UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE Reciclagem de papel Por: Washington k. Mendonça Barcy Orientador Prof. Francisco Carrera Rio de Janeiro 2010

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE Reciclagem de papel Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em gestão ambiental Por: Washington k. Mendonça Barcy

3 3 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, meus pais e todos que me ajudaram no desempenho desta pesquisa.

4 4 DEDICATÓRIA Evandro da silva Barcy, Ana Fernandes da silva Barcy, Evandro Fernandes da silva Barcy, Cristiane Fernandes da silva Barcy e a todos que sofreram com os deslizamentos em abril de 2010.

5 5 RESUMO Essa pesquisa foi elaborada através de uma idéia que surgiu devido a um trágico acidente que ocasionou a morte de muitas famílias em um antigo aterro sanitário que virou área de moradia em um bairro da cidade de Niterói no rio de janeiro causado por imprudência e material orgânico descartado de forma incorreta. Se uma simples medida como reciclagem fosse adotada todo o transtorno e sofrimentos seriam evitados alem de poupar muitas vidas, assim essa pesquisa aborda como nosso consumo e descarte de dejetos precisam e tem soluções positivas no impacto ambiental.

6 6 METODOLOGIA Este trabalho foi desenvolvido através de pesquisas em livros, jornais, revistas entre outros veículos de informação relacionados ao assunto em questão.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - A Origem do papel 10 CAPÍTULO II - Reciclagem 13 CAPÍTULO III Reciclagem de papel 22 CONCLUSÃO 37 ANEXOS 38 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 47 ÍNDICE 48 FOLHA DE AVALIAÇÃO 49

8 8 INTRODUÇÃO O papel é um dos produtos mais utilizados nas tarefas do cotidiano. Quando não está sendo mais utilizado, pode passar por um processo de reciclagem que garante seu reaproveitamento na produção do papel reciclado. O papel reciclado tem praticamente todas as características do papel comum, porém sua cor pode variar de acordo com o papel utilizado no processo de reciclagem. Desde sua invenção ate os dias de hoje o papel vem originando - se da natureza sendo ela sua principal fonte de matéria prima começando com as vespas ate o surgimento de experimentos com plantas ocasionando então um serio problema ambiental causando danos a natureza com a produção de papel, hoje, em dia os ambientalistas tentam minimizar este dano com a conscientização de comunidades e empresas para a reciclagem do papel. Um grande ponto negativo é que toneladas de papeis são perdidas nos aterros Sanitários diminuindo o tempo de vida do aterro. Outro problema é que nem todos os papeis são recicláveis e algum tem sua quantidade de fibras baixa sendo necessário acrescentar mais celulose gerando um desperdício e não economia para o meio ambiente, ou seja, gasta - se mais com o emprego de pouca matéria prima retornável e fibras virgens para fabricar o produto final o papel. Uma das alternativas da economia para a natureza na produção de papel é a coleta para reciclagem desta matéria-prima como um bom exemplo de uma empresa de comunicação que recicla as listas telefônicas distribuídas aos seus clientes que não servem mais, gerando uma serie de benefícios poupando o meio ambiente, dando destino ao lixo acumulado na casa do cliente e tornado a organização uma entidade socialmente responsável. Tal iniciativa pode ser efetuada não só usando-se as listas telefônicas, rebarbas usadas geradas durante os processos de fabricação destes

9 9 materiais, ou de sua conversão em artefatos, ou ainda geradas em gráficas; artefatos destes materiais pré ou pós-consumo. Hoje, a força que proporciona a reciclagem de papel ainda é econômica, mas o fator ambiental tem servido também como alavanca. A preocupação com o meio ambiente criou uma demanda por produtos e processos amigos do meio ambiente e reciclar papel é uma forma de responder a esta demanda. O material gerado para a fabricação do papel com pré ou pós-consumo é transformado em uma pasta celulósica com o material coletado para este fim através da coleta seletiva.

10 10 CAPÍTULO I A origem do papel O primeiro fabricante de papel no mundo foi a VESPA. Esta corta pedaços de crostas e folhas esmaga-as com suas maxilas e forma uma massa com sua saliva. Com este material constrói o seu ninho. O material obtido é como o papelão, duro e muito resistente. O nome PAPEL deriva da palavra PAPYRUS (o papyrus) com que foi designado o primeiro material para escrever feito pelo homem. A 6000 anos no Egipto, usavam-se para escritura folhas que se obtinham esmagando os talhos de junco. Estes eram cortados longitudinalmente, em tiras, umas colocadas ao lado das outras, e sobre elas outras tiras colocadas em secção transversal. As duas capas colavam-se com a água e lama do Nilo ou então com uma massa de amido. Antes da criação do papel, em alguns paises ou grupos humanos existiram maneiras curiosas do homem se expressar através da escrita. Na Índia, usavam as folhas de palmeiras, os esquimós utilizavam ossos de baleia e dentes de foca. Na China os livros eram feitos com conchas e cascos de tartaruga e posteriormente em bambu e seda. Entre outros povos era comum o uso da pedra, barro e até mesmo a casca das árvores. Posteriormente fazia-se pressão sobre estas folhas com um rolo e eram secadas ao sol. O papel era visto como um milagre tratava-se de um material muito mais barato do que a seda e altamente valorizado por suas qualidades estéticas e espirituais, por ser depositário de informações e utilizado como meio de comunicação. Os chineses foram detentores desta inovação até o ano de 751 D.C., quando os árabes aprisionaram dois artesãos chineses que trocaram sua liberdade pela técnica de fabricação do papel. Ao assimilarem a técnica, os árabes,

11 11 espalharam pela na Península Ibérica, quando a conquistaram (isto se iniciou lá por 1300) e também pelo mundo fora. A fabricação mecânica começou por volta do séc. XVII e até meados do séc. XIX a matéria prima fundamental era o panos. Quando estes começaram a escassear pelo uso de procedimentos mais rápidos, apareceu a utilização da polpa de madeira. Graças ao trabalho de copiar manuscritos, na Idade Média, em formas artesanais de papel, foi possível conservar os mais importantes registros da história da humanidade até então. Com a invenção da "imprensa", permitindo a impressão por linotipos em papel, a disseminação da informação passou a ser muito mais veloz e acessível a todos, e a Revolução Industrial impulsionou ainda mais essas mudanças; hoje o papel talvez seja o produto mais utilizado e corriqueiro. Alguns historiadores concordam em atribuir a T'sai Lun, um oficial da Corte Imperial Chinesa (150 d.c.) a primazia de ter feito papel e esta técnica foi mantida em Segredo pelos chineses durante quase 600 anos. O uso do papel estendeu-se até os confins do Império Chinês, acompanhando as rotas comerciais das grandes caravanas. Até então a difusão da fabricação do papel foi lenta. Tudo parece indicar que a partir do ano 751 (D.C) quando os árabes, instalados em Samarkanda, grande entreposto das caravanas provenientes da China, aprisionaram 2 chineses que conheciam a arte do papel e a trocaram pela sua liberdade. Dai então foi possível a quebra do monopólio chinês com o início da produção de papel em Bagdá (795 d.c.). A partir daquele momento a difusão do conhecimento sobre a produção do papel artesanal acompanhou a expansão muçulmana ao longo da costa norte da África ate a Península Ibérica.

12 História do Papel no Brasil A primeira fábrica de papel foi instalada no Brasil entre 1809 e 1810 no Andaraí Pequeno, no Rio de Janeiro, por iniciativa dos industriais portugueses Henrique Nunes Cardoso e Joaquim José da Silva. Outra fábrica apareceu no Rio de Janeiro montada por André Gaillard, em 1837, e, logo em seguida, em 1841, teve início a de Zeferino Ferraz, instalada na freguesia do Engenho Velho. Depois de muita pesquisa em seu laboratório, o português Moreira de Sá anunciou a descoberta do papel de pasta de madeira. O primeiro produto impresso com esse método em sua fábrica foi um soneto de sua autoria, dedicado a D. João VI e Dona Carlota Joaquina. Durante a Segunda Guerra Mundial, surgiu um grande problema: o Brasil não podia contar com as importações da celulose que vinham todas do exterior. Esse fato acabou por dar um novo impulso à fabricação nacional, que foi obrigada a procurar alternativas para substituir a celulose. Hoje em dia, praticamente qualquer árvore pode servir como matéria-prima, mas as mais utilizadas são o vidoeiro, a faia, o choupo preto, o bordo e, principalmente, o eucalipto. Entretanto, dentre todas as espécies de árvores utilizadas no mundo para a produção de celulose, o eucalipto brasileiro é a que tem o menor ciclo de crescimento - somente sete anos.

13 13 CAPÍTULO II Reciclagem A palavra reciclagem teve origem a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de resíduos e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo). A reciclagem é o processo de reaproveitamento de metais, plásticos, papéis, vidros, ou qualquer outro material, orgânico ou inorgânico, recuperando-o ou retransformando-o para aproveitamento ou novo uso. O processo pode ser industrial ou artesanal. Caso não sejam reaproveitados, esses materiais, normalmente tratados como lixo ou dejetos, tendem a causar sérios problemas ambientais. a reciclagem é o reaproveitamento dos resíduos como matéria-prima de um novo produto ou, de uma outra forma, como está escrito acima, "é o reprocessamento dos materiais em novos produtos". Assim, existe uma leve diferença entre reciclar e reutilizar. quando um material é retransformado para aproveitamento ou novo uso" seria reutilizar. A reciclagem é o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas

14 14 as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização. O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em um outro produto. Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel. O papel chamado de reciclado não fica parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao final do processo resulta em um novo material de características diferentes. Como disposto acima sobre a diferença entre os conceitos de reciclagem e reaproveitamento,em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose. Reciclar significa repetir um ciclo. E para compreendermos a importância da reciclagem, temos de transformar o conceito de lixo. Cerca de 35% do lixo coletado poderia ser reciclado ou reutilizado e outros 35% poderiam virar adubo. Ou seja, 70% da poluição do meio ambiente iria se transformar em algo útil e limpo para todo mundo.

15 Lixo O lixo, quando descartado de forma correta, se transforma em matéria-prima. A reciclagem surgiu como uma maneira de inserir no sistema uma parte da matéria que se tornaria lixo e, consequentemente, contribuiria para a poluição do planeta. Quando coletados, são separados e processados para serem utilizados como matéria-prima na manufatura de outros materiais, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Um dos grandes problemas da atualidade é o lixo. O homem colocando o lixo para o lixeiro, ou jogando-o em terrenos baldios, resolve o seu problema individual, não se dando conta que as áreas de lixo nas cidades estão cada vez mais escassas e que o lixo jogado nos terrenos baldios favorece o desenvolvimento de animais transmissores de doenças. Para a prevenção do meio ambiente, o lixo deve ser considerado como uma questão de toda a sociedade e não um problema individual. Cada um de nós, brasileiros, produz mais ou menos 500 gramas de lixo todos os dias. Parece pouco, mas é só fazer as contas. Todos os dias, milhões de habitantes produzindo essa quantidade de lixo resultando em milhões de toneladas. Só na cidade de São Paulo, uma das maiores do mundo, é produzida 12 mil toneladas por dia. Para resolver esse problema, a reciclagem é uma boa ferramenta para combater os grandes acúmulos de lixo em cidades com muitos habitantes e para reciclar é preciso separar os tipos de lixo adotando um sistema chamado coleta seletiva de lixo.

16 Tipos de lixo Plástico Entre os plásticos, destacam-se as embalagens Pet. Reciclável, essa embalagem é considerada um dos melhores materiais para a fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, cervejas, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos e cosméticos, entre outros produtos. O Pet também pode ser utilizado na fabricação de roupas, móveis, bolsas, etc. Papel O papel e o papelão são os materiais mais coletados e reciclados, graças aos catadores. No Brasil, 71% do papelão é reciclado, índice superior ao dos Estados Unidos. Vidro O vidro é 100% reciclável. Latas de alumínio Segundo o compromisso Empresarial para reciclagem - CEMPRE, em 2002 o Brasil recuperou mais de 9 bilhões de latas de alumínio, equivalente a 87% da produção nacional. O pais ocupa o primeiro lugar nesse tipo de reciclagem, superando a Europa (41%), os Estados Unidos (55%) e até o Japão, que recupera 83% de suas latinhas. Embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos Tempo de decomposição do lixo Anexo 1 pagina: 40

17 Destino do lixo Os aterros sanitários são grandes terrenos onde o lixo é depositado, comprimido e depois espalhado por tratores em camadas separadas por terra. As extensas áreas que ocupam, bem como os problemas ambientais que podem ser causados pelo seu manejo inadequado, tornam problemática a localização dos aterros sanitários nos centros urbanos maiores, apesar de serem a alternativa mais econômica a curto prazo.os incineradores, indicados sobretudo para materiais de alto risco, podem ser utilizados para a queima de outros resíduos, reduzindo seu volume. As cinzas ocupam menos espaço nos aterros e reduz-se o risco de poluição do solo. Entretanto, podem liberar gases nocivos à saúde, e seu alto custo os torna inacessíveis para a maioria dos municípios. As usinas de compostagem transformam os resíduos orgânicos presentes no lixo em adubo, reduzindo o volume destinado aos aterros. É difícil cobrir o alto custo do processo com a receita auferida pela venda do produto. Além disso, não se resolve o problema de destinação dos resíduos inorgânicos, cuja possibilidade de depuração natural é menor coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar os diversos tipos de papéis, plásticos, metais e vidros. A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos de reciclagem. Para iniciar um processo de coleta seletiva é preciso avaliar, quantitativamente e qualitativamente, o perfil dos resíduos sólidos gerados em determinado município ou localidade, a fim de estruturar melhor o processo de coleta.

18 18 A coleta seletiva serve para organizar, de forma diferenciada, os resíduos sólidos que podem ser reciclados. Esta coleta pode ser feita por caminhões que passam semanalmente nas residências ou nos Postos de entrega Voluntária (PEV) espalhados pela cidade. Nesses pontos existem coletores com diferentes divisões, ou tambores coloridos para cada tipo de material de embalagem. É importante ressaltar que os materiais de embalagens devem ser limpos antes de colocados nos coletores ou tambores principais tipos de coleta Porta a Porta Veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal de lixo. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em contêineres distintos; PEV (Postos de Entrega Voluntária) Utiliza contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos físicos no município, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis; Postos de Troca Troca do material a ser reciclado por algum bem. PICs Outra modalidade de coleta é a PICs, Programa Interno de Coleta Seletiva, que é realizado em instituições públicas e privadas, em parceria com associações de catadores. Em Natal, capital do Rio Grande do Norte, o PICs é realizado em diversas empresas, fruto do trabalho da Companhia de Serviços Urbanos de Natal (URBANA), que realiza trabalhos de educação ambiental com crianças e adolescentes.

19 Implantando um sistema de coleta seletiva A implantação da coleta seletiva pode começar com uma experiência-piloto, que vai sendo ampliada aos poucos. O primeiro passo é a realização de uma campanha informativa junto à população, convencendo-a da importância da reciclagem e orientando-a para que separe o lixo em recipientes para cada tipo de material. É aconselhável distribuir à população, ao menos inicialmente, recipientes adequados à separação e ao armazenamento dos resíduos recicláveis nas residências (normalmente sacos de papel ou plástico). A instalação de postos de entrega voluntária (PEV) em locais estratégicos melhora a operação da coleta seletiva em locais públicos. A mobilização da sociedade, a partir das campanhas, pode estimular iniciativas em conjuntos habitacionais, shopping centers e edifícios comerciais e públicos. Deve-se buscar elaborar um plano de coleta, definindo equipamentos e periodicidade de coleta dos resíduos. A regularidade e eficácia no recolhimento dos materiais são importantes para que a população tenha confiança e se disponha a participar. Não vale a pena iniciar um processo de coleta seletiva se há o risco de interrompê-lo, pois a perda de credibilidade dificulta a retomada. Finalmente, é necessária a instalação de um centro de triagem para a limpeza e separação dos resíduos e o acondicionamento para a venda do material a ser reciclado.

20 cor padrão dos cestos de coleta Azul: papel / papelão Vermelho: plástico Verde: vidro Amarelo: metal Preto: madeira Laranja: resíduos perigosos Branco: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde Roxo: resíduos radioativos Marrom: resíduos orgânicos Cinza: resíduo geralmente não reciclável, misturado ou contaminado, não sendo possível de separação Resultados do sistema de coleta Ambientais Os maiores beneficiados por esse sistema são o meio ambiente e a saúde da população. A reciclagem de papéis, vidros, plásticos e metais - que representam em torno de 40% do lixo doméstico - reduz a utilização dos aterros sanitários, prolongando sua vida útil. Se o programa de reciclagem contar, também, com uma usina de compostagem, os benefícios são ainda

21 21 maiores. Além disso, a reciclagem implica uma redução significativa dos níveis de poluição ambiental e do desperdício de recursos naturais, através da economia de energia e matérias-primas. Econômicos A coleta seletiva e reciclagem do lixo doméstico apresenta, normalmente, um custo mais elevado do que os métodos convencionais. Iniciativas comunitárias ou empresariais, entretanto, podem reduzir a zero os custos da prefeitura e mesmo produzir benefícios para as entidades ou empresas. De qualquer forma, é importante notar que o objetivo da coleta seletiva não é gerar recursos, mas reduzir o volume de lixo, gerando ganhos ambientais. É um investimento no meio ambiente e na qualidade de vida. Não cabe, portanto, uma avaliação baseada unicamente na equação financeira dos gastos da prefeitura com o lixo, que despreze os futuros ganhos ambientais, sociais e econômicos da coletividade. A curto prazo, a reciclagem permite a aplicação dos recursos obtidos com a venda dos materiais em benefícios sociais e melhorias de infra-estrutura na comunidade que participa do programa. Também pode gerar empregos e integrar na economia formal trabalhadores antes marginalizados. Políticos Além de contribuir positivamente para a imagem do governo e da cidade, a coleta seletiva exige um exercício de cidadania, no qual os cidadãos assumem um papel ativo em relação à administração da cidade. Além das possibilidades de aproximação entre o poder público e a população, a coleta seletiva pode estimular a organização da sociedade civil

22 22 CAPÍTULO III Reciclagem de papel A reciclagem de papel é o reaproveitamento do papel não-funcional para produzir papel reciclado. Há duas grandes fontes de papel a se reciclar: as para pré-consumo (recolhidas pelas próprias fábricas antes que o material passe ao mercado consumidor) e as para pós-consumo (geralmente recolhidas por catadores de ruas). De um modo geral, o papel reciclado utiliza os dois tipos na sua composição, e tem a cor creme. A reciclagem do papel é um procedimento que permite recuperar as fibras celulósicas do papel velho e incorporá-las na fabricação de novo papel. Não é um processo isento da produção de resíduos, mas a produção de pastas virgens também não é, e assim sempre se minimizam os problemas relacionados com a produção de matéria prima e com a deposição do papel velho. É importante realçar que os papéis não podem ser reciclados indefinidamente sem que haja perda de qualidade. Após cada utilização, eles perdem parte das suas propriedades e só podem ser reciclado para uso distinto, e um pouco menos nobre, do que o original. Se olhar com cuidado e bem de perto para uma folha de papel vai-se perceber que o papel é feito de inúmeras fibras que se cruzam. São elas que lhe dão resistência. Dependendo do tipo de polpa que é usada para fazer o papel (pode ser pinho, eucalipto ou até outras fibras vegetais como algodão, linho, etc.) ele vai ter fibras mais longas ou curtas e vai ser mais ou menos resistente. E cada vez que se recicla diminui o tamanho das fibras e ele fica um pouco mais fraco. Por isso que para reciclar muitas vezes o mesmo papel, deve-se colocar um pouco de fibra virgem para aumentar a sua resistência. Por isso papel branco é mais caro e inclusive a apara (resto de papel) branca também alcança maior valor no mercado.

23 23 Um outro problema são os pigmentos presentes no papel. Para fazer papel branco a polpa (de fibra virgem ou papel já usado) deve passar por um processo químico de branqueamento. Por isso quanto mais pigmento um papel tem, mais difícil fica reciclá-lo e conseguir a partir dele um papel branco. O papel é um material biodegradável e orgânico, mas em caso de aterros com pouca umidade o processo de degradação se torna lento, chegando a demorar de 3 meses a 100 anos para se decompor. O processo inicial da reciclagem dá-se na separação do lixo do papel, de seguida existe um banho de detergentes e solventes para retirar a tinta. O papel é transformado numa pasta. As impurezas são removidas com uma série de lavagens. Depois a pasta é misturada com cloro, que a torna branca. Para evitar desperdícios e perda indesejada de matéria prima é importante sabermos o que pode ser reciclado e o que não serve para a produção como exposto no anexo 2 pagina : formação das aparas Atualmente, a matéria-prima vegetal mais utilizada na fabricação do papel é a madeira, embora outras também possam ser empregadas. Estas matériasprimas são hoje processadas química ou mecanicamente, ou por uma combinação dos dois modos, gerando como produto o que se denomina de pasta celulósica, que pode ainda ser branqueado, caso se deseje uma pasta de cor branca. A pasta celulósica, branqueada ou não, nada mais é do que as

24 24 fibras celulósicas liberadas, prontas para serem empregadas na fabricação do papel. A pasta celulósica também pode prover do processamento do papel, ou seja, da reciclagem do papel. Neste caso, os papéis coletados para esse fim recebem o nome de aparas. O termo apara surgiu para designar as rebarbas do processamento do papel em fábricas e em gráficas e passou a ter uma abrangência maior, designando todos os papéis coletados para serem reciclados. As aparas provêm de atividades comerciais, e em menor quantidade de residências e de outras fontes, como instituições e escolas. As aparas de papel podem ser recolhidas por um sistema de coleta seletiva, ou por um sistema comercial, utilizado há anos, que envolve o catador de papel e o aparista. 3.2 Prejuízos ao meio ambiente O papel é um material de suporte da informação escrita que produz fortes impactos negativos sobre o meio ambiente ao nível da produção. Embora a matéria prima se possa considerar renovável - a madeira, proveniente das árvores - a sua produção conduz normalmente a extensas monoculturas de espécies exóticas - como o eucalipto em Portugal, e diversas resinosas na maior parte da Europa - que têm como conseqüência o desaparecimento da quase totalidade da fauna e da flora nativas. Este efeito está relacionado não apenas com as espécies utilizadas mas também com o regime de cultivo: plantações densas, revolução de curtas e lavagem de solos de montanha débeis. As plantações de árvores para pasta de papel são, no Distrito de Aveiro, um pouco por todo o Litoral Norte e Centro de Portugal e mais recentemente, e com conseqüências mais graves, também no interior, a principal causa de desaparecimento do cobertor vegetal natural, e com ele, de animais de todas as espécies.

25 25 Igualmente é a degradação da paisagem, pela via da uniformização, e a perda do seu caráter e da sua especificidade (biodiversidade). É um drama em larga escala, que os interesses econômicos encobrem, e que a falta de sensibilidade e de atenção da generalidade dos cidadãos tende a ignorar esse desmatamento em massa. 3.3 processo de produção de papel reciclado Etapa 1: Entrega das aparas (fardo) na fábrica recicladora de papel Passa pelo controle de qualidade e é classificado Vai para o estoque de aparas O lote do estoque mais antigo vai para as esteiras transportadoras O hidrapulper desagrega o papel, juntamente com água industrial Depois de desagregado, a bomba puxa a massa de papel para as etapas seguintes. Etapa 2 : tubo tiraplástico (retirada de plástico) Etapa 3 : processo de centrifugação para retirada de impurezas (areia, prego, etc) Etapa 4 : processo de refino da massa Aditivos são adicionados à massa: sulfato de alumínio, amido de mandioca, etc Etapa 5 : Caixa de entrada da máquina de papel Etapa 6 :

26 26 Mesa formadora (vácuo retira umidade excedente) Etapa 7 : Prensa acerta gramatura do papel Etapa 8 : O papel passa pelos rolos secadores Etapa 9 : Chega até a enroladeira Etapa 10 : Forma-se o rolo de papel Etapa 11 : O rolo é transportado por ponte rolante até a rebobinadeira Etapa 12 : O papel é rebobinado conforme formato da bobina Etapa 13 : A bobina de papel acabada vai para o controle de qualidade Etapa 14 : Vai para o estoque, podendo ser vendida ou vai para a cartonagem, transformando-se em chapa de papelão, a fim de ser industrializada como caixas de papelão. 3.4 ciclo de vida do papel Anexo 3 pagina: 42

27 Vantagens de Reciclar Papel minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos solidos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração. Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira. Economia de Recursos Naturais como: Madeira Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m 3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz em uma nova vida útil para de 15 a 30 árvores. Água Na fabricação de uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas litros de água, ao passo que, no processo tradicional, este volume pode chegar a litros por tonelada. Energia Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador. Redução da Poluição Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental.

28 28 Criação de Empregos Estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criadas cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo. Redução da "conta do lixo" O Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões, não havendo qualquer política publica em favor da reciclagem, Cerca de 1/4 do lixo das grandes cidades é composto de papel. Se todo esse volume fosse reciclado, uma cidade como São Paulo economizaria US$ 30 milhões por ano em limpeza pública, além de obter uma receita da ordem de US$ 15 milhões com a venda do papel. O papel reciclado pode ser aplicado em caixas de papelão, sacolas, embalagens para ovos, bandejas para frutas, papel higiênico, cadernos e livros, material de escritório, envelopes, papel para impressão, entre outros usos Benefícios No Brasil a aceitação do papel e crescente, especialmente no mercado corporativo. O papel reciclado tem um apelo ecológico, em 2002 o papel reciclado custava mais caro que o virgem. Em 2004 os preços se equipararam graças às campanhas e programas de preservação e reciclagem junto com um sistema de coleta aumentando a quantidade e qualidade do material utilizado na produção do novo papel. Na Europa, o papel reciclado em escala industrial chega a custar mais barato que o virgem, graças à eficiência na coleta seletiva e ao acesso mais difícil à celulose, comparado ao do Brasil.

29 29 Na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água, kw/h de energia elétrica e litros de óleo combustível com uma tonelada de papel reciclado. 50 kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore de 7 anos. Cada tonelada de papel reciclado pode substituir o plantio de até 350 m2 de monocultura de eucalipto. A reciclagem contribui para a diminuição do volume de lixo, recolocando no ciclo de produção um material que pode contaminar o solo, a água e o ar dando uma destinação correta transformando o que seria descartado como lixo em ferramenta de trabalho, beneficiando desde catadores de papel aos empregados em empresas de intermediação e recicladoras. O Brasil produz atualmente 240 mil toneladas de lixo por dia. Lixo esse que poderia ser ferramenta de trabalho para muita gente,alem de melhorar a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população oferecendo emprego aos não qualificados, prolongando a vida útil dos aterros sanitários, favorecendo a produção de composto orgânico gerando receita com a comercialização dos produtos recicláveis. Contribui também para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica estimulando uma concorrência entres os produtos reciclados e os gerados a partir de matéria prima virgem despertando a vontade dos consumidores em usar produtos reciclados contribuindo então com a preservação do meio ambiente Índices de reciclagem Capitais em que há catadores nos lixões: 37,4%

30 30 Cidades com mais de 50 mil habitantes: 68,18% Cidades com menos de 50 mil habitantes: 31,67% Nas ruas Capitais em que há catadores nas ruas: 66,67% Cidades com mais de 50 mil habitantes: 63,64% Cidades com menos de 50 mil habitantes: 31,67% Lixões Capitais com lixões: 25,93% Cidades com mais de 50 mil habitantes (excluídas as capitais): 72,73% Cidades com menos de 50 mil habitantes: 66,67% Economia gerada em media 1000 kg de papel reciclado = 20 árvores poupadas 1000 kg de papel reciclado = 2000l água 1000 kg de papel não reciclado = l água Resultados No meio-ambiente a reciclagem pode reduzir a acumulação progressiva de resíduos a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores; as emissões de gases como metano e gás

31 31 carbônico; redusindo as agressões ao solo, ar e água; entre outros fatores negativos. No aspecto econômico a reciclagem contribui para o uso mais racional dos recursos naturais e a reposição daqueles recursos que são passíveis de reaproveitamento. No âmbito social, a reciclagem não só proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas, através das melhorias ambientais, como também tem gerado muitos postos de trabalho e rendimento para pessoas que vivem nas camadas mais pobres. Assim, para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento. No Brasil, a cidade que mais recicla seu resíduos é Curitiba: atualmente, 20% de todo os resíduos produzidos - cerca de 450 toneladas por dia - são reciclados na cidade. O consumo de aparas (a matéria-prima do papel reciclado) cresceu 56% de 1997 para 2006, segundo a Associação Brasileira de Papel e Celulose (Bracelpa), enquanto o consumo de papel cresceu 24,9% no mesmo período. O que quer dizer que há uma produção maior de papel reciclado. Das 175 produtoras de papel instaladas no país, 75% têm mais de 50% dos seus produtos originários da reciclagem. Em 2006, o Brasil tinha uma taxa de recuperação de papéis para reciclagem de 45,4%. O campeão da reciclagem é a Coréia do Sul (com uma taxa de 78,1%) e, o vice-campeão é a Alemanha, com um taxa de 73,7%. Os papéis ondulados, aqueles usados em caixas de papelão, são os tipos de papel mais usado para reciclagem no Brasil, com 61,8%. O mercado de papel reciclado tem os mais diversos tipos de produtos. São desde caixas de

32 32 papelão até papéis higiênicos. 3.6 Papel ecológico A fabricação de papel, segundo alguns ambientalistas é o processo que mais degrada o meio ambiente classificando as empresas produtoras de responsáveis pelas alterações ambientais no planeta, motivando tamanho desmatamento alterando a paisagem abrindo espaço para grandes área de plantações de eucalipto, responsáveis também pela poluição de rios, lagos e um dos principais emissores de gases do efeito estufa. No entanto, existe uma forma de reverter este quadro e produzir papel de forma menos impactaste. O papel de fibra de cana de açúcar é o futuro das empresas verdes. O bagaço da cana é o resíduo da moagem para retirada da garapa e posteriormente o açúcar. Até pouco tempo o bagaço tinha apenas dois destinos, Servir de combustível para as próprias usinas e de adubo em algumas culturas. Mais recentemente estudos comprovaram que no bagaço da cana existem fibras de excelente qualidade para fabricação de papéis dos mais diversos com características de pureza, biodegradabilidade e reciclagem de 100%. A abundante matéria prima proveniente das usinas de açúcar e álcool permite a produção de papel de forma sustentável e com enorme redução de dejetos sólidos agrícolas despejados na natureza. Estudos comprovam que a produção de papel a partir de fibras de cana só traz vantagens, uma delas e a menor quantidade de produtos químicos utilizados na transformação, possibilitando que o papel obtido seja utilizado até para contato direto com alimento devido a estas características e a pureza das fibras virgens.

33 33 Estas fibras permitem a fabricação de uma gama enorme de papéis, do mais nobre ao mais simples papel para escrita. Os papéis podem ser produzidos para todos os fins, como por exemplo: Embalagens, escrita, impressão, desenho, cadernos entre outros. Outra vantagem das fibras esta na forma de branqueamento. Podemos usar o dióxido de cloro (ou ECF) que é menos poluente e esta sendo utilizado por muitas indústrias papeleiras do mundo. Ao contrário da madeira de reflorestamento que precisa de muitos anos para ser utilizada na fabricação de papel, o bagaço da cana de açúcar é abundante praticamente o ano todo, permitindo menores gastos no manejo e retornos mais rápidos já que o ciclo médio da cana de açúcar é de 18 meses. Falando em ciclo, grande parte das regiões possui em média uma safra de cana por ano, tornando assim o investimento na produção de papel a partir da cana bastante atrativo. A cana de açúcar é uma importante descoberta para a reciclagem e preservação do meio ambiente, desde sua muda funciona como uma esponja natural, pois ela absorve grandes volumes de CO2 enquanto cresce na proporção de 650 kg CO2 para 1 tonelada de cana. Em seu processo de fabricação é utilizado colheita mecanizada, evitando-se assim as queimadas. Deixando de converter o bagaço no sistema de caldeiras reduzindo a quantidade de CO2 para gerar energia nas caldeiras, sendo substituídas por gás natural. As fabricas utilizam captadores de particulados, caldeiras de recuperação onde são reaproveitados todos os resíduos do processo e a água utilizada passa por um tratamento com grandes aeradores (oxigenando a água), devolvendo a água com excelente grau de potabilidade, podendo ser consumida por seres vivos (deixando claro que é possível essa integração do homem com a natureza).

34 34 - o produto é ECF (elementar clorine free) isento de cloro elementar. - o papel é reciclável, após seu consumo o mesmo poderá ser reaproveitavel. - o papel tem 89graus de Alvura (brancura), ele absorve melhor a luz do que Os papeis convencionais, facilitando a leitura, mais branco teríamos que utilizar mais alvejante óptico tirando o foco de um produto ecologicamente correto, a caixa é com 5 resmas e pesa 11,7kg, na Europa as leis trabalhistas não permitem que as pessoas transportem caixas com mais de 18kgs, as caixas com 10 unidades pesam 23,4kg. O Brasil é um local para a produção desse papel completamente ecológico pois dispõe de matéria prima em abundancia e a custo zero para esse processo.o uso de fibras de cana, só traz benefício para a indústria por ser mais barato com efeitos positivos no meio ambiente, pois a matéria prima praticamente que só serve para incinerar nas usinas tem outros atrativos como: Custo muito baixo da matéria prima, Limpamos o meio ambiente, Usamos menos químicos, Temos papel mais puro, pois as fibras são 100% virgens, O material e 100% reciclável Menor emissão de gases do efeito estufa (não tem queima do bagaço, não tem emissão de fumaça) Menos resíduos nas lavouras Possibilidade de reversão e utilização (geração) de créditos de carbono. Depois do papel pronto, podemos usar em todos os segmentos da indústria gráfica e nos escritórios como: Produção de livros e revistas Papéis para escritórios como folhas para impressoras laser e inkjet (A4, Sulfite)

35 35 Papéis para desenho e escrita Embalagens de alimentos (com a vantagem de ter menos químico) Decoração Pode ser impresso em: off-set, letterpress, flexografia, roto gravura, tampo grafia, silk screen, impressora laser, ink jet, matricial. Assim o trabalho de produção de papel a partir do bagaço de cana é uma forma de combate a poluição e degradação da fauna e flora demonstrando a preocupação com o meio ambiente gerando também economia por aproveitar grande parte do resíduo industrial produzindo papel em um ciclo totalmente fechado evitando descargas de resíduos nocivos à natureza tanto resíduos aéreos provenientes de queimas e combustão, quanto líquidos, inerentes ao processo de produção de papel. CONCLUSÃO A Necessidade da Reciclagem não se resume a "poupar árvores", o que se poupa são os recursos, pois as árvores utilizadas para fabricar o papel consomem imensos recursos tanto hídricos como do solo, deixando-o completamente seco e estéril, além do mais o papel reciclado poupa energia e ajuda a manter o ambiente mais limpo. A reciclagem é uma solução para recuperaçao do meio ambiente e sobrevivencia da humanidade, não apenas com o papel tambem com outros residuos gerados pelas atividades humanas, se utilizarmos tecnologia junto com consiencia sera possivel tornar viavel os investimentos em processos de

36 36 reciclagem e reaproveitamento de degetos, assim essa pesquisa vem demostrar que o papel reciclado gera uma serie de beneficio abrangendo varios aspectos. Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social. No meio-ambiente a reciclagem reduz a acumulação progressiva de resíduos, o desaparecimento do coberto vegetal natural, e com ele animais de todas as espécies, evita a degradação da paisagem e a perda do seu caráter e da sua especificidade (biodiversidade). No aspecto econômico a reciclagem contribui para o uso mais racional dos recursos naturais e a reposição daqueles recursos que são passíveis de reaproveitamento. No âmbito social, a reciclagem proporciona melhor qualidade de vida, para muitas pessoas (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de renda e ganhar o seu sustento. ANEXOS Anexo 1 >> tempo de decomposição do lixo; Anexo 2 >> reciclável e não reciclável; Anexo 3 >> ciclo de vida do papel; Anexo 4 >> reciclagem caseira ou artesanal do papel; Anexo 5 >> editel doa listas telefonicas antigas para reciclagem;

37 37 ANEXO 1 Tempo de decomposição do lixo Material Aço Alumínio Cerâmica Chicletes Cordas de nylon Embalagens Longa Vida Embalagens PET Esponjas Filtros de cigarros Isopor Louças Luvas de borracha Metais (componentes de equipamentos) Papel e papelão Plásticos (embalagens, equipamentos) Pneus Sacos e sacolas plásticas Vidros Tempo de Degradação Mais de 100 anos 200 a 500 anos indeterminado 5 anos 30 anos Até 100 anos (alumínio) Mais de 100 anos indeterminado 5 anos indeterminado indeterminado indeterminado Cerca de 450 anos Cerca de 6 meses Até 450 anos indeterminado Mais de 100 anos indeterminado

38 38 ANEXO 2 Reciclável e não reciclável PODE RECICLAR Caixas de papelão Jornal Revistas Impressos em geral Fotocópias Rascunhos Envelopes Papéis timbrados Cartões Papel de fax NÃO PODE RECICLAR Papéis sanitários Papéis plastificados Papéis metalizados Papéis parafinados Copos descartáveis de papel Papel carbono Fotografias Fitas adesivas Etiquetas adesivas Papel vegetal

39 39 ANEXO 3 Ciclo de vida do papel

40 40 ANEXO 4 Reciclagem caseira ou artesanal do papel Materiais: - Papéis diversos - Crivo - Duas placas de feltro - Liquidificador - Tina de dimensões razoáveis para conter a pasta - Prensa ou pesos (por ex. livros) - Duas placas de madeira - Tecidos de 50/60 cm Procedimento: 1 Rasgar as folhas de papel em pequenos pedaços e coloca-los juntamente com água no Liquidificador. Bater até obter uma mistura grossa. De seguida despejar essa mistura para a tina e adicionar-lhe água até cerca de 2/3água da sua capacidade (a quantidade de água vai definir a espessura do papel). 2- Mergulhar o crivo na pasta contida na tina, inclinado lentamente até ficar na horizontal 3- Retirar lentamente o crivo e deixar escorrer a água.

41 41 4- Coloque sobre a placa de madeira o feltro e sobre ele o tecido, de seguida vire o crivo sobre o tecido. 5- Pressione o crivo até a pasta saltar. 6- Retire o crivo com cuidado, o papel fica depositado sobre o tecido. 7- Colocar um pedaço de tecido sobre o papel reciclado. De modo a poupar tempo pode-se fazer várias camada intercaladas com tecido.

42 42 8- De seguida coloque uma placa de feltro e outra placa de madeira. 9- Colocar tudo numa prensa, ou sobre uma pilha de livros até escorrer toda a água. 10- Colocar as folhas a secar, durante 24h. 11- Após a secagem, solte as folhas de papel reciclado puxando o tecido para os lados.

43 43 ANEXO 5 Editel doa listas telefonicas antigas para reciclagem 02 de setembro de 2005 Editel publicar LTDA A Editel Publicar fará a entrega oficial de 40 toneladas de listas telefônicas antigas para o Projeto Pitanguinha hoje, às 14h. Este material será encaminhado à reciclagem e a verba arrecadada beneficiará os projetos sociais da entidade. Na distribuição gratuita da nova edição das listas, feita recentemente na capital alagoana, a Editel sugeriu ao usuário devolver seu antigo exemplar ao entregador. A iniciativa faz parte do programa de responsabilidade social Recicla Ação da Publicar do Brasil, detentora das marcas Editel e Listel Publicar no segmento de listas telefônicas. Em todo o país, as pessoas têm a chance de participar de projetos sociais com o simples gesto de devolver a lista da Editel ou Listel do ano passado para os entregadores, no momento da distribuição da nova edição. A adesão do usuário ao Recicla Ação é muito importante para contribuir com a inserção social da população carente, diz o gerente da Editel em Alagoas, Saulo Sá. A representante do Projeto Pitanguinha, Hélia Araújo, comenta que a parceria com a Editel já dura três anos. Sem esse tipo de auxílio, não teríamos como dar

44 44 continuidade ao nosso trabalho. São famílias que dependem diretamente da reciclagem para viver, afirmou. O Projeto Pitanguinha não trabalha com reciclagem direta. O material é separado, classificado, pesado e prensado. Por fim, é vendido. É com o dinheiro desta venda que o Pitanguinha promove a educação de jovens e adultos na sede do projeto, além de reservar parte dos recursos para o sustento destas famílias assistidas, que têm essa única fonte de renda.

45 45 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA Sabetai calderoni os bilhões perdidos no lixo cap edição editra humanitas publicaçoes 1998 Everton luiznani meio ambiente e reciclagem cap2 1 edição editora jurua Jose eli da veiga ciencia ambiental 2 edição cap2 editora annablume 1998 Rui Meira, A reciclagem do papel 2002 Luis Indriunas, Fatores sociais da reciclagem 2007 Jornal Gazeta do Povo - Segunda-Feira, 23 de Abril de página 3 Sites: Wikipédia, a enciclopédia livre Ambiente Brasil S/S Ltda Sua pesquisa.com/reciclagem fazfacial.com. BR / materiais de reciclagem SEBRAE/SP GCE papeis ecológico LTDA Editel publicar LTDA

46 46 ÍNDICE FOLHA DE ROSTO 2 AGRADECIMENTO 3 DEDICATÓRIA 4 RESUMO 5 METODOLOGIA 6 SUMÁRIO 7 INTRODUÇÃO 8 CAPÍTULO I A origem do papel historia do papel no Brasil 12 CAPÍTULO II Reciclagem lixo tipos de lixo tempo de decomposição do lixo destino do lixo coleta seletiva principais tipos de coleta implementando um sistema de coleta cor padrão dos cestos de coleta resultados dos sistemas de coleta 20 CPITULO III Reciclagem de papel formação das aparas prejuízo ao meio ambiente processo de produção do papel reciclado ciclo de vida do papel vantagens de reciclar papel benefícios 29

47 índice de reciclagem economia gerada em media resultados papel ecológico 32 CONCLUSÃO 36 ANEXOS 37 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 46 ÍNDICE 47 FOLHA DE AVALIAÇAO 49

48 48 FOLHA DE AVALIAÇÃO Nome da Instituição: Candido Mendes Título da Monografia: reciclagem de papel Autor: Washington k. Mendonça Barcy Data da entrega: 31/07/2010 Avaliado por: Conceito:

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