Bruno Flávio Lontra Fagundes, (Pós-Doutorado UFRJ), UNESPAR/FECILCAM,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bruno Flávio Lontra Fagundes, (Pós-Doutorado UFRJ), UNESPAR/FECILCAM, parabrunos@fecilcam.br"

Transcrição

1 QUAL HISTÓRIA? QUAIS IDENTIDADES? PROFESSOR DE HISTÓRIA, HISTORIADOR. Bruno Flávio Lontra Fagundes, (Pós-Doutorado UFRJ), UNESPAR/FECILCAM, CONSIDERAÇÕES INICIAIS Esse texto é resultado de pesquisa em desenvolvimento de pós-doc acadêmico e seu tema é a história do curso de História da Universidade Federal do Paraná. A partir da amostra do curso da universidade do Paraná é provável se possa generalizar um perfil dos primeiros formadores de professores de História e de historiadores em cursos brasileiros. Guardadas as diferenças de configuração dos cursos em função de seus contextos, há linhas de força comuns que organizam o sistema de ensino superior brasileiro como um todo a partir dos anos Esquematicamente, pode-se repartir a história do curso de História da universidade do Paraná até os anos 1970 em duas gerações responsáveis pelo que seriam disciplinas de História: a dos primeiros professores formadores recrutados sem os dispositivos profissionais que seriam criados depois - professores do que era, mais precisamente, o curso de Geografia e História - pessoas normalmente nomeadas pelo presidente da República segundo indicação de autoridades universitárias superiores e uma segunda geração, a de seus alunos esses, sim, já iniciados em práticas profissionais menos marcadas por preferências explicitamente políticas e que vieram a se tornar os professores do curso nos anos 60 e 70, agora já curso de História simplesmente. A marca notória da primeira geração foi a de um profissionalismo bastante permeável a injunções políticas explícitas, num tempo em que uma política universitária nacional abrangente ainda estava em gestação. Mas podemos ir mais longe se quisermos chegar até a época em que nos encontramos, chegando então a uma terceira geração, tendo na base da análise alinha que liga a primeira - que fundou a faculdade de Filosofia em 1938, quando o curso de Geografia e História foi criado até a nossa, atualmente.essa terceira geração de que trataremos brevemente aqui, a que seria aquela de que fazemos parte, não é objeto de análise de nossa pesquisa, embora sobre ela caiba algum tipo de consideração a partir da observação da história das gerações precedentes. As três gerações de professores correspondem a três épocas da história do curso, o que,a nosso ver, correspondemtrês configurações deidentidades profissionais historicamente diferentes. Sempre, essas identidades profissionais se estabilizaram em representações da disciplina, auto-representação da condição profissional e representação da relação que a disciplina mantém com a sociedade em geral.

2 De 1938 até os dias de hoje, defendemos a hipótese de que a terceira época dessa periodização é a que estamos vivendo agora, armada por transformações históricas provavelmente resultantes do processo de politização social vivido pelo país com o fim das grandes narrativas totalizantes da história nacional e o desmanche das grandes narrativas de libertação mundial que atravessaram o século XX. Asituação atual põe em dúvida as representaçõesidentitáriastradicionais de historiadores sobre si mesmos e sua função social, o que gera uma reviravolta nas identidades profissionais instituídas historicamente. O ensino superior no Brasil foi objeto de políticas públicas de regulamentação mais centralizada e sistemática desde 1931 com a Reforma de Francisco Campos, que criava o Estatuto das Universidades e estabelecia relações do Ensino Superior com o Ensino Secundário. TÍTULO I Fins do Ensino Universitário Art. 1º O Ensino Universitário tem como finalidade: elevar o nível de cultura geral; estimular a investigação científica em quaisquer domínios dos conhecimentos humanos; habilitar ao exercício de atividades que requerem preparo técnico e científico superior: concorrer, enfim, pela educação do indivíduo e da coletividade, pela harmonia de objetivos entre professores e estudantes e pelo aproveitamento de todas as atividades universitárias, para a grandeza da nação e para o aperfeiçoamento da humanidade. (...) TÍTULO II Constituição das universidades brasileiras (...) Art.7º A organização administrativa e didática de qualquer universidade será instituída em estatutos aprovados pelo Ministério da Educação e Saúde Pública e que só poderão ser modificados por proposta do Conselho Universitário ao mesmo ministro, devendo ser ouvido o Conselho Nacional de Educação. (...) Art. 9º (...) Parágrafo único Nas universidades oficiais, federais ou estaduais, quaisquer modificações que interessem fundamentalmente à organização administrativa ou didática dos institutos universitários só poderão ser efetivadas mediante sanção dos respectivos governos, ouvido o Conselho Nacional de Educação. (BRASIL, 1931, p.9210) A PRIMEIRA GERAÇÃO A GRANDEZA DA NAÇÃO E O APERFEIÇOAMENTO DA HUMANIDADE Nossa primeira geração de professores vai desses primeiros anos em que surgiram as primeiras faculdade de Filosofia do Brasil a aproximadamente meados dos anos Naquela época, a composição do corpo docente do curso de Geografia e História da Universidade do Paraná estava mais próxima de um perfil de professor a que poderíamos qualificar de

3 eruditos : não eram historiadores de formação - eram advogados, diplomatas, médicos, engenheiros, alguns mesmo autodidatas, masprodutores de grandes narrativas históricas que explicavam o Brasil como um todo, com o que elaboravam chaves de leitura totalizantesque os investiam de prestígio intelectual e importância social, identificandono passado,na melhor tradição da historia magistrae vitae, os homens de padrão e conduta moral cujo exemplo deveria ser seguidopara melhor construir a nação brasileira. Pensavam o Paraná e o Brasil, suas heranças históricas e tradições a fim de verificar a viabilidade do capitalismo no país, compunham uma geração de homens versáteis,mais escritores de História do que professores, ligados às artes e a cultura, ao jornalismo, à igreja, à política nacional e internacional,produzindo textos deteor sociológico e pedagógico, com insights de tipo antropológico próximos da fruição de textos literários, sofisticados do ponto de vista da projeção do país no futuroe de suas possibilidades como nação. Envolvidos numa época que seria a infância da organização do sistema de ensino superior do Brasil, viviam um período da história da Faculdade de Filosofia em que a organização didática e administrativa era muito influída pelapolítica, onde muitos atuaram e através da qual construíram uma identidade profissional de prestígio baseada na percepção de sua importância numa realidadeem que se acreditava profundamente na primazia intelectual de alguns homens superiores como guias e orientadores da coletividade pública. Cursos de Geografia e História davam a plataforma acadêmica para o vôo de sujeitos por sobre a sociedade como guias de espíritos e orientadores de ações, descobrindo o Brasil para os brasileiros, que deveriam ouvi-los e segui-los em suas ideias. Eram professores de escolas antes de serem de faculdade e, no geral, suas trajetórias se construíram no trânsito entre os níveis de ensino superior e médio. Desenvolviam suas atividades intelectuais em associações acadêmicas de homens de letras, abertas à participação de quaisquer homens cultivados de espírito, muitas vezes se autofinanciando, escrevendo em publicações mais genéricas como anuários de faculdade, jornais e revistas decirculação pública e periódicos de grêmios culturais e intelectuais. Foram professores em sociedades ainda pouco segmentadasem categorias profissionais rígidas e, num certo sentido, falavam para o universal e não para o particular.a identidade profissional que construíram acabou por conferir-lhes certa mística de homens quase proféticos, com a representação de que os professoreseramcomo modelos indispensáveis de humanidade, de padrão de pensamento e de atores sociais que contêm o esclarecimento e o descortino sobre os problemas históricos e sociais do presente. Queremos crer que algo de nostalgia dessa identidade ainda hoje perturba nossos sonhos profissionais.

4 A SEGUNDA GERAÇÃO A ERA DAS PROFISSÕES TÉCNICO-CIENTÍFICAS Uma segunda geração é a dos alunos dessa primeira geração. Eles viveram uma outra época histórica. Pouco a pouco, categorias de profissionais se vinculavam e eram reconhecidos por artefatos, práticas e atividades próprias, pelo manejo de conceitos particulares ao conhecimento que produziam, estabelecidos em instituições e equipamentos exclusivos de categorias profissionais típicas de sociedades em segmentação, organizadasem normas de capacitação, ingresso, seleção, auto-reprodução, normalmente às custas de um afastamento gradual da vida prática do todo social. Apesar de mais bem localizada nos anos 1960/1970 anos de introdução e consolidação paulatina do sistema de pós-graduação no país é possível localizar essa segunda geração de professores do curso de Geografia e História da Universidade do Paraná a partir do início dos anos 1950 e talvez mesmo já antes, em 1946, quando, ampliando o regime didático das faculdades de filosofia no país, legislação pertinente ampliava de 3 para 4 anos a formação e criava o sistema de formação conhecido como 3 + 1, onde, no quarto ano, dependendo de sua opção por disciplinas de ensino ou de pesquisa, os alunos se bifurcavam como professores ou historiadores é o ano de federalização de parte das universidades brasileiras, O presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei Art 1º O sistema federal de ensino superior supletivo dos sistemas estaduais será integrado por estabelecimentos mantidos pela União e por estabelecimentos mantidos pelos poderes públicos locais, ou por entidades de caráter privado, com economia própria, subvencionados pelo Governo Federal, sem prejuízo de outros auxílios que lhes sejam concedidos pelos poderes públicos. (...) Art 3º A categoria de estabelecimentos diretamente mantidos pela União compreende: I Todos os estabelecimentos integrados presentemente na Universidade do Brasil e nas universidades de Minas Gerais, do Recife, da Bahia, do Paraná e do Rio Grande do Sul, exceto a Faculdade de Direito da Universidade da Bahia (...) (BRASIL, 1950, p.17537) Em 1952, é aprovado o Estatuto da Universidade do Paraná e em1955 há o desdobramento dos cursos de Geografia e História, o que já demonstra segmentação de saberes. Embora seja 1961 o ano da criação do Departamento de História na Universidade do Paraná, a legislação dos anos 1950 vai reforçando o processo de controle, disciplinarizaçãoe centralização do ensino superior brasileiro que vai deslanchar ao longo dos anos 1960 e modificar profundamente a realidade do ensino superior no país.

5 TÍTULO I Da universidade e seus fins. Art 1º A Universidade do Paraná, fundada em 19 de dezembro de 1912, e restaurada em 1 de abril de 1946, na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná é pessoa jurídica com autonomia administrativa, financeira, didática e disciplinar mantida pela União Federal, nos termos da Lei 1254, de 4 de dezembro de 1950 e rege-se pelo presente estatuto. Art 2º Constituem finalidades da universidade a) Manter e desenvolver o ensino em os institutos que a integram b) estimular a investigação e a cultura filosófica científica, literária e artística. c) formar quadros culturais de elementos habilitados para o exercício das profissões técnico-científicas e liberais e do magistério, bem como das altas funções da vida pública. Art 3º A formação universitária obedecerá aos princípios fundados no respeito à dignidade da pessoa humana e aos seus direitos naturais e essenciais e, contribuindo para a cultura superior, terá em vista as realidades brasileiras, o engrandecimento nacional e o sentido de unidade da pátria. (BRASIL, 1952, p.5857) Tal deslanchevai conformar, paulatinamente,um outro quadro organizacional das universidades e de seus cursos, numa série de exigências institucionais derivadas do financiamento das universidades, inaugurando um processo de enquadramento da produção de conhecimentono contextode sociedades urbanizadas e industrializadas. Se comparados aos professores da primeira geração, os professores da segunda passam a exercer a profissão em prédios e espaços próprios, não podem exercer dupla profissão, devem obedecer às regras de acesso e ingresso em carreiras funcionais normatizadas, suas publicações são restritas àqueles que compartilham de formatos de textos e de concepções sobre o valor do trabalho científico, seus espaços de atuação se fazem numa academia menos aberta à política oficial pelo menos explicitamente. São sujeitos que se relacionam dentro de um sistema de pares que se reconhecem, simbolicamente, como socialmente distintos pelo saber que passam a elaborar e que vão carregar, imaginando poderem, sob o amparo de métodos científicos que acessam a verdade, conhecer, no presente, os erros do passado para não os repetirem no futuro. Cursos de Geografia e História e sua organização administrativa e docente passam a obedecer a uma lógica didática e pedagógica que cria um saber histórico acadêmico distinto do saber histórico geral, num espaço onde não cabem amadores e nem autodidatas, com publicações próprias de especialistas do conhecimento histórico que detém conceitos e quadros teóricos sem os quais o conhecimento não se legitima e nem se reproduz. A segunda geração de professoresdo curso de Geografia e História da Universidade do Paraná, separados em 1961 com a criação do Departamento de História da Universidade,já publica seus textosem Boletins departamentais, revistas científicas trocadas com outras universidades do Brasil, publicam textos cujos argumentos se organizam por

6 teorias e conceitos do domínio particular de especialistas, textos com forma padronizada e linguagem especializada, selecionados por grupos que submetem o conhecimento à chancela de si mesmos, sem precisar de prová-los e nem submetê-los a apreciação de públicos indistintos mais universais. Essa segunda geração encarnauma substituição lenta e gradual de uma história de tipo humanístico-cristã mais geral da primeira geração que não se distinguia de outros saberes sobre o humano por outra história que escolhe objetos e métodos de estudo particulares eleitos por eles mesmos e sancionados poragrupamentos de especialistas nacionais e internacionais congregados em associações como a Société Marc Bloch francesa, a EnglishHistoricalAssociation inglesa e a Associação de Professores Universitários de História brasileira. Ao correr dos anos 1950, desde antes mesmo da criação oficial do Departamento de História da Universidade do Paraná em 1961, o curso de História vai construindo as condições que lhe garantem a justificativa para a existência da História Científica produzida pela universidade: um objeto histórico era fixado o comparativo de um Paraná Moderno com um Paraná Tradicional; fontes históricas iam sendo constituídas documentação da história colonial e imperial paranaense levantada, localizada e identificada em arquivos; um método ia sendo adotado o da análise técnica qualificada de documentos por profissionais devidamente formados para tal; modelos de abordagem ganhavam espaço o da longa duração braudeliana e a História Quantitativa de Pierre Chaunu; e um status profissional se firmava o historiador é um oficial de arquivo. No processo de uma profissionalização inerente a sociedades complexas e segmentadas, professores elaboram uma identidade profissional que os distingue da sociedade como um todo, autorizada pelo preceito da superioridade do conhecimento científico sobre o conhecimento comum, organizado segundo categoria específica de profissionais cujo reconhecimento social se desenvolve a partir de um valor intrínseco atribuído à ciência, com finalidades definidas segundo suas regras de funcionamento e convívio acadêmico. Num tempo de ensino e de escola de massa, essa geração de professores desenvolve uma identidade ciosa de que o saber científico deve ser pouco permeável às injunções sociais das quais deve ser preservado para o bem do conhecimento humano, e, no caso do conhecimento histórico acadêmico, identidade que se funda no suposto de que a história tem métodos próprios que encaminham um saber sobre o humano pesquisado em cursos de pós-graduação que deve ser aprendido, repetido e reproduzido pelos alunos de graduação, futuros professores que servirão a instituição escolar, reconhecida então como espaço principal de formação reprodutora do conhecimento produzido pela universidade.fato significativo dessa introjeção de um papel especial na vida da coletividade foi a reação que vários professores universitários tiveram quando, em meados dos anos 1970, professores do ensino básico quiseram participar da Associação de Professores de História.

7 Professores houve que lastimaram contra o fato e reagiram, alegando que o ato iria degradar o conhecimento histórico qualificado que se produzia dentro do ambiente acadêmico. Dessa segunda geração, herdamos o saber orientado, o rigor do método, o hábito das conversações que só nós mesmos entendemose a crença do papel imprescindível do descortino intelectual dos homens de conhecimento histórico conceitualmente organizado. E herdamos ainda um patrimônio de textos organizados num corpus de conhecimento invejável. Embora às custas de um afastamento da vida prática geral como quer Rusen. Ao definir seu conceito de didática da História, Rusenreconhece a perda de vínculo da reflexão histórica com as necessidades sociais para orientar a vida dentro da estrutura tempo no processo de profissionalização da história no século XIX alemão. A esse respeito, a cientifização da história excluiu da competência da reflexão histórica racional aquelas dimensões do pensamento histórico inseparavelmente combinadas com a vida prática. (RUSEN, 2010, p.25) A TERCEIRA GERAÇÃO TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS, MUTAÇÕES DA IDENTIDADE PROFISSIONAL Finalmente, a terceira geração de professores historiadores aquela que integramos é a de um tempo de grande relativização das certezas dasgerações anteriores, certezas bastante abaladas por transformações históricas nacionais e internacionais que terminam por colocar em xeque identidades constituídas numa tradição que vive o dilema de se revisar e ao mesmo tempo não abrir mão de terrenos de conhecimento consolidado. O abalo da identidade historiadora refere-se a transformações sociais profundas que duvidam das proposições históricas emanadas dos agrupamentos que se querem auto-suficientes. Tempo de demandas por reparações sociais por atos cometidos no passado, de demandas pelo passado que postulam uma história integrada pela memória de testemunhos que não acreditam numa história impessoal que não valoriza os direitos de lembrança.tempo de demandas por memória numa época de eterno presenteque esquece o quanto é importante também saber esquecer, onde se vive coletivamente a experiência e a sensação de tempos acelerados e comprimidosem que homens a tudo queremmusealizar e memorializar, tempo em que o processo de politização social com a ampliação dos espaços de interação, troca e participação política requerem histórias que sejam abertas a outras versões, e tempo, principalmente, de profundas transformações na história dosmétodos e padrões de ensino e de ressignificações do significado e da função da escola, d oraem dianteentendidacomo lugar cultural de produção de saber cujos sujeitos não admitem viver processos de ensino aprendizagem unilaterais que desdenham de seus saberes aprendidos e vividos fora da escola.

8 Nesse contexto, entra em dúvida a convicção de professores como intelectuais capazes de serem guias e orientadores da coletividade e se põe em discussãoalegítima aspiração de sujeitos sociais em elaborare propor formulações válidas para os desafios e dilemas sociais.um tempo de sujeitos que não admitem mais o postulado de que aquelas formulações sejam propriedades de alguns poucos espíritos formados e cultivados - pela erudição ou pela ciência. Disso tudo decorre, senão uma crise de identidade, um grande questionamento da unidisciplinaridade e das identidades profissionais muito fechadas que insistem em se fazer reclusas em nome de ideais socialmente questionáveis e pouco sensíveis a demandas mais imediatistas - e até mesmo mais sensacionalistas. Como fazer num contexto em que as realidades históricas que foram a base sobre a qual se constituíram aquelas identidades intelectuais que um dia fizeram o prestígio público da disciplina histórica parecem não existir mais? Como ser historiador, professor de História, em contexto tão diverso e desafiante? Ainda não aprendemos como fazer, mas, ao que tudo tem indicado, não dá para sentarmos nostalgicamente numa identidade profissional e numa representação de professor datadas. Os mestrados profissionais e o projeto de lei regulamentando a profissão podem ser sintomas do encaminhamento de soluções que ainda estamos procurando dar num processo, talvez, de profunda reformulação de nossa identidade profissional. É preferível lidar com isso tudo como desafio e agir a não abaixar a cabeça e lamentar uma suposta época de ouro perdida. Quem somos nós, historiadores? A quem servimos nós, professores formadores de História? O que é ensinar História hoje? Talvez um bom começo sejaassumir que até hoje nenhum de nós respondeu convincentemente a instigante pergunta de Marc Bloch sobre para que serve a História? Não devemos começar respondendo seriamente a essa pergunta? E não basta responder a nós mesmos. É a sociedade que, hoje, precisa dessa resposta. Estamos preparados para responder? Talvez se trabalhássemos por isso, descobriríamos que outra identidade seja possível. Identidade construída no diálogo e na aproximação com a sociedade. BIBLIOGRAFIA BOLETIM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Departamento de História. Arquivos Paranaenses. Curitiba, 1969: Departamento de História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras), n.9. BOMENY, Helena. A reforma universitária de anos depois. [2012?]. Disponível em Acesso em março BRASIL. Decreto 19851, de 11 de abril de Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 4 de junho de BRASIL. Lei 1254, de 4 de dezembro de Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1950.

9 BRASIL. Decreto 30738, de 7 de abril de Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 12 de abril de CORDOVA, Maria Julieta Weber. 296 f. Tinguis, pioneiros e adventícios na mancha loira do Sul do Brasil: o discurso regional autorizado de formação social e histórica paranaense. Tese (Doutorado em Sociologia). Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, UFPR, Curitiba, FERREIRA, Marieta de Moraes. O ensino de História na Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Revista História, Ciências, Saúde Manguinhos, Rio de Janeiro, v.19, n.2, p , abr.jun KERSTEN, Márcia Scholz de Andrade. Os rituais do tombamento e a escrita da História. Bens tombados no Paraná entre 1938 e Curitiba, PR: Imprensa Oficial, Editora da UFPR, p. MESQUITA, Ilka Miglio& ZAMBONI, Ernesta. A formação de professores na trajetória histórica da Associação Nacional de História (ANPUH). In: ZAMBONI, Ernesta& FONSECA, Selva G. Espaços de formação do professor de História. Campinas, SP: Ed.Papirus, p MESQUITA, Ilka Miglio& FONSECA, Selva G. Formação de professores de História: experiências, olhares e possibilidades (2006). Revista História UNISINOS, v.3, n.10, p , set.dez MOELLER, Alda Aracy & MARANHÃO, Eny Camargo. Universidade Federal do Paraná. Histórico do curso de Geografia, anos. Curitiba, PR: As autoras, , 172 p. REVISTA DO CÍRCULO DE ESTUDOS BANDEIRANTES. Edição especial comemorativa do 25º aniversário de fundação do Círculo de Estudos Bandeirantes. O Círculo de Estudos Bandeirantes em vinte e cinco anos de existência. Tomo II, p , setembro de Curitiba, PR. REVISTA DO CÍRCULO DE ESTUDOS BANDEIRANTES. Diretorias do Círculo de Estudos Bandeirantes de 1929 a Tomo II, n.1, p , setembro de Curitiba, PR. RUSEN, Jörn. Didática da História: passado, presente e perspectivas a partir do caso alemão. In: SCHIMIDT, Maria Auxiliadora; BARCA, Isabel; MARTINS, Estevão de Rezende. (Orgs.) Jörn RUSEN e o Ensino de História. Curitiba, PR: Ed.UFPR, p SIQUEIRA, Marcia Dalledone. DEHIS, 30 anos de história. BOLETIM 32, UFPR, Departamento de História, p.15-29, agosto TURAZZI, Maria Inez. Uma cultura fotográfica. Fotografia Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN/MINC (Brasília), n.27, p.7-15, WESTPHALEN, Cecilia M. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Paraná 50 anos. Curitiba: SBPH PR, p.

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências

Leis Federais. LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências LEI N o 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro

Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro Não é todo estudante que entende bem a organização do sistema educacional brasileiro e seus níveis de ensino. Nem todos sabem, por exemplo, a diferença

Leia mais

PROJETO DE LEI, Nº 2007 (Do Sr. EDUARDO GOMES)

PROJETO DE LEI, Nº 2007 (Do Sr. EDUARDO GOMES) PROJETO DE LEI, Nº 2007 (Do Sr. EDUARDO GOMES) Regulamenta o exercício da atividade, define a atribuições do Perito Judicial e do Assistente Técnico e dá outras providências. O congresso nacional decreta:

Leia mais

FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD

FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO NA EaD PROFª Mª MARIA DA GRAÇA GONÇALVES VINHOLI- GT-EAD E SENACmgvinholi@yahoo.com.br mariadagraca@ms.senac.br QUEM É O TUTOR? Mantendo a essência do termo e, transpondo

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Gilvan Charles Cerqueira de Araújo 1 INTRODUÇÃO Este

Leia mais

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI)

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Processo de sua criação no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com vistas ao estabelecimento de um Código

Leia mais

Este documento não substitui o original aprovado pelo Conselho de Administração da FEST. Página 1/7

Este documento não substitui o original aprovado pelo Conselho de Administração da FEST. Página 1/7 RESOLUÇÃO FEST Nº 001/2004 Dispõe sobre a concessão de bolsas de apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Extensão Universitária pela Fundação Espírito-Santense de Tecnologia FEST. A Fundação Espírito-Santense

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES

COMITÊ BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA ARTE CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA ANPUH E AOS COLEGAS HISTORIADORES História Prezado Prof. Benito Bisso Schmidt Presidente da Associação Nacional dos Professores Universitários de Tendo tomado conhecimento

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DA CARREIRA DOCENTE CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE E SUAS ATIVIDADES

REGULAMENTAÇÃO DA CARREIRA DOCENTE CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE E SUAS ATIVIDADES REGULAMENTAÇÃO DA CARREIRA DOCENTE CAPÍTULO I DO CORPO DOCENTE E SUAS ATIVIDADES Artigo 1.º - O corpo docente da PUCPR é constituído pelo pessoal de nível superior que exerce atividades de ensino, pesquisa

Leia mais

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais.

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. X Encontro Nacional- PROIFES-Federação Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. Apresentação PROIFES-Federação A Constituição Brasileira de 1988 determinou, em seu artigo

Leia mais

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES PORTARIA INSTITUCIONAL Nº 08 A Direção Geral da Faculdades SPEI, no uso das suas atribuições, ouvido o Conselho Superior e aprovado pela Mantenedora, conforme Regimento Interno, RESOLVE: Estabelecer o

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Projeto de Implantação do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta - NTEA Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Ourinhos - 2012 2 1- DADOS GERAIS 1.1 UNIDADE EXECUTORA FIO - FACULDADES INTEGRADAS DE OURINHOS

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES SÉCULOS XV A XIX O CEDOPE tem como objetivo central constituir-se em centro de pesquisas relativas à história do universo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO nº 026 / 94 Aprova o Regulamento Específico do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis em Nível de Mestrado, com área de Concentração em Contabilidade Financeira, Contabilidade Gerencial

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende) PROJETO DE LEI N.º, DE 2003 (Do Sr. Geraldo Resende) Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal da Grande Dourados, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA NACIONAL DA MAGISTRATURA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO BRASIL

REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA NACIONAL DA MAGISTRATURA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO BRASIL REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA NACIONAL DA MAGISTRATURA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO BRASIL Capítulo I Da Instituição Art. 1º - A Escola Nacional da Magistratura (ENM), órgão da Associação dos Magistrados

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO Secretaria Extraordinária de Apoio às Políticas Educacionais Casa Civil Governo de Mato Grosso PROJETO DE LEI Nº

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO Secretaria Extraordinária de Apoio às Políticas Educacionais Casa Civil Governo de Mato Grosso PROJETO DE LEI Nº PROJETO DE LEI Nº Modifica a LC 30/93 e adota outras providências. Autoria: Poder Executivo A Assembléia Legislativa do Estado do Mato Grosso aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte Lei Complementar:

Leia mais

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011 REGIMENTO DO INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA (COPPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da COPPE em

Leia mais

Políticas de Educação a Distância

Políticas de Educação a Distância Políticas de Educação a Distância Prof. Fernando Jose Spanhol Prof. Fernando Jose Spanhol LED/UFSC/ABED- Avaliador SESU-INEP-CEE/SC A Evolução da Legislação 1930 - Criação do Ministério dos Negócios e

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Maria Cristina Araújo de Oliveira UFJF mcrisoliveira6@gmail.com Resumo: O artigo apresenta um breve panorama

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA)

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer, e dá providências. O Congresso Nacional decreta: Capítulo I Caracterização e atribuições

Leia mais

Art. 3º Os detentores de cargo de Educador Infantil atuarão exclusivamente na educação infantil.

Art. 3º Os detentores de cargo de Educador Infantil atuarão exclusivamente na educação infantil. LEI Nº 3464/2008 de 20.03.08 DÁ NOVA DENOMINAÇÃO AO CARGO DE MONITOR, INCLUI SEUS OCUPANTES NO PLANO DE CARGOS, CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO MUNICIPAL DE FRANCISCO BELTRÃO, NA ÁREA DE EDUCAÇÃO

Leia mais

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA Everson Ferreira Fernandes Universidade Federal do Rio Grande do Norte eversonff@gmail.com Gislene de Araújo Alves

Leia mais

LEI Nº 11.646, DE 10 DE JULHO DE 2001.

LEI Nº 11.646, DE 10 DE JULHO DE 2001. LEI Nº 11.646, DE 10 DE JULHO DE 2001. Autoriza o Poder Executivo a criar a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - UERGS e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10 MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 Senhor Presidente, Tenho a honra de encaminhar a Vossa Excelência, para ser apreciado por essa Assembléia Legislativa,

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING

REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING O presente regulamento foi homologado pelo Presidente da ESEV, a 18

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 156 DE 14 DE JANEIRO DE 2010.

LEI COMPLEMENTAR Nº 156 DE 14 DE JANEIRO DE 2010. LEI COMPLEMENTAR Nº 156 DE 14 DE JANEIRO DE 2010. Dispõe sobre a transformação da Universidade Virtual do Estado de Roraima UNIVIRR, para a categoria de Fundação Pública e dá outras providências. O GOVERNADOR

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Planejamento Estratégico Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Visão Oferecer ensino de excelência em nível de Graduação e Pós-Graduação; consolidar-se como pólo

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004 Revoga a Lei nº 7.399, de 04 de novembro de 1985, e o Decreto nº 92.290, de 10 de janeiro de 1986, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre.

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. LEI N.º 8.198 18/08/1998 Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte lei: TÍTULO I PRINCÍPIOS

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular LICENCIATURA EM HISTÓRIA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2005. (Do Sr. GERALDO RESENDE) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2005. (Do Sr. GERALDO RESENDE) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI Nº, DE 2005 (Do Sr. GERALDO RESENDE) Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal do Pantanal, por desmembramento da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE)

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) [Segunda versão, 11.08.2009, a partir de construção evolutiva trabalhada com a Comissão de Autonomia da Andifes, sujeita à apreciação do

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 EMENTA: Normatiza os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes.

Leia mais

MANUAL DA MUDANÇA DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE DIREITO (2007 2011)

MANUAL DA MUDANÇA DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE DIREITO (2007 2011) MANUAL DA MUDANÇA DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE DIREITO (2007 2011) Aplicável a partir de 2013/1 1 SUMÁRIO 1 Apresentação... 3 2 Quais os critérios para que a Instituição de Ensino Superior altere a

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2010 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia

Leia mais

Reflexões Sobre a Cooperação Internacional

Reflexões Sobre a Cooperação Internacional Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Ministério da Educação Anexos I e II 2º andar Caixa Postal 365 70359-970 Brasília, DF Brasil PLANO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO (PNPG) 2005-2010

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003.

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003. RESOLUÇÃO CONSEPE 53/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE LETRAS, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

Instrução Normativa xx de... 2014.

Instrução Normativa xx de... 2014. REGULAMENTO PARA AFASTAMENTO DE SERVIDORES DOCENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL PARA CAPACITAÇÃO EM PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU E PÓS-DOUTORADO

Leia mais

LEI Nº 3.848, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960

LEI Nº 3.848, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960 LEI Nº 3.848, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960 Cria a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e dá outras providências. O Presidente da República, Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a

Leia mais

UF: Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

UF: Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF: Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia DF ASSUNTO: Consulta sobre a validade dos cursos seqüenciais para o exercício de técnicas

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

Resolução CONSUN nº 004/2008

Resolução CONSUN nº 004/2008 Resolução CONSUN nº 004/2008 Estabelece regras para o funcionamento dos cursos de especialização da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul UERGS. O Presidente do Conselho Superior da Universidade Estadual

Leia mais

INSTITUTO DE QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

INSTITUTO DE QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU INSTITUTO DE QUÍMICA REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Título I / Das Finalidades Artigo 1 o O Instituto de Química da UFRJ oferece Programas de Pós-Graduação

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1

Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1 Estratégias atuais para a mudança na graduação das profissões da saúde Laura C.M. Feuerwerker 1 A mudança na graduação das profissões da saúde segue sendo um tema fundamental para todos aqueles preocupados

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

Luiz Roberto Santos Moraes, PhD Professor Titular em Saneamento da UFBA

Luiz Roberto Santos Moraes, PhD Professor Titular em Saneamento da UFBA INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL E DE SAÚDE PÚBLICA: IMPORTANTE COMPONENTE CURRICULAR PARA RECÉM INGRESSOS NO CURSO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL Luiz Roberto Santos Moraes, PhD Professor Titular

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

Guia Multilíngüe de Informações Cotidianas

Guia Multilíngüe de Informações Cotidianas Para poder permanecer em território japonês é necessário ter o visto de permanência. Existem 27 tipos de vistos e, cada qual tem prazos e tipos de atividades permitidas diferenciadas. 1 Tipos de visto

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

DECLARAÇÃO DO MÉXICO

DECLARAÇÃO DO MÉXICO DECLARAÇÃO DO MÉXICO No encerramento IV FÓRUM IBERO-AMERICANO DA AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS, realizado na cidade de México D.F., no período de 23 a 25 de maio de 2012, os membros do Grupo da Reflexão do Projeto

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 106, de 21 de dezembro de 2012

RESOLUÇÃO nº 106, de 21 de dezembro de 2012 RESOLUÇÃO nº 106, de 21 de dezembro de 2012 Dispõe sobre o processo de seleção interno de docentes para ministrar as disciplinas/módulos/unidade de aprendizagem ou educacional, constantes da estrutura

Leia mais

Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu)

Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) O Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) é fruto de uma Dissertação desenvolvida no Programa de Pós-Graduação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

RESOLUÇÃO N 11/CUn/97, de 29 de julho de 1997.

RESOLUÇÃO N 11/CUn/97, de 29 de julho de 1997. RESOLUÇÃO N 11/CUn/97, de 29 de julho de 1997. Dispõe sobre os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa Catarina,

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS Art. 1º O ingresso como docente na UNISC faz-se mediante Concurso Público de

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao

Leia mais

L E G I S L A Ç Ã O Lei nº 20/68. O PREFEITO MUNICIPAL DE MOSSORÓ: FAÇO SABER que a Câmara MunIcipal aprovou e eu sanciono a seguinte

L E G I S L A Ç Ã O Lei nº 20/68. O PREFEITO MUNICIPAL DE MOSSORÓ: FAÇO SABER que a Câmara MunIcipal aprovou e eu sanciono a seguinte L E G I S L A Ç Ã O Lei nº 20/68 TRANSFORMA A FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA E D TÉCNICA EM FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE REGIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE E DÁ OUTRAS PR0VIDÊNCIAS. Lei: O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher?

Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? Vou entrar no Ensino Secundário. E agora? Que via escolher? A publicação da Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto, estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar,

Leia mais