produz informações suficientes para avaliação do teste será atingida quando se obtém a informação dos gestores. Neste contexto a amostra será não probabilística intencional. Esta pesquisa será descritiva, pois de acordo com Gil (2000), a pesquisa descritiva visa descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre varáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário e observação sistemática. Sendo assim, assume em geral, a forma de levantamento. 4 ANÁLISE O questionário foi enviado por aos gestores das empresas do ramo de plástico do Estado de São Paulo, no período de 01 a 25 de outubro de Foram encaminhados 25 questionários para empresas de pequeno e médio porte, através de questionário estruturado, sendo que apenas 10 empresas responderam, perfazendo um total 40% de respostas obtidas, onde os resultados serão apresentados através das informações apresentadas: QUADRO 3 - Dados das empresas entrevistadas. Empresas Cargo dos Entrevistados Quantidade de Funcionários Tributação Empresa 1 Gerente Administrativo 01 a 50 Presumido Empresa 2 Diretor 01 a 50 Presumido Empresa 3 Analista Financeiro 01 a 50 Presumido Empresa 4 Diretor 01 a 50 Real Empresa 5 Diretor 01 a 50 Simples Empresa 6 Diretor 01 a 50 Simples Empresa 7 Diretor 01 a 50 Simples Empresa 8 Gerente Compras 51 a 100 Presumido Empresa 9 Analista Financeiro 51 a 100 Real Empresa 10 Analista Controladoria Mais de 100 Real Fonte: Dados da pesquisa Das empresas entrevistadas os cargos ocupados foram 50% diretores, 20% analistas financeiros, 10% gerente de compras, 10% gerente de vendas e 10% analista de controladoria. 10

8 Quantidade de funcionários até 50 funcionários 70%, de 51 a 100 funcionários 20% e com mais de 100 funcionários 10%. O regime de tributação das empresas 40% do lucro presumido 30% lucro real e 30% simples. Fonte: Dados da pesquisa TABELA 1 - Método de custeio utilizado: Método de utilizado Absorção 50% Variável 20% Atividade 10% Próprio 10% Não Responderam 10% As empresas que afirmaram utilizar um método próprio foram questionadas sobre como realizavam o método de custeio. Foi observado que o método utilizado era muito similar ao método por absorção. Como a empresa não possuía conhecimentos sobre métodos de custeios, em nossa opinião, este é o motivo que as empresas classificavam como método próprio de custeio. É possível afirmar que as empresas que utilizam o sistema de tributação lucro real e Simples Nacional utilizam o método de custeio por absorção. Fonte: Dados da pesquisa TABELA 2 - Satisfação dos métodos utilizados: Satisfação dos métodos utilizados Concordo Totalmente 10% Concordo 40% Neutro 40% Discordo 10% Discordo Totalmente 0% De acordo com a tabela 3, podemos dizer que o grau de satisfação dos métodos de custeio utilizado pelas empresas entrevistadas atingiu um percentual de 50%, seguindo de 40% dos entrevistados não tem opinião e 10% estão insatisfeitas com o método utilizado. Todas as empresas que afirmaram estar satisfeitas ou totalmente satisfeitas com seu método de custeio utilizam o método por absorção ou variável. Este dado por si só não nos permite chegar a nenhuma conclusão, porém somado às observações realizadas no momento da aplicação do questionário, é possível perceber que as empresas que não possuem um método de custeio claro (ou absorção ou variável) não estão satisfeitas com o método utilizado, principalmente por não confiar no método empregado. TABELA 3 - O critério de rateio para os custos fixos: 11

9 Custos fixos Fabrica 40% Não são Rateados 30% Departamento 20% Não Responderam 10% Conforme abordado no quadro acima, onde está em questão a identificação dos critérios de rateio dos custos fixos, os números apontam a fábrica com a maior distribuição deste rateio com 40%, seguindo de 30% das empresas que não rateiam o que é preocupante nesta questão, nos departamentos estão distribuídos em 20% e 10% não responderam. Quando estudado apenas as empresas que apontam a fábrica como critério de rateio de seus custos fixos, foi possível observar que as mesmas distribuem seus gastos com energia elétrica predominantemente em horas máquinas. As horas máquinas também é o critério de rateio para outros custos indiretos. TABELA 4 - O critério de rateio para os custos indiretos: Custos indiretos Horas Maquina 30% Não Rateiam 30% Horas Mão de Obra Direta 20% Materiais Diretos 10% Não Responderam 10% Em complemento a pesquisa foi perguntado aos entrevistados quais as bases de rateio dos custos indiretos utilizados pela empresa, dentre as principais bases estão as horas máquina com 30% de margem, e com o mesmo percentual da tabela 3, 30% das empresas não rateiam, seguindo de 20% rateiam pelas horas de mão de obra direta, 10% materiais diretos e 10% não responderam, podendo assim levar em consideração que na grande maioria das empresas realiza-se o rateio de alguma forma os custos indiretos. Uma das questões que foram apresentadas aos entrevistados, se as empresas separam os custos, gastos e despesas, que em resposta com maior percentual 70% não fazem esta separação, podendo assim levar em consideração o não conhecimento, ou a dificuldade de identificar cada um destes itens, 20% das empresas fazem esta separação e 10% não responderam. TABELA 5 - Bases de rateio das despesas operacionais: Despesas operacionais Não Rateia 60% Custo Fabricação 30% Não Responderam 10% Perguntado quais as bases de rateio das despesas operacionais utilizadas pelas empresas, também pela dificuldade das empresas em identificarem e classificarem as despesas operacionais com 60% das opiniões dos entrevistados não faz este rateio. Observa-se que 30% 12

10 realizam o rateio e, não responderam 10%. Acredita-se que não respondendo ao questionário pode-se caracterizar como Não realizam o rateio. TABELA 6- Distribuição dos gastos de energia elétrica: Energia elétrica Horas Máquina 40% Não Distribui 30% Produtos 20% Não Responderam 10% A energia elétrica em grande maioria as empresas do ramo plástico é um dos principais elementos utilizados na fabrica, sendo assim foi perguntado as empresas sobre a distribuição dos gastos de energia elétrica, como se pode observar a grande maioria distribuem ou rateiam de alguma forma, nesta composição estão em destaque como base de distribuição dos gastos as horas maquina com 40% e aos produtos 20%, e também como nas questões anteriores 30% não distribuem e 10% não responderam. TABELA 7- Critério para formação de preço de venda Critério da formação de preço Apuração Custos 50 Margem Estimada 40 Análise Mercado 0 Com relação à formação de preços de venda, a maioria afirmou utilizar a apuração de custos (50%), mas muitas empresas afirmaram utilizar o método de margem estimada. Quanto analisados em conjunto, o método de custeio utilizado e os critérios para formação de preço, podemos afirmar que as empresas que utilizam o método por absorção, em sua maioria, utilizam para a formação de preço de venda a apuração de custos. 5 CONCLUSÃO A metodologia de custos se apresenta como um grande mistério para empresas de pequeno e médio porte, haja vista a dificuldade de se adequarem os modelos de custos à legislação. Mediante a necessidade de se estruturar e aplicar a metodologia de custos, este trabalho buscou evidenciar a utilização das ferramentas de custeio para a tomada de decisões nas empresas do ramo plástico da grande São Paulo, e em seu referencial teórico foram abordados os principais métodos de custeio. Através do questionário aplicado foi possível identificar que a maioria das empresas se utilizam o custeio por Absorção, inclusive, satisfeitas com a utilização destes métodos. Em contra partida podemos também ressaltar, o rateio dos custos fixos, custos indiretos e gastos de energia elétrica, em grande maioria estão sendo distribuídos e rateados nas operações ligadas a atividade das empresas. Um dos fatores preocupantes nesta pesquisa foi quanto às despesas operacionais, em que a maioria dos entrevistados, ou 60%, informaram que não fazem o rateio destas despesas, 13

11 podendo assim levantar hipótese da falta de conhecimento no momento da classificação das despesas operacionais. Enfim, de modo geral pode se notar nesta pesquisa que um dos fatores relevantes para a tomada de decisão nas empresas do ramo plástico da grande São Paulo, é a utilização de alguma de custeio, pois a maioria das empresas se utilizam de custeio, tanto os aceitos pela legislação quanto os que servem somente para tratamento gerencial. Desta forma, as empresas têm mais segurança no momento da precificação de seus produtos, identificando como base de apuração dos preços de venda a apuração dos custos e a margem de contribuição, fazendo assim que possam dar continuidade em suas atividades com competitividade e segurança nas informações. Reconhecendo a quantidade da amostra como a maior limitação deste trabalho, sugerimos replicar a pesquisa aumentando a amostra de empresas do setor, permitindo uma análise estatística mais profunda. Como segunda sugestão, a mesma pesquisa poderia ser realizada em outros estados de atuação para identificarmos os métodos de custeio. REFERÊNCIAS ABIPLAST Associação Brasileira da Indústria do Plástico Perfil Acesso em 07 de outubro APPOLINÁRIO, F. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, BERTÓ, Dalvio José.; BEULKE, Rolando. Gestão de custos. 1 ed. São Paulo: Saraiva, BLOCHER. Edward J; et al. Gestão Estrategica de Custos. Tradução técnica Sérgio Alexandre Souza, Wilson J. A. Julian; revisão técnica Ana Paula Costa Paulino. São Paulo: McGraw-Hill, BOMFIM, Eunir de Amorim ; PASSARELLI, João. Custos e formação de preços. 7 ed. São Paulo: IOB, BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de Custo e Formação de preços: com aplicação na calculadora HP 12C e Excel. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2004 CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. e SILVA, R. Metodologia Científica. 6. ed. São Paulo: Pearson, COLAURO, Romualdo Douglas; BEUREN, Ilse Maria; ROCHA, Welington. O Custeio variável e o custeio-alvo como suportes às decisões de investimentos no desenvolvimento de novos produtos. BASE Revista de Administração e Contabilidade da Unisinos

12 ELDENBURG, Leslie G. WOLCOTT, Susan K. Gestão de Custos: Como medir, monitorar e motivar o desempenho. Tradução de Luiz Antônio Fajardo Pontes; revisão técnica George S Gerra Leone. Rio de Janeiro: LTC, GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, HORNGREN, Charles T.; FOSTER, George; DATAR, Srikant M.. Contabilidade de custos. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Introdutória. Equipe de professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP. 10. Ed 3 reimp. São Paulo: Atlas, 2008 LEONE, George Sebastião Guerra. Custos: planejamento, implantação e controle. São Paulo: Atlas, MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9. Ed. São Paulo: Atlas, PEREIRA, José Matias. Manual de metodologia da pesquisa cientifica. 2 ed. São Paulo: Atlas, RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de Custos. São Paulo: Saraiva, SANTOS, Joel José. Contabilidade e análise de custos: Modelo Contábil, métodos de depreciação, ABC Custeio Baseado em Atividades, analise atualizada de encargos sociais sobre salários. 5. Ed. São Paulo: atlas, SOUZA, Marcos Antônio de; LISBOA, Lázaro Plácido; ROCHA, Welington. Práticas de contabilidade gerencial adotadas por subsidiárias brasileiras de empresas multinacionais. Revista Contabilidade & Finanças. Vol. 14. São Paulo VANDERBECK, Edward J.; NAGY, Charles F.. Contabilidade de custos. 11 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, VICECONTI, Paulo Eduardo V.; NEVES, Silvério das. Contabilidade de custos. 10 ed. São Paulo: Saraiva, WERNKE, Rodney. Análise de custos e preços de venda. São Paulo: Saraiva,

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