António Nóvoa. universidades: fusão ou morte. na aldeia dos erasmus. bandas, tunas, festas e empreendedorismo

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1 novembro.dezembro 2010 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA BiMestral António Nóvoa universidades: fusão ou morte 08 na aldeia dos erasmus bandas, tunas, festas e empreendedorismo

2 Patricia Ajuda 10% desconto para novas inscrições com apresentação da publicidade * a referência em Lisboa, Algês e Almada * Válido 14 dias após a publicação do anúncio. Não são aceites fotocópias APRENDA FRANCÊS CURSOS anos de experiência no ensino do francês em Lisboa Testes de nível gratuitos Preparação para os exames oficiais DELF e DALF (6 níveis) TEL: /482 NOVIDADES Culture Française Français par la Chanson Français par le cinéma

3 EDITORIAL O reitor vai preso imagem de capa José Miguel Soares Que as universidades e politécnicos vão rotas, quase nuas, já todos sabíamos. Mas o mais delicioso da nossa entrevista a António Nóvoa é ficarmos a saber que o reitor paga multas, pessoalmente, por ter cometido ilegalidades. Ou melhor, por ter feito coisas que foram ilegais durante alguns meses (não o eram antes e não o são hoje em dia). É que a penúria conhecida de todos os estudantes não é o pior, segundo um dos reitores portugueses mais interventivos e mediáticos. Não, o mais complicado de tudo é a burocracia de leis, regulamentos, inspecções e auditorias que não deixam que se faça seja o que for. A Reitoria da Universidade de Lisboa tem uma sala em permanência para abrigar os inspectores e auditores que nunca largam as contas da universidade. Será caso único? A questão é bem complexa. As instituições de ensino superior são administração pública ou são entidades autónomas? Têm de funcionar como serviços públicos sob a alçada do governo, onde nada se consegue mudar, ou como espaços de liberdade, assim como os restaurantes privados onde cada cozinheiro faz o que quer da sua cozinha? É verdade que a retórica dá para os dois lados, mas algo vai muito mal quando um reitor diz que, por causa da lei, se vê obrigado a escolher serviços mais caros e de menor qualidade. E, depois, claro, temos o tema-batalha de Nóvoa: as fusões das instituições de ensino. Já aqui falámos dessa questão (am04, aquela com o Fernando Alvim na capa), da reorganização da rede do ensino superior. Mais um tema cabeludo. Nóvoa acha que, por exemplo, em Lisboa deveria haver uma única instituição de ensino. Perguntou-nos um outro reitor: como é que querem gerir várias casas se não conseguem ter ordem numa só? É uma boa questão. Mais uma vez, a retórica dá para os dois lados. Mas dá que pensar ouvir um reitor dizer que, só por concentrar serviços, conseguiu reduzir o número de pessoas que processavam salários de 50 para quatro, sem despedimentos dos processadores, nem queixas dos assalariados. Talvez os reitores e presidentes de politécnicos portugueses precisem de fazer um «erasmus». Irem todos para um apartamento no estrangeiro para se conhecerem, conviverem e cozinharem refeições e cursos juntos. Pode ser que até cheguem à conclusão que não precisam de se fundir, mas que, mesmo assim, sempre podem colaborar. PS: No número anterior da revista Aula Magna, o texto em que se analisava o fenómeno Quim Barreiros nas universidades portuguesas tinha um erro na assinatura. Na verdade, quem o escreveu foi o João Pedro Barros. Lapso que aqui corrigimos, pedindo desculpas ao jornalista e aos nossos leitores. aulamagna 03 Parcerias Colabora. Participa com os teus textos e fotos. Inscreve-te em aulamagna Direcção Luís Oeiras Fernandes Coordenação de Comunicação Pedro M. Quintino (ESCS-IPL) Rita Pedroso (ESCS-IPL) Grupo de Fotojornalismo Gonçalo Filipe Mata (FCUL) Miguel Cunhal (IST-UTL) Raquel Ferreira (FBAUL) Ricardo Teixeira (FCSH-UNL) Escrevem 08 João Pedro Barros Luís Ricardo Duarte Ana João Fernandes Imagens 08 Catarina Fernandes (FCUL) Gonçalo Filipe Mata (FCUL) Jacek José Miguel Soares Miguel Cunhal (IST-UTL) Patrícia Neto (ISCTE-UL) Paginam 08 Filipa Lourenço (FBAUL) Projecto gráfico (papel) Marisa Rodrigues (FBAUL) Estudo para projecto gráfico (papel) Eunice Oliveira (FBAUL) Sara de Castela Coelho (FBAUL) Marisa Rodrigues (FBAUL) Proprietário Magna Estudantil Publicações S.A. R. Newton, n.º 12 1.º D, Lisboa CRC Lisboa/NIF: Redacção e publicidade Av. Visconde Valmor, n.º 41 2.º Esq Lisboa Tel Fax Registo na ERC Assinatura anual 5 euros Conselho de administração Luís Oeiras Fernandes Miguel Tapada Vanda Matias Fernandes Direcção de Formação José Miguel Soares Marketing e publicidade Sérgio Lobo Assistente Coordenadora Christelle Neves (UAL) Consultores de Edição Anick Bilreiro Filipe Mateus Luís Ricardo Duarte Consultora de Grafismo Filipa Lourenço (FBAUL) Consultores de Internet Abílio Santos Jorge Martins Consultor de Marketing Álvaro Áspera As opiniões veiculadas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não reflectem necessariamente a opinião da revista ou dos seus colaboradores. Interdita a reprodução, mesmo parcial, de textos ou imagens por quaisquer meios e para quaisquer fins. Este projecto beneficia do apoio do programa Finicia e é participado pela InovCapital. Impressão Lisgráfica Rua Consiglieri Pedroso, n.º 90, Casal de Sta. Leopoldina, Barcarena Periodicidade Mensal Tiragem 60 mil exemplares Membro da APCT APImprensa

4 anfiteatro Philip Kotler em Aveiro Philip Kotler, uma das maiores autoridades na área do marketing, é o principal orador da conferência internacional que o I-Português de Administração de Marketing de Aveiro (IPAM) promove no próximo dia 16 de Novembro, no Centro de Congressos daquela cidade. Considerada uma das pessoas mais influen- tes no mundo dos negócios e autor de diversos livros sobre a especialidade, Kotler falará, às 16h30, sobre «Os novos desafios do marketing. O futuro das marcas. Da razão à emoção do cliente». Antes do prof. da Kellogg School of Management, intervêm Ferrão Filipe, presidente do IPAM, às 14h30, e Daniel Sá, director do IPAM Aveiro, às 14h45, com uma palestra sobre «Dos clientes para os fans. Jacek Philip Kotler O guru do Marketing Novos consumos precisam de um novo marketing». A conferência internacional fecha, às 17h45, com o director de mestrados da IPAM Aveiro, Caetano Alves. As inscrições continuam abertas, sendo o valor de 25 euros para estudantes, professores e antigos alunos do IPAM e do IADE, de 50 para alunos e docentes de outras instituições de ensino e 100 para profissionais do sector. aulamagna 04 Agenda Coimbra U-Coimbra Eleições dos representantes dos estudantes para o Conselho Geral da Universidade de Coimbra Qui, 11/11/ :00-19:00 Lisboa ES-Comunicação Social do IP-Lisboa Campus de Benfica do IP-Lisboa Oficinas (workshops) Workshop: Técnicas de Representação em Televisão: Imagem, Postura, Comportamento e Comunicação Técnicas de apresentação, o estilo do comunicador moderno ou a arte de bem comunicar são apenas alguns dos diversos temas que serão abordados durante as diversas sessões deste workshop. Destinatários: Profissionais e estudantes na área da Comunicação Social Docentes: Luís de Matos Duração: 12 horas Candidaturas: Sexta, 8 Outubro, Segunda, 15 Novembro, 2010 Curso: Terça, 16 Novembro, Quinta, 25 Novembro, 2010 Horário: Ter e qui das 18h às 21h ES-Enfermagem S. Francisco das Misericórdias R. de Santa Marta nº 56 Pós-Graduação em Enfermagem no Desporto Duração: 300 horas contacto ECTS: 30 Candidaturas: 15/11/ /12/2010 Curso: 15/01/2011 Pós-Graduação em Cuidados Paliativos Destinatários: Licenciados na área da saúde com interesse em Cuidados Paliativos. Org: Dep-Psicologia da U-Autónoma de Lisboa e da ES-Enfermagem S. Francisco das Misericórdias Duração: 300 horas ECTS: 30 Candidaturas: 15/11/ /12/2010 Curso:15/01/2011 Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Reabilitação Destinatários: Enfermeiros Candidaturas: 26/10/ /12/2010 Curso: 07/02/2011 F-Belas-Artes da U-Lisboa Lg. da Academia Nacional de Belas-Artes 5.º Ciclo de Conferências Arte e Sociedade Será a arte um reflexo da sociedade? O 5.º Ciclo de Conferências subordinado ao tema Arte e Sociedade da F-Belas- Artes da U-Lisboa promete debruçar-se sobre o papel da arte na contemporaneidade. Qua, 27/10/ Qui, 25/11/2010 Qua, 27 de Outubro das 14h30 às 17h30 Auditório F-Ciências da U-Lisboa Museu de Ciência da U-Lisboa R. da Escola Politécnica, º Ciclo de Palestras - Ciência em Português 2010 A subida do nível do mar: o que nos dizem os marégrafos, satélites e modelos climáticos Oradora: Susana Barbosa, Instituto D. Luís da U-Lisboa Sex, 12/11/ :30 Entrada livre Alterações climáticas no meio marinho: implicações na ecologia de um predador de topo, as lulas jumbo Orador: Rui Rosa, Centro de Oceonografia, F-Ciências da U-Lisboa Sex, 26/11/ :30 Entrada livre As crianças e a internet: acesso, usos e representações Oradora: Ana Delicado, I-Ciências Sociais da U-Lisboa Sex, 10/12/ :30 Entrada livre Câmara Municipal de Sesimbra Congresso Nacional de Turismo e Ambiente - Turismo em Zonas Costeiras 2010 Qua, 24/11/ Sex, 26/11/2010 Entre 100 e 540 euros. Org: Centro de Oceanografia da F-Ciências da U-Lisboa e Câmara Municipal de Sesimbra F-Ciências Médicas da U-Nova de Lisboa Campos Mártires da Pátria nº130 imed - Congresso Inovar a Medicina 2.0 Sessões de Diagnóstico, Prevenção, Abordagem Médica e Abordagem Cirúrgica. Clinical Mind Competition Queres sentir-te como um verdadeiro Dr. House e resolver um caso de elevada complexidade? Prémios para os vencedores. Sex, 05/11/ :00 até dom, 07/11/ :00 Org: AE da F-Ciências Médicas da U-Nova de Lisboa F-Ciências Sociais e Humanas da U-Nova de Lisboa Av. de Berna, 26-C III Seminário Internacional Media, Jornalismo e Democracia Integrado nas Comemorações Oficiais do Centenário da República Portuguesa. Seg, 08/11/ :00 - Ter, 09/11/ :00 Org: Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ) IS-Economia e Gestão da U-Técnica de Lisboa (ISEG) R. do Quelhas, UECE Lisbon Meetings Game Theory and Applications O Centro de Investigação UECE (Research Unit on Complexity and Economics) do IS-Economia e Gestão organiza a Lisbon Meetings 2010 Game Theory and apllications. Nesta Conferência Internacional será abordada a Teoria dos Jogos e a sua aplicação, onde estarão presentes diversos oradores como Pierre-André Chiappori (Columbia University), Matthew O. Jackson (Stanford University) e Myrna Wooders (Vanderbilt University). Qui, 04/11/2010 e sáb, 06/11/2010 Inscrições até 15 de Outubro: 200 euros, após 15 de Outubro: 300 euros, estudantes de douturamento: 100 euros Org: IS-Economia e Gestão da U-Técnica de Lisboa (ISEG) e UECE - Research Unit on Complexity and Economics IS-Estatística e Gestão de Informação da U-Nova de Lisboa Campus de Campolide III Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica - ISEGI Qua, 03/11/ :30 - Sex, 05/11/ :00 1 dia: 100 euros, 3 dias: 150 euros Org: Open Source Geospatial Foundation (OSGeo) U-Lusófona de Humanidades e Tecnologias Auditório Agostinho da Silva 1.ªs Jornadas Lusófonas de Osteopatia e Saúde No evento estarão presentes entre experientes osteopatas, nacionais e estrangeiros, e profissionais de saúde de diversas áreas. A organização está a cargo do Grupo Lusófona, em parceria com a Federação Portuguesa de Osteopatas, membro do FORE Forum for Osteopathic Regulation in Europe. Sáb, 06/11/ :00 Das 10h às 18h 2ª Conferência sobre Arquitectura & Investigação Estarão presentes os seguintes convidados: José Duarte C. Gorjão Jorge; Marieta Dá Mesquita; Mª Inês Cabral; Patrícia Pedrosa; Margarida Valla; Eliana S. Santos. Seg, 08/11/2010 Org: F-Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Artes da U-Lusófona de Humanidades e Tecnologias Porto I-Ciências Biomédicas de Abel Salazar da U-Porto Hospital Santo António - Centro Hospitalar do Porto (CHP-HSA) Legaliza a tua Medicina X Curso de Iniciação à Medicina Legal e Outras Ciências Forenses Nesta edição especial do projecto Curso de Iniciação à Medicina Legal e outras Ciências Forenses pretende-se inovar e dinamizar os conteúdos do curso. Sob a orientação da Prof. Doutora Teresa Magalhães, tentaremos complementar algumas lacunas existentes na área das Ciências Forenses, e da Medicina Legal em particular, não só no curso de Medicina mas também noutros Cursos da área da Saúde e Biologia. Promoverse-á o desenvolvimento de conhecimentos e competências nas áreas de investigação criminal e das novas tecnologias forenses, valorizando, sempre uma componente prática do curso. Surpreende-te com técnicas CSI, vídeos interactivos, adquire conhecimentos que auxiliam na identificação de vítima e ainda assiste a uma autópsia! - Sessão 1: Medicina Legal e outras Ciências Forenses. Passado, Presente e Futuro - Sessão 2: CSI Exame da Cena do Crime - Sessão 3: Patologia Forense. A autópsia médico-legal - Sessão 4: Antropologia e Odontologia Forenses. Identificação de vítimas - Sessão 5: Toxicologia e Química Forenses - Sessão 6: Genética e Biologia Forense. Exames de filiação e criminalística biológica. Entomologia e Botânica Forenses - Sessão 7: Clínica Forense. Avaliação dos danos em vítimas de violência - Autópsia Caução: 10 euros (limite máximo-2 faltas) 21 e 28 Outubro, 11 e 25 Novembro, 2, 9 e 16 Dezembro Anfiteatro Alexandre Moreira 3 euros ICBAS-BPI. 6 euros ICBAS. 10 euros não-icbas. Caução: 10 euros Org: AE do I-Ciências Biomédicas Abel Salazar da U-Porto IPAM Matosinhos - I-Português de Administração de Marketing de Matosinhos Av. da Republica, nº 594 Conferência: Kids Marketing Trends on Children Consumer Behaviour and Marketing to Kids A Revista Portuguesa de Marketing e o I-Português de Administração de Marketing apresentam a Conferência Kids Marketing, que se desenrolará em torno do tema Trends on children consumer behavior and marketing to kids. Esta conferência decorrerá no dia 7 de Abril. Qui, 07/04/2011 Entrada livre Vila Real U-Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) Centro de Matemática da UTAD I Jornadas de História e Metodologia da Matemática (UTAD 2010) Sáb, 04/12/2010 Inscrição gratuita mas obrigatória, até 1 de Dezembro, via com Mais informações e entrega de informações em www. aulamagna.pt

5 Anfiteatro Erasmus A grande aldeia europeia Já é tão banal estudar no estrangeiro que os artigos sobre a vida em Erasmus já se tornaram raros. Decidimos voltar ao tema e fazer a pergunta: vale a pena ir estudar lá para fora, no ano da graça de 2010? O que é que se ganha, pessoal e academicamente? Pelo meio, contamos histórias curiosas, como as de um «copianço» na Finlândia e uma oral pouco ortodoxa em Roma texto João Pedro Barros fotografias Miguel Cunhal e Ricardo Teixeira A força da marca Erasmus é a maior prova do seu sucesso. Dentro da comunidade académica, poucos serão aqueles que não conhecem este programa de mobilidade da União Europeia, destinado a estudantes, docentes e, mais recentemente, também a estágios profissionais. Os políticos de Bruxelas esperam que ele seja a semente de um sentimento europeu reforçado a geração Erasmus, cujas raízes remontam a 1987, há-de chegar ao poder e só aí se poderá analisar profundamente os seus efeitos. Falámos com estudantes portugueses que estiveram (ou estão) em vários cantos do Velho Continente e com europeus que rumaram a Portugal, em busca de histórias. Numa época em que viajar deixou de ser um luxo e em que a experiência Erasmus se tornou mais ou menos comum nos currículos dos jovens europeus, faz sentido apostar neste programa? Ou, pelo contrário, ele é essencial, mais do que nunca? A julgar pela amostra recolhida, só há uma resposta a essa pergunta: fazer Erasmus vale sempre a pena, nem que seja para perceber que não se encontra bacalhau para fazer pastéis na Hungria e lá se foi a demonstração gastronómica com que Pedro Nereu e os Miguel Cunhal aulamagna 05 Clemens Bachmair Em Portugal, há universidades em que os Erasmus representam 10 por cento dos estudantes

6 Anfiteatro Um alemão ou um holandês terminam o curso aos 26 anos, enquanto que aqui se tem a preocupação de terminar aos 21 ou 22 e começar logo a trabalhar Ricardo teixeira aulamagna 06 restantes «tugas» queriam impressionar os outros Erasmus, num ritual que todas as nacionalidades cumprem em Pécs. As opiniões que recolhemos permitemnos traçar um perfil do estudante Erasmus médio: a escolha do país de destino é muitas vezes limitada pelo reduzido número de opções; a prioridade é dada à vida social e o maior benefício profissional advém da observação de novas realidades e da exposição a uma nova língua; a adaptação não tem grandes sobressaltos e a experiência é quase sempre marcante, mas, em boa parte das vezes, os alunos estrangeiros fecham-se num grupo à margem da comunidade do país de destino. «É uma experiência muito enriquecedora, um choque de culturas geralmente positivo, que força a adaptação e a integração. Aprende-se a dominar o inglês ou, pelo menos, uma nova língua. Acho que 99 por cento dos estudantes considera este período muito positivo», salienta Pedro Arez. O engenheiro informático, ex-aluno Erasmus em Utrecht, na Holanda, decidiu criar, em 2008 a secção lisboeta da Erasmus Student Network (ESN). A sua principal missão é orientar os estudantes que caem de «pára-quedas» na capital portuguesa, principalmente em termos de alojamento. Porém, talvez a missão mais reconhecida da associação seja a organização das festas Erasmus. Pode ser redutor, mas a fama só prova que se tratam de noites invariavelmente animadas Facilidades e dificuldades Continuamos com Pedro Arez. Para ele, há um tempo de autoconhecimento e de desenvolvimento que só este intercâmbio pode proporcionar: «Há muita gente que não sente necessidade de uma experiência destas, que é um bocado estranho, apesar das condições económicas serem piores em Portugal do que na maior parte da Europa. Um alemão ou um holandês terminam o curso aos 26 anos, enquanto que aqui se tem a preocupação de terminar aos 21 ou 22 e começar logo a trabalhar». Claro que tudo depende do que se quiser fazer durante o tempo no estrangeiro: é comum ouvir-se falar das facilidades que os professores dão aos alunos Erasmus (e os empregadores já se aperceberam disso, o que pode contribuir para alguma desvalorização deste item nos currículos). Mariana D.R. Maria Carlota Dias Trabalhámos num projecto de um prédio que vai ser construído em Paris Frederico Vila Verde Ex-estudante Erasmus de Gestão, na U-Jyväskylä, na Finlândia. Origem: U-Porto O sistema de ensino é organizado em créditos e no segundo ano quase todas as cadeiras são opcionais, o que permite aos alunos seguirem os seus gostos. As aulas em inglês são quase obrigatórias, o que torna a universidade muito aberta. D.R. Mariana Santos Ex-estudante Erasmus de Jornalismo na Sapienza - U-Roma, em Itália. Origem: U-Porto Estudava num pólo separado, mas a universidade está quase toda concentrada no mesmo local. É um complexo de faculdades, com edifícios gigantes, mas com um ambiente muito agradável e intelectualmente estimulante. Os jardins eram enormes, atravessados por estradas autênticas e muita gente almoçava por lá. Era bom que em Portugal também se pensasse nisto. Santos, que estudou Jornalismo na Sapienza - Università di Roma, em 2004/05, não sentiu um grande nível de exigência: «Os italianos não falam muitas línguas e, por exemplo, o inglês era semelhante ao de um oitavo ano em Portugal. Depois, tive uma cadeira em que a avaliação era feita numa oral, baseada num livro que o professor tinha escrito. No entanto, na oral, ele só me perguntou se recomendávamos uma visita Miguel Cunhal Pedro Nereu Não há bacalhau na Hungria ao nosso país e que programas de televisão havia. Cheguei a dizer-lhe que me podia perguntar coisas do livro, porque o tinha lido». O momento é relembrado com uma gargalhada, mas os resultados acabaram por não ser extraordinários: «As notas são de 0 a 30, mas um 30, em Portugal, valeu algo como um 15. O semestre em Itália serviu para ter novas perspectivas de temas da actualidade, devido ao contacto com alunos de todo o mundo». Vejamos outro lado da moeda. Em 2003, Frederico Vila Verde partiu para a Finlândia com o objectivo de conhecer uma realidade completamente diferente, mas também de estudar «a sério». E conseguiu. «Havia muita exigência. Tínhamos trabalhos de 15 em 15 dias, de carácter muito autodidacta. Para nós, latinos, é uma sociedade muito

7 Anfiteatro diferente: dois colegas Erasmus viram o teste anulado e correram risco de expulsão porque um deles perguntou ao outro como se dizia uma palavra em inglês. Um finlandês ouviu e denunciou é o sistema deles, quem vigia é o colega», recorda. Na estadia em Jyväskylä, ganhou o hábito de escrever em inglês, o que ainda hoje mantém na sua actividade profissional. Também Maria Carlota Dias rumou à École Centrale Paris, no primeiro semestre de 2010, com o objectivo claro de aproveitar a qualidade da formação. «Engenharia do Ambiente é um curso recente no IS- Técnico da U-Lisboa, por isso acho que não está muito desenvolvido. Em França, ganhei novas bases, experiências e uma liberdade diferente, já que em Portugal vivo com os pais», explica. A qualidade formativa «excedeu» as expectativas : «Na parte prática, ensinavam-nos a trabalhar logo com software de simulação. Havia muitas cadeiras de gestão de empresas e de projectos. Depois, tínhamos um trabalho em grupo, com grandes empresas, em que tínhamos mesmo de nos reunir com os responsáveis. Trabalhámos num projecto de um prédio que vai ser construído em Paris, no próximo ano». Troca de experiências Quisemos também ouvir o outro lado: o que «oferece» um estudante estrangeiro à universidade que o acolhe? Niall Power, coordenador do Gabinete de Relações Internacionais da U-Aveiro (e ex-aluno Erasmus), pensa que o impacto fundamental se dá na sala de Faziamos tudo juntos: viajar, ir a festas, jogar futebol aula: «Ganha-se diversidade nos processos de ensino e aprendizagem, nos estilos de estudo e nos horários de trabalho». O irlandês já conheceu centenas de estudantes de mobilidade e considera que há características quase universais: «Regressam a casa com uma nova visão do mundo, de Portugal, do relacionamento com os amigos e até com novas aspirações para o futuro». Mais a Norte, a U-Porto (UP) quase duplicou o número de estudantes internacionais nos últimos cinco anos. Em 2010/11 serão entre e 3.000, representando quase dez por cento da totalidade da população discente. De acordo com António Marques, vice-reitor responsável pelo pelouro das Relações Internacionais, o intercâmbio de estudantes, docentes e investigadores é uma das «principais ferramentas» do esforço de internacionalização da UP. «Garante-nos uma saudável troca de experiências e boas práticas e contribui Miguel Cunhal Maria Teresa Enna e Francesco Testagrossa Francesco já tinha estado em Erasmus e voltou agora por «amor» para a consolidação da reputação positiva da UP além-fronteiras», afirmou à Aula Magna. Através da ESN Lisboa, Pedro Arez mantém contacto com várias universidades, e todas elas «aumentam o número de vagas, especialmente de estágios, ao nível de 30 por cento, todos os anos». Para já, não parece haver crise na oferta, mas Arez revela que as duas grandes queixas dos estudantes são o reconhecimento das equivalências e a limitação, na maior parte dos casos, a seis meses de estadia. Para a associação, o maior desafio é «integrar os estudantes Erasmus com os colegas portugueses», já que, muitas vezes, quem vai para fora «não fica com contactos do país onde ficou», inviabilizando a criação de redes de contactos. Este é um fenómeno muito comum, que Pedro Nereu, estudante da U-Coimbra (UC) que passou um semestre na Hungria, descreve bem: «Estive a viver numa residência enorme, com oito pisos, e o meu só tinha pessoal Erasmus, de todos os cantos do mundo. Éramos mais de 100 e formámos uma família. Fazíamos tudo juntos: viajar, ir a festas, jogar futebol». No que toca aos estrangeiros que escolhem Portugal, a situação será muito similar, como explica Francesco Testagrossa, estudante de Engenharia Civil em Coimbra: «A comunidade Erasmus é muito grande e o ESN organiza muitas actividades e viagens, pelo que é fácil encontrar sempre Erasmus. Nos jantares, acabo por ficar quase sempre ao lado dos italianos, mas acho que depende de uma questão pessoal». Francesco já tinha estado em Erasmus em Coimbra, no ano lectivo 2007/08, e voltou agora por «amor». Maria Teresa Enna, a namorada, queria estudar na UC onde consegue fazer mais cadeiras por semestre, graças à avaliação contínua e o futuro miguel cunhal D.R. Clemens Bachmair Estudante Erasmus de Física, no IS-Técnico. Origem: U-Livre de Berlim, Alemanha Aqui, o curso é mais prático, as matérias são muito diferentes. Não estudamos apenas Física, mas também outras coisas: Gestão e Economia, cultura científica, Matemática e Química. Penso que isso é melhor para o futuro profissional dos alunos. María García Serrano Ex-estudante Erasmus de Direito, na U-Portucalense. Origem: U-Salamanca, em Espanha Acho que o sistema de ensino não é muito diferente. Porém, em Portugal, as pessoas têm interesse em aprender outras línguas, como o espanhol. A ideia de apostar no ensino de línguas é muito boa. engenheiro decidiu terminar o curso na cidade dos estudantes, acompanhando-a. Poderíamos dizer que esta não é uma história de amor tipicamente Erasmus, mas este é um universo sem grandes regras, em que tanto se descobre um novo mundo Frederico Vila Verde julga ter percebido a razão de tantos finlandeses se suicidarem, mas é «difícil de explicar» como novos mundos em Portugal para Maria Carlota Dias, o sabor do leite lusitano não tem comparação. Citando outra vez Frederico Vila Verde, «quem vai para Erasmus não pode ver dificuldades, só oportunidades». aulamagna 07

8 António Sampaio da Nóvoa O futuro está nas universidades Está disposto a fazer desaparecer a sua universidade, mas não abdica do que julga mais importante: a reorganização da rede do ensino superior. É um debate que o reitor da Universidade de Lisboa lança numa altura em que se comemoram os 100 anos da refundação da instituição que dirige. E fá-lo sem arrogância, nem preconceitos. Apenas porque acredita que «a grande mudança da sociedade portuguesa ou se faz mudando as universidades ou não se faz» texto Luís Ricardo Duarte fotografias José Miguel Soares aulamagna 08

9 Laboratório Não aconteceu durante a entrevista, mas a secretária de António Nóvoa tem autorização para interromper qualquer reunião que esteja a decorrer. Motivo? O reitor da Universidade de Lisboa (UL), no cargo há quatro anos, garante a todos os alunos que tenham estudado no estrangeiro a certificação imediata das suas equivalências. «Um processo que há alguns anos podia demorar um ano é agora automático», adianta. E essa bem poderá vir a ser a marca dos seus mandatos (vai no segundo): uma maior eficiência nos processos administrativos da reitoria, deixando às faculdades o que é das faculdades, o ensino e a investigação. Agora, António Sampaio da Nóvoa, 56 anos, aponta baterias para um centro académico, no antigo centro comercial Caleidoscópio, no jardim do Campo de Grande, e para quatro residências universitárias, à Rua João Soares, perto da Biblioteca Nacional (BN). São pequenas mudanças que podem fortalecer a qualidade da formação e da investigação das faculdades, nomeadamente nas pós-graduações, de forma a que a UL ajude a recriar a República. De olhos postos no futuro. O centenário da UL será uma oportunidade para perspectivar uma nova refundação da instituição? Sim. As universidades são instituições que transformam o passado em futuro. O que é verdade na área do ensino, com a formação de novas gerações de estudantes, da ciência e do conhecimento. Mas também na própria renovação da sociedade. A República criou a Universidade, agora a Universidade ajudará a recriar a República, na medida em que tem um papel muito importante no futuro da sociedade. É isso que estamos a celebrar. Ter entre os antigos alunos os últimos três ex-presidentes da República é uma imagem de marca muito forte. De facto, é uma imagem muito forte. Deve ser caso inédito um regime político ter os seus três primeiros presidentes oriundos da mesma universidade. Mas, hoje, o país tem um conjunto de instituições muito qualificadas. Pelo que não se pode dizer que haja uma universidade que lidera. No entanto, como manda a tradição da Europa continental, ao contrário da inglesa e norte-americana, as universidades sedeadas na capital têm um papel fundamental. E numa altura em que estamos a precisar de reorganizar a rede do ensino superior, se há algum contributo que a UL pode dar é dizer que está disponível para desaparecer. Estamos dispostos a acabar para que surja no nosso lugar, em conjunto com outras universidades, uma nova realidade universitária em Lisboa. O país precisa, porque a actual rede é insuportável. Os últimos anos corresponderam a uma ilusão de crescimento. Pensou-se que havia muito dinheiro e possibilidades. E a expansão do sistema sustentou essa ilusão. Nas próximas décadas, o tempo será de agregação, de construção de massa crítica e de consolidação da qualidade. Mas para isso, é preciso muita coragem e ousadia. Tem tido receptividade a essa sua proposta? Muito pouca. Como Reitor percebi e talvez tenha sido a constatação mais dolorosa enquanto cidadão que gosta de intervir no país que nada se faz se o governo não estiver disposto a isso. E não é este Governo em concreto. É a sensação de que a nossa vida está dominada por uma sistemática governamentalização. Há pouca liberdade A nossa vida está dominada por uma sistemática governamentalização. Há pouca liberdade nas instituições universitárias nas instituições universitárias. E uma medida destas, que é uma ruptura radical com o enquadramento que existe e se consolidou nos últimos 30 anos de democracia, só pode ser feita se houver um Governo muito envolvido e disponível. E não há vontade política? O governo nunca se mostrou disponível, antes pelo contrário, acabou por cristalizar a actual rede do ensino superior. Houve alturas em que se falou na necessidade de evoluir para escolas e programas doutorais que envolvessem várias instituições, mas verdadeiramente nunca foi feito. E nos Estamos dispostos a acabar para que surja no nosso lugar, em conjunto com outras universidades, uma nova realidade universitária em Lisboa poucos momentos em que se avançou, foi sempre da maneira errada. Consegue identificar os motivos dessa falta de vontade política? Vamos dizer isto de uma forma desapaixonada. Se calhar com razão, o governo, sobretudo o primeiro do eng. José Sócrates, mostrou uma enorme desconfiança em relação às universidades. Havia um diagnóstico que indicava as universidades como meios conservadores, imobilistas, extraordinariamente coorporativos, onde se mantinham privilégios e nada funcionava. Esta análise fez com que o Governo, em vez de investir nas universidades e na sua transformação, criasse projectos à sua volta: grupos de ciências, laboratórios associados, etc. No fundo, constatou-se que não era possível mudar e que era mais eficaz e rentável, do ponto de vista da renovação da sociedade, investir à margem. Esta política a médio e longo prazo é absolutamente trágica. Torna as instituições universitárias ainda mais imóveis e dá a ideia de que tudo o que se passa de inovador é fora delas. Mas apesar de tudo essa percepção mudou. Em que sentido? O segundo governo José Sócrates, apesar do ministro ser o mesmo, tem uma atitude diferente. Porque o grande problema desses projectos que se criam à volta da universidade é que necessitam de uma injecção permanente de recursos e energia. Para o bem e para o mal, as universidades têm uma enorme permanência no tempo e poder de sustentação. A grande mudança da sociedade portuguesa ou se faz mudando as universidades ou não se faz. A minha discordância durante quatro anos com este governo não é no diagnóstico, nem em muitas coisas que é importante romper, mas na política seguida nessa matéria, que investe mais no curto prazo. Isso afectou a imagem que se tem das universidades? Nos primeiros quatro anos do governo José Sócrates, a universidade foi muito prejudicada. Até porque o governo para legitimar a sua acção de não investir nas universidades, mas fora delas, acentuou essa dimensão. Passaram uma imagem muito injusta. E é curioso que no segundo governo se passa precisamente a aulamagna 09

10 aulamagna 10 Alguns departamentos têm a quase totalidade dos professores a partir para a reforma sem terem a possibilidade de acolher as novas gerações mensagem contrária. Passámos de indivíduos despesistas e gastadoras para os mais geniais do mundo. O primeiro-ministro passa o tempo todo a dizer que não houve pessoas mais eficientes, capazes e notáveis do que os reitores e que, dando o exemplo, conseguiram fazer muito mais com muito menos num período de grande crise e contenção. Há muitas coisas que funcionam mal, mas dentro das que funcionam bem está o facto das universidades serem muito modestas no bom sentido do termo. Qual é esse bom sentido do termo? Não gastam dinheiro a mais. Tudo aquilo a que se assistiu nos bancos e nas empresas públicas nunca se assistiu nas universidades. Em 36 anos de Democracia, nunca se endividaram um tostão, nem contribuíram para a dívida pública. Vivemos sempre com aquilo que tínhamos. Qual é o segredo de fazer mais com menos? Ao longo dos últimos anos conseguimos atrair mais estudantes, aumentar os índices de sucesso escolar e fazer melhor investigação. E isso à custa de um esforço acrescido de professores e investigadores. De um modo geral, quem está hoje nas universidades trabalha muito. Nos meus quatro anos como reitor, a UL diminuiu sempre o seu orçamento, com excepção de 2010 em que houve uma ligeira melhoria, aumentando todos os anos o número de diplomados, de pós-graduações, mestrados, doutoramentos e a produtividade científica. Mas isto tem limites. Há um momento em que não se consegue mais. Por exemplo, o limite dramático que se vive na UL é o do envelhecimento do corpo docente. Praticamente não recrutámos ninguém. E isto paga-se caro. Não há uma renovação geracional, o que é um dos segredos das universidades. O esforço administrativo que realizou, como a constituição de uma central de recursos ou o fim da duplicação de serviços, também ajudou a esse mais com menos? Sim. Uma das principais medidas da UL e foi um processo difícil e duro foi a criação de um centro comum e de serviços partilhados, que tem permitido enormes ganhos de eficiência. No sentido em que as faculdades da UL, até pela sua história, eram instituições independentes. No fundo, havia quase uma espécie de federação de faculdades. Estamos a tentar acabar de algum modo com essa lógica. Com que critério? O trabalho central de uma faculdade é o ensino e a investigação. E sobre este trabalho as faculdades e os professores devem ter total autonomia pedagógica e científica. Mas outra coisa é a autonomia para contratar o pessoal da limpeza, das obras, da segurança, para saber se se deve usar o sistema informático x, y ou z isto não é a vida nem o trabalho de uma faculdade. Tem de estar num centro de recursos e serviços partilhados em que, por exemplo, o processamento de salários, que era feito por 50 funcionários, quatro em cada faculdade, seja feito por apenas três ou quatro pessoas. A ideia do centro parece ser um ovo de Colombo. Haverá outros espalhados pela UL? Há um mais difícil de concretizar, mas em que temos avançado com grande determinação: a junção do ensino e da investigação. A política seguida durante muitos anos, em particular pelo ministro Mariano Gago, inclusive na década de 90, foi a de criar uma espécie de estrutura paralela. Há o ensino por um lado, financiado de uma determinada maneira, e a investigação por outro, com outra lógica de financiamento. Isto criou dentro das instituições universitárias uma clivagem totalmente indesejável. Mas temos vindo a tentar inverter essa política, dizendo que o trabalho na universidade é nestas duas valências. Portanto, têm de estar integradas. É por isso que no discurso de abertura do ano académica deste ano a palavrachave é «Liberdade», enquanto que em 2009 era «Oxigénio»? A questão do financiamento é muito difí- cil. Nos últimos quatro anos a UL tem tido cortes piores do que os que se avizinham. Foi uma política intencional do governo para uma espécie de estrangulamento das universidades. Estranguladas, elas eram asfixiadas na sua própria capacidade de se mobilizarem. Alguém que está com a corda na garganta não tem capacidade para se mexer. O país está a viver a crise neste momento, mas nós há quatro anos que a vivemos. É uma situação quase desesperada. Estamos num nível de financiamento do final do século passado. Isto dito, se me perguntar com o que é que tenho mais dificuldade em viver, digo-lhe que é com a intervenção sistemática do governo ou da administração central. Consegue dar um exemplo dessa interferência? Houve agora um concurso para a F-Direito e surgiu uma notícia segundo a qual aquele concurso é ilegal. Tenho 10 pareceres de juristas a dizerem-me que o concurso teve e podia ter lugar. Outros dez a dizerem que o concurso teve lugar e que não devia ter tido. Outros ainda a dizer que talvez. Com uma mesma decisão do ministro nós nunca sabemos o que fazer. Se se aplica, se não se aplica. Se as universidades estão incluídas ou não. Já discuti dezenas de vezes sobre os 20 por cento das cativações às propinas. Com vários ministros, com o CRUP (conselho de reitores) e com dezenas de juristas. E no entanto não lhe sei dizer se se aplica. Nos últimos quatro anos, a UL diminuiu sempre o seu orçamento, com excepção de 2010, aumentando todos os anos o número de diplomados Cada um tem a sua teoria sobre o assunto. E quando em cima de cada teoria vem a inspecção-geral do ensino superior, depois a das finanças que estão cá permanentemente, tenho até uma sala própria para os receber e a seguir o tribunal de contas... E com inspecção de 700 páginas, em que vão ver tudo ao milímetro. É uma asfixia no quotidiano da instituição impressionante. Gastamos metade do nosso tempo, se não for mais, a tentar decidir se podemos ou não podemos, se se contrata assim ou assado. Às vezes contratamos serviços que são mais caros e com menos qualidade só por que são mais legais. Quando fui estudante na UL, lutava-se contra as propinas. Essa é uma batalha

11 António Nóvoa Se transformarmos as instituições num comércio, estamos a perder o que há de mais precioso nas universidades perdida? As universidades podem viver sem propinas? Não. As propinas correspondem a um recurso muito significativo, estão para pagar salários. Já não são para aumentar a qualidade do ensino, como se dizia há 15 anos. Apesar de nunca ter sido um adepto das propinas, acho que não é dramático se conseguirmos manter os valores actuais. Estamos com propinas na ordem dos euros por ano, o que é aceitável. O grande problema são os custos de vida relacionados com a frequência do ensino superior alojamento, alimentação, livros, etc e não as propinas. É sobre estes que devíamos estar a intervir de uma maneira mais forte. Daqui a uns anos não se vai achar natural aumentar significativamente as propinas? Há muita gente a falar nisso. Pessoalmente, sou contra. O que está, está bem. E é preciso ter a inteligência de manter alguns mestrados a um nível de propinas muito próximo da licenciatura. É o que temos feito no caso da História, Filosofia, Matemática, Física, Química, Biologia, que têm também um custo anual de euros. Agora, é evidente que o movimento internacional aponta para esse sentido, considerando que o ensino superior é um bem e que os alunos são clientes, pelo que têm de pagar um preço pelo serviço que estão a adquirir. Ao Estado cabe apenas um papel assistencialista. É a ideologia neo-liberal pura. Para mim, a universidade é um bem público e o Estado tem a obrigação de assegurar a todos os cidadãos uma educação superior de qualidade, admitindo um contributo modesto, como o actual valor das propinas, de todos os estudantes. Não se corre o risco de termos um mercado dos mestrados, com altas propinas? É aí que se justifica uma intervenção política mais forte por parte das universidades. A lei diz que os mestrados integrados e os que preparam para o exercício de uma actividade profissional, como a Medicina, Farmácia, Engenharias, Arquitectura, têm de ter um valor de propinas igual ao das licenciaturas. Nós estendemos esse conceito a outras licenciaturas, pois entendemos que a formação de um aluno só está concluída com o mestrado. Mas o perigo que assinala é o que está em cima da mesa. Muitas pessoas reclamam por essa espécie de liberalização do mercado universitário. Grande parte desses discursos baseiam-se no valor económico dos cursos mas, como diz Eliot Freidson, as universidades são uma invenção notável da Humanidade precisamente porque nasceram para proteger o trabalho que não tem valor económico imediato. Se acabarmos com esta lógica e as transformarmos num comércio, estamos a perder o que há de mais precioso nas universidades. Faz um balanço positivo do Processo de Bolonha? Não faço. Num certo sentido, o Processo de Bolonha ainda não começou. Subscrevo uma parte significativa dos valores que lhe estão subjacentes, mas está longíssimo de ser uma realidade. O que fizemos foi apenas no plano formal. Mudar cadeiras anuais para semestrais? Coisas desse estilo. São adaptações que não alteraram verdadeiramente a forma de trabalhar. Mas não só em Portugal. De um modo geral, as universidades estrangeiras não estão muito mais avançadas. Ficámos a ganhar ou a perder? É difícil dizer. Há ganhos, como a massificação do ensino superior, a simplificação das mobilidades ou o reconhecimento de diplomas de umas universidades para as outras. Mas é evidente que pelo caminho se perdeu muito, como a desvalorização social do diploma e a qualidade da formação também não é a mesma. Entrevista na íntegra e reacção ao orçamento de estado de 2011 em Às vezes contratamos serviços que são mais caros e com menos qualidade só por que são mais legais aulamagna 11

12 Laboratório.Parceria Audax Empreendedorismo Uma empresa que fala em Português Claro Trata-se da primeira empresa portuguesa dedicada exclusivamente à comunicação em linguagem acessível. Nascida em 2007, a Português Claro ajuda as organizações a produzir documentos mais simples e eficazes. E, claro, já está a trabalhar de perto com o ensino superior aulamagna 12 Acho que as pessoas se escudam na linguagem complexa para mostrar que sabem muito sobre a sua área texto Ana João Fernandes fotografia Miguel Cunhal Sandra Martins Simplificar é preciso Nisto, estamos todos de acordo: os documentos em Portugal parecem ter uma tendência para conterem uma linguagem pouco inteligível. Foi esta constatação que levou Sandra Martins a fundar a Português Claro, há cerca de três anos. «Depois de uma temporada em Londres, durante a qual conheci o conceito de Plain Language, iniciei a empresa, com o objectivo de provar que a linguagem simplificada poupa tempo e dinheiro, tanto a quem escreve, como a quem lê», afirma. Assim, a Português Claro, a primeira empresa nacional dedicada exclusivamente à comunicação em linguagem compreensível, tem ajudado as organizações, tanto do sector público como do privado, a produzir documentos mais simples e eficazes. Entre os seus clientes, estão, por exemplo, o Instituto da Segurança Social ou a Caixa Geral de Depósitos. «Cada vez mais, o público exige clareza e transparência na comunicação», observa Sandra Martins. Uma relação próxima com o ensino superior Os estudantes universitários são um público com o qual a Português Claro tem aprofundado relações. «Colaborámos recentemente com alunos da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, na operacionalização da Clarity 2010, uma conferência internacional que organizámos sobre o tema da simplificação da linguagem jurídica, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa, entre 12 a 14 de Outubro», avança Sandra Martins. Outra das actividades da Português Claro no domínio universitário diz respeito à colaboração com a Universidade de Estocolmo e com a Katholieka Hogeschool Kempen. «Estamos a trabalhar de perto para esboçarmos uma pós-graduação em linguagem clara a nível europeu, que pensamos que será muito importante para a profissionalização da escrita em linguagem clara», acrescenta a responsável. De resto, a Português Claro está também interessada em «promover estágios curriculares» no seio da empresa, «de forma a chamar a atenção dos universitários para esta nova saída profissional», que considera Sandra Martins «poderá vir a dar frutos». Quer venham ou não a ter uma relação mais directa com a Português Claro, a gestora de projectos da empresa deixa um conselho a todos os estudantes: «Em termos profissionais, acho que as pessoas se escudam na linguagem complexa para mostrar que sabem muito sobre a sua área». Ora, essa é, certamente, uma atitude a evitar. Por outro lado, Sandra propõe ainda «começar sempre pelo mais importante e evitar o jargão». Conselhos de quem sabe falar em Português Claro

13 PÁTIO.festas As primeiras festas Miguel Pimenta ES-Comunicação Social do IP-Lisboa Este é o meu primeiro ano na universidade por isso só aos poucos começo a conhecer as festas académicas. Recentemente, no passado mês de Setembro, fui à Mega Festa do Caloiro, que se realiza todos os anos no Parque das Nações. É uma boa festa, mas não tão boa como a pintam. A certa altura parecemos sardinhas em lata. Mais assíduo sou das festas que a minha faculdade Pelo que tenho visto até agora, as festas académicas são boas. E recomendam-se organiza em vários espaços. Uma das últimas foi o Arraial ESCSITO, em que participaram várias tunas e bandas, como Quim Barreiros, Klepht, Souls of Fire e Nu Soul Family. Além disso, segui os conselhos dos meus amigos e vou às festas da U-Nova de Lisboa e da U-Técnica de Lisboa. E pelo que tenho visto até agora, as festas académicas são boas. E recomendam-se. Miguel Cunhal Saudades da Covilhã Miguel Cunhal Mafalda Reis U-Beira Interior Vinho traçado e esparguete à bolonhesa. Quando andava na licenciatura, na Covilhã, a noite começava sempre com um jantar entre amigos. E o menu era sempre igual... Depois, ia para o Bairro Alto, uma rua só de bares. Era certa uma paragem na Companhia, no Espaço, nos Leões da Floresta ou no Chemistry. As noites nem sempre eram boas, mas a companhia fazia tudo. Como a maioria Posso garantir: Covilhã é um sossego, Lisboa é um stress dos estudantes da UBI são de fora da Covilhã, os amigos que fazemos são como uma família. Se não saíamos, passávamos a noite no Leões ( paragem obrigatória) a conversar, jogar à sueca ou a jogar matrecos. Quanto à semana académica, era o delírio. Jantares, festas, bandas: um espectáculo! Em três anos, deixei amizades na Covilhã. Que saudades... Infelizmente tive de voltar para Lisboa, pois só aqui há o mestrado que eu quero. E posso garantir: Covilhã é um sossego, Lisboa é um stress. aulamagna 13 Arraial com contratempo Diogo Martins Presidente da Direcção da AE da F-Psicologia e I-Educação da U-Lisboa Falar de festas é lembrar o stress que vivemos recentemente na Direcção da AE. Tudo estava preparado para a festa que organizámos em conjunto com a Académica de Medicina Dentária da U-Lisboa (AAMDL), nos passados dias 22 e 23 de Setembro. A selecção musical fazia adivinhar uma grande festa, com uma enorme participação estudantil. Seria mais uma festa pela noite dentro. E no entanto um contratempo ia deitando o arraial abaixo. A tempestade que estava a revelar-se desde o final da tarde não levantava. Num frenesi, tentámos recolher informações meteorológicas para decidir o que fazer. Até que, a meia hora do início, mudámos a festa para o interior da faculdade. E com o esforço da organização e dos estudantes, não passou de um contratempo. De um inesperado contratempo, porque o arraial foi de arromba. Gonçalo Filipe Mata Falar de festas é lembrar o stress que vivemos recentemente. Mas que não passou de um contratempo

14 PÁTIO.Tunas Miguel Cunhal TAISCTE TAISCTE No V Festival de Tunas Noites ao Luar, organizado pelo IS-Técnico Gonçalo Filipe mata Patrícia Neto aulamagna 14 É a segunda tuna mais antiga de Lisboa e têm muito orgulho nisso. Ao longo de duas décadas de existência, a tuna mista do ISCTE tem divulgado o espírito académico e a música tradicional portuguesa. Sempre com seriedade e diversão. Entre os acordes e as noites bem passadas. Data de Criação 7 de Dezembro de Filosofia Somos cerca de 40 elementos, todos bem distribuídos por ambos os sexos, idades, raças, credos e religiões. Temos a paixão pela música e a crença de que passar pela faculdade é muito mais do que tirar um curso. Além da amizade, quem passa pela tuna consolida as suas aptidões musicais alunos que nunca tinham cantado ou tocado na vida transformaram-se em verdadeiros artistas e o conhecimento de novas realidades, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Hino Primeiro refrão: «É do ISCTE, é do ISCTE / Que vem a tuna que põe toda / a gente de pé / Seja na tasca ou em / qualquer arraial / No bailarico ou no palco do festival / É a Famosa que aqui vos vem / cantar, pela noite dentro até o / vinho acabar». Segundo refrão: «Enquanto o vinho durar / Enquanto eu puder cantar / Venham ver rapaziada / A Famosa é sempre a abrir». Candidaturas São muito simples. Basta passar pela sala da tuna e pedir a marcação de uma audição. Hierarquia São cinco os estádios por que passam os elementos da tuna. O Projectuno, que passou na audição musical e na reunião com o Magister. O Caloiro, que se mostrou empenhado no nível anterior. O Tuno, que André Igreja Magister deu provas de ser capaz de representar o grupo em qualquer ocasião e sempre com espírito académico, dando igualmente um forte contributo para o bom funcionamento da TAISCTE. O Veterano, que já leva três anos no activo. E o Cotatuno, aquele que está de saída da tuna, num jantar de homenagem. Mas para este e para todos, «Uma vez Tuno, sempre Tuno». Ensaios Terças e quintas, das 18h30 às 20h30. Apenas quatro horas por semana de muita descontração e bom humor, mas também de trabalho e dedicação. Os ensaios são de porta aberta. Sara Cartaxo Vice-Magister Discografia São dois álbuns. Lisboa Eterna, que reúne as actuações ao vivo do festival homónimo, realizado em 2001 e comemorativo do 10.º aniversário da TAISCTE. E Rumos, de 2005, com 10 originais e adaptações gravadas em estúdio. Festivais Já não se realizam há algum tempo, mas a TAISCTE organizou dois ao longo da sua história: Lisboa Eterna e Festival do Vodka. Mais fotografias e informações: taiscte-tuna-academica-iscte

15 PÁTIO.BANDAS estudantis Mob of God Catarina Fernandes São filhos da revolução dos cravos e procuram novos horizontes para o som que tocam. Nasceram a 25 de Abril (mas de 2003) e nos últimos anos têm construído um estilo próprio que assenta em três pilares fundamentais: mensagens, reflexões e sentimentos. Fundado pelo quarteto masculino, o grupo tornou-se mais sério com a entrada da vocalista Maria João Oliveira. Agora, sonham com o primeiro álbum e com a conquista de novos fiéis para a sua causa: a (boa) música. Nome A nossa música não se prende com géneros, nem barreiras ou rótulos, mas com mensagens, reflexões e sentimentos. Alguns felizes, outros nem tanto. É isso que o nome Mob of God significa. Mais do que uma tradução literal e preguiçosa para «Gente de Deus». Data de criação 25 de Abril de 2003 Membros da banda Bruno Gaspar (Bateria), Maria João Oliveira (Voz), do ISCTE, Nuno Tavares (Guitarra e Voz), Pedro Torradas (Baixo) e Ricardo Penedo (Teclados). Género Alternativo, Rock, Soul, Jazz, Folk, Metal, Blues dos anos 60, 70 e 90 e ainda a Wordl Music. Influências As nossas influências são dispersas, vão desde o metal ao fado e cada elemento contribui de forma diferente no processo criativo. Por isso, acaba por ser a combinação dos dois o resultado da música que fazemos. Por essa razão, e sem qualquer preten- siosismo, parece-nos impossível julgar a nossa sonoridade com base numa música apenas ou enquadrá-la num estilo só. Vemos cada música como Catarina fernandes Mob of God Em busca de um estilo próprio o reflexo de um momento e, pela sua subjectividade, sentimo-nos livres para explorar o que fizer sentido em cada momento. Mas podemos dizer que, entre outras, ouvimos as seguintes bandas: Tool, Alice in Chains, A Perfect Circle, Dream Theater, Metallica, Pantera, Sepultura, Ornatos Violeta, Smashing Pumpkins, Deftones, Radiohead, Mano Negra, Buena Vista Social Club, Compay Segundo, Ibrahim Ferrer, Mad Caddies, Jeff Buckley, Muse, Korn, Pearl Jam, Guano Apes, Cowboy junkies, Faith no More, Deep Purple, Led Zeppelin, The Doors, The Beatles, Nirvana, Bob Dylan, Machine Head, Deftones, The Mars Volta, Jane s Addiction, Placebo, Primitive Reason, Bob Marley. Discografia Está para breve um EP. E para isso temos trabalhado em várias músicas que constituem a nossa maquete. Para já temos nove temas originais Ao passar; Black Jaguar, El Sueño, Fuga em Nós, He Spoke From a Tree, Lazy Man, Lion of Judah, Lust Condemns e The Wreckage e uma cover do clássico Why Don t You do Right, de Kansas Joe McCoy, celebrizado no cinema por Jéssica Rabbit, no filme Quem tramou Roger Rabbit. Mais fotografias e informações: mob-god

16 Questão: OS TORNEIOS DE POKER, COMO FICOU PATENTE DURANTE O CAMPEONATO UNIVERSITÁRIO DE POKER DE , SÃO UMA VERDADEIRA REPRESENTAÇÃO DO PRINCÍPIO EVOLUTIVO DA SOBREVIVÊNCIA DO MAIS APTO. DISCUTA. Um embate nas mesas entre a elite na educação? Até o Darwin aprovaria. Participe nos torneios qualificativos online na PokerStars.com durante o mês de Novembro e seja um dos jogadores a reclamar uma parte do prizepool de Só os mais fortes sobreviverão a estes torneios para chegar à final ao vivo com possibilidades de ganhar o primeiro prémio de Inscreva-se já e jogue de graça no maior e mais prestigiante torneio para estudantes em Portugal, disponível apenas na PokerStars.com, o maior site de poker do mundo. Descobre a estrela do Poker que há em ti

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