DA IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMILIA E A LEI 8.009/90. Anderson Oliveira de Souza 1 (CEUNSP) André Dias Silva 2 (CEUNSP)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DA IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMILIA E A LEI 8.009/90. Anderson Oliveira de Souza 1 (CEUNSP) André Dias Silva 2 (CEUNSP)"

Transcrição

1 1 DA IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMILIA E A LEI 8.009/90 Anderson Oliveira de Souza 1 (CEUNSP) André Dias Silva 2 (CEUNSP) RESUMO O presente artigo tem por finalidade demonstrar a proteção que se dá ao bem de família, com a sua impenhorabilidade, não permitindo que esse seja extinto. Primeiramente, consideramos a origem do instituto. Classificamos a quem esse instituto é estabelecido, ou seja, sobre a entidade familiar. Esclarecemos também o que se considera por essa entidade, podendo ser até mesmo uma pessoa solteira, porém será analisado o caso em particular pelo julgador, como o exemplo citado, apenas será considerado impenhorável o bem de pessoa solteira, caso esta necessite para sua sobrevivência. Palavras - Chave: Proteção - Bem de Família Entidade familiar. 1 Acadêmico do 10º semestre da Faculdade de Direito de Salto. 2 Acadêmico do 10º semestre da Faculdade de Direito de Salto.

2 2 INTRODUÇÃO Primeiramente, será estudado o bem de família, a origem do instituto que se deu no Texas, percorreu a Europa e chegou ao Brasil (como código civil de 1916). Será estudada também a sua proteção pela Lei de 1990, considerando que apenas são protegidos os bens que tenham a finalidade da entidade familiar, ou seja, se essa não for verificada, não haverá decretação da impenhorabilidade. Serão também demonstrados, com base na lei supra os casos em que não ocorre a decretação da impenhorabilidade, por exemplo, por tentativas de fraude, como dar o imóvel de família em garantia a um contrato de locação. E o que ocorre no caso de se ter mais de um imóvel e ser feita a decretação em apenas um desses.

3 3 ASPECTOS HISTÓRICOS DO PROCESSO Para iniciarmos o presente estudo é necessário buscarmos no passado a real função das normas e do Direito em geral, certamente a sociedade como é não poderia viver sem o direito e as normas, todavia não podemos esquecer que outrora o ser humano viveu em um mundo onde a única norma conhecida era a da sobrevivência, onde o mais forte teoricamente sobreviveria. Com o decorrer dos séculos os homens uniram-se, inicialmente em bandos e associações livres, que normalmente perduravam apenas no decorrer das necessidades, separando-se posteriormente, progredindo alguns séculos verificamos que os homens em nome de sentimentos nobres que amadureceram nessas uniões, passaram a unir-se por vínculos que hoje chamamos de famílias, mais tarde cidades, reinados, Estados, até chegarmos a atual Sociedade que ressalta dizer, é o alicerce do Estado. Com relação às famílias, em 1839, na República do Texas, através do Homestead Exemption Act, houve a primeira reserva do bem de família, nestes termos: De e após a passagem desta lei, será reservado a todo cidadão ou chefe de uma família, nesta república, livre e independente do poder de um mandado de fieri facias ou outra execução, emitido de qualquer Corte de jurisdição competente, 50 acres de terra, ou um terreno na cidade, incluindo o bem de família dele ou dela, e melhorias que não excedam a 500 dólares, em valor, todo mobiliário e utensílio domésticos, provendo para que não excedam o valor de 200 dólares, todos os instrumentos (utensílios, ferramentas) de lavoura (providenciando para que não excedam a 50 dólares), todas as ferramentas, aparatos e livros pertencentes

4 4 ao comércio ou profissão de qualquer cidadão, cinco vacas de leite, uma junta de bois para o trabalho ou um cavalo, vinte porcos e provisões para um ano; e todas as leis ou partes delas que contradigam ou se oponham aos preceitos deste ato, são ineficazes perante ele. Que seja providenciado que a edição deste ato não interfira com os contratos entre as partes, feitos até agora (Digest of the laws of Texas, 3.798) 3. Assim sendo, era feita a primeira proteção a menor cédula do estado, a família, após isso, essa visão foi divulgada para Europa, e depois para a América do Sul, onde encontrou proteção no Brasil, onde foi legislado pelo Projeto Leovigildo Filgueiras, de 1893; Projeto de Código Civil de Coelho Rodrigues, também em 1893; Projeto Malta, de 1903; Projeto Esmeraldino Bandeira, de 1910; e finalmente chegou ao código civil de 1916, pela Lei 3.071/16 e ao Código de Processo Civil, pelo Decreto Lei nº. 1608/39. CONCEITO Primeiramente, para o estudo de nosso trabalho, daremos algumas definições que julgamos importantes para entendimento do tema. A penhora é considerada como o primeiro ato do procedimento de execução, conforme lição de Sergio Costa apud Humberto Theodoro Junior, o primeiro ato por meio do qual o Estado põe em prática o processo de expropriação executiva 4. Araken de Assis, a respeito de um texto de Arnaldo Marmitt, diz que a penhora é o ato executivo que afeta determinado bem à execução, permitindo sua ulterior expropriação, e torna os atos de disposição do seu proprietário ineficazes em face do processo. 5 3 SANTOS, Marcione Pereira dos. Bem de família: voluntário e legal. Ed. Saraiva, São Paulo, Álvaro Villaça Azevedo apud Marcione Pereira dos Santos. 4 THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil, v. II, Ed. Forense, São Paulo, 2006 p ASSIS, Araken de. Manual da Execução, 11º ed., Ed. Revista dos Tribunais, São Paulo, 2007, p. 592.

5 5 Então, podemos dizer que a penhora é apenas um ato de constrição, tendo por finalidade proporcionar ao credor de uma dívida ter sua pretensão realizada, protegendo um ou demais bens do devedor por ordem judicial. Dentro desse instituto existem ainda bens que não podem ser penhorados, os denominados impenhoráveis, que Cássio Scarpinella Bueno define como bens que, por razões de ordem, política, valoradas pelo próprio legislador, não servem como garantia aos credores de um dado devedor, razão pela qual eles não podem ser retirados de seu patrimônio para pagamento de sua dívidas. 6 Esses bens (impenhoráveis) estão elencados no art. 649 do CPC, considerando os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência e os bens móveis ou úteis ao exercício de qualquer profissão e ainda a pequena propriedade rural... desde que trabalhada pela família como garantias a uma família. O autor Marcione Pereira dos Santos define o bem de família como O imóvel destinada por lei a servir de domicílio da família, ficando isento de execução por dívidas, exceto as relativas a impostos incidentes sobre a mesma propriedade. É benefício automático e obrigatório 7 IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA Já conceituado o bem de família, determinemos agora sobre sua impenhorabilidade, que está garantida por lei específica, a Lei 8.009/90, que consta em seu artigo primeiro: 6 BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do código de Processo Civil, v. 3, Ed. Saraiva, São Paulo, 2007, p SANTOS, Marcione Pereira dos, op. cit., p. 160.

6 6 Art. 1º. O imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é impenhorável e não responderá por qualquer tipo de dívida civil, comercial, fiscal, previdenciária ou de outra natureza, contraída pelos cônjuges ou pelos pais ou filhos que sejam seus proprietários, e nele residam, salvo nas hipóteses previstas nesta lei. Antes de prosseguir o assunto devemos primeiramente classificar o que é entidade familiar citada no artigo. Álvaro Villaça Azevedo considera como: Entidade familiar tanto pode ser a união estável protegida como forma de constituição de família, como a comunidade formada por quaisquer dos pais e de seus descendentes. Todavia, essa enumeração de formas de constituição de família não é e nem poderia ser taxativa; primeiramente, porque não é a lei que escolhe o modo de constituir família; depois, porque as enunciadas não esgotam essas formas de constituição. A família nasce espontaneamente, como instituição social que é. Assim, pode ocorrer que, com a separação conjugal ou dos conviventes, na união estável, um deles passe a residir com os filhos e o outro com seus pais, ou com outros parentes, em imóvel próprio. Teríamos, também, nesta última hipótese, uma entidade familiar 8. Como não há uma clareza em definir a entidade familiar, o STJ decidiu que a Lei 8009/90 deve alcançar as pessoas solteiras, celibatárias e separadas, ainda que vivam sozinhas. 9 8 Álvaro Villaça Azevedo apud SANTOS, Marcione Pereira dos, op. cit., p Idem, op. cit., p. 186, em notas de rodapé nºs. 384 e 385.

7 7 Araken de Assis levanta uma questão importante, com relação à união homossexual, definindo ainda que não haja família, à luz da CF/1988, a convivência de pessoas de mesmo sexo importa a impenhorabilidade da respectiva residência, em decorrência da aplicação do princípio da igualdade 10. Devemos também considerar que essa impenhorabilidade não é absoluta, em virtude de haverem momentos em que essa não será considerada, conforme demonstra o artigo 3º da Lei 8.009/90, a seguir demonstrados: a) Em razão de créditos de trabalhadores da própria residência (inciso I); b) Em virtude de financiamento destinado à construção ou à aquisição do imóvel (inciso II); c) Pelo credor de pensão alimentícia (inciso III); d) Para cobrança de impostos, predial ou territorial, taxas e contribuições devidas em função do imóvel familiar (inciso IV); e) Para execução de hipoteca sobre o imóvel oferecido como garantia real (inciso V); f) Por ter sido adquirido com produto de crime (inciso VI); g) Por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação (inciso VII). Devemos levantar também um assunto pertinente ao tema, com relação a impenhorabilidade de imóveis de alto valor, pois a Lei 8.009/90 não realiza distinção entre uma moradia simples de uma mansão. Ou seja, a impenhorabilidade pode abranger as duas situações, e Araken de Assis propõe uma sugestão de distinguir tais situações, através da aplicação do princípio da proporcionalidade ASSIS, Araken de, op. cit., p idem, p. 239.

8 8 Apenas existem duas situações previstas na lei, no seu artigo 4º, caput, com relação à mansão, quando proíbe apenas a vinculação de imóvel mais valioso como residência familiar. E no artigo 5º, que dispõe: Art. 5º. Para os efeitos de impenhorabilidade, de que trata esta lei, considera-se residência um único imóvel utilizado pelo casal ou pela entidade familiar para moradia permanente. Araken de Assis considera essa situação como a impenhorabilidade aproveita o bem de família registrado, se houver, ou o imóvel de menor valor. Assim, a casa de campo ou de praia, constitua ou não residência contínua, se revela penhorável Idem, p. 239.

9 9 CONCLUSÃO Inicialmente, consideramos que o bem de família tem a finalidade de proteger a menor cédula do estado, ou seja, a entidade familiar, porém, há de se considerar o que é entidade familiar e o que não é. Verificamos também a necessidade de ser observado o fim social do bem de família, devendo ser, portanto, desconsiderado a prática abusiva por alguns, como dar um imóvel familiar em garantia a um contrato de locação. Outra importante questão é da proporcionalidade do bem de família, portanto, devem ser consideradas as distinções entre uma casa simples e uma mansão ao ser determinada a impenhorabilidade pelo juiz. Consideramos nesse ponto que a lei se torna efetiva, em virtude de constar a distinção quanto a moradia permanente, porém, caso haja algum diverso entendimento sobre o tema, entendemos que deva constar expressamente da lei o fato de ser decretado impenhorável o imóvel de menor valor.

10 10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.THEODORO JUNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil ed. v.2. Rio de Janeiro: Forense, ASSIS, Araken de. Manual da Execução 11. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, SANTOS, Marcione Pereira dos. Bem de família: voluntário e legal São Paulo: Saraiva, BUENO, Cássio Scarpinella. A nova etapa da reforma do código de Processo Civil, v. 3. São Paulo: Saraiva, 2007.

O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA.

O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA. 16 - BEM DE FAMÍLIA O bem de família foi criado em 1839 no Texas EUA. Homestead Act. O ano de 1839 foi um dos piores anos da história dos EUA, quando a economia foi a colapso gerando a quebra de diversos

Leia mais

RECEBIMENTO DE OFICIAL DE JUSTIÇA

RECEBIMENTO DE OFICIAL DE JUSTIÇA RECEBIMENTO DE OFICIAL DE JUSTIÇA CITAÇÃO e RECEBIMENTO DE OFICIAL DE JUSTIÇA Na execução fiscal se estima que o executado receberá oficial de justiça ao menos duas vezes em cada processo O não pagamento

Leia mais

A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA. PALAVRAS-CHAVE: Lei de Impenhorabilidade do Bem de Família; direito de moradia; análise jurídica.

A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA. PALAVRAS-CHAVE: Lei de Impenhorabilidade do Bem de Família; direito de moradia; análise jurídica. 1 A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA Helio Chin da Silva Lemos 1 RESUMO O presente artigo tem por escopo abordar alguns aspectos da a Lei de Impenhorabilidade do Bem de Família Lei nº 8.009/90 - uma

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SERGIPE ACÓRDÃO: 201311439 APELAÇÃO CÍVEL 0007/2013 PROCESSO: 2013200025 RELATOR: Advogado(a): BRUNO VINÍCIUS APELANTE ELIANA PANTOJA ALMEIDA OLIVEIRA SANTIAGO APELADO

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011

ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011 ATUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DE DIREITO PREVIDENCIÁRIO CONFORME LEI 12.470 DE 31/08/2011 8. DEPENDENTES Na ausência do arrimo de família, a sociedade houve por bem dar proteção social aos que dele (a) dependiam.

Leia mais

PRINCÍPIOS DA EXECUÇÃO

PRINCÍPIOS DA EXECUÇÃO PRINCÍPIOS DA EXECUÇÃO 1. NULLA EXECUTIO SINE TITULO (sem título não há execução) * título executivo: probabilidade de o direito exeqüendo existir a ponto de justificar a situação de desvantagem processual

Leia mais

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito

Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito Instituto de Ensino Superior de Goiás Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito 1. IDENTIFICAÇÃO: CURSO: DIREITO TURMA: 6º SEMESTRE - NOTURNO DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 37ª Câmara de Direito Privado

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO 37ª Câmara de Direito Privado ACÓRDÃO Registro: 2014.0000726618 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1007380-59.2014.8.26.0554, da Comarca de Santo André, em que é apelante JOSÉ RIBEIRO, é apelado KOPLENO PRODUTOS

Leia mais

Decisões do STJ garantem aplicação ampla à impenhorabilidade do bem de família

Decisões do STJ garantem aplicação ampla à impenhorabilidade do bem de família Decisões do STJ garantem aplicação ampla à impenhorabilidade do bem de família Ter casa própria é uma conquista protegida por lei. Há pouco mais de duas décadas, a definição do chamado bem de família vem

Leia mais

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual.

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual. PROCESSO FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO FORMAÇÃO DO PROCESSO- ocorre com a propositura da ação. Se houver uma só vara, considera-se proposta a ação quando o juiz despacha a petição inicial; se houver

Leia mais

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 1- ATOS DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS VALORES EM R$ ATO VALORES TOTAL BUSCA (POR PERÍODO

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 075/2014 Dispõe sobre o reconhecimento e o registro de união estável e sobre o instituto da dependência econômica em

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 075/2014 Dispõe sobre o reconhecimento e o registro de união estável e sobre o instituto da dependência econômica em PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 075/2014 Dispõe sobre o reconhecimento e o registro de união estável e sobre o instituto da dependência econômica em relação aos magistrados e servidores do Tribunal Regional

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 20 1/2009 ISSN 1517-8471 Páginas 46 à 54.

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 20 1/2009 ISSN 1517-8471 Páginas 46 à 54. Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 20 1/2009 ISSN 1517-8471 Páginas 46 à 54. BEM DE FAMÍLIA Elaine Divina da Silva Fagundes 1 Clecio Carvalho Fagundes 2 Vicente Gonçalves de Araújo Júnior 3 RESUMO Este

Leia mais

A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA: ASPECTOS PROCESSUAIS

A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA: ASPECTOS PROCESSUAIS A IMPENHORABILIDADE DO BEM DE FAMÍLIA: ASPECTOS PROCESSUAIS Márcia Musialowski Fronza Pós-graduada em Direito Processual Civil pela ABDPC- Academia Brasileira de Direito Processual Civil Advogada. RESUMO

Leia mais

Processo do Trabalho

Processo do Trabalho Processo do Trabalho Professor Leonardo Gutierrez E-mail: professorlgutierrez@gmail.com https://www.facebook.com/professorleonardogutierrez A gota não fura a rocha pela força, mas por sua persistência

Leia mais

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO IGUALDADE ENTRE SEXOS - Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, ao estabelecer que "homens e mulheres são iguais em direitos e

Leia mais

FLAUZILINO ARAÚJO DOS SANTOS Primeiro Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de São Paulo, Capital

FLAUZILINO ARAÚJO DOS SANTOS Primeiro Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de São Paulo, Capital ADEMAR FIORANELLI Oficial do 7º Registro de Imóveis da Capital de São Paulo. Integra o Conselho de Ética e na Coordenação de Jurisprudência do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil IRIB FLAUZILINO

Leia mais

DIREITO DE FAMÍLIA DIREITO CIVIL - FAMÍLIA PROF: FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DATA: 10/02/2011

DIREITO DE FAMÍLIA DIREITO CIVIL - FAMÍLIA PROF: FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DATA: 10/02/2011 DIREITO DE FAMÍLIA Antes da Constituição de 1988 a família se constituía somente pelo casamento. A Constituição de 1988 adotou o princípio da pluralidade das famílias, prevendo, no art. 226 1 três espécies

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. Cristiane de Souza Santos BEM DE FAMÍLIA

UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. Cristiane de Souza Santos BEM DE FAMÍLIA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Cristiane de Souza Santos BEM DE FAMÍLIA São Paulo 2011 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Cristiane de Souza Santos R.A. 003200700611 BEM DE FAMÍLIA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 434.737-5 - 19.08.2004

APELAÇÃO CÍVEL Nº 434.737-5 - 19.08.2004 -1- EMENTA: EMBARGOS DE TERCEIRO - PENHORA DE BEM IMÓVEL - INEXISTÊNCIA DE INTIMAÇÃO DO CÔNJUGE - NULIDADE DOS ATOS PROCESSUAIS POSTERIORES ART. 669, PARÁGRAFO ÚNICO DO CPC. Nos termos do art. 669, parágrafo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. Dispõe sobre o arquivamento de atos de empresas mercantis ou de cooperativas em que participem estrangeiros residentes e domiciliados no Brasil, pessoas

Leia mais

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro APELAÇÃO CÍVEL N. 638896-9, DA COMARCA DE LONDRINA 2.ª VARA CÍVEL RELATOR : DESEMBARGADOR Francisco Pinto RABELLO FILHO APELANTE : MUNICÍPIO DE LONDRINA APELADO : ALESSANDRO VICTORELLI Execução fiscal

Leia mais

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação.

Resumo. Sentença Declaratória pode ser executada quando houver o reconhecimento de uma obrigação. 1. Execução Resumo A Lei 11.232/05 colocou fim à autonomia do Processo de Execução dos Títulos Judiciais, adotando o processo sincrético (a fusão dos processos de conhecimento e executivo a fim de trazer

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação. PLANO DE CURSO 2014/02 Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e / ou da Coordenação. DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL IV EXECUÇÃO CIVIL PROFESSOR: LUIZ GUSTAVO TARDIN

Leia mais

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT.

PONTO 1: Execução Trabalhista. Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista art. 879 da CLT. 1 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO PONTO 1: Execução Trabalhista 1. EXECUÇÃO TRABALHISTA: ART. 876 ART. 892 da CLT Fase de Liquidação de Sentença Trabalhista é uma fase preparatória da execução trabalhista

Leia mais

A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO DA LEGISLAÇÃO

A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO DA LEGISLAÇÃO 87 A Nova Usucapião MARIA CELESTE PINTO DE CASTRO JATAHY 1 INTRODUÇÃO A Lei 12.424, de 16 de junho de 2011, ao introduzir o art. 1240-A no Código Civil, instituiu uma nova modalidade de usucapião no direito

Leia mais

CHECKLIST DETALHADO PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL PESSOA JURÍDICA 1. DOCUMENTOS DE ANÁLISE DE CRÉDITO

CHECKLIST DETALHADO PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL PESSOA JURÍDICA 1. DOCUMENTOS DE ANÁLISE DE CRÉDITO Após a aprovação do crédito e a avaliação do imóvel, retorne à sua Agência com a relação completa dos documentos descritos nos itens abaixo, para a efetivação de seu financiamento. 1. DOCUMENTOS DE ANÁLISE

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL X EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em ação de indenização, em que determinada empresa fora condenada a pagar danos materiais e morais a Tício Romano, o Juiz, na fase de cumprimento de sentença, autorizou

Leia mais

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. O Bem de Família Legal ou Involuntário em Execução. Patrícia Conde Ryff. Rio de Janeiro 2014

Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. O Bem de Família Legal ou Involuntário em Execução. Patrícia Conde Ryff. Rio de Janeiro 2014 1 Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro O Bem de Família Legal ou Involuntário em Execução Patrícia Conde Ryff Rio de Janeiro 2014 2 PATRICIA CONDE RYFF O Bem de Família Legal ou Involuntário

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA.

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO LEI Nº 1552, DE 18 DE AGOSTO DE 2011. Disciplina a dação em pagamento de obras, serviços e bem móvel como forma de extinção da obrigação tributária no Município de Codó, prevista no inciso XI do artigo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS ProUni 2 º Semestre 2013

LISTA DE DOCUMENTOS ProUni 2 º Semestre 2013 LISTA DE DOCUMENTOS ProUni 2 º Semestre 2013 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Os candidatos pré-selecionados deverão entregar cópia simples dos documentos adiante solicitados de todos aqueles que compõem a família.

Leia mais

LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010

LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010 LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010 Disposição sobre a consignação em folha de pagamento O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA faz saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BOA ESPERANÇA decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

Lição 15. Locação Locação de coisas

Lição 15. Locação Locação de coisas Lição 15. Locação No direito romano, a locação se dividia em locação de coisas e locação de serviços (trabalho). O CC/16 apresentava o contrato de prestação de serviços como locação de serviços. O CC/02

Leia mais

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010 1 Registro Civil Registro de Pessoas Jurídicas Registro de Títulos e Documentos Regime de bens no casamento 14/dez/2010 Noções gerais, administração e disponibilidade de bens, pacto antenupcial, regime

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO DIREITO MATERIAL E PROCESSUAL DO TRABALHO

DIREITO FINANCEIRO DIREITO MATERIAL E PROCESSUAL DO TRABALHO DIREITO FINANCEIRO 1) Conceitue e diferencie o papel da lei de diretrizes orçamentárias, do orçamento plurianual e da lei orçamentária, discorrendo sobre suas características e princípios. Conceitue reserva

Leia mais

EMENTA: PENHORA BEM DE FAMÍLIA EXCEÇÕES LEGAIS À IMPENHORABILIDADE INTERPRETAÇÃO RESTRITA.

EMENTA: PENHORA BEM DE FAMÍLIA EXCEÇÕES LEGAIS À IMPENHORABILIDADE INTERPRETAÇÃO RESTRITA. EMENTA: PENHORA BEM DE FAMÍLIA EXCEÇÕES LEGAIS À IMPENHORABILIDADE INTERPRETAÇÃO RESTRITA. - As exceções à impenhorabilidade do imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, elencadas no

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Exceções à preferência advinda da prioridade no registro de imóveis Sandro Alexander Ferreira* Segundo o Código Civil e a Lei de Registros Públicos (Lei 6015/73), o número de ordem

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Falência. Continuação. 1.1) Da realização ativo. Art. 108, Lei 11.101/05. O administrador Judicial providenciará a realização do ativo. Pode ser por: leilão; proposta fechada ou pregão O porduto

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos Órgãos Setoriais

Leia mais

DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA

DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AO PROCESSO DE SELEÇÃO E MATRÍCULA A Ficha Socioeconômica deve ser preenchida, sem rasuras, assinada pelo (a) candidato(a) ou pelo(a) pai, mãe e/ou responsável legal e, apresentada

Leia mais

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR ATUALIZAÇÃO 9 De 1.11.2014 a 30.11.2014 VADE MECUM LEGISLAÇÃO 2014 CÓDIGO CIVIL PÁGINA LEGISLAÇÃO ARTIGO CONTEÚDO 215 Lei 10.406/2002 Arts. 1.367 e 1.368-B Art. 1.367. A propriedade fiduciária em garantia

Leia mais

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado.

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. TRIBUTO Conceito: É toda prestação pecuniária, compulsória, em moeda ou cujo valor nela possa se exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA: 1. TEORIA GERAL DA EXECUÇÃO 2. PARTES NO PROCESSO DE EXECUÇÃO 3. COMPETÊNCIA 4. REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA REALIZAR QUALQUER EXECUÇÃO 5. FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA 5.1 CUMPRIMENTO DE SENTENÇA

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

ProUni FADERGS. Documentos para Comprovação de Informações

ProUni FADERGS. Documentos para Comprovação de Informações ProUni FADERGS Documentos para Comprovação de Informações Os candidatos Pré-Selecionados deverão apresentar a FADERGS, para comprovação de informações, cópia simples acompanhada da via original dos seguintes

Leia mais

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010

Apresentação: Leandro Ibagy. Vitória, mar/2010 Apresentação: Leandro Ibagy Vitória, mar/2010 Ao proteger excessivamente o locatário, restringindo a reprise, ninguém mais se interessava adquirir imóveis para destiná-los a locação. Nível de aquisição

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 Altera a Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, para incluir o segurogarantia dentre os instrumentos de garantia nas ações de execução

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

Visão panorâmica do processo falimentar. O processo de falência tem 3 fases:

Visão panorâmica do processo falimentar. O processo de falência tem 3 fases: FALÊNCIA (LEI 11.101/05) Visão panorâmica do processo falimentar O processo de falência tem 3 fases: 1. Fase pré falencial Vai da petição inicial até a sentença, já que até antes da sentença ainda não

Leia mais

A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas

A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas A Lei do Inquilinato e o novo Código Civil Questões Polêmicas José Fernando Simão, Bacharel e mestre em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde atua como monitor nas aulas

Leia mais

Garantia Bancária Parte 02

Garantia Bancária Parte 02 Garantia Bancária Parte 02 Garantias Definição: As garantias tem com objetivo dar reforço a segurança nas operações de crédito. Durante uma operação de crédito as garantias deverão ser examinadas em conjunto

Leia mais

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado;

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; Nota: caso o proponente for casado(a), enviar também os documentos/certidões

Leia mais

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O Governo divulgou recentemente um conjunto de medidas de revisão e aperfeiçoamento do atual Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas,

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 56 - Data 30 de dezembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF RENDIMENTOS DE ALUGUEL.

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

Formulário - Solicitação de Bolsa Carência

Formulário - Solicitação de Bolsa Carência UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL SERVIÇO DE BOLSA Foto 3x4 Formulário - Solicitação de Bolsa Carência Modalidade de Bolsa: ( ) Moradia

Leia mais

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves

PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves PREPARATÓRIO 2ª ETAPA Direito Civil Parte Geral e Contratos Professor: Marcu Antonio Gonçalves QUESTÃO 01 Partindo-se da premissa da instrumentalidade do processo, há diferença ontológica entre a jurisdição

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 Define os procedimentos relativos à concessão de auxílio-moradia

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

DOCUMENTOS QUE DEVEM SER APRESENTADOS NO MOMENTO DA COMPROVAÇÃO DE INFORMAÇÕES PELO CANDIDATO OU MEMBRO DO GRUPO FAMILIAR 1.

DOCUMENTOS QUE DEVEM SER APRESENTADOS NO MOMENTO DA COMPROVAÇÃO DE INFORMAÇÕES PELO CANDIDATO OU MEMBRO DO GRUPO FAMILIAR 1. DOCUMENTOS QUE DEVEM SER APRESENTADOS NO MOMENTO DA COMPROVAÇÃO DE INFORMAÇÕES PELO CANDIDATO OU MEMBRO DO GRUPO FAMILIAR 1. A documentação deve estar completa e ser apresentada na ordem descrita abaixo.

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

Fiança não é aval. Entrega das chaves

Fiança não é aval. Entrega das chaves Para a maioria das pessoas, gera desconforto prestar fiança a amigos ou parentes. Não é pra menos. Ser a garantia da dívida de alguém é algo que envolve riscos. Antes de afiançar uma pessoa, é preciso

Leia mais

PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO

PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO PERMUTA DE IMÓVEIS CONCEITO Considera-se permuta toda e qualquer operação que tenha por objeto a troca de uma ou mais unidades imobiliárias, prontas ou a construir, por outra ou outras unidades imobiliárias,

Leia mais

A lei de incentivos fiscais de Campinas

A lei de incentivos fiscais de Campinas A lei de incentivos fiscais de Campinas Lei 12.802/06 com as alterações formuladas na Lei 12.653/06: A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Campinas, sanciono e promulgo a seguinte lei:

Leia mais

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS

PACTO ANTENUPCIAL REGIMES DE BENS PACTO ANTENUPCIAL O Código Civil dita, em seu art. 1.639, que é lícito aos nubentes, antes de celebrado o casamento, estipular, quanto aos seus bens, o que lhes aprouver. Por oportuno, anote-se que segundo

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar)

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar) PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 (Complementar) Regulamenta o inciso VII do art. 153 da Constituição Federal, para dispor sobre a tributação de grandes fortunas O CONGRESSSO NACIONAL decreta: Art.

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA)

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA SOLICITAÇÃO DE BOLSA DE ESTUDO NÃO RESTITUÍVEL (BOLSA FILANTRÓPICA) 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Será concedida a Bolsa Filantrópica com base nos critérios básicos consignados nos

Leia mais

Ponto 1. Ponto 2. Ponto 3

Ponto 1. Ponto 2. Ponto 3 DIREITO CIVIL PEÇA PROFISSIONAL Ponto 1 Sílvia, residente em São Paulo SP, foi citada, no foro de sua residência, em ação de separação judicial litigiosa proposta por seu marido, Hamilton, que, em sede

Leia mais

O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples ou originais de todo o grupo familiar os documentos abaixo:

O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples ou originais de todo o grupo familiar os documentos abaixo: LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples

Leia mais

Anexo III - Requisição de Documentos

Anexo III - Requisição de Documentos Anexo III - Requisição de Documentos I - Identificação Documentos de identificação do candidato/aluno e dos membros de seu grupo familiar: 1. Documento de Identidade fornecida pelos órgãos de segurança

Leia mais

A execução pelo modo menos gravoso ao executado. É correto?

A execução pelo modo menos gravoso ao executado. É correto? A execução pelo modo menos gravoso ao executado. É correto? Rosana Boscariol Bataini Polizel 1 RESUMO: A execução pelo modo menos gravoso ao executado deve ser vista com cautela, para que os princípios

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO SÃO PAULO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 614.481-0/4 - Agravante: Finasa Leasing Arrendamento Mercantil S.A. Agravados: Panorama Turismo Ltda. Aparecida Sircelj Parte: Banco Safra S.A. EXECUÇÃO. ARREMATAÇÃO. PENHORA.

Leia mais

CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL SEXO

CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL SEXO CARTILHA UNIÃO ESTÁVEL DE CASAIS DO MESMO SEXO Prefácio: A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), reconhecendo a união de casais do mesmo sexo e ofertando a esses o mesmo grau de legalidade

Leia mais

Guia Crédito Imobiliário Itaú

Guia Crédito Imobiliário Itaú Guia Crédito Imobiliário Itaú Preencha todos os formulários necessários para o financiamento de forma legível e na sua totalidade, utilizando como base as orientações abaixo. Todos os detalhes dos documentos

Leia mais

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1.988 ACABA POR NÃO CONCEITUAR O QUE SEJA TRIBUTO. ENTRETANTO, LEVA EM CONSIDERAÇÃO, IMPLICITAMENTE,

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação!

Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação! Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação! Para realizar sua contemplação providenciar a documentação solicitada abaixo e levar até uma loja do Magazine Luiza ou representação autorizada

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSO SELETIVO PARA CONCESSÃO DE BOLSA DE ESTUDOS DO INSTITUTO CULTURAL BRASIL ESTADOS BELO HORIZONTE

REGULAMENTO PROCESSO SELETIVO PARA CONCESSÃO DE BOLSA DE ESTUDOS DO INSTITUTO CULTURAL BRASIL ESTADOS BELO HORIZONTE REGULAMENTO PROCESSO SELETIVO PARA CONCESSÃO DE BOLSA DE ESTUDOS DO INSTITUTO CULTURAL BRASIL ESTADOS BELO HORIZONTE MODALIDADE DE BOLSAS: CURSOS BÁSICO E INTERMEDIÁRIO NA MODALIDADE REGULAR ART 1º - DAS

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS EDITAL N 0 087 de 02/08/2010 PROGRAMA DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO / 1 0 SEMESTRE 2011 O Diretor

Leia mais

DA EXECUÇÃO POR QUANTIA CERTA I-INTRODUÇÃO. espécies de execução, das quais são organizadas de acordo com a

DA EXECUÇÃO POR QUANTIA CERTA I-INTRODUÇÃO. espécies de execução, das quais são organizadas de acordo com a DA EXECUÇÃO POR QUANTIA CERTA Autor: Fowler R. P. Cunha I-INTRODUÇÃO. O Código de Processo Civil possui diversas espécies de execução, das quais são organizadas de acordo com a obrigação estabelecida no

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 575.590 - RS (2003/0130567-7) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADOR : LUCIANA MABILIA MARTINS E OUTROS RECORRIDO : BANCO DO BRASIL

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS - PROUNI -

LISTA DE DOCUMENTOS - PROUNI - LISTA DE DOCUMENTOS - PROUNI - Os candidatos pré-selecionados devem entrar em contato com o SAE (Serviço de Assistência ao Estudante) para agendar a entrevista. Telefone: 35-3299-3044 Segue abaixo a relação

Leia mais

I. DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE INVESTIMENTOS NO URUGUAY. 1. Há alguma restrição imposta a estrangeiros para a compra de imóveis no Uruguai?

I. DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE INVESTIMENTOS NO URUGUAY. 1. Há alguma restrição imposta a estrangeiros para a compra de imóveis no Uruguai? I. DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE INVESTIMENTOS NO URUGUAY 1. Há alguma restrição imposta a estrangeiros para a compra de imóveis no Uruguai? Não há qualquer espécie de restrição imposta a estrangeiros para

Leia mais

Documentação. O coordenador do ProUni deverá solicitar, salvo em caso de dúvida, somente um dos seguintes comprovantes de identificação:

Documentação. O coordenador do ProUni deverá solicitar, salvo em caso de dúvida, somente um dos seguintes comprovantes de identificação: Documentação Documentação que deve ser apresentada pelo candidato e membros do grupo familiar, quando for o caso, na Fase de Comprovação de Informações documento de identificação próprio e dos demais membros

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA.

LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. LISTA DE DOCUMENTOS RELAÇÃO DE DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER APRESENTADOS PELO REQUERENTE JUNTAMENTE COM A FICHA PREENCHIDA E ASSINADA. O Responsável Financeiro deverá entregar cópias autenticadas/ simples

Leia mais

Peça prático-profissional

Peça prático-profissional Peça prático-profissional Marilza assinou 5 notas promissórias, no valor de R$ 1.000,00 cada uma, para garantir o pagamento de um empréstimo tomado de uma factoring chamada GBO Ltda. Recebeu na data de

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 2.528 DE 23 DE MAIO DE 1997 Dispõe sobre a política de benefícios e incentivos fiscais do município de Teresina e dá outras providencias. O Prefeito Municipal de Teresina, Estado do Piauí Lei: Faço

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal

Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Capítulo 3 Da dissolução da sociedade e do vínculo conjugal Leia a lei: arts. 1.571 a 1.582 CC. Como se trata de uma relação de base contratual, o casamento

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor.

DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA. Cláudio Basques. A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. DIREITO EMPRESARIAL FALÊNCIA Cláudio Basques A garantia dos credos é o patrimônio do devedor. LEI N. 11.101, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2005 Nova Lei de Falências Art. 1º Esta lei disciplina a recuperação judicial,

Leia mais

Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito

Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Escola Paulista de Direito EPD Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Direito O NOVO CONCEIITO DE SENTENÇA Especialização: Direito Civil e Processual Civil Especializandos: Thiago Martinelli de Vergueiro

Leia mais

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL

SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL SÍNTESE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO CÓDIGO CIVIL Rénan Kfuri Lopes As alterações trazidas pelo novo Código Civil têm de ser constantemente analisadas e estudadas, para que possamos com elas nos familiarizar.

Leia mais

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local

Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local Enquadramento jurídico-fiscal da atividade de alojamento local A Autoridade Tributária e Aduaneira divulgou no passado dia 19, o ofíciocirculado n.º 20.180, contendo instruções sobre o enquadramento jurídicotributário

Leia mais