Laboratório de Física Básica 2

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Laboratório de Física Básica 2"

Transcrição

1 Objetivo Geral: Determinar a aceleração da gravidade local a partir de medidas de periodo de oscilação de um pêndulo simples. Objetivos específicos: Teoria 1. Obter experimentalmente a equação geral para o período de oscilação de um pêndulo; 2. Estudar o movimento de um pêndulo, verificando a relação entre o período e o comprimento do fio. 3. Observar a variação do período de oscilação de um pêndulo simples, em função do ângulo θ (ângulo inicial de lançamento). 4. Construir gráficos a partir dos dados experimentais. 5. Determinar a aceleração da gravidade local a partir dos gráficos. Um pêndulo simples se define como uma massa m suspensa por um fio inextensível, de comprimento L com massa desprezível em relação ao valor de m. Se a massa é deslocada para uma posição (ângulo que o fio faz com a vertical, que deve ser menor que 1 radiano) e então abandonada (velocidade inicial zero), o pêndulo começa a oscilar. O caminho percorrido pela massa suspensa é chamado de arco. O período de oscilação, T, é o tempo necessário para a massa passar duas vezes consecutivas pelo mesmo ponto, movendo-se na mesma direção, isto é, o tempo que a massa leva para sair de um ponto e voltar ao mesmo ponto percorrendo o mesmo arco. O pêndulo descreve uma trajetória circular, um arco de circunferência de raio L. Estudaremos o movimento do pêndulo segundo a direção radial e tangencial. Na ausência de atritos, as forças que agem sobre a partícula de massa m são apenas duas: Seu peso, mg, vertical para baixo e a ação do fio, a tração T, de direção radial e sentido indicado na Figura 1. Na figura, as componentes da força peso para as direções radial (vetor verde) e tangencial (vetor vermelho) são dadas por e respectivamente. 1

2 Figura 1: Esquema e diagrama de corpo livre de um pêndulo simples. Agora podemos aplicar a segunda lei de Newton para calcular cada componente da aceleração da massa. No caso da direção radial, notamos que, onde é a aceleração centrípeta. Para a direção tangencial, temos que Lembrando que as leis de Newton são aplicáveis em referenciais inerciais e que a relação entre velocidade linear e angular,, onde nesse caso R = L (comprimento do fio), podemos reescrever a aceleração radial como sendo. Desta forma, a equação de movimento na coordenada radial tem a forma Usando séries de Taylor, podemos escrever a função como 2

3 Quando o ângulo de oscilação do pêndulo é pequeno ( radiano), podemos aproximar a função considerando. Dessa forma, o pêndulo descreverá oscilações harmônicas descritas pela equação diferencial: cuja solução é, sendo a freqüência definida como. Uma vez que a frequência angular é ω = 2 π / T, o período de oscilação do pêndulo é dado por Assim, o period uma função exclusiva do comprimento do pêndulo e da aceleração da gravidade no local. O conhecimento do período e do comprimento do pêndulo permite calcular o valor da aceleração da gravidade no laboratório através da expressão acima, na medida em que sejam válidas as aproximações assumidas na dedução dessa expressão. Aparelho experimental: Massa pendular. Fio de suspensão (barbante). Cronômetro. Trena Transferidor Procedimento. 1. Ajuste o comprimento do fio do pêndulo de modo que tenha uma medida prédeterminada da ponta do fio ao centro de massa da massa pendular; 2. Para a realização do experimento, desloca-se a massa pendular da posição de equilíbrio, até um ângulo máximo,, obedecendo a relação de que este ângulo não deve ser maior do que um radiano (15 graus); 3. Após ter deslocado a massa e determinado uma posição inicial de lançamento, se solta a massa e marca-se o tempo de 10 oscilações completas, repetindo esta operação 3 vezes para cada comprimento L do fio; 4. Marque na tabela os valores de L e o respectivo período médio T. 3

4 5. Faça uma medida do periodo considerando um ângulo maior de um radiano. 6. Repeta os procedimento considerando 5 comprimentos do fio diferentes. Análise de Resultados 1. No laboratório: a. Faça um gráfico de T 2 vs. L. Verifique que as duas grandezas seguem uma relação linear. Do gráfico, obtenha a equação da reta e calcule o valor da aceleração da gravidade. 2. No relatório oficial: a. A partir da tabela construa os gráficos T vs. L (período em função do comprimento do fio); Use como valor de T, a média das três medidas realizadas. b. A partir dos dados da tabela construa os gráficos T 2 vs. L (período 2 em função do comprimento do fio); Confeccione os gráficos no computador, utilizando o software Microsoft Origin (qualquer versão) e compare com os gráficos confeccionados manualmente; c. Obtenha a equação analítica (via regressão linear) da reta obtida na linearização do gráfico do item anterior e trace a reta ajustada (y = ax+b); d. Compare a medida da aceleração gravitacional obtida experimentalmente em sala de aula (aceleração determinada pela equação do período utilizando os dados experimentais) com o valor tabelado e determine o desvio percentual. pdf e. Discuta os desvios encontrados entre os valores de g (valor obtido em sala de aula com o da literatura); f. Compare o valor da média dos periodos para angulos pequenos com aquele obtido considerando angulos maiores do que um radiano. Bibliografia [1] D. Halliday, R. Resnick, J. Walker Fundamentos de Física Vol.1, 3ª Edição LTC Editora - (1998); [2] H. M. Nussenzveig Curso de Física Básica 1 Mecânica 3ª Edição Edgard Blücher Ltda (1996) 4

5 Anexos 5

Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes

Manual de Laboratório Física Experimental I- Hatsumi Mukai e Paulo R.G. Fernandes Pêndulo Simples 6.1 Introdução: Capítulo 6 Um pêndulo simples se define como uma massa m suspensa por um fio inextensível, de comprimento com massa desprezível em relação ao valor de m. Se a massa se desloca

Leia mais

Como escrever um bom RELATÓRIO

Como escrever um bom RELATÓRIO Como escrever um bom RELATÓRIO Mas o que é uma EXPERIÊNCIA? e um RELATÓRIO? Profa. Ewa W. Cybulska Profa. Márcia R. D. Rodrigues Experiência Relatório Pergunta à Natureza e a procura da Resposta Divulgação

Leia mais

OSCILAÇÕES: Movimento Harmônico Simples - M. H. S.

OSCILAÇÕES: Movimento Harmônico Simples - M. H. S. Por Prof. Alberto Ricardo Präss Adaptado de Física de Carlos Alberto Gianotti e Maria Emília Baltar OSCILAÇÕES: Movimento Harmônico Simples - M. H. S. Todo movimento que se repete em intervelos de tempo

Leia mais

Cap. 4 - Princípios da Dinâmica

Cap. 4 - Princípios da Dinâmica Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física I IGM1 2014/1 Cap. 4 - Princípios da Dinâmica e suas Aplicações Prof. Elvis Soares 1 Leis de Newton Primeira Lei de Newton: Um corpo permanece

Leia mais

Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola

Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola Tópico 8. Aula Prática: Sistema Massa-Mola. INTRODUÇÃO No experimento anterior foi verificado, teoricamente e experimentalmente, que o período de oscilação de um pêndulo simples é determinado pelo seu

Leia mais

Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar)

Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar) Tópico 8. Aula Prática: Movimento retilíneo uniforme e uniformemente variado (Trilho de ar) 1. OBJETIVOS DA EXPERIÊNCIA 1) Esta aula experimental tem como objetivo o estudo do movimento retilíneo uniforme

Leia mais

ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO

ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO ROTEIRO 20 PÊNDULO SIMPLES E PÊNDULO FÍSICO INTRODUÇÃO Estamos cercados de oscilações, movimentos que se repetem. Neste roteiro vamos abordar oscilações mecânicas para uma classe de osciladores harmônicos

Leia mais

Problemas de Mecânica e Ondas 11

Problemas de Mecânica e Ondas 11 Problemas de Mecânica e Ondas 11 P. 11.1 ( Exercícios de Física, A. Noronha, P. Brogueira) Dois carros com igual massa movem-se sem atrito sobre uma mesa horizontal (ver figura). Estão ligados por uma

Leia mais

Tópico 8. Aula Prática: Pêndulo Simples

Tópico 8. Aula Prática: Pêndulo Simples Tópico 8. Aula Prática: Pêndulo Simples 1. INTRODUÇÃO Um pêndulo é um sistema composto por uma massa acoplada a um pivô que permite sua movimentação livremente. A massa fica sujeita à força restauradora

Leia mais

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta

Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Aula 03: Movimento em um Plano Tópico 02: Movimento Circular Uniforme; Aceleração Centrípeta Caro aluno, olá! Neste tópico, você vai aprender sobre um tipo particular de movimento plano, o movimento circular

Leia mais

Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões

Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva EF e EM. PIBID - FÍSICA Disciplina: Física 1º Ano EM Turma:A Atividade Experimental Conteúdo: Colisões Aluno(a): Nº: Data: / /2014 INTRODUÇÃO: a) Se você pudesse escolher

Leia mais

QUEDA LIVRE. Permitindo, então, a expressão (1), relacionar o tempo de queda (t), com o espaço percorrido (s) e a aceleração gravítica (g).

QUEDA LIVRE. Permitindo, então, a expressão (1), relacionar o tempo de queda (t), com o espaço percorrido (s) e a aceleração gravítica (g). Protocolos das Aulas Práticas 3 / 4 QUEDA LIVRE. Resumo Uma esfera metálica é largada de uma altura fixa, medindo-se o tempo de queda. Este procedimento é repetido para diferentes alturas. Os dados assim

Leia mais

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força?

Você acha que o rapaz da figura abaixo está fazendo força? Aula 04: Leis de Newton e Gravitação Tópico 02: Segunda Lei de Newton Como você acaba de ver no Tópico 1, a Primeira Lei de Newton ou Princípio da Inércia diz que todo corpo livre da ação de forças ou

Leia mais

EMENTA: PROGRAMA: MEDIÇÃO DE VETORES

EMENTA: PROGRAMA: MEDIÇÃO DE VETORES DISCIPLINA: FÍSICA I CRÉDITOS: 04 CARGA HORÁRIA: 60 h/a OBJETIVOS: Identificar fenômenos naturais em termos de quantidade e regularidade, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizam as

Leia mais

1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol:

1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol: 1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol: Nesse esquema, estão assinalados quatro pontos P, Q, R ou S da órbita do cometa. a) Indique em qual dos

Leia mais

FÍSICA. Questões de 01 a 04

FÍSICA. Questões de 01 a 04 GRUPO 1 TIPO A FÍS. 1 FÍSICA Questões de 01 a 04 01. Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante elástica k = 420 N / m e mergulhada em um reservatório térmico, isolado termicamente, com

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA Av. Gal. Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000 Japiim CEP: 69077-000 - Manaus-AM, Fone/Fax (0xx92) 644-2006 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Leia mais

Prof. André Motta - mottabip@hotmail.com_ 4.O gráfico apresentado mostra a elongação em função do tempo para um movimento harmônico simples.

Prof. André Motta - mottabip@hotmail.com_ 4.O gráfico apresentado mostra a elongação em função do tempo para um movimento harmônico simples. Eercícios Movimento Harmônico Simples - MHS 1.Um movimento harmônico simples é descrito pela função = 7 cos(4 t + ), em unidades de Sistema Internacional. Nesse movimento, a amplitude e o período, em unidades

Leia mais

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos ENERGIA Grandeza escalar que existe na natureza em diversas formas: mecânica, térmica, elétrica, nuclear, etc. Não pode ser criada nem destruída;

Leia mais

GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO

GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO 1. (Unifesp 013) O atleta húngaro Krisztian Pars conquistou medalha de ouro na olimpíada de Londres no lançamento de martelo. Após girar sobre si próprio, o atleta lança

Leia mais

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2

(a) a aceleração do sistema. (b) as tensões T 1 e T 2 nos fios ligados a m 1 e m 2. Dado: momento de inércia da polia I = MR / 2 F128-Lista 11 1) Como parte de uma inspeção de manutenção, a turbina de um motor a jato é posta a girar de acordo com o gráfico mostrado na Fig. 15. Quantas revoluções esta turbina realizou durante o teste?

Leia mais

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo.

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo. (MECÂNICA, ÓPTICA, ONDULATÓRIA E MECÂNICA DOS FLUIDOS) 01) Um paraquedista salta de um avião e cai livremente por uma distância vertical de 80 m, antes de abrir o paraquedas. Quando este se abre, ele passa

Leia mais

Alunas: Carine Pereira, Géssica do Nascimento e Rossana Mendes Rosa SEMINÁRIO DE ENERGIA E MOVIMENTO

Alunas: Carine Pereira, Géssica do Nascimento e Rossana Mendes Rosa SEMINÁRIO DE ENERGIA E MOVIMENTO Licenciatura em Ciências da Natureza: Habilitação em Biologia e Química UAC 32- Energia e Movimento Professor Sergio Mittmann dos Santos Alunas: Carine Pereira, Géssica do Nascimento e Rossana Mendes Rosa

Leia mais

Capítulo 4 Trabalho e Energia

Capítulo 4 Trabalho e Energia Capítulo 4 Trabalho e Energia Este tema é, sem dúvidas, um dos mais importantes na Física. Na realidade, nos estudos mais avançados da Física, todo ou quase todos os problemas podem ser resolvidos através

Leia mais

Física. Física Módulo 1 Leis de Newton

Física. Física Módulo 1 Leis de Newton Física Módulo 1 Leis de Newton Cinemática x Dinâmica: A previsão dos movimentos Até agora apenas descrevemos os movimentos : cinemática É impossível, no entanto, prever movimentos somente usando a cinemática.

Leia mais

As leis de Newton e suas aplicações

As leis de Newton e suas aplicações As leis de Newton e suas aplicações Disciplina: Física Geral e Experimental Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: O que significa o conceito de força

Leia mais

10/11/2014 PROF. ROBINSON PROF. ROBINSON FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI

10/11/2014 PROF. ROBINSON PROF. ROBINSON FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI DISCIPLINA DE FÍSICA EXPERIMENTAL II SEMESTRE 2014/2 LABORATÓRIO 5: LEIS DA ÓPTICA GEOMÉTRICA

Leia mais

Equilíbrio de um Ponto

Equilíbrio de um Ponto LABORATÓRIO DE FÍSICA Equilíbrio de um Ponto Experiência 03/2014 Objetivos: Conceituar e aplicar as leis de Newton na vida cotidiana. Diferenciar grandezas escalares e grandezas vetoriais. Determinar o

Leia mais

Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções

Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções 1. INTRODUÇÃO Ao se obter uma sucessão de pontos experimentais que representados em um gráfico apresentam comportamento

Leia mais

EXPERIÊNCIAS NO TRILHO DE AR

EXPERIÊNCIAS NO TRILHO DE AR EXPERIÊNCIAS NO TRILHO DE AR 4 META Estudar o movimento de um corpo sob a ação de uma força conhecida e estudar e classificar os diferentes tipos de colisões unidimensionais. OBJETIVOS Ao final desta aula,

Leia mais

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE NOME Nº SÉRIE : 1º EM DATA : / / BIMESTRE 3º PROFESSOR: Renato DISCIPLINA: Física 1 VISTO COORDENAÇÃO ORIENTAÇÕES: 1. O trabalho deverá ser feito em papel

Leia mais

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D

Lista 1 Cinemática em 1D, 2D e 3D UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOS E INSTRUMENTAIS CAMPUS DE ITAPETINGA PROFESSOR: ROBERTO CLAUDINO FERREIRA DISCIPLINA: FÍSICA I Aluno (a): Data: / / NOTA: Lista

Leia mais

Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe

Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Disciplina: Física Geral e Experimental III Curso: Engenharia de Produção Assunto: Gravitação Prof. Dr. Marcos A. P. Chagas 1. Introdução Na gravitação

Leia mais

O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO

O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO O ESTUDO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM MATERIAIS DE BAIXO CUSTO Jorge Alberto Lenz lenz@utfpr.edu.br Marcos Antonio Florczak florczak@utfpr.edu.br Universidade

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Física 12.º ano homologado em 21/10/2004 ENSINO SECUNDÁRIO FÍSICA 12.º ANO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

PUCGoiás Física I. Lilian R. Rios. Rotação

PUCGoiás Física I. Lilian R. Rios. Rotação PUCGoiás Física I Lilian R. Rios Rotação O movimento de um cd, de um ventilador de teto, de uma roda gigante, entre outros, não podem ser representados como o movimento de um ponto cada um deles envolve

Leia mais

Movimento Harmônico Simples: Exemplos (continuação)

Movimento Harmônico Simples: Exemplos (continuação) Movimento Harmônico Simples: Exemplos (continuação) O Pêndulo Físico O chamado pêndulo físico é qualquer pêndulo real. Ele consiste de um corpo rígido (com qualquer forma) suspenso por um ponto O e que

Leia mais

defi departamento de física

defi departamento de física defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431 400-07 Porto. Tel. 8

Leia mais

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida.

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. Exercícios: Energia 01. (UEPI) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases abaixo. O trabalho realizado por uma força conservativa, ao deslocar um corpo entre dois pontos é da

Leia mais

Professora Bruna. Caderno 13 Aula 28. Quem atinge o solo primeiro? Página 291

Professora Bruna. Caderno 13 Aula 28. Quem atinge o solo primeiro? Página 291 Caderno 13 Aula 28 Quem atinge o solo primeiro? Página 291 Quem atinge o solo primeiro? Vimos na aula anterior, que o tempo de queda para um corpo lançado horizontalmente não depende da sua velocidade

Leia mais

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução:

PRATICA EXPERIMENTAL. Introdução: PRATICA 2: Corpos em queda livre PRATICA EXPERIMENTAL Introdução: Ao deixar um corpo cair próximo da terra, este corpo será atraído verticalmente para baixo. Desprezando-se se a resistência do ar, todos

Leia mais

PÊNDULO SIMPLES GIGANTE: ESTUDO QUALITATIVO E QUANTITATIVO.

PÊNDULO SIMPLES GIGANTE: ESTUDO QUALITATIVO E QUANTITATIVO. PÊNDULO SIMPLES GIGANTE: ESTUDO QUALITATIVO E QUANTITATIVO. GONÇALVES, B.; DIAS JÚNIOR, M.M.; KISTENMACKER, N.D.; ALMEIDA, G.P.C. 1 PÊNDULO SIMPLES GIGANTE: ESTUDO QUALITATIVO E QUANTITATIVO 1 Bruno Gonçalves

Leia mais

O pêndulo simples é constituído por uma partícula de massa

O pêndulo simples é constituído por uma partícula de massa AULA 42 APLICAÇÕES DO MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES OBJETIVOS: APLICAR A TEORIA DO MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES A PÊNDULOS 42.1 PÊNDULO SIMPLES: O pêndulo simples é constituído por uma partícula de massa

Leia mais

No ano de 1687 foi publicado -com o imprimatur de S. Pepys- a Philosophiae naturalis principia mathematica de Isaac Newton (1643-1727).

No ano de 1687 foi publicado -com o imprimatur de S. Pepys- a Philosophiae naturalis principia mathematica de Isaac Newton (1643-1727). 2.1-1 2 As Leis de Newton 2.1 Massa e Força No ano de 1687 foi publicado -com o imprimatur de S. Pepys- a Philosophiae naturalis principia mathematica de Isaac Newton (1643-1727). As três Leis (leges)

Leia mais

2 - PRIMEIRA LEI DE NEWTON: PRINCÍPIO DA INÉRCIA

2 - PRIMEIRA LEI DE NEWTON: PRINCÍPIO DA INÉRCIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA F Í S I C A II - DINÂMICA ALUNO: RA: 1 - OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DINÂMICA A Dinâmica é a parte da Mecânica que estuda os movimentos e as causas que os produzem ou os modificam.

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE JI-PARANÁ DEFIJI SEMESTRE TURMA ESPECIAL ÓPTICA PROF. DR. ROBINSON APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR Robinson Viana Figueroa

Leia mais

AS LEIS DO MOVIMENTO. O Conceito de Força

AS LEIS DO MOVIMENTO. O Conceito de Força AS LEIS DO MOVIMENTO Até agora, só falamos de cinemática, isto é, só descrevemos os movimentos. Agora vamos dar uma olhada nas causas destes movimentos => dinâmica O Conceito de Força Agente externo capaz

Leia mais

Sumário. Prefácio... xi. Prólogo A Física tira você do sério?... 1. Lei da Ação e Reação... 13

Sumário. Prefácio... xi. Prólogo A Física tira você do sério?... 1. Lei da Ação e Reação... 13 Sumário Prefácio................................................................. xi Prólogo A Física tira você do sério?........................................... 1 1 Lei da Ação e Reação..................................................

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Engenharia Licenciatura Engenharia Electrónica e Informática Unidade Curricular Física Geral I Semestre: 1 Nº ECTS: 6,0 Regente Carlos Alberto Rego de Oliveira

Leia mais

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma.

OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a dispersão da luz em um prisma. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA CURSO DE FÍSICA LABORATÓRIO ÓPTICA REFLEXÃO E REFRAÇÃO OBJETIVO Verificar as leis da Reflexão Verificar qualitativamente e quantitativamente a lei de Snell. Observar a

Leia mais

Conservação da Energia II

Conservação da Energia II Conservação da Energia II Objetivo Contexto O objetivo deste experimento é mostrar a transformação da Energia Potencial Gravitacional em Energia Cinética, ilustrando a Conservação da Energia Mecânica.

Leia mais

DINÂMICA. Força Resultante: É a força que produz o mesmo efeito que todas as outras aplicadas a um corpo.

DINÂMICA. Força Resultante: É a força que produz o mesmo efeito que todas as outras aplicadas a um corpo. DINÂMICA Quando se fala em dinâmica de corpos, a imagem que vem à cabeça é a clássica e mitológica de Isaac Newton, lendo seu livro sob uma macieira. Repentinamente, uma maçã cai sobre a sua cabeça. Segundo

Leia mais

Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente:

Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente: Rumo ao ITA Física Análise Dimensional Ivan Guilhon Mitoso Rocha A análise dimensional é um assunto básico que estuda as grandezas físicas em geral, com respeito a suas unidades de medida. Como as grandezas

Leia mais

NTD DE FÍSICA 1 a SÉRIE ENSINO MÉDIO ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / /

NTD DE FÍSICA 1 a SÉRIE ENSINO MÉDIO ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / NTD DE FÍSICA 1 a SÉRIE ENSINO MÉDIO Professor: Rodrigo Lins ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO: 1) Na situação esquematizada na f igura, a mesa é plana, horizontal e perfeitamente polida. A

Leia mais

PL3a - Queda livre. Estudar o movimento de um corpo em queda livre. Determinar a aceleração gravítica.

PL3a - Queda livre. Estudar o movimento de um corpo em queda livre. Determinar a aceleração gravítica. Física para a Biologia PL3 Queda livre; Pêndulo simples PL3a - Queda livre 1. 2. Objetivos Estudar o movimento de um corpo em queda livre. Determinar a aceleração gravítica. Introdução O exemplo mais comum

Leia mais

a) O movimento do ciclista é um movimento uniforme, acelerado ou retardado? Justifique.

a) O movimento do ciclista é um movimento uniforme, acelerado ou retardado? Justifique. NOME: Nº. Progressão Parcial da1 a série (EM) TURMA: 21D DATA: 23/ 03/ 12 DISCIPLINA: Física PROF. : Petrônio ASSUNTO: Exercício de revisão sobre movimento acelerado VALOR: NOTA: 1) Escreva no espaço abaixo

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 9

Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 9 Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo Roteiro para prática experimental EXPERIMENTO 9 Princípio da Conservação da Energia Mecânica Disciplina: Física Experimental GRUPO DE TRABALHO: Estudante

Leia mais

FIS-14 Mecânica I. Segundo Semestre de 2013 Turma 2 Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá sala 2602A-1, ramal 5785, rrpela@ita.br

FIS-14 Mecânica I. Segundo Semestre de 2013 Turma 2 Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá sala 2602A-1, ramal 5785, rrpela@ita.br Segundo Semestre de 2013 Turma 2 Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá sala 2602A-1, ramal 5785, rrpela@ita.br FIS-14 Mecânica I Ementa Requisito: não há. Horas Semanais: 4-0-3-5. Forças. Estática. Equilíbrio

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS FOZ DO IGUAÇU LICENCIATURA EM FÍSICA. Pêndulo Simples. Brunna Arrussul. Deborah Rezende.

INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS FOZ DO IGUAÇU LICENCIATURA EM FÍSICA. Pêndulo Simples. Brunna Arrussul. Deborah Rezende. INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS FOZ DO IGUAÇU LICENCIATURA EM FÍSICA Pêndulo Simples Brunna Arrussul Deborah Rezende Foz do Iguaçu, PR SUMÁRIO SUMÁRIO...2 INTRODUÇÃO...3 Objetivos...4 MATERIAL E MÉTODOS...5

Leia mais

Na análise das condições de equilíbrio de um corpo extenso verificamos que:

Na análise das condições de equilíbrio de um corpo extenso verificamos que: Na análise das condições de equilíbrio de um corpo extenso verificamos que: F=0 τ o= 0 A resultante das forças que atuam sobre o corpo é igual a zero A soma dos torques produzidos por cada uma das forças

Leia mais

Universidade Federal de São Paulo Instituto de Ciência e Tecnologia Bacharelado em Ciência e Tecnologia

Universidade Federal de São Paulo Instituto de Ciência e Tecnologia Bacharelado em Ciência e Tecnologia Universidade Federal de São Paulo Instituto de Ciência e Tecnologia Bacharelado em Ciência e Tecnologia Oscilações 1. Movimento Oscilatório. Cinemática do Movimento Harmônico Simples (MHS) 3. MHS e Movimento

Leia mais

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II Cordas Vibrantes 1 - Objetivo Geral : Determinar a frequência de um diapasão. *Anote a incerteza dos instrumentos de medida utilizados: ap 2 Experimentos: 2.1 Determinação da frequência do diapasão variando

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Princípios e Fenômenos da Mecânica Professor: Humberto EXPERIMENTO Nº 6 LANÇAMENTO HORIZONTAL DE PROJÉTIL Discentes: Camila de

Leia mais

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO Professor: XERXES DATA: 22 / 11 / 2015 RECUPERAÇÃO FINAL FORÇA ELÉTRICA (LEI DE COULOMB) FÍSICA Para todas as questões, considere a constante eletrostática no vácuo igual a 9.10

Leia mais

Mecânica 2007/2008. 6ª Série

Mecânica 2007/2008. 6ª Série Mecânica 2007/2008 6ª Série Questões: 1. Suponha a=b e M>m no sistema de partículas representado na figura 6.1. Em torno de que eixo (x, y ou z) é que o momento de inércia tem o menor valor? e o maior

Leia mais

IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 6. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo de a para b é dado por: = =

IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 6. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo de a para b é dado por: = = Energia Potencial Elétrica Física I revisitada 1 Seja um corpo de massa m que se move em linha reta sob ação de uma força F que atua ao longo da linha. O trabalho feito pela força para deslocar o corpo

Leia mais

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA

CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T3 Física Experimental I - 2007/08 CONSERVAÇÃO DA ENERGIA MECÂNICA 1. Objectivo Verificar a conservação da energia mecânica de

Leia mais

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20.

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20. 11 FÍSICA Um bloco de granito com formato de um paralelepípedo retângulo, com altura de 30 cm e base de 20 cm de largura por 50 cm de comprimento, encontra-se em repouso sobre uma superfície plana horizontal.

Leia mais

Imagine que você esteja sustentando um livro de 4N em repouso sobre a palma de sua mão. Complete as seguintes sentenças:

Imagine que você esteja sustentando um livro de 4N em repouso sobre a palma de sua mão. Complete as seguintes sentenças: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA-CFM DEPARTAMENTO DE FÍSICA FSC 5107 FÍSICA GERAL IA- Semestre 2012.2 LISTA DE EXERCÍCIOS 4 LEIS DE NEWTON (PARTE I) Imagine que você esteja sustentando um livro de

Leia mais

É usual dizer que as forças relacionadas pela terceira lei de Newton formam um par ação-reação.

É usual dizer que as forças relacionadas pela terceira lei de Newton formam um par ação-reação. Terceira Lei de Newton A terceira lei de Newton afirma que a interação entre dois corpos quaisquer A e B é representada por forças mútuas: uma força que o corpo A exerce sobre o corpo B e uma força que

Leia mais

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 1

5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 1 597 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Movimentos Periódicos Para estudar movimentos oscilatórios periódicos é conveniente ter algum modelo físico em mente. Por exemplo, um

Leia mais

Análise Dimensional Notas de Aula

Análise Dimensional Notas de Aula Primeira Edição Análise Dimensional Notas de Aula Prof. Ubirajara Neves Fórmulas dimensionais 1 As fórmulas dimensionais são formas usadas para expressar as diferentes grandezas físicas em função das grandezas

Leia mais

EXPERIMENTOS ENVOLVENDO A SEGUNDA LEI DE NEWTON

EXPERIMENTOS ENVOLVENDO A SEGUNDA LEI DE NEWTON EXPERIMENTOS ENVOLVENDO A SEGUNDA LEI DE NEWTON Helena Libardi hlibardi@ucs.br Véra L. F. Mossmann vlfmossm@ucs.br Cristiane Conte Paim de Andrade ccpandra@ucs.br Universidade de Caxias do Sul - UCS Rua

Leia mais

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I

Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I Universidade Federal do Pará Centro de Ciências Exatas e Naturais Departamento de Física Laboratório Básico I Experiência 02 CONSTRUÇÃO DE GRÁFICOS E PÊNDULO SIMPLES 1. OBJETIVOS Ao término das atividades

Leia mais

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m?

b) Qual deve ser a aceleração centrípeta, para que com esta velocidade, ele faça uma trajetória circular com raio igual a 2m? 1 - Dadas as medidas da bicicleta abaixo: a) Sabendo que um ciclista pedala com velocidade constante de tal forma que o pedal dá duas voltas em um segundo. Qual a velocidade linear, em km/h da bicicleta?

Leia mais

COLÉGIO MANUEL BERNARDES INFORMAÇÃO EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

COLÉGIO MANUEL BERNARDES INFORMAÇÃO EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA COLÉGIO MANUEL BERNARDES ANO LETIVO 2014/2015 INFORMAÇÃO EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ENSINO SECUNDÁRIO 1ª e 2ª FASES PROVA DE FÍSICA CÓDIGO 315 Caracterização e estrutura da prova Tempo total para

Leia mais

Bacharelado Engenharia Civil

Bacharelado Engenharia Civil Bacharelado Engenharia Civil Disciplina: Física Geral e Experimental I Força e Movimento- Leis de Newton Prof.a: Msd. Érica Muniz Forças são as causas das modificações no movimento. Seu conhecimento permite

Leia mais

FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO. Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante.

FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO. Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante. FONTES DE CAMPO MAGNÉTICO META Aula 8 Caracterizar e mostrar o campo magnético produzido por uma carga a velocidade constante. Mostrar a lei da circulação de Ampère-Laplace e a lei de Biot-Savart. Estudar

Leia mais

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra.

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. FÍSIC 1 nalise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. Esse circuito é composto por condutores ideais (sem

Leia mais

Curso de Engenharia Civil. Física Geral e Experimental I Movimento Prof.a: Msd. Érica Muniz 1 Período

Curso de Engenharia Civil. Física Geral e Experimental I Movimento Prof.a: Msd. Érica Muniz 1 Período Curso de Engenharia Civil Física Geral e Experimental I Movimento Prof.a: Msd. Érica Muniz 1 Período Posição e Coordenada de Referência Posição é o lugar no espaço onde se situa o corpo. Imagine três pontos

Leia mais

Matriz do Teste de Avaliação de Física e Química A - 11.º ano 1 de fevereiro de 2016 120 minutos

Matriz do Teste de Avaliação de Física e Química A - 11.º ano 1 de fevereiro de 2016 120 minutos Ano Letivo 2015/ 2016 Matriz do Teste de Avaliação de Física e Química A - 11.º ano 1 de fevereiro de 2016 120 minutos Objeto de avaliação O teste tem por referência o programa de Física e Química A para

Leia mais

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II 1 Objetivos Gerais: Movimento Harmônico Amortecido Determinar o período de oscilação do pêndulo T ; Determinar a constante de amortecimento. *Anote a incerteza dos instrumentos de medida utilizados: ap

Leia mais

3.5 Sistemas de referência não-inerciais

3.5 Sistemas de referência não-inerciais 3.5-1 3.5 Sistemas de referência não-inerciais A primeira lei de Newton não é válida em todos os sistemas de referência, ver 2.1.2, mas, sempre podemos achar sistemas de referência nos quais ela (e o resto

Leia mais

Exercícios de Física Gravitação Universal

Exercícios de Física Gravitação Universal Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)

Leia mais

OSCILAÇÃO E VELOCIDADE DO PÊNDULO SIMPLES NA MODELAGEM MATEMÁTICA. Swing speed and the pendulum simple mathematical modeling

OSCILAÇÃO E VELOCIDADE DO PÊNDULO SIMPLES NA MODELAGEM MATEMÁTICA. Swing speed and the pendulum simple mathematical modeling OSCIAÇÃO E VEOCIDADE DO PÊNDUO SIMPES NA MODEAGEM MATEMÁTICA Swing speed and the pendulum simple mathematical modeling Janine da Rosa ABAREO 1 Kelly Pereira DUARTE Vanessa FAORO 3 RESUMO Em diversos problemas

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase

Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Olimpíada Brasileira de Física 2001 2ª Fase Gabarito dos Exames para o 1º e 2º Anos 1ª QUESTÃO Movimento Retilíneo Uniforme Em um MRU a posição s(t) do móvel é dada por s(t) = s 0 + vt, onde s 0 é a posição

Leia mais

Vetores, Matrizes e Gráficos

Vetores, Matrizes e Gráficos Programação de Computadores I UFOP DECOM 2013 2 Aula prática 3 Vetores, Matrizes e Gráficos Resumo Nesta aula você irá utilizar vetores para resolver diversos tipos de problemas. Para expressar a solução

Leia mais

Física Experimental - Mecânica - EQ005H.

Física Experimental - Mecânica - EQ005H. Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 11

Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 11 Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo Roteiro para prática experimental EXPERIMENTO 11 Momento Linear e Impulso Disciplina: Física Experimental GRUPO DE TRABALHO: Estudante 1 (nome e

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIO DE CINEMÁTICA

LISTA DE EXERCÍCIO DE CINEMÁTICA CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR PET LETRAS FÍSICA 1 MECÂNICA PROFº EVERSON VARGAS LISTA DE EXERCÍCIO DE CINEMÁTICA 01. Uma pessoa repousa num sofá em seu lar. É correto afirmar que: a) esta pessoa está em movimento

Leia mais

LISTA UERJ 2014 LEIS DE NEWTON

LISTA UERJ 2014 LEIS DE NEWTON 1. (Pucrj 2013) Sobre uma superfície sem atrito, há um bloco de massa m 1 = 4,0 kg sobre o qual está apoiado um bloco menor de massa m 2 = 1,0 kg. Uma corda puxa o bloco menor com uma força horizontal

Leia mais

Leis de Newton INTRODUÇÃO 1 TIPOS DE FORÇA

Leis de Newton INTRODUÇÃO 1 TIPOS DE FORÇA Leis de Newton INTRODUÇÃO Isaac Newton foi um revolucionário na ciência. Teve grandes contribuições na Física, Astronomia, Matemática, Cálculo etc. Mas com certeza, uma das suas maiores contribuições são

Leia mais

Exercícios de Física Gravitação Universal

Exercícios de Física Gravitação Universal Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)

Leia mais

APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DE EULER-LAGRANGE

APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DE EULER-LAGRANGE APLICAÇÕES DAS EQUAÇÕES DE EULER-LAGRANGE Eliomar Corrêa Caetano Universidade Católica de Brasília Orientador: Cláudio Manoel Gomes de Sousa RESUMO Neste trabalho estudamos três aplicações das equações

Leia mais

FORÇA MAGNÉTICA. Força magnética sobre cargas em um campo magnético uniforme

FORÇA MAGNÉTICA. Força magnética sobre cargas em um campo magnético uniforme FORÇA MAGNÉTICA Força magnética sobre cargas em um campo magnético uniforme Em eletrostática vimos que quando uma carga penetra em uma região onde existe um campo elétrico, fica sujeita a ação de uma força

Leia mais

Física Experimental - Mecânica - Conjunto Arete - EQ005.

Física Experimental - Mecânica - Conjunto Arete - EQ005. Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos

Leia mais

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física PROF.: MIRANDA 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA Física Aplicada Física 01. Uma mola possui constante elástica de 500 N/m. Ao aplicarmos sobre esta uma força de 125 Newtons, qual será a deformação da mola?

Leia mais

FÍSICA. Figura 5.1 Ventilador

FÍSICA. Figura 5.1 Ventilador FÍSICA 1 MECÂNICA MECÂNICA I II Mecânica Gráfica para alunos do ensino 3. médio Pêndulo utilizando simples o PUCK 5. Movimento circular NOME ESCOLA EQUIPE SÉRIE PERÍODO DATA QUESTÃO PRÉVIA No ventilador

Leia mais

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR TC 3 UECE - 03 FASE MEICINA e EGULA SEMANA 0 a 5 de dezembro POF.: Célio Normando. A figura a seguir mostra um escorregador na forma de um semicírculo de raio = 5,0 m. Um garoto escorrega do topo (ponto

Leia mais