Avaliação do estado nutricional de crianças abrigadas no Serviço Assistencial Médico Alimentar

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1 1 Título do artigo: Avaliação do estado nutricional de crianças abrigadas no Serviço Assistencial Médico Alimentar (SAMA) no município de Bragança Paulista, São Paulo. Título em inglês: Evaluating of children nutritional status living in Medical Care Food Service (SAMA) in Bragança Paulista, Sao Paulo, Brazil. Autores: Rute Faria Piza 1, Rosa André de Carvalho 1, Pérola Ribeiro 2 1 Aluna de graduação do curso de Nutrição pela Universidade São Francisco, Bragança Paulista, SP, Brasil. 2 Doutora em Ciência pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Professora doutora assistente do curso de Nutrição da Universidade São Francisco (USF), SP, Brasil. Autor correspondente: Pérola Ribeiro Av. São Francisco de Assis, 218 Jd. São José CEP: Bragança Paulista/SP Telefone: (011) ou Instituição: Universidade São Francisco (USF) Av. São Francisco de Assis, 218 Jd. São José CEP: Bragança Paulista/SP Telefone: (011)

2 2 Declaração de conflito de interesse: Nada a declarar. Fonte financiadora do projeto: Não teve financiamento. Número total de palavras: Texto: 2630 Resumo: 238 Abstract: 242 Tabelas: 2 Gráficos: 2 Referências: 547

3 3 RESUMO Objetivo: Avaliar o estado nutricional de crianças abrigadas no Serviço Assistencial Médico Alimentar (SAMA) do Município de Bragança Paulista, SP. Métodos: Estudo transversal com aferição de medidas antropométricas (peso e estatura). A população estudada foi composta por 26 crianças, divididas em duas faixas etárias: 7 a 9 anos e 10 a 12 anos. A população de referência para comparação do grupo estudado foi a da Organização Mundial da Saúde (OMS). Resultados: Para a faixa etária de 7 a 9 anos, 100% (9 9) das meninas apresentavam eutrofia segundo os índices P/E, P/I, E/I. Entre os meninos, na mesma faixa etária, 85,7% (6 7) foram classificados como eutróficos, segundo os índices E I e P I. Cem por cento deles eram eutróficos segundo o P E. Entretanto, 14,3% (1 7) dos meninos apresentava desnutrição, segundo o indicador E I. Quatorze por cento (1 7) dos meninos de 7 a 9 anos apresentavam baixo peso para a idade, segundo o indicador P I. Para a faixa etária de 10 a 12 anos, 80% (4 5) das meninas e 100% (5 5) dos meninos foram classificadas como eutróficos pelo IMC, entretanto 20% (1 5) das meninas apresentaram obesidade ( 2z escore). Conclusões: Embora as condições sócio-econômicas e as relações familiares das crianças abrigadas no SAMA sejam desfavoráveis e a instituição mantenha-se, exclusivamente, através de doações, os cuidados médicos, alimentares e higiênicos dispensados às crianças são de excelente qualidade, o que contribuiu para o estado nutricional adequado das mesmas. Palavras-chave: criança institucionalizada, antropometria, estado nutricional, avaliação nutricional.

4 4 ABSTRACT Objective: To evaluate the nutritional status of children sheltered in Medical Care Food Service (SAMA) in Bragança Paulista, SP. Methods: Cross-sectional study with measurement of anthropometric (weight and height). Twenty six children, separated up in 7 to 9 years and 10 to 12 years were assessed. The children s weight-for-age (WAZ), height-for-age (HAZ), weight-for-height (WHZ) and body mass index (BMI) were assessed in relation to the World Health Organization (WHO) growth charts were considered as standards for comparison purposes. Results: One hundred percent (9/9) of the girls from 7 to 9 years were eutrophics according to the WHZ, WAZ, HAZ. Among the boys, in the same age group, 85.7% (6/7) were classified as normal weight, according to indexes HAZ and WAZ. One hundred percent of them were eutrophics according to the WAZ. Meanwhile, 14.3% (1/7) of the boys had malnutrition, according to the HAZ index. Fourteen percent (1/7) of the boys from 7 to 9 years had low weight for age, according to the indicator WAZ. For the age group of 10 to 12 years, 80% (4/5) of the girls and 100% (5/5) of the boys were classified as normal weight by BMI, however 20% (1/5) of the girls were overweight. Conclusion: Although the socio-economic conditions and family relationships children are bad and SAMA remains, exclusively through donations, medical care, food and hygiene given to children are of excellent quality, which contributed to the adequate nutritional status of them. Keywords: child institutionalized, anthropometry, nutritional status, nutrition assessment.

5 5 INTRODUÇÃO O menor abandonado está nas ruas por questões sociais, políticas e econômicas. Várias famílias chegam à miséria material e emocional, desencadeando, muitas vezes, um processo de violência doméstica que aniquila o seu maior objetivo: cuidar de seus integrantes (1). As crianças abandonadas buscam, nas instituições, alimento e segurança e se utilizam dos meios disponíveis para atingir seus objetivos, como por exemplo, mostrarem-se conformadas (2). Os primeiros laços entre a instituição e a criança acontecem por meio dos cuidados com a saúde física e mental, aumentando a auto-estima e possibilitando o início do trabalho de reinserção na sociedade (3). Somente em 1978, quando foi instituído o Ano Internacional da Criança, o Brasil iniciou um trabalho de pesquisa centrado no ser humano de pouca idade, com a criação de diversas associações cujo objetivo comum era a defesa dos direitos da criança, culminando com a elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em 1990 (4), através da Lei n de 13 de julho de 1990 e da Lei n de 12 de outubro de Desde a criação do ECA, as instituições de atendimento, que tinham uma conotação assistencialista ou de recuperação dos menores infratores, estão em processo de transformação (3). Sendo assim, seus funcionários devem trabalhar pela garantia de todas as condições que permitam o desenvolvimento adequado dos abrigados (5). Porém, mesmo com todos os cuidados de saúde, alimentação e higiene ocorrem atrasos na fala e locomoção, além de dificuldades afetivas (5). A avaliação do estado nutricional é uma das melhores ferramentas para se estudar um indivíduo e averiguar se o seu desenvolvimento está dentro dos padrões esperados, ou se foi afetado por condições sociais desfavoráveis ou doenças (6). Por meio de acompanhamento, com repetidas coletas de medidas antropométricas como peso e estatura, é possível planejar, executar e avaliar qualquer ação de saúde em uma população (7). Inúmeros estudos têm sido realizados com a finalidade de avaliar o estado nutricional de crianças na faixa etária de 7 a 12 anos, em vários estados do Brasil e tipos de instituição. Contudo, não são encontradas, na literatura, pesquisas do estado nutricional para crianças em abrigos, motivo pelo qual escolheu-se avaliar o estado nutricional das crianças abrigadas no Serviço Assistencial Médico Alimentar (SAMA) do município de Bragança Paulista (SP).

6 6 MÉTODOS DELINEAMENTO DO ESTUDO Realizou-se um estudo transversal com crianças na faixa etária dos sete aos doze anos, abrigadas no SAMA, situado na cidade de Bragança Paulista (SP). O município de Bragança Paulista, localizado na região Bragantina, a 94Km do centro da capital do Estado de São Paulo, é parte integrante do Planalto Atlântico (Serra da Mantiqueira), fronteira com o estado de Minas Gerais. A sua posição geográfica é privilegiada, pois fica no meio do triângulo formado pelo Vale do Paraíba, a cidade de São Paulo e Campinas/Jundiaí. Situada no coração da região mais desenvolvida do país, Bragança Paulista rapidamente firmou-se como um promissor centro industrial. Em 29 de novembro de 1984, Bragança foi reconhecida como sede de região do Governo do Estado de São Paulo, a qual é composta por 13 cidades vizinhas que formam hoje a Região Bragantina. Segundos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao ano de 2004, sua população é de habitantes, seu Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) (8) é classificado como alto (0,820) e o coeficiente de mortalidade infantil é de 14,8/1.000 nascidos vivos, dados semelhantes aos da região metropolitana (15,3/1.000) e do estado (15,0/1.000) de São Paulo. O SAMA funciona em Bragança Paulista desde 1969, e, atualmente, tem sua sede no bairro Jardim Santa Lúcia, zona norte da cidade. Obtém recursos, principalmente, graças a doações e ao trabalho abnegado de alguns voluntários. Recebe subvenção anual da Prefeitura e abriga cerca de 30 crianças de 7 a 12 anos. As crianças dedicam boa parte de seu tempo aos estudos e no tempo livre restante dividem-se entre a realização de tarefas escolares, atividades recreativas e de lazer, incluindo serviços artesanais. Todas as crianças de 7 a 12 anos de idade abrigadas no SAMA foram avaliadas quanto ao seu estado nutricional. Na avaliação das condições antropométricas utilizou-se os seguintes parâmetros: a) Peso: obtido em balança mecânica, marca Welmy, com capacidade para 150 quilos, com divisão de 100 gramas. A criança era pesada utilizando roupas leves, sem calçados, com as costas no indicador de medida. Essa aferição foi realizada somente uma vez.

7 7 b) Estatura: obtida com régua de metal que é fixa na balança, posicionada no ponto mais alto da cabeça, com postura ereta, pés juntos, olhando para o horizonte. Essa aferição foi realizada duas vezes consecutivas para o cálculo posterior de uma média aritmética. Todas as medidas de peso e estatura foram realizadas pelas autoras desse estudo, devidamente treinadas quanto à padronização das técnicas de aferição desses parâmetros. A partir dos dados de sexo, peso e estatura, calculou-se, através do software EPIINFO versão (9), os índices de peso para estatura (P/E), peso para idade (P/I), estatura para idade (E/I) e Índice de Massa Corpórea (IMC) expressos como escore-z em relação aos valores da tabela de referência da Organização Mundial da Saúde (10). O cálculo do IMC, expresso em Kg/m², foi realizado a partir dos dados de peso e estatura, utilizando-se a equação 1: Índice de Massa Corpórea (IMC) = Peso (em Kg)/Altura² (em metros) (1) O questionário utilizado durante a entrevista tinha como objetivo obter informações referentes à criança, para caracterização de sua condição sócio-econômica. As informações sociais foram fornecidas pela funcionária responsável pelo SAMA. A análise estatística foi realizada utilizando-se o software SigmaStat for Windows versão 3.5 (11). O teste de Mann-Whitney foi utilizado para comparar os resultados por faixas etárias (7 9 anos e anos), segundo o sexo. Em todos os testes aplicados fixou-se o nível de significância em 0,05 ou 5% (p 0,05), assinalando-se, com asterisco, os valores estatisticamente significantes. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade São Francisco (protocolo CAAE: ). A responsável pelo SAMA foi informada de todos os objetivos e procedimentos do estudo e assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) permitindo a realização do estudo na instituição e autorizando a participação das crianças na pesquisa.

8 8 RESULTADOS A Tabela 1 apresenta a caracterização das crianças de 7 a 9 anos de idade, atendidas no SAMA, segundo o sexo. Os resultados são apresentados em mediana e percentis (P 25 P 75 ). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os sexos. A Tabela 2 apresenta a caracterização das crianças de 10 a 12 anos de idade, atendidas no SAMA, segundo o sexo. Os resultados são apresentados em mediana e percentis (P 25 P 75 ). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os sexos. Para a faixa etária de 7 a 9 anos, 100% (9 9) das meninas apresentavam eutrofia segundo os índices P/E, P/I, E/I. Entre os meninos, na mesma faixa etária, 85,7% (6 7) foram classificados como eutróficos, segundo os índices E I e P I. Cem por cento deles eram eutróficos segundo o P E. Entretanto, 14,3% (1 7) dos meninos apresentavam desnutrição, segundo o indicador E I. Quatorze por cento (1 7) dos meninos de 7 a 9 anos apresentavam baixo peso para a idade, segundo o indicador P I. Para a faixa etária de 10 a 12 anos, 80% (4 5) das meninas e 100% (5 5) dos meninos foram classificadas como eutróficos pelo IMC, entretanto 20% (1 5) das meninas apresentaram obesidade ( 2z escore), segundo a Organização Mundial da Saúde (2008)

9 9 Tabela 1 Caracterização das crianças de 7 a 9 anos de idade, atendidas no SAMA, segundo o sexo. Sexo Variáveis Masculino Feminino Análise Estatística (n=7) (n=9) Teste Mann-Whitney Peso (Kg) P 25 P 75 Estatura (m) P 25 P 75 Estado Nutricional Peso/Estatura (escore z) P 25 P 75 Peso/Idade (escore z) P 25 P 75 Estatura/Idade (escore z) 27,1 23,2 28,1 1,3 1,2 1,3 0,17-1,04 0,48-0,36-1,39 0,55-0,63 P 25 P 75-1,12 0,08 23,1 21,4 29,9 1,2 1,2 1,3 0,20-0,86 0,73-0,14-1,37 0,13-0,56-1,12-0,22 p=0,751 p= 0,633 p=0,672 p=1,000 p=1,000 Motivo do ingresso Período de avaliação 1 3 p=1,000 Destituição em andamento 3 4 Destituição de pátrio poder 3 2 Data do ingresso p=1,

10 10 Tabela 2 Caracterização das crianças de 10 a 12 anos de idade, atendidas no SAMA, segundo o sexo. Sexo Variáveis Feminino Masculino Análise Estatística (n=5) (n=5) Teste Mann-Whitney Peso (Kg) 37,8 33,2 p=0,548 P 25 P 75 34,0 57,6 28,5 40,5 Estatura (m) 1,5 1,4 p= 0,421 P 25 P 75 1,4 1,6 1,4 1,5 Estado Nutricional IMC (Kg m 2 ) 20,1 16,9 p=0,421 P 25 P 75 16,8 23,1 16,4 18,5 IMC (escore z) 0,77-0,33 p=0,421 P 25 P 75-0,50 1,40-0,54 0,57 Motivo do ingresso Período de avaliação 3 1 Destituição em andamento 0 1 p=1,000 Destituição de pátrio poder 2 3 Data do ingresso p=1,

11 11 DISCUSSÃO Este é um dos primeiros estudos para avaliação nutricional em crianças que vivem em abrigos com destituição do pátrio poder em andamento, período de avaliação ou até mesmo, já destituídas. Ao se realizar pesquisa bibliográfica nas bases de dados Scielo, PubMed e Lilacs, com as palavras-chave criança institucionalizada, estado nutricional, avaliação nutricional, child institutionalized, nutritional status e nutrition assessment não se encontrou artigos referentes a esse tema. Crianças institucionalizadas têm algumas características específicas. ALEXANDRE & VIEIRA (5), ao estudarem a relação de apego entre 14 crianças institucionalizadas, de ambos os sexos, com idades entre 3 e 9 anos, que vivem em situação de abrigo, através da técnica de observação do sujeito focal, observaram que mesmo recebendo cuidados alimentares, higiênicos e médicos, a criança caminha tardiamente, demora a falar e tem dificuldade para estabelecer ligações significativas. Além disso, os irmãos mais velhos demonstraram-se responsivos às solicitações de afeto e cuidado em relação aos irmãos mais novos, a brincadeira social mostrou ser uma situação favorável ao estabelecimento das interações afetivas. A criança no abrigo está privada de ter uma família, onde existem intimidade e cumplicidade. Esse tipo de relacionamento, comum no núcleo familiar, é impossível no abrigo, devido à desproporção entre crianças e adultos, e o eventual afeto recebido dos funcionários tem que ser dividido entre as crianças. Os autores concluíram que na falta de um adulto significativo, crianças em situação de abrigo acabam formando relações de apego umas com as outras e que a rede de apoio social representa um importante aspecto na resiliência destas crianças. A privação de laços afetivos durante a infância interfere no desenvolvimento saudável. Em nosso estudo, através da técnica de observação do sujeito focal, também, observou que os irmãos mais velhos desempenhavam funções de cuidadores dos irmãos mais novos, auxiliando-os, principalmente, durante as refeições. Embora estivessem cumprindo ordens delegadas pelos monitores, o faziam com paciência e carinho, exercendo um papel característico dos pais. As crianças abrigadas no SAMA têm horários regulares para a alimentação, e durante o período em que se encontram no refeitório aguardando que os monitores façam o porcionamento dos alimentos, permanecem sentadas esperando que sua refeição seja servida. Durante essa atividade, observou-se muita disciplina entre as crianças. O esquema alimentar montado é fracionado em cinco

12 12 refeições (desjejum, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia). O acesso à cozinha não é permitido, o que, provavelmente, impede o comportamento alimentar compulsivo, contribuindo para o estado de eutrofia das crianças avaliado pelos índices P I, P E, E I e IMC. Entretanto, não proporciona o ambiente familiar de cumplicidade e intimidade, assim como, também, observaram ALEXANDRE & VIEIRA (5). A avaliação do estado nutricional é uma das melhores ferramentas para estudar um indivíduo e averiguar se o seu desenvolvimento está dentro dos padrões esperados, ou se foi afetado por condições sociais desfavoráveis ou doenças (6). Os resultados da avaliação do estado nutricional das crianças abrigadas no SAMA não foram os esperados no início do estudo, visto que, segundo ALEXANDRE & VIEIRA (5), crianças abrigadas estão em condições sócio-econômicas e afetivas desfavoráveis, o que nos levou a deduzir que as crianças de nosso estudo teriam grande probabilidade de apresentar quadro de desnutrição. No entanto, as crianças estavam dentro dos padrões de eutrofia, segundo os índices avaliados, de acordo com a idade. Para a faixa etária de 7 a 9 anos, 100% (9 9) das meninas apresentavam eutrofia segundo os índices P/E, P/I, E/I. Entre os meninos, na mesma faixa etária, 85,7% (6 7) foram classificados como eutróficos, segundo os índices E I e P I. Cem por cento deles eram eutróficos segundo o P E. Entretanto, 14,3% (1 7) dos meninos apresentava desnutrição, segundo o indicador E I. Quatorze por cento (1 7) dos meninos de 7 a 9 anos apresentavam baixo peso para a idade, segundo o indicador P I. Para a faixa etária de 10 a 12 anos, 80% (4 5) das meninas e 100% (5 5) dos meninos foram classificadas como eutróficos pelo IMC, entretanto 20% (1 5) das meninas apresentaram obesidade ( 2z escore), segundo a Organização Mundial da Saúde (2008). Neves et al. (7) ao estudarem 793 escolares da primeira série da rede pública estadual em Belém (PA), no ano de 2001, observaram 88% de crianças eutróficas, segundo o índice P E. Cem por cento das crianças abrigadas no SAMA apresentaram pelo índice P E, independentemente do sexo, eutrofia. Entretanto, 20% das meninas na faixa etária de 10 a 12 anos apresentaram obesidade, quando avaliada pelo IMC. Esse dado foi superior ao encontrado por Neves et al. (7), o qual observou somente 4,4% de crianças obesas, independentemente de sexo e faixa etária. Quanto à relação entre sexo e baixa

13 13 estatura, observamos predomínio no sexo masculino, assim como, também, observado por Neves et al. (7). Garcia et al. (12) ao avaliarem o estado nutricional e o consumo alimentar de 153 adolescentes dos sexos masculino e feminino, com idades média de 11,9 anos, de baixo nível sócio-econômico, matriculados em um Centro de Juventude da cidade de São Paulo, identificaram que 78,4% dos adolescentes eram eutróficos e 2% apresentavam baixo peso. Toral et al. (13) ao avaliarem o consumo alimentar e a prevalência de excesso de peso entre adolescentes maiores de 10 anos em 11 escolas públicas em Piracicaba (SP), encontraram 4,4% de baixo peso e 1,8% de déficit de estatura para a idade. Embora a literatura relate baixas porcentagens de déficit de estatura para a idade, nosso estudo revelou que 14,3% (1 7) dos meninos de 7 a 9 anos apresentavam-se com déficit pelo índice E I. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) (14) de relata que cerca de 10% dos adolescentes brasileiros apresentam déficits de estatura para a idade, nossos resultados para essa faixa etária não encontrou deficiência por esse indicador. Déficits de estatura para idade revelam retardo do crescimento linear da criança e indicam, portanto, desnutrição de longa duração, seja decorrente de deficiência de energia, seja decorrente de deficiência de macro ou micronutrientes. O déficit de crescimento tem seu início, principalmente, durante o segundo semestre de vida, em decorrência da introdução da alimentação de transição (15). Segundo BROWN & BÉGIN (16), o déficit estatural, em países em desenvolvimento, é devido à disponibilidade insuficiente de alimentos no domicílio para garantir que quantidades suficientes de nutrientes sejam fornecidas às crianças, o que pode ser comprovado pela baixa ingestão de energia pelas crianças destes países. Além disso, a qualidade total da dieta pode ser um dos determinantes mais importante do crescimento, até mais do que, simplesmente, a quantidade de energia consumida, pelo menos, nos domicílios onde a disponibilidade de alimentos não limita a quantidade de alimentos fornecidos à criança. Embora não se tenha quantificado o consumo alimentar das crianças abrigadas no SAMA, observou-se que há presença de leite no café-da-manhã, lanche da tarde e ceia, frutas, uma vez ao dia,

14 14 carnes no almoço e jantar e verduras e legumes nas duas refeições principais (almoço e jantar), sendo sempre uma preparação crua (na forma de salada) e outra cozida. O guia alimentar para a população brasileira (17) recomenda que se ingira, diariamente, 3 porções de leite e derivados, 3 porções de frutas, 1 porção de carnes, peixes ou ovos e 3 porções de verduras e legumes. Constatou-se que somente a ingestão de frutas, segundo as propostas do guia alimentar para população brasileira (17), estava abaixo do recomendado, fato que ocorre em função desses alimentos serem provenientes de doações, as quais nem sempre são suficientes para suprir a demanda da instituição. Por outro lado, como o SAMA possui uma horta em suas dependências, verduras e legumes são produzidos de acordo com a necessidade de abastecimento. Embora as condições sócio-econômicas e as relações familiares das crianças abrigadas no SAMA sejam desfavoráveis e a instituição mantenha-se, exclusivamente, através de doações, os cuidados médicos, alimentares e higiênicos dispensados às crianças são de excelente qualidade, o que contribuiu para o estado nutricional adequado das mesmas. O núcleo familiar é a instituição mais adequada para o crescimento, desenvolvimento e garantia da saúde de qualquer criança, entretanto, quando a criança encontra-se institucionalizada deve-se incentivar e valorizar todas as iniciativas das instituições assistenciais para garantir uma boa qualidade de vida para esses menores.

15 15 AGRADECIMENTOS Os autores agradecem ao Serviço Assistencial Médico Alimentar pelo apoio e disponibilidade.

16 16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Santana, J. P., Doninelli T. M., Frosi R. V., Koller S. H. Os adolescentes em situação de rua e as instituições de atendimento: utilizações e reconhecimento de objetivos. Psicol. Reflex. Crit., Abr a, vol.18, n.1, p Hutz C. S., & Koller S. H. Questões sobre o desenvolvimento de crianças em situação de rua. Estudos de Psicologia (Natal), Jan./Jun. 1997, vol.2, n. 1, p Santana J. P., Doninelli T. M., Frosi R. V., Koller S. H. É fácil tirar a criança da rua, o difícil é tirar a rua da criança. Psicol. estud., Ago b, vol.10, no.2, p Siqueira A. C., Dell aglio D.D.. O impacto da institucionalização na infância e na adolescência: uma revisão de literatura. Psicologia e Sociedade, Jan./Abr. 2006, vol. 18, no.1, p Alexandre D. T., Vieira M. L. Relação de apego entre crianças institucionalizadas que vivem em situação de abrigo. Psicologia em Estudo, Maringá, Mai./Ago. 2004, v. 9, n. 2, p Mello E. D. O que significa a avaliação do estado nutricional. Jornal de Pediatria,2002, v. 78 n.5 p Neves O. M. D., Brasil A. L. D., Brasil L. M. B. F., Taddei J. A. A. C. Antropometria de escolares ao ingresso no ensino fundamental na cidade de Belém, Pará. Rev. Bras. Saúde Mat. Inf., Jan./Mar. 2006, v. 6 n. 1 p United Nations Organization. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Desenvolvimento humano e IDH, 2008.[ citado em Março 11,2008] Disponível em <URL: 9. Dean, A.G.; Dean, J.A.; Burton, A.H.; Dicker, R.C. Epiinfo: a world processing database and statistics program for public health [programa de computador]. Versão for Windows. Geórgia. Center for Disease Control & Prevention, World Health Organization (WHO), WHO expert committee on physical status: the use and interpretation of anthr opometrv phvsical status. Geneva: WHO [ serial on line] (WHO Technical Report Series v.854) [cited 2008 oct 28]. Available from URL <http:www.whqlibdoc.who.int trs WHO TRS 854.pdf>

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