PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO"

Transcrição

1 PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROPOSTAS DE AULA COLETÁNEA TRABALHOS PRODUZIDOS POR PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO GRUPOS DE REFERÊNCIA 2008

2 PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO Gilberto Kassab Prefeito SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Alexandre Alves Schneider Secretário Célia Regina Guidon Falótico Secretária Adjunta Waldecir Navarrete Pelissoni Chefe de Gabinete DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA Regina Célia Lico Suzuki Diretora Elenita Neli Beber Diretora de Ensino Fundamental e Médio Ailton Carlos Santos, Ana Maria Rodrigues Jordão Massa, Ione Aparecida Cardoso Oliveira, Marco Aurélio Canadas, Maria Virgínia Ortiz de Camargo, Rosa Maria Antunes de Barros Equipe do Ensino Fundamental e Médio Delma Aparecida da Silva, Rosa Peres Soares Equipe Técnica de Apoio da SME/DOT Ensino Fundamental e Médio ASSESSORIA PEDAGÓGICA Maria José Nóbrega (coordenação geral) ASSESSORIA GRUPO DE REFERÊNCIA Antonia Terra - História Celina Fernandes Inglês Claudio Bazzoni Língua Portuguesa Edda Curi Matemática Eliana Pougy Artes Mario Luis Ferrari Nunes Educação Física Sônia Castellar Geografia Sonia Marina Muhringer Ciências Naturais 2008

3 Atividade elaborada pela Prof.ª Maria Emília Grupo de Referência de Ed. Física sob orientação do Prof. Mario L. Ferrari Nunes, assessor SME/DOT Ed. Física. Brincadeiras com cordas Introdução Nós, professores de Educação Física, em reunião de organização curricular para o ano letivo de 2008, apesar de conhecermos grande parte dos alunos, levantamos mais informações a respeito de suas práticas corporais. Constatamos que há grande diversidade cultural na escola e, além disso, que no seu entorno existem diversos espaços para a prática de manifestações da cultura corporal: um clube municipal com trabalho intenso de ginástica olímpica, duas academias de lutas, espaço no canteiro central da avenida próxima à escola para caminhada e uma escola estadual com projeto de esporte aos finais de semana para a comunidade. Verificamos ainda que as crianças matriculadas no primeiro ano do ciclo I, Ens. Fundamental, são, em sua maioria, oriundas da escola de Educação Infantil (EMEI) próxima a nossa unidade (as duas unidades educacionais são separadas apenas por um muro). Estes alunos, conforme diagnosticamos reproduzem certas brincadeiras sem questioná-las, não se reconhecendo como autores e transformadores desta cultura. Revisitando os planos de ensino anteriores, percebemos que a prática de vôlei e futebol, queimada e alerta, assim como algumas brincadeiras de correr estavam se repetindo no currículo de Educação Física para os ciclos I e II do Ensino Fundamental, deixando pouco espaço e tempo de discussão para outras manifestações corporais. Diante de tais constatações, decidimos, até posterior reunião para avaliação, definir as manifestações da cultura corporal a serem estudadas para cada ano dos ciclos. Consideramos as manifestações corporais mapeadas (já citadas), bem como, a turma com a qual cada professor iria desenvolver o trabalho, a possibilidade de maior aceitação de certas atividades por parte dos alunos e as dificuldades/facilidades encontradas por alunos e professores no trato com a temática. Isto posto, a configuração inicial ficou da seguinte forma: 1º e 2º anos - brincadeiras; 3º ano dança; 4º e 5º anos ginástica; 6º ano lutas; 7º e 8º - anos esportes. A saber, o objetivo específico explicitado no Projeto Pedagógico da unidade é o de formar um aluno crítico e participativo quanto à cidadania. Além disso, a comunidade escolar, em comum acordo, estabeleceu para o ano letivo de 2008, a meta de aumentar a participação da família na escola, uma vez que, foi constatada fragilidades na relação família e escola, ou seja, a família mantinhase distante das questões curriculares.

4 Coube a cada professor, a partir desta leitura e interpretação inicial da realidade e das decisões coletivas, elaborar seu plano de ensino. A mim foram atribuídas três turmas de 1º ano, três turmas de 2º ano e duas turmas de 6º ano. Para desempenho de minhas funções procurei desenvolver a ação pedagógica, em todas as turmas de alunos, tomando como referência os pressupostos do projeto pedagógico da escola, os objetivos da área e as expectativas de aprendizagem para a área da Educação Física presentes no referido documento, fundamentando-me nas orientações curriculares de SME. Em conformidade com as observações acima anunciadas, relatarei, para efeito de divulgação, o trabalho desenvolvido com a turma do 1º ano A, ciclo I. Crianças na faixa etária de seis e sete anos que, pela primeira vez, estão tendo as aulas do componente curricular ministradas por professora especialista. Levando em conta que para ensinar é necessário conhecer o aluno e a realidade que o cerca, antes de iniciar o planejamento da ação pedagógica atentei para as seguintes questões: Quanto à meta da escola: inverter a proposta traria melhores resultados, ou seja, não seria melhor tentar aproximar a escola da família? Neste sentido, como me aproximar das famílias de meus alunos de 1 ano? Quanto ao trabalho a ser realizado nas aulas: quem são essas crianças? O que gostam? Do que brincam? Com quem brincam? Onde vivem? Com quem vivem? Como chegam à escola? Na seqüência, selecionei os objetivos específicos e organizei as atividades de ensino para alcance das expectativas de aprendizagem almejadas para a turma no período letivo. Expectativas de aprendizagem - Ouvir com atenção crescente os comentários do professor e dos colegas - Comentar de forma cada vez mais pertinente os temas propostos pelo professor - Dominar alguns procedimentos para participar de uma conversa, como esperar a vez para falar - Adotar posturas de cuidado e respeito pelo outro durante a vivência das brincadeiras. - Explicar e demonstrar corporalmente as brincadeiras vivenciadas no contexto familiar - Adaptar as manifestações e produções culturais vivenciadas no contexto familiar às condições do grupo, espaço e materiais. - Após a vivência, argumentar buscando solucionar as dificuldades pessoais decorrentes. - Identificar as principais características das brincadeiras vivenciadas - Reconhecer semelhanças e diferenças entre as manifestações e produções culturais apresentadas pelos colegas e aqueles pertencentes ao seu patrimônio cultural familiar

5 - Descrever oralmente as sensações e sentimentos advindos da vivência - Elaborar registros acerca das manifestações estudadas e organizar cronologicamente as etapas e produções dos processos vivenciados, em forma de relato oral ou outro. Ano 1º ano - Ensino Fundamental Tempo estimado 22 aulas Material necessário Cordas de diversos tipos e tamanhos Papel, caneta, canetão, giz Tesoura, folhas de sulfite, cola Aparelho de DVD, TV, vídeo sobre Rope Skipping Máquina fotográfica, data show, telão Desenvolvimento das atividades 1ª etapa: avaliação diagnóstica (mapeamento) a respeito dos saberes dos alunos alusivos ao patrimônio cultural corporal familiar. Parti da hipótese de que os alunos reproduziam certas práticas corporais e não consideravam a possibilidade de criar novas brincadeiras ou modificar as já conhecidas. Por conta disso, na roda de conversa levantei os conhecimentos dos alunos. Fiz, inicialmente, as seguintes questões: qual é a sua brincadeira preferida? Quem te ensinou essa brincadeira? Com quem você brinca? A roda de conversa tem sido a estratégia utilizada para dialogarmos com as crianças. Elas são realizadas na sala de aula e nos espaços externos. Levase um tempo considerável para organizar a discussão e os questionamentos, pois, as crianças falam todas de uma só vez e não procuram ouvir o que os outros falam. Minha intervenção foi no sentido de fazê-las compreender que todos têm direito de dar a sua opinião, mas tem que ser um de cada vez. Combinamos que é preciso levantar a mão e aguardar para garantir a vez de falar. Não tem sido fácil, mas, já observei que manter essa rotina, de lembrar os combinados e fazer a roda, minimiza as dificuldades.

6 Constatei que as crianças conhecem algumas brincadeiras, mas encontram dificuldade para relatar verbalmente, parece faltar vocabulário. Nestas ocasiões, pergunto à turma quem gostaria de colaborar com o amigo e completar a informação e/ou explicação. Às vezes, dão nomes diferentes para a mesma brincadeira. De qualquer forma, ao vivenciarem as brincadeiras socializadas, o grupo começa a compreender melhor as diferentes formas de brincar, é por isso que, na maioria das vezes, a roda de conversa desencadeia experiências práticas, como também novos questionamentos. Tencionando conhecer as famílias e inferir acerca da disponibilidade dos adultos em brincar e/ou conversar com as crianças solicitei as seguintes tarefas para casa: 1) pergunte a um adulto que mora com você qual brincadeira ele mais gostava quando criança. 2) entreguei uma corda para algumas crianças para que elas brincassem com alguém da família e depois contassem a atividade para a turma da classe. A brincadeira com corda foi citada por algumas crianças na roda de conversa e por tratar-se de material acessível serviu de elemento integrador para a atividade a ser realizada em casa pela criança e sua família. No término da aula, no portão da escola, me apresentei para algumas mães e questionei sobre: as lembranças das aulas de Educação Física; a avaliação sobre as aulas que os filhos estavam tendo e as brincadeiras que elas mais gostavam quando crianças. Pelos comentários, as lembranças das aulas de Educação Física remeteram a alguns jogos com bola (futebol e voleibol); a avaliação das aulas dos filhos, por diferentes motivos, foi positiva e as brincadeiras citadas foram: bola, corda, corrida, amarelinha. Na agenda dos alunos colei (já havia digitado e recortado) o seguinte comunicado aos responsáveis Este ano seu(a) filho(a) está tendo 2 aulas de Ed. Física com a prof. Maria Emilia. Estamos estudando e vivenciando algumas brincadeiras. Contando com a sua colaboração gostaria de saber qual era sua brincadeira preferida e peço para você ensinar esta brincadeira ao seu filho durante esta semana. Obrigado 2ª etapa: brincando e aprendendo. Como já afirmamos, deliberamos momentos onde foi possível ouvir as crianças (roda de conversa) e as famílias (por meio dos filhos, bilhete, pessoalmente) a respeito de suas representações sobre Educação Física e brincadeiras. As questões discutidas proporcionaram a elaboração de uma lista de brincadeiras. Esta lista foi escrita na lousa pela professora e ditada pelos alunos. Escrevi este texto também no papel pardo para marcarmos as brincadeiras representativas dessa comunidade. A oferta da corda para a interação e vivência com a família implicou em muitas conversas a respeito das brincadeiras com corda. Organizei e registrei na lousa, em sala de aula, uma segunda lista, constando as

7 brincadeiras com cordas que as crianças conheciam (não era necessário saber executar). Em seguida, questionei: quem tem corda em casa e pode trazer para nossas brincadeiras com corda aqui na escola? Quem conhece alguém que gosta e que sabe um jeito diferente de brincar de corda? Quais as sensações experimentadas ao brincar com a corda em casa e aqui na escola? Quem inventou as brincadeiras com corda? Podemos criar brincadeiras com cordas? Abaixo, segue algumas falas das crianças extraídas das aulas durante esta etapa do trabalho: - a Giovana sugeriu e apresentou para a turma a brincadeira cobrinha; - o Brian corda dupla e o Mateus Soares - aumenta-aumenta; abaixaabaixa - Giovana eu não sei quem inventou as brincadeiras, mas sei que foi Santos Dumont quem inventou o avião - Mateus alguém muito inteligente foi um adulto quem inventou - Bryan - algumas vezes demorava muito para chegar a minha vez e é chato. Mateus senti dor porque eu pulava alto. Constatei que manter uma rotina na organização das atividades de ensino facilita a aprendizagem dos alunos, da mesma forma, estabelecer um processo onde o aluno possa intercambiar seu conhecimento estimula o desenvolvimento na criança da capacidade de compreensão e reorganização significativa da experiência vivida. Desta forma, a cada início de aula retomei oralmente com as crianças as atividades já realizadas. Tornou-se um procedimento rotineiro, chegar à sala de aula, e perguntar para os alunos a respeito: do tema que estávamos estudando, da sequência didática (etapas do trabalho), das aprendizagens alcançadas, das dificuldades superadas (ou não), da possibilidade de criar e/ou modificar as brincadeiras com cordas etc. Esta conversa inicial situava os alunos em relação ao trabalho já realizado e, em certa medida, garantia os questionamentos e encaminhamentos para aprofundamento do tema. Após a retomada das ações desenvolvidas, as crianças tinham a oportunidade de contar sobre suas experiências com as brincadeiras com cordas, demonstravam corporalmente, explicavam as regras, contavam como tinham aprendido ou modificado a brincadeira e convidavam os amigos para a vivência. Um por vez e, respeitando a fala do amigo, o relato da brincadeira que eles já conheciam ou que aprenderam em casa por conta das tarefas propostas antecedia a vivência prática. Eram, ainda, incentivados a adaptar as brincadeiras ao grupo e aos diferentes espaços e criar outras possibilidades de execução. Como resultado, cada aluno que inventava uma brincadeira mostrava para a turma e todos tentavam desenvolver a proposta original. É fato que os alunos sentiam-se valorizados quando podiam mostrar para os colegas as suas produções.

8 Foi ficando cada vez mais perceptível a segurança das crianças ao se colocarem diante do grupo para falarem de suas brincadeiras, aprendizagens e invenções. Contudo, a partir das queixas das crianças e de minhas intervenções os alunos foram percebendo a necessidade de uma reorganização das atividades e de mudança de comportamento de alguns colegas. Com o desenvolvimento do trabalho, avaliei que as crianças passaram a respeitarse mais e cuidar do material usado nas aulas. As atividades eram realizadas ora em pequenos grupos, ora no grupo maior. Algumas vezes com a corda grande, outras com cordas individuais. Numa das primeiras aulas usei apenas uma corda grande e trabalhei com todos alunos na mesma atividade. O tempo de espera foi grande. Automaticamente eles se colocaram em fila o que dificultou ouvir as explicações e encaminhar algumas propostas. Observei que alguns grupos não conseguiam organizar a atividade, vários conflitos surgiram, por exemplo: os alunos ficavam muito próximos da corda ou do colega que ia iniciar a brincadeira; brigavam na fila; não combinavam as regras antes e outros. Verifiquei que uma ou outra criança não arriscava, ficava com medo e ia passando para o final da fila, sempre cedendo a vez. Outras crianças não aproveitavam muito, pois quando chegava a sua vez, errava e já tinha que dar a vez para o outro. Minha intervenção se deu perguntando se era possível mudar a regra de quem errar sai e se era possível ter mais chances para pular. Os alunos acordaram que todos teriam três chances para pular quando chegasse sua vez. Procurei atuar de forma a fazer o grupo ou a criança reconhecer as dificuldades enfrentadas e pensar em como superar. Exemplo, para um grupo que estava com as cordas individuais e não conseguiam pular perguntei qual seria o motivo do fracasso. As crianças reconheceram que a corda era grande e acabaram dando algumas sugestões para resolver este problema (dobrar a corda, dar um nó). Recomendei que experimentassem novamente e eles puderam perceber que ficou mais fácil. Sugeri ainda que, caso fosse necessário, poderiam criar novos jeitos de brincar com a corda. Alguns registros realizados nesta etapa: a Íris propôs que todos entrassem com a corda batendo; - brincadeiras inventadas ; pião ser humano, corrida de corda, corda cega, entra, pula 3 vezes e sai. Pude perceber o quanto as crianças iam, pouco a pouco, dominando os procedimentos de participação na conversa e compreendendo o processo vivido na busca de conhecer mais sobre as brincadeiras com cordas. Quando íamos para o pátio ou para a quadra desenvolver as atividades práticas, já tínhamos combinado os procedimentos, embora, muitas vezes fosse necessário parar e discutir ou rever certas questões. Assim, foi durante a vivência que um grupo optou por experimentar uma brincadeira que não tinha surgido na roda de conversa. Na quadra, vislumbraram a possibilidade

9 de usar a corda para escalar o alambrado. Pediram minha ajuda para amarrar a corda num ponto alto e se envolveram muito nesta atividade. Ao discutirmos em grupo, essa nova brincadeira inventada as outras crianças começaram a pensar no uso da corda não somente para pular, mas para outras brincadeiras. Desta forma, surgiu a idéia de fazer um balanço em cada trave do gol. Utilizei-me mais uma vez da estratégia da roda de conversa para que o grupo pudesse rever a lista de brincadeiras com cordas e então incluir a escalada e o balanço. Acredito que escrever sobre nossas ações é uma oportunidade de refletir sobre elas. Foi com este objetivo e também tencionando avaliar a produção escrita e a capacidade dos alunos de recuperar cronologicamente as atividades vivenciadas, que solicitei, em determinada data, o registro das atividades por escrito ou em forma de desenhos. Orientei também que escrevesse, na folha de sulfite individual, qual o sentimento advindo da vivência da brincadeira registrada. De forma geral os alunos conseguiram comunicar suas aprendizagens pelos desenhos e pela escrita. Alguns não escreveram de forma alfabética o que me levou a solicitar também a leitura das palavras. Ao tratar o tema na sala de aula, além da linguagem escrita e pictórica, exibi e promovi a discussão a respeito de um vídeo sobre rope skipping com o objetivo de aprofundar e ampliar o estudo. Este vídeo traz diversas formas de pular corda e apresenta esta atividade em competições individuais e em grupos. Antes, porém, do início do filme, apresentei o teor do mesmo, comentei com os alunos que o filme apresentava uma brincadeira de criança utilizada para treinar e deixar as pessoas fortes. Também levantei alguns questionamentos, entre eles, brincadeira de corda é coisa só de criança? Expliquei ainda que era necessário prestar atenção no filme e observar as formas de utilizar a corda e os personagens do filme (crianças?, adultos?, homens?, mulheres?) Durante esta atividade surgiram os comentários das crianças que foram devolvidos em forma de novos questionamentos. As crianças reconheciam algumas formas de pular corda. Entusiasmaram-se quando duas ou três pessoas pulavam cordas juntas e faziam movimentos coreografados. Perguntei se elas queriam experimentar as formas apresentadas, quais as diferenças com o que elas já estavam fazendo, e quem eram as pessoas do filme (somente crianças?). Ao assistir os vídeos, as crianças identificaram e avaliaram certas práticas. Também observaram crianças e jovens no vídeo. As crianças assim se pronunciaram nesta etapa do trabalho: - adulto também pula corda - podemos até fazer uma competição com cordas - minha irmã também sabe pular corda dupla A irmã do João Bruno, Jéssica, veio conversar com as crianças e mostrar como pular corda dupla. Ela não conseguiu, faltou alguém que também

10 soubesse bater a corda. De qualquer forma, foi muito bem recebida pelas crianças. Dando seqüência, ao trabalho utilizando diferentes linguagens, apresentei, na roda de curiosidades, uma história em quadrinhos da Turma da Mônica brincadeiras com corda (pesquisei na Internet) com a finalidade de ampliar o repertório das crianças a cerca da manifestação corporal estudada para que elas possam comentar de forma cada vez mais pertinente os temas propostos pelo professor. As crianças, mesmo sem saber ler, leram o texto da história da Mônica. Observando o entusiasmo dos alunos ao lerem a história, avaliei que seria uma oportunidade interessante para eles entenderem que, muitas vezes, os textos são escritos e reescritos a partir de uma experiência. Acreditei também ser momento oportuno de levar as crianças a constatarem suas produções culturais. Então, mais uma vez, retomamos oralmente o processo vivido nas aulas e em seguida questionei: é possível escrever a história das brincadeiras das aulas de Educação Física? Vocês conseguem lembrar-se das brincadeiras que vocês inventaram? Eles disseram que sim e então perguntei como iríamos organizar o relato. Sugeriram que eles iam criar a história e eu iria escrever na lousa. 3ª etapa: finalizando o trabalho Desde a primeira conversa com as crianças decidimos que iríamos registrar e socializar o produto de nosso estudo. Aliás, durante todo o processo vivido, registramos e fotografamos as atividades. Os alunos, inicialmente, acharam estranho o fato de a professora escrever e tirar foto a todo o momento. Repeti várias vezes que eu estava organizando o trabalho final. Até para minimizar a curiosidade e ansiedade das crianças, em uma das aulas, as fotos tiradas durante as atividades realizadas foram apresentadas, no telão, na sala de informática. As crianças não se conteram. Foram apontando e falando os nomes dos colegas, identificando a brincadeira, lembrando de fatos ocorridos e pedindo para irmos para a quadra e fazer tudo novamente. Da minha parte, mediei essa interação com as imagens de forma a promover a reflexão das crianças acerca de questões relevantes deste trabalho. Avaliei que grande parte dos alunos entendeu que ao modificar ou sugerir novas formas de brincar com corda estão inventando brincadeiras, logo, produzindo cultura. Na continuidade, expliquei o que era uma legenda, sua finalidade e como inserir a legenda nas fotos. Reiterei que a legenda ajudará a lembrar dos detalhes sempre que olharmos para a foto. No final desta aula, na sala de informática, ficou decidido que nos envolveríamos com a organização das fotos e construção das legendas. Não foi possível, infelizmente, desenvolver esta atividade usando os computadores. Exibi novamente as fotos (desta vez na sala de vídeo) e fui registrando as falas das crianças para a construção da legenda em meu diário. De qualquer forma, podemos dizer que o produto final foi

11 concretizado, porém não foi socializado com as famílias e outros alunos da escola, como planejado inicialmente. Comentários (professora ) Durante o desenvolvimento deste trabalho com as crianças, vivi situações de grande ternura e alegria e, sem sombra de dúvidas, momentos de interação pessoal e muita aprendizagem. Um ponto que considero importante é o quanto as crianças trazem de informação sobre a cultura corporal de movimento. Dizer que nossas crianças não brincam e tão pouco se interessam por brincadeiras ditas tradicionais é no mínimo questionável. Talvez o desinteresse e a falta de informação não seja igualmente para todas as crianças desta cidade. Pude perceber que os alunos, do 1º ano da escola onde atuo como professora, se envolveram muito nas atividades com cordas e que, a partir da interação com outras crianças e com a família, puderam ampliar seus saberes iniciais, transformá-los e criar novas formas de brincar. Hoje, refletindo a respeito do trabalho realizado, recordo-me muito pouco das dificuldades enfrentadas. Entretanto, reconheço que o processo de ensino e aprendizagem é bastante complexo. Ainda reitero que nem sempre encontramos condições ideais de trabalho, que planejar a ação didática é imprescindível e que é preciso ter clareza quanto aos objetivos pedagógicos. Finalmente, avalio que os conflitos são minimizados na medida em que há o compromisso do trabalho coletivo e do dialogo com os alunos e com as suas famílias. Comentários (assessor). O trabalho relatado contribui de forma significativa para enfrentarmos alguns dos problemas presentes na rede municipal de São Paulo. Além da efetivação de uma nova proposta curricular, a professora Maria Emília deparou-se com outra novidade : o primeiro ano do Fundamental, agora com nove anos de escolarização. O resultado, como podemos observar, não poderia ser mais favorável. Vários aspectos da sua prática educativa merecem destaque. Primeiro, a participação do coletivo de professores na construção da proposta curricular. Fator que denuncia outra possibilidade de se fazer escola. As análises presentes nas teorias educacionais atuais referentes à seleção de conteúdos têm sido pontuais em afirmar a importância da articulação entre saberes acadêmicos e saberes extraídos da cultura social. Na teorização atual, advoga-se que a aprendizagem será dificultada, ou muitas vezes não ocorrerá, se este processo não for realizado. Neste relato, não há qualquer indício de que os saberes acadêmicos sobredeterminaram a composição do processo ensinoaprendizagem. Pelo contrário, o que notamos é que o grupo de professores, na atribuição de suas funções pedagógicas, definiu os objetivos da área e as expectativas de aprendizagem a partir da articulação entre as intenções da escola expressa no PP os saberes e as características dos alunos e da

12 comunidade e a possibilidade de tematizar as manifestações da cultura corporal recorrentes. Além disso, as mediações descritas partiram das falas e questionamentos das crianças. Segundo, o cuidado em conduzir as aulas mediante as possibilidades cognoscentes dos alunos. Ajustando as situações às demandas do grupo, a professora Maria Emília propiciou diversas situações de ensino e de aprendizagem entre eles, favorecendo a construção da aula como espaço coletivo de forma democrática e participativa. Sem dúvida, isso foi relevante para a formação dessas crianças. Em terceiro, focalizo a atenção para com os registros das aulas. Nota-se que a docente mantém uma prática sistemática que favorece a observação do processo. Diante dos seus documentos, a professora efetua uma avaliação permanente que possibilita reorganizar as ações didáticas a fim de favorecer o alcance das expectativas de aprendizagem selecionadas. O resultado, sem dúvida, foi gratificante para as crianças, para as família, para a professora e para a Educação Física. Referência Bibliográfica: Neira, M. e Nunes, M.. Pedagogia da Cultura Corporal. São Paulo: Phorte, Neira, M. e Nunes, M.L.F. Pedagogia da cultura corporal: motricidade, cultura e linguagem In: Neira, M. G. Ensino de Educação Física. São Paulo: Thonsom Learning, SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II: caderno de orientação didática de Educação Física / Secretaria Municipal de Educação. São Paulo: SME / DOT, SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino Fundamental: ciclo II: Educação Física / Secretaria Municipal de Educação. São Paulo: SME/DOT,

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE...

NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... NO MEU BAIRRO SE BRINCA DE... Cintia Cristina de Castro Mello EMEF Alberto Santos Dummont RESUMO Este relato apresenta o trabalho desenvolvido no EMEF Alberto Santos Dumont, com as turmas 1ª e 3ª séries

Leia mais

TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal.

TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal. TEMATIZANDO HANDEBOL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Handebol; Educação Física Escolar; Cultura Corporal. André Jonatas Barbosa EMEF Gal. Júlio Marcondes Salgado Resumo Este trabalho tem por objetivo relatar

Leia mais

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II Jackson Rodrigues Cordeiro 1, Cíntia Silva de Oliveira 2, Silas Queiroz de Souza 3, Marcelo

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

Projeto Brincadeiras tradicionais

Projeto Brincadeiras tradicionais Projeto Brincadeiras tradicionais E. E. Dr Luis Arrôbas Martins Sala 4-1ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Cristiane Moreno Nascimento Tatiane Cecília da Silva Nardi Realização: Foco Possibilitar

Leia mais

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma.

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma. Projeto Nome Próprio http://pixabay.com/pt/cubo-de-madeira-letras-abc-cubo-491720/ Público alvo: Educação Infantil 2 e 3 anos Disciplina: Linguagem oral e escrita Duração: Aproximadamente um mês. O tempo

Leia mais

CANTIGAS DE RODA, RODAS CANTADAS E BRINCADEIRAS EM RODA: UMA ESCRITA COM DIFERENTES AUTORES(AS)

CANTIGAS DE RODA, RODAS CANTADAS E BRINCADEIRAS EM RODA: UMA ESCRITA COM DIFERENTES AUTORES(AS) CANTIGAS DE RODA, RODAS CANTADAS E BRINCADEIRAS EM RODA: UMA ESCRITA COM DIFERENTES AUTORES(AS) Everton Arruda Irias E.P.G. Paulo Freire O desenvolvimento deste trabalho aconteceu no primeiro semestre

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC 1. Dados do Município ou GERED a) Município: FLORIANÓPOLIS b)município/gered: SECRETARIA MUNICIPAL RELATÓRIO

Leia mais

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA

PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PLANO DE AÇÃO OFICINA DE SENSIBILIZAÇÃO DOS PROFESSORES SOBRE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA PROPOSTA DE AÇÃO Sensibilizar os professores sobre a importância de incentivar seus alunos a participarem do Concurso

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE

A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE A Importância do brincar nas aulas de Educação Física MARCELO LEITE RESUMO Este texto é uma reflexão sobre o brincar nas aulas de educação física escolar do primeiro e segundo ciclo do ensino fundamental,

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Letramento: Um ano de histórias

Letramento: Um ano de histórias 1 Letramento: Um ano de histórias Joyce Morais Pianchão 1 RESUMO Ensinar a ler e escrever é a meta principal da escola. E para que todos exerçam seus direitos, exercendo com dignidade a sua cidadania na

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 No ano de 2009 o Departamento de Educação Fundamental, tem como meta alfabetizar 100% das crianças dos anos iniciais

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Carine Almeida Silva noletocarine@gmail.com

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Carine Almeida Silva noletocarine@gmail.com 1 ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Carine Almeida Silva noletocarine@gmail.com RESUMO Este trabalho apresenta um relato de experiência ao realizar as atividades propostas no curso Alfabetização

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO

ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO ESTRATÉGIAS DE DOCUMENTAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO DE CASO Eixo Temático 2 - Pesquisa e Práticas Educacionais Autora: Beatriz de Oliveira Abuchaim Orientadora: Maria Malta

Leia mais

Projeto - Mães empreendedoras: Minha mãe, nossas mães

Projeto - Mães empreendedoras: Minha mãe, nossas mães Projeto - Mães empreendedoras: Minha mãe, nossas mães A proposta a seguir refere-se a um Projeto Didático (PD) elaborado para trabalhar com as crianças do 1º e 2º períodos da Educação Infantil (4 e 5 anos

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens

Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos. Quem sou eu? Dinâmica de Apresentação para Grupo de Jovens Disponível no site Esoterikha.com: http://bit.ly/dinamicas-para-jovens Dinâmicas para Jovens - Brincadeiras para Jovens Atividades para grupos As dinâmicas de grupo já fazem parte do cotidiano empresarial,

Leia mais

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 DISSERTATIVA - 13 Magali, 07 anos de idade, iniciará sua vida escolar. Seus familiares compareceram

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto. Público Alvo: 3ª Fase

Leia mais

dicas para usar o celular nas aulas

dicas para usar o celular nas aulas E-book 11 dicas para usar o celular nas aulas Sugestões de atividades com os aplicativos mais básicos e simples de um aparelho Por Talita Moretto É permitido compartilhar e adaptar este material, desde

Leia mais

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento

LIVRO DO PROFESSOR LIBRAS 1 O ANO 35. Espaços da escola. Encaminhamento Atividade 9 Espaços da escola Encaminhamento Leve os alunos para conhecer os espaços da escola: sala de leitura, informática, refeitório, quadra de futebol, parque, etc. Peça para os alunos registrarem

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA. Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br A EVOLUÇÃO DO DESENHO DA CRIANÇA Marília Santarosa Feltrin 1 - ma_feltrin@yahoo.com.br Resumo: o presente trabalho cujo tema é a Evolução do desenho da criança teve por objetivo identificar o processo

Leia mais

Conhecendo o futebol!

Conhecendo o futebol! Conhecendo o futebol! Jacqueline Cristina Jesus Martins E.E. Alcides da Costa Vidigal Todos os anos, na Escola Estadual Alcides da Costa Vidigal, antes do início do ano letivo, os professores, a coordenação

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos - Professor

Plano de Trabalho com Projetos - Professor PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos - Professor 1. Identificação Escola Municipal de Ensino Fundamental Anna Töwe

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 369 PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Jorge Leonardo Garcia (Uni-FACEF) Sílvia Regina Viel Rodrigues (Uni-FACEF) O Ensino da Matemática Hoje As aulas típicas

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Palavras-Chave: PIBID. Educação Física Escolar. Jogos e Brincadeiras.

Palavras-Chave: PIBID. Educação Física Escolar. Jogos e Brincadeiras. TEMATIZANDO JOGOS E BRINCADEIRAS NO ÂMBITO DO PIBID: A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NUMA PERSPECTIVA CULTURAL Sirlânia Souza Pereira Keilane de Souza Pereira Luís Gabriel Souza Oliveira Glaurea Nádia Borges

Leia mais

GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Giancarla Giovanelli de Camargo 1 RESUMO A publicação do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,em 1998,

Leia mais

Pesquisas e seminários Como fazer?

Pesquisas e seminários Como fazer? +++ + COLÉGIO DOS SANTOS ANJOS Avenida Iraí, 1330 - Planalto Paulista - Telefax: 5055.0744 04082-003 - São Paulo - e-mail: colsantosanjos@colegiosantosanjos.g12.br Site: www.colegiosantosanjos.g12.br Q

Leia mais

A DIVERSIDADE NA ESCOLA

A DIVERSIDADE NA ESCOLA Tema: A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS. A DIVERSIDADE NA ESCOLA Quando entrei numa escola, na 1ª série, aos 6 anos, tinha uma alegria verdadeira com a visão perfeita, não sabia ler nem escrever, mas

Leia mais

MEMORIAL REFLEXIVO. Ana Teresa Scanfella Fabrícia Cristina Paulo Karina Teodoro Renata Pierini Ramos

MEMORIAL REFLEXIVO. Ana Teresa Scanfella Fabrícia Cristina Paulo Karina Teodoro Renata Pierini Ramos MEMORIAL REFLEXIVO Indisciplina: tema tratado/discutido pela comunidade escolar em um espaço virtual (blog) desenvolvido pelas formadoras de uma escola na periferia do município de São Carlos. Ana Teresa

Leia mais

REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA

REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA PROPÓSITOS DA REUNIÃO Apresentar o trabalho que será realizado no decorrer do ano letivo, em cada área do conhecimento. Compartilhar

Leia mais

Tematizando as lutas dos desenhos animados: uma leitura critica através da abordagem cultural

Tematizando as lutas dos desenhos animados: uma leitura critica através da abordagem cultural Tematizando as lutas dos desenhos animados: uma leitura critica através da abordagem cultural Professora de Educação Física Efetiva do Município de São Paulo Especialista em Pedagogia do Movimento pela

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos

Plano de Trabalho com Projetos PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos 1. Identificação: Escola Municipal de Ensino Fundamental Renato Pradi Professora:

Leia mais

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO Projeto Escola e família: construindo novos caminhos ELIZÂNGELA. S. VIEIRA COORDENADORA DE PROJETOS EDUCACIONAIS

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS Thyanna Silva dos Passos (Graduada/UFRB) Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar a formação de professores e sua atuação na sala

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ESCOLA DE FORMAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - EFETI PROJETO SEMESTRAL. EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS ESCOLA DE FORMAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - EFETI PROJETO SEMESTRAL. EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá EMEF Prof.ª Ignêz Sagula Fossá NOME DO PROFESSOR: Andréia Roque Vizinho Gonçalves EIXO : M.E.L. ATELIÊ: Brincadeiras de Rua SEMESTRE: Primeiro ANO: 2013 Tema do Projeto: Brincadeiras de Rua Nome do Projeto:

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

2. Laboratório: uso do avental, organização e relatório 3. Tarefas. 1. Avaliação da Semana de Geociências e Meio Ambiente 2.

2. Laboratório: uso do avental, organização e relatório 3. Tarefas. 1. Avaliação da Semana de Geociências e Meio Ambiente 2. PIC VERSÃO PARA O PROFESSOR Produção Integrada ao Conteúdo 6. o ano Ensino Fundamental Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências A nota da PIC é a média entre a nota de tarefa (avaliação do conjunto

Leia mais

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal

Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio. Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal Educação Infantil - Ensino Fundamental - Ensino Médio Atividade: Reflexão sobre Amadurecimento e Relacionamento Interpessoal Público: Oitavos anos Data: 25/5/2012 181 Dentro deste tema, foi escolhida para

Leia mais

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL.

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. Carmem Regina Calegari Cunha E. M. de Educação Infantil Prof Edna Aparecida de Oliveira - UDI Resumo Trabalho

Leia mais

MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA

MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA MAQUETE: RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA SANTOS, Jéssica Paula. UFG/REGIONAL/CATALÃO jessica-g-ts@hotmail.com SANTOS, Marina da Silva. UFG/REGIONAL/CATALÃO marinaavlis@hotmail.com Orientador: Dr.ª

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER

MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER MATEMÁTICA: É PRECISO LER, ESCREVER E SE ENVOLVER Nilton Cezar Ferreira 1 Por mais de dois séculos já se faz reformas curriculares no Brasil, no entanto nenhuma dessas reformas conseguiu mudar de forma

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências Humanas Componente Curricular: Geografia

Leia mais

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Bianca das Neves Silva Professora da rede municipal de Jundiaí Profa. Dra. Luciene Farias de Melo Coord. do Curso de Educação Física da Faculdade

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Nossas Brincadeiras E.E. Alcides da Costa Vidigal Profa. Jacqueline Cristina Jesus Martins

Nossas Brincadeiras E.E. Alcides da Costa Vidigal Profa. Jacqueline Cristina Jesus Martins Nossas Brincadeiras E.E. Alcides da Costa Vidigal Profa. Jacqueline Cristina Jesus Martins Na Escola Estadual Alcides da Costa Vidigal, antes do início do ano letivo, durante as reuniões de planejamento,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA I. Dados de Identificação: Escola:Escola Estadual Arthur Damé Professor (a): Professora supervisora do Pibid:

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

Pedagogia. Comunicação matemática e resolução de problemas. PCNs, RCNEI e a resolução de problemas. Comunicação matemática

Pedagogia. Comunicação matemática e resolução de problemas. PCNs, RCNEI e a resolução de problemas. Comunicação matemática Pedagogia Profa. Luciana Miyuki Sado Utsumi Comunicação matemática e resolução de problemas PCNs, RCNEI e a resolução de problemas Consideram aspectos fundamentais, como: As preocupações acerca do ensino

Leia mais

Como aconteceu essa escuta?

Como aconteceu essa escuta? No mês de aniversário do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, nada melhor que ouvir o que acham as crianças sobre a atuação em Educação Integral realizada pela Fundação Gol de Letra!! Conheça um

Leia mais

ATIVIDADES PERMANENTES PARA APRENDER MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ATIVIDADES PERMANENTES PARA APRENDER MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL ATIVIDADES PERMANENTES PARA APRENDER MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniele Barros Vargas Furtado Universidade Federal de Santa Maria dbvfurtado@yahoo.com.br Resumo Sendo a matemática tão presente em

Leia mais

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO Vera Lucia de Souza 1 ; Monique de Campos Ribeiro 2 ; Maria Rosa Leite da Silva 3; Kátia Nakamura 4; Maria de Lourdes dos Santos 5 1Bolsista/PIBID/PEDAGOGIA/UFGD.

Leia mais

ENCONTRO "PCN EM AÃÃO"

ENCONTRO PCN EM AÃÃO ENCONTRO "PCN EM AÃÃO" RELATO DA PAUTA DO ENCONTRO Cuiabaß - Parte de 5¼ a 8¼ súrie por Caio M. Costa 1 a. dia - Manhã 1 a. parte - todos juntos - Ana Rosa e Rosaura Apresentação dos PCNs Níveis de concretização

Leia mais

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria

Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Trabalhando com gráfico na Educação Infantil momentos em que brincar é coisa séria Autora: Ana Cristina Fonseca Instituição: PUC-Campinas Fonseca.cris@uol.com.br Co -autor 1: Maria Auxiliadora Bueno Andrade

Leia mais

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA

LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA LENDO, ESCREVENDO E PRODUZINDO JORNAL: A APROPRIAÇÃO DA ESCRITA POR ALUNOS DE EJA CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROFESSORA FABÍOLA DANIELE DA SILVA A lingüística moderna

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

CULTURA COPORAL: O HIP HOP COMO FORMA DE EXPRESSÃO NA ESCOLA.

CULTURA COPORAL: O HIP HOP COMO FORMA DE EXPRESSÃO NA ESCOLA. CULTURA COPORAL: O HIP HOP COMO FORMA DE EXPRESSÃO NA ESCOLA. PROFª FERNANDA RIGHETTI DOS SANTOS CEU E.M.E.F PQ. SÃO CARLOS. RESUMO: A dança pode ser considerada como uma das mais antigas formas de expressão

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha.

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS

EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS EDUCAÇÃO FÍSICA, FORMAÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL: O PIBID DO CAC/UFG NA TRILHA DAS PEDAGOGIAS CRÍTICAS Vanessa Mayara Pires EZIQUIEL UFG/CAC vanessinha._@hotmail.com Bruna Kely da Silva PEREIRA UFG/CAC

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO A Prima do Coelho. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Os brinquedos ouvem batidos na porta: é

Leia mais

O USO DO BLOG NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O USO DO BLOG NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA 40 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 O USO DO BLOG NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA Viviane M. Machado Michaloski1 Para começo de conversa As tecnologias exercem grande

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2. EPISÓDIO TRABALHADO Leite, O Meu Melhor Amigo. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Leite, O Meu Melhor Amigo é um episódio da

Leia mais

Brincadeiras. Atividade 1

Brincadeiras. Atividade 1 Objetivos retomar as atividades motoras com características lúdicas; propiciar situações motoras lúdicas com diferentes possibilidades de inferências e de compreensão da cultura do jogo; propiciar situações

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011

EDUCAÇÃO INFANTIL. PRÉ I Professoras Caroline e Ana Lucia Habilidades vivenciadas no 2º bimestre 2011 EDUCAÇÃO INFANTIL Prezados Pais e/ou Responsáveis, Estamos vivenciando o segundo bimestre letivo e o processo de aprendizagem representa pra nós, motivo de alegria e conquistas diárias. Confiram as habilidades

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

CONSTRUÇÃO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL OU NOS ANOS INICIAIS DO EF / EJA

CONSTRUÇÃO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL OU NOS ANOS INICIAIS DO EF / EJA 1 FACULDADE DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E LETRAS CURSO DE PEDAGOGIA TRABALHO ACADÊMICO INTERDISCIPLINAR VII: CONSTRUÇÃO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL OU NOS ANOS INICIAIS DO EF / EJA Autor: Rejane Beatriz

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Componente Curricular: BIOLOGIA Série:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESTABELECIMENTO: CEEBJA TOLEDO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA - 2014 ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO INDIVIDUAL E COLETIVO

PLANO DE TRABALHO DOCENTE ESTABELECIMENTO: CEEBJA TOLEDO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA - 2014 ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO INDIVIDUAL E COLETIVO CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA PARA JOVENS E ADULTOS - TOLEDO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Guarani, 1640 Centro Fone/Fax: 45 3252-7479 Toledo Paraná tooceebjatoledo@seed.pr.gov.br PLANO DE TRABALHO

Leia mais

REDE PRÓ-MENINO. ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA)

REDE PRÓ-MENINO. ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA) REDE PRÓ-MENINO ECTI - Escola no Combate ao Trabalho Infantil CURSISTA: JACKELYNE RIBEIRO CINTRA MORAIS CPF: 014275241-06 ATIVIDADE MÓDULO 2 (COLAGEM) EM INTEGRAÇÃO COM O MÓDULO 1- B (ENTREVISTA) Características

Leia mais

RELATÓRIO DE FORMAÇÃO DO PELC

RELATÓRIO DE FORMAÇÃO DO PELC RELATÓRIO DE FORMAÇÃO DO PELC I - IDENTIFICAÇÃO: Nome do Formador: KHELLEN CRISTINA PIRES CORREIA SOARES UF: PI Nome da Entidade: PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA BRANCA Número do convênio: 774170/2012 Projeto:

Leia mais

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO!

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! Maria da Penha Rodrigues de Assis EMEF SERRA DOURADA No ano de 2010 escolhi como posto de trabalho a EMEF Serra Dourada para lecionar como arte-educadora de séries

Leia mais

Orientações para avaliação

Orientações para avaliação AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Um punhado de sementes mágicas. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO O episódio Um punhado de sementes mágicas

Leia mais

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil. Maternal I O J. Piaget é o primeiro e único Sistema de Ensino do mercado que relaciona totalmente o material multimídia ao material gráfico em todos os segmentos. São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos

Leia mais

Projeto Educação Infantil 2011. Walter Armellei Júnior - diretor Alessandra Thomaz Vicente Lee - coordenadora

Projeto Educação Infantil 2011. Walter Armellei Júnior - diretor Alessandra Thomaz Vicente Lee - coordenadora Projeto Educação Infantil 2011 Walter Armellei Júnior - diretor Alessandra Thomaz Vicente Lee - coordenadora 1ª parte Fundamentação e escolhas de linha de atuação Fundamentação e escolhas de linha de atuação

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE

EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE EXPERIÊNCIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE Stella Maris Pissaia 1 Giseli Dionize Bobato 2 RESUMO: Neste resumo apresentamos uma descrição compreensiva das experiências vivenciadas a partir do contato teórico durante

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER

PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER C.E.I Prof.ª DULCE DE FARIA MARTINS MIGLIORINI Sala 4 2ª Sessão Professora Apresentadora: Iriana Aparecida

Leia mais

Projeto EI São José do Rio Preto Assessoria: Debora Rana e Silvana Augusto 2 o encontro: 09 de abril de 2014 *Anotações do Grupo de CPs da manhã

Projeto EI São José do Rio Preto Assessoria: Debora Rana e Silvana Augusto 2 o encontro: 09 de abril de 2014 *Anotações do Grupo de CPs da manhã Projeto EI São José do Rio Preto Assessoria: Debora Rana e Silvana Augusto 2 o encontro: 09 de abril de 2014 *Anotações do Grupo de CPs da manhã Pauta de encontro Olá coordenadoras, mais uma vez estaremos

Leia mais

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo PIC Produção Integrada ao Conteúdo 8. o ano Ensino Fundamental Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências Geografia A nota da PIC é a média entre a nota de tarefa (avaliação do conjunto de tarefas)

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014 C O L É G I O L A S A L L E Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 2000 - Fone (045) 3252-1336 - Fax (045) 3379-5822 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ PROGRAMA DE 2014 DISCIPLINA: LINGUAGEM

Leia mais