Boletim do. Infecção hospitalar: um desafio das instituições de saúde. A gente faz o HC Aluísio dos Santos Carvalho. atividades do cotidiano

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1 Informativo do Hospital das Clínicas da UFMG - Julho de 2013 ano XVIII n 292 Foto: Arquivo Assessoria de Comunicação Boletim do Infecção hospitalar: um desafio das instituições de saúde Editorial Tolerância zero Acontece no HC Laboratório simula atividades do cotidiano A gente faz o HC Aluísio dos Santos Carvalho

2 Editorial Mural Tolerância zero A adequada higienização das mãos, com água, sabão e gel alcoólico é uma importante arma na prevenção das infecções hospitalares, uma vez que reduz o risco de transmissão dos microorganismos presentes nas mãos dos componentes da equipe assistencial para os pacientes. Treinamentos e campanhas educativas que orientam a comunidade hospitalar sobre a correta lavagem das mãos são as principais medidas adotas pela CCIH, para reduzir os índices de infecção no HC/UFMG. O uso de luvas e de avental, quando há qualquer tipo de risco de contato com fluídos corpóreos; a descontaminação do ambiente após a alta do paciente; a limpeza e a esterilização de todos os artigos e equipamentos antes de serem utilizados em outro paciente, também constituem ações da CCIH para garantir mais segurança e menos riscos nos processos assistenciais. Como o risco de adquirir infecção hospitalar varia de acordo com os diversos serviços e procedimentos realizados, o hospital desenvolve iniciativas pautadas em cuidados preventivos. Os visitantes e os acompanhantes também devem se atentar às medidas de prevenção e seguir orientações tais como: não assentar na cama do paciente, não trazer flores para o ambiente hospitalar, lavar as mãos antes e após a visita, entre outros. A prevenção é a melhor maneira de evitar o surgimento da infecção hospitalar e todos os envolvidos no processo assistencial têm papel fundamental na luta contra a incidência de novos casos. 2 Foto: Giselle Costa A infecção hospitalar é a grande vilã das instituições de saúde na atualidade devido ao impacto negativo que provoca nos pacientes, muitas vezes com o agravo do estado de saúde, e à rápida disseminação das bactérias que causam as infecções dentro das instituições. Mesmo cumprindo todas as normas de higiene e segurança, nenhum hospital escapa do risco de ocorrência de infecção hospitalar. Assim, o Hospital das Clínicas da UFMG, por meio da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), adota medidas preventivas, de fiscalização e de educação continuada, de modo a fomentar a tolerância zero às infecções. Quarta edição da Caminhantes será realizada em setembro O Hospital das Clínicas da UFMG vai realizar no dia 28 de setembro a quarta edição da Caminhantes Caminhada pelos Transplantes, no Parque Municipal de Belo Horizonte, das 8 às 11 horas. Pelo quarto ano consecutivo o evento visa conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos, tecido e medula óssea. A iniciativa vai contar com a participação de pacientes transplantados e na fila de espera do HC/UFMG, das equipes de transplantes do Hospital e demais profissionais, familiares dos pacientes e sociedade em geral. A Caminhantes vai promover ações de saúde, como medição de pressão arterial, índice de massa corporal e orientação nutricional, além de oferecer aos participantes atrações culturais, que serão divulgadas em breve. O evento é promovido pelo HC/UFMG, por meio das equipes de profissionais da saúde (médicos, nutricionistas, profissionais da enfermagem, terapeutas ocupacionais, entre outros) e viabilizado por meio de verbas de patrocínios de instituições públicas e privadas. HC realiza XI Simpósio de Prevenção e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde A prevenção e o controle de infecções relacionadas à assistência à saúde será tema de um simpósio realizado pelo Hospital das Clínicas da UFMG, em parceria com a Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções (Ameci). O evento será realizado nos dias 27 e 28 de setembro, no Dayrell Centro Empresarial, localizado na Rua Espírito Santo, 901, Centro. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do evento (www. simposioiras2013.com.br), até o dia 17 de setembro, por meio do preenchimento do formulário de inscrição e do pagamento do boleto bancário. Após essa data, as inscrições serão efetuadas somente no local do evento, se ainda houverem vagas. O XI Simpósio tem como objetivo promover uma ampla discussão sobre os diversos aspectos, avanços e perspectivas da prevenção e controle de infecção na promoção de uma assistência segura e de qualidade, além de possibilitar a integração entre os debatedores e os demais participantes. Os interessados poderão se inscrever ainda para participar do curso Cuidado em Cirurgia Segura, que será ministrado no dia 26 de setembro. A programação e informações complementares podem ser obtidas no site do evento.. Observações a respeito desse informativo podem ser feitas através do

3 Acontece Laboratório simula atividades do cotidiano demanda maior para idosos com déficits cognitivos, ou seja, dificuldades de raciocínio, memória, atenção, aprendizagem etc. Para ter acesso ao serviço, os pacientes devem apresentar a guia de encaminhamento fornecida pelas unidades básicas de saúde (atenção primária em saúde). Após apresentarem a guia, os idosos passam por uma avaliação realizada pela equipe de geriatria e, posteriormente, pela equipe multiprofissional. No serviço, a proposta terapêutica ocupacional é investigar os afazeres da rotina do idoso, reduzir as dificuldades, limitações e barreiras. As estratégias implementadas no serviço são de estimulação, reabilitação e compensação de funções físicas e cognitivas alteradas, assim como de reorganização da rotina diária e orientação aos familiares e cuidadores. A equipe especializada avalia se os idosos conseguem desenvolver atividades simples e complexas do cotidiano, assim como direciona orientações específicas para o engajamento funcional. A reabilitação é acompanhada, de perto, por terapeutas ocupacionais e os familiares são convidados a participar do processo de intervenção para favorecer o processo de aprendizado e melhorar a qualidade do cuidado ofertado. Para se alcançar bons resultados, no entanto, a determinação do paciente e o acompanhamento da família e dos cuidadores são fundamentais, para que seja dada a continuidade aos tratamentos propostos em ambiente domiciliar. Após o processo de avaliação é elaborado um plano de cuidados individual que descreve todas as orientações fornecidas aos pacientes, familiares e/ou cuidadores, bem como sugestões de intervenções. O serviço oferece, sempre que necessário, cartilhas com orientações contextualizadas e direcionadas ao paciente. Os atendimentos são realizados no Ambulatório Jenny Faria de Andrade, localizado na Alameda Álvaro Celso, 117, Santa Efigênia. Foto: Patrícia Carvalho Atividades simples do cotidiano como fazer um cafezinho, arrumar a casa e fazer compras podem se transformar em grandes obstáculos para pessoas idosas, devido ao comprometimento na mobilidade, cognição, humor e comunicação que podem ocorrer, geralmente, com o processo de envelhecimento. No Hospital das Clínicas da UFMG o desempenho funcional e a realização de atividades de vida diária em idosos são acompanhados pelo Centro de Referência em Idosos, no setor de Terapia Ocupacional. A iniciativa é uma das frentes de atuação do Programa Mais Vida, e visa avaliar o grau de autonomia e independência dos idosos. No espaço, conhecido como Laboratório de Atividades de Vida Diária, os idosos simulam várias situações domésticas como arrumar a cama, lavar a louça, passar a roupa, varrer a casa, preparar refeições, além de atividades básicas de autocuidado e higiene pessoal. O laboratório foi inaugurado em abril de 2010 e atende, em média, 150 pacientes por mês, sendo a No Laboratório de Atividades de Vida Diária os ambientes permitem simular atividades domésticas como cozinhar e lavar vasilhas 3

4 Capa Foto: Fabiana Senna A indicação de Precaução de Contato é colocada nos prontuários de pacientes que apresentam algum tipo de infecção Hospital das Clínicas adota medidas para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde As bactérias são microrganismos que estão presentes em praticamente todos os locais, inclusive, no corpo humano. Embora muitas delas sejam usadas em prol da humanidade, como por exemplo, na produção de alimentos (iogurtes, queijos, vinagres etc), existem as que são responsáveis por uma série de doenças, podendo levar o hospedeiro à morte. O tratamento das bactérias patogênicas, ou seja, aquelas que causam doenças nos seres humanos, é feito por meio de antibióticos. No entanto, o seu uso indiscriminado, ou seja, sem receita médica e/ ou por período de tempo incorreto, 4 pode favorecer o surgimento de bactérias resistentes, dificultando o tratamento de várias infecções. As superbactérias, como são popularmente conhecidas, e a incidência de infecções relacionadas à assistência à saúde, atribuídas a elas, são um grande problema de saúde pública, tendo em vista que muitos medicamentos não surtem efeitos para o tratamento dessas infecções. a esses microrganismos deve contar com a colaboração dos profissionais de saúde e da população, que precisam ter uma participação mais ativa na adesão às medidas de prevenção de infecção, como a higienização das mãos e o uso racional de antibióticos, destaca Wanessa Trindade Clemente, coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do HC/UFMG. No ambiente hospitalar, procedimentos invasivos, longos períodos de internação, alta demanda de pacientes internados e gravidade das doenças também contribuem para a existência e a disseminação das bactérias multirresistentes (BMR). O combate Os manuais do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), centro de saúde americano, referência mundial em divulgação de dados e pesquisas da área, e as normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pautam as

5 Capa Reduzir o risco de infecções é uma das metas do HC A atividade de vigilância epidemiológica é uma das ações da CCIH, que consiste em uma busca ativa para avaliar os pacientes, realizada pelos enfermeiros da Comissão à procura de sinais ou sintomas de infecção hospitalar. No HC/UFMG, a busca ativa é realizada rotineiramente nas unidades de tratamento intensivo (adulto, pediátrico e neonatal), enfermarias de pacientes transplantados, no serviço de terapia renal substitutiva e em todos os pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos. Com base na busca ativa, são coletados dados para elaboração das taxas de infecção hospitalar tais como: taxa de infecção da corrente sanguínea (sepse) associada ao catéter central, taxa de infecção urinária associada à sonda vesical de demora e taxa de pneumonia para pacientes submetidos à ventilação mecânica. Essas taxas são periodicamente discutidas com a equipe assistencial para a elaboração de medidas de prevenção. Além disso, a CCIH realiza em todas as unidades do hospital atividades educativas referentes ao controle e à prevenção de infecções, envolvendo a equipe assistencial, pacientes, visitantes e acompanhantes. Essas Foto: Fabiana Senna A incidência das superbactérias é combatida fortemente pela CCIH, que viabiliza e garante a implementação das ações prioritárias na prevenção e no controle de infecções, com base na Meta 5, das Metas Internacionais de Segurança do Paciente, do Manual de Acreditação da Joint Commission International (reduzir o risco de infecções associadas aos cuidados de saúde). A partir desses padrões internacionais de qualidade, o hospital busca a melhoria constante dos processos assistenciais. Profissionais do Serviço de Nutrição e Dietética participaram, em julho, do Jogo de Tabuleiro Foto: Fabiana Senna medidas de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde, adotadas pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital das Clínicas da UFMG e serviram como base para a elaboração de um guia de bolso, o Handbook, direcionado aos profissionais de saúde do HC/UFMG. Lançado em 2006 e atualizado em 2012, o manual contém a padronização de condutas em relação ao uso de antimicrobianos, orientações para o diagnóstico microbiológico e recomendações de prevenção das infecções adquiridas nos hospitais e fora do ambiente de assistência à saúde. Além disso, outras medidas como treinamentos educativos e campanhas fazem parte da rotina de trabalho da CCIH. Pacientes e visitantes recebem cartilhas com informações sobre as principais bactérias atividades são realizadas através de aulas expositivas, entregas de cartilhas sobre o processo de higienização das mãos e sobre as bactérias multirresistentes tais como a KPC, a Staphylococcus Aureus resistente à Meticilina (MRSA), dentre outras. É realizado também um jogo de tabuleiro denominado Descontamine, direcionado a pacientes adultos e visitantes, onde são abordadas questões como a higienização das mãos e as precauções baseadas nas vias de transmissão. No primeiro semestre de 2013 a CCIH realizou a entrega de cerca de 1500 folders institucionais referentes ao controle de infecção, 500 cartilhas de bactérias multirresistentes, além de promover blitz em comemoração ao Dia Nacional do Controle de Infecção (15 de maio), treinamento para os profissionais de enfermagem recémadmitidos no hospital e treinamento dos médicos residentes. A CCIH também é responsável por ministrar o curso Teórico Prático, com duração de quatro meses e carga horária de 420 horas, por meio do qual os residentes da infectologia adulto e pediátrica e os residentes da patologia clínica são orientados sobre o controle de infecções. 5

6 Tire suas dúvidas a respeito das Infecções Hospitalares: Quais infecções podem ser causadas por superbactérias? As infecções mais frequentes são as associadas a procedimentos invasivos, como sondagem vesical, uso de cateter vascular central e de ventilação mecânica. As superbactérias podem provocar infecções graves em pessoas que estão com a saúde muito debilitada e em internação hospitalar. Existe tratamento? Sim. Atualmente, existem poucos antibióticos para tratar estas bactérias e o tratamento é baseado em exames que informam qual antibiótico será eficaz. Como as bactérias são transmitidas? A transmissão se dá através das mãos, pelo contato com pessoas colonizadas ou infectadas e/ou com objetos contaminados (termômetro, aparelho de medir pressão e outros), principalmente, quando não é feita a higienização correta das mãos. Como a transmissão pode se evitada? No HC/UFMG, quando há pacientes colonizados ou com infecção por bactérias de importância epidemiológica são colocados em precaução de contato. Para evitar que o microrganismo se espalhe, o contato com estes pacientes necessita de medidas especiais de proteção: - Higienização das mãos com água e sabão e álcool a 70%, líquido ou em gel. - Uso de luvas e avental. - Limpeza cuidadosa do ambiente. O que o acompanhante pode fazer? Os acompanhantes e visitantes também devem ficar atentos a esses cuidados e higienizar as mãos frequentemente. Nas visitas a todos os pacientes devem ser seguidas as medidas estabelecidas pelo hospital. Ensino, Pesquisa e Extensão CPC oferece capacitação à distância para pesquisa clínica Com o objetivo de promover a educação continuada e a reflexão sobre a prática cotidiana, no que se refere à pesquisa, o Centro de Pesquisas Clínicas do Hospital das Clínicas da UFMG promove, desde maio deste ano, o curso Introdução às Boas Práticas na Pesquisa Clínica, na modalidade à distância. A iniciativa vai formar 21 turmas, em cursos que tem periodicidade mensal, sendo que a formação da última turma está prevista para 31 de dezembro de Os inscritos serão acompanhados por relatório gerado em senha individual e a certificação estará condicionada à análise das atividades avaliativas com índice de acerto igual ou maior a 80%. As atividades são voltadas à equipe técnica e operacional indicada por unidade, instituto ou centro de pesquisa pertencente à Rede Nacional de Pesquisa Clínica, que é coordenada pelo HC/UFMG. Para realização do curso, o aluno necessita de computador com acesso à internet banda larga, preferencialmente, navegador Mozilla ou Google Chrome instalados. Todas as regiões do país são beneficiadas pela capacitação que abrange 32 instituições de saúde no Brasil. Por ser desenvolvido na modalidade à distância e ser construído como curso rápido, autodirigido e sem tutoria, os participantes contam com atendimento eletrônico com a equipe coordenadora para esclarecer dúvidas e receber sugestões. As inscrições para a próxima turma vão até 31 de julho. As atividades terão início no dia 1º de agosto e término no dia 30. A iniciativa é promovida em parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, o Centro de Apoio à Educação à Distância da UFMG e o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da UFMG. Informações sobre a programação e o processo de inscrição podem ser obtidas pelo telefone (31) ou pelo com. 6

7 Perigos das dietas Enxugue até 2kg em 5 dias, Emagreça sem esforço físico!, Você de barriga chapada. Essas são algumas das promessas de emagrecimento rápido veiculadas na mídia e seguidas por várias pessoas atraídas pelas facilidades da perda de peso. Seguir uma dieta sem acompanhamento médico, no entanto, pode trazer danos à saúde, devido ao excesso ou à deficiência de nutrientes e de vitaminas no organismo. Gastrite, desnutrição e até doenças psicológicas como o estresse e a depressão podem ser resultado da restrição alimentar, uma vez que nem sempre é possível alcançar o resultado esperado. O uso de remédios também pode ser extremamente perigoso, devido aos efeitos colaterais, como: cólicas, diarréias ou até mesmo a desidratação, por isso, o acompanhamento médico na hora de perder peso é fundamental. Assim, o profissional poderá associar uma alimentação saudável, ou seja, aquela que respeita as preferências individuais e valoriza os aspectos socioculturais, a atividades físicas, que proporcionem, além da perda de peso, qualidade de vida e bem estar físico e mental. Além da prática de exercícios físicos regulares, a ingestão diária de água é grande aliada do emagrecimento saudável, uma vez que ajuda na hidratação do corpo. Outra prática importante é variar os tipos de alimentos, mantendo uma alimentação colorida e equilibrada. A mudança de hábito, no entanto, deve ser paulatina, visando um resultado a longo prazo. Fonte: Maria Isabel Correia, nutróloga do Hospital das Clínicas e professora de Nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais. Mitos e Verdades Sua Saúde Comer à noite engorda. Mito. A quantidade de alimentos ingeridos associada aos hábitos e ao modo de vida, é o que influencia o ganho ou a perda de peso. À noite, quando o metabolismo é mais lento, é importante comer alimentos de fácil digestão como legumes, sopas, sucos, frutas, entre outros. Para emagrecer é preciso comer em pequenas quantidades ao longo do dia. Verdade. Uma forma saudável de perder peso é comer pequenas quantidades de comida em espaços curtos de tempo, por exemplo, a cada três ou quatro horas. Isso mantém a taxa de glicose (o açúcar do sangue) regulada e evita a sensação de fome, favorecendo o emagrecimento. Em dia com a Agência Transfusional Captação de doadores de sangue no HC sofre alterações Desde o segundo semestre deste ano, o Hospital das Clínicas da UFMG é responsável pela captação dos doadores de sangue, que se destina a atender a demanda do hospital. O serviço, que antes era realizado pela Fundação Hemominas, está sendo desenvolvido exclusivamente pelo HC/UFMG, com o apoio do Serviço de Humanização e coordenação da Agência Transfusional. Atualmente a Agência Transfusional do HC/UFMG realiza cerca de três mil transfusões de componentes do sangue por mês e recruta, em média, 700 doadores no mesmo período. A expectativa é que com a mudança, aumente o número de doadores. Para conscientizar a comunidade hospitalar e familiares dos pacientes sobre a importância da doação de sangue, a Agência Transfusional realiza cursos para capacitar colaboradores do HC sobre as práticas da hemoterapia e os processos transfusionais. O setor conta com uma funcionária e estagiárias do Programa de Humanização, mas a participação de toda a comunidade hospitalar informando a indicação da transfusão e a necessidade de reposição de sangue para pacientes ou seus familiares é essencial para o processo, pois não existe substituto ou formas de aquisição para o sangue e seus componentes. É fundamental que todos participem como captadores dentro do seu círculo independente da necessidade, ressalta o médico coordenador do Banco de Sangue, José dos Santos Quintão. Exames de compatibilidade entre sangue de doadores e pacientes, análise das indicações transfusionais solicitadas pelos médicos (motivo da transfusão, tipo de hemocomponente solicitado, nível de urgência, idade do paciente, entre outros), são procedimentos realizados pela Agência Transfusional. Estes processos obedecem aos termos da Portaria nº 1353 do Ministério da Saúde, que aborda o monitoramento das reações transfusionais resultantes do uso terapêutico de sangue e seus componentes, por meio da notificação de eventos adversos (complicações imprevistas decorrentes do cuidado prestado aos pacientes). A Hemovigilância tem o objetivo de melhorar a qualidade dos produtos e processos em hemoterapia para maior segurança do paciente que recebe a transfusão. Próximas edições Próximas edições O Boletim do HC 293 vai abordar a Campanha Nacional de Conscientização de Doenças Inflamatórias Intestinais no Brasil, que visa sensibilizar jovens e adultos para a importância do diagnóstico precoce e as formas de tratamento existentes. Leia na próxima edição informações sobre as principais doenças intestinais e as ações da campanha para mobilizar a população. 7

8 A gente faz o HC Oito anos dedicados aos números do Hospital das Clínicas Conhecido como o matemático do Borges e o rei das planilhas, Aluísio dos Santos Carvalho, responsável pela área financeira do Setor de Faturamento do Ambulatório Borges da Costa, trabalha no Hospital das Clínicas da UFMG há 8 anos. Ele, que ingressou no Ambulatório São Geraldo em 2005, ao tomar posse do cargo de assistente em admistração, após se dedicar a um ano de estudos para concurso, já trabalhou em diversas empresas como o jornal Estado de Minas, a Coca-Cola e também passou por vários setores do Hospital São Geraldo e do Ambulatório Borges da Costa. Casado há 15 anos com Néia, Aluísio tem uma filha de 14 anos, Ana Luiza com quem gosta de passear nos momentos de lazer. Entre os programas favoritos estão os passeios ao shopping e assistir aos jogos do Cruzeiro, seu time do coração. Nascido em Belo Horizonte e morador do bairro Santa Efigênia, Aluísio tem o sonho de ir morar na terra dos seus avós: Caratinga, cidade do interior de Minas Gerais, próxima a Governador Valadares. É para lá que vou sempre que posso, para me divertir com a família, afirmou ele. Na fazenda centenária dos avós, o contato com a natureza, as boas energias e a visita aos familiares lhe dão muito prazer. Para Aluísio a vida profissional e pessoal devem estar bem interligadas, por isso, além de traçar a meta de se mudar para o interior, quando se aposentar, ele busca alternativas para melhorar cada vez mais os serviços que desenvolve no HC. O próximo passo, é a realização de um curso relacionado à sua área de atuação, buscando a especialização na confecção de planilhas mais sofisticadas e objetivas. No Setor de Faturamento, a alegria e o bom humor são contagiantes e, são para Aluísio valores primordiais para um bom relacionamento no ambiente 8 de trabalho. Trabalhar em hospital não é fácil, ainda mais ao lado da oncologia. Por isso temos de ser mais humanos com o próximo. Nossa equipe de trabalho é muito boa, a valorização da chefia é excepcional, e é um dos maiores motivos para eu ter retornado ao Borges, enfatizou o assistente administrativo. As oportunidades de crescimento profissional e o desenvolvimento de habilidades como a criação de planilhas para a organização do setor e a visão estratégica adquirida com a gestão hospitalar são consideradas grandes conquistas para a sua carreira no HC e fazem jus aos apelidos dados pelos colegas de trabalho. Aluísio Carvalho fala sobre suas habilidades com os números e suas expectativas com a profissão Impresso Expediente Boletim Informativo do Hospital das Clínicas da UFMG Diretoria do Hospital das Clínicas Diretor Geral: Prof. Antonio Luiz Pinho Ribeiro Vice Diretora: Profa. Luciana de Gouvêa Viana Diretora de Ensino, Pesquisa e Extensão: Profa. Andréa Maria Silveira Diretora Administrativa: Adm. Elizete Maria da Silva Neme Assessoria de Comunicação Assessora: Maria Valdirene Martins Jornalista Responsável: Fabiana Senna MG 15657JP Estagiária: Patrícia Carvalho Editoração e Diagramação: Assessoria de Comunicação do Hospital das Clínicas da UFMG Telefone: / Projeto Gráfico: Giselle Costa Impressão: Zello Editora Gráfica Periodicidade Mensal Tiragem: 4000 exemplares É permitida a reprodução de textos e matérias desde que citada a fonte. Foto: Patrícia Carvalho

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