DELTA CAFÉS: EXEMPLO PARA A PRODUÇÃO DE CAFÉ EM CÁPSULAS NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DELTA CAFÉS: EXEMPLO PARA A PRODUÇÃO DE CAFÉ EM CÁPSULAS NO BRASIL"

Transcrição

1 DELTA CAFÉS: EXEMPLO PARA A PRODUÇÃO DE CAFÉ EM CÁPSULAS NO BRASIL Lavras, MG Setembro de 2012

2 APOIO:

3 Felipe Bastos Ribeiro Graduando em Administração (UFLA). Analista do Bureau de Inteligência Competitiva do Café. Eduardo Cesar Silva Mestre em Administração (UFLA). Coordenador de Equipe do. Prof. Dr. Luiz Gonzaga de Castro Junior Professor da Universidade Federal de Lavras. Coordenador do Centro de Inteligência em Mercados. INTRODUÇÃO O mercado de café em dose única (cápsulas) é bastante promissor. Trata-se de um segmento que oferece conveniência e praticidade aos apreciadores da bebida, além de qualidade. Pesquisas indicam que o setor cresce rapidamente, principalmente na Europa e nos EUA, o que fez várias empresas investir na fabricação de cápsulas e máquinas para extração da bebida. Dados da consultoria Euromonitor mostraram que as vendas do segmento cresceram 31,3% em 2011, contra 17,5% das vendas totais de café no mundo. Nos EUA, 7% de todo café consumido no mesmo ano foi preparado a partir de cápsulas. No Brasil, o setor ainda é jovem, mas a partir da evolução observada em outros mercados, as perspectivas de crescimento são muito grandes. Dessa forma, é preciso considerar a grande oportunidade que o segmento oferece para as empresas brasileiras. O domínio da manufatura de máquinas e cápsulas pode representar a solução para almejada internacionalização da indústria brasileira de café, já que se trata de um produto com valor agregado e nível tecnológico superior ao café torrado e moído tradicional. Com essa tecnologia, o Brasil poderia brigar por mercado em um segmento de franca expansão e elevadas margens. Com isso, haveria incremento substancial na receita cambial das exportações de café, geração de empregos e novas oportunidades para os cafeicultores. No relatório Introdução ao Mercado de Café em Dose Única e Perspectivas para o Brasil, (clique no link para ler) elaborado pelo Bureau de Inteligência Competitiva do Café, esse segmento foi contextualizado para o setor cafeeiro nacional. O texto também defende a criação de uma indústria nacional de café em cápsulas, baseado no argumento

4 de que é possível para empresas locais conquistar mercado diante das multinacionais que já investem no setor. A sugestão foi feita a partir de exemplos observados de torrefadoras que obtiveram êxito em seu país de origem, mesmo diante da forte concorrência. Esse trabalho foi feito por meio do estudo de caso de uma dessas torrefadoras, a portuguesa Delta Cafés que, em Portugal, se tornou uma forte concorrente da Nestlé. Figura 1 Primeira loja da Delta Cafés no Brasil, localizada em Vitória, ES. Fonte:. OBJETIVO O objetivo do relatório é apresentar perspectivas para a criação de uma indústria nacional de café em cápsulas. Isso é feito a partir do estudo de caso da Delta Cafés. Através de investimentos em pesquisa e inovação e com uma estratégia voltada para o cidadão português, a Delta assumiu a liderança no mercado de café em dose única do país, mesmo com a forte concorrência em empresas multinacionais. A partir de informações sobre a atuação da Delta, o estudo apresenta o que pode ser feito no Brasil e quais as adaptações necessárias para o cenário nacional.

5 Compreender o funcionamento desse mercado e quais são as principais estratégias adotadas pelas companhias que já atuam nele é fundamental para a garantia de bons resultados. Nesse contexto, o estudo viabiliza informações importantes para a indústria brasileira de café, capazes de contribuir para as decisões estratégicas do setor quanto a criação de uma indústria nacional de café em cápsulas. O MERCADO DE CAFÉ EM PORTUGAL Considerado como maduro, o mercado de café em Portugal tem superado as expectativas das torrefadoras locais. É um mercado que cresce, tanto em volume quanto em faturamento, graças às tendências que tem modificado o modo tradicional do consumo dessa bebida, como a dose única e o consumo fora do lar. Essas tendências revelam o surgimento de um novo cenário de rápido crescimento, que demonstra ser altamente atrativo e de grande potencial a ser explorado pelas torrefadoras. Segundo a Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), o consumo anual da bebida em Portugal é de 4,1 quilos per capta. Cerca de 80% da população já é consumidora do café e o consumo ocorre principalmente fora de casa [1]. Dados da Organização Internacional do Café (OIC) mostram que em 2011 o país consumiu 834 mil sacas de café, um crescimento de 11,2% em relação ao ano anterior. O baixo número total de sacas consumidas, em relação a outros países, se deve a pequena população portuguesa, menos de 11 milhões de habitantes. O consumo da bebida ocorre principalmente fora de casa, mas tem sido observada uma inversão nessa tendência. É cada vez mais representativo o número de adeptos que o segmento doméstico conquista no país. Esse aumento é impulsionado, sobretudo, pelo mercado das cápsulas. Bastante populares em Portugal, os sistemas de dose única agregam valores muito apreciados pelos consumidores. Através da variedade, praticidade, conveniência e a excelente qualidade da bebida, o café em cápsula apresenta grande sucesso e está cada vez mais presente nos lares portugueses. Em 2010, o segmento de café em dose única português cresceu 75%, em valor, e

6 61%, em volume, alcançando 49% do mercado total de café no país. Como comparação, o crescimento do valor das vendas do setor de café, como um todo, foi de 25% no mesmo período. As vendas de máquinas apresentaram alta de 27% [2]. HISTÓRIA DA DELTA CAFÉS Fundada em Portugal no ano de 1961 por Manuel Rui Azinhais Nabeiro, a Delta Cafés é uma empresa 100% lusitana que concorre com grandes companhias multinacionais, como a Nestlé. Atualmente, a Delta fatura 300 milhões de euros, conta com cerca de 3 mil funcionários e atende aproximadamente 41 mil clientes diretos [3]. Através de uma cultura organizacional forte, a Delta Cafés afirma ter como princípio básico o compromisso com práticas sustentáveis, éticas e sociais. Seu lema é Um cliente, um amigo. Para assegurar a sua competitividade e disputar a liderança no mercado português, a Delta passou por várias reestruturações organizacionais no decorrer dos seus 50 anos de história. Uma das primeiras mudanças de grande importância para a companhia foi a divisão entre a atividade comercial e a atividade industrial, MRAN Ltda. e Novadelta S.A., respectivamente. Esta última ganhou grande destaque no país por ser a pioneira no setor e a utilizar as mais avançadas ferramentas para garantir a qualidade de suas operações. Em 1994, ela foi reconhecida e certificada pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) por estar em consonância com o sistema de normas NP EM 29002/ISSO 9002 [4]. A partir daí, a companhia expandiu seus ramos de atividades, aproveitando as oportunidades de negócio estrategicamente importantes para o fortalecimento de sua atividade principal a torrefação e a comercialização de café. Atualmente, 22 empresas compõe o Grupo Nabeiro/Delta Cafés. Atualmente, a Delta possui operações comerciais em 50 países. Suas exportações representam aproximadamente 20% do faturamento total [5]. Dentre os principais países importadores dos produtos Delta, se destaca a Espanha, pela proximidade geográfica. Além da vizinha, a Delta tem feito pequenas incursões em outros países da Europa como

7 a França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e Reino Unido. Na África, Angola se revela um mercado muito promissor para a empresa, a Delta possui contratos de exclusividade na distribuição de produtos de torrefadoras locais, como a Cadbury South Africa e a Tanganda Tea Company [6]. Na América, a companhia possui filiais nos EUA, Canadá e no Brasil, sendo este último o mais visado, devido a compatibilidade cultural e histórica. Figura 2 Cápsulas utilizadas nas máquinas Delta Q. Fonte:. DELTA Q: DISPUTA PELA LIDERANÇA NO MERCADO PORTUGUÊS DE DOSE ÚNICA Com intuito de obter participação no valioso mercado de café em dose única, a Delta Cafés lançou, em 2007, uma nova marca, a Delta Q. O projeto ganhou destaque, sobretudo pelo fato de levar um produto legitimamente português ao mercado de café em cápsulas, sendo a única marca nacional a concorrer diretamente com as fortes multinacionais que dominavam o segmento, até então.

8 Desde seu lançamento o objetivo principal da marca sempre foi liderar o mercado português de cápsulas. Para isso, a marca precisaria superar as linhas Nespresso e Nescafé Dolce Gusto da Nestlé. No final de 2011, a Delta Q registrou uma participação de 35,8% nesse segmento de mercado, percentual obtido graças às 102,5 milhões de cápsulas vendidas. Quanto às máquinas, a Delta fechou o ano com uma média de 27,7% das máquinas comercializadas em Portugal [7]. Segundo projeções da empresa, em 2012 a Delta alcançou a liderança do mercado português de café em dose única, com 40% de participação de mercado. De acordo com a companhia, a linha Nescafé Dolce Gusto obteve os mesmos 40% [8]. O fato da Delta Q ser uma marca nacional facilitou a sua penetração naquele mercado. Com apenas dois anos de presença no varejo, a Qosmo, primeira máquina da marca, alcançou unidades vendidas. A concepção, o design e a produção foram todos feitos em Portugal. Estes fatores influenciaram os consumidores e refletiram no ótimo resultado de venda das máquinas [9] Figura 3: Máquinas da linha Delta Q. Fonte:. Após a consolidação da marca no mercado português em 2010, o principal objetivo para a Delta Q passou a ser a internacionalização do negócio. Para essa nova meta, a companhia conta com o forte apoio do governo, que possui uma série de medidas que favorecem a produção de bens destinados a exportação. É importante ressaltar que a

9 decisão de internacionalização não significa saturação do mercado português. Pode-se dizer que o segmento de café torrado e moído se encontra em um estágio de maturidade, entretanto o segmento de café em cápsulas português apresenta altas taxas de crescimento. Para alcançar a nova meta, a Delta Q decidiu explorar estrategicamente os mercados em que a Delta Cafés já se encontra presente, expandindo rumo aos chamados mercados naturais. Dentre eles, estão o Brasil (pela proximidade histórica e cultural), Espanha (proximidade geográfica) e Angola (um dos primeiros mercados internacionais da empresa). Nesses países a empresa aposta nas lojas em formato de cafeterias, locais onde os clientes desfrutam do café ao mesmo tempo em que passam a conhecer o portfólio dos produtos Delta Q. No Brasil, a companhia se encontra presente no Espírito Santo, sendo que está prevista a expansão para outras capitais brasileiras [10]. O carro chefe das vendas internacionais da empresa são as máquinas Delta Q e as cápsulas. Em 2011 os mercados internacionais responderam por 20% das vendas totais do grupo [11] Quanto ao preço de seus produtos, a marca adota uma estratégia de posicionamento abaixo da Nespresso. Prezando pela qualidade já atrelada ao nome Delta, a marca se situa entre a diferenciação e o custo. Desse modo, os preços de seus produtos no varejo são menores que os da Nespresso e maiores que os praticados pelos concorrentes de menor porte. Recentemente a Delta Q passou a integrar o grupo das 30 marcas mais valiosas de Portugal. PRINCIPAIS FORNECEDORES A fim de criar uma linha de concepção 100% portuguesa, a Delta desde o princípio se preocupa em possuir uma carteira de fornecedores nacionais. Seguem abaixo os principais colaboradores da linha Quosmo (máquina e cápsulas) da companhia.

10 Flama: Fabricante das máquinas Quosmo. A marca Flama se destaca como uma das mais influentes no mercado de eletrodomésticos português, se tornando a marca nacional de referência para a maior parte dos consumidores. Atualmente, é a única marca 100% portuguesa a atuar nesse segmento. Criada em 1979, seus produtos estão presentes em diversos países da Europa e nos EUA. Atualmente, emprega 108 pessoas no país. A empresa fabrica eletrodomésticos para a sua própria marca e, também, para conceituadas empresas internacionais através do sistema de Original Equipment Manufacturer (OEM). Nesse sistema, o produto final leva a marca do contratante do serviço. Sua inserção no segmento de máquinas de café se deu em 1998, ano em que, juntamente com a SuperBock, lançou sua primeira máquina no mercado, a SuperBock Express. O lançamento foi um sucesso de vendas, tendo atingido mais de 15 mil unidades vendidas. Em 2004 lançou uma máquina para café em sachês, com o sistema Easy Serving Espresso (ESE). A produção das máquinas de cápsulas para a Delta teve início em 2008 [12]. L N Moldes: Fabricante das cápsulas Empresa portuguesa de fabricação de moldes de injeção e compressão. Possui larga experiência no desenvolvimento de projetos e fabricação de ferramentas para a indústria de transformação de plásticos. Atualmente conta com mais de 70 funcionários [13]. Antes do acordo com a Delta, a L N Moldes concentrava cerca de 80% de seu negócio no segmento de automóvel e 95% da receita vinha de exportações, o que passou a ser considerado arriscado com a crise econômica. Para reduzir o risco, a empresa decidiu diversificar seu portfólio de produtos. É a segunda parceira da Delta na fabricação de suas cápsulas, após a Logoplaste. Com o investimento de cerca de 5,5 milhões de euros, a L N Moldes produz hoje cerca de

11 4,5 milhões de cápsulas por semana[14]. A parceria tem sido boa até o momento. O projeto, que se iniciou em outubro de 2010, duplicou o volume de negócios da empresa. Somente com a linha Quosmo, a L N faturou cerca de 8 milhões de euros, dos 17 milhões que obteve em Diverge Design: responsável pelo design (interno e externo) da máquina Quosmo. Fundada em 2008, a Diverge Design se caracteriza por ser uma empresa de caráter inovador. É especializada em oferecer os serviços de: desenvolvimento de novos produtos e plataformas; design e gestão de produtos e portfólios e; melhoria do desempenho de produtos[15]. Figura 4 Detalhe da loja em Vitória, ES. Fonte:.

12 COMPRO O QUE É NOSSO Impulsionado pela crise europeia e pela estagnação da economia do país, Portugal intensificou as ações de seu movimento de cunho nacionalista intitulado Compro o que é nosso. Iniciado há alguns anos pela Associação Empresarial de Portugal, o projeto prevê a solução dos problemas econômicos do país a partir da criação de riqueza e trabalho na sociedade portuguesa. Assim surge a ideia de incentivar a compra de produtos fabricados em Portugal, em vez de adquirir mercadorias estrangeiras. Desse modo os portugueses fortalecem sua economia, reduzem taxas de desemprego e se tornam cada vez mais independentes do mercado externo. Foram identificados seis objetivos específicos para o projeto Compro o que é nosso [16] : Mobilizar os empresários portugueses para serem mais competitivos em preço, qualidade e inovação; Contribuir para o desenvolvimento sustentável das empresas, para a criação de emprego e para o aumento da internacionalização; Mobilizar os trabalhadores para produzirem com brio e a terem orgulho do setor empresarial português; Mobilizar consumidores a preferirem produtos e marcas cuja receita gerada ficará em Portugal, sensibilizando-os para os benefícios econômicos e sociais que tal comportamento trará ao país (aumento do PIB, redução do desemprego, equilíbrio da balança comercial, etc.); Dinamizar a economia; e, Elevar a autoestima e o amor-próprio dos portugueses. É diante desse cenário de conscientização em adquirir o que é produzido nacionalmente, que a Delta obtém uma vantagem competitiva frente às demais multinacionais que atuam no país. Além de ser uma empresa integralmente portuguesa, a companhia possui uma carteira de fornecedores essencialmente nacional. Em vista do

13 agravamento da crise econômica pela qual Portugal passa, é provável que o movimento Compro o que é nosso ganhe ainda mais força, favorecendo as empresas nacionais. Ao observar os comentários feitos pelos próprios portugueses em portais de notícias, quando há uma matéria sobre a Delta, é possível perceber que muitos deles apoiam o movimento e se orgulham de possuírem uma empresa nacional capaz de competir com as grandes torrefadoras internacionais. Trata-se de uma vantagem específica para o contexto português que precisa ser levada em consideração. Figura 5: Logomarca da campanha Compro o que é nosso. Fonte: Divulgação. ANÁLISE DO CASO Portugal é um país pequeno, com menos de 11 milhões de habitantes, logo, está longe de ser um grande consumidor de café em volume total. O consumo per capita da nação também é pequeno, se comparado ao de outros países europeus. Mas o consumidor português é acostumado a gastar mais com seu cafezinho, já que a maior parte do consumo ocorre fora do lar. Apesar de pequeno, o mercado português recebeu investimentos da Nestlé, disposta a explorar o segmento de café em dose. Como vantagens competitivas, a Nestlé possui sua marca reconhecida mundialmente, a vasta experiência em outros mercados, escala de produção, recursos para marketing e pesquisa e, no caso de Portugal, obteve a vantagem de ser o primeiro entrante no

14 segmento de cápsulas. A literatura de economia industrial demonstra que empresas que são pioneiras tendem a obter vantagens sobre os novos entrantes em algum mercado. Os novos concorrentes precisam investir substancialmente em marketing e inovação, para atrair o consumidor, além de oferecer preços mais competitivos. Em resumo, as possíveis barreiras à entrada da Delta Cafés nesse segmento eram: Mercado doméstico pequeno (menos de 11 milhões de habitantes); Concorrência com uma multinacional do setor de alimentos e bebidas; Não ser o primeiro entrante do segmento; e, Custos de pesquisa e desenvolvimento das máquinas e cápsulas Ainda assim, a Delta aceitou o desafio e, até o momento, se saiu muito bem. É preciso considerar que a Delta é essencialmente uma empresa de café, com atuação principalmente em Portugal, por isso, a oportunidade de ampliar as receitas através da venda de cápsulas era uma grande oportunidade. Com isso, a empresa deixou de competir em um segmento de crescimento baixo (torrado e moído) e passou a explorar um segmento de rápido crescimento e com alto valor agregado. Apesar de enfrentar a maior fabricante mundial de alimentos e bebidas, a Delta contou a seu favor com seu próprio reconhecimento diante dos consumidores portugueses. A empresa é tradicional no país, sendo há muito tempo uma das principais marcas de café em Portugal. Outro aspecto que precisa ser considerado é o nacionalismo. Com o início da atual crise financeira, em 2008, a economia portuguesa tem sido uma das mais afetadas, dessa forma surgiram iniciativas para valorizar produtos e empresas da pátria, como o movimento Compro o que é Nosso. É difícil afirmar qual o peso desse contexto para o sucesso da Delta, mas uma rápida análise de opiniões dos consumidores portugueses na internet permite identificar que a empresa é motivo de orgulho para muitos. No entanto, é possível que mesmo fora desse contexto a Delta alcançasse êxito em sua estratégia. De modo a reduzir a vantagem da Nestlé como primeiro entrante, a Delta utilizou sua rede de distribuição em todo o país e fez diversos investimentos em marketing. No

15 ano de 2012, utilizou a então namorada do ator George Clooney, garoto propaganda da Nespresso, em um dos seus comerciais de TV, como forma de chamar a atenção. Além disso, tem investido em promoções e patrocínio de competições esportivas. Em relação aos custos de desenvolvimento da linha Delta Q, não foi possível encontrar informações específicas. No entanto, essa parece não ser uma barreira significativa à entrada de empresas no setor. O importante é que as empresas obtenham escala de vendas. Tipicamente, as fabricantes dessas máquinas as vendem com pouca margem de lucro, de modo a construir uma grande base de clientes e obter receita com a venda das cápsulas. A parceria da Delta com outras empresas portuguesas para fabricação das máquinas e das cápsulas também indica que a tecnologia necessária para esse fim não é tão sofisticada, ao ponto de constituir uma barreira. De acordo com os critérios do IBGE para classificação de empresas quanto ao número de funcionários, a Flama seria classificada como média empresa e a LN Moldes como pequena. Por dedução, espera-se que o Brasil possua diversas empresas capazes de atender às exigências para o desenvolvimento de um sistema completo de café em dose única. Conforme já apresentado, a estratégia de preço da Delta Cafés é oferecer produtos mais baratos que os da principal concorrente, a Nestlé, mas superiores aos das demais. Assim, a empresa se posiciona como alternativa de qualidade, mas com preços mais acessíveis. A combinação de todos os aspectos discutidos nessa seção fez com que a Delta Cafés se tornasse um forte player no mercado português de café em cápsulas. Claro, existem outros que não foram discutidos, como a logística de distribuição dos produtos, o processo de planejamento e a cultura organizacional da empresa, mas as informações apresentadas são ilustrativas sobre a possibilidade de empresas nacionais fazerem concorrência frente às multinacionais do setor de café em dose única.

16 CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo de caso da Delta Cafés oferece uma perspectiva otimista para o desenvolvimento de uma indústria nacional de café em cápsulas. A principal lição obtida, é que o segmento de café em dose única oferece oportunidades para empresas de atuação local/nacional. Além disso, o estudo mostra que é possível desenvolver tecnologia de ponta para produção das máquinas e cápsulas sem necessidade de recorrer a fabricantes internacionais. Se for considerado que no contexto brasileiro as empresas envolvidas não precisam ser 100% nacionais, existem muitas companhias que poderiam atender aos requisitos necessários para a produção das máquinas e cápsulas. Outro ponto que deve ser destacado é que o domínio da fabricação de máquinas e cápsulas de café pode abrir portas para a tão sonhada internacionalização da indústria brasileira de café. No caso da Delta, a venda do sistema Delta Q em outros países, inclusive o Brasil, é o carro chefe do crescimento internacional da companhia. O mercado de café no Brasil é muito maior do que em Portugal, ou seja, oferece mais oportunidades de crescimento para as empresas interessadas. A proposta do é colocar o desenvolvimento da indústria nacional de cápsulas na pauta do setor cafeeiro, mas qualquer ação visando fomentar esse desenvolvimento precisa ser muito bem planejada. O Bureau continuará a publicar relatórios que ofereçam informações relevantes sobre o tema, ampliando o volume de informações disponíveis e promovendo os debates necessários. CONTATO A discussão sobre uma indústria de cápsulas no Brasil foi iniciada. Comentários e críticas sobre esse relatório são bem vindos. Desejamos saber a opinião dos profissionais e empresários do setor. Os contatos podem ser feitos pelo e pelo fone (35)

17 REFERÊNCIAS 2http://www.hipersuper.pt/2011/02/22/segmento-de-capsulas-de-cafe-cresce-75/ 3http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/02/ famoso+cafe+portugues+ aporta+no+espirito+santo.html 4http://www.realtech.com/wPortugal/pdf/referenzen/REALTECH_success_delta_cafes.pdf 5http://www.ver.pt/conteudos/verClipping.aspx?id= http://pt.scribd.com/doc/ /Plano-de-Marketing-Delta-Cafes http://www.portaldoelectrodomestico.com/Not%C3%ADciaselan%C3%A7amentos/Delta Qcommaisde100milm%C3%A1quinasnomercado/tabid/3537/Default.aspx http://www.hostelvending.com.pt/vending-cafe/noticias/estatistica-2011-mercadoportugues-de-café 11http://economico.sapo.pt/noticias/delta-cafes-preve-atingir-23-nas-exportacoes-em- 2012_ html 12http://www.flama.pt/ 13 view?idioma=pt&empresa=empresa_ http://economico.sapo.pt/noticias/ln-moldes-investe-55-milhoes-na-producao-decapsulas-para-a-delta_ html 15http://www.divergedesign.com/PresentationLayer/conteudo.aspx?menuid=3&exmenuid= 20 16http://producaonacionalfazbem.blogs.sapo.pt/42322.html

18 SOBRE O BUREAU O é um projeto financiado pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) com interveniência da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os trabalhos são desenvolvidos dentro do Centro de Inteligência em Mercados (CIM) da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O principal objetivo do Bureau é produzir inteligência competitiva para transformar o Brasil na mais dinâmica e sofisticada nação do negócio café no mundo.

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor Movimento incentiva a escolha pelos pequenos negócios na hora da compra A iniciativa visa conscientizar o consumidor que comprar dos pequenos é um ato de cidadania que contribui para gerar mais empregos,

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo

A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo FRANQUIA A rede de franquias nº 1 em produtividade do mundo A rede de franquia com maior volume de vendas nos EUA. (Real Trends 500 2011) Primeiro sistema de franquias imobiliárias da América do Norte

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR

COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR O que é Franquia? Objetivo Esclarecer dúvidas, opiniões e conceitos existentes no mercado sobre o sistema de franquias. Público-Alvo Empresários de pequeno, médio e grande

Leia mais

Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil

Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil Nota de Imprensa Emilio Botín: O objetivo é nos tornarmos o banco privado número um do Brasil Presidente mundial do Banco Santander apresenta em São Paulo o Plano Estratégico 2008-2010 para o A integração

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

A LOCAMERICA SEMINOVOS

A LOCAMERICA SEMINOVOS A LOCAMERICA A Locamerica é uma companhia especializada em locação de frotas customizadas para empresas. Desde 13 no mercado, a locadora ocupa o segundo lugar no ranking das maiores do setor em número

Leia mais

10º FÓRUM DE ECONOMIA. Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil

10º FÓRUM DE ECONOMIA. Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil 10º FÓRUM DE ECONOMIA Política Cambial, Estrutura Produtiva e Crescimento Econômico: fundamentos teóricos e evidências empíricas para o Brasil Eliane Araújo São Paulo, 01 de outubro de2013 Objetivos Geral:

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Análise de Mercados Potenciais APRO Filmes Publicitários 2010/2011

Análise de Mercados Potenciais APRO Filmes Publicitários 2010/2011 Análise de Mercados Potenciais APRO Filmes Publicitários 2010/2011 Elaborado pela: Unidade de Inteligência Comercial - ic@apexbrasil.com.br Apex-Brasil Tel: +55 61 3426.0202 Fax: +55 61 3426.0263 www.apexbrasil.com.br

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar Ambiente virtual para inovar Secti lança Portal Paraense de Inovação para conectar atores estratégicos e aumentar investimento em inovação no Pará Por Igor de Souza Ana possui uma promissora empresa de

Leia mais

CURRÍCULO DA EMPRESA. MILLENNIUM BRASIL EVENTOS LTDA ATIVIDADES DESEMPENHADAS

CURRÍCULO DA EMPRESA. MILLENNIUM BRASIL EVENTOS LTDA ATIVIDADES DESEMPENHADAS CURRÍCULO DA EMPRESA. MILLENNIUM BRASIL EVENTOS LTDA ATIVIDADES DESEMPENHADAS A MILLENNIUM BRASIL EVENTOS LTDA, é empresa de entretenimento recentemente fundada para execução de shows e concertos ao vivo

Leia mais

GRUPO OURO FINO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO MODELO DE GESTÃO INOVAÇÃO ABERTA

GRUPO OURO FINO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO MODELO DE GESTÃO INOVAÇÃO ABERTA GRUPO OURO FINO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO MODELO DE GESTÃO INOVAÇÃO ABERTA Ms.Lucimara C. Toso Bertolini. Gerente PD&I OURO FINO AGRONEGÓCIOS DIVISÃO SAÚDE ANIMAL 1987: Nasce a Ouro Fino

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável 2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 29 de Novembro de 2014 Aveiro - Centro Cultural e de Congressos Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável

Leia mais

Gnatus inova e simplifica gestão com SAP Business Suite powered by SAP HANA

Gnatus inova e simplifica gestão com SAP Business Suite powered by SAP HANA Gnatus inova e simplifica gestão com SAP Business Suite powered by SAP HANA A Gnatus é uma importante fabricante de equipamentos odontológicos e precisava sustentar seu crescimento em um ambiente de alta

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão Gestão da Distribuição e da Logística Gestão de Recursos Humanos Gestão de Sistemas de Informação

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Rumo à abertura de capital

Rumo à abertura de capital Rumo à abertura de capital Percepções das empresas emergentes sobre os entraves e benefícios 15º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais 4 de julho de 2013 Pontos de partida

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ

DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ DATA: 05/05 AUDITÓRIO: OPERAÇÕES TEMA: SUSTENTABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS: ONDE ESTAMOS? PALESTRANTE: NATHAN HERSZKOWICZ Planejamento Boa Gestão Consciência Política Sustent bilidade Participação

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO COMENTÁRIO DE DESEMPENHO 1. DESTAQUES A Receita dos Serviços de Locação da Ouro Verde registrou novamente crescimento significativo, de 25,0% na comparação com o 1S13. A receita líquida total, incluindo

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems Fundamentos de Marketing Global Parte 01 O significado de Marketing Global Uma empresa global bem-sucedida deve ser capaz de pensar globalmente e agir localmente. Marketing global pode incluir uma combinação

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras

A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras A importância das exportações de serviços e da internacionalização das empresas brasileiras Guido Mantega Presidente - BNDES 25 o ENAEX- Novembro/2005 www.bndes.gov.br 1 Inserção do Brasil na Globalização

Leia mais

A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR

A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR A INDÚSTRIA BRASILEIRA E AS CADEIAS GLOBAIS DE VALOR Prefácio As indústrias estão deixando de

Leia mais

participação de mercado em território estrangeiro. No caso da Suzano, o produto exportado foi a celulose. Por ser commodity, não requer certo padrão

participação de mercado em território estrangeiro. No caso da Suzano, o produto exportado foi a celulose. Por ser commodity, não requer certo padrão 5 Conclusão A partir deste estudo, foi possível observar como as teorias de internacionalização puderam explicar diferentes aspectos da expansão para a China das empresas estudadas. A teoria Poder de Mercado

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA Aluno(a): Nº Ano: 8º Turma: Data: 04/06/2011 Nota: Professor: Edvaldo Valor da Prova: 40 pontos Assinatura do responsável: Orientações

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO

COMENTÁRIO DE DESEMPENHO 1. DESTAQUES O ano de 2015 está demonstrando ser muito desafiador, apresentando um cenário macroeconômico incerto, onde as expectativas do mercado preveem redução do PIB, aumento da inflação e da taxa

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

2ª APRESENTAÇÃO PÚBLICA: Visão de Futuro. Reforço da Competitividade do APL de Moda Íntima de Juruaia

2ª APRESENTAÇÃO PÚBLICA: Visão de Futuro. Reforço da Competitividade do APL de Moda Íntima de Juruaia 2ª APRESENTAÇÃO PÚBLICA: Visão de Futuro Reforço da Competitividade do APL de Moda Íntima de Juruaia Juruaia, 16/09/2010 SEDE Secretária de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais Reforço da Competitividade

Leia mais

Adapte. Envolva. Capacite.

Adapte. Envolva. Capacite. Adapte. Envolva. Capacite. Ganhe produtividade em um Ambiente de trabalho digital #DigitalMeetsWork Os benefícios de um ambiente de trabalho digital têm impacto na competitividade do negócio. Empresas

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008

Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Seminário A economia argentina e as perspectivas das relações com o Brasil e o Mercosul Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2008 Os interesses empresariais brasileiros na América do Sul Os interesses empresariais

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil ǀ Minas Gerais. Há mais de 16 anos estreitando laços entre Minas Gerais e Portugal

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil ǀ Minas Gerais. Há mais de 16 anos estreitando laços entre Minas Gerais e Portugal Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil ǀ Minas Gerais Há mais de 16 anos estreitando laços entre Minas Gerais e Portugal A História e o papel da Câmara A Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - Minas

Leia mais

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS

ELEMENTOS DO PLANO DE NEGÓCIOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ - CAMPUS DE PARNAÍBA CURSO: Técnico em Informática DISCIPLINA: Empreendedorismo PROFESSORA: CAROLINE PINTO GUEDES FERREIRA ELEMENTOS DO PLANO

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

Projeto Setorial de Exportação. ABF Associação Brasileira de Franchising

Projeto Setorial de Exportação. ABF Associação Brasileira de Franchising Projeto Setorial de Exportação ABF Associação Brasileira de Franchising Abril / 2013 INTRODUÇAO A ABF A Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1987. Hoje a ABF

Leia mais

Bureau de Inteligência Competitiva do. Café. Série Potenciais Concorrentes do Café Brasileiro Peru Nº. 6 28/10/2013. www.icafebr.

Bureau de Inteligência Competitiva do. Café. Série Potenciais Concorrentes do Café Brasileiro Peru Nº. 6 28/10/2013. www.icafebr. Bureau de Inteligência Competitiva do Café Série Potenciais Concorrentes do Café Brasileiro Peru Nº. 6 28/10/2013 www.icafebr.com PARA TER ACESSO AOS DEMAIS RELATÓRIOS DO BUREAU, NOTÍCIAS E COTAÇÕES, ACESSE:

Leia mais

1 Introdução. 1.1 O Problema

1 Introdução. 1.1 O Problema 1 Introdução 1.1 O Problema Diante do cenário da globalização e da constante necessidade de expansão das empresas, muitas organizações em todo o mundo, já no início do século XX, intensificaram seus esforços

Leia mais

Com inovação tecnológica, design, desenvolvimento sustentável e talento, o Brasil está mostrando para o mundo um país único e surpreendente.

Com inovação tecnológica, design, desenvolvimento sustentável e talento, o Brasil está mostrando para o mundo um país único e surpreendente. Com inovação tecnológica, design, desenvolvimento sustentável e talento, o Brasil está mostrando para o mundo um país único e surpreendente. Novos desafios, grandes oportunidades Apesar da crise econômica:

Leia mais

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP

THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP Soluções integradas para a Indústria do turismo empresarial THE NEXT GENERATION IS NOW MANAGEMENT & CONSULTING GROUP A equipa da XYM Hospitality e os seus parceiros possuem vastos conhecimentos sobre a

Leia mais

IMAPCTOS DA CRISE ECONÔMICA NAS EMPRESAS DE GUARAPUAVA

IMAPCTOS DA CRISE ECONÔMICA NAS EMPRESAS DE GUARAPUAVA IMAPCTOS DA CRISE ECONÔMICA NAS EMPRESAS DE GUARAPUAVA Uilson Jose Nepchji eliziane.uilson@gmail.com Pedro Anotonio Laurentino Valdemir Monteiro Sandra Mara Matuik Mattos Professora do Curso Ciências Econômicas/

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO TÍTULO: COMERCIO ELETRÔNICO (E-COMMERCE) CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES): EBERSON EVANDRO DA SILVA GUNDIN, PAULO

Leia mais

A Descrição do Produto ou Serviço e a Análise do Mercado e dos Competidores Fabiano Marques

A Descrição do Produto ou Serviço e a Análise do Mercado e dos Competidores Fabiano Marques A Descrição do Produto ou Serviço e a Análise do Mercado e dos Competidores Fabiano Marques "O plano de negócios é o cartão de visitas do empreendedor em busca de financiamento". (DORNELAS, 2005) A partir

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

+Inovação +Indústria. AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014

+Inovação +Indústria. AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014 +Inovação +Indústria AIMMAP Horizonte 2020 - Oportunidades para a Indústria Porto, 14 outubro 2014 Fatores que limitam maior capacidade competitiva e maior criação de valor numa economia global Menor capacidade

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS FORMAÇÃO DA REDE DR. MARIDO NEGÓCIOS DO PEQUENO E MÉDIO PORTE, ATRAVÉS DO MODELO HOMME OFFICE, COM RETORNO PROJETADO DE 86% A.A.

PLANO DE NEGÓCIOS FORMAÇÃO DA REDE DR. MARIDO NEGÓCIOS DO PEQUENO E MÉDIO PORTE, ATRAVÉS DO MODELO HOMME OFFICE, COM RETORNO PROJETADO DE 86% A.A. FORMAÇÃO DA REDE DR. MARIDO NEGÓCIOS DO PEQUENO E MÉDIO PORTE, ATRAVÉS DO MODELO HOMME OFFICE, COM RETORNO PROJETADO DE 86% A.A. PLANO DE NEGÓCIOS Data: Janeiro 2.013 Dr. Marido - Operacional S U M Á R

Leia mais

Açotubo anuncia fusão com Incotep e Artex Aços Inoxidáveis

Açotubo anuncia fusão com Incotep e Artex Aços Inoxidáveis Açotubo anuncia fusão com Incotep e Artex Aços Inoxidáveis Ter, 02 de Agosto de 2011 07:13 Com base nos movimentos de mercado e da companhia alinhados ao aquecimento da indústria e economia brasileiras,

Leia mais

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes)

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes) Processo nº1-project Manager Construction Company Engenheiro Civil para ser Gerente de Projetos - Experiência de 5 anos em empresas relevantes (construção); Alto nível de habilidades organizacionais e

Leia mais

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston 1 Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 3 O que é estratégia? Estratégia da produção Qual a diferença entre as visões de cima para baixo

Leia mais

Estratégia Internacional

Estratégia Internacional Estratégia Internacional Professor: Claudemir Vasconcelos Aluno: Sergio Abreu Estratégia Internacional A internacionalização não se limita somente ao Comércio exterior (importação & exportação); é operar

Leia mais

MOTIVAÇÕES PARA A INTERNACIONALlZAÇÃO

MOTIVAÇÕES PARA A INTERNACIONALlZAÇÃO Internacionalização de empresas brasileiras: em busca da competitividade Luis Afonso Lima Pedro Augusto Godeguez da Silva Revista Brasileira do Comércio Exterior Outubro/Dezembro 2011 MOTIVAÇÕES PARA A

Leia mais

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014 Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã 26 de novembro de 2014 1. Empresas Alemãs em Portugal 2. Investimento Direto Alemão em Portugal 3. Exportação / Importação 1. Empresas Alemãs em Portugal Perspetiva

Leia mais

com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. China Sendo que, esse percentual é de 47% para o total das indústrias brasileiras.

com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. China Sendo que, esse percentual é de 47% para o total das indústrias brasileiras. 73% das indústrias gaúchas exportadoras que concorrem com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. 53% das indústrias gaúchas de grande porte importam da China Sendo que, esse percentual

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO SAIR DO LUGAR-COMUM PÃO DE AÇÚCAR UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO Só em São Paulo, a associação que reúne os supermercados tem mais de 50 empresas cadastradas. As lojas se espalham com um volume impressionante.

Leia mais

Artigo 16 Como montar uma Cafeteira

Artigo 16 Como montar uma Cafeteira Artigo 16 Como montar uma Cafeteira O consumo de café é um hábito entre os brasileiros, seja em casa, no trabalho ou na rua. Esse hábito vem crescendo e se modificando também. O interesse pelos cafés finos

Leia mais

Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa

Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa Como Investir em Ações Eduardo Alves da Costa Novatec CAPÍTULO 1 Afinal, o que são ações? Este capítulo apresenta alguns conceitos fundamentais para as primeiras de muitas decisões requeridas de um investidor,

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

A TERCEIRA ONDA DO CONSUMO DE CAFÉ

A TERCEIRA ONDA DO CONSUMO DE CAFÉ A TERCEIRA ONDA DO CONSUMO DE CAFÉ Eduardo Cesar Silva Elisa Reis Guimarães Lavras, MG Julho de 2012 Eduardo Cesar Silva Mestre em Administração (UFLA). Coordenador do Bureau de Inteligência Competitiva

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico Estrutura do Curso (Prof. Mauricio Neves) INTRODUÇÃO À ESTRATÉGIA EMPRESARIAL (Unidade I) MODELO PORTER: TÉCNICAS ANALÍTICAS (Unidade II) ESTRATÉGIA BASEADA EM RECURSOS, (Unidade IV) Planejamento Estratégico

Leia mais

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro

GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I. Professora: Bárbara Ribeiro GESTÃO NO DESIGN DE INTERIORES: O Designer, Métodos e Práticas Interdisciplinares I Professora: Bárbara Ribeiro B-RIBEIRO.COM Aula 07: 15-Junho DIFERENCIAIS NO SERVIÇO JÁ OFERECIDO... Melhorar o que já

Leia mais

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing Internacional INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS - Marketing CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTE: DIAS, Reinaldo. RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. Atlas. São Paulo: 2004 2.4d_ização de

Leia mais

Nota Data 8 de maio de 2013

Nota Data 8 de maio de 2013 Nota Data 8 de maio de 2013 Contato Flávio Resende Proativa Comunicação flavioresende@proativacomunicacao.com.br Tel: (61) 3242-9058/9216-9188 Kadydja Albuquerque Proativa Comunicação coordenacao@proativacomunicacao.com.br

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais