Jaguar Insurance Consultoria Regularização de Construção Civil ISS Auto de Conclusão SRFB - INSS Confiança, Qualidade e Pontualidade em seus Negócios

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1 Jaguar Insurance Consultoria Regularização de Construção Civil ISS Auto de Conclusão SRFB - INSS Confiança, Qualidade e Pontualidade em seus Negócios O Que Você Precisa Saber Para Regularizar Sua Obra Rua do Oratório, No , Conjunto Edifício San Francisco Work Center Mooca SP CEP Tel.: (11)

2 Prefeitura do Município de São Paulo ISS A Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura de São Paulo atualizou a consolidação da legislação tributaria municipal, incorporando as alterações legislativas aprovadas pela Câmara dos Vereadores, publicadas até 29 de dezembro de 2.006, aprovada pelo Decreto No , de 1º. De junho de (Diário Oficial de 02/06/07), com alterações na Lei /2.008 pelo Decreto No , de 05 de Outubro de 2.011, atualizadas pela IN SF/SUREM No. 3 de 21 de Maio de Capitulo I Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza Seção I Fato Gerador e Incidência Art. 125 O importo sobre Serviço de Qualquer Natureza ISS tem como fato gerador a prestação de serviço constante em lista, ainda que não constitua a atividade preponderante do prestador (Art. 1º. Da Lei No , de 24/12/2.003) com alteração da Lei / Seção II Local da Prestação e Contribuinte Art. 127 O serviço considera-se prestado e o Imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicilio do prestador, exceto nas seguintes hipóteses, quando o Imposto será devido no local da Obra em se tratando de Construção Civil (Art. 3º. Da Lei No , de 24/12/03) Dec. No /2.011: I Das edificações em geral. Seção III Responsabilidade Tributária Art. 131 Por ocasião da prestação de cada serviço deverá ser emitida Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal-Fatura de Serviço (NFFS-e), ou outro documento exigido pela Administração, cuja utilização esteja prevista em regulamento ou autorizada por regime especial (Art. 6º. da Lei No , de 24/12/03, com a redação da Lei No , de 29/12/05). Parágrafo 1º. O prestador do serviço é responsável pelo Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza ISS, e deve recolher o seu montante, quando o mesmo é obrigado à emissão de Nota Fiscal de Serviço (NFS-e) ou Nota Fiscal-Fatura de Serviço (NFFS-e). 2

3 a) Quando o prestador de serviço for estabelecido fora do Município de São Paulo e o serviço tiver sido prestado a partir de 1º. de Setembro de 2.011, só será aceita, para fins de comprovação das deduções de mão de obra de terceiros, a NFS-e do Tomador/Intermediário de Serviços NFTS com a comprovação do recolhimento do ISS. (Decreto No Art. 11 parágrafo 3º. de 05 de Outubro de 2.011). b) Para as empresas enquadradas no Simples Nacional, só será deduzido o valor dos serviços prestados constantes na NFS-e ou NFFS-e mediante a apresentação da DAS quitada com o extrato do Simples Nacional de acordo com a lei Complementar Federal No. 123 de 14 de Dezembro de Parágrafo 2º. O responsável de que trata o parágrafo 1º., ao efetuar o pagamento do Imposto, deverá fornecer comprovante ao tomador de serviço. Seção IV Tabela de Códigos de Serviços Mais Usados Na Construção Civil Portaria 14/2.004 Lei No de 24/12/03 Art. 1º. 7.2 Código Grupo 1 Construção Civil 7.02 Execução por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, elétrica ou outras obras semelhantes, e respectivos serviços auxiliares ou complementares, inclusive terraplenagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos que se agreguem ao imóvel (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviço fora do local da prestação dos serviços que fica sujeito ao ICMS). A alíquota é de 5%, a base de calculo é o preço do serviço, sua incidência é mensal a data de seu vencimento é todo dia 10 do mês seguinte ao de incidência, livros fiscais exigidos 53 e 57, documento fiscal NFFS. Código Grupo 1 Construção Civil 7.02 Serviço tomados de execução por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, elétrica ou outras obras semelhantes, e respectivos serviços auxiliares ou complementares, inclusive terraplenagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos que se agreguem ao imóvel (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviço fora do local da 3

4 prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS). A alíquota é de 5%, a base de calculo é o preço do serviço, sua incidência é mensal a data de seu vencimento é todo dia 10 do mês seguinte ao de incidência, livro fiscal exigido 56, documento fiscal NFFS. Código Grupo 1 Construção Civil 7.02 Serviço tomados de execução de demolição. A alíquota é de 5%, a base de calculo é o preço do serviço, sua incidência é mensal a data de seu vencimento é todo dia 10 do mês seguinte ao de incidência, livro fiscal exigido 56, documento fiscal NFFS. Outros códigos aceitos no Processo de dedução: 1015, 1031, 1058, 1090, 1104, 1112, 9539, 9547, 9555, 9580 e Grupo 1 Construção Civil: 7.02, 7.04, 7.05 e Seção V Dos Critérios e Valores Para Enquadramento Os valores para efeito de calculo e enquadramento são publicados no DOM no ultimo dia do mês, por meio de portaria. As regras de correção necessariamente podem não ser aplicadas em todos os meses, podendo permanecer por um período superior sem reajustes, e ser alterada a qualquer tempo, desde que, por meio de estudos econômicos de mercado a Secretaria Municipal de Finanças da Prefeitura de São Paulo achar necessário. Seção VI Dos Documentos Exigidos Para Enquadramento I Xérox simples do alvará de aprovação e apostilamentos se houver; II Xérox simples do jogo de plantas aprovada; III Xérox simples do IPTU; IV Se pessoa jurídica, cartão do CNPJ, se pessoa física, RG e CPF; V Originais das faturas de serviço e originais dos DAMSP apropriados e com autenticação de pagamento ou extrato da PMSP que comprove guia quitada; 4

5 VI Se houve mão de obra própria, originais das GPSs, GFIPs e REs, quitadas e matricula da obra na SRFB-INSS (CEI); VII Não se esquecer de informar se houve demolição, a área, e se a mesma já foi licenciada na PMSP; VIII Informar a existência de piscinas, quadras poliesportivas e terraços descobertos com suas respectivas áreas em metros quadrados (Art. 69); IX Preencher a DTCO (Declaração Tributária de Conclusão de Obra) por meio de aplicativo no endereço eletrônico: Nota importante: As empresas que prestam serviços para Construção Civil, quando do pagamento do ISS sobre as NFS-e ou NFFS-e, devem usar guia eletrônica, sendo uma DAMSP para cada fatura, facilitando o controle da empresa construtora e simplificando quando da aferição pelo departamento fiscal, tornando assim muito mais ágil o processo de deduções, fato este que não ocorre quando o critério adotado é elaborado em função do código de serviços. Lembrando também que deve constar na fatura, alem dos dados do tomador e prestador, mencionarem sempre no histórico serviço prestado de mão de obra na construção civil em sua obra, sito, à Rua (endereço da obra) e sua respectiva matricula CEI na SRFB-INSS. As faturas de serviço que não constam o endereço da obra são glosadas pela auditoria fiscal. O procedimento acima tem como objetivo de se lançar em anexo próprio todas as faturas do mesmo prestador, sendo que, se o recolhimento englobar várias faturas de vários empreiteiros, tornar-se-á quase impossível à relação DAMSP/Fatura de Serviço. Nota: Em caso de NFS-e ou NFFS-e, o recolhimento sempre deverá ser feito em Guia eletrônica e não em DAMSP escritural, isto fará com que não apareça esta receita nos cofres públicos, ficando assim o prestador inadimplente junto a PMSP podendo o mesmo ser fiscalizado. Seção VI Da decadência O direito de a PMSP apurar e constituir seus créditos extingue-se após 5 (cinco) anos, contados a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o credito poderia ter sido constituído. 5

6 Nota: As informações acima se referem à Prefeitura do Município de São Paulo. Cada Município tem seus próprios critérios e alíquotas diferenciadas para arrecadação de seus tributos. 6

7 Secretaria da Receita Federal do Brasil INSS A instrução normativa IN RFB No. 971 de 13/11/09 - DOU de 17/11/09, consolida as INs anteriores, vem estabelecer as normas e os procedimentos da linha de Arrecadação aplicáveis à atividade de construção civil de responsabilidade de pessoas jurídicas e de pessoas físicas. Seção I Tipos de contratos I Contrato de Empreitada - o contrato celebrado entre o proprietário, o incorporador, o dono da obra ou o condomínio e uma empresa, para execução de obra de construção civil, podendo ser: a) Total, quando celebrado exclusivamente com empresa construtora que assume a responsabilidade direta pela execução de todos os serviços necessários a realização da obra, compreendidos em todos os projetos a ela inerentes, com ou sem fornecimento de material; b) Parcial, quando celebrado com empresa prestadora de serviços na área de construção civil, para execução de parte da obra, com ou sem fornecimento de material. Seção II Da Matricula de Obra de Construção Civil I CEI (Cadastro Específico do INSS) é a matricula da obra de construção civil perante a SRFB-INSS, de acordo com as informações e os documentos apresentados por seu responsável. Art. 3º. São responsáveis pela matricula da obra de construção civil: a) O proprietário; b) O dono da obra; c) O incorporador; d) A empresa construtora, quando contratada para execução de obra por empreitada total, observado o disposto no parágrafo 2º. do Art. 2º.; Parágrafo 2º. Tratando-se de contrato por empreitada total, serão informados, no ato da matricula, o valor total do contrato e se esse valor inclui mão de obra e material, sendo que a empresa responsável pela matricula deverá comunicar ao INSS qualquer alteração contratual. 7

8 Art. 7º. A matricula será única, quando se referir à edificação precedida de demolição, desde que a demolição e a edificação sejam de responsabilidade da mesma empresa. Art. 8º. Para cada obra de construção civil no mesmo endereço, será emitida nova matricula não se admitindo a reutilização da anterior, exceto se a obra não tiver sido regularizada junto a SRFB-INSS. Parágrafo 1º. Será efetuada uma única matricula CEI para a obra que envolver, concomitantemente, obra nova, reforma, demolição e acréscimo, ou dois ou mais destes, constantes do mesmo projeto. Seção III Índice Usado Para Calculo e Tributação Sobre Construção Civil I Custo Unitário Básico (CUB) parte do custo por metro quadrado da construção do projeto-padrão considerado, calculado pelos Sindicatos das Indústrias da Construção Civil de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), sendo que o CUB é utilizado para a avaliação dos custos de construção das edificações. Art. 98º. Os percentuais aplicáveis sobre o valor do CUB encontrado conforme os enquadramentos descritos nos Artigos 91 a 95, para fins de apuração do salário de contribuição por metro quadrado, são os seguintes: Área para calculo tipo 11 (alvenaria) Nos primeiros 100 m2 4% Acima de 100 m2 e até 200 m2 8% Acima de 200 m2 e até 300 m2 14% Acima de 300 m2 20% Seção IV Das Obrigações Parágrafo 1º. A empreiteira e a subempreiteira (mão de obra de terceiros) estão obrigadas a elaborar folha de pagamento e Guias de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP) distinta para cada obra de construção civil no código 150 FPAS 507 na CEI da obra, com dados do Prestador e Tomador e GPS no código 2631 no CNPJ do Prestador. 8

9 No caso de mão de obra direta (mão de obra própria do responsável pela matricula), deverá ser preenchido a GFIP com o código 155 e GPS no CEI da obra com código 2208, não havendo recolhimento, deve-se fazer a GFIP sem movimento no CEI da obra no mês de inicio normalmente usa-se a data do alvará. Parágrafo 3º. A falta de recolhimento, no prazo legal, das importâncias retidas configura crime contra a previdência social previsto no Art. 168-A do Código Penal, acrescido pela Lei No , de 14/07/2000, ensejando Representação Fiscal para Fins Penais (RFFP), conforme previsto em ato próprio, não podendo, inclusive, ser objeto de parcelamento. Art. 17º. A empresa que executar obra ou serviços de construção civil, quando da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços deverá fazer a vinculação à obra, consignado na nota fiscal, na fatura ou no recibo, na identificação do destinatário ou juntamente com a descrição dos serviços a matricula CEI e o endereço da obra na qual eles foram prestados. Seção V Da Retenção na Construção Civil Art. 37º. Na empreitada parcial ou na subempreitada e nos serviços de construção civil, com ou sem fornecimento de material, deverá a contratante efetuar a retenção de 11% (onze por cento) do valor bruto dos serviços contidos na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços e recolher a importância retida em documento de arrecadação identificado com a razão social e o CNPJ da contratada. Art. 38º. A retenção sempre se presumirá feita pelo contratante, não lhe sendo lícito alegar qualquer omissão para se eximir do recolhimento, ficando diretamente responsável pelas importâncias que deixar de reter ou tiver retido em desacordo com a legislação. Art. 40º. A retenção na Construção Civil não se aplica: a) Administração, fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obra; b) Assessorias ou consultorias técnicas; c) Controle de qualidade de materiais; d) Fornecimento de concreto, de massa asfáltica ou de argamassa usinados ou preparados; e) Jateamento de areia ou hidrojateamento; 9

10 f) Perfuração de poço artesiano; g) Elaboração de projeto arquitetônico e estrutural, entre outros; h) Ensaios geotécnicos de campo ou de laboratório (sondagem de solo prova de carga, ensaios de resistência, amostragem, testes em laboratórios de solos ou a outros serviços afins); i) Serviço de topografia; j) Instalação de antenas, ar condicionado, ventilação, calafetação ou exaustão; k) Locação de caçambas; l) Locação de maquinas, de ferramentas, de equipamentos ou de outros utensílios sem fornecimento de mão de obra; m) Venda com instalação de estrutura metálica, de equipamento ou de material, com emissão apenas da nota fiscal de venda mercantil; n) Fundações especiais. Art.47º. Parágrafo 3º. A falta do destaque pela contratada do valor da retenção, quando da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, constitui infração ao parágrafo 1º. Do Art. 31 da Lei No , de Art. 48º. A importância retida deverá ser recolhida pelo contratante, em nome da empresa contratada, em documento de arrecadação, com base nas orientações contidas na IN que dispõe sobre a Tributação Previdenciária e a Arrecadação no Âmbito da SRFB-INSS, até o dia vinte do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviço. Art. 54º. A contratada deverá registrar por centro de custo da obra e em titulo próprio de sua contabilidade, nos termos do inciso II combinado com o parágrafo 13º., ambos do Art. 225 do RPS: I O valor bruto dos serviços; II O valor da retenção; III O valor liquido a receber. Art. 59º. A falta de apresentação de documentos ou a elaboração deles em desacordo com o disposto nos artigos 51 a 58 sujeita a empresa infratora à atuação disciplinada em ato normativo próprio. 10

11 Parágrafo único Quando o dia vinte do mês cair em dia em que não haja expediente bancário, o vencimento será antecipado para o primeiro dia útil. Seção VI Da Regularização de Obra de Construção Civil para Fins de CND I - Dos Documentos Exigidos Para Protocolização de Processo Art. 60º. Para regularização da obra de construção civil, o proprietário, o dono da obra, o incorporador ou a empresa construtora contratada para executar obra por empreitada total, deverá apresentar na APS ou na UAA circunscricionante de seu estabelecimento centralizador os seguintes documentos: I Xérox simples do alvará de aprovação e apostilamentos se houver; II - Xérox simples do jogo de plantas aprovadas e modificativas se houver; III Xérox simples do IPTU; IV Xérox simples da matricula da obra CEI na SRFB-INSS; V Se pessoa jurídica xérox simples do contrato social, CNPJ e alterações, se pessoa física, RG e CPF; VI Xérox simples das faturas de serviço juntamente com as GPSs referente às retenções e suas GFIPS e REs no código 150; VII Se houve mão de obra direta, xérox simples das GPSs, GFIPs e REs no código 155; VIII Informar o numero total por unidade dos banheiros, lavabo e WC de empregada; IX Informar se houve demolição, a área, e se a mesma já foi licenciada na SRFB-INSS; X Xérox simples do Auto de Regularização Habite-se; 11

12 XI Só para Pessoa Jurídica Xérox simples da abertura e encerramento dos diários devidamente registrados, correspondente ao período da obra, observado o lapso de 90 (noventa) dias Art. 225 do RPS; X Só para Pessoa Jurídica - xérox simples do ultimo balanço; XI Só para Pessoa Jurídica - original da declaração contábil com firma reconhecida conforme modelo SRFB; XII Original da procuração com firma reconhecida conforme modelo SRFB; XIII Original da DISO devidamente preenchida em duas vias; XIV A empresa pessoa jurídica deverá estar com sua contabilidade regular, não podendo constar nenhuma restrição junto a SRFB-INSS, motivo impeditivo para requerer a CND; XV - Se a empresa pessoa jurídica adota o sistema de contabilidade genérica, terá a mesma que apresentar copia do livro razão por centro de custo; XVI Matricula atualizada no Registro de Imóvel competente; XVII No caso de demolição quando não averbada, apresentar Certidão original de Histórico e Datas emitida pela Prefeitura. Seção VII Da Emissão da CND Art. 61º. A CND de obra de construção civil será liberada sem exames dos livros contábeis se a empresa apresentar toda a documentação especificada - Art. 60 e, cumulativamente, a remuneração dos segurados contida em GFIP ou em documento de arrecadação especifico, com vinculação inequívoca à obra, corresponder, no mínimo a 70% (setenta por cento) do valor: 12

13 I do salário de contribuição apurado com base na área construída e respectivo padrão, na forma prevista no Titulo III, quando se tratar de edificações prediais; II da remuneração contida em nota fiscal de serviço ou contrato, apurada de acordo com os artigos 74 a 79 nos demais casos. Parágrafo 1º. Para fins de aplicação do disposto no caput, observar-se-á o disposto nos artigos 105 a 107. Parágrafo 2º. Quando o percentual mínimo previsto no caput não for atingido, a CND somente será liberada após a fiscalização especifica da obra nos livros contábeis e demais documentos da empresa. Seção VIII Da Apuração da Remuneração Contida em Nota Fiscal Art. 74º. É fixado em 40% (quarenta por cento) o percentual mínimo correspondente à remuneração a incidir sobre o valor dos serviços da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços. Seção IX Da Decadência Art. 119º. O direito de a Previdência Social apurar e constituir seus créditos extingue-se após 5 (cinco) anos, contados a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o credito poderia ter sido constituído. Nota: Os critérios acima são aplicados em todo território nacional 13

14 Conotações: PMSP - Resumo detalhado, dados extraídos da Lei No , de 24/12/2003, complementada pelo Decreto No de 02/06/2007, com alteração da Lei /2008, Decreto No de 05/10/2011 e IN- SF/SUREM No. 3 de 21/05/2013. SRFB-INSS Resumo detalhado, dados extraídos das Instruções Normativas INSS/DC No. 069, de 10/05/2002, alterada pela IN MPS/SRP No. 03 de 14/07/2005, revogada pela IN MPS/SRP No. 24 de 30/04/2007, alterada pela IN 971 de 13/11/2009. Gilberto Coz Junho/2013 Rua do Oratório, No , Conjunto Edifício San Francisco Work Center Mooca SP CEP Tel.: (11)

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