Um factor de Desenvolvimento

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1 Instalações Desportivas Um factor de Desenvolvimento Equipamentos Desportivos e o Território Auditório do CMD 24 de Janeiro de 2006 CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Entende-se por Desporto todas as formas de actividades físicas que, através de uma participação organizada ou não, têm por objectivo a expressão ou o melhoramento da condição física e psíquica, o desenvolvimento das relações sociais ou a obtenção de resultados na competição a todos os níveis. 1992

2 DESPORTO Organização do espaço Espaços naturais Organiza o espaço urbano Desenvolvimento económico Financiamento investimentos e recursos para criar e desenvolver práticas Fornece actividades e acontecimentos Identifica níveis de acessibilidade Funções sociais Gestão utilização dos recursos Oferta de bens e serviços mercados do desporto Saúde e melhoria da qualidade de vida Convívio Lazer Bem estar FACTORES DE DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estruturas orgânicas Formação Documentação Instalações e Equipamentos Enquadramento humano (dirigentes e treinadores) Marketing Quadro Normativo Actividades e Projectos Informação Financiamento Gestão

3 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS & DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estudo Planeamento Construção Gestão Análise da situação desportiva Praticantes Instalações Associativismo Estilos de vida Hábitos de lazer INSTALAÇÕES DESPORTIVAS & DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estudo Planeamento Construção Gestão Definição da tipologia de instalações a construir ou reconverter. PDM. Resposta aos diversos sectores, gostos, expectativas, motivações, necessidades. Realismo Vs Utopia

4 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS & DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estudo Planeamento Construção Gestão Projecto adequado Economia Conforto Qualidade INSTALAÇÕES DESPORTIVAS & DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estudo Planeamento Construção Gestão Rentabilização dos recursos Organização de práticas Competições Espectáculos Manutenção de instalações Equilíbrio entre as receitas e as despesas maximizar as receitas controlar e reduzir os custos

5 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS & DESENVOLVIMENTO DO DESPORTO Estudo Planeamento Construção Desenvolvimento Crescimento Gestão SITUAÇÃO ACTUAL PRÁTICA DESPORTIVA Ano do estudo Faixas etárias % Prati Desp. Portugal anos 23% Irlanda anos 64% Holanda 1995 mais de 6 anos 63% Reino Unido 1996 mais de 16 anos 67% Fonte: COMPASS, Project-1999 Sports Participation in Europe

6 SITUAÇÃO ACTUAL: PRÁTICA DESPORTIVA Razões apontadas para praticar desporto 26% 24% 19% Condição Física Lazer Gosto pelo desporto Razões apontadas para NÃO praticar desporto 43% 16% 14% 3% Falta de Tempo Idade Não gostar Falta de local Enquadramento da prática 43% Clubes 36% Privados 15% Espaços Naturais 2% Clubes de empresas Prática NÃO satisfeita 36% Natação Fonte: Salomé Marivoet Hábitos Desportivos da População Portuguesa SITUAÇÃO ACTUAL: PRÁTICA DESPORTIVA Instalações Desportivas 43% 7% São insuficientes Mau estado Modalidades mais praticadas 30% Futebol 11% Natação 8% Atletismo Instalações necessárias 54% 43% 27% Pavilhões e salas de desporto Piscinas Infra-estruturas ao ar livre Fonte: Salomé Marivoet Hábitos Desportivos da População Portuguesa

7 SITUAÇÃO ACTUAL ASSOCIATIVISMO Portugal Grécia Suiça Dinamarca Austria Noruega N.º Habitantes por clube INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Unesco Média Nacional Distrito de Lisboa 4 m 2 /Hab. 2,24 m 2 /Hab. 1,56 m 2 /Hab. SITUAÇÃO ACTUAL INSTALAÇÕES DESPORTIVAS PRÁTICA DESPORTIVA ASSOCIATIVISMO

8 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS - Construção anárquica sem qualquer estudo prévio; - Repetição de tipologias desajustadas às reais necessidades das populações; - Grandes lacunas em contraponto com grandes densidades; - Construções megalómanas em que se investe muito no supérfluo e pouco no essencial. Adm. Central INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Escolas CONSTRUÇÃO E GESTÃO DE Clubes Privados Autarquias

9 Construção e gestão = Avultado investimento Benefícios da prática desportiva Instalações desportivas (ID) Qualidade de vida Optimização da gestão Opções no planeamento Rentabilização económica e social Análise das necessidades Existências Taxas de ocupação Custos de construção e funcionamento Quem financia e em que moldes Plano Director das Instalações Desportivas Naturais e Artificiais (PDIDNA) 1. Diagnóstico estratégico -Levantamento das instituições que facultam a oferta de actividades desportivas (clubes, Escolas, privados, entre outros); Caracterização das instalações desportivas existentes: Tipologia e descrição de materiais, equipamentos e estado de conservação; Dimensão; Proprietário; Entidade gestora; Oferta de serviços; Taxas de ocupação; Custos de funcionamento (quem financia).

10 Plano Director das Instalações Desportivas Naturais e Artificiais (PDIDNA) - Caracterização de outros recursos físicos das instituições; - Caracterização dos praticantes e tipo de prática: Que modalidades praticam, local, frequência e duração; Quem enquadra a sua prática desportiva; Idades e género; Gastos com prática desportiva e bens associados; Local de aquisição dos bens. - Caracterização do enquadramento técnico das actividades: Formação inicial e contínua; Programas seguidos; Idades e género. Plano Director das Instalações Desportivas Naturais e Artificiais (PDIDNA) 2. Caracterização sócio económica: - Análise demográfica; - Caracterização da divisão administrativa e territorial, acessibilidades; - Caracterização das actividades económicas e emprego; - Caracterização das condições atmosféricas. 3. Caracterização dos espaços naturais - Localização; - Descrição; - Acessibilidades

11 Plano Director das Instalações Desportivas Naturais e Artificiais (PDIDNA) 4. Projecção Demográfica; 5. Medidas de intervenção instalações a construir, localização, área de terreno necessária e articulação com os PDM s; 6. Programa de execução - cronograma; 7. Programação financeira (custos e fontes de financiamento); 8. Articulação institucional; 9. Monitorização e avaliação. PDIDNA- Medidas de intervenção Custos de construção, instalação e funcionamento das ID; Financiamento; Políticas de taxação; Área geográfica de influência. Impacto económico Directo e Indirecto Atractividade de actividades e espectadores; Postos de trabalho criados; Fixação de utentes regulares; Gastos dos utentes com a prática desportiva e em bens associados ao desporto. Incentivo à criação/fixação de lojas de desporto ou outro comércio associado; Incentivo ao consumo de bens ligados ao desporto; Atractividade para fixação de pessoas.

12 Inst. Especiais para O espectáculo desportivo Inst. Desportivas especializadas Inst. desportivos de base formativas Inst. desportivos de base recreativas Bairro, aldeia Vila, cidade ou Concelho (população, perspectivas de crescimento, características acessibilidades) No País PDIDNA Concelhio Procedimentos Elaboração (equipa técnica com acompanhamento por gabinete do IDP DR); Integração no PDM; Aprovação Câmara Municipal; Aprovação Assembleia Municipal; Aprovação S.E. Desporto. Ter PDIDNA elaborado e aprovado, condição para: -Construir; - Acesso a financiamento da construção;

13 Licenciamento, construção e funcionamento de Instalações desportivas Elaboração do PDIDNA Aprovação CM, AM e SED Autorização localização à C.C.R. (d.l. 317/97 de 25 de Novembro) Elaboração projecto (equipa pluridisciplinar) Requerimento de licença de construção à CM Construção Conclusão e início de funcionamento Pareceres: EDP, Gás de Portugal, PT, delegação de saúde, CNVD, IDP. Vistoria pelos BV, delegação de saúde, CM e IDP Emissão de alvará de funcionamento (IDP d.l. 317/97 de 25 de Novembro) QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Espaços físicos Arquitectura Acessos e circulação exterior Estacionamento Espaços de circulação interna (público, atletas, técnicos, árbitros, e outros agentes) Instalações para público (bar, bancadas, WC) Comunicação com público, atletas, técnicos, funcionários Instalações de apoio ao pessoal de gestão e manutenção

14 QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Espaços físicos Instalações para a comunicação Social Balneários Instalações de apoio à prática desportiva Áreas de competição Climatização Luminosidade Ruído Sinalética Higiene Segurança QUALIDADE DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Recursos humanos Competência Simpatia Formação Compreensão das necessidades Capacidade de resposta Oferta de produtos e serviços Adequação à procura Diversidade Modernidade Qualidade do apetrechamento e materiais de apoio

15 GESTÃO DE INSTALAÇÕES Detectar as necessidades, gostos e preferências dos segmentos alvo; Encontrar os serviços / actividades que os seduzam e satisfaçam; Comunicar a actividade / serviço; Rentabilizar o processo. Albino Maria 2004 AVALIAÇÃO = INDICADORES DE GESTÃO DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Custos de funcionamento e custo hora (despesa/n.º de horas total de abertura) Custo/m 2 desportivo (despesa/m 2 totais da instalação desportiva) Custo por praticante (despesa/n.º de praticantes) Retorno financeiro (despesa receita) Satisfação do cliente níveis de participação, assiduidade, opinião.

16 Mafra POLÍTICA DESPORTIVA DE BASE DESPORTO PARA TODOS Desenvolvimento da Educação FísicaF Instalações, apetrechamento, projectos e actividades pontuais e regulares. Apoio ao Associativismo Programa de apoio em que se privilegia as actividades de formação (crianças as e idosos), apoia a competição e actividades pontuais. Construção de instalações Criação de uma rede de instalações de base que abranja todo o Concelho. Actualmente temos: 6,78m 2 /hab. Mafra POLÍTICA DESPORTIVA DE BASE DESPORTO PARA TODOS Actividades de promoção desportiva Sensibilização para os benefícios da prática desportiva, criação de programas e actividades especiais (gestão directa das instalações desportivas municipais, actividades de natureza e aventura, idosos, os, famílias). Formação Técnicos e dirigentes. Informação Biblioteca de desporto, produção de manuais, disponibilização de informação diversa.

17 PARQUE DESPORTIVO MUNICIPAL ENG.º MINISTRO DOS SANTOS

18 Parque Desportivo Municipal Eng.º Ministro dos Santos Um passado com história ha Palácio Jardins Italianos com soberbas estátuas, fontes de repuxo, lagos, tanques, bosques, belvedre, duas capelas. Parque Desportivo Municipal Eng.º Ministro dos Santos Pavilhão Piscinas coberta e descoberta Estádio relvado com pista de Atletismo 4 Campos de ténist 2 Polidesportivos Descobertos Circuito de Manutenção Escola infantil de trânsito Bébedromo

19 Parque Desportivo Municipal Eng.º Ministro dos Santos Praticantes vs espectadores Espaço único, vedado - seguro Circulação pedonal ou em comboio Espaços verdes para utilização livre Distribuição espacial dos equipamentos Cultura, História, Ambiente e desporto ESTRATÉGIA DE PRODUTOS Individuais Grupos Escolas Municipais Colectividades Equipas profissionais Escolas Alugueres: Regulares Pontuais

20 COMUNICAÇÃO EXTERNA INTERNA Folhetos Internet Parque Outras IDM Instalações Culturais Postos de turismo Internet Funcionários Reuniões regulares Folhas de serviço Folhas de controlo do serviço Utentes Placares nas ID Pessoalmente técnicos e funcionários RECURSOS HUMANOS Pessoal técnicot Natação 7 Outras modalidades (tp( tp) - 12 Pessoal de gestão e manutenção Coordenação 2 Administração - 5 Limpeza/apoio 20 Vigilância - 7 Manutenção 3 Jardins 6 Motoristas - 4 Total (TI): 54

21 UTILIZAÇÃO Praticantes: Núcleos municipais: Alugueres: Entradas: Visitantes: Mafra UTENTES PROVENIÊNCIA Torres Vedras Sintra Odivelas Loures CONCELHO Outros (Arruda dos Vinhos, S.M. Agraço, Cascais, Lisboa, Amadora) %

22 < 8 anos UTENTES FAIXAS ETÁRIAS 8 12 anos anos anos anos anos anos > 60 anos FAIXAS ETÁRIAS % Citius, Altius, Fortius [1] Desporto Superação, competição e a vitória sobre si mesmo; Proporcionar a democratizad emocratização da participação dos cidadãos no desporto escolha feita livremente, sem imposições nem constrangimentos. [1] Coubertin, Pierre de ; (1951), Ideário Olímpico, ed. INEF doncel, Madrid, 1973.

23 Obrigada Paula Cordas

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