UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS ESAG CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS ESAG CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS ESAG CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO II AVALIAÇÃO DA PRÁTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DA ELETROSUL FERNANDA VIEIRA DE SOUZA FLORIANÓPOLIS SC 2012

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SOCIOECONÔMICAS ESAG CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO II AVALIAÇÃO DA PRÁTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DA ELETROSUL FERNANDA VIEIRA DE SOUZA Relatório de Estágio II em Administração Pública, apresentado como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel em Administração Pública do Curso de Bacharelado em Administração Pública UDESC/ESAG. Orientador: Profª. Simone Ghisi Feuerschütte, Dra. FLORIANÓPOLIS SC 2012

3 À minha mãe, principal incentivadora e responsável pelo meu aprendizado, e que muitas vezes sacrificou seus sonhos para que os meus fossem realizados.

4 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, dirijo minha gratidão por me dar a vida. À minha mãe, por ser minha referência sempre, e por estar presente na minha vida de uma forma indispensável. Obrigada por me incentivar e me fazer sentir tão amada. À Sandy, minha cachorra, companheira que me faz falta e que permaneceu por 15 anos comigo e aguentou para conseguir me ver ter o primeiro dia de aula na faculdade; e à Tuli, que diversas vezes me acompanhou nas madrugadas de estudo. Aos meus familiares, que acompanharam com muito orgulho essa fase da minha vida. Aos amigos mais antigos, por continuarem ao meu lado mesmo no meu sumiço nessa fase final. Às amigas que encontrei na faculdade e quero que se tornem eternas, Bruna, Lorena, Marília e Camila, companheiras responsáveis pelos melhores momentos vividos nesses quatro anos. Obrigada por alegrarem meus dias, por me aliviarem nas horas mais difíceis, sentirei falta do convívio diário com vocês. Aos colegas de sala, pelos anos de convivência, pelas festas, pelas brigas, pelas descobertas, pelas parcerias. Aos professores que tive nesses quatro anos de faculdade, por me mostrarem os caminhos do conhecimento e possibilitarem meu desenvolvimento acadêmico. Em especial, à minha professora e orientadora Simone, por despertar em mim o interesse pela área de Recursos Humanos, e por aceitar em repassar seu conhecimento, sempre de forma tão carinhosa, quase maternal, mesmo quando precisava me repreender. À ELETROSUL, pela oportunidade do estágio. A todos que de alguma forma me ajudaram. Vocês são parte do meu triunfo.

5 Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito (Fernando Pessoa).

6 Sumário 1. INTRODUÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE CONCEDENTE DE ESTÁGIO HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ESTRUTURA (MISSÃO, VISÃO E VALORES) ASSESSORIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL (ARS): ESTRUTURA (MISSÃO, VISÃO E VALORES) ELETROSUL: ORGANOGRAMA ELETROSUL: DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO PROBLEMA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL VOLUNTARIADO EMPRESARIAL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DA ELETROSUL PROPOSTA DE INTERVENÇÃO BENCHMARKING ESTUDO DE CASO: VALE Fundação Vale Programa Voluntários Vale ESTUDO DE CASO: C&A Instituto C&A Programa Voluntariado C&A IMPLEMENTAÇÃO DA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO ORGANIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES COMUNICAÇÃO PORTAL DO VOLUNTÁRIO RELATO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO I e II RELATO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO I RELATO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO II AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ESTÁGIO NO QUE SE REFERE À INTERVENÇÃO REALIZADA CONSIDERAÇÕES FINAIS... 66

7 Lista de Siglas ARS MME CHESF PND ANEEL ONS PAC CEATS Setor Assessoria de Responsabilidade Social Ministério de Minas e Energia Companhia Hidroelétrica do São Francisco Programa Nacional de Desestatização Agência Nacional de Energia Elétrica Operador Nacional do Sistema Elétrico Programa de Aceleração do Crescimento Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro

8 1. INTRODUÇÃO Verifica-se hoje, que o investimento por parte das empresas em questões de interesse público, tão discutido na atualidade, emerge de uma preocupação crescente com a questão da responsabilidade e investimento social das empresas, que constituem o trabalho voluntário como um forte instrumento de ação. Embora o voluntariado, pessoa física, não seja uma prática recente, constata-se uma incidência de nova tendência social, o voluntariado empresarial, pessoa jurídica. Trata-se de empresas privadas que adotam programas de voluntariado com o objetivo de fomentarem o desejo de seus funcionários de atuarem junto ao campo social. (CORULLÓN; MEDEIROS FILHO, 2002). O trabalho voluntário tem sido considerado um fator de motivação e satisfação das pessoas em seu ambiente profissional. A empresa pode incentivar essas atividades, liberando seus empregados em parte de seu horário de expediente para ajudar organizações da comunidade ou dando incentivos aos empregados que participam de projetos de caráter social. (INDICADORES ETHOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL, 2000, p.23). Sob a visão de uma estratégia de intervenção social, destaca-se o desenvolvimento social a partir da intervenção e possibilidade de atuação ativa na vida social, a oportunidade de levar ao público interno o interesse por abraçar conceitos como o de responsabilidade social e voluntariado, utilização do potencial humano; e aproximação com as comunidades (GARAY, 2003). Já sob a ótica empresarial, o voluntariado pode ser visto como a criação de um estímulo que promove a maior interação dos empregados com a comunidade, além de fortalecer a imagem da empresa junto à comunidade e a possibilidade de humanização do trabalho (GARAY, 2003). A partir de ideias preliminares sobre o tema do voluntariado empresarial, buscou-se, com este trabalho, conhecer o significado que o trabalho do Programa de Voluntariado Corporativo assume para o profissional que o pratica, com base em estudo de caso realizado na ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. Para tanto, foram analisadas ações em outras empresas, na qual foram entrevistados voluntários empresariais e Coordenadores do Programa. 7

9 Partiu-se de uma busca teórica e prática sobre os significados associados ao voluntariado e sobre questões envolvendo poder, interesse e motivação nas ações de trabalho. 8

10 2. CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE CONCEDENTE DE ESTÁGIO Denominação: ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. CNPJ: / Unidade: Assessoria de Responsabilidade Social - ARS Endereço (Rua/ Avenida, Cidade, CEP): Rua Deputado Antônio Edu Vieira, n 999, Bairro Pantanal Florianópolis SC Contato: (48) ; (48) ; Área de Atividade: Assessoria de Responsabilidade Social Número Total de Funcionários: - ELETROSUL Centrais Elétricas S.A.: funcionários - Assessoria de Responsabilidade Social: 9 efetivos, 1 contratada e 2 estagiárias. 2.1 HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO A década de 1960 foi marcada pela estabilização de um novo molde de desenvolvimento do setor de energia elétrica brasileiro. As empresas concessionárias de energia, até aquele momento, atuavam isoladas e com planejamento próprio. Pelo novo cenário destacado País, fazia-se indispensável a incorporação entre as empresas, a fim de possibilitar a interligação do sistema elétrico, para assim, assegurar maior credibilidade no suprimento de energia. No mesmo período, foi criado o Ministério de Minas e Energia MME, pelo Governo Federal comas funções de fiscalização, regulamentação e fixação de tarifas de eletricidade. No ano de 1962, foi instituída a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRÁS, atuando como empresa holding, centralizando o planejamento de operação e da administração financeira do setor energético no Brasil. A criação do MME e a constituição da ELETROBRÁS foram os marcos que firmaram a participação do Governo Federal no setor de energia elétrica. Em 1968, a ELETROBRÁS operava no Sudeste por meio de FURNAS Centrais Elétricas S.A, e no Nordeste pela Companhia Hidroelétrica do São 9

11 Francisco - CHESF. Para que a região Sul também fosse atendida, foi constituída, em 23 de dezembro de 1968, com autorização para funcionamento por meio do Decreto n de 23/04/1969, a ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. uma empresa subsidiária das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - ELETROBRAS, vinculada ao Ministério de Minas e Energia. É uma sociedade de economia mista de capital fechado, concessionária de serviços públicos de transmissão e geração de energia elétrica (ELETROSUL, 2012). O período compreendido entre os anos de 1969 e 1974 foi de muitos desafios para a empresa, quando organizou sua estrutura física como empresa transmissora e geradora de energia elétrica. No início, era sediada em Brasília, com um escritório central na cidade do Rio de Janeiro. Eram realizados projetos e alguns estudos para construir e operar usinas produtoras de energia elétrica. Então, atendendo à determinação do Ministério de Minas e Energia que as sedes das subsidiárias da ELETROBRÁS fossem dispostas nas respectivas áreas de atuação, a partir de 1975 deu-se a transferência da sede e do escritório central da ELETROSUL, de Brasília e Rio de Janeiro, para Florianópolis. Em dezembro de 1978, foi inaugurado o Edifício-Sede da ELETROSUL, estabelecido em terreno doado pelo governo do Estado de Santa Catarina no bairro Pantanal, com m² de área construída (CABRAL, 2008). A área de atuação inicial da ELETROSUL correspondia aos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, abrangendo 6,6% do território brasileiro (CABRAL, 2008). Hoje, a empresa atua nos estados da região Sul e Mato Grosso do Sul, e possui cometimentos no Mato Grosso e Pará, que demonstram a expansão da Empresa no território nacional. Nos anos de 1980, o Brasil enfrentou uma forte crise financeira que atingiu o setor elétrico brasileiro, inclusive as subsidiárias da Eletrobrás, obrigando a ELETROSUL a cessar os seus projetos de expansão. As empresas tiveram dificuldades em realizar empréstimos para investimentos públicos e privados, tendo como resultado a recessão econômica acontecida a partir do ano de De 1990 a 1992, quando se deu a presidência de Fernando Collor de Mello, a empresa iniciou um período crítico da sua história, pois o Governo Federal prosseguiu com uma política de redução do Estado com a preparação 10

12 de empresas públicas para a privatização, ação incorporada imediatamente na ELETROSUL. Em 1990, o Programa Emergencial de Gestão foi implantado, e ocasionou a eliminação de 72 órgãos da empresa, o que correspondia a 40% da estrutura organizacional na época. A nova ordenação das funções decorrente da reestruturação levou a diminuição do contingente de pessoal, diminuindo ainda mais em 1991, quando foi implantado o Programa de Demissão Voluntária, que resultou na saída imediata de 992 empregados, passando de em 1989 para empregados (CABRAL, 2008). Os Programas de reestruturação objetivavam ajustar a ELETROSUL às diretrizes do Governo Collor, tendo como base a política de privatização e a reformulação do aparato institucional. Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso ( ), o programa de privatização foi consumado. Como a ELETROSUL seria a primeira geradora federal privatizada, foi criada uma comissão especial para condução do processo e o trabalho da comissão estabeleceu os procedimentos que seriam adotados nas empresas precedentes, quando fossem privatizadas (CABRAL, 2008). E assim, em 03 de maio de 1995, pelo do Decreto n 1.481, posteriormente alterado pelos Decretos n e n 1.677, a ELETROSUL, juntamente com as demais empresas integrantes do Sistema ELETROBRÁS, foi incluída no Programa Nacional de Desestatização PND. Por uma determinação do Ministério de Minas e Energia e devido ao PND, a ELETROBRÁS, em 1997, dando continuidade à sua reestruturação societária e patrimonial, na condição de sócia majoritária, acordou que se procedesse à cisão parcial das atividades de transmissão e geração de energia elétrica realizada pela ELETROSUL. Sendo assim, o parque de geração de energia elétrica da ELETROSUL Centrais Elétricas S/A foi todo privatizado, e a partir disso, Em 23 de dezembro de 1997, foi constituída a nova empresa que recebeu a denominação de Centrais Geradoras do Sul do Brasil S.A. GERASUL que ficou responsável pelos negócios de geração e comercialização de energia elétrica. Esta Empresa foi adquirida em leilão pelo grupo belga Tractebel Energia, em 15 de setembro de Dessa forma, desde 1997, a empresa ELETROSUL passou a desempenhar somente a função de transmissão de energia elétrica, tanto em alta como em extra-alta tensão (CABRAL, 2008). 11

13 Segundo Cabral (2008), o novo modelo do setor elétrico foi desmembrado em quatro segmentos: geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, sendo do Governo Federal a responsabilidade dos ativos da transmissão e passando a geração e a comercialização para a iniciativa privada. A ELETROSUL ficou com a transmissão de energia e, como estimado no Programa Nacional de Desestatização, teve seu orçamento limitado e não foi autorizada a participar de leilões de transmissão de energia elétrica. Por isso, atuando somente como uma empresa de transmissão de energia elétrica, teve uma diminuição de quase 50% de sua totalidade empresarial original. Com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as perspectivas mudaram e a partir de 15 de março de 2004, foi publicado no Diário Oficial as leis nº e nº , que implantavam um novo modelo no setor elétrico brasileiro, no qual a ELETROSUL foi excluída do PND, ação que permitiu o retorno em seu nome da identidade de uma empresa transmissora e geradora de energia elétrica. Após a regulamentação dessas leis, por meio do Decreto nº de 30 de julho de 2004, a empresa mudou de razão social, passou a ser chamada de ELETROSUL Centrais Elétricas S/A (CABRAL, 2008). A empresa obteve em 2005, através de leilão, seu primeiro empreendimento de geração, a concessão para implantação e exploração de uma usina hidroelétrica no Rio Grande do Sul. E no mesmo ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica Aneel permitiu que a ELETROSUL explorasse quatro pequenas centrais hidrelétricas em Santa Catarina. Em maio de 2008, participou do leilão da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira em Rondônia (RO), que de acordo com Cabral (2008), foi um importante passo ao retorno à geração de energia, e ainda, o primeiro empreendimento fora da área de abrangência da Empresa. E assim, na Geração de energia, continua as atividades para implantação de empreendimentos hidrelétricos e de fontes alternativas, que consolidarão seu retorno a este mercado. Na área de transmissão de energia elétrica, integra e interliga as fontes de energia aos mercados consumidores, criando condições para a competição. Viabiliza, com os demais países do MERCOSUL, a importação e/ou exportação de energia elétrica e garante a qualidade da energia nas regiões atendidas. A 12

14 operação do sistema elétrico é coordenada e controlada pelo Centro de Operação do Sistema localizado em sua sede, que atua de acordo com procedimentos definidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) (ELETROSUL, 2012). A Eletrobrás ELETROSUL, elabora estudos e projetos, constrói e opera instalações de transmissão e de geração de energia elétrica, investe em pesquisa e desenvolvimento, fomenta o uso de fontes alternativas de energia, presta serviços de telecomunicação. Para a elaboração de todos esses serviços, em 30/06/2010, o quadro funcional era formado por A política de investimentos e a busca incessante da excelência na gestão empresarial, com destaque para a qualidade e a confiabilidade do sistema elétrico, estão alinhadas com as políticas públicas do Governo Federal que tem dado suporte para o crescimento e desenvolvimento continuado do País. A empresa também é responsável por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a ELETROSUL cumpre seu papel na expansão da infraestrutura eletro-energética. A ELETROSUL tem como objetivos principais o aumento da competitividade da empresa, geração de lucros, criação de novas oportunidades, preservação do meio ambiente, promoção do desenvolvimento social, trabalho alinhado com a Eletrobrás. Perante esses objetivos, a Empresa definiu como seus princípios: Respeito ao Meio Ambiente; Respeito e Valorização do Ser Humano; Responsabilidade Social; Atuação com Inovação e Liderança; Atuação com Ética; Atuação com Agregação de Valor (ELETROSUL, 2010). Segundo o site da ELETROSUL (2012) a organização é compromissada com as questões ambientais e sociais, que ultrapassam as suas obrigações legais. Desta forma, a empresa adere aos compromissos globais (Pacto Global e Metas de Desenvolvimento do Milênio), une-se aos movimentos mundiais de sustentabilidade. Então em 04 de maio de 2006, aderiu ao Pacto Global e com isso, assumiu o compromisso com o desenvolvimento sustentável da sociedade e que tem a obrigação de agir com responsabilidade junto aos públicos com os quais se relaciona (ELETROSUL, 2012). 13

15 O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pela Organização das nações Unidas (ONU), com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas praticas de negocio, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em 10 princípios. Hoje já são mais de organizações signatárias articuladas por mais de 150 redes ao redor do mundo. (PACTO GLOBAL, 2012) De acordo com o Relatório de Responsabilidade Socioambiental da ELETROSUL (2010) uma política empresarial de responsabilidade social é sinônimo de integridade, igualdade e inclusão social. Desta forma, a ELETROSUL desenvolve ações que impactam positivamente o meio ambiente e o desenvolvimento social, econômico e cultural das comunidades. A ELETROSUL disponibiliza em seu site os programas e projetos sociais que desenvolve, dentre os quais alguns são elaborados e desenvolvidos pela Assessoria de Responsabilidade Social: - Hortas Comunitárias: utilização das áreas sob linhas de transmissão para culturas de pequeno porte, como leguminosas e hortaliças; - ELETROSUL Casa Aberta: objetiva informar e debater aspectos sociais, econômicos, ecológicos e de conservação de energia, questionando os benefícios e os riscos da eletricidade. Este programa desenvolve quatro projetos: Casa Aberta, Casa Aberta Itinerante, Procel Hospitalar e Procel Praças; - Programa ELETROSUL de Doações: promove a doação de bens móveis que não servem mais para a empresa, mas ainda com condições de uso; - Fundo da Infância e adolescência: São utilizados incentivos fiscais pela ELETROSUL, para apoiar projetos de proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes em situação de risco ou vulnerabilidade, desde que aprovados pelos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente (municipais, estaduais e federais), na proteção contra violência (maus-tratos, abuso, exploração sexual e/ou moral), em projetos de combate ao trabalho infantil, à profissionalização de adolescentes, além de orientação, apoio sócio familiar e medidas socioeducativas. - Programa Luz Para Todos: programa do Governo Federal nasceu com o objetivo de levar energia elétrica para os diversos domicílios rurais brasileiros. 14

16 Faz parte da estratégia do Governo Federal utilizar a energia elétrica como instrumento para o desenvolvimento econômico das comunidades atendidas e para a redução dos índices de pobreza e da fome. - Programa Espaço Cultural ELETROSUL: difunde a cultura local, oportunizando um espaço para empregados e comunidades expressarem seus talentos artísticos e culturais. - Programa de Voluntariado Corporativo: iniciativa da empresa de incentivar seus empregados(as), familiares, ex-empregados(as) e demais colaboradores(as) a se engajarem em ações sociais e causas comunitárias com o objetivo de contribuir para a transformação da realidade (ELETROSUL, 2012). Os projetos são acompanhados pela equipe técnica da ARS Assessoria de Responsabilidade Social, unidade analisada pela autora, em conjunto com representantes das diversas regionais, por meio de indicadores e ferramentas, alinhados aos indicadores gerais de resultados. Em junho de 2008 a ELETROSUL conquistou o Certificado de Honra ao Mérito, da Secretaria de Estado da Saúde, pela promoção da vacinação contra Rubéola em seus empregados e também ganhou o prêmio Empresa Cidadã (ELETROSUL, 2012). Já em setembro de 2008 a empresa se destacou nos programas e ações de preservação ambiental e por isso recebeu uma importante premiação ambiental de Santa Catarina, o Prêmio Fritz Muller dado pela FATMA e da Secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável. Em 2009 a ELETROSUL recebeu o III Prêmio Abracopel de Jornalismo Segurança nas Instalações elétricas pelo programa de rádio Mauá Mais Energia e o Prêmio Empresa Cidadã 2009 ADVB/SC pelo projeto Pré Vestibular Comunitário (ELETROSUL, 2012). 2.2 ESTRUTURA (MISSÃO, VISÃO E VALORES) ASSESSORIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL (ARS): Missão - Gerir as politicas de Responsabilidade Social visando a transformação das comunidades de convivência da Empresa, novos empreendimentos e prospecção de negócios. 15

17 Visão - Incorporar os valores da Responsabilidade Social na cultura organizacional de ELETROSUL, com o compromisso da transformação social, visando obter até 2020 o reconhecimento da sociedade. Valores - Ética; Respeito; Transparência; Comprometimento; Empreendedorismo. 2.3 ESTRUTURA (MISSÃO, VISÃO E VALORES) ELETROSUL: Atuar nos mercados de energia de forma integrada, rentável e sustentável, visando em 2020 ser o maior sistema empresarial global de energia limpa, com rentabilidade comparável às melhores empresas do setor elétrico. Tendo como valores: o foco em resultados; empreendedorismo e inovação; valorização e comprometimento das pessoas; ética e transparência, a empresa almeja ser sustentável e competitiva, sendo padrão de excelência em geração e transmissão de energia elétrica (ELETROSUL, 2012). 2.4 ORGANOGRAMA ELETROSUL 1 : A Administração Superior da ELETROSUL é composta pela Assembléia Geral dos Acionistas, pelo Conselho de Administração, pelo Conselho Fiscal e pela Diretoria Executiva. A Assembléia Geral tem poderes para decidir sobre todos os negócios da Empresa e de verificação da legalidade e legitimidade dos atos da administração. O Conselho de Administração é constituído por um Presidente e mais cinco Conselheiros, todos acionistas, tem como funções: estabelecer as diretrizes e as políticas maiores da Empresa. Ao Conselho Fiscal, órgão colegiado responsável pela fiscalização dos atos dos administradores e verificação do cumprimento dos seus deveres legais e estatutários. À Diretoria Executiva compete a direção geral e a administração da Empresa. 1 Informações extraídas do site da ELETROSUL. 16

18 Às Diretorias e à Presidência, cabem o planejamento, a coordenação e o controle de atividades específicas a sua área de atuação. Os órgãos que prestam assessoramento ao Conselho de Administração, à Presidência e às Diretorias formulando estratégias e planos de ação são denominadas como Auditoria, Coordenadoria, Secretaria Geral, Ouvidoria e Assessoria caso que se enquadra na Assessoria de Responsabilidade Social, onde se coordena o Programa de Voluntariado, demanda analisada. A Administração Intermediária é constituída pelas unidades administrativas, responsáveis pela operacionalização dos programas de trabalho. E a Administração Operacional constitui-se por órgãos que executam os planos de trabalho, previamente estabelecidos, e que são denominadas como Divisão e Coordenação. Quanto aos órgãos especiais, se enquadram o Comitê, Comissões, Grupos de Trabalho e Forças-Tarefa. O primeiro tem como função analisar, estudar, propor e avaliar as políticas da Empresa, e os outros últimos constituem as mesmas funções, porém são ações voltadas para solução de problemas específicos da Empresa. No contexto apresentado, é possível afirmar que a ELETROSUL é uma empresa consagrada no setor elétrico pela sua contribuição na geração e transmissão de energia elétrica. Dessa forma, será abordado no próximo capítulo, o diagnóstico da situação-problema analisada no Programa de Voluntariado Corporativo da ELETROSUL. 17

19 3. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO PROBLEMA A partir da realização do diagnóstico do Programa de Voluntariado Corporativo da ELETROSUL, constatou-se que a situação mais crítica encontrada foi o déficit de informações, pois os dados não estão sistematizados e organizados de maneira formal. Além disso, há o problema em relação à comunicação, que por vezes é falha e insatisfatória. A área de Comunicação auxilia na mobilização de colaboradores e na divulgação de demandas e resultados dos trabalhos, por meio dos veículos internos e externos, promovendo maior aproximação das partes envolvidas. Política de comunicação - A comunicação é uma área fundamental para o bom funcionamento de qualquer empresa e o mesmo conceito se aplica à implantação de um programa de voluntariado. Ela possibilita que os voluntários se apropriem do programa e vistam a camisa (GOLDBERG, 2001, p. 53). Percebeu-se a necessidade de maior acompanhamento das ações dos voluntários para percepção de satisfação e relacionamento com a comunidade. Da forma que vem sendo elaborado, o Programa não dá o suporte necessário ao funcionário voluntário, diminuindo suas chances de desenvolvimento profissional e pessoal. Da mesma forma, a falta de organização e acompanhamento das ações, dificulta a averiguação dos indicadores de resultados, impedindo que seja realizado um estudo para alcance da eficiência desejada, estando dessa maneira em desacordo com uma das principais características necessárias a um Programa de Voluntariado eficiente, que é a medição de sua eficiência. Identificou-se também, a necessidade de maior divulgação aos familiares dos funcionários ou aos aposentados, que muitas vezes possuem a vontade de ajudar, mas não sabem como, pois o marketing é interno, não externalizando as ações de voluntariado. Sabe-se que a padronização de Programas de Voluntariado Empresarial é algo inviável, pois cada empresa tem suas particularidades, e são várias as atividades desenvolvidas diferenciadamente em cada Programa; todavia em qualquer programa de voluntariado corporativo implantado em uma organização é preciso que a Gestão de Pessoas esteja dando o suporte 18

20 necessário, para que seja possível a interação entre as ações, as políticas internas e os desejos dos empregados voluntários, relação que precisa ser fortificada no Programa de Voluntariado da ELETROSUL (FLORENTINO et al, 2004). Na ELETROSUL, a prática do Voluntariado ainda é uma prática recente e percebe-se que existe um potencial muito interessante a ser explorado e que poderá ser analisado através de experiência e acompanhamento, e será diante deste contexto, que o estágio contribuirá para análise das ações que estão sendo incorporadas no campo do Programa de Voluntariado Empresarial. 3.1 RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL Segundo Valério, (2007) a primeira vez que o termo Responsabilidade Social foi firmado de modo escrito, foi em um manifesto subscrito por 120 indústrias inglesas. O manifesto defendia que a responsabilidade dos dirigentes das indústrias era manter o equilíbrio justo entre vários interesses: o do setor público, dos consumidores, dos funcionários e dos acionistas. Além destes, deveria também contribuir o máximo possível para o bem-estar da sociedade como um todo. A concepção do conceito de Responsabilidade Social somente ganhou espaço no final da década de 80, obtendo consolidação nos últimos anos. A Responsabilidade Social é conceito que não implica somente em práticas de diálogo e sim de interação com os diversos públicos da empresa, como os fornecedores, o meio ambiente, o governo e sociedade e ações sociais desenvolvidas pela organização. Um posicionamento socialmente responsável é um diferencial competitivo que gera bons frutos, concretizados por meio de comportamentos e práticas positivas que contribuem para o alcance do bem comum (FLORENTINO et al, 2004). São variadas as definições de Responsabilidade Social. A seguir são apresentadas as adotadas por Oliveira (1984) e Ashley et al (2002): A capacidade de a empresa colaborar com a sociedade, considerando seus valores, normas e expectativas para o alcance de seus objetivos. No entanto, o simples, cumprimento das obrigações 19

21 legais, previamente determinadas pela sociedade, não será considerada como comportamento socialmente responsável, mas como obrigação contratual óbvia, também denominada obrigação social.(oliveira, 1984 apud DOMENEGHETTI, 2001, p. 79). Como o compromisso que uma organização deve ter para com a sociedade, expresso por meio de atos e atitudes que afetam positivamente, de modo amplo, ou alguma comunidade, de modo específico, agindo pró ativamente e coerentemente no que tange a seu papel específico na sociedade e sua prestação de contas para com ela. (ASHLEY et al, 2002, p. 6). Até a década de 1960, a responsabilidade social presente nas organizações focalizava as ações socialmente responsáveis realizadas pelos dirigentes organizacionais e não pela empresa em si. Dessa maneira, o foco da atuação social era na ação individual dos empresários (ASHLEY et al, 2002). Uma empresa considerada socialmente responsável não é aquela que atende apenas ao que está prescrito na lei, mas sim quando oferece oportunidades aos seus funcionários de contar com um ambiente de trabalho saudável e que proporciona a estabilidade para que possam trabalhar com tranquilidade. E também quando busca maneiras de melhorar a qualidade de vida das pessoas da comunidade, colaborando com a sociedade para tornar mais fácil e saudável sua vida. Hoje, essa preocupação já vem fazendo parte da rotina de muitas empresas em todo o mundo e Brasil (LOURENÇO e SCHRÖDER, 2003). Segundo Souto (2003, p.13), O termo Responsabilidade Social vem integrando os avanços em várias áreas, tornando-se um movimento que expande aspectos de ética, cidadania e direitos humanos, e que vem sendo denominado de diferentes formas, como cidadania empresarial, empresa cidadã, empresa ética, ética nos negócios, entre outros. Ao participar das ações sociais a organização contribui com a melhoria da qualidade de vida de seus funcionários e também da sociedade e, dessa forma, atua como uma incentivadora do desenvolvimento social. A responsabilidade social das empresas requer uma preocupação contínua e não pontual com seus diferentes públicos, ou com os quais a empresa possa vir a se relacionar. Em vista disso, o foco de apoio não pode ser somente no âmbito 20

22 da empresa, mas também com os seus stakeholders, como o público interno, fornecedores, meio ambiente, comunidade, governo ou sociedade. (LOURENÇO e SCHRÖDER, 2003). 3.2 VOLUNTARIADO EMPRESARIAL Foram nos últimos anos da década de 1990 que se situou o surgimento do voluntariado empresarial no Brasil, por uma consequente disseminação de idéias de responsabilidade social entre as empresas no final dos anos 80 e início dos anos 90. As ações começaram a ganhar força como movimento no universo das organizações brasileiras e hoje empresas e instituições de vários setores e tamanhos têm desenvolvido práticas de voluntariado empresarial, crescendo, cada vez mais, o número de adeptos. (BORGER, 2001). O voluntariado empresarial chegou ao país através das multinacionais norte-americanas. Trata-se de uma prática já tradicional nos Estados Unidos e que, a partir daquele país, espalhou-se pelo mundo, especialmente a partir da década de 90, como parte do processo de globalização. Os programas de voluntariado empresarial chegaram ao Brasil através das multinacionais norte-americanas, sendo consistentemente estimulados pelo Programa Voluntários do Conselho da Comunidade Solidária. (CORULLÓN; MEDEIROS FILHO, 2002, p.37) Pinheiro e Cavedon apud Costa (2002, p. 5) atentam que, embora não se constitua como uma novidade, o voluntariado não tinha até então se apresentado como uma atividade formalizada no sistema capitalista. Na década de 90, em consequência ao movimento da globalização e com a incapacidade do Estado em assistir as causas sociais que assolavam o país em áreas como saúde, educação, moradia e outras, a atividade formalizou-se e assim, surgiram inúmeras organizações para fortalecer o cenário de responsabilidade social, mobilizadas em abraçar causas sociais. Lado a lado, diversas empresas e grupos de voluntários passaram a exercer papéis importantes no cenário social, atuando em favor das comunidades na busca uma sociedade mais justa e complementando o atendimento do Estado 21

23 e do Terceiro Setor aos menos favorecidos. (CORULLÓN & MEDEIROS FILHO, 2002). Por Goldberg (2001), tem-se o voluntariado empresarial, juntamente com a ascensão do tema do voluntariado e da atuação social das empresas, sendo uma frente de estímulo à participação social, que antes era desenvolvida de forma filantrópica e diferenciada. Os "empresários"- as empresas faziam doações a causas valorosas, uma doação pessoal e corporativa, assim como se envolviam diretamente em projetos e programas (construção de casas, escolas, hospitais etc.) para os empregados e a comunidade local, especialmente para contribuir para as atividades filantrópicas sem fins lucrativos. A decisão sobre a quem, como e quanto doar era dos proprietários indivíduos e não da empresa. 0 surgimento das empresas de sociedade anônima com a propriedade dispersa por vários acionistas estendeu as atividades filantrópicas do pessoal para a empresa. Foram criadas fundações e fundos ligados ao nome das famílias (Rockefeller, Ford, Bill Gates, Kelog's, McArthur) para separar as atividades sem fins lucrativos das atividades relacionadas aos negócios da empresa. (BORGER, 2001,p. 28). O voluntariado empresarial tem sido um tema muito discutido, visto que diversas empresas Coca-Cola, TV Globo, Unimed, C&A, Petrobrás, Souza Cruz, Fundação Vale, Gerdau, entre outras têm adotado a prática através de programas na área social, para demonstrar sua função e preocupação social perante a comunidade em que se inseriram. Cada vez mais se percebe o fato de que práticas de sustentabilidade e responsabilidade social vêm ganhando terreno no mundo dos negócios e em outros campos da sociedade e começam a ser reconhecidas, como indicadores de desempenho das organizações (FLORENTINO et al, 2004). Almeida (2004) menciona que muitas pessoas desejam contribuir de alguma maneira com o trabalho voluntário, porém muitas vezes não têm oportunidades compatíveis com sua disponibilidade e, além disso, não possuem informações suficientes quanto às opções existentes, o que faz com que acabem por desistir de por em prática o seu desejo. Dessa maneira surge o papel das empresas, disponibilizando informações e incentivando essas ações. Segundo Corullón e Medeiros Filho (2002, p. 64) são variadas as formas de se apoiar um Programa de Voluntariado Empresarial, e o apoio da empresa será decisivo para o desenvolvimento dos laços de solidariedade e do espírito 22

24 cívico... difundindo ações e motivando o interesse de novos voluntários. Para maior adesão, o envolvimento de diretores e gerentes também acaba por estimular os funcionários voluntários. Nas ações de voluntariado a motivação e o comprometimento são requisitos básicos, e entender que motivos fazem com que o empregado assuma essas ações voluntárias facilita a obtenção de retorno importando para o sucesso do trabalho. Segundo Dohme (2001, p.105), as aspirações de um voluntário são geralmente em relação ao próximo: - A satisfação de contribuir com a diminuição do sofrimento ou das injustiças; - A realização de trazer alegria ou contribuir para a auto-suficiência de outras pessoas; - Sentir-se um agente construtor de sua comunidade; - Trabalhar na construção de um futuro que coincide com sua visão pessoal, seus valores individuais. Como o voluntário não recebe nenhum tipo de retorno financeiro, seus esforços nos atos voluntários não são gratificados com salários; o que os motivará serão as ações abstratas: - Ver que está conquistando seus objetivos; - Sentir-se aceito, aprovado, valorizado, fazer parte de um time; - Ser tratado com respeito, visto com dignidade e como exemplo pelos demais (DOHME, 2001, P.106). É indispensável atentar ao fato de que mesmo a empresa tendo em seu quadro funcionários que já desenvolvam trabalhos voluntários na comunidade, isso não denota que exista um programa de voluntariado. Corullón e Medeiros Filho (2002) acreditam que a maior parte das empresas apoiam a ação voluntária de seus funcionários de maneira informal, com ações isoladas. Eles defendem que um programa de voluntariado empresarial pressupõe algo mais permanente e estruturado (CORULLÓN E MEDEIROS FILHO, 2002, p.41). Importante lembrar também, que é inviável a padronização de incentivo ao voluntariado nas empresas brasileiras, pois devem ser consideradas particularidades como os objetivos da empresa, as características do projeto e do público beneficiado, as peculiaridades e condições dos funcionários, entre outras. O fato de se tratar de uma prática recente e a própria natureza da 23

25 proposta do voluntariado, onde são realizadas várias atividades diferenciadas, constitui explicações para a falta de padronização. Entretanto, qualquer programa de voluntariado corporativo que passa a ser implantado em uma organização necessita de suporte de Recursos Humanos para sua efetivação e para que haja interação e conformidade entre as ações e as políticas internas (FLORENTINO et al, 2004). Quanto à eficiência dos programas de voluntariado empresarial, no que diz respeito ao seu funcionamento pode ser medido a partir da sua capacidade de mobilização de funcionários, estímulo da participação das ações sociais, cobrança das responsabilidades assumidas e obtenção de apoio da comunidade. Para o alcance da eficiência é necessário que a organização disponha de recursos, faça o gerenciamento adequado e divulgue suas ações. A eficiência dos resultados precisa ser avaliada da mesma forma e para isso é necessário que se obtenha respostas sobre o objetivo do programa, e se este está ajudando a modificar a realidade social, entre outros questionamentos (FLORENTINO et al, 2004). Goldberg (2001) classifica o trabalho do voluntário empresarial como uma "rota estratégica", que leva ganhos à empresa, à comunidade e aos funcionários. No campo social, reduz problemas que atingem a comunidade, auxilia na melhora da qualidade de vida, contribui na construção de uma sociedade mais justa e, por fim, contribui para a sucessão das atividades da empresa. No campo dos negócios um programa acaba por estimular o desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais, quando promove um aumento de lealdade e satisfação com o trabalho, o que torna os funcionários mais qualificados. E que pode contribuir também, para a promoção da marca da empresa e melhorar sua imagem no mercado. (GOLDBERG, 2001). Para Corullón e Medeiros Filho (2002, p. 49), o programa de voluntariado fortalece a imagem da empresa particularmente junto à imprensa e aos formadores de opinião, ou seja, atinge segmentos que influenciam a opinião pública em geral. Pode também, promover uma forte interação entre empresa e as comunidades, trocando conhecimento e reduzindo resistências para ambas as partes. Os citados autores ainda apontam que em uma pesquisa realizada pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor 24

26 CEATS, Estratégias das Empresas no Brasil: Atuação Social e Voluntariado foi constatado que, ainda que a maioria das empresas procure não estabelecer relação entre o Programa de Voluntariado e suas estratégias de negócios, elas claramente obtém resultados empresariais positivos com essa prática. Ainda é relatado que a atuação de funcionários nos Programas de Voluntariado promove oportunidades de desenvolvimento profissional e principalmente pessoal, e a ampliação das suas competências, favorece aspectos relacionados à satisfação em estar participando, bem como melhoria no relacionamento com comunidade. As empresas consideram cada vez mais que as atividades voluntárias agregam também importância estratégica para o alcance de suas metas de negócios. Sendo assim, o voluntariado passa a integrar as estratégias e objetivos das organizações (CORULLÓN E MEDEIROS FILHO, 2002). 3.3 PROGRAMA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DA ELETROSUL O Programa de Voluntariado Corporativo da ELETROSUL é uma iniciativa estabelecida pela empresa para estimular seus empregados, familiares, aposentados e demais colaboradores a se engajarem em ações e causas sociais, com o objetivo de contribuírem com seus talentos e habilidades no desenvolvimento das comunidades de maneira sustentável, através de ações voluntárias para contribuir na transformação da realidade de forma que não haja interferência na execução de suas atividades profissionais (ELETROSUL, 2011). No Relatório (2010) a ELETROSUL apresenta-se como parceira da ONG em diversos projetos sociais junto a diversas comunidades, o que fez com que amadurecesse e ampliasse sua experiência com o trabalho voluntário, que se tornou uma das linhas gerais da empresa. ONG Transmissão da Cidadania e do Saber: é uma Organização Não Governamental, fundada por empregados da ELETROSUL em 31 de outubro de Originou-se da incorporação dos projetos e ações que eram desenvolvidos pelo Subcomitê da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria, pela Vida, fundado em 1993, e pelo Projeto Transmissão Voluntária da Informática, de 2001, ambos coordenados por empregados voluntários. Tem como missão contribuir para o desenvolvimento social e humano, por meio de 25

27 ações voluntárias, minimizando os efeitos das desigualdades sociais na área de atuação da Eletrosul. Atualmente promove cursos para pessoas com renda per capita de até um salário mínimo voltados à capacitação profissional, educacional, esportiva, cultural e da área da saúde, tais como: informática básica, cabeleireiro, manicure, eletricista residencial, conhecendo novos espaços, fanfarra, biodança e cozinha (ELETROSUL, 2010). A ONG tem como compromissos fundamentais (NUNES et al, 2011): a) Fomentar a solidariedade e o exercício da cidadania entre os colaboradores internos e externos da ELETROSUL; b) Envolver as áreas e os empregados da empresa com as comunidades onde a mesma está inserida; c) Promover o bem-estar social, sendo criteriosa e transparente na aplicação dos recursos. Para que o seu trabalho possa ser continuado, tem como principais parceiros a ELETROSUL e seus empregados. A entidade situa-se nas dependências da empresa, e tem como Conselho Diretor, cinco de seus funcionários-voluntários.(nunes et al, 2011). Em 2003, quando a empresa ampliou sua participação em iniciativas sociais nos seus quatro estados de atuação, despontou-se para toda a sociedade uma verdadeira conduta voluntária, sem medir esforços na contribuição para a transformação da realidade social. (ELETROSUL, 2011). Então, em 22 de junho de 2010, com o compromisso de desenvolvimento social, formalizou-se o Programa de Voluntariado Corporativo da ELETROSUL, com o slogan Uma atitude faz toda a Diferença (ELETROSUL, 2010). Segundo documento veiculado na empresa para expor os motivos da necessidade de legitimidade da criação de um Programa de Voluntariado, mostrou-se que cresceu a percepção de que o crescimento econômico desvinculado da agenda social não se sustenta e o voluntariado corporativo tornou-se uma rota estratégica que traz ganhos para todos os envolvidos. No aspecto social, permite reduzir problemas da comunidade, resultando em melhorias na qualidade de vida, e na construção de uma sociedade mais saudável. No âmbito dos negócios, o voluntariado corporativo auxilia no desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais, revelam talentos e 26

28 potencialidades muitas vezes desconhecidas pela empresa. (ELETROSUL, 2010). O Programa foi constituído para adequar-se ao Plano Estratégico 2010/2020 cujo objetivo é potencializar a reputação, a credibilidade e a confiança do Sistema Eletrobrás perante os seus empregados, o mercado e a sociedade; para isto faz-se necessário otimização de ações que visam a implementação do programa de voluntariado corporativo". E também, para atender aos relatórios ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial, considerada tendência mundial, onde investidores procuram e consideram que empresas sustentáveis geram maior valor agregado aos seus acionistas, e ao Relatório GRI - Global Reporting Iniciative, outro meio de informar aos investidores que as ações da organização são comprometidas com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial (RAD ARS- 0015/2010). O Programa de Voluntariado da ELETROSUL dispõe das seguintes atividades (CARTILHA, 2011): a) Palestras motivacionais periódicas que hoje acontecem apenas uma vez ou duas por ano; b) Capacitações online e presenciais, com o objetivo de auxiliar a descobrir e potencializar habilidades para a prática do voluntariado as presenciais são feitas poucas vezes ao ano, uma ou duas vezes, preferencialmente durante o horário de trabalho; c) Divulgação de oportunidades de voluntariado na intranet - realizada pela parceria com os Voluntários Online, sendo possível realizar quando o voluntário desejar; d) Cadastro de voluntários na intranet pelo Sistema Notes, que causa dependência do uso somente no posto de trabalho, impossibilitando o uso em computadores pessoais; e) Oportunizar a capacitação para a participação em ações de atendimento à situação de desastres acontecendo em parceria com a Defesa Civil, são as ações em catástrofes que podem ser realizadas durante horário de trabalho, devido a situação emergencial; f) Apoiar projetos que contam com o engajamento voluntário efetivo de empregados e demais colaboradores da ELETROSUL, por meio de recursos 27

29 financeiros, a serem destinados através de edital a projetos específicos para o Programa de Voluntariado Corporativo; g) Promover ações de cidadania em consonância com as políticas públicas, através de parcerias com os Conselhos Municipais de Direito da Criança e Adolescente e Conselhos Municipais de Assistência Social, incentivando os empregados e colaboradores a engajarem-se nas ações. h) Incentivar a participação de empregados e demais colaboradores da ELETROSUL nas atividades sociais desencadeadas pela ONG Transmissão da Cidadania e do Saber principal apoiador e parceiro do Programa; i) Divulgar as ações voluntárias desenvolvidas por empregados e colaboradores na comunidade, através dos meios de comunicação formal da empresa é utilizado somente o jornal diário online SAIBA MAIS, sem nenhum outro tipo de meio de comunicação efetivo; j) Incluir, na agenda de desenvolvimento gerencial, a conscientização de gestores sobre a importância de difundir e estimular o engajamento de empregados e colaboradores em ações voluntárias, e estas devem necessariamente ocorrer em horário diverso do horário de trabalho do empregado; k) Incluir informações sobre o Programa de Voluntariado Corporativo no Seminário de Integração para novos empregados, a fim de fazê-los conhecer essa iniciativa, bem como motivá-los ao seu engajamento realizado a cada demanda de novos funcionários; l) Apresentar, no Programa de Orientação para a Aposentadoria, o Programa de Voluntariado Corporativo, a fim de mobilizar as pessoas para essa forma de envolvimento em atividades sociais e comunitárias, após seu afastamento das atividades profissionais; m) A empresa realiza ao final de cada ano um workshop que objetiva a troca de experiências, dirigido exclusivamente a empregados e colaboradores cadastrados no Programa de Voluntariado Corporativo realizado no dia internacional do voluntariado, em 5 de dezembro. Pela Cartilha (2011), para que a comunicação entre a empresa e os voluntários, e entre voluntários aconteça com fluidez, o empregado ou colaborador voluntário deverá manter atualizado seu cadastro no Notes, assim como precisará alimentar as informações relativas às ações voluntárias 28

30 desenvolvidas. Assim, ao final de cada ano, a ARS concede um certificado aos voluntários pela participação no Programa. O problema é que as ações não são atualizadas de maneira frequente, nem são monitoradas para assegurar a atualização, tornando-as desatualizadas e não confiáveis. A nova modalidade chamada de Voluntariado online ou voluntariado sem sair de casa, é realizada total ou parcialmente via internet, sem a necessidade de estar presente na Organização, podendo até ser realizado em casa. Dessa forma, podem-se contornar as barreiras da distância e de horários, já que o sistema pode ser acessado de qualquer lugar e à qualquer hora. O IVA, em parceira com a agência de Voluntariado das Nações Unidas UNV, elaborou uma metodologia, utilizada pelo Programa ELETROSUL, própria e condizente com a realidade do Brasil, fortalecendo a nova modalidade de voluntariado (ELETROSUL, 2011). Como qualquer tipo de atividade, a área do voluntariado tem suas responsabilidades e seus direitos. Depois que se assume o compromisso como voluntários, as ações devem ser desempenhadas por regras estabelecidas pela organização. A Cartilha Programa de Voluntariado Corporativo ELETROSUL (2011) apresenta como Direitos e Deveres dos voluntários: São direitos: a) realizar um trabalho que o valorize e represente desafios para suas habilidades ou desenvolver outras; b) receber apoio, reconhecimento e estímulo no trabalho que desempenha; c) ter suas tarefas e responsabilidades descritas com clareza e objetividade para maior entendimento das ações; d) promover integração como voluntário na instituição onde presta serviços e ter as mesmas informações que a equipe remunerada; e) participar das decisões da sua atividade voluntária e contar com materiais essenciais para sua execução; f) respeitar os termos acordados, com relação a sua dedicação, tempo doado; g) sugerir mudanças no seu trabalho voluntário, respeitando a cultura local; 29

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Política de Gestão de Pessoas

Política de Gestão de Pessoas julho 2010 5 1. Política No Sistema Eletrobras, as pessoas são agentes e beneficiárias do fortalecimento organizacional, contribuindo para a competitividade, rentabilidade e sustentabilidade empresarial.

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014 Compliance e a Valorização da Ética Brasília, outubro de 2014 Agenda 1 O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética Compliance, Sustentabilidade e Governança 2 Corporativa 2 Agenda 1 O Sistema de Gestão

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Maio 2005 NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Uma empresa cidadã tem direitos e deveres, assim como qualquer indivíduo. Trata-se de uma consciência crítica que nasce a partir do respeito

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

A Importância de Parcerias Estratégicas para a Transformação Social. Ilda Ribeiro Peliz Setembro 2008

A Importância de Parcerias Estratégicas para a Transformação Social. Ilda Ribeiro Peliz Setembro 2008 A Importância de Parcerias Estratégicas para a Transformação Social Ilda Ribeiro Peliz Setembro 2008 Responsabilidade Social O conceito da RSA não está mais entre as quatro paredes dos escritórios. A sociedade

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

Compromissos de Sustentabilidade. Coelce

Compromissos de Sustentabilidade. Coelce Compromissos de Sustentabilidade Coelce ÍNDICE 5 5 5 6 6 6 7 8 8 9 INTRODUÇÃO 1. DIRECIONADORES DAS RELAÇÕES E AÇÕES 1.1 Valores 1.2 Política de Sustentabilidade 2. COMPROMISSOS INSTITUCIONAIS 2.1 Pacto

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS. Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS. Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas Desenvolvimento Sustentável Social Econômico Ambiental Lucro Financeiro Resultado Social

Leia mais

1. DIRECIONADORES DAS RELAÇÕES E AÇÕES

1. DIRECIONADORES DAS RELAÇÕES E AÇÕES 1 A Endesa Brasil é uma das principais multinacionais privadas do setor elétrico no País com ativos nas áreas de distribuição, geração, transmissão e comercialização de energia elétrica. A companhia está

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: renata.gontijo@cemigsaude.org.br Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

EVENTOS 2009 ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO. Ruth Goldberg. 04 de junho de 2009

EVENTOS 2009 ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO. Ruth Goldberg. 04 de junho de 2009 Responsabilidade Social Empresarial em Empresas Construtoras case Even Ruth Goldberg 04 de junho de 2009 Alinhando conceitos: SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E C O N Ô

Leia mais

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS

PROGRAMA DE ADOÇÃO DE PRINCÍPIOS SOCIOAMBIENTAIS A Copagaz A Copagaz, primeira empresa do Grupo Zahran, iniciou suas atividades em 1955 distribuindo uma tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo - GLP por dia nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Mato

Leia mais

Responsabilidade Social Empresarial

Responsabilidade Social Empresarial Responsabilidade Social Empresarial Henry Ford: produto e preço - Gestão de Produto e Processo. Jerome McCarty e Philip Kotler: produto, preço, praça (ponto de venda) e promoção. - Gestão de Marketing.

Leia mais

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli Café com Responsabilidade Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro Vitor Seravalli Manaus, 11 de Abril de 2012 Desafios que o Mundo Enfrenta Hoje Crescimento Populacional Desafios que o Mundo

Leia mais

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas. 1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN

PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN PROGRAMA DE PATROCÍNIO DA COSERN Resumo das diretrizes e critérios da COSERN/ Grupo Neoenergia para patrocínios a projetos socioculturais e ambientais. Guia Básico do Proponente 1 Índice Introdução 2 1.

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ²

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² A Responsabilidade Social tem sido considerada, entre muitos autores, como tema de relevância crescente na formulação de estratégias empresarias

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015.

1. APRESENTAÇÃO 2. OBJETIVO E FOCO TEMÁTICO INSCRIÇÕES 14º DIA DO VOLUNTARIADO 2015. REV.: 03 Pág.: 1 de 6 A Manaus Ambiental torna público que estão abertas as inscrições para a seleção de Instituições e Projetos Sociais para o 14º Dia do Voluntariado. A empresa realizará o processo de

Leia mais

Valores Pessoas; Trabalho em Equipe; Conduta Ética; Orientação ao Cliente; Orientação a Resultados; Inovação; e Comunidade e Meio Ambiente.

Valores Pessoas; Trabalho em Equipe; Conduta Ética; Orientação ao Cliente; Orientação a Resultados; Inovação; e Comunidade e Meio Ambiente. CÓDIGO DE ÉTICA EMPRESARIAL 1 INTRODUÇÃO O Código de Ética Empresarial da COELCE, apresenta os princípios direcionadores das políticas adotadas pela empresa e que norteiam as ações e relações com suas

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover

Leia mais

Declaração de apoio contínuo ao Pacto Global

Declaração de apoio contínuo ao Pacto Global SUMÁRIO 03 Declaração de apoio contínuo ao Pacto Global 04 Quem Somos 05 Nossa Missão, Visão e Valores 06 Pacto Global ONU 07 Direitos Humanos 10 Respeito ao Trabalho 17 Meio Ambiente 20 Anticorrupção

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs?

Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs? QUATRO BARRAS 09/07/2007 Horário: das 13h às 17h30 Local: Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs? Grupo 01:

Leia mais

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL APRESENTAÇÃO A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais do mundo, com operações em

Leia mais

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Nós promovemos o desenvolvimento sustentável de diversas maneiras Uma delas é por meio do Investimento Social INVESTIMENTO INVESTIENTO SOCIAL - Estratégia

Leia mais

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário. 1. Apresentação O Voluntariado Empresarial é um dos canais de relacionamento de uma empresa com a comunidade que, por meio da atitude solidária e proativa de empresários e colaboradores, gera benefícios

Leia mais

Relatório Anual. Instituto Nossa Ilhéus. Instituto Nossa Ilhéus

Relatório Anual. Instituto Nossa Ilhéus. Instituto Nossa Ilhéus Resumo da ONG O é uma iniciativa da sociedade civil organizada que tem por objetivo fortalecer a cidadania e a democracia participativa, tendo por base a sustentabilidade e o monitoramento social. O age

Leia mais

II Seminário de Intercâmbio de Experiências Exitosas apara o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Rede IDEEA

II Seminário de Intercâmbio de Experiências Exitosas apara o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Rede IDEEA II Seminário de Intercâmbio de Experiências Exitosas apara o Alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Rede IDEEA Salvador, Bahia Brasil, 19 e 20 de novembro de 2009 Mobilização Mundial Conferências

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide A Nova América na vida das pessoas 8 Cultural Empresarial Missão Do valor do campo ao campo de valor

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria Mostra Local de: Umuarama Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA. Responsabilidade Social não é apenas adotar um sorriso.

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA. Responsabilidade Social não é apenas adotar um sorriso. PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA 1. Introdução Responsabilidade Social não é apenas adotar um sorriso. Não é trabalhar uma única vez em algum projeto social e ficar

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA. Todos os profissionais do Grupo Camargo Corrêa, locados em todas as unidades e países onde o Grupo atua.

POLÍTICA CORPORATIVA. Todos os profissionais do Grupo Camargo Corrêa, locados em todas as unidades e países onde o Grupo atua. 1 Objetivos Estimular a participação cidadã dos profissionais das empresas do Grupo Camargo Corrêa em ações de voluntariado empresarial por meio do do Instituto Camargo Corrêa; Contribuir com o desenvolvimento

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania

Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania Projeto Casa Aberta - ELETROSUL: 20 anos educando para a cidadania 1. A EMPRESA A ELETROSUL Centrais Elétricas S.A. é uma empresa subsidiária de Centrais Elétricas do Brasil S.A. - ELETROBRAS, vinculada

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários

Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Perfil dos Participantes Compilação das Respostas dos Questionários Outubro/2011 Temas de Interesse Meio Ambiente Ações Sociais / Projetos Sociais / Programas Sociais Sustentabilidade / Desenvolvimento

Leia mais

Transformando o presente, construindo o amanhã.

Transformando o presente, construindo o amanhã. Transformando o presente, construindo o amanhã. Primeira sede em 1988 História No dia 23 de novembro de 1988, a Fundação Belgo-Mineira foi oficialmente constituída, a fim de promover ações de marketing

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

MANUAL DE ASPECTOS JURÍDICOS DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE

MANUAL DE ASPECTOS JURÍDICOS DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: renata.gontijo@cemigsaude.org.br Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br MANUAL DE ASPECTOS JURÍDICOS

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Introdução A Eucatex, através deste Código de Ética e Conduta, coloca à disposição de seus colaboradores, fornecedores e comunidade, um guia de orientação para tomada de decisões

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional

Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO

Leia mais

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios

Princípios de Emponderamento da Mulheres. Princípios de Empoderamento das Mulheres. Igualdade significa Negócios. Igualdade significa negócios Princípios de Emponderamento da Mulheres Princípios de Empoderamento das Mulheres Igualdade significa negócios Igualdade significa Negócios Igualdade significa Negócios da Mulheres Princípios de Emponderamento

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2009

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2009 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2009 Transição de marca O Centro de Ação Voluntária de Curitiba completou 10 anos em março de 2008 e depois de ver consolidada uma etapa de vida da organização, iniciou um processo

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO

A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO O que isto tem a ver com o modelo de gestão da minha Instituição de Ensino? PROF. LÍVIO GIOSA Sócio-Diretor da G, LM Assessoria Empresarial Coordenador

Leia mais

Programas de. Andrea Goldschmidt andrea@apoenasustentavel.com.br

Programas de. Andrea Goldschmidt andrea@apoenasustentavel.com.br Programas de Voluntariado Empresarial Andrea Goldschmidt andrea@apoenasustentavel.com.br POSICIONAMENTO APOENA Visão Ser a mais completa empresa de consultoria em Gestão Sustentável do Brasil. Missão Disseminar,

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais