OTHON GAMA GAMA D D EÇA EÇA Ç (1892 ( ) 1965)

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1 HOMENS E ALGAS Othon Gama D Eça

2 HOMENS E ALGAS AUTOR: OTHON GAMA D EÇA ( ) 1965) ESCOLA LITERÁRIA: MODERNISMO - LITERATURA CATARINENSE ANO DE PUBLICAÇÃO: 1957 GÊNERO: NARRATIVO - CONTOS TEMAS: DOR, MISÉRIA, MORTE, DOENÇA, TRISTEZA DIVISÃO DA OBRA: 5 PARTES: 42 CONTOS CURTOS LOCAL: FLORIANÓPOLIS PRAIA DE COQUEIROS NARRAÇÃO: 1ª E 3ª PESSOAS

3 OTHON GAMA D EÇA ( ) 1965) Nasceu e morreu em Florianópolis Foi um dos idealizadores Catarinense de Letras da Academia

4 CARACTERÍSTICAS Aobra é dividida em 5 partes 42 contos curtos Narrativas entre 1930 e 1940 Livro de memórias A temática da obra gira em torno do cotidiano de pescadores viventes na região da praia de Coqueiros, um local cheio de miséria, fome, morte emuita tristeza.

5 A morte normalmente vem pelo mar ou pelo sezão (hepatite) A maioria dos personagens tem um parente morto pelo mar As famílias têm sempre muitos filhos e pouca comida A desgraça nunca vem sozinha

6 1ª Parte - Pescadores

7 A penhora do João Saibro O João Saibro tivera a triça um mês de febres e de faltas, como só Deus sabia, rilhado em cima duma cama dia, e noite. Em casa, a família passa fome; tentam t comprar fiado, mas já não têm crédito Roubaram-lhe acanoa eeleele perdeu os espinhéis Resolveram penhorar as chumbadas, as tarrafas eas duas velas tudo oque eles tinham

8 Os filhos começam a ficar doentes A Marcília acabou vendendo a aliança, que lhe custara a tantos anos de bilros e lavações, ações ainda em solteira, na casa do pai, na Enseada. Uma noite, desesperado, o João Saibro bebeu creolina; não tinha conta o que vagara a procurar trabalho, na dura busca do pão. Era uma noite fria, de grandes chuvas desabando do céu negro. Veio a vizinhança. A Marcília estava desacordada, no meio do chão; as crianças gritavam. Sobre a mesa um toco de vela esmorecia. FIM

9 Recordações Quase todos os pescadores que eu conheço ou conheci, nestes últimos vinte anos, viveram ou ainda vivem em Coqueiros ou em Itaguaçu. - Então, Antônio! Como tem passado? - Assim, assim, como Deus éservido. Evancê? Filho e neto de pescadores, o mar afagou apenas oirmão mais velho, numa tormenta de vento e trovoada.

10 Efecho os olhos; vejo atodos eles, os vivos eos mortos: os que cruzaram os braços fatigados na sua enxerga de pobre, à sombra das alcovas tristes, ou os que o mar devolveu à terra, depois das negras ventanias, com os olhos vazios eos beiços roídos.

11 Desperto esopro ainda mais amemória: evejo outros pescadores, de outras bandas: ojosé Loura, de Ponte de Baixo, que foi um dia ao mar e nunca mais voltou: o Sabino Loureiro, que ficou de vigia i no grotão, enquanto o filho ia ao marisco; e veio uma onde de trinta pés, de repente; pegou-o de lado, e veio uma onde de trinta pés, de repente; pegou-o de lado, moendo-lhe os ossos nos penhascos agudos; o Cravo Mendes, de Itapema, morto por um cação perto dos Macucos; o Zeferino Baeta, de Serraria, que um boi esfrangalhou na estrada de Barreiros, ele que vira tanta t água etanta tormenta de vento; odimbo Pierri, topado entre os mangues, na barra da Palhoça, envolto na tarrafa, como se fora asua mortalha.

12 E quantos mais, cujos nomes sem eu sei, mas que ainda estão na minha lembrança como no instante em que os vi regressando do mar, ou indo para o canal breves figuras do meu passado, vivendo na minha saudade eno ritmo enternecido e leve do meu coração. FIM

13 Ah hora da rede Encalhou àpraia arede de Notário Vieira: andou no mar desde a madrugada. Agrande canoa tem aproa enterrada na areia; mas apopa, flutuando, ondula à cadencia das maretas longas, claras e esverdeadas. Os peixes vão sendo atirados àpraia, um aum. Depois uma buzina rasga os ares saturados de salsugem, de fenos ede sol quente.

14 Um grupo de mulheres olha o carrinho que se vai embora, chiando e batendo a roda malfeita. -Cruzes, quem pode comer peixe, de caro! Nem mesmo amanjuva ou asavelha! -Opobre agora passa fome, fome de cachorro sem dono, credo! A buzina muge mais longe. Mas só os fantasmas forasteiros fazem parar o carrinho onde há peixes frescos sobre folhas novas e tenras bananeiras.

15 2ª Parte - Vidas insossas

16 O Pica-pau O Pica-pau foi despejado, mais a mulher, a Clarinda e os dois filhos pequenos o Luizinho e a Bentinha. Os anos vieram, queimaram as gramas, amadureceram as pitangas ecaíram no saco do tempo, como as tainhotas t no bucho áid ávido do boto. Pica-pau empolou as costas, endureceu as palmas das mãos, onde às vezes experimentava as farpas agudas dos anzóis.

17 Um dia cismou em comer baiacus, por pura teimosia e gula. Adoeceu da barriga; até sangue botava! Ficou magro e fino, de pescoço esporado e pernas bambas e arcadas: Então o Simão Camacho arranjou outro remador: braços e fomes não faltavam na praia. A mulher começou a pedir esmola na cidade. Trazia, então, algum dinheiro, pó de café, farinha, pão para uma semana.

18 Mas um dia a Clarinha regressou varada, tarde da noite, chorando. A polícia não queria pobres na cidade, mesmo na porta das igrejas. Faltou a farinha. E na lata o café também faltou. Pica-pau bateu numa roça de milho; trouxe algumas socas escondidas no bolso das calças: a fome é má conselheira. Arrependeu-se, cheio de dúvidas e de temores. Conseguiu arrumar emprego.

19 Regressou à casa satisfeito, de tardezinha, pago de tudo, já com um pedaço de matambre fresco pelo dedo. Arranjara o afazer e o sustento: t limpar tripas de boi e varrer os estrumes no Matadouro. Mas José Ramalho precisava das marinhas (local em que Pica-pau morava) para vendê-lo a um inglês. E, de madrugada, despejou Pica-pau e a família...

20 A maleita O Lauro Maneta é um velho pescador que vive como Deus é servido, rilhando restos de pão, bebendo nas bicas pela ponta do chapéu esburacado e sujo. Perdeu um braço: a corcoroca mordeu-lhe um dedo. A ferida arruinou, emporcalhada pela varejeira. Primeiro cortaram a mão: dias depois, o braço. Mais tarde o serrote do doutor deixou-lhe um toquinho, rente ao ombro esquerdo, como a cola de um bode.

21 Apesar do defeito continuou a ir ao mar, como nos bons tempos. Duas noites, porém, numa praia dos Ganchos e a maleita lhe veio ferver o sangue fraco. Nunca mais foi ninguém, a sezão roubou-lhe vinte anos de mar. FIM

22 3ª Parte - Velhos temas

23 ACh Chupa-Ostra Chupa-Ostra era uma mulher feia e maltrapilha que vivia resmungando. O povo da redondeza não se aproximava dela e, quando iam para a pesca e a encontravam, logo voltavam porque era sinal de que coisa ruim estaria para acontecer. Perdera o marido e o filho no mar, e vivia a vagar pela região.

24 Um dia, encontraram-na na morta na praia. Por certo se afogara ali mesmo a Chupa-Ostra, quando osueste empolou as águas e escureceu os montes, porque tinha os pés enterrados na areia eos dedos murchos e roídos. Ninguém, porém, queria pegar o esqueleto malfadado, tocar aquele pobre corpo que o mar repelira num buraco de pedra para que o picassem as garoupas e os Goiás.

25 Mas sempre se arranjou um caixão de chita preta, feito às pressas pelo Dorvalisto, e uma carreta para levar ocorpo ao Pagajá, à cova dos pobres, num canto do cemitério, junto ao muro esburacado e triste. E nunca mais se falou na Chupa-Ostra. FIM

26 Velha história i O narrador relembra uma história ocorrida em 1927, quando Geraldino Raposo abandonou a mulher e cinco filhos pára fugir com uma outra que chegara em uma trupe na Praia do Meio. A moça trabalhava com um atirador de facas e, no espetáculo, era ela oalvo das facas. Apesar dos pedidos, ele não quis saber efoi-se embora.

27 Quinze anos depois, está o narrador conversando com Sinhá Cândida, a primeira mulher de Geraldino, senhora sofredora, que criara os filhos sozinha. Os filhos tornaram-se pescadores e, um dia, o vento virou, veio uma tempestade e matou-os os no mar. Estava ali bem perto, o mar... o grande e generoso mar, que um dia os daria à pobre mãe, já fedendo, d embrulhados numa velha esteira de esparto. FIM

28 Na aguarada Acasa do Miguel Cabreira taquaras barreadas, cobertas com latas velhas desabou com o temporal da tarde. Da casa sobraram apenas dois palmos de parede, ojirau de bambu que servia de leito e donde d pendem, mais sujos que estopa de calafate, alguns encharcados. Assim como Miguel, muitos outras sem teto vieram da Pinheira e foram morar em Coqueiros.

29 Otemporal encheu de alegria acara do Sadelli; espulsou o intruso; misturou aos lixos crianças imprestáveis, que não têm, agora, onde dormir e esperam, acordadas, junto aos entulhos imundos. - A chuva botou eles na rua... a chuva faz bem... FIM

30 4ª Parte - Ao mar largo

31 Canasvieiras Manhã de estio: espumas remotas diluem-se no azul tépido do céu. A luz sobe das sarças de água com um fumo vivo e quente. A peixada vai sendo atirada para a praia; montes e mais montes que reluzem e que ainda se movem. A praia é um fervedouro intenso de bênçãos e de preces. Barcos regressam; outros partem abrindo bi as velas, levando esperanças e deixando inquietações. i

32 O mar! O grande mar! O mar amigo e bom! Todos os pescadores ignoram isto: ele lhes dá a mantença e a fartura, às vezes a alegria. Mas também lhes tira a vida quase sempre. FIM

33 5ª Parte - Praias

34 Sinfonia i Coqueiros éuma estrada com tapumes verdes, casas silenciosas, entre folhagens, algumas beirando o mar; dois ou três caminhos entre arvoredos densos, a escola, a capelinha de Santa Cruz, o cemitério onde repousa um poeta, à margem de uma estrada, e duas praias pitorescas ada Saudade eado Meio.

35 No inverno étriste, cheio de penumbras unidas, de espinheiros hirtos e com grande vento frio que todas as manhãs sopra a terra. Mas em dezembro Coqueiros resplandece em relevos ecores, em ritmos e harmonias, como se absorvesse, pelo milagre da contemplação e do amor, aalmaalma vegetal dos panoramas. FIM

36 Praias iv Há dois dias que ovento sul domina océu. Para as bandas dos Baixios, cobertos de névoas grossas, já começa a chover. -Mau sinal: ovento rodou. -Ese vier alestada teremos água, longos dias de chuva, de umidades desoladas e más. -Eos pescadores, que terão eles para comer, se não podem ir ao mar? FIM

37 Praias V Na manhã baça, tit triste e aguda, raparigas operárias passam ligeiras, de chinelos ou descalças, chapinhando h na lama de estrada, batida e cor de barro. Uma delas está de luto etem um ar tuberculoso etriste. - Por quem estará de luto essa rapariga trigueira, fanadinha, de grandes olhos embolorados?

38 -Talvez pelo pai, morto no mar num dia como este em que as águas são cinzentas, o céu cinzento e os montes desaparecem desfeitos pelas brumas cor de cinza; ou, quem sabe, pela mãe, que asezão queimou, nalgum casebre de barro esburacado pela chuva, perdido numa dobra de mato eonde não chegam os cuidados dos homens e a caridade vaidosa perfumada dos festivais... FIM

39 Itaguaçu 20 de março de 1942 Borrões fortes e espalhados de pedras brancas; cabeçorras de pedras alaranjadas, emergindo das águas azuis para a enamorada contemplação do céu azul, das montanhas azuis, amancha azul do Cambirela longe, destacando na distância azulada efina, como um moirão de aço novo. E o mar luminoso, sonoro e transparente som azul e o sol misturados com água. FIM

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