OUVIR HISTÓRIAS: UM IMPORTANTE ESTÍMULO EM QUALQUER IDADE

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1 OUVIR HISTÓRIAS: UM IMPORTANTE ESTÍMULO EM QUALQUER IDADE Daniele Magrini 1 Elizandra Soccol 2 Luana Gorrosterrazú 3 Angelice Melânia Barancelli Slaviero 4 RESUMO: A contação de histórias é um grande instrumento para despertar o senso crítico e reflexivo nas crianças, afinal da história se torna mais envolvente quando a criança (ou mesmo o adulto) se identifica com ela pelas suas experiências de vida. Acredita-se que esta seja uma atividade necessária e imprescindível, pois a contação de histórias auxilia na formação humana e, por isso, deve ser valorizada e desenvolvida a fim de potencializar a imaginação, a linguagem, a atenção, a memória, o gosto pela leitura e outras habilidades humanas, além de contribuir no processo de aprendizagem e socialização da criança. Partindo dessas pressuposições o presente artigo é o resultado oficinas pedagógicas realizadas em duas entidades com realidades diferentes: APAE e Lar dos Idosos em Getúlio Vargas, nas quais se buscou contribuir para o desenvolvimento cognitivo e afetivo das pessoas ali presentes, através da contação de histórias, buscando estimulá-las à leitura. PALAVRAS-CHAVE: Contação de história, oficina pedagógica, leitura, aprendizagem. ABSTRACT Storytelling is a great tool to awake the critical and reflexive sense in children, after all, the story becomes more attractive when the child (or even the adult) identifies himself or herself with the story by his or her life experiences. It`s believed that this is a necessary and vital because the storytelling helps in the human s formation, which is why it has to be valued and developed in order to intensify the imagination, the oral language, the attention, the memory, the reading appreciation and other human abilities, besides contributing to the child s learning and socialization process. Taking these presuppositions, the following article is a result of a pedagogical 1 Acadêmica de Pedagogia IDEAU. Capacitada em RH para atuar com DI-IDEAU; Pós-graduanda em Educação Especial em ênfase em DI-IDEAU; Rua Luis Bergamini n 345, Bairro Consoladora, CEP , Getúlio Vargas-RS ²Acadêmica de Pedagogia IDEAU. Capacitada em RH para atuar com DI- IDEAU; Pós-graduanda em Educação Especial em ênfase em DI-IDEAU; Professora Maternal I ), Rua Pedro Dallacorte nº 95; Bairro Santo André, CEP ; Getúlio Vargas-RS. 3 Acadêmica de Pedagogia IDEAU. Capacitada em RH para atuar com DI-IDEAU; Pós-graduanda em Educação Especial em ênfase em DI-IDEAU; Professora de Matemática. Rua EditKurtz, nº 2090;Bairro Nova Era, CEP ; Getúlio Vargas-RS. 4 Orientadora. Professora de Português e Literatura. Especialista em Leitura, análise e produção textual. Mestre em linguística. Professora do Curso de pedagogia da Faculdade IDEAU, professora de cursos de Pós- graduação. Rua João Bortolini nº 09, Estação, RS - CEP:

2 2 workshop in two corporations with different realities: APAE and Lar dos Idosos in Getúlio Vargas, in which it was tried to contribute to the cognitive and affectionate development of the present people through storytelling, aiming the reading stimulation. KEY WORDS: Storytelling, pedagogical workshop, reading, learning. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente trabalho aborda um tema de extrema relevância na área da pedagogia, a contação de histórias, através deste, pretende-se proporcionar experiências de prazer e aprendizado em todas as etapas da vida do ser humano. É o resultado de um trabalho prático desenvolvido na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e no Lar dos Idosos em Getúlio Vargas. A contação de história é um dos meios mais antigos de interação humana usada por meio da linguagem, para estimular a imaginação, a fantasia, transmitir conhecimentos, sendo também empregada para trazer valores morais e desenvolver o interesse pela leitura. Para Coelho(2006), a história aquieta, serena, prende a atenção, informa, socializa, educa. [...] a história é importante alimento da imaginação. Permite a auto identificação favorecendo a aceitação de situações desagradáveis, ajuda a resolver conflitos, acenando com a esperança. Agrada a todos, de modo geral, sem distinção de idade, de classe social, de circunstância de vida. Descobrir isso e praticá-lo é uma forma de incorporar a arte á vida[...] COELHO, 2006, pg. 12. Na concepção de Abramovich (2005), o significado de escutar histórias é tão amplo... É uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, das dificuldades, dos impasses, das soluções, que todos vivemos e atravessamos, dum jeito ou de outro, através dos problemas que vão sendo defrontados, enfrentados (ou não), resolvidos (ou não) pelos personagens de cada história (cada um a seu modo...) e assim esclarecer melhor os nossos ou encontrar um caminho possível para a resolução delas... É ouvindo histórias que se podem sentir (também) emoções importantes como: a tristeza, a raiva, a irritação, o medo, a alegria, o pavor, a impotência, a insegurança e tantas outras mais, e viver profundamente isso tudo que as narrativas provocam e suscitam em quem as ouve ou as lê, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas faz (ou não) brotar.

3 3 METODOLOGIA A contação de histórias é um instrumento muito importante no estímulo à leitura, desenvolve a linguagem, é um passaporte para a escrita, desperta o senso crítico e principalmente faz os ouvintes sonharem. Os contadores de histórias são os mediadores desse processo, e tem uma tarefa muito importante que é envolver o ouvinte na história dando vida aos sonhos, o despertar das emoções, transportando para o mundo da fantasia. Narrar ou contar histórias é uma arte milenar. Antigamente era o contador de histórias o detentor da experiência, do conhecimento e da sabedoria. No passado, esse rito familiar criava um clima intimista entre as gerações nas sessões de contação de histórias. A figura do avô ou da avó era ícone do faz-de-conta, agente de introspecção imaginativa das crianças, jovens e adultos. Com o passar do tempo, as brincadeiras entre crianças reproduziam simbologias de momentos mágicos extraídos dos livros literários impressos. Atualmente, com a supremacia da imagem, da televisão, do computador e da informação, as histórias contadas ou narradas por um interlocutor, oferecem um divertimento que está implícito em cada um, com seus valores subjetivos. Como os tempos mudaram aquela relação intimista entre as gerações ficou prejudicada pelo ritmo acelerado dos ritos da sociedade moderna e a nova figura do contador de histórias dividiu o espaço com o monitor de TV. As brincadeiras, antes coletivas, sem perder os momentos de introspecção, assumem agora o caráter de um isolamento e, nos momentos coletivos, reproduzem imagens prontas de uma trama estereotipada. Em um mundo sem tempo, torna-se importante o resgate do instante mágico da contação de histórias e da leitura. Por meio de dinâmicas e vivências pode-se despertar o contador de histórias que existem em cada um, estimulando, com técnicas elaboradas, a faceta sensível e a poética inerente ao ser humano. Aprimora-se, assim, sua capacidade expressiva e criativa, além de valorizar a relação com o livro como fonte de inspiração na busca de disseminar o direito de formar não somente leitores, mas antes de tudo, cidadãos sensíveis, mais humanizados. O ato de contar histórias é uma das diversas formas encontradas para passar os conhecimentos adquiridos de uma geração para outra, visto que as histórias são relatos de experiências que trazem lições a partir das quais os mais novos continuam suas

4 4 vivências, pode-se ainda dizer que é uma forma de possibilitar uma continuidade na evolução humana. Assim entende-se que: É através de uma história que se pode descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outras regras, outra ética, outra ótica...é ficar sabendo história, geografia, filosofia, direito, política, sociologia, antropologia, etc. sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula (ABRAMOVICH, 2005, p.17). Ouvir história é embarcar em uma aventura. É como se viajasse pelo mundo sem sair do lugar, é experimentar e conhecer através da imaginação coisas novas. Para que se possa alcançar o objetivo pretendido, é necessário que a história percorra seu percurso de maneira organizada, com começo, meio e fim e que sejam conhecidos seus elementos. Nesse sentido, vê-se a contação de histórias no âmbito escolar como uma alternativa para uma experiência positiva com a leitura, superando então a tarefa rotineira propiciada pela escola que transforma a leitura e a literatura em simples instrumentos para as provas e, com esse procedimento, afasta o aluno do prazer de ler. A escuta das histórias permite obter respostas a questões que nos intrigam e possibilita que nos identifiquemos com os personagens e com eles podermos sorrir, gargalhar, chorar, e assim perceber que outros, em circunstâncias diversas, sentem e lidam com dificuldades que entenderíamos ser só nossas. A maneira como se unem as ações de uma história é o que chamamos de enredo, cada autor organiza as informações de um jeito. As ações são realizadas por personagens. Quanto mais detalhes se usar para descrevê-los, mais realistas eles serão. A literatura é uma riquíssima e inesgotável fonte de oportunidades para as crianças e adultos compreenderem o mundo ao seu redor, através da fantasia e da imaginação. Por isso é muito importante oferecer diversas formas de leitura a fim de despertar o interesse e a atenção do leitor/ouvinte. Uma leitura prazerosa e convidativa desenvolve percepção de diferentes resoluções de problemas, a criatividade, a autonomia e até mesmo a criticidade; fatores os quais formam e desenvolvem pessoal e socialmente o ser humano. O diálogo e a intimidade que a criança/adulto estabelece com o que ouve ou lê é adquirido desde cedo. É muito observado o entusiasmo e a expressão de qualquer pessoa ao deparar-se com boas histórias.

5 5 Meireles (1979) afirma que o gosto de ouvir é como o gosto de ler. A partir dessa ideia, esperava-se que os leitores, sejam eles crianças ou adolescentes, desfrutassem da contação de histórias não apenas como um mero momento de lazer, mas que a partir dela fosse despertado neles o anseio pela leitura e escrita, de modo que produzam e reproduzam suas próprias histórias, Dessa forma, esperava-se que ao ouvirem histórias os leitores buscassem outras histórias nos livros, e despertassem para a escrita e contação de suas próprias histórias, já que o gosto de contar é idêntico ao de escrever (...) (MEIRELES, 1979, p. 42). A literatura infantil pode influenciar na formação da criança, que passa a conhecer o mundo em que vive e a compreendê-lo. A partir dessa reflexão, com base em GOES (1990, p. 16) A leitura para a criança não é, como às vezes se ouve, meio de evasão ou apenas compensação. É um modo de representação do real. Através de um "fingimento", o leitor reage, reavalia, experimenta as próprias emoções e reações. Vale ressaltar que quando referimo-nos aos benefícios da contação das histórias para as crianças, abre-se um espaço para imaginação e a criatividade; estimulando o hábito e prazer pela leitura; favorecendo o desenvolvimento intelectual da criança; enriquecendo o vocabulário; estimulando a comunicação oral. Assim é que as histórias podem ser inseridas em todos os espaços educativos, tais como as APAES. A APAE é uma associação filantrópica que envolve pais, amigos dos excepcionais e toda comunidade, com o objetivo educar pessoas com deficiência, buscando o desenvolvimento da pessoa. As APAES têm a missão de prestar assistência social, no que se refere à qualidade de vida da pessoa portadora de deficiência. Os alunos das APAES frequentam a entidade durante dois turnos, pela parte da manhã tendo as turmas de EJA (Educação de Jovens e Adultos) e ensino fundamental, e pela parte da tarde, turmas de ensino fundamental, educação infantil e EJA. Lembrando-se que se considera pessoa com deficiência, aquela que apresenta perda ou alteração de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que acarrete incapacidade para o desempenho de atividades e/ou necessidades que torne necessário atendimento especial, tendo como objetivo sua inclusão social. Muitos profissionais atuam nesse ambiente, entre eles fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, professores. Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, a criança é

6 6 capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é mais intensa. A contação de histórias é um meio que pode ser utilizado, para que as crianças possam aprender de uma forma muito prazerosa e criativa, podendo despertar nelas sua percepção de mundo, mas também, tem como finalidade de compreende-las como sujeito cognitivo, ser pensante, curioso, questionador, mas, sendo considerado seus conhecimentos, portanto, estará possibilitando os professores a refletir sobre suas práticas, onde ele poderá proporcionar a elas um conhecimento de mundo globalizado, interdisciplinar e contemporâneo. A importância de contar histórias foi ressaltada quando se percebeu que era uma forma de transmitir a emoção da literatura. Ainda que o aluno viesse a sentir emoção ao fazer a leitura, quando a história é contada ele pode atentar aos detalhes que passariam despercebidos na leitura própria e, desenvolveria, ao mesmo tempo, naqueles que ainda não sabem ler, o mesmo sentimento de emoção, além de transmitir o que ainda não podem obter sozinhos, despertando a vontade de se apropriar da leitura. Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um leitor, e se. leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descobertas e compreensão do mundo (ABRAMOVICH, 1997, p.16). Contar história é uma forma de o ser humano dar continuidade a sua cultura, suas descobertas. Na sala de aula, este hábito deve acontecer com a frequência, possibilitando às crianças desenvolverem a imaginação através das histórias que fundamentaram várias gerações com seus ensinamentos. Coelho (2003) acredita que as particularidades da natureza da literatura e da literatura infantil são as mesmas das que se destinam aos adultos, tendo como diferença apenas a natureza do seu leitor/receptor: a criança, com linguagem adequada para esse público. Por esse motivo, concorda-se com Cunha (2006) a qual comenta que a literatura infantil, diferentetemente da literatura para adultos, é mais abrangente, pois serve para qualquer idade. Mesmo para quem já acumulou muitas histórias, compartilhar essas experiências e conhecer outras novas é também uma forma de ganhar vivência e de se entender como parte de um universo maior e mais complexo, mesmo que a idade do corpo já tenha avançado. Esse é um dos motivos pelos quais se deve contar e ouvir histórias das pessoas com idade mais avançada.

7 7 A população idosa tem aumentado significativamente no mundo todo e a preocupação com um envelhecer saudável e com qualidade de vida estão cada vez mais em evidência. Com o passar dos anos, o ser humano encontra-se mais vulnerável às perdas das capacidades cognitivas, tal como a memória. As atividades que privilegiam a utilização de capacidades cognitivas, como preparar e contar histórias, podem ser uma das possibilidades para a superação dessas perdas. Contar histórias é uma arte que nasceu com o próprio homem pela necessidade de comunicação. Além disso, preservar os conhecimentos adquiridos é ainda hoje é um importante meio de relacionar-se com o outro. O lar dos idosos é uma unidade que atende pessoas idosas que necessitam de moradia e atendimento especializado por profissionais da área. Neste local a contação de história é uma atividade que auxilia no desenvolvimento da memória e do raciocínio dos idosos. Assim, ressalta Abramovich que: Ouvir histórias é um momento de gostosura de prazer, de divertimento dos melhores... É encantamento, maravilhamento, sedução... E ela é ou pode ser ampliadora de referenciais, postura colocada, inquietude provocada, emoção deflagrada, saudades sentidas, lembranças ressuscitadas, caminhos novos apontados, sorriso gargalhado, belezuras desfrutadas, e mil maravilhas mais que uma boa história provoca. (ABRAMOVICH, 2005, p.24) A contação de histórias é uma arte milenar que permeia o nosso convívio, atravessa nossa imaginação com seus encantos e delícias e instiga a curiosidade e consequentemente o desenvolvimento do ser humano enquanto pessoa e enquanto leitor (SISTO, 1994). O primeiro contato que a criança, por exemplo, tem com o texto é oralmente, através da voz da mãe, do pai ou dos avós, utilizando contos de fadas, mitos, trechos da Bíblia, histórias inventadas, poemas cantados e outros. É de extrema importância para a formação de qualquer criança, ouvir muitas histórias, principalmente escutá-las para serem grandes leitores no futuro e assim descobrindo o mundo, bem como serem ouvidas e/ou contadas pelos mais idosos. Coelho (2009) afirma que a literatura foi usada, desde a sua origem, como instrumento de transmissão de valores, tendo em vista as particularidades da mente e entende que a linguagem poética era usada desde o início para transmitir padrões de pensamento ou de conduta às diferentes comunidades, já que os mesmos dificilmente poderiam ser compreendidos ou assimilados, principalmente se transmitidos em uma linguagem lógica, racionalizante e abstrata. Assim, a linguagem literária assume seu

8 8 papel desde os primórdios da civilização, que é a linguagem da representação, linguagem imagística como nenhuma outra tem a capacidade de concretizar o abstrato. Poe essas razões é importante levar as crianças à livraria e estimulá-las a formar uma biblioteca particular, própria. O nome parece imponente, mas não se está propondo a organização de um espaço com mil volumes. Apenas um canto onde cada criança guarde seus livros: pode ser numa parte mais baixa da estante de livros de casa, onde possa mexer sempre que tiver vontade, num caixote desses de supermercado, ou até numa prateleira do guarda- roupa. Mas que a esse local só ela e aqueles a quem convidar tenha acesso, importante e que a criança escolha os livros que quer ter e guardar, e que os coloque na sequência que inventar que achar melhor para o seu jeito de encontrar. (ABRAMOVICH, 2005, p.152) A escolha da história é um fator essencial, pois, deve-se levar em conta, o interesse do ouvinte, a sua faixa etária, sua realidade, e ao objetivo do narrador. Inicialmente é necessário fazer uma seleção, observando o interesse das crianças, sua faixa etária, suas condições socioeconômicas. É de grande importância levar em conta estes aspectos, pois se a história a ser contada não estabelecer os critérios de necessidade da criança, do ouvinte o narrador/ contador de história poderá não atingir objetivos pretendidos. Mas nem toda a história vem no livro pronto para ser contada, o contador, ainda precisa adaptar a sua voz, fazendo as entonações necessárias, para que facilite a compreensão, e que ela se torne dinâmica e comunicativa. A ludicidade é de grande importância para a compreensão da história, para tornar-se mais atrativa e motivadora na hora da narração da história, como confecção do livrão da história que for contar onde as imagens ficam mais coloridas, maiores assim chamando a atenção das crianças e motivando-as a ouvir histórias cada vez mais. A literatura desenvolve as possibilidades de apreensão dos significados do mundo em que as crianças estão inseridas. Esta atividade pode auxiliar na aprendizagem por apresentar características únicas de descontração, atenção, alegria entre outras tantas habilidades que possam fazer o aluno aprender e apreender o sentido das coisas pelo modo lúdico da contação. Então, ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatralizar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, afinal, tudo pode nascer de um texto e criar asas, estimulando a aprendizagem. (ABRAMOVICH, 1994). Sendo assim, contar histórias abre espaço para a criança ampliar seu mundo e enxergar outros mundos. Dessa forma ressalta Amarilha que:

9 9 Contar uma história é abrir uma janela para o mundo. A imagem de janela traz à nossa mente o desenho geométrico de um certo enquadramento do mundo. Em assim sendo, o narrador, aquele que traça a janela, escolhe de acordo com seus objetivos e interesses, declarados ou não, conscientes ou não chamar a atenção do seu interlocutor para alguns aspectos da realidade. (AMARILHA, 1999, p.13). Assim este trabalho surgiu a partir de uma proposta das professoras da faculdade IDEAU para o projeto de Aperfeiçoamento Teórico e Prático, em que se propunha a realização de uma oficina pedagógica sobre Contação de Histórias, em duas entidades diferentes. Inicialmente realizou-se uma pesquisa exploratória nos locais, para observação do espaço e demanda de materiais a serem utilizados. Verificou-se que havia um amplo espaço para a realização da proposta. Segundo Antônio Carlos Gil a pesquisa exploratória: [...] tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a constituir hipóteses. Pode-se dizer que estas pesquisas têm como objetivo principal o aprimoramento de ideias ou a descoberta de intuições. Seu planejamento é, portanto, bastante flexível, de modo que possibilite a consideração dos mais variados aspectos relativos ao fato estudado. (GIL,2002,p.41). O projeto foi apresentado à diretoria dos locais e os responsáveis aceitaram-no muito, neste mesmo dia marcou-se a data para a referida prática. Sendo que os responsáveis salientaram sobre uma possível indisponibilidade de alguns indivíduos. As contações de histórias foram realizadas no mês de setembro do ano de Pela parte da manhã, no Lar dos Idosos, com 12 pessoas e pela parte da tarde, na APAE, com todos os alunos. Ambas localizadas no município de Getúlio Vargas. A proposta central era a Contação de Histórias, porém com enfoques diferentes. No Lar dos Idosos, foi realizada a contação da história O Casamento de Mané Bocó - Ricardo Azevedo, em que as acadêmicas fizeram uma leitura dinâmica, na qual se percebeu grande entusiasmo das pessoas ali presentes. Após, realizaram-se alguns questionamentos acerca da história. Para dar continuidade, uma Roda de Chimarrão com os idosos, momento no qual expuseram um pouco de fatos vivenciados por eles. Em forma de agradecimento, foi entregue a eles uma lembrancinha. Na APAE, foi realizada a contação de história A lenda do curupira Maurício Souza através de slides. É importante salientar que o folclore possui uma grande diversidade de temas, propicia uma aprendizagem motivadora e facilitadora à

10 10 interdisciplinaridade. Dessa maneira o folclore trabalha a ética e as várias culturas existentes, portanto deve ser trabalhado em sala de aula para especificar as diferenças que existem entre os personagens de uma sociedade, demonstrando seus hábitos e costumes. As acadêmicas confeccionaram um curupira para demonstração na hora da contação. Sendo que os alunos ficaram impressionados com o curupira, e alguns até se assustaram. Após, levantou-se alguns questionamentos sobre a história. Em seguida, as professoras com suas turmas se dirigiram para suas salas, sendo que duas turmas de EJA e uma de Ensino Fundamental participaram das atividades. Na sala de aula, retomou-se a história e colocou-se a proposta de confeccionar um mini-curupira, com materiais diversos, durante a construção as acadêmicas auxiliaram os alunos no desenvolvimento da atividade. Dado esse procedimento, cada aluno deu um nome para o seu curupira. Em forma de agradecimento pela participação e colaboração foi entregue uma lembrancinha. Mesmo com pouco tempo nas entidades para a realização do trabalho, foi possível perceber a pequena mudança de estado de humor dos indivíduos ali presentes, após as performances de leitura. Houve grande participação dos envolvidos em ambos locais, a turma obteve ótimo rendimento e uma excelente aceitação ao tema. Pôde-se verificar que com as histórias infantis as crianças abrem-se para um mundo de encantos e imaginação, e com esse trabalho a afetividade aflorava, oportunizando uma melhor exploração de seus sentimentos junto aos colegas e professores. A proposta de trabalho oportunizou ás acadêmicas um momento único, no qual se criavam estratégias para relacionar a teoria com a prática, adaptada aos dois ambientes, além de aguçar a visão sobre a importância social de se ouvir histórias. Este tipo de atividade prática caracteriza-se como um momento de análise crítica da realidade, constituindo-se um elemento complementar ao conhecimento teórico, necessário à formação profissional universitária. CONSIDERAÇÕES FINAIS Contar e ouvir histórias são atividades que proporcionam diversão, descontração, informação e promovem uma integração entre os envolvidos. Possibilita que o ouvinte e o contador criem sua história a partir das experiências pessoais,

11 11 alimenta o imaginário e desenvolve a habilidade de representação por meio de uma viagem em que o contador conduz o público a viver, com ele, diversas experiências. Valoriza-se, assim, a ideia que as pessoas, ao escutarem histórias de seu interesse, são levadas a fazerem associações e relações desta com fatos e situações do cotidiano, percebe-se que o ato de contar histórias possibilita que se tenha uma maior e melhor compreensão do mundo. Além de propiciar benefícios aos discentes, o projeto Ouvir Histórias: um importante estímulo para qualquer etapa da vida, trouxe entretenimento, cultura e informação ao público envolvido, levando a estes leitura e a oportunidade do exercício de sua cidadania, tão comprometida por suas condições físicas e psicológicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. 5º Ed. São Paulo, Scipione, AMARILHA, M. Educação e leitura. Natal, EDUFRN, COELHO, Betty. Contar Histórias Uma Arte sem idade. 10º Ed.São Paulo, Ática, COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil. São Paulo, Moderna, GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4º Ed. São Paulo, Atlas, GÓES, Lucia Pimentel. A aventura da Literatura para crianças. São Paulo: Melhoramentos, Artigo%20CONTA%C3%87%C3%83O%20DE%20HIST%C3%93RIAS%20E%20DE SENVOLVIMENTO%20DA%20LEITURA.pdf file:///c:/users/dani%20e%20hedin/downloads/tcc%20diovana%20e%20cristiane.pdf. Literatura infantil: magia e aprendizagem. Autores : CRISTIANE BISOLO DIOVANA BOSCHETO DA SILVA. Campos_da_Paz.pdf

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