PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE NUTRIÇÃO

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1 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE NUTRIÇÃO (BACHARELADO) Trindade 2011 GO - 060, Km 19, n 3.184, Setor Laguna park Trindade GO CEP: Fone/ Fax : Site: 1

2 Missão Institucional Desenvolver-se como espaço de ensino, pesquisa, extensão e veículo de comunicação da cultura da Região, de modo que responda às necessidades econômicas, sociais e políticas da comunidade, preparando e capacitando profissionais habilitados ao desempenho de suas funções e incentivando a busca e difusão de conhecimentos. 2

3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO FACULDADE UNIÃO DE GOYAZES Diretor Geral Prof. Ms. Carlos Augusto Botelho Procurador Institucional Educacional Prof. Ms. Ali Kalil Ganum Diretora Administrativa e Financeira Nara Luiza de Oliveira Diretor de Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa Professora Luiza Barbosa de Oliveira Diretor Acadêmico Professor Dr. Wilson Alves de Paiva Equipe de Elaboração do PPC Coordenador(a) do Curso de Nutrição Prof a. Ms. Eloiza Carrijo (ex-coordenadora) Prof a. Dr a. Renata Moreira Gonçalves (atual coordenadora) Colaboradores Prof. Dr. Alexsander Augusto da Silva Prof. Dr. Rodrigo Irani Medeiros Prof. Dr. Wilson Alves de Paiva Profa. Ms. Valdemar Meira de Oliveira 3

4 SUMÁRIO 1. Endereço do Curso Identificação do Curso Apresentação Introdução Proposta do projeto pedagógico Objetivos do curso Histórico e justificativa de implantação do curso Perfil do Egresso Matriz curricular e ementas das disciplinas Primeiro período Segundo período Terceiro período Quarto período Quinto período Sexto período Sétimo período Oitavo período Ingresso no curso Avaliação do desempenho escolar do aluno Recursos Estágio Supervisionado Campos de estágio Logísticas do estágio curricular Competências do coordenador de estágio Competências do supervisor de estágio Competências do supervisor de campo Atribuições do estagiário Uniforme e materiais individuais do estagiário Cumprimento da carga horária Avaliação do estágio Áreas de atuação em estágio

5 14. Atividades práticas supervisionadas APS Atividades complementares Trabalho de Conclusão de Curso TCC Avaliação do projeto de curso

6 1. ENDEREÇO DO CURSO Faculdade União de Goyazes Rodovia GO 060, Km 19, nº Bairro: Setor Laguna Park CEP nº Fone: (62) FAX: (62) Trindade-GO Curso de Nutrição 6

7 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso Modalidade oferecida Habilitação Título acadêmico conferido Modalidade de ensino Regime de matrícula Tempo de duração Carga horária mínima Graduação em Nutrição Bacharelado Nutricionista Bacharel em Nutrição Presencial Semestral Quatro anos (oito semestres) CNE: 3200 horas FUG: 3690 horas Número de vagas oferecidas Cinquenta por semestre Número de turmas Uma por semestre Turno de funcionamento Diurno (preferencialmente matutino) Local de Funcionamento Campus da FUG (Rodovia GO 060, Km 19, nº Bairro: Setor Laguna Park, CEP: ) Forma do ingresso Vestibular, Transferência Interna Reopção de Curso, Transferência Externa e Portador de Diploma. 7

8 3. APRESENTAÇÃO Este Projeto Pedagógico visa o estabelecimento de um referencial básico para o Curso de Nutrição da Faculdade União de Goyazes (FUG), a partir de Entende-se que, a partir dos resultados obtidos em sistemáticos e adequados processos de avaliação dos resultados do processo ensinoaprendizado, o projeto pedagógico inicial poderá ser sensivelmente aprimorado. No caso da Fisioterapia exige-se que o profissional a ser formado possua uma visão generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual. Detém visão ampla e global, respeitando os princípios éticos/bioéticos e culturais do indivíduo, e da coletividade. O Nutricionista deverá estar apto a ter como objeto de estudo o alimento, a alimentação e a saúde humana com toda a sua complexidade e características, englobando desde fatores fisiológicos até os fatores sociais envolvidos, quer seja nas alterações patológicas, quer nas suas repercussões psíquicas e orgânicas, objetivando preservar, desenvolver, restaurar a integridade de órgãos, sistemas e funções, bem como atuando nos processos produtivos alimentícios também, realizando controle de qualidade instituindo a segurança alimentar de modo geral. Seria um profissional que figura além da fisiologia humana e dos consultórios, o nutricionista se insere no quadro social e político, envolvido nas políticas governamentais de sustentabilidade que permeia o direito humano à alimentação adequada, instituído pela Constituição Federal. Neste contexto, o presente trabalho, que fundamenta a apresentação da proposta de implantação do curso de Nutrição na FUG, foi elaborado com base nas normas fixadas pela Resolução CFE nº 01/93, para autorização de cursos superiores, na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9394/96). O presente projeto se baseia na Resolução n o 4, de 6 de abril de 2009, que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, 8

9 Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial. O Projeto Pedagógico do curso de Nutrição da FUG (Faculdade União de Goyazes, Trindade GO) resultou de um intenso trabalho realizado por professores e pesquisadores da FUG, que se reuniram e elaboraram desde a concepção, execução e organização do curso. 9

10 4. INTRODUÇÃO O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas, devido à má distribuição de renda, parcela significativa da população não tem acesso a uma quantidade mínima de alimentos necessária para sua sobrevivência. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, 29,3% da população brasileira encontrava-se abaixo da linha de indigência (renda mensal inferior a 80 reais) (FGV, 2002; BRASIL, 2005). O estado nutricional e a taxas de mortalidade infantil representam indicadores importantes do acesso a bens e serviços básicos como educação, saneamento, água potável e oferta de serviços de saúde. A desnutrição energético protéica agrava o curso de outras doenças, prolonga o tempo de internação e afeta o desenvolvimento mental e nos países em desenvolvimento, está associada a cerca de 55% das mortes infantis. Estudo comparativo das pesquisas de âmbito nacional realizado nas três últimas décadas, que englobou o Estudo Nacional de Despesas Familiares (ENDEF); a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN) e a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), aponta um declínio marcante na prevalência da desnutrição em crianças menores de cinco anos no Brasil (CONSEA, 2004). O déficit estatural, por exemplo, (que representa o efeito cumulativo do estresse nutricional sobre o crescimento ósseo), sofreu uma redução cumulativa de cerca de 72,0%, para o País como um todo, ocorrendo de forma bem mais lenta na área rural, aumentando, assim, a disparidade entre a situação nutricional das crianças do meio urbano em relação às do meio rural. Quanto à população adulta (mulheres de 18 a 49 anos), houve, inicialmente (1975 a 1989), um declínio da prevalência de baixo índice de massa corporal (IMC=18,5), com valores equivalentes aos de países desenvolvidos (cerca de 5%). Na década seguinte, a 8 situação se inverteu, tendendo ao aumento desse indicador nas áreas urbanas de todas as regiões, com exceção do Norte e do Nordeste rural que por sinal foi o único estrato em que a prevalência de baixo peso continuou em declínio na década de 90. Enquanto a ocorrência da desnutrição em crianças e adultos declina em ritmo acelerado, a prevalência de sobrepeso e obesidade aumenta na 10

11 população brasileira, apresentando um comportamento epidêmico, segundo a projeção de estudos efetuados nas últimas três décadas. Estabelece-se, dessa forma, um antagonismo de tendências temporais entre desnutrição e obesidade, definido uma das características marcantes do processo de transição nutricional do país. Em princípio, as maiores prevalências da obesidade surgiam nas regiões mais ricas (Sul/Sudeste do Brasil), contudo, uma outra tendência já se desenha, a partir de 1989/1996: o aumento da ocorrência da obesidade nos estratos de renda mais baixa e a redução do problema entre mulheres adultas de renda mais elevada (BATISTA-FILHO; RISSIN, 2003). Todo esse processo de transição nutricional contribui de forma significativa para o aparecimento de doenças relacionadas à má alimentação e qualidade de vida as chamadas Doenças Crônicas não transmissíveis tais como Obesidade, Diabetes, Hipertensão Arterial, Dislipidemias e Doenças Cardiovasculares. Ao mesmo tempo por ser um processo de transição esse perfil nutricional caminha junto à desnutrição e quadros de carências nutricionais. Nesse contexto, o nutricionista, enquanto profissional de saúde, deve ser capaz, por meio de seus conhecimentos específicos, de ter uma atuação que contribua para a manutenção, a recuperação, a reabilitação da saúde e a prevenção de doenças. Considerando que o conceito de saúde é mais amplo do que o olhar exclusivo para a ausência de doença, olhar biologicista, a saúde deve ser entendida como categoria política e, para tal, torna-se necessário reconhecer como o estado, a economia, a cultura, o modo de produção, os serviços de saúde, o salário, etc., interferem na saúde da população em geral. Vista desta forma, a saúde é um processo que se dá numa realidade dinâmica e complexa. Com essa concepção, o nutricionista deve ter uma formação social e técnico científica que o capacite a ler a realidade em que vive e compreender suas interfaces com a saúde, devendo, para isto, ter uma formação sólida em ciências sociais, orientada para entender a saúde em todos os níveis de complexidade. Serão também necessários conhecimentos sobre o processo saúde-doença, bioestatística, epidemiologia, políticas de saúde, educação em 11

12 saúde, planejamento, administração e gerenciamento em saúde, que lhe permitirão integrar uma equipe multiprofissional para propor e elaborar políticas em saúde, desde a sua concepção até a sua execução e avaliação. Por fim, há uma necessidade imperativa de compreender como se dão os processos biológicos no ser humano, tanto do indivíduo sadio, quanto do indivíduo enfermo, bem como o papel que cumpre a alimentação (alimentos) na prevenção de doenças e na manutenção, recuperação e reabilitação da saúde. É na relação alimentação/saúde que o conhecimento sobre a ciência da nutrição se estabelece como base para fundamentar o profissional na sua intervenção específica na atenção à saúde. Sendo assim, o reconhecimento do significado da aplicação do saber científico na atividade do nutricionista pode, agora, ajudar o profissional a produzir outros saberes científicos e a ser reconhecido pela sociedade, através da sua produção e da sua intervenção no sistema de saúde. 12

13 5. PROPOSTA DO PROJETO PEDAGÓGICO Projeto Pedagógico é uma proposta de trabalho integrado que descreve um conjunto de capacidades a serem desenvolvidas em uma dada clientela, os referenciais a ela associados e a metodologia a ser adotada. As capacidades compreendem dimensões cognitivas (raciocínio/memória), afetivas (valores/ atitudes) e psicomotoras (condicionamentos/habilidades), consideradas em suas inter-relações e em níveis progressivos de detalhamento. O Projeto Pedagógico corresponde a uma necessidade de formação dos sujeitos pelo desenvolvimento de capacidades relevantes para sua atuação na sociedade. Implica, pelo menos, em uma dimensão cognitiva (conhecimento/raciocínio) e uma dimensão moral (ética). Envolve a capacitação nas dimensões profissionais e de cidadania. Com base nas Diretrizes Curriculares do curso de graduação em Nutrição e nos Padrões de Qualidade para os Cursos de Graduação em Nutrição, trabalhou-se dinamicamente no processo de construção do Projeto, por meio do esforço coletivo e comprometimento dos docentes, sendo concebido solidariamente para tornar-se sustentável, legítimo e produtor efetivo de ações de mudança. Buscou-se atender os dispositivos legais, elaborando um projeto pedagógico, construído coletivamente centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem, articulando ensino, pesquisa e a extensão. A Faculdade União de Goyazes tem o compromisso de desenvolver um processo de produção de conhecimento em seu curso de graduação em Nutrição que possibilite o traçar como perfil do formando egresso/profissional de Nutrição, com uma formação generalista, humanista, crítico e reflexivo, capacitado a atuar, nas diversas áreas oferecidas pela profissão do nutricionista tais como nutrição clínica, nutrição social, alimentação coletiva, nutrição esportiva, marketing em nutrição, indústria de alimentos, e pesquisa, tudo isso, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, 13

14 cultural e econômico do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. O ensino, indissociável da pesquisa e da extensão, a partir de um novo paradigma de ensinar e de aprender, na Faculdade, exige uma reorganização curricular constante e conseqüente reorganização acadêmico-administrativa com implantação de propostas inovadoras que priorizem o desenvolvimento da capacidade intelectual do aluno e recolocam o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem. Trata-se de diferenciar o ensino com pesquisa e com extensão do ensino para a pesquisa (busca da construção própria do conhecimento) e para a extensão (como elemento de solução dos problemas da sociedade). A pesquisa e a extensão precisam ser recuperadas na sua compreensão acadêmica e pedagógica. Embora louvável socialmente, a extensão não é unicamente prestação de serviços. Ela é ponto de partida e ponto de chegada da produção do conhecimento. O que faz o homem produzir ciência e tecnologia são os desafios históricos que ocorrem nos diferentes espaços. Sem o contato e aptidão de leitura da realidade social, não é possível dar direção à pesquisa, além do que a pesquisa só chega à sociedade como elemento de solução de seus problemas, através de profissionais instrumentalizados para fazê-lo. Ensino e educação são conceitos diferentes. No ensino organiza-se uma série de atividades didáticas para auxiliar os alunos a compreender áreas específicas do conhecimento. Na educação o foco, além de ensinar, é ajudar a integrar ensino e vida, conhecimento e ética, reflexão e ação. Educar é o processo de integração de todas as dimensões da vida no sentido da realização humana. A elaboração do presente projeto pedagógico visa o estabelecimento de um referencial básico para o processo ensino-aprendizagem do curso proposto, que possibilite o desenvolvimento de uma ação educativa em sintonia com as tendências e práticas didático-pedagógicas modernas. Assim, foi definida como premissa a conveniência de mudança de foco do processo ensino-aprendizagem, optando-se por adotar, no Curso de Graduação em Nutrição, uma diretriz didático-pedagógica cujo ensino esteja 14

15 centrado basicamente no aluno. Tal decisão pode ser concretizada por meio do emprego de métodos participativos (ou ativos) de ensino. No método convencional de ensino - no qual o ensino é centrado no docente - as disciplinas que compõem a grade curricular são distribuídas aos diferentes departamentos, que acabam, sob o ponto de vista administrativo, assumindo a responsabilidade maior no processo ensino-aprendizado, como vem ocorrendo há muitos anos. Em decorrência, a partir do momento em que o departamento indica o docente responsável por determinada disciplina, este não é estimulado - nem cobrado - a atuar de modo a considerar as diretrizes do projeto pedagógico do curso que muitas vezes na prática até inexiste e nem mesmo a atuar de modo integrado com os docentes responsáveis por disciplinas correlatas. Embora a transitoriedade de um projeto pedagógico não deva ser ignorada em nenhum momento, não podemos deixar de considerar que é desejável definir, de modo claro e objetivo, seus fundamentos e diretrizes básicos. Também devem ser consideradas as características peculiares a um curso de graduação em Nutrição, especialmente aquelas referentes à multi, inter e transdisciplinaridade. 15

16 6. OBJETIVOS DO CURSO O objetivo do Curso é formar profissionais capacitados para o mercado de trabalho, com o domínio teórico da ciência dos alimentos e metabolismo humano, com habilidade em Nutrição Coletiva, Produção de Alimentos, Acompanhamento de Desportistas e Dietoterapia Clínica. 7. HISTÓRICO E JUSTIFICATIVA DE IMPLANTAÇÃO DO CURSO O Curso de Graduação em Nutrição tem como perfil do formando/egresso profissional Nutricionista, a formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar visando à segurança alimentar e atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e a nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural. A importância social dos cursos da área de saúde para a Região Centro Oeste é inquestionável, devendo trazer um impacto de alta relevância para a comunidade regional e local, levando os benefícios do desenvolvimento da Faculdade União de Goyazes para a comunidade, a exemplo dos cursos na área de saúde, tais como Fisioterapia, Nutrição, Educação Física, Ciências Biológicas, Enfermagem e Terapia Ocupacional entre outros. Mediante acordos de cooperação técnica, cultural e científica com organizações governamentais e não governamentais, as aulas práticas serão ministradas com a participação da comunidade, formando não apenas profissionais na área da saúde, mas atores que ajudam na construção de uma sociedade mais fraterna com igualdade entre todos. As ações e medidas que podem ser implantadas para atingir tal objetivo requerem, por um lado, o envolvimento de vários ramos do conhecimento 16

17 científico e tecnológico, em trabalhos inter, multi e/ou transdisciplinares, todos eles voltados à caracterização da dinâmica da formação do nutricionista generalista. Diante deste quadro é necessária a formação de recursos humanos habilitados a atuar no campo da Nutrição, com uma postura moderna, ou seja, considerando efetiva e adequadamente as relações das atividades do saber da Nutrição, ciências da saúde e a sociedade. A estrutura curricular do Curso de Graduação em Nutrição foi elaborada de modo a também permitir que o aluno se envolva em seu processo de desenvolvimento como indivíduo, destacando-o como agente maior de seu desenvolvimento pessoal, social e comunitário. Considerando-se os objetivos gerais inerentes ao processo ensino-aprendizado, as atividades curriculares a serem propostas aos alunos do Curso devem necessariamente proporcionar: Simulação da atividade profissional em sala de aula; Contínua aprendizagem na construção do saber; Desenvolvimento de trabalho coletivo com participação ativa crítica e criativa de todos e, Formação básica, geral e profissional integradas. Consciente de que o papel da instituição relacionado à formação profissional necessita de uma redefinição que possibilite acompanhar a evolução tecnológica de uma era de rápidas, constantes e profundas mudanças, o Curso de Bacharelado em Nutrição da Faculdade União de Goyazes, dimensiona o seu processo de avaliação e qualificação, tendo como ponto de partida a elaboração do seu Projeto Pedagógico. O Projeto Pedagógico visa ao aperfeiçoamento significativo da política e da prática universitária, trazendo ao primeiro plano a questão da qualidade do ensino, nas dimensões política, social e técnica. Com a constatação da dificuldade apresentada pelo governo federal, de atender a toda a demanda ao Ensino Superior no Brasil, principalmente, no interior do nosso país, o CEODO - Centro de Estudos Octávio Dias de Oliveira, mantenedor da Faculdade União de Goyazes, situada em Trindade Goiás, apresenta esta proposta de Curso de Nutrição. A implantação do Curso de Nutrição vem ao encontro da necessidade regional da comunidade onde está inserida a Instituição, considerando-se que é a única instituição de ensino superior a oferecer este curso no Município de 17

18 Trindade. Vislumbramos criar o curso para oportunizar aos jovens da região mais uma opção de atividade profissional, ampliando as oportunidades de se inserir na comunidade, após a conclusão do mesmo e, colaborando assim, para a melhoria da qualidade de vida da população. Sendo assim, consideramos que a análise das propostas para abertura de novos Cursos de Nutrição deverá, obviamente, levar em grande consideração as características regionais e o perfil da atividade/demanda local, observando a necessidade social da região e a definição do perfil do nutricionista que se pretende formar. O curso de graduação em nutrição (bacharelado) da FUG foi implantado no segundo semestre de O funcionamento do curso de Nutrição foi autorizado de acordo com a portaria N 550, de 22 de junho de 2007 que descreve: O Secretário de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto no 5.773, de 09 de maio de 2006, e tendo em vista o Despacho nº 114/2007, do Departamento de Supervisão do Ensino Superior, conforme consta do Processo nº / , Registro SAPIEnS nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1. Autorizar o funcionamento do curso de Nutrição, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno diurno, em turmas de, no máximo, 50 (cinqüenta) alunos, a ser ministrado pela Faculdade União de Goyazes, na Rodovia-060, Km 19, nº 3.184, Setor Laguna Parque, na cidade de Trindade, Estado de Goiás, mantida pelo Centro de Estudos Octávio Dias de Oliveira, com sede na cidade de Trindade, Estado de Goiás. 18

19 8. PERFIL DO EGRESSO Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição a formação do nutricionista tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades 8.1 Habilidades Gerais Estar apto a desenvolver ações de prevenção de doenças e de promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde. Ser capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; Avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; Tomar decisão visando o uso apropriado, a eficácia e custo-efetividade, de procedimentos e práticas; Manter a confidencialidade das informações a ele confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. Desenvolver a comunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; 19

20 Assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; Fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que deve estar apto a ser empreendedor, gestor, empregador ou líder na equipe de saúde; Ser capaz de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. 8.2 Habilidades específicas Aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades e transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano, na atenção dietética; Contribuir para promover, manter e ou recuperar o estado nutricional de indivíduos e grupos populacionais; Desenvolver e aplicar métodos e técnicas de ensino em sua área de atuação; Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância nutricional, alimentar e sanitária, visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional; Atuar na formulação e execução de programas de educação nutricional; de vigilância nutricional, alimentar e sanitária; Atuar em equipes multiprofissionais de saúde e de terapia nutricional; Avaliar, diagnosticar e acompanhar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, supervisionar e avaliar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos; Planejar, gerenciar e avaliar unidades de alimentação e nutrição, visando a manutenção e/ou melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas; 20

21 Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição, considerando a influência sócio-cultural e econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população; Atuar em equipes multiprofissionais destinadas a planejar, coordenar, supervisionar, implementar, executar e avaliar atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde; Reconhecer a saúde como direito e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; Desenvolver atividades de auditoria, assessoria, consultoria na área de alimentação e nutrição; Atuar em marketing de alimentação e nutrição; Exercer controle de qualidade dos alimentos em sua área de competência; Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares, visando sua utilização na alimentação humana; Integrar grupos de pesquisa na área de alimentação e nutrição; e Investigar e aplicar conhecimentos com visão holística do ser humano, integrando equipes multiprofissionais. 21

22 9. MATRIZ CURRICULAR E EMENTAS DAS DISCIPLINAS A estrutura curricular do Curso de Graduação em Nutrição foi elaborada de modo a também permitir que o aluno se envolva em seu processo de desenvolvimento como indivíduo, destacando-o como agente maior de seu desenvolvimento pessoal, social e comunitário. Um elemento importante para pensar o processo de formação dos profissionais em geral é a velocidade com que se produzem e disponibilizam conhecimentos e tecnologias no mundo atual. Os conhecimentos, habilidades e atitudes exigidas do profissional modificam-se rapidamente e, assim, a ênfase na transmissão perde ainda mais a força e o sentido. Dessa forma, pode-se considerar como um dos objetivos fundamentais de aprendizagem dos cursos de graduação, o aprender a aprender. Aprender a aprender envolve o desenvolvimento de habilidades de busca, seleção e avaliação critica de dados e informações disponibilizados em livros, periódicos, bases de dados locais e remotas, além da utilização das fontes pessoais de informação, incluindo com particular destaque, a informação advinda da própria experiência profissional. O outro conceito chave de um modelo pedagógico inovador é o de aprender fazendo, que pressupõe a inversão da seqüência clássica teoria/prática na produção do conhecimento e assume que ela ocorre de forma dinâmica através da ação-reflexão-ação. Essa é a porta para que o processo de ensino-aprendizagem esteja extremamente vinculado aos cenários reais de prática e baseado nos problemas da vida real (BRANDÃO, 1981). Isso implica em que as atividades práticas estejam presentes ao longo de todo o curso e cumpram o papel de estimuladores do processo de busca e construção do conhecimento. Diante do exposto, torna-se imprescindível despertar professores e alunos do Curso de Nutrição para a necessidade de construir e implementar um processo de ensino aprendizagem mais inovador, mobilizando-os, capacitando-os, estimulando-os. 22

23 MATRIZ CURRICULAR º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisito Teórica Teórico/ APS Total Prática 01 Ciências Morfofuncionais I Introdução à nutrição e bioética - 03 Língua portuguesa Química geral Tecnologia da informação Total º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 06 Ciências Morfofuncionais II Bioestatística Bioquímica geral Genética geral Métodos e técnicas de 40 estudo Psicologia aplicada à 40 saúde Técnica dietética e 40 Culinária I Total

24 3º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 13 Ciências Morfofuncionais 60 III Bioquímica metabólica Microbiologia geral Epidemiologia Primeiros socorros Química orgânica Técnica dietética e culinária II 12 Total º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 20 Avaliação nutricional Nutrição e Dietética I Imunologia geral Bromatologia ,18 24 Parasitologia Patologia geral Educação Nutricional Total

25 5º Semestre Nº Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico APS Total /Prática Administração de 27 Unidades de Alimentação ,19,26 e Nutrição 28 Microbiologia de alimentos Nutrição e Dietética II Nutrição Materno Infantil ,11 31 Patologia da Nutrição e 70 Dietoterapia I ,20,21 32 Farmacologia aplicada à nutrição - Total º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico APS Total /Prática 33 Metodologia de pesquisa Nutrição em Saúde Pública , Patologia da Nutrição e 70 Dietoterapia II Higiene e Legislação de 30 Alimentos ,28 37 Marketing aplicado a 40 nutrição Nutrição Experimental ,29 39 Optativa I Total

26 7º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico APS Total /Prática 40 Estágio em Nutrição Clínica Seminário: Nutrição Clínica - 42 TCC I Ciências sociais aplicada a saúde Gestão em Saúde Tecnologia de alimentos Optativa II Total º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico APS Total /Prática 46 Estágio Nutrição Social Seminário: Nutrição Social TCC II Estágio de Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição Seminário: Administração de Unidade de Alimentação e Nutrição Total

27 Carga horária disciplinas Atividades complementares Carga horária total Carga horária total de estágios/aps Optativas I Optativas II Disciplina CH Disciplina CH Exames complementares 60 Saúde Ambiental/ Ecologia 40 Nutrição e atividade física 60 Libras Primeiro semestre 1º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 01 Ciências Morfofuncionais I Introdução à nutrição e bioética - 03 Língua portuguesa Química geral Tecnologia da informação Total

28 Ciências Morfofuncionais I Ementa: Anatomia do Sistema esquelético, articular, muscular e suas funções. Estudo da teoria celular: constituição química, morfologia e fisiologia da célula animal e vegetal. Estudo da bioquímica energética celular e de técnicas para citologia. Estudo da estrutura histológica dos diversos tecidos orgânicos, suas características e funções, desenvolvendo as noções de microscopia e técnica laboratorial histológica. Estudo dos tecidos epiteliais, conjuntivos, adiposo, cartilaginoso, ósseo, nervoso e muscular. Métodos de estudo em embriologia. Formação dos gametas, processos de divisão, migração, crescimento e diferenciação celular, a partir do ovócito fertilizado, que ocorrem durante o desenvolvimento embrionário e fetal humano. Referencias básicas: DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A.. Anatomia humana Sistêmica e Tegumentar. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu DE ROBERTIS, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Referências Complementares: ROHEN, JW; YOKOCHI, C; LÜTJEN-DRECOLL, E. Anatomia Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional. 5. ed. São Paulo: Manole, WATANABE, Li-Sei. Erhart: Elementos de Anatomia Humana. 9. ed. São Paulo: Atheneu, p. ALBERTS, B. et al. Fundamentos da Biologia Celular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,

29 GITIRANA, Lycia de Brito. Histologia: conceitos básicos. São Paulo: Atheneu, Introdução à Nutrição e Bioética Ementa: Introdução à ciência da nutrição. Conceitos básicos de alimentação, nutrição, alimentos e nutrientes. Proporcionar ao aluno do curso de nutrição, recém ingressado na FUG conhecimentos sobre diferentes áreas de atuação do nutricionista no mercado de trabalho. Código de ética do nutricionista. Conceitos de moral, ética e direito. O surgimento da Bioética: fatos antecedentes e impulsionadores. Conceito de Bioética. Princípios da Bioética: autonomia, beneficiência, não-maleificiência, integridade. O princípio da justiça em Bioética e as teorias de justiça. Ética da pesquisa em Seres Humanos e integralidade científica. Temas especiais em Bioética: avanços tecnológicos em saúde, genômica, testagens, genéticas, reprodução assistida, a vida individual: princípio e fim, paciente terminal, AIDS, saúde pública, religião e desigualdades sociais. Referencias Básicas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTRIÇÃO. Histórico do nutricionista no Brasil. São Paulo: Atheneu. 442 p; FORTES, PAC. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais, autonomia e direitos do paciente, estudos de caso. São Paulo: EPU, TIRAPEGUI, J. Nutrição, fundamentos e aspectos atuais. 2. ed. São Paulo: Atheneu. 2006, 342p. Referências Complementares: ANGELIS, R.C. A importância dos alimentos vegetais na proteção da saúde. 2. ed. Atheneu. São Paulo. 317p; 2005 (3) 29

30 SINGER, P. Ética prática. 3. ed. Martins Fontes: São Paulo, DE SÁ, AL. Ética Profissional. 7. ed. Atlas. São Paulo; VIEIRA, TR. Bioética nas Profissões. Petrópolis: Vozes, WERBACK, W. RUSSO, L. TAVARES, A. A cura através da nutrição: Uma abordagem natural do tratamento de 50 doenças comuns com dietas e nutrientes. Ed. Revinter. Rio De Janeiro. 382 p; Língua Portuguesa Ementa: Análise e desenvolvimento de textos na sua coesão textual, coerência, relação entre textos, aspectos gramaticais, redação oficial, dissertação e narração como importante meio de relacionamento interssocial. Gramática e dificuldade ortográfica. Concordância verbal e nominal. Estrutura do texto narrativo e dissertativo. A linguagem como meio de melhoria do conhecimento, da capacitação e habilitação para o mercado de trabalho. Utilização de meios auxiliares (Internet, vídeo e multimídia) como forma de aprofundamento no conhecimento em língua portuguesa. Referencias Básicas: ALMEIDA, N.M. Gramática metódica da Língua Portuguesa. 46. ed. São Paulo: Saraiva, PERINI, M.A. Para uma nova gramática do português. 10. ed. São Paulo: Ática, TRAVAGLIA, LC. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de gramática. 11. ed. São Paulo: Cortez, Referências Complementares: BECHARA, Evanildo. O Que Muda Com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,

31 BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. 5. ed. São Paulo: Global, p. FIORIN, J.L. Linguagem e ideologia. 8. ed. São Paulo: Ática, DICIONÁRIO Aurélio da língua portuguesa. 5. ed. Curitiba: Positiva, Química Geral Ementa: Conceitos Fundamentais. Teoria atômico-molecular. Atomística. Periodicidade química. Ligações químicas. Funções inorgânicas e orgânicas. Introdução às reações químicas e aos cálculos quantitativos da Química. Soluções. Referências Básicas: KOTZ, JC; TREICHEL JUNIOR, PM. Química Geral e Reações Químicas. Vol ed. São Paulo: Thomson, BRADY, J. E. HUMISTON, G. E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, HARTWIG, DR; SOUZA, E; MOTA, RN. Química 1: química geral e inorgânica. 1 ed. São Paulo: Scipione, Referências Complementares: SACKHEIM GI; LEHMAN, DD. Química e Bioquímica para Ciências Biomédicas. 8. ed. São Paulo: Manole, VOGEL, A.I. Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou VOGEL, AI. Revised for MENDHAM, J.; DENNEY, R. C.; BARNES, J. D.; THOMAS, M. Análise Química Quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, CARVALHO, PR. Boas práticas químicas em Biossegurança. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência

32 DENNEY, J. Miendham R. C.; BIARMES, J. D.; THOMAS, M. J. K.. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, Tecnologia da Informação Ementa: A sociedade da informação, importância do computador nos dias de hoje, universo digital, futuro virtual, evolução dos computadores, estrutura básica de um computador, hardware (CPU/Periféricos), software (básico), usuários, introdução ao sistema operacional, características do sistema operacional, apresentação do sistema operacional Windows, acessórios (painel de controle), software aplicativos (word, PowerPoint), vírus e vacinas, introdução à Internet, utilização da internet explorer, pesquisa e comunicação ( ) pela Internet. Referências Básicas: BRAGA, W. Informática Elementar: Microsoft Windows XP, Microsoft Excel XP, Microsoft Word XP: teoria e prática. Rio de Janeiro: Alta Books, MANZANO, A. L. N. G.; MANZANO, M. I. N. G. Informática Básica. São Paulo: Érica, VELLOSO, F. C. Informática: Conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, Referências Complementares: BADDINI, F. C. Windows Server 2003: dicas e procedimentos técnicos. 2. ed. São Paulo: Erica, DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, LÉVY, P. As tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, MOREIRA, S. B. Informática, ciência e atividade física. 2. ed. Rio de Janeiro: Shape,

33 NORRIS, D. E. et al. Microcomputadores na prática clínica. São Paulo: Roca, Segundo Semestre 2º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 06 Ciências Morfofuncionais II Bioestatística Bioquímica geral Genética geral Métodos e técnicas de 40 estudo Psicologia aplicada à 40 saúde Técnica dietética e 40 Culinária I Total Ciências Morfofuncionais II Ementa: Fisiologia orgânica básica dos sistemas: nervoso, cardíaco, muscular, digestivo, respiratório, renal, endócrino, reprodutor e hematopoiético. Anatomia dos órgãos e sistemas: tegumentar, digestivo, respiratório, circulatório, sistema reprodutor masculino e feminino e urinário. 33

34 Referências Básicas: GUYTON, A. C.; Fisiologia Humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C. A.. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 3. ed. São Paulo: Atheneu ROHEN, JW; YOKOCHI, C; LÜTJEN-DRECOLL, E. Anatomia Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional. 6. ed. São Paulo: Manole, Referências Complementares: DAVIES, A.; BLAKELEY, A.G.H.; KIDD, C. Fisiologia Humana. 7. ed. São Paulo: Manole, SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 2. ed. Porto Alegre: Manole, WATANABE, Li-Sei. Erhart: Elementos da Anatomia Humana. 9. ed. São Paulo: Atheneu, HANSEN, J.T. KOEPPEN, B.M. Atlas de Fisiologia Humana de Netter. Porto Alegre: Artmed, BERNE, R.M. et al. Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Bioestatística Ementa: Métodos científicos e estatísticos. Aplicabilidade da estatística no processo de investigação em Enfermagem. Conceitos básicos de estatística descritiva: distribuição de frequência, gráficos, medidas de tendência central, de variabilidade e de correlação. População e Amostragem. Estimação de Parâmetros. Correlação e Associação. Utilização do computador. Referências básicas: VIEIRA, Sônia. Bioestatística: Tópicos Avançados. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p; 34

35 CALLEGARI JACQUES, SIDIA M. Bioestatistica: Princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, p. BERQUÓ, Elxa Salvatori, SOUZA, Jose Maria Pacheco de; GOTLIEB, Sabina Léa Davidson. Bioestatistica. 2. ed. São Paulo: Artmed, p. Referências Complementares: ARANGO, H.G. Bioestatística: teórica e computacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 423p. JEKEL, James F. KATZ, David L; Joann G. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina preventiva. 2 ed. São Paulo: Artmed, p. DORIA FILHO, Ulysses. Introdução à Bioestatística: para simples mortais. São Paulo: Elsevier, p. CRESPO, A.A. Estatística fácil. 18 ed. São Paulo: Saraiva, MORETTIN, P.A. Bussab, W.O. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva, Bioquímica geral: Ementa: Introdução a bioquímica. Estudo bioquímico da célula, água, soluções tampões e fluidos biológicos. Química de proteínas, carboidratos, lipídios e ácidos nucléicos. Enzimas e coenzimas. Bioquímica de células especializadas. Bioquímica de Hormônio. Metodologia bioquímica quantitativa. Referências Básicas: LEHNINGER, A.L. Princípios da Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, CHAMPE, P. C. Bioquímica Ilustrada. 3. ed. São Paulo: Artmed, MOTA, V. T. Bioquímica Clinica para o Laboratório: princípios e interpretações. Rio de Janeiro: Med Book,

36 Referências complementares: BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER,L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, MAUGHAN, R.; GLEESON, P. Bioquímica do Exercício e do Treinamento. Barueri: Manole, RIEGEL, R. E. Bioquímica. 3. ed. Rio Grande Do Sul: Unisino, VIEIRA, E. C.; GRAZINELLI G. Bioquímica Celular e Biologia molecular. 2. ed. São Paulo: Atheneu, VOET, D; VOET, J. G.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: ARTMED, Genética Geral Ementa: Conhecer a história da genética, constituição bioquímica do DNA, o genoma humano, tipos de herança e doenças genéticas. Preparar para as técnicas atuais utilizadas dentro da genética humana e suas perspectivas para a saúde. Referências Básicas: BROOKES, Martin. Fique por dentro da genética. 2. ed. São Paul: Cosac & Naify,, PIERCE, Benjamin. A. Genética: um enfoque conceitual. Tradução: Paulo A. Mota. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, VOGEL, F.; MOTULSKY, A. G. Genética humana: problemas e abordagens. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Referências Complementares: PASTERNAK, Jack J. Genética molecular humana: mecanismos das doenças hereditárias. Jundiaí: Manole,

37 BORGES-OSÓRIO, M.R.; ROBINSON, W. M. Genética Humana. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, GRIFFITHS, AJF; et al. Introdução à Genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PIERCE, B. A. Genética: um enfoque conceitual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PASSARGE, C. Genética: texto e atlas. São Paulo: Artemed, Métodos e Técnicas de Estudo Ementa: Ciência e conhecimento científico. Elaboração de trabalhos acadêmicos. O processo de pesquisa. Elaboração de trabalhos científicos. Referências Básicas: GIL, A.C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6. ed. São Paulo: Atlas VIEIRA, S.; HOSSNE, W. S. Metodologia científica para a saúde. Rio de Janeiro: Campus, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. São Paulo. Martins Fontes, Referências Complementares: DEMO, P. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, KOCHE, J.C. Pesquisa Científica: critérios epistemológicos. Petrópolis: [s.n.], MATIAS-PEREIRA, J.M. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: Atlas, SILVA, J.M.DA. Apresentação de Trabalhos Acadêmicos: normas técnicas. 5. ed. Rio de Janeiro: Vozes, SEVERINO, A.J. Metodologia do Trabalho Científico. 16. ed. São Paulo: Cortez,

38 Psicologia Aplicada à Saúde Ementa: Psicologia: caráter científico, princípios e conceitos. Psicologia nos processos de saúde, doença e recuperação. Processos motivacionais. Desenvolvimento humano. Psicossomática. Humanização em saúde. Aplicabilidade de aspectos psicológicos na atuação do fisioterapeuta. Relação nutricionista-cliente. Referências Básicas: BRONFENBRENNER, U. A Ecologia do Desenvolvimento Humano: experimentos naturais e planejados. Porto Alegre: Artmed, RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W.R.; DAVIS, C. A Idade pré- escolar. São Paulo: E. P. U, RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W.R.; HERZBERG, E. A Infância Inicial: o bebê e sua mãe. São Paulo: E. P.U Referências Complementares: ABERASTURY, A. A Criança e seus Jogos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, ANGERAMI, C. V. A; Temas existenciais em psicoterapia. São Paulo: Thomson, ANGERAMI, C. V. A.; CHIATTONE, H. B. C.; MELETI, M. R. A Psicologia no Hospital. São Paulo: GARRALDA, M. E. Tratando a Criança com Problemas Psiquiátricos. São Paulo: Santos, NOBREGA, F. J. ; CAMPOS, A. L. R. de; NASCIMENTO, C.F. L. Distúrbios Nutricionais e fraco vinculo mãe/ filho. 2. ed. Rio de Janiero: Revinter,

39 Técnica Dietética e Culinária I Ementa: Conceitos e objetivos da técnica dietética. Características dos alimentos. Fatores que modificam os alimentos. Características organolépticas dos alimentos. Aquisição dos alimentos: empírica, dirigida, quantidade, qualidade, custo. Aspectos gerais do preparo dos alimentos. Equivalência de pesos e medidas. Reconhecimento de utensílios e equipamentos da cozinha. Preparação de alimentos de origem animal e vegetal e sua utilização em dietas normais; cocção processos e métodos. Referências Básicas: ORNELLAS, L.H. Técnica Dietética. 8. ed. São Paulo: Atheneu, PHILLIPI, S.T. Nutrição e Técnica Dietética. 2. ed. São Paulo: Manole, CAMARGO, E.B. Técnica Dietética: seleção e preparo de alimentos: Manual de Laboratório. Atheneu, Referências Complementares: PACHECO, M. Tabela de equivalente, medidas caseiras e composição química dos alimentos. Rio de Janeiro: Editora Rubio, p. FRANCO, G. Tabela de composição química de alimentos, 9. ed. São Paulo: Atheneu, EVANGELISTA, J. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, DUKAN, P. Dicionário de dietética e de nutrição. Rio De Janeiro: Vozes. 430 p; STURMER, J. Comida: um santo remédio. 4. ed. Rio de Janeiro: Vozes. 199p,

40 9.3 Terceiro Semestre 3º Semestre Nº Denominação Carga Horária Prérequisitos Teórica Teórico/ APS Total Prática 13 Ciências Morfofuncionais III Bioquímica metabólica Microbiologia geral ,15 16 Epidemiologia Primeiros socorros Química orgânica Técnica dietética e culinária II 12 Total Ciências Morfofuncionais III Ementa: Sistema renal: Principais funções. Mecanismos formadores de urina ou mecanismos da depuração sanguínea. Aparelho Justaglomerular. Regulação renal do equilíbrio ácido-básico. Micção. Células Sangüíneas, Imunidade e Coagulação Sanguínea: Hemostasia. Resistência do organismo à infecção. Grupos sangüíneos, transfusão. Fisiologia Gatrintestinal: Processamento do alimento. Funções secretoras do trato digestório. Digestão e absorção no trato digestório. Fisiologia dos distúrbios gastrintestinais. Endocrinologia e Reprodução: Fisiologia da ação hormonal. Hipófise. Hipotálamo. Tireóide. Supra-renais. Hormônio paratireóideo. Hormônios masculinos. Fisiologia feminina antes da gravidez e os hormônios femininos. Gravidez e lactação. Fisiologia fetal e neonatal. 40

41 Referências Básicas: GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. DAVIES, A.; BLAKELEY, A.G.H.; KIDD, C. Fisiologia Humana. 7. ed. São Paulo: Manole, SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, Referências Complementares: BERNE, R.M. et al. Fisiologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, MOURÃO JUNIOR, CARLOS ALBERTO; ABRAMOV, DIMITRI MARQUES. Fisiologia Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan HANSEN, J.T. KOEPPEN, B.M. Atlas de Fisiologia Humana de Netter. Porto Alegre: Artmed, MACEY, R. W.; KAPIT, L. Fisiologia: um livro para colorir. 2. ed. São Paulo: Roca, BLAKELEY, ASA G. H. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artmed Bioquímica Metabólica Ementa: Metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Integração metabólica. Deficiências Metabólicas. Bioquímica da nutrição. Ciclo do ácido cítrico. Bioenergética. biossinalização. Catabolismo e produção de energia. Referências Básicas: LEHNINGER, A.L. Princípios de bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3. ed. São Paulo: Artmed, MOTA, V. T. Bioquímica clinica para o laboratório: princípios e interpretações. 5. ed. Rio de Janeiro: Med Book,

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