Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções?"

Transcrição

1 Jardim Botânico da Universidade de Coimbra = Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? = Guia para desenvolver os materiais da aula (Constituído por quatro secções, que podem ser impressas e usadas separadamente) Título 1. VISÃO GERAL DA AULA Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? Programador Conteúdo curricular / Grau de ensino/ Público-alvo Tempo previsto Resumo Competências Ana Cristina Tavares Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? O/El Botânico, 4:5-7 (2010). Ecossistemas, biodiversidade e sustentabilidade na Terra plano curricular atual: Ciências da Natureza (7º, 8º e 9º ano do 3º ciclo do ensino básico) e Geografia (9º ano do 3º ciclo do ensino básico) / 7º ao 9º ano (idades 12-14) minutos. Num percurso pelo jardim, os alunos observam diferentes plantas e habitats, contactando e explorando exemplos reais de biodiversidade, extinção, sustentabilidade e conservação de plantas. Usando plantas como modelo, relacionando com situações e notícias do dia-a-dia, entendendo as diferenças entre os conceitos de biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação, e tecnologias relacionadas. O principal objetivo é discutir num plenário no jardim sobre a importância da biodiversidade para refletir sobre as opções da humanidade para uma Vida na Terra melhor e sustentável. Explorando e comparando a conservação de plantas: 1. Despertar a curiosidade sobre as plantas; 2. Usar e enriquecer a capacidade de observação; 3. Explorar e desenvolver as capacidades e competências para atingir o objetivo proposto; 4. Construir e aplicar conhecimento sobre as plantas; 5. Comparar com situações da vida real; 6. Contactar com diferentes conceitos e tecnologias de conservação; 7. Entender a importância da biodiversidade e do comportamento Humano para sustentabilidade da vida na Terra. Tipo de Atividade Trabalho de exploração inserido num debate plenário no jardim. Esta atividade representa uma abordagem plenária, distinguindo os conceitos de biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação e tecnologias relacionadas. Pode ser aplicada em níveis de conhecimento mais elevados ou mais básicos e é apropriada para qualquer tipo de público. Conhecimento prévio Não é indispensável que os alunos tenham previamente contactado com os espaços e coleções do jardim.

2 Jardim Botânico da Universidade de Coimbra = Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? = ATIVIDADES DOS ALUNOS 2. ATIVIDADES DOS ALUNOS Contextualização: Junto das coleções vivas no jardim, as questões propostas são: As Nações Unidas declararam 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade. Como definem Biodiversidade? Qual é o valor ada biodiversidade, afinal? Temos um grau elevado ou baixo de biodiversidade no jardim botânico? E sobre a extinção? Jubaea chilensis é uma palmeira muito explorada, uma espécie vulnerável conservada viva no jardim e a mais requisitada do banco de sementes do Jardim! Conseguem dizer porquê? O que pensam do uso dos recursos naturais? Pensa que as plantas são sistemas sustentáveis? Porquê? E sobre a conservação: ex situ, in situ e in vitro! Será a Biotecnologia um método para preservar a biodiversidade e a sustentabilidade? Porquê? Num plenário pelo jardim, interagindo com plantas, os estudantes irão compreender e serão capazes de explicar com maior fundamentação os diferentes conceitos da temática. Tarefas: É capaz de reconhecer plantas que exemplifiquem as diferenças entre Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação? Quais deverão ser as opções da Humanidade sobre estas questões e porquê?

3 Jardim Botânico da Universidade de Coimbra = Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? = GUIA DO EDUCADOR 3. GUIA DO EDUCADOR Título da aula: Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? Duração: minutos. Ligações curriculares /Nível de ensino e idades / Informações gerais / Conhecimento prévio: Ecossistemas, biodiversidade e sustentabilidade na Terra plano curricular atual: Ciências da Natureza (7º, 8º e 9º ano do 3º ciclo do ensino básico) e Geografia (9º ano do 3º ciclo do ensino básico) / 7º ao 9º ano (idades 12-14) / É necessário um estudo prévio por parte do professor/educador sobre as coleções do jardim. Resumo: Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação são diferentes conceitos a distinguir. Num plenário pelo jardim, interagindo com plantas e relacionando com situações, notícias e realidades do dia-a-dia, os estudantes irão compreender e ser capazes de explicar detalhadamente os diferentes conceitos da temática. Usando plantas modelo como evidências dos diferentes conceitos, estes são relacionados com as atuais tecnologias que são desenvolvidas no jardim. A atividade pode ser aplicada em níveis de conhecimento mais elevados ou mais básicos e é apropriada para qualquer tipo de público, especialmente a partir do 10º ano. O principal objetivo é entender a biodiversidade e a importância das plantas para a vida na Terra, aprendendo novos conceitos e ferramentas através da interação com plantas no jardim, adotando comportamentos adequados para um futuro sustentável. Resultados da aprendizagem e competências Conhecimento: identificar e entender a biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação num contexto ao ar livre, e o seu valor; construir conhecimento; aumentar o seu conhecimento; relacionar com situações do quotidiano e com tecnologias; como a biodiversidade afeta a nossa vida, assim como a Vida na Terra; os alunos relacionam o seu conhecimento com cenários da vida real e valores humanos, atitudes e comportamento.

4 Competências: uma abordagem plenária, fora da sala de aula, sobre biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação e as tecnologias aplicadas no jardim; despertar a curiosidade sobre a natureza e promover o interesse sobre a biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação e as opções humanas; desenvolver as capacidades de observação, criatividade e de exploração e novas ferramentas para atingir o objetivo proposto; explorar, comparar e debater sobre as plantas e a biodiversidade para entender o seu valor e adotar comportamentos concordantes. Aprendizagem social: concluir as tarefas propostas; trabalhar em grupo e individualmente; Estimular novas competências e atitudes; entender a importância das ciências naturais e da biodiversidade; Adotar um comportamento concordante com um futuro sustentável. Plano de aula Introdução: Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação são diferentes conceitos a ser distinguidos. Usando as coleções vivas no jardim, as mesmas questões são apresentadas e podem ser aplicadas em níveis de conhecimento mais elevados ou mais básicos, uma vez que a complexidade dos conceitos pode ser aumentada, de acordo com a faixa etária do grupo visitante. O principal objetivo é aprender e discutir sobre a importância da biodiversidade e ser capaz de definir e distinguir conceitos como a biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação, refletindo sobre as opções que a humanidade pode tomar. Além disso serão apresentadas as tecnologias e ferramentas desenvolvidas no jardim relacionadas com esta matéria, propondo a opção de uma atitude sustentável no nosso quotidiano. Lista de atividades: Depois de uma breve apresentação dos espaços e funções do jardim, o professor introduz o tema da atividade: entender a biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação. A lição pode começar com as questões propostas usando e uma notícia mundial: As Nações Unidas declararam 2010 o Ano Internacional da Biodiversidade. Sabem o que é a Biodiversidade? E qual é o seu valor? Como é distribuída a biodiversidade no mundo? UI útil e intrínseca concordam? E sobre a extinção? Jubaea chilensis é uma palmeira muito explorada, uma espécie vulnerável conservada viva no jardim e a mais requisitada do banco de sementes do Jardim! Conseguem dizer porquê? Quais são os principais fatores de risco para a extinção? HIPPO - H (habitat destruction) I (invasive species) P (Population growth) P (Pollution) O (Overexploitation). O que pensam do uso dos recursos naturais? Sustentabilidade: As plantas são sistemas sustentáveis? E as pessoas? Reciclar, Reduzir, Reutilizar e regenerar! Crítico no sec. XXI, já que o desenvolvimento deve ser compatível com a conservação: ex situ, in situ e in vitro. Como estão relacionadas estas técnicas biotecnológicas? E sobre a conservação: ex situ, in situ e in vitro! A Biotecnologia - será uma forma de preservar a biodiversidade e a sustentabilidade? Porquê? Descreve-se de seguida um percurso educativo no jardim, apresentando os principais pontos e paragens para interpretação, com os objetivos, estratégias, conceitos e modelos botânicos para exploração pelo professor e pelos alunos. Num plenário pelo jardim, interagindo com plantas, os estudantes irão compreender e serão capazes de explicar detalhadamente os diferentes conceitos da temática. Este modelo educativo pode ser ajustado a todos os públicos. Avaliação Avaliação centrada nas competências, relacionada com os resultados da aprendizagem. Observação dos alunos, comunicação oral aluno-professor, discussão ou questionário de avaliação, conforme segue Secção 4: Avaliação dos alunos. Recursos e fichas de trabalho Um percurso para os professores; apenas os recursos do jardim para explorar e desfrutar. Continuidade Aplicar a mesma estratégia a novos percursos e diferentes plantas no jardim. Bibliografia consultada: -Hawkins, B., Sharrock, S, & Havens, K. (2008) Plants and climate change: which future? Botanic gardens Conservation International, Richmond, UK. ISNB Mckinney, M. e Schoch, R. (1998) Environmental Science, Systems and Solutions. Jones and Bartlett Publishers. 1) -Tavares, AC, Gonçalves, M.J., Cavaleiro C., Cruz M.T., Lopes M.C., Canhoto J.M. & Salgueiro, L. (2008) Essential oil of Daucus carota subsp. halophilus: chemical composition, antifungal activity and citotoxicity.

5 JEthnopharmacology, 119: Tavares, AC, Salgueiro L & Canhoto JM (2010) In vitro propagation of the wild carrot Daucus carota L. subsp. halophilus (Brot.) A. Pujadas for conservation purposes. In Vitro Cell. Dev. Biol. Plant, 46: Tavares, AC (2010) Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? O/El Botânico, 4: Tavares, AC (2011) À descoberta do mundo das plantas: um roteiro do Jardim Botânico de Coimbra. Editora Fonte da Palavra, Lisboa -Tavares, AC (2011) Um programa educativo sustentável: Jardim Botânico da UC ( ). Departamento das Ciências da Vida/Jardim Botânico /FCTUC. Reviews: -Science & Vie - Climat, le Dossier Vérité. Hors série, 240, Setembro Pour la Science - L'eau, Attention fragile!. Dossier nº58, Janeiro/Março Science & Vie - Construire un Monde Durable. Hors série, 243, Julho 2008.

6 Jardim Botânico da Universidade de Coimbra = Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? = ROTEIRO (OBJETIVOS, ESTRATÉGIAS, CONCEITOS E MODELOS BOTÂNICOS PARA EXPLORAR) 1ª Paragem Entrada Norte do Jardim Objetivos/pistas/sugestões: Boas Vindas aos visitantes; Porquê vieram ao jardim? O que é um jardim Botânico (JB)? - Local onde se encontram coleções de plantas vivas originárias de todo o mundo, normalmente para estudos científicos. Podem ser generalistas (como em Coimbra) ou especializados (Barcelona Flora Mediterrânica. Funções chave? - Educação, pesquisa, conservação e recreio. Contar brevemente a história do Jardim Botânico de Coimbra e dos Jardins Botânicos em geral. - Criado inicialmente para estudos científicos em medicina e farmácia. - Fundando pelo Marquês e Pombal em 1772 (cerca de 20 anos após o grande terramoto de Lisboa) - 13 Hectares (13 campos de futebol), incluindo 4 em jardins formais e 9 de floresta (mata). Séc. XVI os primeiros Jardins Botânicos. Até ao séc. XIX conhecimento e taxonomia (Lineu) / aclimatação e introdução de novas espécies; exemplos. Pós séc. XIX Educação / Pesquisa / Conservação / Recreio; modelos de sustentabilidade: por exemplo o Projecto EDEN. Qual a importância do tema da atividade? Conceitos: Biodiversidade vs Extinção variedade vs desaparecimento de espécies; Conservação o ato de deixar intacto ou não deixar estragos; Sustentabilidade vs Conservação Acão de assegurar a continuidade e sobrevivência de alguma coisa vs Conservação através de um uso sustentável. 2ª Paragem Recanto tropical Introdução do tema da Biodiversidade, espécies de palmeiras vs. Palmeira Portuguesa. Planta vulneráveis e como preservá-las coleções vivas / bancos de sementes; O que entende por biodiversidade e como a utilizamos e de que forma dela dependemos no dia-a-dia (comida, vestuário, medicamentos, etc.) Exemplo no recanto tropical: a diversidade de palmeiras que existem (aprox espécies) e apenas uma é portuguesa.

7 Ampla distribuição / distribuição restrita conceito de espécie endémica. Relações e dependências entre os seres vivos / conservação de espécies e habitats. Plantas úteis vs plantas selvagens. Projetos de conservação. Valor da biodiversidade: UI Utilitário e Intrínseco. 3ª paragem Palmeira-chilena-do-vinho; Extinção e a regra do HIPPO Objetivos/pistas/sugestões: Explorar o espécimen Jubaea chilensis como um exemplo de uma espécie vulnerável, em perigo devido à sobre-exploração (construção de barcos, cobertura de telhados e produção de mel / vinho chileno a partir da seiva) e se desaparecer? Recordista do banco de sementes - Index Seminum. HIPPO Principais fatores de risco da extinção: Habitat destruction (destruição do Habitat), Invasive species (Espécies Invasoras), Pollution (Poluição), Population Growth (Crescimento populacional); Overexploitation (Sobreexploração). Responsabilidade de cada cidadão para o controlo dos recursos; filmes e notícias recentes Conceitos: Extinção desaparecimento permanente de indivíduos de uma espécie em qualquer região do planeta; Sustentabilidade modelo de desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da sociedade sem comprometer a capacidade de satisfazer as necessidades das gerações futuras. Causas da extinção e fatores conhecidos que possam colocar as espécies em perigo. Perda de espécies situação irreversível. 4ª paragem Tilia x vulgaris e sustentabilidade Transpor o discurso para a Reciclagem e os 4 R s. Qual a sua importância. Casas e árvores? Biomimetismo. Perto da Tília, falar em sustentabilidade; atitudes que são modelos de sustentabilidade, por exemplo recursos energéticos desligar a televisão ou deixar em stan-by; exemplos. Passar pelo Quadrado Central e mostrar algumas plantas a caminho da Mata. Objetivos/pistas/sugestões: Explorar o espécime Rhododendron como exemplo de uma nativa de Portugal ameaçada, não devido a fatores humanos mas a fatores ambientais alterações climáticas. Nota: Referir a Reserva Natural do Cambarinho no Caramulo, onde se encontra uma grande população condições ambientais favoráveis ao seu desenvolvimento. 5ª Paragem Nerium oleander/cevadilha/aloendro/loendro Objetivos/pistas/sugestões: Nome científico vs nome comum; flora nativa. Nerium oleander utilização de diferentes partes da planta; realçar que esta planta funciona como um indicador de poluição devido à sua capacidade de armazenar nas folhas iões de metais pesados, como chumbo fitoremediação; estes metais estão presentes na atmosfera de locais poluídos indicador de poluição; a planta é toxica mas tem propriedades medicinais dependendo da parte da planta utilizada. Referir a importância das suas flores que são usadas no tratamento de certas doenças de pele. Drogas, nem tudo o que é natural é inofensivo; venenos e medicamentos; 6ª paragem Figueira estranguladora e bambuzal

8 Apresentação da Mata, seguindo para a Figueira estranguladora; Competição entre espécies interespecíficas: Figueira; intraespecíficas: bambus; Conceito de planta invasora. Definição, como podem ameaçar / extinguir espécies nativas, particularmente crítico em plantas endémicas. Exemplos na mata. Curiosidades do Bambu. Plantas invasoras. Exemplos no jardim e no país; o que acontece nas Galápagos com as silvas e as cabras. 7ª Paragem Entrada da estufa-fria Objetivos: Apelar para a importância da manutenção da biodiversidade; Ilex aquifolium, azevinho; plantas medicinais, ex.: elevado potencial na indústria farmacêutica do teixo; Explorar o espécime de Taxus bacata como exemplo de uma espécie nativa de Portugal; Taxus brevifolia - vias de extinção devido ao uso intensivo da planta na extração de um princípio ativo usado no combate do cancro da mama e do útero; Importância do conhecimento de parentes silvestres das plantas úteis (utilizadas) CWR (CROP WILD RELATIVES); Taxus bacata/taxus brevifolia; diferentes medicamentos/utilização/conservação; Uso sustentável da biodiversidade. Nota: Referir que o teixo, nome vulgar do Taxus bacata, fazia parte do estrato arbóreo da floresta Laurissilva, floresta original da Península Ibérica. Atualmente ainda é possível observar em Portugal parte da floresta original nos arquipélagos da Madeira e dos Açores - Região da Macaronésia, que engloba os arquipélagos da Madeira, Canárias, Cabo Verde e Açores, onde subsiste a vegetação que desapareceu na Europa quando esta foi afetada pelas glaciações há cerca de 25 milhões de anos. Em 1996, usando as folhas do Taxus baccata uma CWR, e não o tronco do Taxus brevifolia,, passou a ser possível produzir laboratorialmente um composto químico que por hemi-síntese origina o taxol, pelo que a planta (Taxus brevifolia) deixou de ser dizimada e está em reflorestação na América do Norte. Conceitos: Desflorestação - destruição intensiva das florestas. Agricultura (monocultura) - atividade económica que tem por fim a produção de bens a partir da cultura de uma única espécie vegetal; CWR - parentes silvestres das plantas úteis. (Daucus carota subsp. sativus (cenoura) vs Daucus carota subsp. halophilus, este taxon é um endemismo Português) 8ª paragem Conservação: banco de sementes - biotecnologia Regressar ao Quadrado Central ou ir diretamente ao Laboratório e ao Banco de Sementes. Objetivos/pistas/sugestões: Tema da Conservação - Como o Jardim atua na conservação de espécies. Conservação in situ, ex situ e in vitro JBs: maior coleção de plantas ex-situ. Redes/estratégias internacionais BGCI. Eden Project, Cornwall, UK. O jardim e a conservação. Banco de sementes. Millenium Seed Bank e outros (Noruega, 2008); Banco de sementes de algumas espécies no Jardim que são permutadas. Objetivos: Referir no que consiste um banco de sementes - flora nativa e exótica. Indicar a sua importância no que diz respeito à conservação, preservação de sementes e manutenção da biodiversidade das espécies vegetais.

9 Millenium Seed Bank- instituição de referência mundial. Referir as principais etapas no processo de conservação de sementes Nota: Índex/catálogo anualmente atualizado - plantas que surgem num ano e não surgem noutro devido por exemplo aos fatores físico-químicos, climáticos efeitos de alterações climáticas. Nota: O primeiro Index Seminum foi editado em 1868, atualmente contempla cerca de 1500 espécies da flora portuguesa e exótica, espécies estas que estão distribuídas por grupos taxonómicos apresentados segundo um critério filogenético. Nenhuma semente com mais de 5 anos é incluída no catálogo a fim de garantir a sua viabilidade. Nota: As sementes do banco encontram-se disponíveis apenas para fins científicos, através de permuta com outras instituições científicas (cerca de 800). A conservação do Panda Gigante / Bamboo. 12 plantas essenciais para a alimentação. Biotecnologia como tecnologia da conservação, cultura in vitro de diferentes explantes; Conservação In situ, ex situ and in vitro, principais diferenças; exemplo prático Projecto de conservação das Apiaceae ibéricas endémicas em Portugal. Espécies instaladas em viveiros e na Escola Médica; plantas in vitro. Totipotência; controlo organogenético: modelação com reguladores de crescimento / fitohormaonas. Câmara de fluxo laminar, câmara e estufa para propagação de microculturas. Aplicar conhecimentos /Questionários Relembrar os conceitos e as tecnologias relacionadas: Banco de sementes local de conservação de sementes com vista a preservação de plantas. Biodiversidade variedade de espécies biológicas; UI; Extinção desaparecimento permanente de indivíduos de uma dada espécie - HIPPO; Conservação manter intato ou não deixar danificar; in vitro, ex situ e in vitro; Sustentabilidade garantir a continuidade ou sobrevivência de algo; 4Rs. Modelo de desenvolvimento que assegure as necessidades da sociedade sem comprometer as necessidades das futuras gerações. Endémicas; nativas; invasoras. Flora nativa, nativa, exótica, CWR. Desflorestação Destruição intensiva das florestas. Monocultura (Agricultura) Atividade económica em que o produto é produzido a partir da cultura de uma única espécie vegetal.

10 Jardim Botânico da Universidade de Coimbra = Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? = Questionário de Avaliação Por favor, complete as frases abaixo ou responda oralmente: 1. Gostei de fazer Aprendi que.. são os principais fatores de extinção. 3. Uma coisa nova que aprendi sobre diversidade, conservação e sustentabilidade foi 4. Posso dizer sobre a conservação de plantas que.. 5. Como resultado das suas experiências nesta atividade no jardim, quais das seguintes opções se sente mais à vontade para fazer: (marque com um círculo a opção adequada) a) Estudar a extinção das plantas (Sim) (Não) (Talvez) (Não é algo que venha a fazer) b) Falar a um amigo sobre a conservação de plantas no jardim botânico. (Sim) (Não) (Talvez) (Não é algo que venha a fazer) c) Apresentar as suas ideias sobre a sustentabilidade das plantas num debate, discussão ou reunião na escola? (Sim) (Não) (Talvez) (Não é algo que venha a fazer) 6. O que mais gostei foi.. 7. O que menos gostei foi...

11 8. Marque com um círculo as palavras que melhor descrevem como se sente: Devido às minhas experiências hoje no jardim, sinto-me Mais inspirado menos inspirado igual para descobrir mais sobre o mundo natural. 9. Fará alguma coisa em consequência de ter participado na atividade de hoje? Nada Ver programas sobre a natureza na TV Procurar mais informação na internet Visitar outro museu, jardim zoológico ou parque Estar mais atento à natureza e pensar sobre o que a pode afetar Inscrever-se num clube da natureza ou de ciência Outra coisa o quê? Ler mais livros.. ou revistas sobre o mundo natural 10. A visita hoje ao jardim botânico alterou a forma como vê a ciência? (Marque com um círculo) Nada Muito 11. Se a sua sensibilidade se alterou, de que forma foi?. 12. Como acha que esta atividade pode ser melhorada?.. Obrigada e volte em breve!

Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções?

Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? Biodiversidade, extinção, sustentabilidade, conservação: que opções? Guia para educadores 1Ana Cristina Tavares, Bióloga/ Departamento de Ciências da Vida/ Jardim Botânico/ UC Sumário As Nações Unidas

Leia mais

Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Vamos abraçar as árvores?!!...

Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Vamos abraçar as árvores?!!... Guia para desenvolver os materiais da aula (Constituído por quatro secções, que podem ser impressas e usadas separadamente) Título 1. VISÃO GERAL DA AULA Vamos abraçar as árvores?!!... Programador Conteúdo

Leia mais

Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Evolução e os principais grupos vegetais / A alga que queria ser flor

Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Evolução e os principais grupos vegetais / A alga que queria ser flor Guia para desenvolver os materiais da aula (Constituído por quatro secções, que podem ser impressas e usadas separadamente) Título 1. VISÃO GERAL DA AULA Evolução e os principais grupos vegetais / A alga

Leia mais

Guia para educadores. Evolução dos Grandes Grupos Vegetais

Guia para educadores. Evolução dos Grandes Grupos Vegetais Como surgiu a Vida na Terra? Como se conseguiu organizar e classificar todos os seres vivos? E como surgiram as plantas? Como evoluíram, das mais simples às mais complexas? Guia para educadores Ana Cristina

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS Projeto INQUIRE: Formação em biodiversidade e sustentabilidade Objectivos do projeto Inquire O programa pan-europeu INQUIRE é uma

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio da Água, o ar, as rochas e o solo - materiais terrestres, o aluno deve ser capaz de: Compreender a Terra como um planeta especial

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

Pré-Projeto de Educação Ambiental

Pré-Projeto de Educação Ambiental Pré-Projeto de Educação Ambiental Vamos Descobrir e Valorizar o Alvão Ano 2014/15 Centro de Informação e Interpretação Lugar do Barrio 4880-164 Mondim de Basto Telefone: 255 381 2009 ou 255 389 250 1 Descobrir

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS TEMA Uso dos recursos genéticos RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS

Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Tema Uso dos recursos genéticos RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS USUÁRIOS BENEFÍCIOS

Leia mais

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Bibliografia: Ministério do Meio Ambiente. Espécies ameaçadas de extinção: recomendações

Leia mais

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa

Recursos Genéticos brasileiros. Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Recursos Genéticos brasileiros Derly José Henriques da Silva Professor do Departamento de Fitotecnia Universidade Federal de Viçosa Acesso aos recursos genéticos (antes da CDB ECO - RIO 1992) recursos

Leia mais

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011

Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 Deliberação CONSEMA Normativa 2, de 9-11-2011 289ª Reunião Ordinária do Plenário do CONSEMA Dispõe sobre a elaboração e a atualização de lista de espécies exóticas com potencial de bioinvasão no Estado

Leia mais

Programa de Educação Ambiental

Programa de Educação Ambiental Programa de Educação Ambiental 2015 / 2016 Escolas Centro de Formação Ambiental SEDE - Lisboa 2 Horário de Funcionamento das Actividades 2ª feira a 6ª feira: 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30 4 horários:

Leia mais

Manejo Sustentável da Floresta

Manejo Sustentável da Floresta Manejo Sustentável da Floresta 1) Objetivo Geral Mudança de paradigmas quanto ao uso da madeira da floresta, assim como a percepção dos prejuízos advindos das queimadas e do extrativismo vegetal. 2) Objetivo

Leia mais

1. Acções de sensibilização

1. Acções de sensibilização PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL / 2013-2014 As atividades propostas compreendem diferentes momentos de reflexão, discussão e ação, dirigindo-se a toda a comunidade educativa que contempla diferentes níveis

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de 4º ano Ano Letivo 2015/2016 ESTUDO DO MEIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de 4º ano Ano Letivo 2015/2016 ESTUDO DO MEIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de 4º ano Ano Letivo 2015/2016 1.º Período ESTUDO DO MEIO Domínios Subdomínios Metas finais Conteúdos programáticos Avaliação natural

Leia mais

PROJETO INTEGRADO ESCOLA VERDE: EDUCAÇÃO, SAÚDE E MEIO AMBIENTE. Sustentabilidade e Biodiversidade

PROJETO INTEGRADO ESCOLA VERDE: EDUCAÇÃO, SAÚDE E MEIO AMBIENTE. Sustentabilidade e Biodiversidade PROJETO INTEGRADO ESCOLA VERDE: EDUCAÇÃO, SAÚDE E MEIO AMBIENTE Sustentabilidade e Biodiversidade Profª. Monica Prantera, Prof. Wellington Matos e Biólogo Leandro Duarte Parceria: Bayer, Unigranrio e SME

Leia mais

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA EXECUTIVA

Leia mais

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção Programa 0508 Biodiversidade e Recursos Genéticos - BIOVIDA Objetivo Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e a repartição justa e eqüitativa

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente

2011/2012. CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente PLANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 2011/2012 CÂMARA MUNICIPAL ALENQUER-Divisão de Ambiente 2011/2012 Índice: Introdução Ações de Sensibilização: Ateliers: Datas Comemorativas: Visitas de Estudo: Concursos: Projetos:

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 8 a A Engenharia e o Meio Ambiente Parte I Edgar Aberto de Brito PRIMEIRA PARTE As questões ambientais e os problemas para a engenharia. ENGENHARIA

Leia mais

Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas.

Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas. Justificativa Meio ambiente conforme o Dicionário Aurélio é aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas. A Escola de Ensino Fundamental Mondrian, fundada em 2011, começou suas atividades em

Leia mais

LIFE TAXUS Um projeto para a Conservação de Boquetes de Teixo

LIFE TAXUS Um projeto para a Conservação de Boquetes de Teixo Nuno Forner Quercus LIFE TAXUS Um projeto para a Conservação de Boquetes de Teixo LIFE12 NAT/PT/950 Julho 2013 Dezembro 2016 Setúbal, 8 de Outubro 2015 O habitat: 9580 * Florestas mediterrânicas de Taxus

Leia mais

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA 1º PERÍODO TEMAS / CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS O ALUNO DEVERÁ SER CAPAZ DE: BLOCOS (90 min) ALGUMAS SUGESTÕES DE EXPERIÊNCIAS

Leia mais

Questionário Linha de Base: Educadores Estado: Cidade: Nome Pesquisador: Sala N : Professor N : [Estes dados devem ser preenchidos pelo pesquisador] Boas vindas Caro(a) Educador(a): O objetivo deste questionário

Leia mais

Projecto de Enquadramento Geral

Projecto de Enquadramento Geral A Política de Biodiversidade da EDP e o Envolvimento da Projecto de Enquadramento Geral Outubro 2010 A Politica de Biodiversidade da EDP no Envolvimento da Direcção de Sustentabilidade e Ambiente 1 Módulo

Leia mais

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso Biodiversidade Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Pode ser entendida como uma associação de vários

Leia mais

Rota de Aprendizagem 2015/16 5.º Ano

Rota de Aprendizagem 2015/16 5.º Ano Projeto 1 Onde existe Vida? Tempo Previsto: 4 quinzenas (do 1ºPeríodo) Ciências Naturais A ÁGUA, O AR, AS ROCHAS E O SOLO MATERIAIS TERRESTRES 1.ª Fase: Terra um planeta com vida 2.ª Fase: A importância

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA A

GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA A A GERAÇÃO DO CONHECIMENTO Transformando conhecimentos em valores www.geracaococ.com.br Unidade Portugal Série: 6 o ano (5 a série) Período: MANHÃ Data: 15/9/2010 PROVA GRUPO GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Um punhado de sementes mágicas. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO O episódio Um punhado de sementes mágicas

Leia mais

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza,

Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Carta Mundial para a Natureza A Assembleia Geral, Tendo considerado o relatório do Secretário-Geral sobre a revista elaborar Carta Mundial da Natureza, Recordando que, na sua resolução 35/7 de 30 de outubro

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI PREFEITURA MUNICIPAL DE LONTRAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI DESPERTANDO AÇÕES SUSTENTÁVEIS LONTRAS 2013 1.TEMA A preservação

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB.

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. Maria Célia Cavalcante de Paula e SILVA Licenciada em Ciências Biológicas pela

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA PEDDY PAPER Nome: T: N.º Nome: T: N.º Nome: T: N.º Nome: T: N.º Data: / / Bem vindo(a) ao Jardim botânico de Lisboa Neste espaço, que vão conhecer hoje, encontram-se, além de

Leia mais

ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA Andréa Espinola de Siqueira; Ana Clara Frey de S. Thiago; Ana

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Grandes Problemas Ambientais

Grandes Problemas Ambientais Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos

Leia mais

Engenharia e Meio Ambiente

Engenharia e Meio Ambiente Engenharia e Meio Ambiente 1. ECOLOGIA 2. MEIO AMBIENTE 3. HABITAT E NICHO ECOLÓGICO 4. POTENCIAL BIÓTICO 5. RESISTÊNCIA AMBIENTAL 6. PEGADA ECOLÓGICA O QUE É ECOLOGIA? 1. Ciência que estuda as relações

Leia mais

ENERESCOLAS. Monitorizar, Experimentar e Aprender!

ENERESCOLAS. Monitorizar, Experimentar e Aprender! ENERESCOLAS Monitorizar, Experimentar e Aprender! Enquadramento As escolas são uma fracção não desprezável do consumo energético. A aprendizagem em âmbito escolar, tem efeitos multiplicativos em casa e

Leia mais

Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade

Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade Ações Locais para a Sustentabilidade Programa Biocidade REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA CURITIBA - DADOS GEOGRÁFICOS Área - 432,17 km2 Relevo - Levemente ondulado Extensão Norte Sul - 35 km Extensão Leste-Oeste

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade - INSCRIÇÃO

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade - INSCRIÇÃO Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade - INSCRIÇÃO 1 LOCAL Jardim Botânico/Departamento de Ciências da Vida/ Universidade de Coimbra. PREÇO Grátis. Curso financiado pelo projeto

Leia mais

OFERTA PEDAGÓGICA. Educação Pré-Escolar

OFERTA PEDAGÓGICA. Educação Pré-Escolar OFERTA PEDAGÓGICA Educação Pré-Escolar ANO LECTIVO 2014 2015 Durante todo o percurso escolar, é importante desenvolver ferramentas que permitam a compreensão do mundo que nos rodeia e despertar a curiosidade

Leia mais

PIAUÍ: PASSADO,PRESENTE E PERSPECTIVAS - Conhecendo a História do Piauí - SANEAMENTO BÁSICO Fonte de Saúde e Bem-Estar

PIAUÍ: PASSADO,PRESENTE E PERSPECTIVAS - Conhecendo a História do Piauí - SANEAMENTO BÁSICO Fonte de Saúde e Bem-Estar PIAUÍ: PASSADO,PRESENTE E PERSPECTIVAS - Conhecendo a História do Piauí - SANEAMENTO BÁSICO Fonte de Saúde e Bem-Estar Professores Colaboradores: Professora Coordenadora Profª. Ioneide Ribeiro INTERDISCIPLINARIDADE

Leia mais

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E B A U R U E s t a d o d e S ã o P a u l o S E C R E T A R I A D A E D U C A Ç Ã O

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E B A U R U E s t a d o d e S ã o P a u l o S E C R E T A R I A D A E D U C A Ç Ã O P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E B A U R U E s t a d o d e S ã o P a u l o S E C R E T A R I A D A E D U C A Ç Ã O E. M. E. F. P R O F ª. D I R C E B O E M E R G U E D E S D E A Z E V E D O P

Leia mais

2. Porque queremos diminuir a Pegada Ecológica? 4. Em que consiste a sustentabilidade ambiental?

2. Porque queremos diminuir a Pegada Ecológica? 4. Em que consiste a sustentabilidade ambiental? 1. Quais são as dimensões do Desenvolvimento Sustentável? 2. Porque queremos diminuir a Pegada Ecológica? a) Económica b) Social c) Ambiental d) Todas as anteriores a) Melhorar a nossa qualidade de vida

Leia mais

Aula 14 Distribuição dos Ecossistemas Brasileiros Floresta Amazônica Mais exuberante região Norte e parte do Centro Oeste; Solo pobre em nutrientes; Cobertura densa ameniza o impacto da água da chuva;

Leia mais

PROJETO: DE ONDE VEM? PARA ONDE VAI? Sustentabilidade e Consumismo EMEI GUIA LOPES DRE FO

PROJETO: DE ONDE VEM? PARA ONDE VAI? Sustentabilidade e Consumismo EMEI GUIA LOPES DRE FO PROJETO: DE ONDE VEM? PARA ONDE VAI? Sustentabilidade e Consumismo EMEI GUIA LOPES DRE FO Como tudo começou A EMEI Guia Lopes possui uma área verde privilegiada e a criação de uma horta era uma vontade

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

Sobre nós. Educação Ambiental. Fale Conosco

Sobre nós. Educação Ambiental. Fale Conosco Sobre nós Em 1997 com iniciativas dos proprietários da Fazenda Alegre conscientes da importância da preservação e conservação dos remanescentes da vegetação nativa da fazenda, áreas degradadas vêm sendo

Leia mais

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados na construção

Leia mais

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, e no Decreto nº 6.101,

Leia mais

Informação sobre Ecossistemas Locais

Informação sobre Ecossistemas Locais Informação sobre Ecossistemas Locais Bandeira Azul 2015 1. Biodiversidade local O litoral de Vila Nova de Gaia apresenta uma considerável biodiversidade, com fauna e flora característica dos substratos

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE CAMARATE Planificação de Ciências Naturais 8.º ano Ano letivo 2014/2015

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE CAMARATE Planificação de Ciências Naturais 8.º ano Ano letivo 2014/2015 Domínio: Terra em transformação Subdomínio: Dinâmica externa da Terra ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3.º CICLO DE CAMARATE Identificar os minerais constituintes de rochas, considerando as suas propriedades físicas

Leia mais

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR.

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. Wedell Jackson de Caldas Monteiro E.E.M.I. Auzanir Lacerda wedellprofessor@gmail.com Nadia

Leia mais

Rede de Centros de Educação Ambiental CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA QUINTA DO COVELO

Rede de Centros de Educação Ambiental CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA QUINTA DO COVELO CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA QUINTA DO COVELO Apresentação do Centro Há perto de 3 séculos, a Quinta do Covelo tinha o nome de Lindo Vale, ou Bela Vista. No século XIX foi comprada por um comerciante,

Leia mais

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação;

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação; 4. PROGRAMAS DE MANEJO 4.1 PROGRAMA DE PESQUISA Objetivo Geral Visa dar suporte, estimular a geração e o aprofundamento dos conhecimentos científicos sobre os aspectos bióticos, abióticos, sócio-econômicos,

Leia mais

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012 A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA AS LICENCIATURAS NA AMAZÔNIA: NÃO HÁ ENSINO SEM PESQUISA E PESQUISA SEM ENSINO Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Leia mais

Tecnologias de Energias Renováveis e uso sustentável da energia - Caso das Escolas Secundárias em Moçambique

Tecnologias de Energias Renováveis e uso sustentável da energia - Caso das Escolas Secundárias em Moçambique CENTRO DE TECNOLOGIAS EDUCATIVAS(CTE) NÚCLEO DE ELECTRÓNICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS Campus de Lhanguene, Av. de Moçambique, km1; Telefone +258 21401078; Fax: +258 21401082; Maputo - Moçambique Tecnologias

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades.

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. professor Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. Também serão produzidos, dentro de sala de aula, cartazes

Leia mais

Semana do Meio Ambiente do Jardim Botânico de Brasília JBB

Semana do Meio Ambiente do Jardim Botânico de Brasília JBB CONVITE Semana do Meio Ambiente do Jardim Botânico de Brasília JBB 05 a 10 de Junho de 2011, das 09 às 17h Jardim Botânico de Brasília SMDB Conjunto 12 Lago Sul Informações: 3366-1438 jardimbotanicodebrasilia@gmail.com

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO MEIO RURAL O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL Luciano Gebler, MSc TESTE DE NIVELAMENTO 1 - O MEIO RURAL É : A - REGIÃO ONDE É FEITO O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES AGRÍCOLAS; B

Leia mais

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Domínio/Objetivos Descritores de Desempenho Atividades/Estratégias Avaliação Matéria

Leia mais

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável

E C O L O G I A. Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que a tornam habitável E C O L O G I A Deriva do grego oikos, com sentido de casa e logos com sentido de estudo Portanto, trata-se do estudo do ambiente da casa Incluindo todos os organismos e todos os processos funcionais que

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA Selma Maria

Leia mais

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL: EDUCANDO E APRENDENDO COM A NATUREZA Soraya Carvalho Pereira Rocha (Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal/Universidade Aberta do Brasil Universidade de Brasília) Kátia

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para desenvolver o Plano de Uso Público para a visitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro concentrando na análise

Leia mais

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA Copyright Proibida Reprodução. NECESSIDADE EMERGENTE - Apresentam-se hoje, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, as preocupações com a sustentabilidade empresarial

Leia mais

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE D I R E T O R I A D E S A Ú D E 05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE Em 05 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e nesse ano o foco está voltado para as Mudanças Climáticas com o tema

Leia mais

Projeto Viva a Alameda

Projeto Viva a Alameda Projeto Viva a Alameda Janeiro 2012 I. Enquadramento a. Política de Cidades o instrumento PRU b. Sessões Temáticas II. A PRU de Oliveira do Bairro a. Visão b. Prioridades Estratégicas c. Área de Intervenção

Leia mais

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa.

O desmatamento das florestas tropicais responde por 25% das emissões globais de dióxido de carbono, o principal gás de efeito estufa. Biodiversidade Introdução Na Estratégia Nacional para a Biodiversidade, desenvolvida pelo Ministério do Meio Ambiente, acordou-se que o Brasil deve dar ênfase para seis questões básicas: conhecimento da

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Biologia da Conservação

Biologia da Conservação Biologia da Conservação Prof. Alexandre R. T. Palma Conservação de espécies Introdução Conservação in-situ Conservação ex-situ Biologia da Conservação Prof. Alexandre R. T. Palma Conservação de espécies

Leia mais

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos. Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Contextos da Educação Ambiental frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas Maria Teresa de Jesus Gouveia Núcleo de Educação Ambiental Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO A educação ambiental envolve atividades educativas que visam informar sobre o meio ambiente e suas relações.

Leia mais

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende.

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. Imagem do Museu da Língua Portuguesa (Estação da Luz - São Paulo, SP). Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. João Guimarães Rosa Política Estadual de Mudanças Climáticas e o Pagamento

Leia mais

Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável

Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável Ano lectivo 2011-2012 Projecto Bio-Escola Episódios de uma escola sustentável Concurso do Ano Internacional da Juventude - Inovação/Energias renováveis Escola Secundária Anselmo de Andrade Projecto elaborado

Leia mais

Introdução a Acesso e Repartição de Benefícios

Introdução a Acesso e Repartição de Benefícios Convenção sobre Diversidade Biológica: ABS Introdução a Acesso e Repartição de Benefícios RECURSOS GENÉTICOS CONHECIMENTOS TRADICIONAIS PROVEDORES USOS CONSENTIMENTO PRÉVIO TERMOS MUTUAMENTE ACORDADOS

Leia mais

Rede de Centros de Educação Ambiental CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO NÚCLEO RURAL -

Rede de Centros de Educação Ambiental CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO NÚCLEO RURAL - CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO NÚCLEO RURAL - PARQUE DA CIDADE Apresentação do Centro Integrando território das freguesias de Aldoar e Nevogilde, o Parque da Cidade é o maior parque urbano do país, inserido

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PORTA DO MEZIO ARCOS DE VALDEVEZ PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Olá, sou o Lobito, a mascote da Porta do Mezio. Vem comigo descobrir as atividades que podes fazer na Porta do Mezio! 2013/2014 Localizado

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO

MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO MATERIAL DE APOIO PARA INSÍGINIA MUNDIAL DE CONSERVACIONISMO 03 DE JULHO DE 2009 ÍTENS DA ETAPA MARROM 1. TOMAR PARTE, DE PREFERÊNCIA EM UM GRUPO, EM DOIS PROJETOS, TAIS COMO: Limpar um arroio, valo ou

Leia mais

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Stefani de Souza Patricia de Freitas Co-autor - Prof. MSc. Cristian Coelho Silva cristian_coelho@yahoo.com.br luscheuer@hotmail.com Palavras-chave: sustentabilidade,

Leia mais