INFLUÊNCIA DE TAREFAS MANUAIS E MECANIZADAS NA AMPLITUDE DOS MOVIMENTOS DO PUNHO E ANTEBRAÇO

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1 Rev. bras. fisiter. Yl. 5 N. I (00 I), Assciaçã Brasileira de Fisiterapia INFLUÊNCIA DE TAREFAS MANUAIS E MECANIZADAS NA AMPLITUDE DOS MOVIMENTOS DO PUNHO E ANTEBRAÇO Lé, J. A. e Cury, H. J. C. G. Departament de Fisiterapia, Prgrama de Pós-graduaçã em Fisiterapia, Universidade Federal de Sã Carls Crrespndência para: Jrge Alfred Lé, Departament de Fisiterapia, Prgrama de Pós-graduaçã em Fisiterapia, Universidade Federal de Sã Carls, C.P. 676, CEP , Sã Carls, SP, Brasil Recebid: 9/0/00- Aceit: 1/06/00 RESUMO O bjetiv deste estud fi analisar a influência da autmatizaçã industrial sbre as amplitudes e freqüência de mviments d punh em trabalhadras de uma empresa multinacinal de material esclar. Os mviments fram registrads pela eletrgnimetria durante trabalh nrmal em três setres cm diferentes níveis de autmatizaçã (manual, semi-autmatizad e autmatizad) da seçã de empactament. Fram analisadas as amplitudes máximas atingidas, a amplitude média e númer de mviments. Os resultads indicam que, independente d nível de autmatizaçã ds psts de trabalh, fram bservadas psturas extremas próximas a limite articular e repetitividade de mviments. Apesar desses resultads gerais, diferenças estatisticamente significativas entre s setres fram bservadas n númer de mviments (p <O, OI). N setr semi-autmatizad númer de mviments fi 66% mair que n setr autmatizad e 33% mair que n manual. Estes resultads sugerem que a autmatizaçã prgressiva ds psts de trabalh nã necessariamente elimina s fatres de risc para as lesões múscul-esqueléticas. Iss é particularmente válid nas situações em que atividades manuais cmplementares sã mantidas u cuja interface hmem-máquina seja puc flexível. Palavras-chave: distúrbis stemusculares relacinads a trabalh, mviments d punh, fatres de risc, eletrgnimetria, autmatizaçã. ABSTRACT The aim f this study was t analyze the influence f prgressive autmatin n amplitudes and frequency f wrist mvements. The flexin, extensin, radial and ulnar deviatin, prnatin and supinatin mvements were recrded by electrgnimeter during a regular shiftwrk. Three industrial packing sectins with different leveis f autmatin (manual, semi-autmated and autmated) in a multinatinal penei! manufacturing were studied. The maximal, minimum and average amplitude were analyzed, as well as, the number f mvements recrded abve 5 threshld. Extreme pstures and repetitin were bserved in ali three sectins studied, hwever, significant differences (p < 0.0 I) were als identified in the frequency f mvements. In the semi-autmated sectin. The frequency f mvements in the semi-autmated sectin was 66% higher than in the autmated sectin and 33% higher than in the manual sectin. These results suggest that autmated prcesses f prductin per si may nt be able t minimize the risk factrs f wrk related musculskeletal disrders. Key wrds: wrk related musculskeletal disrders, risk factrs, wrist mvements, electrgnimeter, prgressive autmatin. INTRODUÇÃO Os distúrbis stemusculares relacinads a trabalh (DORT) agregam um cnjunt de lesões e disfunções que acmetem principalmente s membrs superires e cintura escapular e se caracterizam pr descnfrt, adrmeciment, fraqueza muscular e dr intermitente u persistente (Kremer, I 989). Embra a etilgia dessas lesões ainda seja mtiv de muita discussã, alguns autres afirmam que estas sejam decrrentes da cmbinaçã de váris fatres as quais trabalhadr está expst durante a execuçã de sua atividade cupacinal (Melhrn, 1998; Silverstein et al., 1986; Sjgaard & Sgaard, 1998). Alta repetitividade de mviments, us de frça excessiva e as psturas extremas próximas a limite arti-

2 4 Lé, J. A. e Cury, H. J. C. G. Rev. bras..fisira cular sã cnsiderads s disparadres primáris da lesã (Putz-Andersn, 1988). Ns últims ans fi bservad um aument significativ na incidência das lesões múscul-esqueléticas relacinadas a trabalh ns países industrializads e n Brasil (Gil Cury, 1999). Esse aument bservad nas últimas décadas cincidiu cm as mudanças ns prcesss prdutivs prmvidas pelas empresas a fim de se adequarem às exigências da ecnmia glbalizada e cada vez mais cmpetitiva. Nvas frmas de rganizaçã d trabalh e a adçã de nvas tecnlgias baseadas na infrmatizaçã e autmatizaçã d sistema prdutiv fram incrpradas às empresas. N entant, essas alterações parecem trazer cnseqüências para a saúde d trabalhadr, especialmente a sistema múscul-esquelétic, que é expst a sbrecargas mecânicas. Diante ds diferentes níveis de autmatizaçã presentes ns psts de trabalh dentr das empresas, estud destes ambientes cupacinais se faz necessári para avaliar a influência da autmatizaçã sbre s mviments executads pels trabalhadres. Diante diss, este estud teve pr bjetiv analisar a influência de níveis prgressivs de autmatizaçã sbre s mviments da articulaçã d punh e antebraç registrads pela eletrgnimetria. Fram analisads três setres prdutivs da seçã de empactament de uma indústria multinacinal, cm diferentes níveis de autmatizaçã (manual, semiautmatizad e autmatizad), particularmente quant às amplitudes e à freqüência ds mviments. MÉTODO Indivídus Participaram deste estud quatr indivídus d sex feminin cm idade variand entre 1 e 3 ans, média de 5,5 ans, send tds destrs. Esses indivídus fram selecinads a partir de dis critéris, a saber: nã apresentar história de dr u lesã múscul-esquelética n an precedente à avaliaçã (que fi realizada pr fisiterapeuta treinad); e serem altamente treinads nas atividades de interesse. Apenas dis funcináris preencheram s requisits de treinament para um ds setres de interesse (empactament semi-autmatizad). Prtant, utrs dis funcináris, treinads simultaneamente ns utrs dis setres de interesse (empactament manual e autmatizad), fram selecinads para registr das respectivas atividades. Equipaments e Materiais Para registr das amplitudes de mviment fi utilizad um eletrgniômetr Bimetrics, cmpst de data-igger mdel DL I 00 I, gniômetrs biaxiais mdel XM 75, trsiômetrs uni axial mdel Z I 80, cabs de cnexã C 1000, R I 100 e Syn OI e sftware V3.X para manipulaçã ds gráfics. Além d eletrgniômetr fi utilizad um micrcmputadr Pentium 11 e materiais de cnsum. A Figura I ilustra s cmpnentes d eletrgniômetr Bimetrics. Figura 1. Eletrgniômetr Bimetrics: I - Data-lggers; - Gniômetr XM 75; 3 - Trsiômetr Z 180; 4- Cabs C I 000; 5 -Cab de Sincrnizaçã Syn O I.

3 Vl. 5 N. I, 001 Influência da Autmatizaçã Industrial ns Mviments d Punh 43 Descriçã das Atividades Os registrs das amplitudes de mviments fram realizads durante a execuçã habitual das atividades em três setres cm diferentes níveis de autmatizaçã da seçã de empactament de prduts. a) Setr Manual: neste setr s trabalhadres psicinavam-se em pé em trn de uma mesa, cm divisórias de madeira frmand cmpartiments, nde s prduts estavam armazenads. Nesta mesma mesa havia uma área livre para a dbra e mntagem de caixas e espaç para a clcaçã destas já mntadas. A atividade ds indivídus cnsistia em pegar s materiais ds cmpartiments, agrupá-ls, inserils em caixas de papel e empilhá-las sbre a mesa. Para tal, eles permaneciam em pé, próxims e vltads para a mesa, realizand ampls mviments de flexã e abduçã ds braçs para alcance d material. b) Setr Semi-autmatizad: neste setr a caixa era preenchida pela máquina. Cabia a funcinári apanhar a caixa, psiciná-la em frente à saída da máquina e empilhá-la já cheia, na lateral da mesa. O funcinári trabalhava sentad, cm a máquina a sua frente e realizava mviments de abduçã e flexã d braç para executar as ações descritas. c) Setr Autmatizad: neste setr a caixa era preenchida pela máquina. Cabia a funcinári a retirada das caixas já cheias e fechadas da saída da máquina. O sujeit ficava psicinad em pé em frente a uma mesa próxim à saída da máquina para retirada e empilhament d prdut final. A dbra, a mntagem, enchiment e fechament das caixas eram realizads autmaticamente. Prcediments Os indivídus selecinads fram encaminhads a uma sala fra da linha de prduçã para a clcaçã e calibragem d equipament. Para registrar s mviments de flexã, extensã, desvi radial e ulnar, s gniômetrs (XM 75) fram fixads pr fita de dupla face na regiã drsal d antebraç e mã, de md que centr da articulaçã cincidisse cm centr de rtaçã ds sensres. Os mviments de prnaçã e supinaçã fram registrads pels trsiômetrs (Z 180) que fram fixads na face anterir d antebraç próxim a epicôndil mediai e à prega flexra d punh. Após a fixaçã ds sensres, bilateralmente, equipament era calibrad e s sujeits encaminhads a pst de trabalh d setr esclhid para registr ds dads. Após um períd de refamiliarizaçã n trabalh, s mviments fram registrads pr aprximadamente quatr minuts. A términ desse períd s dads fram transferids ds data-igger a micrcmputadr. O temp de quatr minuts fi estabelecid cm representativ ds events de interesse a partir de bservações prévias, quand fram cnstatads mviments bastante regulares e repetitivs. Já para a análise da freqüência, esse períd fi dividid em subperíds mais administráveis para a análise n sftware. Análise ds Dads Após a transferência ds dads ds data-lggers para micrcmputadr carregad cm sftware V.3X, mviment fi analisad a partir ds gráfics ds valres das amplitudes de mviment, dada em graus CO), em funçã d temp dad em segunds (s). As variáveis analisadas fram as amplitudes máximas, a amplitude média e a freqüência de mviments. A freqüência fi analisada pela cntagem d númer de inversões n sentid d mviment acima de se pel númer de incursões pr faixas de amplitudes. Os dads relativs às amplitudes de mviment fram analisads pr mei da estatística descritiva, calculand-se amplitude máxima, mínima, média e desvi-padrã. RESULTADOS Amplitudes Máximas As Figuras, 3 e 4 mstram, respectivamente, s valres máxims das amplitudes para s plans de mviments da flexã-extensã, desvi radial-ulnar e prn-supinaçã. Cm é pssível bservar na Figura, s maires valres para mviment de flexã fram bservads ns setres autmatizad e semi-autmatizad (59 e 5, respectivamente). Na extensã, as maires amplitudes fram bservadas n setr manual (6r) e autmatizad (50 ). A Figura 3 apresenta s valres das amplitudes máximas para s mviments de desvi radial e desvi ulnar. Para mviment de desvi radial, as maires amplitudes fram bservadas n setr manual (0 ) e autmatizad ( 16 ), enquant para mviment de desvi ulnar, altas amplitudes fram bservadas ns três setres. N setr semiautmatizad a amplitude atingiu 47, n manual, 38 e n setr autmatizad, 34. Ns três setres estudads fi bservad um predmíni d desvi ulnar sbre desvi radial. Os valres das amplitudes máximas para s mviments de prnaçã e supinaçã sã apresentads na Figura 4. Durante a prnaçã, grandes amplitudes fram bservadas ns três setres. O setr semi-autmatizad atingiu 77, manual, 76 e autmatizad, 6. Para a supinaçã, fram bservads valres menres de amplitudes. A mair amplitude fi bservada n setr autmatizad (3 ) e a menr n semi-autmatizad (5 ). Em tds s setres estudads fi bservad predmíni ds mviments em prnaçã a supinaçã.

4 44 Lé, J. A. e Cury, H. J. C. G. Rev. bras..fisita 80 O Flexã 60 59,.E - r--- -,..l1- rl r- r O Extensã Aut Manual Semi Figura. Amplitudes máximas de mviment (ADM) na flexã e extensã r-- D D. radial D D. ulnar r-- V> :J 30-0 <t _1. _ 0 10 r Aut Manual Semi - Figura 3. Amplitudes máximas de mviment (ADM) ns mviments de desvi radial e desvi ulnar _ V> :J 40-7 <t Aut Manual r----,-!j._,l, Semi D Prnaçã O Supinaçã Figura 4. Amplitudes máximas na prnaçã e supinaçã. Amplitudes extremas fram bservadas ns três setres estudads. N setr manual fram bservadas ns mviments de extensã, desvi radial, desvi ulnar e prnaçã. N semi-autmatizad, ns mviments de flexã, desvi ulnar e prnaçã, enquant n autmatizad, ns mviments de flexã, extensã, desvi radial, desvi ulnar e prnaçã. Amplitudes Médias A Figura 5 apresenta s valres das amplitudes médias pr mviment e pr setr. De acrd cm s valres das amplitudes médias mstrads na Figura 5, é pssível bservar que, durante mviment de flexã, s maires valres crreram ns setres autmatizad e semi-autmatizad (!5 para s dis), enquant n setr manual a média bservada fi de I,9. Na extensã a mair média fi bservada n setr anual (14 ). Ns utrs setres s valres fram 4,7 n setr autmatizad e n setr semiautmatizad. Para mviment de desvi radial, as amplitudes médias fram pequenas em tds s setres estudads, enquant para desvi ulnar fram bservads valres elevads, especialmente n setr semi-autmatizad, que bteve 8 de amplitude média.

5 Yl. 5 N. 1, 001 Influência da Autmatizaçã Industrial ns Mviments d Punh 45 "' O Aut Mil Manual s <( 43 semi 10 Figura 5. Amplitudes médias durante a execuçã de tds s mviments ns três setres. Amplitudes médias elevadas em tds s setres também fram bservadas durante a prnaçã, send a mair média registrada n setr semi-autmatizad (43 ). Para a supinaçã fram bservadas pequenas médias ns setres manual e autmatizad (I,5 e 0,9, respectivamente). N setr semi-autmatizad nã crreu mviment de supinaçã. Segund s valres das amplitudes médias bservads, s mviments mais crítics fram a flexã, ns setres autmatizad e semi-autmatizad; a extensã n setr manual; e desvi ulnar e a prnaçã ns três setres estudads, principalmente n setr semi-autmatizad. Númer de Mviments A Figura 6 mstra númer ttal de inversões n sentid d mviment acima de 5 de amplitude pr setr. Cm é pssível bservar na Figura 6, a freqüência de inversões n sentid d mviment durante um minut d temp analisad fi alta ns setres estudads. N entant, mair valr n númer ttal fi btid n setr semi-autmatizad e menr crreu n setr autmatizad. N setr semi-autmatizad númer de inversões fi 66% mair que n setr autmatizad e 37,3% mair que n manual. Cmparand-se s setres manual e autmatizad, bservu-se que valr fi 1% mair n manual Autmatizad Manual Semi Figura 6. Númer médi ttal de mviments pr períd ns três setres. Uma análise detalhada da freqüência pr tip de mviment fi publicada recentemente (Gil Cury et al., 000). DISCUSSÃO Os resultads apresentads mstram que, independente d nível de autmatizaçã ds psts de trabalh, fram bservadas psturas extremas próximas a limite articular e repetitividade de mviments. Mviments extrems de flexã e extensã estã assciads cm tenssinvites ds tendões ds músculs flexres e extensres d punh e deds e Síndrme d Túnel d Carp (Armstrng, 1995; Armstrng & Chaffin, 1979; Phalen, 1966), enquant s desvis radial e ulnar sã

6 46 Lé, J. A. e Cury, H. J. C. G. Rev. bras..fi.ilel: assciads cm a tenssinvite na base d plegar que acmete s tendões ds músculs abdutr lng e extensr curt d plegar, cnhecida cm Dença de De Quérvain (Armstrng, 1995). N antebraç, mviments extrems de prnaçã e supinaçã estã assciads cm a crrência de epicndilite mediai e lateral d ctvel (Armstrng, 1995; Kurppa et al., 1980), e nas atividades que requerem prnaçã acima de 60, cm digitaçã u trabalhs- sbre superfícies hrizntais, Zipp et al. (1983) cnstataram que é exigida uma grande atividade ds músculs prnadr rednd e quadrad. Armstrng & Chaffin ( 1979) prpõem que s valres de 45 para s mviments de flexã e extensã, 9 para desvi radial e 19 para desvi ulnar, devem ser bservads cm limites para s mviments d punh, enquant Ketla et al. ( 1996) sugerem que s mviments d punh nã devem ultrapassar 10 de amplitude pr mais de 1/3 d cicl fundamental. O estud das amplitudes de mviment fi realizad pr mei da análise de duas variáveis: a amplitude máxima atingida e a amplitude média, que permitiu estudar quantitativamente a expsiçã as mviments. Segund s valres de amplitudes-limite prpsts pr Armstrng & Chaffin (1979), s sujeits ds três setres estudads apresentaram psturas extremas. N setr manual, ultrapassaram estes limites s mviments de extensã (67 ), desvi ulnar (38 ) e desvi radial (0 ). N semi-autmatizad s limites fram ultrapassads ns mviments de flexã (5 ) e desvi ulnar (47 ). Já n setr autmatizad s mviments mais crítics fram a flexã (59 ), extensã (50 ), desvi radial ( 16 ) e desvi ulnar (34 ). Para mviment de prnaçã, as amplitudes bservadas também fram altas. Em terms máxims, s três setres ultrapassaram limite de 60 prpst pr Zipp et al. (1983). Enquant setr semi-autmatizad atingiu 77, manual alcançu 76 e autmatizad, 6. Segund critéri prpst pr Ketla et ai. ( 1996), s valres das amplitudes médias btidas em nss estud, bem inferires às máximas, sugerem que pde haver expsiçã a risc ns três setres estudads. N setr manual s mviments de prnaçã (35 ), desvi ulnar (1 ) e extensã (14 ) btiveram valres discretamente acima ds recmendads. N semi-autmatizad superaram a amplitude de 10 pr mais de 1/3 d cicl fundamental na prnaçã, n desvi ulnar e na flexã, enquant n setr autmatizad apenas mviment de prnaçã e flexã fizeram. O term repetitividade tem sid usad para descrever a variaçã da carga múscul-esquelética em funçã d temp e definida quantitativamente cm a freqüência de ações u atividades d trabalh (Hagberg et ai., I 995). Neste estud, a repetitividade fi analisada pela cntagem d númer de inversões n sentid d mviment. A cntagem d númer de inversões n sentid d mviment maires que 5 se mstru eficiente para avaliar a freqüência de mviments realizads durante a atividade cupacinal. Esse métd permitiu a cntagem de pequens deslcaments articulares, mesm s de pequenas amplitudes, que sã imperceptíveis a utrs métds de registrs de psturas. A análise desses micrmviments é imprtante, pis, apesar de apresentar pequena alteraçã na amplitude de mviment, representam imprtantes variações na velcidade, aceleraçã angular e ns grups musculares e estruturas cápsul-ligamentares slicitads. Os resultads referentes a númer de incursões ultrapassaram s valres prpsts pr Bishu et al. (1990) e Hammer (1934) para manipulações/hra. Apesar de númer de inversões nã pder ser cmparad diretamente cm númer de mviments, u pir ainda cm númer de manipulações, s resultads d presente estud indicam que esses setres merecem atençã. Prtant, cnsiderand-se a presença de fatres de risc, a autmatizaçã ds psts de trabalh analisads nã reduziu a expsiçã ds trabalhadres às lesões múscul-esqueléticas. Pr mei da análise da atividade pr uma metdlgia recente, pudems cnstatar a necessidade de nvs estuds para a definiçã de valres-limite para repetitividade e psturas extremas. Cm a intrduçã da eletrgnimetria n camp da análise da atividade, fi pssível bter dads mais preciss sbre valres de ânguls articulares, velcidade e freqüência de mviments. Nvs limites deverã ser sugerids nã apenas para a freqüência de mviments, mas também levand-se em cnta a cmbinaçã ds fatres de risc, pis, durante atividades cupacinais, dificilmente há a presença de um únic fatr de risc. Os resultads d presente estud apntam para fat de que a autmatizaçã prgressiva ds psts de trabalh nã elimina s fatres de risc para as lesões múscul-esqueléticas, especialmente naqueles nde se mantêm atividades cmplementares realizadas manualmente u cuja interface hmem-máquina seja puc flexível. Ainda, dentre s três prcesss analisads, semi-autmatizad mstruse mais crític. Prtant, antes da intrduçã de máquinas e equipaments n prcess prdutiv de uma empresa, sã necessáris estuds sbre as repercussões ns aspects físics e rganizacinais d trabalh e sua relaçã cm trabalhadr, evitand-se assim a cntínua expsiçã destes as fatres de risc cupacinais mesm após a autmatizaçã ds psts de trabalh. AGRADECIMENTOS Este estud fi financiad pela Fapesp (Prc. nll 97/ ), send que um ds autres cntu cm blsa de mestrad da Capes.

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