Diferenças culturais na percepção e no uso de categorias raciais

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1 Diferenças culturais na percepção e no uso de categorias raciais Maria Clara P. de Paula Couto (IPq/HCFMUSP) Jacqueline Chen (UC-Irvine) Airi M. Sacco (UFPEL) Yarrow Dunham (Yale University)

2 Questões de Interesse Existem diferenças culturais em relação à conceitualização de raça? O que determina como se define raça em diferentes culturas? Aspectos (pistas) físicos (e.g., cor da pele) Aspectos (pistas) informacionais (e.g., origem familiar) Que motivações sustentam o uso de limites raciais? Estas questões foram investigadas em quatro estudos

3 Percepções Culturais sobre Raça Contexto Cultural Americano Definições legais sobre raça enfatizaram a descendência (hipodescendência) Miscigenação racial proibida Precisão de pistas físicas para detecção de raça Percepção de raça inflexível Ainda se mantém a ênfase na descendência Contexto Cultural Brasileiro Após a abolição, não foram criadas regras institucionalizadas para categorização racial Branqueamento por meio de miscigenação Pistas físicas levam a mapeamento ambíguo para detecção de raça Percepção de raça flexível Significativa influência do status socioeconômico

4 Outline Estudo 1 cultura e aspectos físicos para categorização racial Estudo 2 cultura e aspectos de descendência para categorização racial Estudo 3 cultura e aspectos sociais (descendência e nível socioeconômico) para categorização racial Estudo 4 cultura e aplicação motivada de limites raciais

5 Estudo 1 Questão: Há diferenças culturais na importância atribuída à cor da pele e aos traços faciais para a categorização racial? Brasil: cor da pele e traços faciais não se correlacionam fortemente foco na cor da pele EUA: cor da pele importante para a percepção inicial da raça, mas os traços faciais têm papel importante (e adicional) para categorização racial

6 Estudo 1 Hipóteses Uso da cor da pele: Brasil > EUA Uso de traços faciais: Brasil < EUA Delineamento intra-participantes: 10 (cor da pele: muito escura a muito clara) x 10 (traços faciais: predominantemente africanos a predominantemente europeus) VD: Categorização racial de diferentes alvos 109 americanos (56% female), 128 brasileiros (65% female) adultos recrutados por meio de survey online

7 Pele escura Pele clara Africano Europeu 1 = Black/Preto, 2 = Multiracial/Pardo, 3 = White/Branco Stepanova & Strube (2012; JESP)

8 Interação país x traços faciais, p <.001 Interação país x cor da pele, p <.001

9 Estudo 2 Questão: Há diferenças culturais na importância da descendência para determinar a cor da pele/raça de uma pessoa? Hipótese: A descendência influencia a categorização racial de americanos, mas não a de brasileiros.

10 Estudo 2 Apresentação de fotografias prétestadas (no Brasil e nos EUA) de crianças pardas Delineamento entre-participantes: 2 (país: EUA vs. Brasil) x 3 (cor da pele/raça dos pais: ambos pretos vs. um preto e um branco vs. ambos brancos) VD: Categorização racial de alvos 114 americanos (52% female), 122 brasileiros (46% female) estudantes universitários, recrutados por meio de survey online

11 Esta criança nasceu no Brasil. Seus pais são pretos. Qual a cor da pele/raça desta criança? Respostas codificadas como Preta, Parda, Branca, ou Outra

12 Proportion of Categorizations Categorizações - Parda 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 Black Black-White White Black Black-White White Brazil USA

13 Proportion of Categorizations Categorizações - Parda 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0 Black Black-White White Black Black-White White Brazil USA Interação país x cor da pele/raça dos pais, F(2,230) = 14.83, p <.001

14 Estudo 3 Questões: Há diferenças culturais na importância da descedência e do nível socioeconômico para determinar a cor da pele/raça de uma pessoa? É possível neutralizar diferenças culturais por meio de instruções explícitas para ignorar as informações dadas sobre descendência e nível socioeconômico?

15 Estudo 3 Hipóteses: A descendência irá influenciar a categorização racial de americanos, mas não a de brasileiros replicando o Estudo 2. O nível socioeconômico irá influenciar a categorização racial de brasileiros, mas não a de americanos.

16 Estudo 3 Apresentação de fotografias prétestadas (no Brasil e nos EUA) de crianças pardas adaptadas do Estudo 2 Delineamento misto: 2 (país: EUA vs. Brasil) x 2 (instruções: controle vs. cor da pele/raça somente) x 3 (cor da pele/raça dos pais: ambos pretos vs. um preto e um branco vs. ambos brancos) x 3 (ocupação dos pais: baixo NSE vs. médio NSE vs. alto NSE) Ocupações prétestadas (no Brasil e nos EUA) VD: Categorização racial de alvos 142 americanos (85% female) e 123 brasileiros (77% female) estudantes universitários, recrutados por meio de survey online

17 Local de nascimento: Brasil Cor da pele/raça dos pais: Preta Ocupação dos pais: assistente social, bancário Qual a cor da pele/raça desta criança? Respostas codificadas como Preta, Parda, Branca, ou Outra

18 Proporção de categorizações - Americanos 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 Black Multiracial White Latino Other 0,1 0 Low MC Rich Low MC Rich Low MC Rich Black Black Black Black, White Black, White Black, White White White White

19 Proporção de categorizações - Brasileiros 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 Black Multiracial White Latino Other 0,1 0 Low MC Rich Low MC Rich Low MC Rich Black Black Black Black, White Black, White Black, White White White White

20 Estudo 4 Questão: Há diferenças culturais na aplicação motivada de limites raciais? Nos EUA, a motivação para preservar o status quo categorização de indivíduos cuja cor da pele/raça é ambígua em categoria socialmente subordinada (hipodescendência)

21 Estudo 4 Delineamento misto: 2 (país: EUA vs. Brazil) x 2 (ameaça ao status quo: baixa vs. alta) x 2 (tarefa de categorização: 2 vs. 3 categorias) x contínua (Orientação à Dominância Social, ODS) VD: Categorização racial de alvos 149 americanos (68% female), 141 brasileiros (66% female) estudantes universitários, recrutados por meio de survey online

22 Estudo 4 Procedimentos 1. Escala de Orientação à Dominância Social 2. Manipulação de ameaça ao status quo: baixa vs. alta desde o ano 2000, os negros têm tido poucos ganhos nos âmbitos salarial, educacional e político As desigualdades econômicas são em parte devidas à sub representação dos negros na educação superior, especialmente nas 50 melhores universidades brasileiras, desde o ano 2000, os negros têm tido ganhos significativos nos âmbitos salarial, educacional e político As mudanças econômicas recentes são em parte devidas ao aumento do número de matrículas dos negros na educação superior,

23 Face Black Multiracial White 1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6 x 7 x 8 x 9 x 10 x

24 Estudo 4 Hipóteses: Entre americanos, indivíduos não-igualitários (altos em ODS) sob ameaça usarão com mais frequência a categoria preto para definir a cor da pele/raça (comportamento de hipodescendência) Entre brasileiros, a interação ODS x ameaça não irá predizer mais uso da categoria preto

25 Estudo 4 Interação país x ameaça x ODS, F(1,543) = 2.96, p =.043, unicaudado)

26 Estudo 4 - Conclusões Quando sob ameaça, americanos não igualitários (alta ODS) reforçam o status quo usando o mecanismo de hipodescendência (atribuir a raça de uma pessoa à do genitor cuja raça está em desvantagem social) Brasileiros não igualitários (alta ODS) não utilizaram a hipodescendência para reforçar o status quo (branqueamento de indivíduos racialmente ambíguos?) Os resultados sugerem que o contexto histórico de relações raciais molda o uso de categorias raciais

27 Conclusões Gerais O contexto cultural modera Uso de pistas relativas à cor da pele/raça Aspectos físicos (traços físicos, cor da pele) Aspectos informacionais (descendência, nível socioeconômico) Uso motivado de categorias raciais (entre americanos) Hipodescendência para preservar o status quo

28 Conclusões Gerais A análise contextual aumenta a nossa compreensão sobre as teorias existentes a respeito de raça especialmente nos EUA - e indica uma importante variablidade cultural relativa à questão da raça e da categorização racial.

29 Diferenças culturais na percepção e no uso de categorias raciais Obrigada pela atenção! Questões?

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