MBA GESTÃO EMPREENDEDORA EDUCAÇÃO

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1 MBA GESTÃO EMPREENDEDORA EDUCAÇÃO SESI. LEVANDO MAIS QUALIDADE PARA FORMAÇÃO DOS GESTORES DE EDUCAÇÃO. MÓDULO GESTÃO GESTÃO DE PROCESSOS Autor Luiz Fernando de Souza Barbieri

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3 DE PROCESSOS GESTÃO GESTÃO DE PROCESSOS

4 Armando de Queiroz Monteiro Neto Presidente Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro Roberto de Souza Salles Reitor Confederação Nacional da Indústria SESI - SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA Conselho Nacional Jair Menegueli Presidente SESI - Departamento Nacional Armando de Queiroz Monteiro Neto Diretor Antonio Carlos Brito Maciel Diretor -Superintendente Carlos Henrique Ramos da Fonseca Diretor de Operações SESI - Serviço Social da Indústria Departamento Regional do Rio de Janeiro Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira Presidente Diretoria Corporativa Operacional Augusto César Franco de Alencar Diretor SESI/DR - Rio de Janeiro Maria Lucia Paulino Telles Diretor Superintendente Diretoria de Educação Andrea Marinho de Souza Franco Diretora UFF Universidade Federal Fluminense Emmanuel Paiva de Andrade Vice-reitor Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação PROPPI Antonio Claudio Lucas da Nóbrega Pró-reitor Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Fernando Freire Bloise Diretor Sandra Regina Holanda Mariano Coordenadora Esther Hermes Lück Vice-coordenadora Fundação Euclides da Cunha de Apoio Institucional à Universidade Federal Fluminense Antonio Fontana Presidente A 4 Mãos Comunicação e Design Ltda Projeto Gráfico Flavia da Matta Design Capa Luiz Fernando de Souza Barbieri Elaboração de conteúdo Tereza Queiroz Editorial Copyright 2010, SESI / Universidade Federal Fluminense Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrônico, mecânico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito, da Fundação. Referências Bibliográficas e catalogação na fonte, de acordo com as normas da ABNT e AACR2. Tereza Queiroz Copidesque/revisão de provas Katy Araújo Diagramação

5 Unidade deeducação Básica- UniEduca Mariana Raposo Gerente -Executiva Joana D Arc Machado Cerqueira Gerente SESI Serviço Social da Indústria Departamento Nacional Gerência de Educação Básica Hozana Cavalcante Meirelles Gerente Elizabete Otero Mendes Maia Coordenadora Claudia do Canto Wilkoszynski Analista SESI - Serviço Social da Indústria Departamento Regional do Rio de Janeiro Curso de MBA em Gestão Empreendedora Sandra Regina Holanda Mariano Coordenadora Esther Hermes Lück Vice-coordenadora Vera Regina Ramos Pinto Assistente de UFF Universidade Federal Fluminense

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7 SUMÁRIO GESTÃO DE PROCESSOS AULA 1: AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES 7 AULA 2: A GESTÃO DE PROCESSOS 31

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9 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES Aula 1 As Estruturas Organizacionais Escolares Meta Relacionar os tipos de estruturas organizacionais de uma escola (ou organização) aos organogramas que os representam, identificando vantagens e desvantagens de cada um. Objetivos 1. reconhecer a importância de competências pedagógicas e administrativas exercidas pelo gestor escolar em suas estratégias de planejamento e ação; 2. relacionar a representação gráfica de informações estruturais e funcionais de uma organização ao modo pelo qual ela opera; 3. identificar os principais tipos de organograma; 4. reconhecer vantagens e desvantagens de cada estrutura organizacional; 5. relacionar a estrutura organizacional de uma escola aos processos de comunicação e interação entre as diversas áreas funcionais; 6. avaliar uma Estrutura Funcional e a Departamentalização. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

10 8 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

11 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES 1. De que estrutura sou gestor? Em 1º de julho de 2007, um avião Boeing da Gol se chocou no ar com uma aeronave menor, caiu ao norte do Mato Grosso e ocasionou dezenas de vítimas fatais (154 ao todo). Na época, foi levantada a questão da qualidade do tráfego aéreo no país, a começar pelas condições de trabalho dos controladores de voo. Você já pensou na complexidade do trabalho de um profissional desses? Manter o controle de várias rotas aéreas, que mais parecem um emaranhado de linhas na tela do computador? BotMultichillT (Domínio Público) Figura 1.1: Rotas de voo em um computador: mais parecem um emaranhado de linhas na tela. O futuro controlador passa por um treinamento severo e, depois, por um período de estágio. Ao final, é avaliado e, só então, passa a exercer a sua função com segurança. Dentre tantas coisas, ele aprende uma linguagem específica, que são os códigos para leitura de rotas na tela do computador. O movimento de números e linhas, que representa as diversas rotas e aeronaves, orienta a liberação de voos e garante a segurança de milhares de pessoas. A linguagem visual organiza e simplifica a evidente complexidade de informações, ajudando o controlador de voo em sua tomada de decisão. BotMultichillT (Domínio Público) Figura 1.2: Representação de rotas de voo por meio de números e linhas que se movimentam. Parece complicado? Acredite: a linguagem visual dominada pelos controladores de voo não só facilita o exercício de seu trabalho como contribui para evitar acidentes aéreos que, em muitos caos, poderiam ser fatais. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

12 Da mesma forma que a linguagem visual facilita o trabalho dos controladores de voo, esta disciplina pretende ajudá-lo a organizar o universo estrutural e de funcionamento de sua escola, contribuindo para suas tomadas de decisão, simplificando as informações, tornando-as mais facilmente visualizáveis e compreensíveis. Faremos isso também por meio do uso de representações gráficas. Mas como articular linguagem visual e gestão escolar? Boa pergunta! Mas, antes de voltarmos a ela, vamos começar a respondê-la falando um pouco sobre suas funções como gestor e do tipo de conhecimento associado a seu trabalho. Atualmente, as competências exigidas de um Diretor Escolar são inúmeras; dentre elas, a de trazer resultados tanto no que se refere à sistematização dos processos e atividades fins da escola quanto ao desempenho dos alunos, propriamente dito. Quando indicadores, como, por exemplo, o IDEB, são publicados, por vezes não consideram as dificuldades de gerir uma escola tanto no que se refere às ações pedagógicas quanto às administrativas. Saiba mais O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), em 2007, e representa a iniciativa pioneira de reunir num só indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Inep a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil para os municípios. Fonte: Ações pedagógicas e administrativas se complementam e se relacionam com tudo o que se refere à organização escolar. No dia a dia de suas atribuições, por exemplo, devem aparecer questões do tipo: De que adianta um bom projeto pedagógico se a equipe não está minimamente organizada para a sua execução? E por quantas vezes esses projetos se tornam prática, mas a rotina diária administrativa fica prejudicada? E o que fazer primeiro? Quanto dedicar do meu dia para as ações pedagógicas, sempre pressionadas para o alcance de resultados? E como alcançar resultados com tantas atribuições e com um contexto complexo? Svilen Milev 10 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

13 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES Ao final dessas reflexões, a conclusão a que você deve chegar é: Nossa! apago incêndios todos os dias.... Pois, para ajudar você a se sentir mais gestor e menos bombeiro, pretendemos mostrar que planejar é fundamental para agir e evitar incêndios. Para isso, você precisa conhecer todas as rotinas de sua escola, sejam elas pedagógicas ou administrativas. Até saber classificá-las é importante, pois uma dá suporte à outra e, por isso, as duas precisam se comunicar de maneira eficaz. Pedagógico Administrativo Thiago Felipe Festa Homero Chapa Figura 1.3: Para deixar as ferramentas de bombeiro só para as emergências e usar, no dia a dia, as de gestor, é preciso conhecer para planejar. O Prêmio Inovação em Gestão Educacional do INEP demonstra o resultado de práticas inovadoras escolares e relaciona o sucesso de um modelo inovador à aplicação de muita teoria administrativa. Articular diversas ações conjuntas, sistematizando-as, com foco na obtenção de resultados é um desafio para o Diretor Escolar que, por vezes, despende muito esforço sem consequências efetivas. Observei isso nas escolas que visitei e onde se tem adotado a prática de soluções tópicas, pontuais, sem articulação com outros contextos e dificuldades relacionadas ao problema em questão. Soluções como estas, por vezes localizadas e restritas, resolvem apenas o problema que surgiu naquele dia, sem considerar que as dificuldades de gestão da escola são globais e inter-relacionadas. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

14 E novas perguntas aparecem: O problema se repete. Quantas vezes no mês? Não adianta tratar o efeito do problema; é necessário avaliar as suas causas, para eliminar a sua raiz. Como fazê-lo? As pessoas conhecem o que fazem? Existe redundância nas atividades? Existe excesso de burocracia? Existe uma hierarquia informal, diferente da formalizada pelo Governo e/ou nas escolas de rede privada que dificultam a tomada de decisão? As pessoas possuem autonomia mínima para solucionar problemas sob sua responsabilidade e também visão do todo o âmbito escolar? Svilen Milev Esta disciplina apresentará instrumentos capazes de fazer você refletir sobre a organização do trabalho escolar. À medida que você estudar e realizar os exercícios para aplicá-los em sua escola, saberá responder a todas as perguntas anteriores. Que tal começar já? Atividade 1 1 CÂMERA E AÇÃO. Vamos nos inspirar no pensamento de Joel Artur Barter: Visão sem ação não passa de um sonho Ação sem visão é só um passatempo Visão com ação pode mudar o mundo A ideia contida nos trechos do autor pode ser transportada para diversas situações de nossa vida pessoal ou profissional. Refletem a importância de se articular análise, planejamento e execução. Mas nem sempre conseguimos agir dessa maneira, não é verdade? Nessa atividade, gostaria que você identificasse três pequenas ocorrências na sua escola que refletem os três princípios contidos em cada passagem. VISÃO SEM AÇÃO AÇÃO SEM VISÃO 12 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

15 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES VISÃO COM AÇÃO RESPOSTA COMENTADA As frases apresentadas fecham o excelente vídeo A Visão do Futuro, produzido por Joel Baker e comercializado com exclusividade no Brasil pela Siamar, inclusive para locação. É um vídeo que eu e muitos professores costumamos apresentar ao final de algumas palestras, pois tem um poder reflexivo incontestável. Não há como ir para casa sem se perguntar: O que estou fazendo comigo, com minha família, com minha escola para ser feliz? O futuro não é o lugar para aonde estamos indo. É o lugar que estamos construindo e que dependerá daquilo que fizermos no presente. Por isso, digo que a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Após a sua criação, precisamos de ação para o seu alcance. Se você não tem um sonho, mas é proativo, em qual direção caminham as suas ações? Por isso, é necessário uma visão com ação! As Estruturas Organizacionais Agora que já falamos um pouco da natureza de seu trabalho como gestor, vamos voltar à questão da informação visual, com a qual abrimos nossa primeira aula. Naturalmente, procuramos organizar visualmente os objetos à nossa volta, seja em nosso guarda-roupa ou na gaveta do escritório. No supermercado, por exemplo, onde a escolha por certo produto depende de uma identificação rápida, os itens são dispostos de tal maneira que facilmente identificamos onde se encontra o que procuramos. Aí, então, escolhemos uma marca ou avaliamos, dentre elas, a que levaremos. Figura 1.4: Já teve a experiência de trocar o supermercado em que você faz suas compras por outro? De início, você perde um pouco de tempo localizando-se dentro do estabelecimento. Mas, em seguida, rapidamente identifica os diferentes setores de exposição de diferentes produtos e retoma sua rotina de compras normalmente. Esse procedimento se torna muito fácil porque, em qualquer supermercado, os produtos estão separados por seção e dispostos de maneira a serem facilmente identificados. Isso é informação visual. Blink (Domínio Público) Blink (Domínio Público) Webkid (Creative Commons) Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

16 Sim, e o que um guarda-roupas, um escritório ou um supermercado têm a ver com seu trabalho de gestor? Tudo! Você já deve ter ouvido falar em organograma. Não? Organograma é um gráfico representativo da estrutura formal da organização em um dado momento, que tem como objetivo organizar visualmente áreas, setores, unidades organizacionais ou departamentos. Veja o exemplo a seguir e você facilmente reconhecerá! Direção Escolar Departamento de Administração Departamento de Pessoal Departamento de Pedagogia e Apoio Didático Departamento de Ensino Divisão de serviços Auxiliares Serviço de cadastro e Pagamento de Supervisão Pedagógica de Registros Escolares Divisão de Administração Financeira e Contabilidade Serviço de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal de Orientação Educacional de Ensino Divisão de Material e Patrimônio de Recursos Didáticos Figura 1.5: Exemplo de organograma escolar. Quando reproduzimos a estrutura de uma organização por meio de um gráfico, os objetivos que buscamos são representar mais claramente: a divisão do trabalho, mediante o fracionamento da organização em unidades de direção, núcleos, conselhos, comissões, gerências, superintendências, departamentos, seções, serviços, setores, áreas, unidades organizacionais, coordenações etc.; a relação superior/subordinado (no detalhe a seguir, na Figura 1.6), que deixa implícitos os procedimentos relativos à delegação de autoridade e responsabilidade; Direção Escolar Superior Departamento de Administração Subordinado Divisão de Serviços Auxiliares Divisão de Administração Financeira e Contabilidade Figura 1.6: Detalhe de organograma com evidência de subordinação. 14 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

17 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES o trabalho desenvolvido pelas frações organizacionais. Dependendo da técnica de elaboração aplicada, poderá evidenciar, além do tipo de trabalho desenvolvido, (a) o detalhamento do tipo de trabalho; (b) os cargos existentes; (c) os nomes dos titulares das unidades; (d) a quantidade de pessoas por unidade; (e) a relação funcional, além da relação hierárquica; a análise organizacional, facilitada por uma boa elaboração, o que significa dizer: organograma com linhas bem definidas, esclarecimento das convenções utilizadas, abreviações e siglas, mediante uso de legenda colocada na própria folha do gráfico. A partir do processo de departamentalização, ou seja, da divisão do trabalho em partes, é que surgiu a elaboração dos organogramas. Saiba mais Adam Smith Henri Fayol Departamentalização tem suas origens na Teoria Clássica, corrente filosófica administrativa iniciada pelo teórico francês Henri Fayol, que pregava a ênfase na Estrutura Organizacional como forma de aumentar a eficiência e aprimorar as relações entre cada segmento de uma empresa. Era uma abordagem de conceito verticalizado que segue hierarquicamente da direção para a execução das tarefas. Sob abordagem econômica, entretanto, a Divisão de Trabalho apregoada por Adam Smith como fundamental para a geração de riquezas constitui-se na gênese dessa ideia. Fonte: COLENGHI, Vitor Mature. O&M e Qualidade Total: uma integração perfeita. Rio de Janeiro: Qualitymark, Muitas informações? Então vamos organizá-las visualmente, de forma que você entenda melhor os conceitos por trás da estrutura de um organograma. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

18 Estrutura organizacional: Forma pela qual as atividades de uma escola são divididas, organizadas e coordenadas. Estrutura Organizacional / Organograma Departamentalização: Divisão do trabalho em termos de diferenciação entre os diversos tipos de tarefas executadas pelos órgãos escolares. Direção Escolar Departamento de Pedagogia e Apoio Didático Departamento: Uma unidade da escola. Departamentalização de Supervisão Pedagógica de Orientação Educacional de Recursos Didáticos Departamento Figura 1.7: Esquema das relações expressas em um organograma. Mas é realmente importante conhecer tão bem assim a organização escolar e representá-la, em tantos detalhes, por meio de um organograma? Antes de responder, vamos refletir sobre os desafios do Gestor Escolar no contexto abordado pela atividade a seguir. Atividade O SENTIDO DA EDUCAÇÃO A Gestão Escolar é uma dimensão, um enfoque de atuação, um meio e não um fim em si mesmo, uma vez que o objetivo final da gestão é a aprendizagem efetiva e significativa dos alunos, de modo que, no cotidiano que vivenciam na escola, desenvolvam as competências que a sociedade demanda, dentre as quais se evidenciam: pensar criativamente; analisar informações e proposições diversas, de forma contextualizada; expressar idéias com clareza, tanto oralmente, como por escrito; empregar a aritmética e a estatística para resolver problemas; ser capaz de tomar decisões fundamentadas e resolver conflitos, dentre muitas outras competências necessárias para a prática da cidadania responsável. Portanto, o processo de gestão escolar deve estar voltado para garantir que os alunos aprendam sobre o seu mundo e sobre si mesmos em relação a esse mundo, adquiram conhecimentos úteis e aprendam a trabalhar com informações de complexidades gradativas e contraditórias da realidade social, econômica, política e científica, como condição para o exercício da cidadania responsável. Com esta demanda, o sentido de educação e de escola se torna mais complexo e requer cuidados especiais. O aluno não aprende apenas na sala de aula, mas na escola como um todo: pela maneira como a mesma é organizada e como funciona; pelas ações globais que promove; pelo modo como as pessoas nela se relacionam e como a escola se relaciona com a comunidade, pela atitude expressa em relação às pessoas, aos problemas educacionais e sociais, pelo modo como nela se trabalha, dentre outros aspectos. Heloísa Lück Em Aberto Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

19 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES Após a reflexão, onde foi destacado que o aluno também aprende na observação da maneira como a escola funciona, questione-se: A estrutura organizacional atual de sua escola condiz com a prática do dia a dia de sua escola? Existem pessoas que ocupam um determinado cargo e estão exercendo outra função, na prática? Você pode dar um exemplo de situações que ilustrem sua resposta a esses questionamentos? A estrutura organizacional atual de sua escola condiz com a prática do dia a dia de sua escola? Exemplo: Existem pessoas que ocupam um determinado cargo e estão exercendo outra função, na prática? Exemplo: RESPOSTA COMENTADA O objetivo do estabelecimento da Estrutura Organizacional, do Organograma, é concretizar o desenho da forma como a escola opera em um dado momento. A estrutura condiz com a prática? Há irrealidades na estrutura original? Só dessa forma, com esses questionamentos, é possível analisar mais facilmente a maneira como a escola de fato atua. A partir daí, construir o organograma real irá facilitar a encontrar soluções para problemas enfrentados no campo administrativo e pedagógico da organização escolar. Mais que isso, como bem disse Heloísa Lück, a construção de um organograma real, de acordo com sua realidade escolar, irá contribuir para o estabelecimento de ações, para um bom relacionamento pessoal e com a comunidade, de forma a fomentar a aprendizagem dentro e fora da sala de aula. Se não conseguiu responder à primeira pergunta porque a sua escola não possui um organograma formalizado, não se preocupe, vamos aprender a melhor forma de representá-lo ao longo desta disciplina. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

20 Principais tipos de organograma existentes Uma pergunta que você pode, naturalmente, estar se fazendo é Se os órgãos superiores da Educação já definem a estrutura da minha escola, como e por que devo aplicar essas técnicas? A estrutura de sua escola deve representar a realidade de seu modo de operar; com isso, para construir a melhor estrutura organizacional da sua escola ou rever a existente, precisamos conhecer todos os tipos de organograma existentes. Vamos apresentar as mais utilizadas e as que se aplicam ao contexto educacional. Nem sempre o que ocorre, de fato, em sua escola é o estabelecido pelos órgãos superiores. E isso pode ocorrer por motivos variados, sobre os quais você tenha pouca ingerência. O fato é que sua escola funciona do jeito que sua escola funciona. E para construir a melhor representação de sua estrutura ou para rever a existente, precisamos conhecer todos os tipos de organogramas existentes. Assim, ao longo desta primeira aula, vamos apresentar os cinco organogramas mais utilizados, que se aplicam ao contexto educacional: A. Estrutural B. Circular ou radial C. Funcional D. Estrutural-funcional E. Matricial A. Estrutural Por ser conhecido também como clássico, fica evidente que este modelo é utilizado para representar a maioria das organizações conhecidas. Outros nomes para este tipo de organograma são: comitê, em linha, hierárquico, funcional, linear, tradicional e vertical, dentre outros. Escola X Direção Escolar A de Supervisão Pedagógica B Departamento de Pedagogia e Apoio Didático de Supervisão Pedagógica de Orientação Educacional de Recursos Didáticos Departamento de Ensino de Registros Escolares de Ensino Escola X Direção Escolar Departamento de Pedagogia e Apoio Didático Departamento de Ensino de Orientação Educacional de Recursos Didáticos de Registros Escolares de Ensino Figura 1.8: Organograma clássico. Representação vertical (A) e horizontal (B). 18 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

21 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES Características: no alto, deve constar o nome da escola; a representação gráfica dos retângulos pode ser nos dois sentidos: horizontal (deitado) e vertical (em pé); havendo siglas, elas devem ser explicitadas na legenda; a linha tracejada ou pontilhada pode ter qualquer significado, como, por exemplo, informar que a de Orientação Educacional é terceirizada. O importante é explicitar por meio de uma legenda; deve ser elaborado por grupamento de unidades afins, partindo das unidades de direção, apoio superior até as de cunho operacional; unidades de mesma nomenclatura (departamento, coordenação, divisão, setor etc.) devem estar sempre na mesma linha horizontal (ou vertical, dependendo do tipo escolhido). B. Circular ou radial Existem dois sólidos argumentos para a utilização da técnica associada à construção deste tipo de organograma, apresentado na Figura º a apresentação estética tende a suplantar qualquer outra forma de elaboração gráfica, ou seja, oferece, segundo os autores, um visual suave; 2º reduz a possibilidade de conflitos entre superiores e subordinados, pois as linhas de autoridade ficam difíceis de ser identificadas. Sabemos que há organizações em que a hierarquia, embora presente, raramente é mencionada. E a existência do organograma elaborado de forma clássica tem a pretensão de realçar exatamente os vários graus hierárquicos. de Pesquisa de Recursos Didáticos de Supervisão Pedagógica Departamento de Pedagogia ESCOLA X Direção Escolar de Material Didático Departamento de Ensino de Apoio Educacional de Registros Escolares de Orientação Educacional de Ensino Figura 1.9: Organograma circular. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

22 Características a autoridade hierárquica é representada do centro para a periferia; a representação de estruturas de certa complexidade torna-se difícil, pois a existência de muitas unidades gravitando próximo à autoridade superior dificulta a localização dessas mesmas unidades no gráfico; o uso de letras e números exige, naturalmente, a explicitação em legenda; quando existem muitos níveis hierárquicos, este organograma não é recomendado, pois torna-se complexo de ser elaborado. C. Funcional Este organograma não é apenas uma simples representação gráfica de uma estrutura que se articula tal e qual as demais estruturas conhecidas, como a Clássica ou Circular. Demonstra, de maneira diferenciada, como as unidades transacionam no cotidiano da escola. Escola X Direção Escolar Administração Pessoal Pedagogia e Apoio Didático Ensino Material e Patrimônio Cadastro e Pagamento Orientação Educacional Ensino Figura 1.10: Organograma funcional. Características: o quadro funcional não tem um chefe hierárquico. A subordinação é às pessoas que ocupam a função correspondente ao que está sendo executado naquele momento. Assim que a pessoa termina a operação e a passa para outra, sua subordinação também muda, isto é, nova função, novo chefe, ou melhor, supervisor. Portanto, as ligações em linha contínua na cor mais escura e que não estão em linha reta mostram uma vinculação apenas temporária, ou seja, ele não representa as relações hierárquicas, e sim as relações funcionais, o que é trocado entre Material e Patrimônio e Pessoal. (Para a área de Material e Patrimônio realizar a compra de um computador, por exemplo, é necessário que a área de Pessoal aprove. Com isso, o organograma demonstra uma relação, uma troca entre as funções dentro da escola). a subordinação ao Diretor é, nitidamente, hierárquica; é recomendado ser utilizado em escolas de pequeno porte, onde existem alguns poucos chefes para uma série de atividades (funções); fica a critério do elaborador do organograma dispor ou não todas as funções (as consideradas mais e menos importantes.) 20 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, 2010.

23 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES D. Estrutural-funcional Este é um modelo bastante utilizado, pois alia a estrutura da organização às atribuições básicas ou principais de cada uma das unidades integrantes da organização. Direção Escolar 1. Presidir as reuniões de pais 2. Aprovar compras de alimentos para a cantina Gerência de Orientação Educacional 1. Avaliar o rendimento dos professores 2. Realizar reuniões periódicas com professores 3. Orientar melhores práticas pedagógicas Gerência de Material Didático Figura 1.11: Organograma estrutural-funcional. Características: retirando-se o prolongamento do retângulo (atribuições), o organograma transforma-se no tipo estrutural; é recomendado ser elaborado em partes, devido ao espaço que ocupa em cada uma das unidades. E. Matricial (em matriz) A estrutura matricial é a estrutura clássica (Figura 1.8) acrescida do funcionamento da escola baseada em projetos. Isso quer dizer que a escola tem a sua dinâmica, o seu funcionamento ditado pela estruturação clássica e por projeto. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

24 Direção Escolar Gerência de Orientação Pedagógica Gerência de Apoio Administrativo Gerência de Projetos Pedagógicos Equipe de Tutores Equipe de Professores Pedagógica de Informática de Finanças de Professores de Tutores Projeto A Projeto B Projeto C Figura 1.12: Organograma matricial. Características: 22 Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF, existe uma dificuldade de representação, neste tipo de gráfico, das ações e dos profissionais envolvidos nos diferentes projetos desenvolvidos na escola. Isso porque as equipes vivem em constante mutação. As trocas são motivadas pelas características específicas de cada projeto, fazendo com que os profissionais especializados movam-se com certa frequência entre esse ou aquele grupo; por outro lado, essa movimentação de pessoas de um grupo para outro dá uma dimensão de flexibilidade e adaptabilidade que outras estruturas não permitem, em função, quase sempre, do rígido padrão hierárquico estabelecido; as setas no gráfico indicam a continuação (prolongamento) do organograma, que não está, de fato, representada. Não deve ser utilizada regularmente em outros tipos de organogramas; há dificuldades em conciliar as duas estruturas (clássica e por projetos). São demandas diferentes, mas, devido ao fato de ambas as estruturas funcionarem com pessoal de alto nível e de boa qualificação, é possível reduzir o conflito a questões menos relevantes. Vamos pensar em um exemplo, para você visualizar melhor a aplicação de um organograma matricial? Pense que a sua escola está desenvolvendo dois projetos: um de construção de uma brinquedoteca e outro, de uma Cantina Saudável. Para a execução desses projetos, você elaborou um organograma matricial para evidenciar quais equipes estão envolvidas, conforme a Figura 1.13.

25 AULA 1 AS ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS ESCOLARES Direção Escolar Gerência de Orientação Pedagógica Gerência de Apoio Administrativo Gerência de Projetos Pedagógicos de Tutores de Professores Pedagógica de Informática de Finanças de Professores de Nutricionistas Projeto: Brinquedoteca Projeto: Cantina Saudável Figura 1.13: Exemplo de um organograma matricial. Observe que, para o projeto Brinquedoteca, estão envolvidos quatro grupos das coordenações: Pedagógica, Informática, Finanças e de Professores. Já para o projeto Cantina Saudável, três grupos de execução estão envolvidos: Pedagógico, Finanças e Nutricionistas. Por meio desse organograma, é possível definir quantas equipes estão envolvidas em projetos além de suas atribuições do dia a dia, facilitando a visualização das responsabilidades de cada grupo e/ou equipe. Barbieri, Luiz F.S. GESTÃO DE PROCESSOS. RIO DE JANEIRO: SESI/UFF,

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