Novos paradigmas para o planejamento do produto turístico no meio rural

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Novos paradigmas para o planejamento do produto turístico no meio rural"

Transcrição

1 Novos paradigmas para o planejamento do produto turístico no meio rural Valdir José da Silva CPF Estudante do Curso de Mestrado em Extensão Rural do Departamento de Economia Rural da Universidade Federal de Viçosa Avenida P. H. Rolfs, s/nº - Campus Universitário - CEP Viçosa-MG José Benedito Pinho CPF Professor do Departamento de Economia Rural da Universidade Federal de Viçosa Av. P. H. Rolfs, s/nº - Campus Universitário - CEP Viçosa-MG Grupo de Pesquisa 10 - Desenvolvimento Territorial e Ruralidade Forma de apresentação: Apresentação em sessão sem debatedor Trabalho submetido tem como base dissertação de mestrado em andamento

2 Novos paradigmas para o planejamento do produto turístico no meio rural RESUMO A partir da constatação da complexidade do produto turístico no meio rural e com base nas formulações teóricas de KRIPPENDORF (2000) e de WOORTMMANN (1990), este artigo levanta aspectos inerentes à sua própria especificidade e às implicações que a interação de culturas provoca no meio rural. Conclui, ao final, que o planejamento do turismo no meio rural deve considerar novos paradigmas de marketing, que permitam novas abordagens e concepções de desenvolvimento, em que o meio rural seja considerado como um todo, nos aspectos econômicos, sociais, culturais e ecológicos. PALAVRAS-CHAVE: Turismo rural, marketing de turismo, planejamento do turismo rural, produto turístico.

3 Novos paradigmas para o planejamento do produto turístico no meio rural 1. INTRODUÇÃO Devido a características próprias do Brasil, como a dimensão continental, a exuberância de sua área natural, a diversidade cultural e as novas conformações do meio rural brasileiro, o turismo no espaço rural apresenta-se como um dos mais favoráveis. Por sua vez, a tendência contemporânea pela busca do novo, do diferente, do autêntico e do particular, em contraposição ao desgastado turismo de massa, tem representado um grande estímulo ao desenvolvimento das atividades de lazer e turismo em ambientes rurais. O desenvolvimento rural já não pode estar alicerçado apenas em atividades agrárias tradicionais, permanentemente submetidas ao risco, à incerteza e à exaustão dos fatores de produção. A diversificação impõe-se e, assim, o turismo rural é uma alternativa promissora em razão da constatação de que a busca pelos ambientes rurais surge como um legítimo anseio das populações de grandes centros urbanos. As dificuldades da vida moderna e o enfrentamento de desafios cada vez mais intensos têm levado, cada vez mais, parcelas significativas da população urbana a se conscientizarem de que o contato com a natureza e com a vida simples, autêntica e peculiar do campo é a melhor forma de recuperação de energias. O meio rural prepara-se para essa crescente demanda, visualizando os benefícios que poderão advir da atividade turística, como o aumento da diversificação da renda, a ocupação de mão-de-obra familiar relativamente ociosa, a interação social e cultural com um público de alto nível social e o aproveitamento de espaços e tempos ociosos, amenizando os problemas da sazonalidade da agropecuária. Os custos não são exagerados e, geralmente, envolvem adequação de instalações para acomodar visitantes e treinamento de pessoas para atender aos turistas. Porém, o que fica patente nas proposições de implementação do turismo no meio rural 1 é que o imediatismo provocado pela necessidade de encontrar alternativas para o desenvolvimento local, em face das dificuldades da atividade agropecuária, não tem permitido o aprofundamento das questões que dizem respeito à complexidade do planejamento do produto de forma a contemplar os interesses e necessidades de todos os grupos envolvidos turista, comunidade local e investidores. Por sua vez, o planejamento de marketing tem um foco basicamente empresarial, voltado para as estratégias de comercialização de produtos. Assim, no caso do Turismo Rural, as unidades produtivas aparecem com prioridade sobre a comunidade rural, o que pode ser visto como uma decorrência do próprio histórico do desenvolvimento capitalista, que se dá por meio da indústria e do surgimento do marketing vinculado a um mercado de produtos e mercadorias. Justifica-se, assim, propor neste estudo uma reflexão a respeito da complexidade do produto turístico no meio rural, por sua própria especificidade e pelas implicações que a interação de culturas provoca no meio rural, as quais não são, atualmente, consideradas no planejamento do marketing turístico. 1 As conceituações do turismo no meio rural são muitas e contraditórias, sendo discutidas, por exemplo, em TULIK, O. Turismo rural. 2. ed. São Paulo: Aleph, Por não ser objeto de preocupação nesse trabalho, a expressão turismo no meio rural será utilizada pela sua abrangência e por permitir superar a visão restritiva de turismo rural, enquanto atividade predominantemente voltada para unidades produtivas, com pouca ênfase na comunidade rural. Outras denominações são empregadas apenas para por razões de estilo,

4 2. O MIX DE MARKETING E O PRODUTO TURÍSTICO Os estudiosos do marketing têm afirmado que o sucesso das organizações depende da adequada combinação entre os 4 Ps do composto de marketing (Cobra, 2001; Kotler e Armstrong, 2003; Schewe e Hiam, 2000). Nesse sentido, é necessário ter um bom produto, um ponto de venda ou uma forma de levar esse produto até o cliente, uma comunicação eficiente e, finalmente, um preço que seja compatível com o produto ofertado e com a capacidade da demanda. Nos negócios turísticos, apesar da possibilidade de uma analogia com os demais tipos de produtos ou serviços, algumas particularidades requerem uma análise mais detalhada sobre a concepção e aplicação dos componentes do mix de marketing. Em primeiro lugar, trata-se de destacar que o turismo, como área específica de mercado, é relativamente recente. A sistematização dos estudos e a preocupação com o marketing turístico no Brasil têm pouco mais de trinta anos, considerando-se que a criação da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) data de As primeiras faculdades de turismo e de hotelaria surgiram na década de 1970, com uma clara preocupação de aperfeiçoar as relações mercadológicas nesse setor. No entanto, as pesquisas somente se desenvolveram a partir da década de 1990, com o surgimento de mestrados em turismo e teses de mestrado e doutorado sobre o assunto, nas áreas de administração, economia, comunicação, geografia e sociologia. Por outro lado, como visto, as origens do marketing denotam um vínculo muito intenso com o desenvolvimento industrial e, portanto, com ênfase no produto. Os estudos de marketing turístico estão limitados por esses paradigmas do marketing de produtos, gerando uma adaptação do marketing de consumo para o mercado turístico, como pode ser constatado na afirmação de Cobra (2001, p.46): No setor de negócios turísticos ter um bom produto é o primeiro e mais importante passo para atender as expectativas dos consumidores. Dois problemas podem ser identificados nessa adaptação. Primeiro, o mercado turístico vai além da simples prestação de serviços. Sabe-se, hoje, que a economia da experiência tem uma dimensão que não é coberta pela prestação de serviços. Segundo, a prestação de serviço, tratada no conceito de marketing moderno, é uma espécie de complemento ao modelo industrial, pois trata da comercialização de produtos, da assistência técnica, da educação, da saúde e do lazer. Assim, esquece-se que o turismo tem uma dimensão imaterial e subjetiva muito acentuada, e que exige novos paradigmas para a adequada definição de produto e serviços turísticos. Outro aspecto a ser considerado são as singularidades do produto turístico, como apontou Kripendorf (2000). Por sua natureza, o produto turístico apresenta, entre outras, características de intangibilidade; simultaneidade espacial e temporal da venda e do consumo; consumo no local da produção; impossibilidade de estocagem; irregularidade na prestação de serviços; concentração no espaço e no tempo; e instabilidade da demanda. O produto turístico ainda é estático, visto que é difícil adaptar ou mudar a localização ou a quantidade de uma atração turística, e tem demanda heterogênea, pois os consumidores no turismo são muitos e com características bastante distintas. 3. OFERTA TURÍSTICA O turismo não é um setor de produção bem definido, na medida em que utiliza bens e serviços de outras cadeias produtivas para oferecer o que se chama de produto final. Pode-se mesmo imaginar que ele exista em teoria, porque, na prática, cada pessoa procura dar um colorido especial a suas viagens, razão pela qual o resultado final poderá ser completamente outro.

5 Por razões de terminologia e conceituação diz-se que o produto turístico total, em sentido macroeconômico, é constituído de um conjunto de subprodutos, tais como transporte, hotelaria, restaurantes, filmes, livros, diversões, souvenirs, seguro e outros. Em sentido microeconômico, cada um deles pode receber a denominação de produto turístico. (Beni, 2000, p.160) A composição do produto turístico, no sentido macroeconômico, dá-se pela classificação da oferta turística em oferta original e em oferta agregada. A oferta original, representada pelos atrativos turísticos, determina a escolha do turista ou o diferencial do destino, sendo também denominada de matéria-prima do turismo. Já a oferta agregada é dada pelas facilidades (transporte, hospedagem, alimentação e entretenimento), as quais constituem elementos do produto turístico que, por si só, não geram fluxos turísticos. 2 A falta delas, porém, pode impedir o turista de visitar as atrações. Em relação à oferta original, a herança cultural de um povo é importante fator de atratibilidade, pois o desejo de conhecer os usos e costumes de um povo constitui importante motivação das viagens turísticas. A herança cultural é constituída de fatores inerentes, de hábitos ou lendas instituídas pelo homem e que se difundiram, consciente ou inconscientemente, numa sociedade ao longo dos anos, de tal forma que delineiam seu estilo de viver, as formas de morar, as manifestações materiais (como os monumentos) e as manifestações imateriais (ritos e mitos). 4. INTERAÇÃO DOS GRUPOS SOCIOLÓGICOS DO TURISMO NO MEIO RURAL O desenvolvimento turístico em pequenas comunidades foi tratado, por Krippendorf (2000), a partir da caracterização de três grupos sociológicos envolvidos a comunidade autóctone, o turista e os investidores ou trabalhadores do turismo, cada um com necessidades diferenciadas com relação ao turismo. A comunidade autóctone tem a necessidade primordial de manter o meio ambiente e a qualidade de vida, bem como preservar os seus valores sociais e culturais. O turista, um grupo geralmente proveniente de centros urbanos, busca, por meio do turismo no meio rural, a tranqüilidade, o ar puro, o contato com a natureza e a descontração. O grupo dos investidores ou trabalhadores, por sua vez, têm interesse maior na renda (lucros ou salários) do que no desenvolvimento que essa atividade pode proporcionar. Assim, o planejamento do produto turístico deve observar o equilíbrio na satisfação das necessidades de cada grupo ou, se isso não for possível, seguir uma hierarquia de atendimento de necessidades, em que, inicialmente, se considerem os interesses e as necessidades da comunidade autóctone e do turista, e depois do grupo de investidores e trabalhadores. Conforme Krippendorf (2000), o desenvolvimento turístico, até então, sempre seguiu hierarquia inversa, visto que privilegiando o grupo de investidores e trabalhadores em detrimento do turista e, principalmente, da comunidade autóctone. Normalmente, são considerados e avaliados muito mais os impactos econômicos das diversas manifestações do turismo no meio rural, relegando-se a segundo plano os impactos no meio físico da localidade e nos aspectos socioculturais das comunidades receptoras. Nesse sentido, no Brasil a sistematização teórica que estrutura o conhecimento do turismo, por meio do Sistema de Turismo - SISTUR, é pioneira na análise do conjunto das relações ambientais do turismo, abordando a necessidade de equilíbrio entre os subsistemas ecológico, econômico, 2 Aos elementos da oferta original e da oferta agregada devem ser acrescentadas as bases técnicas e materiais do turismo, bem como a infra-estrutura, que inclui, adicionalmente, serviços de informações, de comunicação e de acesso.

6 sociológico e cultural, como forma de garantir o desenvolvimento sustentável do turismo (Beni, 2000). Nota-se, nesse autor, o pensamento de Krippendorf (2000), especialmente quando aborda o subsistema sociológico do SISTUR e atribui grande ênfase às necessidades dos três grupos sociológicos turista, comunidade autóctone e investidores ou trabalhadores do turismo. Ruschmann (1997, p.9-10) acompanhou essa linha e expôs, com muita propriedade, seu ponto de vista: A finalidade do planejamento turístico consiste em ordenar as ações do homem sobre o território e ocupa-se em direcionar a construção de equipamentos e facilidades de forma adequada, evitando, dessa forma, os efeitos negativos nos recursos, que os destroem ou reduzem sua atratividade. (...) Por isso, o planejamento é fundamental e indispensável para o desenvolvimento turístico equilibrado e em harmonia com os recursos físicos, culturais e sociais das regiões receptoras, evitando, assim, que o Turismo destrua as bases que o fazem existir. Nesse estudo, defendemos a tese de que apenas as ações planejadas dentro de uma metodologia científica com vistas em um desenvolvimento sustentável da atividade turística poderiam conduzir a uma evolução favorável para os empreendedores, para as populações receptoras, para os turistas e, conseqüentemente, para todas as destinações. Entretanto, o risco dessa postura é presumir que valores e interesses que permeiam esse grupo comunidade autóctone sejam os mesmos dos outros dois turistas e investidores do turismo. Conclui-se que o tipo de desenvolvimento turístico proposto interessa a todos e que a sua matéria-prima representada pelas manifestações culturais que demonstram os valores autênticos da comunidade receptora, necessita ser preservada como condição para a continuidade do negócio. Assim, essas manifestações passam a não representar os valores da comunidade em si, mas sim a ter o seu valor meramente atrelado à condição de insumo do produto turístico. 5. PECULIARIDADES DO MEIO RURAL E RELAÇÃO COM GRUPOS EXTERNOS A caracterização da sociedade rural brasileira como receptora do turismo torna-se difícil devido à própria dimensão e diversidade cultural de nosso país, assim como em razão da diversidade inerente à própria concepção dessa sociedade. Sabe-se que o sentido da terminologia meio rural ultrapassa a visão que a vincula exclusivamente às atividades agropecuárias (ENCONTRO DE PESQUISADORES E JORNALISTAS, 2001), visto que o rural é maior do que a agricultura e há necessidade de se estabelecer novos critérios para divisão do que seja rural e urbano no Brasil. O critério meramente espacial de divisão, utilizado aqui, não corresponde aos empregados na maioria dos países, que usam o critério de densidade demográfica. Nessa nova proposição, o meio rural pode incluir pequenos municípios, vilas, distritos e bairros rurais onde a densidade é menor do que cem habitantes por quilômetro quadrado. Essa postura mais recente com relação ao meio rural permitiria uma ampliação do conceito de turismo rural, extrapolando a concepção que o vincula às unidades produtivas até atingir a comunidade rural como um todo. Portanto, se o planejamento do produto turístico no meio rural deve ser capaz de compatibilizar os interesses e necessidades dos grupos envolvidos, principalmente do grupo

7 receptivo, é necessário que haja um estudo que extrapole as concepções parciais e restritivas da concepção de meio rural. Uma nova postura se faz necessária para permitir a melhor compreensão dos valores sociais e culturais que orientam esse grupo. Os impactos mais relevantes do turismo na sociedade rural podem ser abordados em torno de variados aspectos. O primeiro é o econômico-objetivo. Sabe-se que o turismo pode acontecer em vários tipos de comunidades rurais, desde unidades produtivas (fazendas) modernamente equipadas e estruturadas para receber o turista até pequenas comunidades rurais onde há precariedade até mesmo de acomodação para o visitante. O segundo é o aspecto subjetivo, relacionado com os valores culturais. É possível que o turismo ocorra em comunidades rurais que comungam os valores morais e culturais da sociedade moderna capitalista, até aquelas que tem uma vida social pautada por valores característicos de uma sociedade tradicional. Outra observação importante é que, na prática, torna-se difícil delimitar a fronteira entre o objetivo e o subjetivo, assim como entre os valores tradicionais e os modernos. No entanto, isso não impede que, no aspecto teórico, esses conceitos possam ser tomados como parâmetro de análise. Para efeito dessa reflexão, será analisado basicamente o aspecto subjetivo, pois a preservação dos valores éticos, morais e culturais da comunidade autóctone é a matéria-prima do produto turístico no meio rural. Não menos importante, outro fator que remete essa análise ao aspecto subjetivo é a questão da atratividade. A maior ou menor capacidade para o desenvolvimento do turismo está intimamente relacionada com o poder de atração do local, provocado principalmente pela busca do diferente e exótico. Nesse sentido, as manifestações culturais da comunidade receptora exercerão maior fascínio ao turista quanto maior for a particularidade ou a genuinidade de sua cultura. Então, paradoxalmente, as sociedades que mais preservam os seus valores culturais terão maior capacidade de desenvolver o turismo. Porém, maior será o impacto que poderá ser provocado quando da interação desse grupo com outros grupos externos, aumentando ainda mais a probabilidade de comprometimento da sua capacidade de preservação cultural. Para melhor compreensão dos valores que norteiam cada grupo envolvido no turismo rural, é necessário distinguir a sociedade tradicional, que representa a comunidade autóctone, da sociedade moderna, que representa o turista e os investidores do turismo. Nesse sentido, os estudos sociológicos e antropológicos sobre as sociedades camponesas e a sua contraposição por meio do estudo da formação da sociedade moderna, capitalista, como ponto de vista predominante dos grupos de turistas e investidores do turismo, permitirão a elucidação da contradição de interesses e necessidades no processo de desenvolvimento turístico no meio rural. Nessa perspectiva, vários estudos podem ser analisados, particularmente os que tratam da campesinidade, especialmente Woortmann (1990). Nele, os valores morais, éticos e sociais do camponês manifestam-se na relação com a terra, com o trabalho, com a família e com a comunidade. A terra é o valor que permeia as relações sociais, e o termo campesinidade serve para designar uma ordem de valores do campesinato, determinada pelo grau de maior ou menor permeabilidade desses grupos, de acordo com suas relações com outros grupos externos. A sociedade camponesa possui valores e princípios organizacionais, como honra e hierarquia, que fazem parte de uma ordem moral que se contrapõe a uma ordem econômica das sociedades modernas, individualizadas, voltadas para o mercado. O homo economicus, associado aos valores racionais da sociedade capitalista, estaria em oposição ao homo moralis, relacionado com os valores de honra, reciprocidade e família da sociedade holista, hierárquica, tradicional. A ênfase dessas concepções fica evidente no próprio título da obra de Woortmman Com parente não se neguceia, na qual ele demonstra como as categorias

8 antropológicas de reciprocidade, honra e hierarquia se articulam para representar uma tradição na qual se inscreve a campesinidade. A noção de reciprocidade, mais do que de troca, permite a compreensão da campesinidade em sua dimensão mais geral. Contrariamente ao que se denomina na sociedade moderna de fetiche ou espírito da mercadoria que é trocada, a reciprocidade tem significado mais abrangente, pois constitui um espírito de reciprocidade que se afirma pela negação do negócio. Nesse sentido, o negócio é percebido como a negação da moralidade, pois ele significa ganhar as custas do trabalho alheio. É percebido, então, em oposição ao trabalho e como uma atividade que não envolve honra. (Woortmann, 1990, p.38). A reciprocidade afirma-se como um princípio moral, pela negação do espírito do lucro, e articula-se com outros conceitos de honra e hierarquia, formando uma ordem moral. O trabalho é percebido como honra do pai de família, que representa um todo e opõe-se ao negócio, atividade enriquecedora, mas desonrante, voltada para o interesse particular individual. Trabalho também significa aquilo que transforma a terra em patrimônio de família, em que família, trabalho e terra, nessa ordem social, constituem um ordenamento moral do mundo, em que a terra, mais que coisa, é patrimônio, isto é, pessoa moral. Terra e pai expressam o princípio da hierarquia em seu sentido mais fundamental de relação entre a parte e o todo, entre o englobado e o englobante. É só quando ela se torna mercadoria que ela se desloca da tradição e do todo para aderir ao indivíduo. (Woortmann, 1990, p.62) Assim, terra, trabalho e família não podem ser considerados separadamente porque são categorias de um universo concebido holisticamente. Também não é possível falar de reciprocidade sem falar de honra e de hierarquia, pois são conceitos teóricos que se interpenetram na constituição de uma ordem moral que o autor chama de campesinidade. Baseado nestes e em outros estudos sobre o campesinato, Pereira (2000) elaborou uma matriz de valores que sintetiza essa problemática e é também de grande importância para demonstrar a contraposição entre a sociedade rural grupo receptor no turismo rural e a sociedade urbana grupo de turista e investidores do turismo. Neste trabalho, esse autor distinguiu a sociedade camponesa, com características tradicionais e holístas, da sociedade urbana, com características modernas, individualistas. Trabalhou com categorias analíticas nucleantes, em que, no primeiro grupo, o valor englobante é a honra; a relação social é baseada na reciprocidade; a terra é um patrimônio de família; e o parentesco é um valor de família; enquanto no segundo grupo o valor englobante é a dignidade; a relação social está baseada na contratualidade; a terra é uma mercadoria; e o parentesco é um valor individual. Outro trabalho que trata dos valores éticos e morais da sociedade rural e serve como base para sua caracterização são os estudos sobre o campesinato latino-americano, de Foster (1974). Esse autor defendeu a idéia de que a consciência do limite dos bens materiais, existente na sociedade camponesa, forja uma ética baseada no sentimento de que o acúmulo material é imoral, uma vez que, para uns, representa o acúmulo e para outros, a escassez. Compreende-se, aí, o forte sentimento de valor social existente no meio rural e demonstra a dificuldade de enquadramento do camponês no espírito racional mercantilista da sociedade moderna.

9 Com base nos estudos sobre o campesinato, percebem-se a complexidade que envolve o desenvolvimento turístico no meio rural e a dificuldade de compatibilização dos interesses e necessidades dos três grupos sociológicos envolvidos. A relação da sociedade camponesa com grupos externos, norteados por valores racionais voltados para uma atividade mercantil, possui componentes contraditórios difíceis de conciliar. Como imaginar um camponês cobrando por um pouso ou por um prato de comida? Como querer que ele pense os seus valores fundamentais como objeto de troca? Para ele, sua propriedade, sua casa, é local onde manifesta e reproduz, juntamente com os seus, os valores fundamentais de honra e reciprocidade que norteiam sua vida. Pensar este local como mercadoria é abrir mão não apenas do seu conforto ou bem-estar familiar, mas de todos esses valores. Por outro lado, as próprias manifestações culturais, representadas por cerimônias e rituais religiosos da comunidade rural camponesa, possuem uma simbologia de valores próprios que estão profundamente arraigados no etos social. Essas festas acontecem de acordo com uma lógica própria, em que os objetivos de fé definem dias, horários e momentos próprios para acontecer. Portanto, como conceber que, de repente, esse ritual possa tornar-se espetáculo para ser exibido para um grupo externo, no momento e na hora que convier, de acordo com a lógica do mercado turístico? Como conciliar uma lógica de valores de fé com uma lógica de valor comercial? As propostas de planejamento do produto turístico no meio rural não podem ignorar essa realidade. Não há como negar que os valores de parentesco, compadrio e as relações de reciprocidade existentes entre os camponeses dificultem o estabelecimento do turismo no meio rural. A interação e a convivência com grupos externos em si não são o que dificulta a preservação dos valores camponeses. Porém, quando essa relação é mediada por uma relação mercantil, cujas manifestações fazem parte da própria mercadoria, a preservação de valores culturais da comunidade receptora é um discurso sem consistência. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A elucidação da complexidade do produto turístico no meio rural deve servir como ponto de partida para o planejamento do marketing. Inicialmente, é preciso considerar a dificuldade da adaptação da idéia concreta, como é a idéia original de produto, a um tipo de atividade que foge a essa característica e atinge, basicamente, o imaterial. Outro aspecto a considerar é a dificuldade de adaptação de uma idéia de unidade bem definida e clara, que o termo produto induz, a uma complexidade de unidades dependentes como é o macroproduto turístico em comunidades rurais, pois este envolve desde microprodutos, como no caso da hospedagem, restauração, entretenimento, até o macroproduto, que é o conjunto de todos, mais os atrativos culturais e naturais de uma localidade, bem como as facilidades de transporte e de infra-estrutura. Se, por um lado, a dificuldade do planejamento do turismo se deve aos paradigmas do marketing de produtos, por outro, o turismo no meio rural envolve outro agravante ligado a este. O paradigma dos valores que acompanham o planejamento do produto são valores da sociedade moderna, na qual a indústria é a base primordial do desenvolvimento. Assim, é preciso planejar o turismo no meio rural a partir do estabelecimento de novos paradigmas de marketing que permitam novas abordagens e concepções de desenvolvimento, em que o meio rural seja considerado como um todo, nos aspectos econômicos, sociais, culturais e ecológicos. Os grupos envolvidos precisam ser devidamente pesquisados e ouvidos, para que o turismo nesse meio respeite as necessidades de todos os envolvidos. É necessário promover experiências interessantes ao turista, pois é ele que mantém economicamente essa atividade. É

10 essencial, também, que gere resultados financeiros para os investidores e trabalhadores, mas é imprescindível, sobretudo, que qualidade de vida, cultura e bem-estar da comunidade receptora sejam respeitados, pois é na sua casa que o turismo acontece. Se o turista está ali durante certa temporada e se os investidores, muitas vezes, têm ali apenas uma fonte de renda, o autóctone depende do local para viver e conviver com os seus. Assim, esse grupo, necessariamente, precisa estar envolvido no processo de planejamento da atividade turística no meio rural. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BENI, M. C. Análise estrutural do turismo. 4. ed. São Paulo: SENAC, COBRA, M. Marketing de turismo. 2. ed. São Paulo: Cobra, FOSTER, G. M. La sociedad y la imagen del bien limitado. In: BARTOLOMÉ, L. J. e GOROSTIAGA, E. E. (Eds.). Estudios sobre el campesinado latinoamericano. Buenos Aires: Ediciones Periferia, p KOTLER, P. e ARMSTRONG, G. Princípios de marketing. 9. ed. Trad. Arlete Simille Marques e Sabrina Cairo. São Paulo: Prentice Hall, KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. São Paulo: Aleph, ENCONTRO DE PESQUISADORES E JORNALISTAS, 2001, São Paulo. Brasil rural na virada do milênio. Brasília, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, PEREIRA, José Roberto. De camponeses a membros do MST: os novos produtores rurais e sua organização social. Brasília, p. Tese de Doutorado em Sociologia. Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Brasília. RUSCHMANN, D. V. M. Turismo e planejamento sustentável. Campinas: Papirus, SCHEWE, C. D. e HIAM, A. MBA: curso prático: marketing. Trad. Maurette Brandt. Rio de Janeiro: Campus, WOORTMMANN, Klass. Com parente não se neguceia: o campesinato como ordem moral. In: Diversos autores. Anuário Antropológico 87. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, p

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 TURISMO E MEIO AMBIENTE: PRINCIPIOS E CONDUTAS NORMATIVAS PARA O USUFRUTO DE RECURSOS/ATRATIVOS

Leia mais

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil RESENHAS Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil Erika Helena Bautto Completa, abrangente e extremamente didática, Marketing Turístico e de Hospitalidade:

Leia mais

5 Proposta pedagógica da escola

5 Proposta pedagógica da escola 5 Proposta pedagógica da escola A escola onde este estudo se realizou localiza-se na periferia da cidade do Rio de Janeiro, e passou a integrar a rede FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS

PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS PROGRAMA ESTADUAL FÁBRICA DO AGRICULTOR: UMA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS Área: ADMINISTRAÇÃO José Lindomir Pezenti EMATER, Cascavel-PR, pezenti@yahoo.com.br Geysler Rogis Flor Bertolini UNIOESTE, Cascavel-PR,

Leia mais

ANÁLISE DA EXISTÊNCIA DE ESTRATÉGIAS DE MARKETING APLICADAS NOS MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO TURÍSTICA DE PONTA GROSSA-PARANÁ

ANÁLISE DA EXISTÊNCIA DE ESTRATÉGIAS DE MARKETING APLICADAS NOS MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO TURÍSTICA DE PONTA GROSSA-PARANÁ ANÁLISE DA EXISTÊNCIA DE ESTRATÉGIAS DE MARKETING APLICADAS NOS MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO TURÍSTICA DE PONTA GROSSA-PARANÁ Camilla Moro Piekarski 1 RESUMO Dentro de uma nova ordem mundial, com meios cada

Leia mais

O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 384 O TURISMO CULTURAL COMO FATO GERADOR E DE SUSTENTABILIDADE DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Esilaine Aparecida Tavares Pavan - Uni-FACEF Barbara Fadel Uni-FACEF INTRODUÇÃO A Revolução Industrial trouxe

Leia mais

CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS)

CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS) CULTURA, GASTRONOMIA E TURISMO: DESENVOLVIMENTO LOCAL ESTUDO DE CASO DA III FESTA DA FARINHA DE ANASTÁCIO (MS) 1 TREVIZAN, Fernanda Kiyome Fatori INTRODUÇÃO A promoção dos recursos humanos e do planejamento

Leia mais

MARKETING NAATIVIDADE TURÍSTICA

MARKETING NAATIVIDADE TURÍSTICA MARKETING NAATIVIDADE TURÍSTICA Mestre em turismo e hotelaria-univali Professora do curso de turismo da Universidade de Uberaba-MG Trata-se nesse artigo da teoria e da prática do marketing no turismo.

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1

A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1 A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM TURISMO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (RJ) 1 Maria da Penha Lacerda de Santana 2 Teresa Cristina Viveiros Catramby 3 IM/UFRRJ Resumo: Este trabalho tem como objetivo levantar

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

As melhores oportunidades de negócios a partir de análises das novas demandas do país

As melhores oportunidades de negócios a partir de análises das novas demandas do país A nova unidade de negócios da Urban Systems Brasil APRESENTAÇÃO 5 de maio de 2009 As melhores oportunidades de negócios a partir de análises das novas demandas do país Thomaz Assumpção Marco Versiani Modelo

Leia mais

Impactos socioculturais do turismo

Impactos socioculturais do turismo PONENCIA APRESENTADA AL VIII CONGRESO LATINOAMERICANO DE SOCIOLOGÍA RURAL PORTO DE GALINHAS, 2010 Grupo de Trabalho G1 A natureza dos impactos socioculturais do turismo em pequenas comunidades rurais Valdir

Leia mais

PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP. Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott

PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP. Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott UNIVAP Universidade do Vale do Paraíba / Faculdade de Comunicação

Leia mais

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave:

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave: 1995: OMT IFSP Profa. Rafaela Malerba O turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo

Leia mais

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 Débora Aparecida Tombini* Marcos Aurélio Saquet** INTRODUÇÃO Desde o surgimento da vida humana na Terra até o início do século XIX, a população cresceu em ritmo lento

Leia mais

EDUCAÇÃO E DESENRAIZAMENTO: PROCESSO DE NUCLEAÇÃO DAS ESCOLAS NO MUNICÍPIO DE BOM RETIRO SC KREMER,

EDUCAÇÃO E DESENRAIZAMENTO: PROCESSO DE NUCLEAÇÃO DAS ESCOLAS NO MUNICÍPIO DE BOM RETIRO SC KREMER, EDUCAÇÃO E DESENRAIZAMENTO: PROCESSO DE NUCLEAÇÃO DAS ESCOLAS NO MUNICÍPIO DE BOM RETIRO SC KREMER, Adriana UNIPLAC adriana.kremer@bomjesus.br GT: Educação Popular/ n.06 Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

Palavras-chave: Turismo Rural; Turismo Alternativo; Atividades Agropecuárias.

Palavras-chave: Turismo Rural; Turismo Alternativo; Atividades Agropecuárias. Turismo Rural: Teoria x Prática 1 Patrícia Fino 2 Faculdade Carlos Drummond de Andrade Resumo A busca do homem contemporâneo por locais naturais e autênticos em seu tempo livre é crescente. O interesse

Leia mais

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À

TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À TURISMO E EDUCAÇÃO JUNTO À COMUNIDADE: O ENSINO SUPERIOR ATUANDO EM ARARAQUARA. Eduarda Escila Ferreira Lopes* Nádia Pizzolitto** Turismo e educação junto à comunidade: City Tour Hoje o turismo assume

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE S (ÁREA: GESTÃO) TECNÓLOGO SERIADO ANUAL - NOTURNO 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização:A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO

Leia mais

Resolução 038/2001 CONSEPE

Resolução 038/2001 CONSEPE Resolução 038/2001 CONSEPE Aprova as normas de funcionamento do Curso de Administração do Centro de Ciências da Administração CCA/ESAG. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE

Leia mais

CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: TURISMO E HOTELARIA Graduação: BACHARELADO Regime: SERIADO ANUAL - NOTURNO Duração: 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS -

Leia mais

CULTURA, NATUREZA E TURISMO: impactos socioculturais sobre a comunidade receptora de turismo Trancoso, Porto Seguro Bahia

CULTURA, NATUREZA E TURISMO: impactos socioculturais sobre a comunidade receptora de turismo Trancoso, Porto Seguro Bahia CULTURA, NATUREZA E TURISMO: impactos socioculturais sobre a comunidade receptora de turismo Trancoso, Porto Seguro Bahia INTRODUÇÃO Leonardo Thompson da Silva A discussão a respeito do desenvolvimento

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: ADMINISTRAÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial

Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial 01 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I EMENTA: Introdução à administração de recursos humanos; orçamento de pessoal; processo de recrutamento e seleção de pessoal; processo de treinamento e desenvolvimento

Leia mais

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM Imagens para explicar que às vezes o turista quer um lugar simples, no meio da natureza para descansar, basta estar limpo, asseado e arejado, nem todos querem luxo, existe vários perfis de clientes.(grifo

Leia mais

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO PLANEJAMENTO TERRITORIAL E TURISMO: UM ESTUDO DAS ESTÂNCIAS TURÍSTICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO RIBEIRO, RENATA MARIA 1 MARGARETE ARAUJO TELES 2 Resumo: Esse estudo defende a pertinência em aliar o planejamento

Leia mais

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS

PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS PEDAGOGIA DO ESPORTE: A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS JOGOS ESPORTIVOS COLETIVOS Prof. Ms.Camila Corrêa Moura Prof. Ms. Larissa Rafaela Galatti

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) CIÊNCIAS CONTÁBEIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO A leitura como vínculo leitor/texto, através da subjetividade contextual, de atividades

Leia mais

Impactos do turismo na identidade cultural. Impacts of tourism on cultural identity

Impactos do turismo na identidade cultural. Impacts of tourism on cultural identity ARTES E HUMANIDADES Impactos do turismo na identidade cultural. Impacts of tourism on cultural identity Jones da Silva Gomes Graduado em Turismo pelo Instituto Federal de São Paulo - IFSP e aluno especial

Leia mais

O RURAL E O URBANO. CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 35, Natal (RN). Anais... Natal (RN): Sober, 1997. p. 90-113.

O RURAL E O URBANO. CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 35, Natal (RN). Anais... Natal (RN): Sober, 1997. p. 90-113. O RURAL E O URBANO 1 - AS DEFINIÇÕES DE RURAL E URBANO 1 Desde o final do século passado, a modernização, a industrialização e informatização, assim como a crescente urbanização, levaram vários pesquisadores

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DE BLUMENAU. Senac Santa Catarina

PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DE BLUMENAU. Senac Santa Catarina PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DE BLUMENAU Senac Santa Catarina PLANO MUNICIPAL DE TURISMO UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Órgão Proponente: Prefeitura Municipal Órgão Executor: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

Leia mais

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC

1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC 1º SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE E N S I N O RELIGIOSO ITAJAÍ SC DIVERSIDADE CULTURAL RELIGIOSA NO COTIDIANO ESCOLAR: OS DESAFIOS PARA A CONSTITUIÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL. Profa.

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL

CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL CAPACITAÇÃO E APOIO AOS CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS VISANDO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL NA ÁREA DE GESTÃO E PLANEJAMENTO TERRITORIAL Número do Projeto: PRODOC BRA 10/001 Título do Projeto: Observatório

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)?

Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)? ENCONTRO ÁGUA & FLORESTA o estado da arte da educação ambiental Como relacionar Educação Ambiental e Turismo (Eco e Rural)? Andréa Rabinovici ENCONTRO ÁGUA & FLORESTA o estado da arte da educação ambiental

Leia mais

GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque

GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque GESTÃO DO TURISMO Profa. Andreia Roque Conteúdo Programático 1- Introdução ao Turismo: Gestão Local Conteúdo Programático TEMA GERAL : Abordagem sistêmica do fenômeno turismo. Inclui aspectos de mercado

Leia mais

ESTUDO PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TERRITORIALTURÍSTICO DO MUNICIPIO DE ALPESTRE/RS

ESTUDO PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TERRITORIALTURÍSTICO DO MUNICIPIO DE ALPESTRE/RS ESTUDO PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TERRITORIALTURÍSTICO DO MUNICIPIO DE ALPESTRE/RS Kátia Damin de Oliveira 1, Alexandre M. Matiello 2 RESUMO: Este estudo refere-se ao Trabalho de Conclusão de Curso

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - ADMINISTRAÇÃO QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - ADMINISTRAÇÃO QUESTÕES QUESTÕES 01) A Administração recebeu influência da Filosofia e diversos filósofos gregos contribuíram para a Teoria da Administração. A forma democrática de administrar os negócios públicos é discutida

Leia mais

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP)

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Mariana Ferreira Cisotto maricisotto@yahoo.com.br IG/UNICAMP Antonio Carlos Vitte IG/UNICAMP Palavras-chave:

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Messias Bonjardim, Solimar Guindo GIL FILHO, Sylvio Fausto. Espaço sagrado: estudo em geografia

Leia mais

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA

COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 2013 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA. 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA COLÉGIO MARISTA - PATOS DE MINAS 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - 23 Professor (a): ROGÉRIO MANOEL FERREIRA 2ª Recuperação Autônoma Questões de SOCIOLOGIA Questão - Sobre o significado de consciência coletiva

Leia mais

SISTEMA DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA A GESTÃO DE RIOS URBANOS

SISTEMA DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA A GESTÃO DE RIOS URBANOS BRASIL - BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA MESTRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL URBANA SISTEMA DE INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA A GESTÃO DE RIOS URBANOS Erika do Carmo Cerqueira

Leia mais

AGRONEGÓCIO EM TEMPOS DE CRISE ECONÔMICA: CENÁRIOS E OPORTUNIDADES

AGRONEGÓCIO EM TEMPOS DE CRISE ECONÔMICA: CENÁRIOS E OPORTUNIDADES AGRONEGÓCIO EM TEMPOS DE CRISE ECONÔMICA: CENÁRIOS E OPORTUNIDADES O Agronegócio no Brasil tem sido um oásis de crescimento em momento que os demais setores da economia passam por dificuldades e apresentam

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO [25] TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO Entendendo que: 1. O sistema sócio-econômico e político internacionalmente dominante, ao qual se articula o modelo industrial de produção agrícola e

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. PALAVRAS-CHAVE: Educação do campo; Políticas públicas; Práticas pedagógicas.

EDUCAÇÃO DO CAMPO: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. PALAVRAS-CHAVE: Educação do campo; Políticas públicas; Práticas pedagógicas. EDUCAÇÃO DO CAMPO: POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Edenir Kelin,(PG - Dom Bosco), ede_kelin@hotmail.com Marinalva Borges Ferreira,(PG -Dom Bosco), maripechim@hotmail.com Leonir Borges, (OR- Instituto

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS PRINCIPIOS GERAIS I. OS FUNDAMENTOS DO ENOTOURISMO 1. Por enotourismo queremos dizer que são todas as actividades e recursos turísticos, de lazer e de tempos livres, relacionados com as culturas, materiais

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 39-CEPE/UNICENTRO, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova o Curso de Especialização em MBA em Cooperativismo e Desenvolvimento de Agronegócios, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 119-COU/UNICENTRO, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2012. A EMENTA DE DISCIPLINAS CONSTANTES NESSE PROJETO PEDAGÓGICO ESTÁ ALTERADA PELA RESOLUÇÃO Nº 56/2014- CEPE/UNICENTRO. Aprova o Projeto Pedagógico

Leia mais

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO

TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS. Juliana de Souza Dartora 1 INTRODUÇÃO TURISMO E SUAS IMPLICAÇÕES TEÓRICAS Juliana de Souza Dartora 1 RESUMO Este artigo propõe investigar os conceitos de turismo e turismo de negócios, ambos amplamente utilizados, mas ainda carentes de uma

Leia mais

O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE: ALGUMAS CONCEPÇÕES DE WEBER E BOURDIEU. Resumo

O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE: ALGUMAS CONCEPÇÕES DE WEBER E BOURDIEU. Resumo 1 O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE: ALGUMAS CONCEPÇÕES DE WEBER E BOURDIEU Suellen Celina Vitcov Ribeiro IE/UFMT shuribeiro@hotmail.com Juliana Assis da Cruz IE/UFMT- juliassis2010@yahoo.com.br Resumo Este

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

O FENÔMENO DO TURISMO E AS OPORTUNIDADES PARA O PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RELAÇÕES PÚBLICAS

O FENÔMENO DO TURISMO E AS OPORTUNIDADES PARA O PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RELAÇÕES PÚBLICAS O FENÔMENO DO TURISMO E AS OPORTUNIDADES PARA O PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RELAÇÕES PÚBLICAS Flavi Ferreira Lisbôa Filho Universidade Federal de Santa Maria RESUMO No século XXI, o turismo entra

Leia mais

A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS

A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS A QUALIDADE PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS NOS CAMPOS GERAIS NA VISÃO DAS EMPRESAS Alexandre Milkiewicz Sanches (UTFPR) riversonic@ibestvip.com.br Profª. Dra. Isaura Alberton de Lima (UTFPR)

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Matriz de referência DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS AVALIE BA 2012 - ENSINO MÉDIO

Matriz de referência DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS AVALIE BA 2012 - ENSINO MÉDIO D01 (H) - Reconhecer a História como produto histórico, social e cultural e suas implicações na produção historiográfica. D02 (H) - Reconhecer o ofício do historiador como produtor do conhecimento histórico.

Leia mais

Planejamento Territorial e Turismo: O espaço de eventos e o turismo em Bento Gonçalves/RS

Planejamento Territorial e Turismo: O espaço de eventos e o turismo em Bento Gonçalves/RS Lucas Camargo Marquezini, Fernando do Amaral Rodarte, Gebriel Bispo da Silva, Ricardo Teiji Suzuki, Ednilson Rodrigues Maciel Graduandos em Geografia da Univesidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Apropriação, acessibilidade, espaço público, Parque da Criança.

PALAVRAS CHAVES: Apropriação, acessibilidade, espaço público, Parque da Criança. APROPRIAÇÃO E ACESSIBILIDADE NO PARQUE DA CRIANÇA EM MOSSORÓ-RN José Gomes Neto 1 Maria Helena Braga e Vaz da Costa 2 Programa de Pós Graduação em Geografia-UFRN RESUMO: Esse trabalho versa sobre espaços

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

A TECNOLOGIA, A AUTOMAÇÃO E A RELAÇÃO COM O TRABALHO RURAL

A TECNOLOGIA, A AUTOMAÇÃO E A RELAÇÃO COM O TRABALHO RURAL A TECNOLOGIA, A AUTOMAÇÃO E A RELAÇÃO COM O TRABALHO RURAL Sandra Chulek Belo sandrachulek@yahoo.com.br Acadêmico do Curso Ciências Econômicas/UNICENTRO Juliana Krupek julianakrupeck@gmail.com Acadêmico

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé 1. Objetivo O presente guia tem como objetivo orientar o empreendedor a como preencher o Formulário de Pré-proposta para financiamento, item fundamental para início

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Geografia. Departamento de Turismo. Material de Apoio

Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Geografia. Departamento de Turismo. Material de Apoio Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Geografia Departamento de Turismo Material de Apoio Curso de extensão em Comercialização e Gestão do Turismo Solidário RESUMO DO MATERIAL Este material

Leia mais

Aula 10 MIGRAÇÕES INTERNAS: O CASO DO BRASIL

Aula 10 MIGRAÇÕES INTERNAS: O CASO DO BRASIL MIGRAÇÕES INTERNAS: O CASO DO BRASIL META Explique que as migrações internas ainda são um fenômeno contemporâneo, e mesmo que tenham mudado não apenas em seu direcionamento, fluxo e perfil sócio-econômico,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º ET229- ESTATISTICA BASICA OBRIG 60 0 60 4.0 Fórmula: AD400 OU ET101 OU ET200 OU ET213 OU ET301 OU ET652 AD400- ESTATISTICA APLIC A ADMINISTRACAO ET101- ESTATISTICA 1 ET200- ESTATISTICA ET213-

Leia mais

MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO

MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO A UNASUR UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DEL SUR em parceria com a MASTER ASSESSORIA EDUCACIONAL criou o Cursos de Mestrado e Doutorado em Administração, os quais procuram enfatizar

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM 1. OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais que consigam compreender o espaço social e as interações do mundo do trabalho na cadeia produtiva do Turismo e Hotelaria

Leia mais

Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente

Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente Financiamento da Transição para a Agroecologia A proposta do Proambiente Letícia Rangel Tura 1 e Luciano Mattos 2 Na Amazônia, desde o final dos anos 90, vêm-se discutindo formas de introduzir, em programas

Leia mais

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: "PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO

O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO: A PERSPECTIVA 1 DO TERRITÓRIO TESSMANN, Jéssica Moara da Cunha Universidade Federal de Pelotas UFPel (jessica_tessmann@hotmail.com) DAL MOLIN, Adriana Universidade

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO CONSULTIVA EM NEGOCIAÇÕES EM VENDAS 249, 00. ao mês

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO CONSULTIVA EM NEGOCIAÇÕES EM VENDAS 249, 00. ao mês PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO CONSULTIVA EM NEGOCIAÇÕES EM VENDAS MEC CURSOS AUTORIZADOS apenas 249, 00 ao mês FACULDADES CAMPUS CHAPECÓ GRUPO SANTA RITA Eldemar Neitzke Gestor de Estratégias Comerciais

Leia mais

Os atores e as redes: construindo espaços para inovação

Os atores e as redes: construindo espaços para inovação Os atores e as redes: construindo espaços para inovação Flávia Charão Marques WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE EM AGROECOSSISTEMAS FAMILIARES Pelotas, 31 de agosto de 2011 Av.

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2008-1 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA

O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA O CURSO DE GESTÃO PÚBLICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS: UMA CONCEPÇÃO AMPLIADA DE GESTÃO PÚBLICA Vera Alice Cardoso SILVA 1 A origem: motivações e fatores indutores O Curso de Gestão Pública

Leia mais

OS IMPACTOS DO TURISMO DE COMPRAS NA FRONTEIRA SUL DO BRASIL

OS IMPACTOS DO TURISMO DE COMPRAS NA FRONTEIRA SUL DO BRASIL OS IMPACTOS DO TURISMO DE COMPRAS NA FRONTEIRA SUL DO BRASIL Taís Natalia Cruz Pereira 1 Cláudia Brandão Schwab 2 Gabriel Silveira Martins 3 RESUMO Este trabalho visa demonstrar os problemas resultantes

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2010.2 A BRUSQUE (SC) 2014 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INFORMÁTICA APLICADA À... 4 02 MATEMÁTICA APLICADA À I... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA... 4 04 PSICOLOGIA... 5 05

Leia mais

Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o Fundo Municipal de Turismo - Fumtur - e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o Fundo Municipal de Turismo - Fumtur - e dá outras providências. Terça-feira, 30 de Junho de 2015 Ano:XXI - Edição N.: 4832 Poder Executivo Secretaria Municipal de Governo LEI Nº 10.823, DE 29 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre a Política Municipal de Turismo, institui o

Leia mais

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste O ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL E A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DE ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM A UNIDADE TEMÁTICA INVESTIGATIVA Geyso D. Germinari Universidade Estadual

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. de 22.03.02. Para completar o currículo pleno do curso superior

Leia mais