Arquivos afetivos e registro de uma memória do esquecimento: O Caso Para-SarMaria Manuela Alves Maia 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Arquivos afetivos e registro de uma memória do esquecimento: O Caso Para-SarMaria Manuela Alves Maia 1"

Transcrição

1 Arquivos afetivos e registro de uma memória do esquecimento: O Caso Para-SarMaria Manuela Alves Maia 1 Introdução: Nossa pesquisa sobre o Caso Para-Sar (Unidade de resgate e salvamento da Aeronáutica) demonstrou que a documentação existente é, quase, restrita a fontes secundárias 2. Este estudo demonstra o caminho percorrido através da documentação oficial, tão criteriosamente resguardada nas instituições militares, pode não ser sempre o mesmo e a documentação pode aguardar o pesquisador em arquivos existentes em âmbito privado, mesmo que estes documentos sejam considerados oficiais, sigilosos ou secretos. Apesar da preocupação de esconder, de destruir ou de criar regulamentos com objetivo de impedir que o pesquisador tenha acesso aos arquivos, nesta pesquisa, entre outros, utilizamos o campo afetivo. Percebeu-se que as ações realizadas no momento do ocorrido foram pouco cuidadosas no sentido da preocupação que viessem ou não a público e, amiúde, deixaram vestígios. Do contato humano que mantivemos com nossos entrevistados resultou, pela dimensão documental que embasa a versão do Capitão Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, em imensa riqueza de conteúdo e acabou modificando alguns aspectos da pesquisa. Essa constatação nos direcionou à tentativa de compreender a concepção de mundo daqueles militares da Esquadrilha e, em especial, o ethos que orientou o Capitão para a ação corajosa em sentido contrário à hierarquia militar. 1 Reflexão Sobre métodos e fontes. Entre inúmeros episódios ocorridos durante os últimos governos militares, em 1968 acontece o conhecido Caso Para-Sar. Este envolveu especialmente o então Capitãoaviador Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, que teria reagido às ordens do Brigadeiro 1 Doutora em Ciências Sociais (Antropologia); prof. da Mackenzie Rio de Janeiro e da UNICARIOCA. 2 Pesquisa de pós doutoramento com o título de O caso Para-Sar entre a memória e a história: usos políticos do passado realizado no PPGH - Programa de Pós-Graduação em História, CCH Centro de Ciências Humanas e Sociais - UNIRIO Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

2 João Paulo Burnier, seu superior imediato. O PARA-SAR (unidade especializada em Gasômetro e a represa de Ribeirão das Lajes, no Rio de Janeiro. O objetivo seria atribuir culpa aos terroristas por essas ações 3. O Capitão Sérgio denunciou publicamente e embora a Aeronáutica viesse a público desmentir a denúncia, alguns oficiais e quase a totalidade de praças que faziam parte da esquadrilha confirmaram. O caso repercutiu nas Forças Armadas e na sociedade em geral obrigando a Aeronaultica a abrir um inquérito sobre o caso. Todavia, sendo um caso permaneceu envolvido por uma aura de mistério, dúvida e caiu no esquecimento. Seria verdade? Quem teria razão? O capitão ou o Brigadeiro? Sabemos que assuntos controversos próprios de temas sobre períodos delicados da história, como aqueles governados por regimes militares autoritários e ditatoriais, em si mesmos, sugerem possíveis dificuldades de pesquisa. Principalmente quanto à questão dos documentos. Todavia, no desenrolar do estudo, compreendemos que esses obstáculos deviam ser tratados dentro de uma proposta relacional, a qual entende que os conflitos fazem parte de contradições entre forças que se colocam a cada momento na história, na dinâmica das relações sociais e na luta pela hegemonia. Envolvem uma série de elementos, com objetivo de estruturar e reproduzir essas mesmas relações. Entre eles consideramos as articulações e arranjos que o próprio pesquisador desenvolve ao longo de seu trabalho. Nesse sentido, parece fundamental compreender como Bourdieu (1983) 4 a idéia de campo de poder, para estabelecer essas correlações de domínio entre os diferentes campos(1988:p 38-45)5 de poder da sociedade. Cada um com as respectivas forças políticas e culturais. Como diz o autor, a escolha metodológica (...) consiste em privilegiar as relações, antes que os elementos objetivos e daí: 3 SOARES mostrou que O perigo comunista foi uma das principais razões explicativas do golpe para todos os autores militares. In: SOARES, Gláucio A. Dillon. A Democracia Interrompida. Rio de Janeiro: FGV, P Bourdieu, P. Trabalhos e Projetos. In Ortiz, R. (org) Pierre Bourdieu: Sociologia. São Paulo: Ática, p Bourdieu entende por campo as relações que se formam entre grupos que detém determinado tipo de poder. Idem, p.

3 deduzir as leis de funcionamento desses diferentes campos, os objetivos específicos que eles propõem, os princípios da divisão segundo os quais se organizam, as forças, as estratégias dos diferentes campos que se opõem; tudo isso sem esquecer que, por maior que seja sua autonomia relativa, cada um deve suas propriedades mais fundamentais à posição que ocupa dentro do campo de poder. (Bourdieu, 1988: p 38-45) Dessa forma, apesar do consenso de que a as formas de poder da ditadura civil-militar no Brasil, configuram uma estrutura de dominação autoritária, fica claro que nem a opressão direta pode ser considerada a única forma de domínio, como também este não se constituiu em um único sentido. A análise das relações que foram construídas a partir desse sistema mostra subcampos que envolvem e atravessam tanto a sociedade civil quanto da sociedade militar contrastando divergências ideológicas. Ou seja, a questão não foi estabelecida apenas pelo embate entre duas forças específicas e opostas pertencentes ao par civil/militar ou algoz/vítima. As problemáticas foram produzidas por relações muito mais complexas compostas por diferentes interesses seja no meio militar, seja no civil ou ainda, complementando e interligando os dois. Logo, as nuanças da opressão e da violência apresentam e representam inúmeros lados, construindo diferentes tipos de violência direta ou simbólica 6, capazes de criar mecanismos de produção e reprodução dessas mesmas relações e, em conseqüência, no Caso, a desagregação e ruptura do pacto social. Ecorreremos a fontes secundárias e nos apoiamos, principalmente, em documentos criados através da metodologia da História Oral e da documentação disponível em termos de fontes secundárias como revistas e jornais, entrevistas e material áudio visual. Sobre o acontecimento temos informação oficial de que os documentos do Para-Sar 6 Entendemos violência simbólica a partir da forma usada por Burdieu,P. Ver A Economia das trocas simbólicas ou A Reprodução.BURDIEU e PASSERON, J. C. A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino.rio de Janeiro:Francisco Alves, 1975.

4 estariam no incêndio que destruiu vários documentos da Aeronáutica (Jornal do Brasil, 21/06/2000) 7. Os arquivos do CISA, hoje sob a custódia da COREG Coordenadoria do Arquivo Nacional de Brasília, mas ainda não totalmente disponibilizados para pesquisa, poderiam esclarecer de que maneira o episódio foi registrado pela Aeronáutica, caso não tenham sofrido expurgo por parte de seus acumuladores e dos demais personagens envolvidos. Desses limites retiramos nossa questão básica para a escrita da história sobre assuntos delicados como o que estudamos. Ou seja, a maior questão são os documentos. Nesse sentido percebemos a importância de analisar o problema de fontes. Mesmo em termos das fontes orais disponíveis, nem sempre correspondem à escolha dos depoentes em arquivos existentes em âmbito privado, mesmo que estes documentos sejam considerados oficiais e classificados como sigilosos ou secretos. Então partimos para a busca de arquivos informais Apesar das instituições militares se preocuparem em esconder, de destruir ou mesmo de criar regulamentos com objetivo de impedir que o pesquisador tenha acesso aos arquivos, existe, entre outros, o campo afetivo. Percebe-se que as ações realizadas no momento do ocorrido são pouco cuidadosas no sentido da preocupação que venham ou não a público e, amiúde, deixam vestígios. O que confirma a tese popular de que: Não existe crime perfeito. 7 Entretanto, fomos informados de documentos que ainda não estão disponibilizados. Por outro lado, também sabemos por informante militar (que deseja manter-se no anonimato) e que pesquisou nos arquivos da biblioteca da UNIFA (Universidade de Força Aérea) que não existe nenhum documento que relembre o caso e nem mesmo consta o registro de entrada de Sérgio Miranda Ribeiro de Carvalho nos quadros da Aeronáutica.

5 Portanto, dentro dos limites do acesso à documentação oficial, questão já abordada, o caminho inicial da pesquisa fez-se por vias da afetividade, do conhecimento e da confiança 8 criada através da construção de uma rede de relacionamentos iniciada em 1989, data que conhecemos o Capitão Sérgio. Sem essa rede, os problemas para encontrar as fontes utilizadas seriam mais intensos. Esse fato, aparentemente simples e óbvio para alguns, pode ser muito estranho em outras formações culturais onde as leis são feitas para serem cumpridas. A lógica é que se existem leis que obrigam a abertura dos arquivos, por que recorrer à confiança e fazer dela um elemento estratégico para obter um direito formal? A respeito da questão da Abertura dos Arquivos referente ao período em estudo. Fico (2010) lembra que é imensa a documentação existente sobre a ditadura no Brasil como o acervo do SNI (Serviço Nacional de Informações), do Conselho de Segurança Nacional, do CIE (Centro de Informações do Exército), do CENIMAR (Centro de Informações da Marinha) e do CISA (Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica). Este autor denuncia que os acervos não foram transferidos, apesar do José Dirceu e a Dilma Roussef terem determinado que fossem transferidos. Então, temos ainda essas contradições, assim como temos em relação aos documentos que estão em Brasília, no SNI e no Conselho de Segurança Nacional. Ainda segundo estudos desse autor, as razões da não liberação da documentação, devem ser encontradas na própria lei brasileira, a qual restringe por cem anos o acesso aos documentos em função do segredo de Justiça e do direito a privacidade O sargento Francisco Manoel Pereira Costa Filho, na primeira vez que o encontramos, nos confiou seu álbum de fotografias e explicou esse comportamento não habitual: se você era amiga do Sérgio, se você vai falar do Para-Sar, então eu confio. O Sérgio merece! 9 A esse respeito FICO diz: A consulta é possível com a autorização da pessoa. Aliás, curiosamente, o Arquivo Nacional, quando uma vítima vai lá e pega o seu próprio dossiê, propõe que a pessoa deixe uma autorização para que os historiadores também o consultem. Mas o curioso é que ninguém deixa! É raríssimo, apenas uns 5% deixam que os historiadores consultem. No Brasil, nos Estados Unidos os documentos secretos são liberados paulatinamente dependendo do grau de sigilo. Eles não têm exatamente uma classificação igual a nossa, mas em alguns pontos ela é semelhante. Para termos uma idéia, aqui os documentos reservados ficam retidos por cinco anos, os confidenciais por 10 e os secretos por 30 anos.

6 Uma bibliografia, específica sobre o Caso Para-Sar, praticamente inexiste. Temos alguns artigos na internet, a maioria sem rigor acadêmico, o capítulo da obra de Zuenir Ventura, 1968: O ano que não terminou e, o mais, são fontes secundárias como jornais e revistas. Entretanto, sobre o período, contamos com um conjunto de estudos profundos e de alta qualidade. Entre outras, foram fundamentais as obras de Fico (2008), Dreiffus (1986/1987) e Silva (2003) e para o estudo histórico da formação das forças armadas no Brasil contamos com a obra de Nelson Werneck Sodré (1976). Para organização do material etnográfico e aplicação de conceitos foi significativa a obra de Barros, Luitgarde (2008). Além dessa da dificuldade documental, também tínhamos em mente o fato de que a sociedade, de um modo geral evita falar sobre o período e parece preferir esquecer. Nessa perspectiva buscamos desenvolver a pesquisa, através da rede de confiança construída a partir da amizade do Capitão Sérgio. Portanto, iniciamos a pesquisa através de um número de telefone dado pelo próprio Capitão Sérgio, registrado em uma antiga agenda. Os nossos primeiros passos, bastante frustrados, aconteceram ainda no inicio do ano Naquele período, fizemos contato com os dois filhos homens do capitão Sérgio (Sérgio e Vinícius) e ouvimos o conselho para desistirmos porque o Caso, ainda marcava a FAB, e poderia haver contestações e nos trazer problemas. Naquele momento, fomos impelidos a reconhecer que teríamos dificuldades. Nesta segunda tentativa, como na primeira vez, foi o filho mais velho que atendeu. Novamente, de modo muito gentil e educado desculpou-se dizendo que não desejava se manifestar a respeito do assunto. De acordo com suas palavras a família já havia superado o Caso Para-Sar. Entretanto, creio que devido ao meu desapontamento e um tanto pela insistência, ao final da ligação, lembrou que sua irmã talvez quisesse colaborar. Apesar da decepção por não conseguir a adesão do Sérgio ao nosso projeto, essa lembrança nos encheu de novas esperanças. A irmã tinha um posicionamento diferente em relação ao Caso. Contatamos Maria Christina Thedim Miranda de

7 Carvalho 10, imediatamente, a qual ratificando as afirmações do irmão, frisou o fato de que, ao contrário dos demais membros da família, sempre teve o interesse em manter viva a memória sobre o caso Para-Sar: a história do seu pai, a sua história. Inteiramente receptiva, declarou que colaboraria em tudo que fosse preciso. Falou-nos sobre o seu desejo de escrever sobre o Caso e a pesquisa documental seria um passo importante. Acordamos que nos ajudaríamos reciprocamente, afinal nosso objetivo era bem semelhante. Após esse primeiro contato, mantivemos uma série de comunicações por onde esclarecemos nossos pontos de vista em relação a questões específicas sobre a pesquisa. Na ocasião remetemos-lhe, também, um artigo inicial escrito para o Congresso da Associação dos pesquisadores de História (ANPHU) Um ano após o inicio da pesquisa, tínhamos em mãos vasto material etnográfico e percebemos que a documentação reunida, extraída das boas relações, do contato humano que mantivemos com nossos entrevistados, além de relevante, era de imensa riqueza de conteúdo e acabou modificando alguns aspectos da pesquisa. Principalmente devido à dimensão documental que embasa a versão do Capitão Sérgio, fato que direcionou a pesquisa à tentativa de compreender a concepção de mundo daqueles militares e, em especial, o ethos que orientou o Capitão para sua ação corajosa diante de toda uma estrutura corporativa militar. Assim, a dedicação e amabilidade de nossos entrevistados nos possibilitou juntarmos cópias de documentos oficiais, recortes de jornais e diverso material audio-visual. Portanto, a importância de Maria Christina para a penetração no universo sigiloso do Para-Sar. Funcionando como uma informante totalmente inserida naquela realidade nos auxiliou na interpretação desse acontecimento, fato fundamental para chegarmos aos objetivos propostos. Referências Bibliográficas 10 Maria Christina foi fundamental para os resultados desta pesquisa. Sua colaboração se deu em diferentes frentes desde a doação de documentação, leitura do texto, estímulo nos momentos certos. e, o mais importante, a amizade que surgiu espontaneamente.

8 BARROS, Luitgarde. O. Cavalcanti. Juazeiro do Padre Cícero: A terra da Mãe de Deus. 2ª ed. Fortaleza: IMEPH, BOURDIEU, P. Trabalhos e Projetos. In: Ortiz, R. (org) Pierre Bourdieu: Sociologia. São Paulo: Ática, p e PASSERON, J. C. A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro:Francisco Alves, DREIFUSS, René Armand. 1964: A conquista do Estado: Ação política, poder e golpe de Estado. Petrópolis/RJ: Vozes, (4ª ed.) 814 p. René Armand. Sociedade Política armada ou Força Armada Societária. In: RIZZO, Eliézer. As forças armadas no Brasil. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de A. Neves. (Orgs) O tempo da ditadura: regime militar e movimentos sociais do século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira p. FICO, Carlos. O Grande Irmão da operação brother sam aos anos de chumbo: Os governos dos Estados Unidos e a Ditadura Militar Brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. Trad. de Laura Fraga Almeida. São Paulo: Loyola, p. (Leituras filosóficas, 1) GASPARI. Elio. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, MAIA, Maria Manuela Alves. O caso Para-Sar: memórias divididas. In: THIESEN, Icléia (org.). Imagens da clausura na Ditadura Militar de 1964: informação, memória e história. Rio de Janeiro: 7Letras, p REIS FILHO, Daniel Aarão. Um passado imprevisível: a construção da memória da esquerda nos anos 60. In: Versões e ficções: o seqüestro da história, p São Paulo: Fundação Perseu Abramo, REIS FILHO, Daniel Aarão; MORAES, P. 1968: a paixão de uma utopia. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, SOARES, Gláucio A. Dillon; D ARAÚJO, Maria Celina; CASTRO, Celso. Visões do Golpe: memória militar sobre Rio de Janeiro: Relumé-Dumará, SODRÉ, Nelson Werneck. Formação Histórica do Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, (8ª ed.) 280p.

9

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II

HISTÓRIA DO BRASIL CONTEMPORÂNEO II Pág. 1 Caracterização Curso: LICENCIATURA EM HISTÓRIA Ano/Semestre letivo: 01/1 Período/Série: 6 Turno: ( ) Matutino ( X ) Vespertino ( ) Noturno Carga horária semanal: 3h (4 aulas) Carga horária total:

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

Os Direitos Humanos no debate parlamentar da Câmara dos Deputados nos anos da ditadura militar (1964-1985)

Os Direitos Humanos no debate parlamentar da Câmara dos Deputados nos anos da ditadura militar (1964-1985) RÓBINSON TAVARES DE ARAÚJO Os Direitos Humanos no debate parlamentar da Câmara dos Deputados nos anos da ditadura militar (1964-1985) Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor,

Leia mais

PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. História da Administração Pública no Brasil APRESENTAÇÃO

PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. História da Administração Pública no Brasil APRESENTAÇÃO PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL Disciplina: História da Administração Pública no Brasil Professor(es): Wallace Moraes Período: 2013/2 Horário: 3 e 5 feiras,

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1

MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1 MODERNIZAÇÃO E CULTURA POLÍTICA NOS CICLOS DE ESTUDOS DA ADESG EM SANTA CATARINA (1970-75) Michel Goulart da Silva 1 INTRODUÇÃO Este projeto tem como problema de pesquisa a relação entre os ciclos de estudos

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 79 Memória Institucional - Documentação 17 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 Capacitação em Educação em Direitos Humanos FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 1 FUNDAMENTOS HISTÓRICO-FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Direitos Humanos: sua origem e natureza

Leia mais

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 http://noticias.terra.com.br/brasil/golpe-comecou-invisivel-diz-sobrinho-de-substitutode-jango,bc0747a8bf005410vgnvcm4000009bcceb0arcrd.html acesso em 31-03-2014

Leia mais

INTRODUÇÃO À HISTÓRIA. Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG

INTRODUÇÃO À HISTÓRIA. Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG INTRODUÇÃO À HISTÓRIA Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG Perguntas iniciais O que a História estuda? Como podemos defini-la? Como é possível sabermos o que aconteceu

Leia mais

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula

PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA. CRÉDITOS: 04 (T-04 P-0 ) Cada Crédito corresponde a 15h/ aula UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IH

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular LICENCIATURA EM HISTÓRIA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

NOTAS SOBRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL NO BRASIL (Um clássico da Sociologia da Educação entre nós)

NOTAS SOBRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL NO BRASIL (Um clássico da Sociologia da Educação entre nós) NOTAS SOBRE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL NO BRASIL (Um clássico da Sociologia da Educação entre nós) Zaia Brandão 1 Conheço Luiz Antonio Cunha desde a década de 1960, quando fomos contemporâneos no

Leia mais

COLEÇÃO: Segredos dos Testes Psicológicos

COLEÇÃO: Segredos dos Testes Psicológicos COLEÇÃO: Segredos dos Testes Psicológicos NESSE VOLUME: Teste de Desenhos (pessoa pessoa na chuva família árvore e casa Versão 1 Agosto de 2003 livre reprodução e distribuição S U M Á R I O 1 CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico

Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico Roteiro para se fazer uma boa pesquisa e elaborar um trabalho acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar as informações, antes é preciso

Leia mais

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA.

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. Autora: Mestra Rosicleide Henrique da Silva Universidade Federal de Campina

Leia mais

DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES

DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES Werena de Oliveira Barbosa Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras FAFIC werena19@hotmail.com Juliana

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela *

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * Este artigo traz indagações referentes a uma pesquisa mais

Leia mais

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas.

Palavras-chave: PIBID; Ditadura civil-militar; História Oral; memória; entrevistas. A DITADURA LÁ EM CASA : APRENDENDO HISTÓRIA A PARTIR DE ENTREVISTAS Heloisa Pires Fazion Rebecca Carolline Moraes da Silva (PIBID/História/UEL) Resumo: A ditadura militar tornou-se um fato marcante na

Leia mais

Quem são os inimigos? Imagens e memórias através dos cartazes, panfletos e jornais confiscados pela Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do

Quem são os inimigos? Imagens e memórias através dos cartazes, panfletos e jornais confiscados pela Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do Espírito Santo (DOPS/ES). 1 Pedro Ernesto Fagundes 2 Quem são os inimigos? Imagens e memórias através dos cartazes, panfletos e jornais confiscados pela Delegacia de Ordem Política e Social do Estado do

Leia mais

A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES

A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES André B. Pasti AGB-Campinas pasti@cotuca.unicamp.br INTRODUÇÃO No atual período da globalização

Leia mais

O EXERCÍCIO DE ESTUDO E PESQUISA EM PROCESSOS CRIMINAIS: O CRIME DA FAZENDA CANOAS

O EXERCÍCIO DE ESTUDO E PESQUISA EM PROCESSOS CRIMINAIS: O CRIME DA FAZENDA CANOAS O EXERCÍCIO DE ESTUDO E PESQUISA EM PROCESSOS CRIMINAIS: O CRIME DA FAZENDA CANOAS João Olímpio Soares dos Reis. Mestre em Ciências da Educação pelo Instituto Pedagógico Enrique José Varona Havana/Cuba.

Leia mais

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES Introdução Vilma Fernandes Neves Maria Auxiliadora Cavazotti Patrícia Andréia Fonseca de Carvalho Pitta Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES

OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES OS DIREITOS HUMANOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES Gisllayne Rufino Souza* UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo de Cidadania e Direitos

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS APLICADAS ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS B CONSTRUA COM CARINHO SUA REDE PESSOAL Guilherme Demo Limeira SP 2006 2 GUILHERME DEMO CONSTRUA COM CARINHO A SUA REDE PESSOAL Projeto

Leia mais

Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário

Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário Edital de Produção Audiovisual Escola de Ciências Sociais FGV/CPDOC Núcleo de Audiovisual e Documentário O Núcleo de Audiovisual e Documentário do CPDOC convida alunos inscritos regularmente em cursos

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

Portanto, a conjuntura pós-1970 foi marcada pelo protagonismo de entidades e pessoas que

Portanto, a conjuntura pós-1970 foi marcada pelo protagonismo de entidades e pessoas que Os vigilantes da ordem: a cooperação DEOPS/SP e SNI e a suspeição aos movimentos pela anistia (1975-1983). Pâmela de Almeida Resende 1 Mestrado em História Social pela Universidade Estadual de Campinas

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

A CRÍTICA AO ATO DE SUPERIOR E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A CRÍTICA AO ATO DE SUPERIOR E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO MILITAR DIREITO PENAL MILITAR PARTE ESPECIAL MARCELO VITUZZO PERCIANI A CRÍTICA AO ATO DE SUPERIOR E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO Marcelo Vituzzo Perciani

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Palácio do Planalto, 12 de março de 2003 Minha cara ministra Emília Fernandes, Minha cara companheira Benedita da

Leia mais

A INCIVILIDADE EM SALA DE AULA

A INCIVILIDADE EM SALA DE AULA A INCIVILIDADE EM SALA DE AULA Claudiane Lorini claudianelorini@hotmail.com Silvana Rodrigues da Silva madonalongati@hotmail.com Tânia Marli Peçanha de Brito taniam.brito@hotmail.com RESUMO: O ambiente

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA NACIONAL VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER Fevereiro/2009 2 Mulheres conhecem a Lei Maria da Penha, mas têm medo de denunciar os agressores O destaque da terceira

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

BALANÇO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA: A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO FERRAMENTA DE PESQUISA ACADÊMICA

BALANÇO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA: A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO FERRAMENTA DE PESQUISA ACADÊMICA MILHOMEM, André Luiz Borges; GENTIL, Heloisa Salles; AYRES, Sandra Regina Braz. Balanço de Produção Científica: A utilização das TICs como ferramenta de pesquisa acadêmica. SemiEdu2010 - ISSN:1518-4846

Leia mais

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO Juliana Ponqueli Contó (PIBIC/Fundação Araucária - UENP), Jean Carlos Moreno (Orientador),

Leia mais

ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA (CIVIL) MILITAR

ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA (CIVIL) MILITAR CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X ABERTURA DOS ARQUIVOS DA DITADURA (CIVIL) MILITAR Cesar

Leia mais

Palavras-chave: Medicalização da educação, Fracasso escolar e Problemas de Aprendizagem.

Palavras-chave: Medicalização da educação, Fracasso escolar e Problemas de Aprendizagem. A MEDICALIZAÇÃO DO FRACASSO ESCOLAR EM ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE VITÓRIA-ES Elizabete Bassani UFES Mirela Santos Bleidão UFES Resumo Esta pesquisa documental teve como objetivo

Leia mais

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES

Leia mais

O Papel da Mulher na Gestão Pública

O Papel da Mulher na Gestão Pública O Papel da Mulher na Gestão Pública A linha divisória entre o mundo particular da família onde ficavam as mulheres, e o mundo público do trabalho e sucesso profissional, onde estavam os homens, está cada

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949.

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. Palavras-chave: Anápolis, árabe, desenvolvimento, comércio. LUPPI, Sheila Cristina Alves de Lima 1 POLONIAL, Juscelino Martins

Leia mais

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR

GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR 1 GESTOR COMUNITÁRIO DA EDUCAÇÃO: UMA FIGURA PARA FORTALECER O CARÁTER DEMOCRÁTICO DO CONSELHO ESCOLAR Renata Pierini Ramos Orientador: Prof. Dr. Celso Luiz Aparecido Conti Mestrado em Educação Linha de

Leia mais

Trilha IV Internet e Direitos Humanos

Trilha IV Internet e Direitos Humanos Trilha IV Internet e Direitos Humanos Temas e Posicionamentos Exposições das(os) Painelistas Posicionamentos Cláudio Machado (APAI-CRVS Programa Africano p/ Fortalecimento Registro Civil, terceiro setor)

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu

A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Ano III Número 08 OUT-DEZ ISSN: 2178-2008 A Necessidade da Vigilância Epistemológica em Pierre Bordieu Gustavo Javier Castro Silva 1 Para Pierre Bourdieu, a sociologia tem uma vocação para criticar todos

Leia mais

Educação, Deficiência e Cidadania (*)

Educação, Deficiência e Cidadania (*) SEM REVISÃO Educação, Deficiência e Cidadania (*) Luiz Antonio Miguel Ferreira Promotor de Justiça SP 1. As Constituições do Brasil e o deficiente Segundo dados da ONU, cerca de 10% da população é constituída

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula OFICINA SEMIPRESENCIAL O(S) USO(S) DE DOCUMENTO(S) DE ARQUIVO NA SALA DE AULA ALUNA: Alcinéia Emmerick de Almeida / Núcleo de Ação Educativa - APESP SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula TEMA:

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Nome dos autores: Gislaine Biddio Rangel¹; Ana Beatriz Araujo Velasques². 1 Aluna do Curso

Leia mais

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do CEFOR como parte das exigências do curso de Especialização em

Leia mais

A seguir, serão abordadas as idades dos documentos, no que se refere a bibliografias indicadas para concursos públicos.

A seguir, serão abordadas as idades dos documentos, no que se refere a bibliografias indicadas para concursos públicos. Idade dos arquivos Fabrício Mariano A classificação das idades dos arquivos varia de autor para autor, pois cada uma tem origem em um país diferente ou é influenciada em maior ou menor grau por uma cultura

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO

2. CAIXA DE FERRAMENTAS - CHEGANDO A REDAÇÃO SUMÁRIO INTRODUÇÃO 15 Para que serve este Livro 17 Como usar este livro 1. PARA ENTENDER A PROFISSÃO 23 O que é preciso para ter sucesso na profissão 23 TALENTO - Como saber se você tem 24 CONHECIMENTO-Como

Leia mais

Resenha Resenha Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 8, n. 11, p. 133-135, jun. 2002 131

Resenha Resenha Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 8, n. 11, p. 133-135, jun. 2002 131 Resenha 131 132 LÉVY, André. Ciências clínicas e organizações sociais. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 224p. Lançado por ocasião do VIII Colóquio Internacional de Psicossociologia e Sociologia Clínica,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Ciência Política Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos PPGEST Título da Disciplina:

Leia mais

PROGRAMA DE ENSINO IV. AS FUNDAÇÕES DO PENSAMENTO POLÍTICO, SOCIAL E ECONÔMICO BRASILEIRO.

PROGRAMA DE ENSINO IV. AS FUNDAÇÕES DO PENSAMENTO POLÍTICO, SOCIAL E ECONÔMICO BRASILEIRO. CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS CCHL MESTRADO DE CIÊNCIA POLÍTICA DISCIPLINA: FORMAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA DO BRASIL PROFESSOR: CLEBER DE DEUS CONSULTAS: A COMBINAR COM O PROFESSOR PERÍODO: 2008.1 E-mail:

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O investidor-anjo e acadêmico Antonio Botelho discute as barreiras ao empreendedorismo e à inovação colaborativa no Brasil, e as formas de

Leia mais

BEHAVIORISMO NO PARANÁ EM TEMPOS DE DITADURA MILITAR: O CASO DA UEL

BEHAVIORISMO NO PARANÁ EM TEMPOS DE DITADURA MILITAR: O CASO DA UEL BEHAVIORISMO NO PARANÁ EM TEMPOS DE DITADURA MILITAR: O CASO DA UEL Marcelo Mazzotti Bono Belascusa (PIBIC/CNPq/FA/UEM), Carlos Lopes Eduardo (Orientador), e-mail: caedlopes@gmail.com, Carolina Laurenti

Leia mais

Comunicacoes ~ Modernidade, Instituicoes e Historiografia Religiosa no Brasil ~

Comunicacoes ~ Modernidade, Instituicoes e Historiografia Religiosa no Brasil ~ Comunicacoes ~ Modernidade, Instituicoes e Historiografia Religiosa no Brasil ~ O COMPORTAMENTO DAS CEB S NO MARANHÃO NO PERÍODO DE DITADURA MILITAR Camila da Silva Portela Graduanda em História pela UFMA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DANNIELE VARELLA RIOS DEBORAH DONATO DE SOUZA FELIPE PENIDO PORTELA PÂMELLA ÀGATA TÚLIO ESCOLA INGLESA CURITIBA 2009 DANNIELE

Leia mais

Define claramente o tema, o seu objectivo e os aspectos a desenvolver. De seguida deves ser capaz de levantar questões sobre o que pretendes

Define claramente o tema, o seu objectivo e os aspectos a desenvolver. De seguida deves ser capaz de levantar questões sobre o que pretendes Como fazes os teus trabalhos escritos? Há dois métodos para fazer trabalhos 1-Vais à Net copias a informação, colas num novo documento, imprimes e já está! 2-Pesquisas informação em fontes diversas, retiras

Leia mais

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato.

Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Os interesses da ação cooperada e não cooperada na economia do artesanato. Luciany Fusco Sereno** Introdução O trabalho tem por objetivo apresentar um estudo de caso realizado na cidade de Barreirinhas-MA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 1. EMENTA Visão epistemológica do conhecimento científico. Ciência e método: positivismo, fenomenologia, dialética. Limites da ciência. Ciência e ética. Tipos de pesquisa e sua relação com os objetos de

Leia mais

Puzzle de Investigação

Puzzle de Investigação Atividades: Puzzle de Investigação Nivel de ensino: 9º, 10º, 11º e 12º Duração: 30 min de preparação + 30 minutos de atividade Objetivos: Figura 1- Esquema acerca do processo de investigação Compreender

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola *

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Dorotéia Baduy Pires** O que seria de uma orquestra, se cada músico tocasse o que quisesse? Se não houvesse disciplina?

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo:

Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo: Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo: A família patriarcal no Brasil e seus desdobramentos. 2 Habilidade: Reconhecer que a ideologia patriarcal influenciou a configuração

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE SOBRE A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA NO NAVCV. Cultura Política em Perspectiva

CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE SOBRE A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA NO NAVCV. Cultura Política em Perspectiva CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE SOBRE A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA NO NAVCV Cultura Política em Perspectiva Maria Raquel Lino de Freitas Dezembro de 2006 UMA BREVE COLOCAÇÃO DO PROBLEMA Sociedade Civil Estado

Leia mais

Índice. 1. Introdução... 2 2. Portal de Periódicos CAPES... 2 3. Vídeo Digital da RNP... 5 4. Vídeo Aula RNP... 7 5. File Sender RNP...

Índice. 1. Introdução... 2 2. Portal de Periódicos CAPES... 2 3. Vídeo Digital da RNP... 5 4. Vídeo Aula RNP... 7 5. File Sender RNP... Autores: Adelcival de Sousa Cunha / Endy de Almeida Costa / João Marcelo Rondina / Rildo Delpino Data de criação do documento: 14/10/2015 Última atualização: 20/10/2015 Índice 1. Introdução... 2 2. Portal

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

LEVANTAMENTO DE FONTES PARA O DICIONÁRIO BRASILEIRO DA GUERRA DO PARAGUAI

LEVANTAMENTO DE FONTES PARA O DICIONÁRIO BRASILEIRO DA GUERRA DO PARAGUAI LEVANTAMENTO DE FONTES PARA O DICIONÁRIO BRASILEIRO DA GUERRA DO PARAGUAI Thasley Westanyslau Alves Pereira 1 ; Marcelo Santos Rodrigues 2. 1 Aluno do Curso de História; Campus de Porto Nacional; e-mail:thasley_uft@hotmail.com

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

CONCEITO DE DIREITO: DEFINIÇÕES E DIFERENÇAS ENTRE DIREITO, DIREITO PÚBLICO E PRIVADO, DIREITO OBJETIVO E SUBJETIVO E DIREITO POSITIVO

CONCEITO DE DIREITO: DEFINIÇÕES E DIFERENÇAS ENTRE DIREITO, DIREITO PÚBLICO E PRIVADO, DIREITO OBJETIVO E SUBJETIVO E DIREITO POSITIVO CONCEITO DE DIREITO: DEFINIÇÕES E DIFERENÇAS ENTRE DIREITO, DIREITO PÚBLICO E PRIVADO, DIREITO OBJETIVO E SUBJETIVO E DIREITO POSITIVO João Alex Ribeiro Paulo Roberto Bao dos Reis Severino Gouveia Duarte

Leia mais

Ditadura e democracia: entre memórias e história

Ditadura e democracia: entre memórias e história e-issn 2175-1803 Ditadura e democracia: entre memórias e história REIS FILHO, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014. Autores:

Leia mais

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e Michelle Cartolano de Castro Ribeiro. Catolicismo e Espiritismo: potenciais de pesquisa a partir do Fundo José Pedro Miranda (Centro Universitário Barão de Mauá pós-graduando) O espaço de estudo usado

Leia mais

Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências ISSN: 1415-2150 ensaio@fae.ufmg.br Universidade Federal de Minas Gerais Brasil

Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências ISSN: 1415-2150 ensaio@fae.ufmg.br Universidade Federal de Minas Gerais Brasil Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências ISSN: 1415-2150 ensaio@fae.ufmg.br Universidade Federal de Minas Gerais Brasil Soares, José Francisco; Júdice, Renato A AUTO-EXCLUSÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS PÚBLICAS

Leia mais

Mitos e verdades sobre franquias. Fonte: Associação Bras. de Franchising e Guia Oficial de Franquias

Mitos e verdades sobre franquias. Fonte: Associação Bras. de Franchising e Guia Oficial de Franquias Mitos e verdades sobre franquias Fonte: Associação Bras. de Franchising e Guia Oficial de Franquias Bem informado, o futuro franqueado terá maiores possibilidades de fazer um bom negócio Administrar uma

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais