CONJECTURAS CONCEITUAIS SOBRE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONJECTURAS CONCEITUAIS SOBRE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL"

Transcrição

1 1 CONJECTURAS CONCEITUAIS SOBRE EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL Valéria Aroeira Garcia 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem a intenção de contribuir para as discussões referentes à compreensão do campo da educação não-formal, trazendo subsídios das reflexões teóricas já realizadas sobre o tema, tanto no Brasil como em outros países, como também discussões referentes à prática da educação não-formal, no segmento das propostas educacionais realizadas com crianças, jovens, adultos e velhos 2, em períodos que não aqueles preenchidos pela educação formal. O interesse em realizar essa pesquisa veio de dez anos de atuação profissional na área e da dificuldade de encontrar discussões e subsídios teóricos que pudessem contribuir para as questões encontradas no dia-a-dia, e para as dúvidas e reflexões que emergiam desse cotidiano. A experiência profissional realizada se deu no Projeto Sol e Projeto Noite Viva, extinta proposta de atuação com crianças e jovens fora do tempo da educação formal, que se localizava em quatro bairros periféricos do município de Paulínia - SP 3. 1 Pedagoga, mestranda em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp. Supervisora Educacional do município de Campinas. R. Dom João Nery, 208. Nova Paulínia. Paulínia SP. CEP: Fone: (19) ; 2 Neste texto será utilizada a denominação "velho",compreendida por.park: "Assumo, no presente texto, o termo "velho" por acreditar que os atuais títulos conferidos àqueles que envelheceram, tais como terceira idade, a melhor idade etc, deslocam a discussão para a questão da longevidade esquivando-se do enfoque na função social do velho em nossa sociedade". (p.67) 3 Maiores informações sobre o Projeto Sol e sua importância como proposta nessa área pode ser encontrado em livros, artigos, mestrados e trabalhos de conclusão de curso: Educação não-formal: cenários da criação - Simson, Olga Rodriguez de Moraes,;Park, Margareth Brandini e Fernandes, Renata Sieiro (orgs). Entre nós o Sol: um estudo sobre as relações entre infância, cultura, imaginário e lúdico na atividade de brincar, em um programa público educacional não-escolar na cidade de Paulínia, SP - Fernandes, Renata Sieiro. Contratempos e sobressaltos: os eclipses como fenômenos da natureza humana - Fernandes, Renata Sieiro. Daqui se vê o mundo: imagens, caminhos e reflexões - Souza, Nilza Alves de. Educação não-formal, uma análise das práticas educacionais voltadas para crianças 'sem infância' de uma instituição pública - Projeto Sol João Aranha - Chiste, Lissandra Silva. Educação não-formal, uma análise das práticas educacionais para estudantes em situação de risco - Teixeira, Carmen de Miranda Ieks. Educação não-formal, uma análise de práticas educacionais voltadas para crianças 'sem infância'de uma instituição pública - Projeto sol Monte alegre -área de educação artística.pôr do sol: o fim de um Projeto de educação não-formal - Araújo, Carla Marins. Além das pesquisas de doutorado em andamento: As marcas do vivido: memória de jovens e adultos sobre suas experiências com ex-frequentadores de um Projeto de educação não-formal - Fernandes, Renata Sieiro e André, Antonio Miguel.

2 2 A questão inicial, de cunho filosófico, é de compreender sobre qual campo conceitual e teórico se sustentam essas propostas, que nos últimos anos vêem ganhando diferentes espaços na sociedade e que, em geral, têm sua força nas 'propagandas' de que através de diferentes estratégias educacionais, resultarão em melhorias no denominado, 'setor social'. A partir desta indagação, foi necessário compreender a noção de conceito, assim como de campo conceitual para tentar conceber o campo conceitual da educação não-formal como independente, apesar de relacionado, em relação ao campo da educação formal, assim como algumas características que são próprias da educação não-formal. Houve, também a necessidade de buscar e pesquisar as 'diferentes' concepções de educação não-formal encontradas, tanto em teóricos que se debruçaram no estudo e pesquisa sobre essa área, como também em outros estudiosos que utilizaram o conceito, sem a preocupação específica com o estudo do tema. É importante dizer, mais uma vez, que são poucos os estudiosos que discutem especificamente o tema da educação não-formal, e dessa forma não foi possível estabelecer critérios, inclusive ideológicos, na escolha dos autores. Dessa forma, os autores foram considerados por tratarem do tema em questão, independente da visão que apresentam sobre a educação não-formal, até para poder evidenciar, tanto o aparecimento do termo como para que propósito essa especificidade de educação tem sido pensada, em diferentes momentos históricos, por pesquisadores e países com interesses diferentes. Por outro lado, outros autores que se preocuparam em questionar o modelo educacional tradicionalmente veiculado e praticado pela educação formal, e propuseram maneiras diferentes de compreender e efetuar a prática da educação formal, também foram considerados 4. O contato com os autores que produziram especificamente sobre educação não-formal possibilitou que se encontrasse, de certa maneira, a 'história' da educação não-formal, 4 Falo aqui a respeito de autores que já realizaram, propuseram e discutiram a educação formal de uma maneira diferente daquela que vem sendo concebida e praticada ao longo do tempo, como também se preocuparam em propor alternativas educacionais para crianças e jovens com os quais a educação formal. tinha (tem) dificuldades em trabalhar: Tolstói, L.N. - A escola de Iasnaia Poliana; Korczack, Janus - O Lar das Crianças: Illich, Ivan - sociedade sem escolas; Robin, Paul - O orfanato em Cempuis; Faure, Sebastien - A Colméia; e todas as chamadas escolas democráticas, ver: Singer Helena - Sobre experiências escolares de resistência e Gallo, Sílvio - Pedagogia do risco.

3 3 através de leituras, análises e comparações realizadas entre as obras que se preocuparam com o estudo do campo da educação não-formal, como também a percepção de que em alguns períodos históricos específicos, a utilização de termos, nomenclaturas que não se referiam ao contexto da educação formal, como: educação extra-escolar, clubes de cultura, Universidade popular, etc, já estavam presentes. OBJETIVOS Juntamente com a percepção e compreensão da trajetória social e histórica realizada pela educação não-formal várias hipóteses sobre o surgimento e abrangência desse campo peculiar foram aparecendo e suscitando outras leituras nem tão específicas sobre o tema. As diversas nomenclaturas utilizadas em diferentes momentos históricos no país, para designar ações realizadas fora do contexto da educação formal trazem o conhecimento de que a prática da educação não-formal acontecia anteriormente à preocupação com sua denominação. E o conhecimento da bibliografia norte-americana da década de 70 sobre o tema contribui imensamente para a percepção de como o termo educação não-formal é compreendido, divulgado e introduzido nas produções teóricas sobre um outro tipo de educação que não o formal e dessa forma, possibilitar uma compreensão crítica da utilização dessa terminologia. Uma questão importante refere-se ao denominado "setor social" relacionado às propostas na área educacional, como também na intersecção da área educacional com outras, como saúde, assistência social, criança e adolescente, cultura, esportes. O que especificamente a utilização do termo "social" representa quando vem associado a políticas e ações defendidas e realizadas nesses setores, e de quais maneiras vêm sendo trabalhadas as questões relacionadas à "formação" desse profissional da área social, no caso específico da educação, o profissional que vem sendo chamado de educador social, assim como também à integração desses diferentes profissionais da "área social". Assim é de extrema importância tomar conhecimento dos diversos profissionais que atuam no vasto campo da educação não-formal, chamando atenção, inclusive, para o fato de que em muitas situações, a concepção da área educacional é ampliada para outros setores, causando implicações, pelo menos em dois sentidos: um deles, permitindo que diferentes

4 4 áreas do conhecimento, assim como os profissionais ligados a elas, tomem para si as questões referentes à área educacional; e o outro, delegando à educação a responsabilidade e o compromisso de 'resolver problemas' que não são específicos da área educacional. Essa questão não diz respeito à confluência de várias áreas e especificidades em função de uma proposta de trabalho integrada que possibilite maior abrangência, e nem às ações educacionais específicas em outros setores, como saúde, assistência social, trânsito, ambiente etc, mas ao fato de que, na área educacional, "todo mundo sabe o que fazer", e que "todos aqueles com boa vontade" podem contribuir para a melhoria do setor educacional, independente da formação teórica e prática na área. METODOLOGIA Em alguns momentos, de maneira concomitante, e em outros nem tanto, (com a realização das leituras, buscas, pesquisas e análises) a pesquisa, o conhecimento e observação em campo de diferentes propostas: de origem pública, comunitária, religiosa e da sociedade civil (ONGs), muito auxiliaram na análise e compreensão sobre o segmento específico da educação não-formal, responsável por ações, propostas e projetos realizados com crianças, jovens, adultos e velhos fora do tempo da educação formal. A intenção dessa pesquisa é, em um primeiro momento, tomar conhecimento do que vem sendo compreendido por educação não-formal nos mais diferentes setores: Universidades, meios de comunicação, sociedade civil. Assim como, analisar se as várias propostas que atuam na área educacional, mas não no contexto da educação formal, têm compreensão de que papel desempenham nesse cenário e de que ocupam esse 'lugar', que vem sendo denominado de educação não-formal. O caminho percorrido partiu da análise da bibliografia existente sobre o tema, e tem como proposta, relacionar a teoria existente, tanto nacional como internacional, com a prática que vem sendo realizada no Brasil, especificamente na região de Campinas. É importante evidenciar os critérios de escolha das propostas pesquisadas, uma vez que estas não são compreendidas como amostras das muitas existentes, mas de certa forma representam e são significativas para o conhecimento dos tipos de projetos que, em geral,

5 5 são propostos para atuações nessa área5. Assim foram pesquisados: um projeto originário de uma concepção religiosa, que se transformou em uma ONG; um outro proposto pelo poder público municipal e um terceiro de origem comunitária, sendo realizado por um grupo de moradores da periferia de Campinas. Em geral, as origens são vinculadas aos mantenedores e têm implícito o caráter ideológico das propostas. Essa pesquisa contribui para que, a partir da 'visualização' do que vem sendo reconhecido por educação não-formal, de como este campo vem sendo compreendido teoricamente e da análise de como as propostas que atuam na área se percebem, ou não, como parte construtora do campo da educação não-formal, possamos ter maior clareza da constituição desse campo no Brasil, e a partir de então, possamos, através de uma concepção crítica, compreender a educação não-formal. RESULTADOS Os passos futuros se dão no sentido de compreender algumas propostas que discutem a educação social, falando um pouco de algumas pesquisas que vêem se preocupando em analisar as especificidades dessa "nova" função/profissão na área educacional. A preocupação em apontar essa atuação profissional no presente trabalho, é por acreditar que, uma vez discutida a área da educação social, é importante sinalizar que na prática, tanto o trabalho cotidiano desses profissionais; como o oferecimento de "cursos" de formação a eles, como pesquisas que discutem esse profissional, vêem sendo realizados, o que mais uma vez, mostra o movimento dessa especificidade de educação, que muitas vezes se dá "respondendo" as necessidades mais imediatas. Uma hipótese levantada por mim, é de que para ser considerada como educação nãoformal, a proposta de atuação deveria ter compromisso com as chamadas questões sociais, ou seja, com as questões que são comuns ao setor convencionalmente denominado social. A partir desta pesquisa, percebi que esta não é uma necessidade da educação não-formal, mas talvez seja da educação social. 5 Para maiores esclarecimentos sobre as diferentes ações nesse âmbito, ver o diagnóstico da região de Campinas realizado em 1998: Uma sondagem preliminar da atuação das instituições voltadas para a educação não-formal in Simson, Olga Rodrigues de Moraes; Park, Margareth Brandin e Fernandes, Renata Sieiro. Educação não-formal:cenários da criação.

6 6 "Então os contextos sociais são, em realidade, fundamentalmente os contextos educativos não escolares. Ou seja, a pedagogia social (enquanto disciplina) se ocuparia da educação social (enquanto intervenção), entendendo por esta última aquela que se produz em âmbitos não escolares ou, mais exatamente, não formais" (p.27,28 Romans, 2000)6. Considerando o setor social como aquele que tem por função, exercer ações que confluem para a melhoria da qualidade de vida da sociedade como um todo, a atuação desse setor extrapola o campo educacional, mas há a necessidade de diálogos entre diferentes áreas de atuação no setor denominado social. Assim, a educação social poderia ser exemplificada com trabalhos nos quais o compromisso com questões que são importantes para um determinado grupo é considerado como ponto fundamental para o desenvolvimento do trabalho educacional (não-formal), mais importante do que qualquer outro conteúdo pré-estabelecido por pessoas, instituições, valores que não fazem parte dos ideais desse mesmo grupo. Compreendo que essa característica favorece a terminologia educação social, ao menos ao considerarmos as propostas educacionais, artísticas, culturais e corporais voltadas para o atendimento de crianças, jovens, adultos e velhos fora do contexto da educação formal, pois são propostas dentro do campo da educação não-formal, mas que são específicas à melhoria de questões sociais. Essa compreensão delimita uma série de atividades que muitas vezes são consideradas como atividades de educação não-formal, independente de uma série de questões que deveriam ser levadas em conta ao analisar se uma proposta se refere à educação não-formal ou não. Questões do tipo: uma atividade de tricô na escola, é uma atividade não-formal, dentro do espaço formalizado da escola 7. Essa compreensão reduz o campo da educação 6 "Entonces los contextos sociales son, en realidad, fundamentalmente los contextos educativos no escolares. Es decir, la pedagogía social (en tanto que disciplina) se ocuparía de la educación social (en tanto que intervención), entendiendo por esta última aquella que se produce en ámbitos no escolares o, más exactamente, no formales". 7 Exemplo dado por uma aluna do curso de graduação em Pedagogia da Unicamp, no qual eu atuava como monitora, no segundo semestre de 2001.

7 7 social/educação não-formal à atividade, como se esse campo educacional não tivesse uma série de particularidades na sua compreensão e atuação. Esse exemplo, assim como outros, são situações que têm a educação como mediadora de relações de aprendizagem, mas têm como objetivo o ensino ou o exercício de técnicas e/ou habilidades. Ainda exemplificando é possível citar as academias de ginástica; escolas de idiomas, teatro, dança, diferentes técnicas de artes plásticas e outros. Essas são propostas educacionais, que têm uma formalidade que difere da educação formal, mas não têm a intenção e o objetivo de atuar como melhoria social para um grupo com interesses e necessidades comuns. Dessa forma podem ser consideradas como propostas de educação não-formal, mas não poderiam ser consideradas como de educação social. Embora isso não seja tão claro, quando em diferentes situações a questão da educação não-formal é discutida. Questões como essas precisam ser levadas em conta ao nos referirmos a essa especificidade de educação, e penso que é possível compreender que são próprias da educação social não algumas atividades e habilidades técnicas específicas, mas o compromisso com questões de cunho social, almejando a melhoria das condições sociais da população. Considerando esses tópicos em relação à nomenclatura da educação não-formal, parece coerente que, para desvincular da oposição à educação formal e para evidenciar o compromisso com questões sociais, poderíamos, ao nos referirmos às propostas de atuações com crianças, jovens, adultos e velhos que visam melhorias sociais, denominá-las de educação social. Por outro lado, essa atitude também pode ser compreendida como uma postura segregacionista, uma vez que a chamada "educação social" passa a ser somente para aqueles que se enquadram nos critérios da exclusão social, de conflito social, risco social, etc. Assim, penso que as propostas educacionais voltadas para crianças e jovens, realizadas fora do contexto e tempo destinados à educação formal, podem ser compreendidas como pertencentes ao campo da educação não-formal e podem abarcar nesse campo diferentes projetos que englobem tanto àqueles que estejam vivenciando alguma situação de conflito

8 8 social, como também as crianças e jovens que não estejam passando por situações entendidas como merecedoras de algum cuidado especial. O cuidado, nesse sentido, é de que as "populações marginalizadas" não sejam mais uma vez vítimas das propostas que são pensadas para elas e não junto com elas, e que, pelas características econômicas, elas não passem a ser vistas como necessitadas de cuidados em separado dos demais, delegando à educação social a responsabilidade de sanar os problemas dessa população e adaptá-la ao convívio social, ou a "marca" da educação que é só para aqueles que têm algum problema, nesse caso, econômico. Toda essa discussão está presente no contexto das políticas sociais, um campo específico de estudo e análise das ações consideradas intrínsecas ao setor social. Vieira (2001), analisando a educação como política social, auxilia no entendimento de como a educação é compreendida nesse campo: "Na Constituição Federal de 1988, a educação compõe os direitos sociais, junto com os outros direitos. A constituição Federal relaciona os direitos sociais em seu artigo 6 e posteriormente particulariza-os no Título VIII (Da Ordem Social): 'Art. 6 - São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição" (p. 18). A educação como política social, assim como o acesso a ela - o direito à educação - não é compreendida como uma política para alguns, e sim uma política que por ser necessária e ser de direito de toda a sociedade, é considerada social. Circunscritos às políticas sociais estão os direitos sociais: "os direitos sociais, como compreensão dos direitos fundamentais do homem, são prestações positivas estatais, enunciadas em normas constitucionais, que possibilitam melhores condições de vida aos mais fracos, direitos que tendem a realizar a igualização de situações sociais desiguais" (Silva apud Vieira, p. 18).

9 9 A educação social poderia ser entendida como uma das esferas de atuação prática para "fazer valer" os direitos sociais. A compreensão do escopo das políticas sociais não é simples e nem é a intenção desse trabalho discutir sobre as questões que envolvem essa vasta área. Mas é importante o conhecimento da abrangência do campo das políticas sociais uma vez que este trabalho propõe um estudo sobre ações que vêm sendo realizadas, tanto por propostas de governos municipais, estaduais e federal, como por ações encampadas pela sociedade civil. Höfilng (2201) ao analisar as políticas sociais propostas por governos neoliberais traz tanto a dificuldade que estas análises pressupõem, como qual compreensão de políticas sociais essa proposta de governo concebe e pratica. Especialmente quando se focaliza as políticas sociais (usualmente entendidas como as de educação, saúde, previdência, habitação, saneamento etc) os fatores envolvidos para aferição de seu sucesso ou fracasso são complexos, variados e exigem grande esforço de análise (p. 30). De acordo com a autora a política social deve ser entendida como uma ação inserida em um determinado modelo político, elaborado e proposto por um governo específico que por sua vez defende e representa uma determinada ideologia e teoria social. Sendo assim, a educação social, compreendida como uma das esferas de ação das políticas sociais, não só no setor educacional, como na saúde, assistência social etc, não pode ser compreendida e analisada descolada desse contexto mais amplo. Compreendendo a educação social inserida ideologicamente em propostas de governo, faz sentido analisar as ações e intervenções das instituições, projetos, no campo da educação não-formal especificamente da educação social, que atuam com crianças, jovens, adultos e velhos, buscando a compreensão que essas instituições têm de que lugar ocupam e de que papel desempenham para a manutenção ou mudança e transformação, mesmo que em pequena escala, do modelo social proposto e encampado pela proposta de governo, no caso do Brasil na década de 90, de conteúdo neoliberal.

10 10 A autora chama a atenção para o nascimento das políticas sociais, deixando clara sua função como mantenedora das desigualdades sociais e de reprodução da sociedade capitalista: Para a temática aqui abordada, Offe traz interessante contribuição ao analisar as origens das políticas sociais traçadas pelo Estado Capitalista contemporâneo para a sociedade de classes. Para o autor, o Estado atua como regulador das relações sócias a serviço da manutenção das relações capitalistas em seu conjunto, e não especificamente a serviço dos interesses do capital a despeito de reconhecer a dominação deste nas relações de classe (op. cit. p.33). Mais uma vez, é interessante compreender a educação social nesse contexto mais amplo e perceber até que ponto ela tem condições de assumir ações transformadoras já que são concebidas como partes produtoras e reprodutoras da ordem capitalista. Como contribuição importante ao desenvolvimento da pesquisa estão as análises das entrevistas e do caderno de campo das pesquisas realizadas em três instituições de educação não-formal, sendo uma de caráter público, a outra de origem religiosa, se constituindo atualmente como ONG, e a terceira de formação comunitária. As pesquisas de campo foram efetuadas durante todo o ano de 2002 e resultaram da necessidade da pesquisadora de ampliar o olhar, uma vez que a experiência existente era referente a apenas uma instituição - o Projeto sol de Paulínia -, e a mesma tem um vínculo afetivo com o Projeto. E por fim algumas discussões sobre políticas em educação não-formal que vêem sendo implementadas tanto pelas ações governamentais como pela legislação que regulamenta a existência das ONGs e OSCIPIS, assim como a presença da sociedade civil no campo da educação não-formal, e especificamente nas propostas voltadas para atuação educacional com crianças, jovens, adultos e velhos fora do tempo escolar, trazendo considerações, nesse momento da pesquisa sobre como a educação integral vem sendo concebida por esses setores.

11 11 CONCLUSÕES A intenção não é de chegar a conclusões sobre o campo da educação nãoformal, mas de clarear o que vem sendo compreendido por essa especificidade da educação, além de defendê-la como campo autônomo e independente em relação ao da educação formal. BIBLIOGRAFIA AFONSO, Almerindo J. Sociologia da educação não-formal: Reactualizar um objecto ou construir uma nova problemática?, in: ESTEVES, Antonio Joaquim e STOER, Stephen R. A sociologia na escola, Porto: Afrontamento, 1992, p ALLIEZ, Eric. (org.) Gilles Deleuze: uma vida filosófica; coordenação da tradução de Anna Lúcia de Oliveira. São Paulo: Ed.34, ALMEIDA, José Luís Vieira de. Tá na rua: representações da prática dos educadores de rua. - São Paulo: Xamã, ANDRÉ, Antonio Miguel. O menino de rua: suas particularidades em Angola. Dissertação de mestrado, Universidade Federal do Espírito Santo: Vitória, 1997.VIEIRA, Evaldo. A política e as bases do direito educacional. in Cadernos cedes, n. 55. Campinas, SP ARAÚJO, Carla Marins. Pôr do Sol: o fim de um Projeto de educação não-formal. - Campinas, SP: PUC Campinas, TRabalho de conclusão de curso - jornalismo. ARQUERO, Mercedes. Educación de calle: hacia un modelo de intervención en marginación juvenil. - Madrid: Edictorial Popular,1998. BEZERRA, Silvana. Do assistencial ao educacional: Por uma fundamentação filosófica da educação não-formal. Dissertação de mestrado, FE - Unicamp: Campinas, BREMBECK, Cole S. Formal education, non formal education, and expanded conceptions of development. - Ocasional Papers Non formal education, Institute for Internationa Studies in Education: Michigan, 1978.SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes von. Identidade na quebrada: educação não-formal, hip hop e história oral. CHISTE, Lissandra Silva. Educação não-formal: uma análise das práticas educacionais voltadas para criança sem infância de uma instituição pública - Projeto Sol

12 12 João Aranha - Paulínia - SP. Trabalho de conclusão de curso, Unicamp - Campinas, SP COLIN, Denise Ratmann Arruda e FOWLER Marcos Bittencourt. LOAS: Lei Orgânica da Assistência Social anotada. São Paulo, Veras Editora, DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Félix. O que é a filosofia?; Tradução Bento Prado Júnior e Alberto Alonso Muñoz. Rio de Janeiro: Ed. 34, Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa. Folha de São Paulo/Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro, Estatuto da Criança e do adolescente, Lei n. 8o69 de 13 de julho de ESTEVÃO, Ana Maria Ramos. O que é serviço social? São Paulo, Ed. Brasiliense, FERNANDES, Renata Sieiro. Entre nós o Sol: relações entre infância, cultura, imaginário e lúdico na educação não-formal.. Contratempos e sobressaltos: os eclipses como fenômenos da natureza humana. in Resgate: Revista de Cultura. Campinas: SOUZA, Nilza Alves de. Daqui se vê o mundo: imagens, caminhos e reflexões.dissertação de mestrado, Unicamp - Campinas, SP FERREIRA, Tânia. Os meninos e a rua; uma interpelação à psicanálise. - Belo Horizonte: Autêntica/FUMEC, FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Pauloa; Edições Loyola, FRANCO, Sara Acuña (org.). Coeducación y tiempo libre. - Madrid: Editorial Popular, 1995.TEIXEIRA, Carmen de Miranda Ieks. Educação não-formal: uma análise das práticas educacionais voltadas para "estudantes em situação de risco" de uma instituição pública - (Projeto Sol Morumbi - Paulínia). Trabalho de conclusão de curso, Unicamp - Campinas, SP GALLO, Sílvio. Pedagogia do risco: experiências anarquistas em educação. - Campinas, SP: Papirus, GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal e cultura política: impactos sobre o associativismo do terceiro setor. São Paulo, Cortez, 1999.

13 13. Educação não-formal no Brasil anos 90. mimeo, Campinas, GONÇALVES, Renata Mateus. Educação não-formal: uma análise de práticas educacionais com crianças "sem infância" de uma instituição pública - Projeto sol Monte Alegre - Paulínia. Área específica: educação artística. Trabalho de conclusão de curso, Unicamp - Campinas, SP GREGORI, Maria Filomena. Viração: experiências de meninos nas ruas. - São Paulo: Companhia das Letras, HÖFLING, Eloísa de Mattos. Estado e políticas (públicas) sociais. in Cadernos Cedes, n. 55. Campinas, SP IAMAMOTO, Marilda Villela. Trabalho e indivíduo social: um estudo sobre a condição operária na agroindústria canavieira paulista. São Paulo, Cortez, Trabalho e indivíduo social no processo capitalista de produção in Trabalho e indivíduo social: um estudo sobre a condição operária na agroindústria canavieira paulista, p São Paulo, Cortez, Jornal Folha de São Paulo, caderno Mais, págs 5-6 a 5-8. Oito de julho de JÚNIOR, Bento Prado. A idéia de Plano de Imanência in ALLIEZ, Eric. (org.) Gilles Deleuze: uma vida filosófica; coordenação da tradução de Anna Lúcia de Oliveira. São Paulo: Ed.34, 2000, pg LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.- São Paulo: EPU, PAIVA, Vanilda Pereira. Educação popular e educação de adultos. 3. edição. São Paulo, Edições Loyola,1985. PARK,Margareth Brandini.Entrevozes: crianças e velhos redimensionando práticas pedagógicas. in Revista Recriação - UFMG, vol 1, n.1, 1995, pp PARO, Vitor Henrique; FERRETTI, Celso João; VIANNA, Claúdia Pereira e SOUZA, Denise Trento de. Escola de tempo integral: desafio para o ensino público. - São Paulo: Cortez : Autores Associados, Program of Studies in non-formal education. Discussion papers number 2. - Nonformal education: the definition prblem. Michigan State University: Michigan, 1974.

14 14 QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O pesquisador, o problema da pesquisa, a escolha de técnicas: algumas reflexões. in LANG, Alice Beatriz da Silva Gordo (org.), Reflexões sobre a pesquisa sociológica,p edição. São Paulo: CERU, RODRIGUES, Ligia Adriana. Nômades, Bárbaros e Guerreiros: os educadores e educadoras das ruas e das instituições para "menores". Dissertação de mestrado - São Carlos:UFSCar, ROMANS, Mercè, PETRUS, Antoni e TRILLA, Jaume. De profesión: educador social. Barcelona, Paidós, SHULLER, E. Musical educators journal: Special focus Music and at Risk Students, vol 78, nº3, p.21-29, SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes; PARK, Margareth Brandini e FERNANDES, Renata Sieiro (orgs). Educação não-formal: cenários da criação. - Campinas, SP: Editora da Unicamp e centro de Memória, ; Identidade na quebrada: educação não-formal, hip hop e história oral. Mimeo. Campinas, S.P SOUZA, Nilza Alves de. Daqui se vê o mundo: imagens, caminhos e reflexões. Dissertação de mestrado, unicamp Campinas, SP SOUZA, Paulo Nathanael Pereira de. e SILVA, Eurides Brito da. Como entender e aplicar a nova LDB: lei n. 9394/96. - São Paulo: Pioneira, TEIXEIRA, Carmen de Miranda Ieks. Educação não-formal: uma análise das práticas educacionais voltadas para estudantes em situação de risco de uma instituição pública (Projeto Sol Paulínia Morumbi). Trabalho de conclusão de curso, Unicamp Campinas, SP TOLSTÓI, L.N. Obras Pedagógicas. tradução de J. M. Milhazes Pinto. - Moscovo: Edições Progresso,1988. TRILLA, Jaume. La educación fuera de la escuela: ámbitos no formales y educación social. -Barcelona: Editorial Ariel,1996. UHLE, Águeda Bernadete. A filantropia na educação. in Educação & Sociedade: revista quadrimestral de Ciência da Educação/Centro de Estudos de Educação e Sociedade (CEDES), n.42. Campinas, SP: Papirus, 1993.

15 15 Vídeo-documentário O Abecedário de Gilles Deleuze. VIEIRA, Evaldo. A política e as bases do direito educacional. in Cadernos Cedes, n.55. Campinas, SP.2001.

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Ação Educativa em Espaços não Escolares Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo)

Leia mais

A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL E A QUESTÃO SOCIAL Valéria Aroeira Garcia

A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL E A QUESTÃO SOCIAL Valéria Aroeira Garcia A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL E A QUESTÃO SOCIAL Valéria Aroeira Garcia RESUMO - Esta discussão faz parte de uma pesquisa de doutorado que busca compreender o campo conceitual da educação não-formal/educação social.

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL: CAMPO DE/EM FORMAÇÃO

EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL: CAMPO DE/EM FORMAÇÃO EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL: CAMPO DE/EM FORMAÇÃO FERNANDES, Renata Sieiro Pedagoga, mestre e doutora em Educação pela Faculdade de Educação UNICAMP, pesquisadora do Centro de Memória UNICAMP rsieirof@hotmail.com

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção

Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Educação Física Escolar: análise do cotidiano pedagógico e possibilidades de intervenção Silvia Christina Madrid Finck E-mail: scmfinck@ uol.com.br Resumo: Este artigo refere-se ao projeto de pesquisa

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

PEDAGOGIA HOSPITALAR: as politícas públicas que norteiam à implementação das classes hospitalares.

PEDAGOGIA HOSPITALAR: as politícas públicas que norteiam à implementação das classes hospitalares. PEDAGOGIA HOSPITALAR: as politícas públicas que norteiam à implementação das classes hospitalares. Marianna Salgado Cavalcante de Vasconcelos mary_mscv16@hotmail.com Jadiel Djone Alves da Silva jadieldjone@hotmail.com

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Jocelma Tossin Martins (UNICENTRO), Rosângela Bujokas de Siqueira (Orientadora), e-mail: janja.bujokas@uol.com.br

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO PALAVRAS-CHAVE: Análise, Educação, Inclusão. Lucas Lameira Martins RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-2 DISCIPLINA: Gestão Democrática da Escola JP0015 PROFESSOR: Ms. Claudemir Madeira I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1

Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Mídia e Tecnologia: experiência do jornal escolar no Projeto Mais Educação na Escola Marechal Rondon em Santa Maria/RS 1 Janilce Silva Praseres 2 Sandra Antonina Barrozo de Oliveira 3 Universidade Federal

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO?

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO? PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO? Daniella Brito de Oliveira Cotrim¹, Luciana Maria Pereira Rocha², Viviane Silva Santos Malheiros³, Kalyanne Pereira de Oliveira 4 1 Discente do curso de

Leia mais

A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba

A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba A música como elemento facilitador no processo de inclusão social: um olhar sobre os projetos socioculturais de Piracicaba Andréia Miranda de Moraes Nascimento, UNIMEP, chicobororo@gmail.com Mariana de

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Educação de Jovens e Adultos Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) Abordagens

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS DOMINGUEZ RODRIGUES CHAVES, C. (1) Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza. USP - Universidade de

Leia mais

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador FORMAÇÃO CONTINUADA: UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO SISMÉDIO NA ESCOLA PROFESSOR JOSÉ SOARES DE CARVALHO- GUARABIRA-PB Gyslâynne Mary dos Santos Hermenegildo Rodrigues EEEFM Professor José Soares de Carvalho

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Carla Juscélia de Oliveira Souza Departamento de Geociências, Curso de Geografia, Universidade Federal

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR Resumo FRANZÃO, Thiago Albieri UEPG/GEPEA thiagofranzao@hotmail.com RAMOS, Cinthia Borges de UEPG/GEPEA cinthiaramos88@yahoo.com.br

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DE JAGUARÃO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DE JAGUARÃO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DE JAGUARÃO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: Pesquisa em Educação PROFESSOR: Ms. Everton Fêrrêr de Oliveira I IDENTIFICAÇÃO 1. Universidade

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051

UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051 UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE Av. Castelo Branco, 170 -CEP 88.509-900 - Lages - SC - Cx. P. 525 - Fone (0XX49) 251-1022 Fax 251-1051 EDITAL N.º 149/2005 Publica o sorteio dos ítens das ementas disciplinas

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES A AÇÃO-REFLEXÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PINTO 1,SIMONE P; VIANNA 2,DEISE M. 1 Programa de Pós Graduação em Ensino de Biociências e Saúde. Instituto Oswaldo Cruz. 2 Instituto de Física. Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO Thiago Tavares Borchardt Universidade Federal de Pelotas thiago tb@hotmail.com Márcia Souza da Fonseca Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

EXTENSÃO DE ESPANHOL: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS, DA CIDADE DOS MENINOS

EXTENSÃO DE ESPANHOL: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS, DA CIDADE DOS MENINOS 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXTENSÃO DE

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Simone de Sousa Barbosa e Silva

Simone de Sousa Barbosa e Silva PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR PAAE (SEE/MG): POLÍTICA PÚBLICA EDUCACIONAL ATINENTE AOS DIREITOS SOCIAIS E ESTRATIFICAÇÃO DO WELLFARE STATE, A SERVIÇO DA LUTA POR JUSTIÇA SOCIAL, OU MERA

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL Lisandra Marisa Príncepe Faculdade Sumaré lisandra.marisa@sumare.edu.br Juliana Diamente Faculdade Sumaré juliana.diamente@sumare.edu.br RESUMO: Neste texto, discutem-se

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias Relato de experiência de um agente social sobre suas atividades com as comunidades do município de Santa Maria- RS, através do

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád

GICO. ciência de governar. Ele prevê e dád 1. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GICO 1.1 É a própria pria organização do trabalho pedagógico gico escolar como um todo, em suas especificidades, níveis n e modalidades. 1.2 É Político por que diz respeito

Leia mais

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 SOUZA, Murilo M. O. 2 ; COSTA, Auristela A. 2 ; SANT ANNA, Thiago S. 3 ; SILVA, Fábio

Leia mais

OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO

OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO GLEIDIS ROBERTA GUERRA (CEMEI CLEBERSON DA SILVA - PMM), DEIGLES GIACOMELLI

Leia mais

EXPLORANDO A CONSTRUÇÃO DE MACROS NO GEOGEBRA

EXPLORANDO A CONSTRUÇÃO DE MACROS NO GEOGEBRA EXPLORANDO A CONSTRUÇÃO DE MACROS NO GEOGEBRA Valdeni Soliani Franco Universidade Estadual de Maringá vsfranco@uem.br Karla Aparecida Lovis Universidade Estadual de Maringá vsfranco@uem.br Resumo: Em geral,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular:

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Química Componente Curricular: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Área:

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1

Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 FALA PEDAGOGIA Algumas contribuições para a construção do projeto político pedagógico na escola 1 Daniela Erani Monteiro Will O Projeto Político Pedagógico (PPP), há alguns anos, está na pauta de discussões

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP

As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP As tecnologias digitais da informação e comunicação na formação inicial de professores: uma análise dos cursos de Pedagogia da UNESP Prof a. Dr a. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música

Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música Educação musical em João Pessoa: espaços, concepções e práticas de ensino e aprendizagem da música Luis Ricardo Silva Queiroz (Coordenador) luisrsq@uol.com.br Marciano da Silva Soares gclaft@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...452 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS...454 RESUMOS DE PROJETOS...456

RESUMOS SIMPLES...452 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS...454 RESUMOS DE PROJETOS...456 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 451 RESUMOS SIMPLES...452 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS...454 RESUMOS DE PROJETOS...456 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais