Novembro 2007 arq./a 99

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1 Novembro 2007 arq./a 99

2 PROJECTOS STATEMENT O MOOV desenvolve os seus projectos tendo por base uma série de fundamentos e objectivos adquiridos no desenrolar da própria actividade. Operando num cenário em que os limites das disciplinas se esbatem propositadamente, o estúdio reconhece como princípios transversais à sua prática até ao momento: 1. A promoção de uma prática adisciplinar Acreditamos que a exploração de actividades e referências exteriores à arquitectura contribuem para alargar o seu campo de acção e a possibilidade de se encontrarem soluções inesperadas através do uso de ferramentas e abordagens não convencionais próprias de outras disciplinas. 2. Concepção de soluções mais tácticas e menos estratégicas Numa sociedade onde as aspirações e as necessidades andam mais velozes que os tempos burocráticos, MOOV procura janelas de oportunidade para promover soluções criativas de fácil implementação e baixo custo para problemas prementes. Intervenções tácticas de carácter temporário para solucionar situações que aguardam eternamente pelas grandes estratégias transversais que nunca chegam. 4. A sustentabilidade como ferramenta económico-social. Declinando o seu uso como gesto politicamente correcto, oportunista ou de moda, procura adequar soluções que possam, não só, ser uma mais valia para os utilizadores directos, mas funcionar como catalizadores dos contextos ecológicos onde se inserem, contribuindo activamente na redução da pegada ecológica humana no planeta. 5. Uma vertente social no sentido e abordagem estratégica aos programas. Partindo de um olhar periférico sobre as questões e sustentado pelo seu sentido crítico e especulativo, o MOOV promove soluções integradas articulando elementos que possam, nesta visão, levar a uma melhor relação dos projectos com o sistema de contexto, quer construído quer social. 6. Identidade visual gráfica forte Apresentação de projectos e ideias em pacotes visuais e/ou sonoros apelativos, com forte identidade gráfica, que aspiram a comunicar matérias muitas vezes complexas e altamente codificadas a um público alargado e não só aos suspeitos do costume. 3. O uso de técnicas e matérias low-tech Ao trabalhar de modo criativo com técnicas ancestrais ou materiais menos considerados em paralelo com produtos e tecnologia de vanguarda, MOOV procura gerar plasticidade com realidades contrastantes, aumentar a viabilidade económica do desenho através de investimento selectivo. Para o MOOV orçamentos apertados são desafios. Num levantamento sumário constatámos que havia 6% de área desocupada/abandonada no piso 0 e que esse número subia para 22% no piso +1. Como forma de conectar os espaços e dar materialidade a esse novo nível adicionamos um novo elemento ao dispositivo urbano uma rede metálica. A rede funciona como superfície para os utilizadores das actividades +1 e como estrutura de suporte elevada para as diversas actividades que têm lugar no nível térreo. > A partir da colocação duma rede multifuncional, cria-se uma identidade para o território Baixa. Pela primeira vez, o MOOV desenvolve uma estratégia arquitectónica assente essencialmente num plano com contornos politico-sociais. A instalação/performance Seta Amarela é um projecto de contaminação da paisagem urbana que trabalha os significados e processos dos dispositivos urbanos contemporâneos. Concebido de um modo evolutivo, é apresentado através de uma série de acções com características distintas em função das especificidades dos territórios de intervenção. > Seta Amarela foi determinante para o MOOV identificar e assumir a sua vocação e interesse por uma práctica profissonal adisciplinar. 100 arq./a Novembro 2007

3 I5 é um edificio incubadora concebido para os primeiros anos de afirmação numa grande cidade. Vocacionado para populações emergentes dá aos seus ocupantes a possibilidade de se estabelecerem em working/living units flexíveis, equipadas com serviços e espaços complementares comuns. Este modo de organização comunitária permite a multiplicidade/complexidade funcional do edifício procurando a hibridização dos espaços e programa de modo a fomentar interacções sociais (pessoais e profissionais), melhorar a qualidade de vida e competitividade profissional, fraccionando custos sem reduzir a área per capita em ciclos de 5 anos. A abertura do piso térreo para actividades urbanas efémeras (feiras, acções artísticas, etc...) e da cobertura para jardim/esplanada panorâmica com grande potêncial turístico, ligados por acessos verticais públicos que eliminam o obstáculo que a grande diferença de cotas existente representa, garantem um upgrade programático à cidade ao serviço da comunidade. > i5 é um projecto paradigmático da acção pro-activa do MOOV. Neste caso específico desenvolveu-se um programa para uma das feridas urbanas vigentes, o antigo mercado da fruta de Chão do Loureiro em Lisboa. O moov é um estúdio com uma prática adisciplinar que cruza projectos de arquitectura e urbanismo com instalações, video e performance. Este modo de operar permite uma contaminação de processos, pessoas e ideias. O concurso pedia o desenho de um campo informal de futebol de custos limitados (5000 euros) cujos equipamentos de apoio funcionassem também como plataforma de sensibilização na luta contra a sida. A nível conceptual focámo-nos na ideia de um equipamento comunitário que proporcionasse mais interacções entre os diversos acontecimentos que intervenções nestes. A nível prático, privilegiámos o uso de materiais locais ou reciclados e processos de construção simplificados que pudessem ser realizados pela população de Somkhele. > O concurso promovido pela organização humanitária Architecture for Humanity, revelou ao MOOV o alcance do papel social da arquitectura nomeadamente por intermédio da relação do seu programa com as realidades locais. Cruzámos a mobilidade com o conceito de luxo. Guiádos por uma ideia genérica que, mais do que o valor material, luxo é algo de extraordinário à margem do padrão diário, concebemos um dispositivo habitacional nomádico, desenhado para ser um catalizador de experiências nos antípodas do quotidiano. No topo de um edifício de uma grande metrópole ou, suavemente, poisado numa qualquer praia de areia branca de uma ilha tropical o encontro fica marcado com a Casa-Nomad porque a satisfação dos nossos desejos mais excêntricos acaba por ser o mais delicioso dos luxos... > Em Nomad House o MOOV testou os limites de relação entre programa arquitectónico e poética de conceito. A resposta, um objecto habitável funcional e mensurável baseado numa interpretação do conceito de luxo quase lírica. O Scape é um objecto artístico desenhado para estimular o confronto entre público e criadores. Como corpo estranho aos contextos onde se insere, interage com público pela sua especificidade formal. Enquanto matéria de desafio para os artistas, convida-os a intervir a através da sua manipulação. Este catalizador de acções artísticas é materializado num objecto insólito, móvel, circunscrito num volume de 2x2m e projectado para explorar os diversos sentidos do indíviduo > Convicto do potencial da multidisciplinariedade no desenvolvimento quer de trabalho técnico como artístico, o MOOV tenta promover pretextos para diálogos inprováveis entre disciplinas distintas. Scape é uma dessas iniciativas. Novembro 2007 arq./a 101

4 DEMO POLIS As fortes disfunções entre meios legais e económicos, entre politicas urbanas pensadas pelo mercado e não pela e para a cidade, provocaram uma crescente segregação social e fragmentação urbana em territórios de excluídos e de incluídos. A cidade como espaço de encontro, de passeio, de diversidade cultural e étnica vai-se esbatendo nas novas politicas imobiliárias que se fundamentam na primazia da segurança individual e do lucro rápido. Os espaços urbanos paradigmáticos da contemporaneidade são produtos que se exibem de um modo disperso, sem necessidade do lugar enquanto espaço comunitário: centros comerciais e de lazer desenhados para um acesso rápido e confortável de automóvel; condomínios fechados de limites intransponíveis; edifícios corporativos que se elevam arrogantes sobre os seus vizinhos, estações de serviço tipificadas... Todos eles têm em comum a paranóia da segurança, o acesso vocacionado ao automóvel e a necessidade do conhecimento de códigos de conduta e aparência. Aqueles que ficam de fora deste circuito representam a cidade decadente e que se abandona, dando consistência ao discurso da insegurança da cidade, do perigo do outro. Por isso, como forma de dar ênfase a este antagonismo e a um esvaziamento crescente da pólis enquanto baluarte da diversidade e interacção de ideias e pessoas, propomo-nos instalar durante o período da Bienal uma série de tendas que criarão um novo território habitado. Território de emergência e de contaminação social, testemunho de uma cidade extremada entre a necessidade e a oportunidade, entre a descoberta e a segurança. Uma instalação que propõem uma nova perspectiva de alojamento improvisado e temporário num dos quarteirões mais caros por m2 da Europa. Explora-se o contraste de um modo de vida consolidado mas egoísta porque isolado da rua, com um modo de vida precário mas gerador de cruzamentos de indivíduos, crenças, culturas... As tendas estendem a sua acção até às fachadas circundantes através de equipamentos eléctricos banais que ficarão acopulados às fachadas circundantes com uma parnafernália de cabos que parecem querer dizer que estes novos objectos urbanos, quais parasitas, recebem energia das unidades habitacionais circundantes. É a esmola de quem não utiliza o espaço que lhe foi dado e cede o território à cidade. Os meios usados intervenção são, propositadamente, de uso corrente como tendas, gambiarras, cabos, etc... Este propósito reforça a mensagem, em detrimento da forma, o conceito em vez do decorativismo. As tendas são apreendidas pelas pessoas como objectos de luz que convidam o espectador a penetrar no seu interior. Lá dentro a conjugação insólita de determinados elementos contribui para uma reflexão alargada sobre o dispositivo urbano actual entre incluídos e excluídos, conectados e desconectados. INSTALAÇÃO URBANA :: Pátio Garret, Lisboa & LUZBOA 06 :: Bienal Internacional da Luz & by moovlab & IDEIA ORIGINAL /MONTAGEM INSTALAÇÃO/GRAFISMO :: António Louro + João Calhau + José Niza PESQUISA E MONTAGEM DE SOM :: Jorge Andrade 102 arq./a Novembro 2007

5 HABITATS ABERTOS O projecto nasce de três permissas fundamentais: 1. Constituir-se como elemento de construção dum tecido urbano mais denso. 2. Dar aos habitantes uma posição activa e torná-los corresponsáveis pela proposta através de um sistema arquitectónico aberto. 3. Adoptar por uma lógica de construção simplificada de baixo custo assente em princípios ecológicos. 1 Estratégia Urbana Os protótipos habitáveis organizam-se em ruas tipo de 110*45 metros, cada uma contendo pátio. Esta distribuição tem como objectivo principal aliviar a pressão das áreas ecológicas protegidas através da densificação do tecio urbano (+densidade - ocupação urbana). Por outro lado, este modelo urbano permite ainda que 50% da superfície da rua seja livre ou permeável; a rua se defina como um espaço dinâmico tanto social como económico; a criação de ruas pedonais internas de interacção da comunidade nas tarefas de manutenção; a plantação pelo menos de uma árvore por pátio e dupla orientação (N-S) da ventilação de todas as habitações. 2 Estratégia de Ocupação A Casa não é pensada como um produto arquitectónico acabado mas sim como um sistema aberto que incorpora no tempo as necessidades e vontade dos seus ocupantes. Partindo da organização em banda das unidades, O projecto define à priori uma série de elementos primários que permitem definir os limites de uma possível área comercial ou de expansão futura da casa e no primeiro piso proporcionar a base elevada para a construção dos espaços habitáveis. O processo de formalização da planta 1 é feito com a participação dos seus futuros ocupantes, que têm como única imposição o respeito do perímetro do pátio, os eixos de ventilação predefinidas e o recurso aos materiais seleccionados. Com esta estratégia definimos um sistema aberto à mudança, evolução e diversidade assegurando a consistência formal e funcional das unidades e do conjunto no tempo através de uma série de regras preliminares. Consegue-se ainda humanizar o processo de implementação dando aos habitantes uma posição activa tornando-os corresponsáveis pela proposta. Mantém-se ainda o carácter e diversidade positiva observada na paisagem urbana actual e uma área de expansão das casas que resolve a progressão no tempo abrindo o leque de apropriações possíveis (privado, público ou comercial) 3 Estrategia Construtiva e Ambiental Constitui-se uma selecção de materiais reciclados, reutilizados e disponíveis na ilha. O sistema construtivo é simplificado ao máximo a partir dos meios e tradição construtiva local, sem necessitar o recurso a máquinas ou conhecimentos técnicos muito específicos. A adopção de estratégias passivas de ventilação da casa, recolha de lixos orgânicos, captação e armazenamento de águas pluviais e utilização de energias renováveis.assim desenvolvemos uma solução realizável e sustentável de baixo custo que recorre aos recursos humanos, naturais e materiais disponíveis no local, estimulando a economia da ilha criando um processo integral capaz de minorar a peugada ecológica do protótipo habitável no planeta.. > O MOOV acredita que mais do que a sofisticação do desenho, o que define qualidade arquitectónica é a capacidade de relacionar o programa e estratégia de projecto com o utilizador final. Habitats Abertos reforçou essa convicção. Concurso Internacional de Arquitectura :: Ilha de São Cristóbal : Galápagos & XV BAQ 06 Bienal Arquitectura do Quito - Ecuador :: Galápagos Franja 0: Urbanismo e Arquitectura Sustentáveis & by moovlab & IDEIA ORIGINAL :: António Louro + João Calhau + José Niza & 1º PRÉMIO DESENHO ARQUITECTÓNICO - PROFISSIONAIS :: Concurso + Exposição + Catálogo Novembro 2007 arq./a 103

6 ECO-KIT CONCEITO VAZIOS URBANOS VS. ECO-KIT Os vazios urbanos, tal como as cidades onde se inserem, são realidades mutáveis à mercê dos tempos burocráticos, intenções de grupos financeiros ou capacidade de gestão dos seus proprietários. São lugares transitórios que podem durar anos ou até décadas. A nossa proposta reconhece nestas realidades temporárias uma janela de oportunidade para a exploração de programas alternativos, procurando transformar áreas inactivas em territórios produtivos que se constituam como contributos activos para a sustentabilidade do sistema ecológico urbano. ECO-kit propõe a introdução de um dispositivo adaptável e móvel que se pode implementar e deslocar conforme as necessidades da cartografia variável dos vazios urbanos. Esse dispositivo é materializado numa série de elementos estruturais sobre os quais são montados diversos módulos produtivos que permitem a captação de energia solar, eólica, de água ou o suporte a diversas espécies vegetais. Em complemento às suas funções produtivas cada conjunto de elementos pode ainda albergar programas complementares como espaços de lazer, áreas wireless e zonas pedagógicas que contribuem para uma intensificação social dos lugares onde são inseridos. CONCEITO OBJECTIVOS + IMPLEMENTAÇÃO Os vazios urbanos são entidades mutáveis que se disseminam pela cidade. ECO-kit adopta parte desses territórios para implementar um novo sistema capilar de captação e distribuição de recursos. Uma nova rede produtiva que subverte a lógica vigente centralizada em grandes unidades. Esta estratégia permite: - aumentar a eficiência (menos perdas nos circuitos de transferência); - adaptar o programa dos diferentes conjuntos às especificidades locais; - fazer de cada ponto da rede um elemento activo de sensibilização ecológica; - intensificar valores comunitários através da partilha de recursos; - sistema evolutivo apto a acompanhar e a gerar o presumível desenvolvimento tecnológico na área das energias alternativas; - tornar os dispositivos regeneradores temporários do espaço urbano onde se inserem preenchendo vazios, restaurando planos de fachadas, resgatando áreas inactivas; A implementação urbana do sistema seria gerido por uma entidade encarregue de monitorizar os diversos módulos produtivos, actualizar o mapa de vazios urbanos identificando áreas de expansão e contracção, orientar de forma dinâmica os diferentes programas de modo a responder em cada momento à realidade fisica da cidade e às suas principais carências. DISPOSITIVO SISTEMA ESTRUTURAL O dispositivo estrutural das ECO-kit é um harmónio articulado em aço que pela sua geometria e sistema de funcionamento maximiza áreas de captação e minimiza o tempo e mão de obra necessários para a sua instalação. A altura destes elementos é ajustável, conseguindo, em caso de existência, adaptar-se às cérceas médias das diversas zonas de intervenção. A heterogeneidade das zonas de intervenção implicou ainda a existência de apoios reguláveis e rotativos de modo a garantir a implantação em terrenos até 7% de inclinação. Devido ao seu carácter transitório, foi desenhado de modo a poder ser fácilmente transportável (respeita as medidas standard de um contentor). eco-kit Praça da alegria A área de intervenção seleccionada para servir de exemplo a uma possível aplicação do ECO-Kit situa-se na zona central de Lisboa e ocupa um gaveto de 12 x 18m na Praça da Alegria. A combinação aplicada para este caso visou a produção de energia e captação de água para os jardins adjacentes e para o quartel de bombeiros existente na praça. No dispositivo estrutural foram ainda assembladas uma série de plataformas que desenham um espaço de lazer/estudo com tecnologia wireless e pontos de energia, bem como, um espaço de sensibilização ambiental. Esta estrutura poderá ainda dar apoio logístico à unidade móvel de apoio aos sem-abrigo da Praça da Alegria. Os recursos acumulados no ECO-Kit estarão também disponíveis para iniciativas socio-culturais da comunidade local. Concurso Internacional de Arquitectura :: Praça da Alegria, Lisboa & Trienal de Arquitectura de Lisboa :: Vazios Urbanos & by moovlab & IDEIA ORIGINAL :: António Louro + João Calhau + José Niza & 1º PRÉMIO DESENHO ARQUITECTÓNICO (1/15) :: Concurso + Exposição + Outdoor + Catálogo 104 arq./a Novembro 2007

7 SONDA3 O que é QUALIDADE na ARQUITECTURA? Mark Wigley [Dean and Professor, Columbia University, New York] Power is money, money is power; the brain of the architect is very powerful! & 2. Carlos Santa Maria [Empregado de mesa, Lisboa] & A qualidade fica escondida. É o cimento, os alicerces... depois, a boniteza é conforme o desenho... & 3. Eduardo Souto Moura [Arquitecto, Souto Moura Arquitectos SA, Porto] Chega a ser violento... Para se chegar onde se quer é preciso fazer muitas estratégias, inclusivamente aquilo que eu simulei - mentir. Dizer que isto não é assim tão caro como você pensa...e depois é mesmo - (risos). & 4. Jorge Abreu [Comercial, Lisboa] Quem é que ganha dinheiro no meio disto tudo?... É o arquitecto. Todos querem ganhar; se houvesse bons arquitectos não vivíamos nesta selva urbana... O que é a ARQUITECTURA? A arquitectura - ou construção, conceito mais abrangente e melhor aplicável ao que se observa como fazer edifícios - é um processo de produção complexo que incorpora um número considerável de intervenientes. Apesar da crescente visibilidade da arquitectura e dos arquitectos, decorrente da sua mediatização, esta actividade profissional funciona ainda num círculo fechado de acção limitada. Neste momento, a arquitectura, preserva a sua condição de meio restrito, mas ambiciona protagonizar decisões políticas e influenciar a sociedade. Ainda assim, o desfasamento entre ideia e produção é evidente no que se constrói à nossa volta. Para compreender este facto, propõe desmontar-se o processo da construção, mediante uma consulta dos vários agentes intervenientes nele. Os diversos inputs com os quais tais agentes contribuem poderão explicar a assimetria visível dos outputs. A SONDA³ é uma recolha crítica das opiniões emitidas pelos agentes mais relevantes do processo da construção, dentro do meio da arquitectura, mas também empreiteiros, engenheiros, advogados, clientes. A partir de 3 questões universais, que eliminam o problema da linguagem própria a cada área de conhecimento, procura obter-se o contributo dos agentes, que se espera ser a expressão da realidade material do seu papel na construção. Assente na investigação empírica, sugere-se uma síntese aberta que potencie uma estratégia de aproximação ao problema, permitindo-se diversos níveis de leitura que o levem a reavaliar. Visione a SONDA³ e construa a sua própria tese sobre a actual condição da arquitectura. Video Instalação :: Pavilhão de Portugal, Culturgest, Lisboa & Trienal de Arquitectura de Lisboa :: Vazios Urbanos & by moovlab & IDEIA ORIGINAL/ MONTAGEM INSTALAÇÃO :: António Louro + José Niza + Claudia Campos+ Miguel Faro+ Miguel Rocha. & GRAFISMO & WEB :: António Louro; Benedetta Maxia; 5. Thom Mayne [Arquitecto, Morphosis, USA] That's a very general question. There as to be consensus to a project to move forward, unlike a painting... & 6. Pedro Gadanho [Arquitecto, Crítico, Lisboa] Hum...deixa cá ver se me lembro de um argumento!... Arquitectura é produção de cultura. José Niza & MONTAGEM VIDEO E SOM :: Miguel Rocha STAR WARS A video-instalação STAR WARS - OS EGOS CONTRA ATACAM foca-se nos processos de auto referenciamento do sistema arquitectónico português para encenar uma sátira espacial em tom épico. Os arquétipos de diversos arquitectos são re-interpretados em naves e estações espaciais que se degladiam pela supremacia na galáxia. O MOOV inclui-se neste sistema como uma pequena peça que tenta subsistir. STAR WARS OS EGOS CONTRA ATACAM Num universo dada vez mais mediatizado, o Arquitecto é fundamentalmente uma assinatura. Um actor que se apresenta como autor de fórmulas mágicas. Essa assinatura é a ferramenta da sua afirmação e um ás de trunfo na conquista palmo a palmo das batalhas da galáxia. Nesta nova ordem não é a arquitectura que vale mas sim o que pode vender e emular pelo sistema mediático. No lastro da globalização anunciava-se a democratização de oportunidades mas, em vez disso, veio a vaga de massificação dos Impérios. A batalha é violenta o Império está instável. Serão os novos arquitectos-resistentes capazes de escrever uma história mais justa ou aguardarão passivamente apenas o capitular do trono? Video Instalação :: Galeria Fernando Santos, Lisboa & Trienal de Arquitectura de Lisboa :: Arquitecturas Virtuais & by moovlab & IDEIA ORIGINAL/REALIZAÇÃO/ARGUMENTO:: António Louro + José Niza & 1. STARSYSTEM PORTUGAL & 2. Num universo dada vez mais mediatizado, o Arquitecto é fundamentalmente uma assinatura. & 3. A batalha é violenta o Império está instável. & 4. Serão os novos arquitectos-resistentes capazes de escrever uma história mais justa ou aguardarão passivamente apenas o capitular do trono? PRODUÇÃO :: MOOVLAB & DESENHO 3D :: António Louro & ANIMAÇÃO 3D :: José Niza & MONTAGEM VIDEO e EDIÇÃO :: Miguel Rocha & DESENHO DE SOM :: Jorge Andrade Novembro 2007 arq./a 105

8 ESTÚDIO 1. Jornal "A Bola" :: A jornada futebolística sempre na agenda do atelier. 2. Corporate Kit :: Compartimento secreto da máquina de café. 3. AVAC :: Sistema de ar condicionado. 4. Varanda :: Ponto para fumadores. 5. PC-1 :: Master PC + Posto de trabalho do António. 6. PC-2 :: Posto de trabalho do José. 7. PC-3 :: Posto de trabalho do João. 8. Ponto de luz principal :: work in progress 9. Amostras de Materiais. 10. Mini-Seta Amarela :: primeira maquete de espuma 11. ISLA :: Maqueta de estudo. 12. Flyer Visões Urbanas :: Pixel Urbano e Seta Amarela em São Paulo. 13. Consola de Trabalho #1 :: 2 cavaletes + 1 prancha mdf 180*123 forrada a vinyl magenta + unidade de hardware 14. Consola de Trabalho #2 :: 2 cavaletes + 1 prancha mdf 180*123 forrada a vinyl magenta + minimóvel vintage oferecido por Sra. Fernanda Louro. 15. Seta Amarela :: lounge 16. Recepção/Armazém :: buffer zone. 17. Planning Wall :: Capillary City - Greater Helsinki Vision 2050 ANTÓNIO LOURO :: 1978 Natural de Lisboa, frequentou a Faculdade de Arquitectura de Lisboa e a Escola d'arquitectura del Vallès UPC - Barcelona. Licenciou-se em Arquitectura em Durante um ano teve residência na Holanda, período onde colaborou no estúdio KCAP - Kees Christaasen Architects and Planners. Paralelamente à prática profissional de arquitectura tem desenvolvido diversos projectos na área das artes plásticas, visuais e performativas. Destaca-se a co-criação do espectáculo transdisciplinar Browser 1.0, integrado no projecto Interfaces apresentado no Rivoli. É um dos membros fundadores do estúdio de arte e projecto moov :: moovlab baseado em Lisboa, cidade onde vive e trabalha actualmente. JOSÉ NIZA :: 1978 Natural de Lisboa, finalista de Arquitectura e mestrado na Universidade Lusíada. Desenvolve diversas actividades na área das artes digitais, sendo o responsável criativo da plataforma experimental de artes gráficas computadorizadas Lata-Design. Em 2005 torna-se um dos elementos da equipa base do estúdio moov :: moovlab após diversas colaborações pontuais. Mantém-se em actividade como freelancer na área de produção de eventos e design gráfico a partir de Lisboa, onde vive. JOÃO CALHAU :: 1978 Natural de Lisboa, estudou na Faculdade de Arquitectura de Lisboa onde se licenciou em Arquitectura em Colaborou com diversos gabinetes de arquitectura dos quais se destacam Utopus e Contemporânea do arquitecto Manuel Graça Dias. Paralelamente, entra em diversos concursos destacando-se a menção honrosa no Concurso internacional de arquitectura da Association of Collegiate Schools of Architecture e OTIS, sobre Habitação e Renovação Urbana. Mais recentemente, participou na Exposição de Artes Plásticas "Pavilhão 21c" em Lisboa. É membro fundador da plataforma moov :: moovlab. 106 arq./a Novembro 2007

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