Guaxupé, outubro de O CATEDRAL. Celebração do Centenário da Aliança de Amor. Celebração de Nossa Senhora Aparecida.

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1 Guaxupé, outubro de O CATEDRAL Guaxupé, OUTUBRO de 2014 EDIÇÃO 83 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Celebração do Centenário da Aliança de Amor Celebração de Nossa Senhora Aparecida Página 4 Página 5

2 2 O CATEDRAL Guaxupé, outubro de 2014 cianomagentaamarelopreto A virtude da esperança O mês de novembro é o mês dedicado a orações aos fiéis falecidos. A Igreja é nossa Mãe. Como mãe conserva a tradição de dedicar um mês inteiro para rezar pelos seus filhos e filhas que terminaram sua caminhada no tempo. Embora na sua liturgia, a Igreja faça memória todos os dias dos fiéis falecidos. Quando falamos de oração, morte e ressurreição está implícito a virtude da Esperança, da Fé e da Caridade. A Fé, Esperança e Caridade são virtudes teologais, porque têm haver com o nosso relacionamento com Deus. A Eucaristia é o sacramento que nutre a esperança de um modo todo especial, dando-nos a graça de experimentar no aqui e agora, a nossa ressurreição futura. A Eucaristia é uma experiência do futuro que irrompe em nossas vidas no presente. Quando uma comunidade de fé se reúne para missa celebra a fé, a esperança e a caridade, como modo de vida. Na eucaristia, partilhamos com os outros o corpo e o sangue do cristo ressuscitado, o alimento da vida eterna. (RM, 8, 24-25) Salvos na Esperança! A esperança não é simples questão psicológica ou emocional, é quando tudo parece impossível que a esperança começa mesmo a ter força. Ela se torna mais real quando a vida parece mais sombria. É na noite mais escura que a esperança brilha mais forte. A eucaristia como força que nutre a esperança, tem muito significado, para o doente, principalmente os que estão às portas da morte. Traz coragem, para ajudá-lo a atravessar a noite sombria, da morte. Morrer é passar de uma sala para outra dizia Willian Blake, poeta e místico inglês, que morreu cantando. Quando nos falta à esperança cristã, surgem em nós Santa Missa ao vivo todo domingo às 18h00 TV SUL A esperança não é simples questão psicológica ou emocional dúvidas sobre nossas possibilidades de alcançar o céu e a vida PAPA NO TWITTER Papa Para mudar o mundo, é preciso fazer bem a quem não tem possibilidades de retribuir. eterna. Se essa dúvida fosse muito forte, nós desanimaríamos no combate contra nossas imperfeições e contra nossos pecados. É justamente por isso que Deus nos dá a virtude da Esperança. Com ela, sabemos que Deus nunca deixará de nos ajudar com suas graças e por isso, estaremos sempre prontos para lutar contra as tentações e contra nossos pecados. Estaremos sempre prontos a pedir perdão no confessionário, pois temos certeza que Deus nos perdoará e nos trará novas forças, para não mais pecar. Com isso fica claro que, nossa vida de virtudes nos ajuda a conquistar o céu, pois quando praticamos o bem e fugimos do mal, recebemos a recompensa de Deus. A virtude da Esperança é, então, a certeza que temos da ajuda de Deus para possuí-lo, nesta vida, pela graça santificante, e no céu, pela glória eterna. Talvez você esteja lutando e muito com a desesperança, carregando grandes angústias e fardos pesados. Preocupados, desempregados, sofrendo com o alcoolismo do marido, com os filhos na droga, a luta contra o câncer, ou morte de um ente querido. Não perca a esperança! Como Jesus que compartilhou o sacramento da esperança (eucaristia, que é sua vida) e às Vésperas de uma situação desesperadora, não devemos esperar que a vida seja cheia de felicidade espiritual. A esperança que compartilhamos não é uma aspirina espiritual destinada a curar as dores de cabeça da vida. A esperança cristã é Deus agindo em nós, sustentando- -nos com sua mão e seu braço forte. Um dia,já não precisaremos mais de esperança, porque já estaremos na presença de Deus para sempre. Na nossa vida, precisamos viver sempre em função da Fé e da Esperança que Deus nos dá. Essa vida se realiza, na verdade, pelo amor de Deus que é a terceira virtude teologal, a Caridade. Padre Reginaldo José da Silva Cura da Catedral de Guaxupé Carlos Donizeti Damião João dos Reis Siomara Maria de Oliveira Ferreira Cecília Buffoni de Campos Carneiro Padre Reginaldo Silva Éder Wilson Dias Danilo Fraga EXPEDIENTE Pastoral da Comunicação Catedral de Guaxupé Yara Coeli Go. Correia Pedroza Marcelo Pedroza Lucas Bento Paulo Dom José Lanza Talita Imbrizi Moraes Guilherme Hawler de Oliveira Órgão informativo religioso sem fins lucrativos, destinado à circulação gratuita entre os fiéis. Diagramação e Impressão: Correio Sudoeste ORAÇÃO PARA O CENTENÁRIO DIOCESANO Senhor Deus de nossos pais, Bendito sejais Pela Centenária Igreja de Guaxupé, Porque vosso povo visitou, libertou E fez surgir profetas, Homens e mulheres consagrados na fé, De coragem e temor! Enviai-nos hoje a vosso serviço, Em santidade e em justiça, Enquanto perdurarem nossos dias. Senhor Deus de nossos caminhos, Bendito sejais Por armar vossa tenda em nosso meio, Por nos fazer vossos filhos, Por gerar um povo de irmãos em vosso seio, Igreja de Comunidades, Alimentada pela Palavra e a Eucaristia, Que tecem as redes da unidade! Enviai-nos hoje a aplainar e preparar vossas estradas, Animados para o Ano da Graça. Senhor Deus da Misericórdia, Bendito sejais Pelos pastores de vosso rebanho! Guiados pela esperança, Construíram vosso Reino nesta terra, Secaram o pranto, Curaram as feridas, Semearam alegria. Enviai-nos hoje a consolar as dores de nosso tempo, Recordando Vossa Santa Aliança. Senhor Deus Altíssimo, Bendito sejais Por demonstrar vosso amor a esta diocese E nos dar a Senhora das Dores como padroeira, A quem olhamos com devoção! Mãe do Salvador e, em nossas tribulações, medianeira. No seguimento de Vosso Filho, animados pelo Espírito à missão, Fazei hoje brilhar o Sol de Vossa justiça! Levantai-nos em todo cansaço E dirigi nossos passos no caminho de vossa paz!

3 Guaxupé, outubro de O CATEDRAL A esperança desaparece quando não se alimenta a fé Nossa vida cotidiana, temporal, passageira, está baseada na crença que fatos corriqueiros vão acontecendo. Trabalhamos, pois acreditamos que o patrão irá nos pagar no final do mês. Acordamos, com a certeza que a padaria estará aberta para comprarmos o delicioso pão para o café da manhã. Assim como os bancos estarão abertos, as escolas funcionando, o transporte, que nos garante o direito de ir e vir, disponível. Temos um governo constituído que garante o funcionamento das instituições, que nos dão segurança, garantem nossa liberdade, protegem nossos bens. Tudo isto resumimos em uma palavra fé. E por que fazemos tudo isto? Porque queremos um futuro melhor resumindo em uma palavra esperança. Fácil entender o mundo material, pois é um modelo restrito. A nossa vida real, verdadeira e eterna, muito mais abundante; certezas maiores, imensuráveis, mas as motivações obedecem ao mesmo padrão: Fé e esperança. São Paulo, em sua carta aos Hebreus, capítulo 11, nos ensina melhor; logo no primeiro versículo: A fé é a garantia dos bens que se esperam, a prova das realidades que não se vêem. Foi ela que valeu aos antigos seu belo testemunho. A fé, segurança das coisas esperadas (o céu) - este versículo tornou-se uma espécie de definição teológica da fé, posse antecipada e conhecimento seguro das realidades celestes. Nos versículos seguintes, São Paulo, nos mostra toda força e perseverança dos antigos, de que foi pela fé que Abel, Henoc, Noé, Abraão, Isaac e Jacó. Sara e toda hagiografia do AT, conforme Eclo 44-50, lhes valeram seus belos testemunhos de vida, (Rodapé v1 Bíblia de Jerusalém). Sem fé e esperança, portanto, não há vida, é imobilidade total, não existe ânimo para nada, haja vista a história do Povo de Deus, que ora estava com Deus e havia progresso, união e felicidade, ora, quando soltavam a mão de Deus e O preteriam em favor de falsos deuses os bezerros de ouro eram dominados por outros povos, que impunham suas regras, culturas e religiosidades e o Povo de Deus sofria, era escravizado, exilado. E recuperava a vida quando voltavam a ter fé no seu Deus, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó. E esta alternância se dá ao longo da história, da nossa história, da nossa vida. Há momentos de extremo abandono, Abandonamos nosso Deus e sofremos porque não alimentamos nossa fé, constantemente e nossas esperanças desaparecem. A misericórdia de Deus, entretanto, é infinita a ponto de nos enviar seu filho para nossa salvação, no momento certo, preciso e oportuno. Durante as bodas de Canã, Maria que guardava e meditava tudo em seu coração Lc 2, 16-21, percebeu a extrema falta de fé e esperança. A vida daquele povo estava vazia, como a água, símbolo do que é sem gosto, inodora e vazia. Maria, então, misericordiosa, sabe que seu Filho é quem devolve a fé e esperança e O informa: Eles não têm mais vinho, (o vinho é símbolo do sabor, da alegria) quer dizer eles não têm mais esperança, eles não têm mais fé. E Jesus responde que sua hora ainda não chegou a hora de Jesus é a hora de sua glorificação, de sua volta à direita do pai. A intervenção de Maria antecipa, portando, Sua glória. e sem contra-argumentar, Maria disse aos serventes, fazei tudo o que Ele vos disser Jô 2, 1-5. Este Sem contra-argumentar de Maria, sem uma palavra sequer nos diz tudo! Depositemos nossa fé e nossa esperança em Jesus. A transformação da água, insossa, sem sabor, sem odor, como a vida daquele povo, transformada por Jesus em vinho, que deu alento a todos principalmente aos discípulos que estavam presentes à festa, é extensivo a nós que somos Povo de Deus. Estamos na terra para amar a Deus Pai, em todas as situações, com um amor sem limites, íntimo e constante, prontos também para o sacrifício. (Pe. José Kentenich). E aos irmãos, pois Um está unido ao outro: Não se ama a Deus sem amar os irmãos. Mediante a fé do batismo, recebemos o Espírito de Deus Temos o Espírito de Deus, portanto. Tudo está em poder de Deus, ninguém pode resistir Sua vontade. Vale a pena repetir: Fé é uma convicção daquilo que se espera. Quando a fé não é alimentada, a esperança desaparece. E onde está o alimento da fé? No próprio Cristo e nos sacramentos. Jefferson e Cristina A verdadeira fisionomia da esperança cristã Segundo o Papa Bento XVI, em sua Encíclica Esperança da Salvação, a liberdade pressupõe que, nas decisões fundamentais, cada homem, cada geração seja um novo início. Certamente as novas gerações, tal como podem construir sobre os conhecimentos e as experiências daqueles que as precederam, podem haurir do tesouro moral da humanidade inteira. Mas podem também recusá-lo, pois este não pode ter a mesma evidência das invenções materiais. O tesouro moral da humanidade não está presente como o estão os instrumentos que se usam; aquele existe como convite à liberdade e como sua possibilidade. Isto, porém, significa que tais estruturas são não só importantes, mas necessárias; todavia, não podem nem devem impedir a liberdade do homem; se houvesse estruturas que fixassem de modo irrevogável uma determinada boa condição do mundo, ficaria negada a liberdade do homem e, por este motivo, não seriam de modo algum, em definitivo, boas estruturas. A consequência de tudo isto é que a busca sempre nova e trabalhosa de retos ordenamentos para as realidades humanas é tarefa de cada geração. Nunca é uma tarefa que se possa simplesmente dar por concluída. O homem não poderá jamais ser redimido simplesmente a partir de fora. Além disso, devemos constatar também que o cristianismo moderno, diante dos sucessos da ciência na progressiva estruturação do mundo, tinha-se concentrado em grande parte somente sobre o indivíduo e a sua salvação. Não é a ciência que redime o homem. O homem é redimido pelo amor. Isto vale já no âmbito deste mundo. O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rom 8,38-39). Neste sentido, é verdade que quem não conhece Deus, mesmo podendo ter muitas esperanças, no fundo está sem esperança, sem a grande esperança que sustenta toda a vida (cf. Ef 2,12). A verdadeira e grande esperança do homem, que resiste apesar de todas as desilusões, só pode ser Deus o Deus que nos amou, e ama ainda agora até ao fim, até a plena consumação (cf. Jo13, 1 e 19,30). Surge agora, porém, a questão: não será que, desta maneira, caímos de novo no individualismo da salvação? Na esperança só para mim, que, aliás, não é uma esperança verdadeira porque esquece e descuida os outros? Não. A relação com Deus estabelece-se através da comunhão com Jesus sozinhos e apenas com as nossas possibilidades não o conseguimos. Mas, a relação com Jesus é uma relação com Aquele que entregou a Si próprio em resgate por todos nós (cf. 1 Tim2, 6). Mas Vós me impedistes e me fortalecestes dizendo: Cristo morreu por todos, para que os viventes não vivam para si, mas para Aquele que morreu por todos (cf. 2 Cor 5,15). Cristo morreu por todos. Viver para Ele significa deixar-se envolver no seu ser. Para Agostinho, isto significou uma vida totalmente nova. Poderíamos pensar que a vossa Palavra se tinha afastado da união com o homem e desesperado de nos salvar, se não se tivesse feito homem e habitado entre nós. Em virtude da sua esperança, Agostinho prodigalizou-se pelas pessoas simples e pela sua cidade renunciou à sua nobreza espiritual e pregou e agiu de modo simples para a gente simples. Façamos um resumo daquilo que emergiu no desenrolar das nossas reflexões. O homem, na sucessão dos dias, tem muitas esperanças menores ou maiores distintas nos diversos períodos da sua vida. Assim, a esperança bíblica do reino de Deus foi substituída pela esperança do reino do homem, pela esperança de um mundo melhor, que seria o verdadeiro reino de Deus. Deste modo, apesar de ser necessário um contínuo esforço pelo melhoramento do mundo, o mundo melhor de amanhã não pode ser o conteúdo próprio e suficiente da nossa esperança. E, sempre a este respeito, pergunta-se: Quando é melhor o mundo? O que é que o torna bom? Com qual critério se pode avaliar o seu ser bom? E por quais caminhos se pode alcançar esta bondade? Mais ainda, precisamos das esperanças menores ou maiores que, dia após dia, nos mantêm a caminho. O seu reino não é um além imaginário, colocado num futuro que nunca mais chega; o seu reino está presente onde Ele é amado e onde o seu amor nos alcança. O primeiro e essencial lugar de aprendizagem da esperança é a oração. Quando já não posso falar com ninguém, nem invocar mais ninguém, a Deus sempre posso falar. Se não há mais ninguém que me possa ajudar por tratar-se de uma necessidade ou de uma expectativa que supera a capacidade humana de esperar Ele pode ajudar-me. De forma muito bela, Agostinho ilustrou a relação íntima entre oração e esperança, numa homilia sobre a Primeira Carta de João. Ele define a oração como um exercício do desejo. O homem foi criado para uma realidade grande, ou seja, para o próprio Deus, para ser preenchido por Ele. Mas, o seu coração é demasiado estreito para a grande realidade, que lhe está destinada. Aqui Agostinho pensa em São Paulo que, de si mesmo, afirma viver inclinado para as coisas que hão de vir (Fil 3,13). Orar não significa sair da história e retirar-se para o canto privado da própria felicidade. Na oração, o homem deve aprender o que verdadeiramente pode pedir a Deus, o que é digno de Deus. Deve aprender que não pode rezar contra o outro. Deve aprender que não pode pedir as coisas superficiais e cômodas que de momento deseja a pequena esperança equivocada que o leva para longe de Deus. Para que a oração desenvolva esta força purificadora, deve, por um lado, ser muito pessoal, um confronto do meu eu com Deus, com o Deus vivo; mas, por outro, deve ser incessantemente guiada e iluminada pelas grandes orações da Igreja e dos santos, pela oração litúrgica, na qual o Senhor nos ensina continuamente a rezar de modo justo. Assim podemos falar a Deus, assim Deus fala a nós. Toda a ação séria e reta do homem é esperança em ato. É importante saber: eu posso sempre continuar a esperar, ainda que, pela minha vida ou pelo momento histórico que estou a viver, aparentemente não tenha mais qualquer motivo para esperar. Só a grande esperança certeza de que, não obstante todos os fracassos, a minha vida pessoal e a história no seu conjunto estão conservadas no poder indestrutível do Amor e, graças a isso e por isso, possuem sentido e importância, só uma tal esperança pode, naquele caso, dar ainda a coragem de agir e de continuar. Tal como o agir, também o sofrimento faz parte da existência humana. Certamente é preciso fazer tudo o possível para diminuir o sofrimento. De fato devemos fazer tudo para superar o sofrimento, mas eliminá-lo completamente do mundo não entra nas nossas possibilidades, simplesmente porque não podemos desfazer-nos da nossa finitude e porque nenhum de nós é capaz de eliminar o poder do mal, da culpa, que é fonte contínua de sofrimento. Mas, trata-se precisamente de esperança, e não ainda de cumprimento; esperança que nos dá a coragem de nos colocarmos da parte do bem, inclusive onde a realidade parece sem esperança, cientes de que, olhando o desenrolar da história tal como nos aparece exteriormente, o poder da culpa vai continuar uma presença terrível ainda no futuro. Padre Ademir

4 4 O CATEDRAL Guaxupé, outubro de 2014 A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt faz parte do Movimento Apostólico de Schoenstatt, cujo objetivo é evangelizar, com Maria, visitando as famílias, a fim de conduzi-las a um encontro pessoal com Cristo. O Padre José Kentenich, fundador da Obra Internacional de Schoenstatt, com um grupo de jovens seminaristas, convidaram a Mãe de Deus, no dia 18 de outubro de 1914, a estabelecer-se na Capelinha selando com Ela uma Aliança de Amor. Em 18 de outubro de 2014, comemoramos os cem anos da Aliança de Amor, da fundação do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Celebração do Centenário da Aliança de Amor Na santa Missa das 19 horas, do dia 18 de outubro, na Catedral Diocesana Nossa Senhora das Dores, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, celebrou o Centenário da Aliança de Amor. As missionárias, coordenadoras e famílias que recebem a visita da Mãe Rainha Vencedora, Três Vezes Admirável de Schoenstatt, se fizeram presentes com as suas Imagens de Família, de Infanto-juvenil, de Jovens, da Catequese, de Enfermos, de Comércio, de Escolas e do Hospital. A entrada solene com as Imagens e com as bandeirinhas dos 100 anos de Schoenstatt e a Quadro Paroquial da Mãe Rainha, emocionou a todos. O Pároco Padre Reginaldo destacou que a Imagem da Mãe Rainha demonstra que ela nos abraça nos acolhe, nos ampara como Mãe Protetora nos traz seu Filho Jesus. Ele agradeceu pelo trabalho missionário, realizado pela Campanha da Mãe Peregrina na paróquia e exaltou a fidelidade e o amor a Igreja do Pe. Kentenich, nosso Fundador. No final da missa, todas as missionárias presentearam suas imagens com a estrela jubilar, conquistada em sinal de gratidão pelas múltiplas graças recebidas, durante este centenário da Aliança de Amor. Emocionados todas as missionárias, coordenadoras e famílias presentes renovaram sua Aliança de Amor para os próximos 100 anos, para o próximo século de Schoenstatt: Somos tuas mãos, teus pés, tua voz. Eis me aqui, envia-me!. Siomara Maria de Oliveira Ferreira cianomagentaamarelopreto Missa Finados

5 Guaxupé, outubro de O CATEDRAL Celebração de Nossa Senhora Aparecida Adquira seu lindo Presépio no bazar da Secretaria da Catedral das 08 às 17h, ou ligue no Missa de Setor e Aniversário do Padre Ademir

6 6 O CATEDRAL Guaxupé, outubro de 2014 cianomagentaamarelopreto A Esperança faz caminhar Um escritor católico disse que na sua forma mais simples e clara, a esperança é um olhar confiante para o futuro, para o além. E, quando esta esperança se apoia na sede de sermos melhores, quando ela se estende para além desta vida, aí, a nossa vida está fundamentada na esperança cristã, na fé que temos na participação eterna, na ressurreição do Cristo. A esperança exige uma atitude de escuta e de busca: - ouvir a Palavra de Deus e buscar a Sua vontade, procurando a cristianização da nossa vida, num processo continuado de aprendizado. Estejamos prontos para ouvir e procurar. Somente pela fé podemos compreender o plano de Deus para cada um de nós. Compreendido, ele será aceito e acolhido. Não é fácil viver o plano de Deus, hoje. Ele pede paz, justiça, e amor. Está denunciando o comodismo, a busca desenfreada do prazer e do poder. Pouca gente está querendo ser agente de mudança, está disposta a assumir uma ação transformadora. É um desafio que precisamos enfrentar: - trocar o comodismo de uma religião de práticas rotineiras e automáticas, por uma prática de fé, de vida e de esperança. Esperança que vamos cultivando no nosso dia a dia, não no sentido passivo de quem espera, de braços cruzados, que um dia, o reino de Deus aconteça, mas, ao contrário, como chama viva de quem trabalha e vive pela realização do reino de Deus na sua vida e na vida dos irmãos. Muitas vezes, esperamos contra toda a esperança, neste mundo que se mostra inverso à vontade de Deus. Mas, esperamos, porque acreditamos no encontro de todos num novo céu e numa nova terra (Ap. 21,1-5). Ser cristão é saber esperar Esperar: palavra que nos diz tudo e que nos últimos tempos ninguém tem vontade de experimentar, ninguém tem tempo. Não podemos deixar de lado a nossa busca constante das coisas do mundo e não há tempo para esperar porque o tempo não para. Somos egoístas e achamos que devemos ser atendidos no mesmo instante e no nosso orgulho, esquecemos que Deus só irá nos atender se o que pedirmos for realmente para o nosso bem e para nos aproximar cada vez mais dos propósitos dele para nós. Nos planos de Deus, existe um tempo para cada coisa, por isso não devemos nos preocupar quando seremos atendidos e se seremos atendidos, temos que rezar e confiar no Senhor, pois a nossa fé nos leva a crer que tudo pode ser mudado pela força da oração. Como você tem rezado? Pedindo algo que é da vontade do Pai? Por isso, o cristão tem que ser fiel na esperança, deve viver emitindo sinais de esperança, pois ele precisa ser sinal de paz, de mansidão evangélica, de coragem, de luta, de vida e de ressurreição. Tem que ser sinal do reino de Deus. Concluindo, com as palavras do Padre Roque Schneider:- A esperança é que dá sentido à vida, iluminando a rota, norteando o nosso ideal missionário, conferindo significado ao peregrinar pelos deserto da vida. Amém Aparecida Ferreira Temos que sempre perguntar a Deus Senhor o que queres que eu faça em vez de ficar pedindo, devemos perguntar ao senhor qual o seu propósito para a minha vida. Devemos lembrar de Suas promessas, tal como a de Romanos 8:28, a qual nos diz: E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Todas as coisas incluem as coisas que testam nossa paciência. E paciência é saber esperar e que a nossa fé nos leva a acreditar que Deus sabe qual o melhor tempo para tudo e que Ele é DEUS, pai todo poderoso. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca (Lamentações3: 25). Consuelo e Paulo Cremos que Jesus morreu e ressuscitou? Somos seres criados por Deus e para Deus. Se aqui vivemos uma existência finita, enquanto matéria, é porque Deus guarda para nós a verdadeira vida ao Seu lado. Muitas vezes somos atormentados pelo medo da morte. Também, não raro, somos atingidos pela perda de alguém que amamos. São amigos, pais, mães, irmãos e filhos que, pelos desígnios do Pai, são chamados, antes de nós, para a eternidade. Como nossa fé pode resistir a tamanho sofrimento? Como é possível a uma mãe, um pai, um filho, diante da morte de quem ama continuar crendo e tendo esperança? Pois é justamente, e apenas, na verdade da salvação que podemos encontrar amparo e consolo. A crença na vida que virá deve ser um dos pilares da fé do verdadeiro cristão. Se Deus, que amou tanto o mundo, ao ponto de entregar seu Filho à morte de cruz para a nossa salvação, fê-lo ressuscitar, é porque nós também, após a morte física, ressuscitaremos, por Ele, com Ele e n Ele. Negar esta verdade fundamental é como negar também o próprio mistério da ressurreição. Por isso, a postura de todo cristão que se vê diante da morte, própria ou de alguém querido, não deve ser de desespero, amargura ou revolta, mas sim de esperança. Lembrando a frase final da oração de São Francisco de Assis, é morrendo que se nasce para a vida eterna. Assim, devemos viver para a realização do Reino de Deus na Terra, mas tendo em mente a certeza do Reino de Deus, que nos aguarda após esta vida. Renan Paulino Abranches

7 Guaxupé, outubro de O CATEDRAL Partilhar a Esperança Irmãos e irmãs, quando fomos batizados fomos inseridos no corpo de Cristo e, desde então nos reunimos na casa de Deus para celebrar a fé em Jesus. Movidos pela ação do Espírito Santo nos encontramos com pessoas cujas vidas são diferentes das nossas e então, realizamos a partilha da fé, da esperança e do amor. Partilhar a fé é algo necessário para o cristão e, para bem fazê-lo, é preciso viver em concordância com as palavras que proferimos, nossos gestos devem ser a expressão da crença que manifestamos. É preciso propagar essa certeza de que Jesus e tudo aquilo que ele nos ensinou e ensina até hoje é o caminho que nos levam para perto de Deus. As escrituras sagradas não se tornam obsoletas ou ultrapassadas mas, se renovam a cada dia e com a fé manifestada e vivida, Dia 03 reunião do CPP Dia 07 - Primeira Sexta-Feira do mês adoração ao Santíssimo o dia todo Dias 08 e 09 - Consagração ao dízimo Dia 18 - Adoração ao Santíssimo pelo Apostolado da Oração Dia 18 - Missa Renovação da Aliança de BATIZADOS MÊS DE OUTUBRO Isadora Couto Oliveira Ana Carolina de Almeida Ferreira Luiz Paulo Silva Lourenço Neto Felipe de Túlio Soares Pedro Abrão Rezende Yasmim Pinheiro da Silva Miguel Alves Prudêncio da Silva Rafaela Baldi de Souza Oliveira Araújo AGENDA DE NOVEMBRO Amor (Movimento Mãe Rainha) De 18 a 27 Festa em louvor a Nossa Senhora das Graças Dia 22 - Preparação de pais e padrinhos para batizados no centro pastoral Dia 23 - Batismo na Catedral Dia 29 - Missa em memória a Dom Inácio Sophia Marçal Barreto Costa Gabriel Amorim Rafael Ryan Augusto dos Santos Vacari Maria Eduarda Giraldeli Mariah Joana Evangelista Vieira Pedro Henrique Rezende Silveira MISSAS NOVEMBRO /11 Missa Comunidade Máquina 06/11 Missa Comunidade Tulha 07/11 Missa Primeira sexta-feira (7hs 15hs -19hs) 12/11 Missa Setores (Margarida- Marieta) 13/11 Missa Condomínio Alto da Colina (Vera) 14/11 Missa Setores ( Aparecida ) 20/11 Missa Comunidade São Joaquim 21/11 Missa Setores Jd. Planalto ( Ivonete Diva) 22/11 Missa Fazenda São Luiz Gonzaga ( Marília) 24/11 Missa Setores (Leila Leninha Silvia Helena- Teresa) 28/11 Missa Setores (Rafaela-Carmen)Nos dias de novembro terá Missa no cemitério da Praça da Saudade, às7hs CASAMENTOS EM NOVEMBRO Marcos Antônio Venâncio e Tatiana Vita da Costa Thiago Henrique Bento e Raquel Amaral Lima Rafael Júlio Vieira e Érica Aparecida Higino Gelson Jean de Paulo e Kemili Figueiredo Lopes Reginaldo dos Santos e Vanessa Aparecida de Rezende Edney José de Moraes e Letícia de Paula Souza Luis Fernando da Silva e Sheila Rosiane Alves da Silva Daniel Ribeiro Maia e Bethânia Elias Pereira João Paulo Cólimo Gomes e Tatiana Elisete Lopes João Marcelo Silva Sarrassini e Marcela de Oliveira somos testemunhos vivos das palavras de Deus, O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. (Mat. 24, 35) Encontramos em nossa sociedade pessoas que são afligidas pelos mais diversos tipos e formas de pobreza ou exclusão social e é justamente com eles que precisamos partilhar a nossa esperança. Aquele que perde a esperança perde a vida, consequentemente é necessário resgatar a esperança para resgatar a vida. A esperança que partilhamos está em Jesus Cristo e em Deus nosso Senhor, é uma esperança fundamentada no amor incondicional e misericordioso. Somos amados por Deus e Jesus Cristo, que nos apresentam apenas dois mandamentos fundamentados no amor a Deus e ao próximo (conf. Mat. 22, 37-39). Viver esse amor sempre, de forma incondicional, independente dos seus credos ou origens é partilhar conforme a vontade de Deus. Somente vivendo esses dois maiores mandamentos é que viveremos a partilha do amor. Deus e Senhor de todas as coisas, através de Jesus Cristo vosso amado filho, nos ensinaste a viver o amor para com os outros. Por esse mandamento de amor, que é o centro da nossa fé, vos pedimos que sejamos capazes de partilhar a esperança que tu deixaste como herança para todos nós, que cremos, pregamos e vivemos o evangelho. Pastoral do Dízimo Dizimistas Aniversariantes Muitas alegrias para você que sabe doar-se ajudando sua comunidade. Feliz aniversário! Aniversariantes do mês de Novembro Alessandro Henrique Angelini Amauri dos Santos Marques Ana Carolina Monteiro Ferraz de Araújo Anderson Lima Silva Anissia Santos da Silva Antonio Carlos Silvestre Antonio Jose Bueno Antonio Maria Souza Senedese Aparecida da Silva Aparecida Geni Modena Aparecida Luiza Gouvêa Bráulio Rezende da Trindade Carlos Roberto da Silva Carmen Lucia Vieira da Silva Cassiane Ferreira Franca Catharina Augusta Paschoini Celina de Jesus Godoi Celina Ribeiro de Almeida Cyrino Clarice Rocha Moreno Cleonice Ferreira Franca Dalva Maria Marques Senedese Décio Garcia Flores Junior Elias Rocha Silva Elza Regina Franchini Fernando da Silva Honorato Francisco Ferreira Lopes Hugo Carlos Magno da Silva Ivone Aparecida Messias Izabel Cristina de Oliveira Jandira Ferreira Cruvinel Joao Balbino da Silva Joao Ferreira da Silva Jose Aparecido Bernardo Jose Carlos Damiao Jose Joao Daleffi Josiane de Fatima Lopes Madeira Juliana Santos de Oliveira Rabelo Leila M. de Souza Lindaura da Silva Lucas Antonio Bueno Lucas Pereira Cintra Lucia Oliveira Bueno Luciana Aparecida Silva Gouvêa Luiz Carlos da Silva Luiza Thomaz Manoela de Souza Pinto Maria Amélia Torres Vieira Maria Angela O. Barbeta Maria Aparecida Costa Ribeiro Maria Aparecida da Silveira Maria Augusta Tranches Martins Maria Cirlene de Oliveira Maria Conceição Venâncio Maria Cristina Martins Maria de Lourdes Sandroni Maria Laura de Barros Balbino Maria Olímpia J. C. Cruvinel Marlene Alves Bomfim Marta Ferreira Mariano Maysa de Freitas Garcia Nair Buffoni Nair Serafim Godoi Neiva Eugenia Rodrigues Nidia Tauil Baldo Nilza de Araújo Prado Odair Angelini Odair Carlos Dias Junior Pedro Ernesto Simon Junior Raquel de Azevedo Vital Renato Pasqua Junior Santina Amante de Brito Sebastiao Gonçalves de Rezende Silvia Tobias Madeira Simone General Garcia Sirlene Araújo Silva Sonia Maria Souza Petrolini Surehia Tauil Baldini Valdir Antonio de Oliveira Wanda de Souza Santos Xerliston Pavan Martins

8 8 O CATEDRAL Guaxupé, outubro de 2014 cianomagentaamarelopreto Mensagem de esperança A vida para quem crê, não é tirada, mas transformada. Aproveito deste espaço para manifestar a todos que perderam seus entes queridos nossa solidariedade e proximidade neste momento de dor. Venho expressar, nossa estima afeto e amor, a dona Durcelina (Dona Durce) e seus familiares pela morte do nosso querido irmão, Sr. Azarias, falecido no dia 29 de outubro de A todos os familiares, nossas preces de amor e de dor. Deus está conosco e não nos abandona. Diante da morte, o cristão é chamado a dar o maior testemunho de Azarias e Durcelina sua fé e proclamar com confiança e esperança: Jesus Ressuscitou e nós ressuscitaremos com Ele. Um dia seremos transformados naquele que nos ama, e encontraremos com aqueles que amamos, e que nos são tão caros na eternidade. A morte não é fim, é começo e certeza de vida, que se inicia de uma modo novo. É um novo nascimento, é Pascoa. A todos, Força e Coragem! Com carinho e afeto do irmão. Padre Reginaldo José da Silva Cura da Catedral de Guaxupé Conectada ao seu Coração A esperança do homem é Deus O Homem Que Não Tem Cristo Também Não Tem Esperanças - Efésios 2:12 O cristão é fundamentalmente alguém que espera e que vive a dimensão profunda da esperança. Desde que nascemos, somos endereçados a Deus. No entanto, este esperar deve ser isento de toda passividade, ou falta de espírito de luta, pois a espera passiva, isto é, cruzar os braços, nada mais é do que uma forma disfarçada de não- -esperança, ou seja, do desespero e da impotência. O cristão realiza sua missão neste mundo, porém orienta toda sua vida para aquilo que ainda há de vir. Sabe viver o presente com o seu olhar voltado para o Reino futuro e definitivo. Ter esperança é um modo de ser e de viver. É algo que acompanha todo crescimento afetivo-espiritual de uma pessoa. A esperança orienta e dá um vigor sempre novo, não deixa a pessoa desanimar-se, mesmo em meio às maiores tragédias da vida. A Esperança faz crescer, fortalece o vigor pastoral e missionário e dá novo sentido à vida. Esta vida é passageira, mas fomos criados para a vida eterna. Um povo sem Deus é um povo sem esperança. As pessoas esperam no povo, no governo, nos país, espera na profissão, no matrimônio, a esperança é um sentimento nobre. Só podemos ter a esperança numa vida melhor, num país melhor, se tivermos um encontro pessoal com Jesus, com o amor de Deus. Muitas vezes as pessoas têm tudo, mas o essencial elas não possuem, o sentido da vida; elas sentem um vazio que as faz desejar morrer. A esperança nos leva a sair do desânimo, e perseverar, permanecer. Quem não tem esperança começa a se desanimar e perder a fé. A esperança nos livra do desânimo, do egoísmo, do individualismo. A verdadeira e grande esperança do homem, que resiste apesar de todas as desilusões, só pode ser Deus o Deus que nos amou, e ama ainda agora «até ao fim», «até à plena consumação» (cf. Jo 13,1 e 19,30). Marcelo Pedroza

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