Professora Adjunta do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva - NESC/UFRJ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Professora Adjunta do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva - NESC/UFRJ email: malubosi@nesc.ufrj.br"

Transcrição

1 O P INIÃO 1. INTRODUÇÃO Nas sociedades ocidentais contemporâneas, o culto à magreza está diretamente associado à imagem de poder, beleza e mobilidade social num contexto contraditório e paradoxal: por um lado, fomentam-se os lucros das indústrias de alimentos hipercalóricos via incentivo ao consumo e, simultaneamente, cobra-se magreza e sujeição a um ideal estético cada vez mais difícil de atingir. Nesse cenário, não surpreende o aumento expressivo da prevalência de obesidade já reconhecida como questão de saúde coletiva convivendo com o crescimento acentuado de transtornos do comportamento alimentar (TCA), bem como de seus precursores: comportamentos alimentares anormais e práticas inadequadas de controle de peso. Ambos os problemas podem ser entendidos como expressões no nível biológico, corpóreo, de disputas mercadológicas que se estabelecem no plano social de um lado a indústria dos fast foods e de outro a indústria da magreza (e da beleza), ambas movimentando lucros fabulosos para diversos grupos econômicos. O ideal de corpo magro (e perfeito), preconizado pela nossa sociedade e veiculado pelos meios de comunicação, impõe-se como necessidade social, atravessando, hoje, todas as classes e segmentos. No Brasil, o problema atinge, sobretudo, a população feminina adolescente e jovem adulta que, por diversos aspectos que não cabe aqui recuperar, adere às falsas crenças que acompanham a busca do corpo ideal, em especial, à idéia de que o corpo é infinitamente maleável, podendo, assim, alcançar o ideal estético. Negligencia-se, portanto, o que a literatura científica denomina setting point e que restringe as possibilidades de intervir na forma corporal segundo o desejo. 1 Professora Adjunta do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva - NESC/UFRJ 2 Centro de Ciências da Saúde - Universidade de Fortaleza C ADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): ,

2 MARIA LUCIA DE MAGALHÃES BOSI, ÂNGELA ANDRADE Essa busca desenfreada pelo corpo perfeito considerada uma epidemia silenciosa que se intensifica a partir da década de 70 conduz à adoção dos chamados comportamentos alimentares anormais e práticas inadequadas de controle de peso, sendo os mais comuns: por um lado, os vômitos auto-induzidos, o uso de laxantes, jejuns prolongados, diuréticos e anorexígenos associados, muitas vezes, à prática excessiva de exercícios físicos, dietas muito restritivas e/ou fórmulas emagrecedoras e, no outro extremo, a perda do controle sobre a ingestão, associada ou não a práticas compensatórias. Essas práticas e comportamentos, além de acarretarem um amplo espectro de complicações orgânicas e psíquicas (sobretudo em uma fase de alto metabolismo), são os principais fatores de risco para o desenvolvimento dos chamados Transtornos do Comportamento Alimentar (TCA). 2. A MAGNITUDE DO PROBLEMA Também denominados distúrbios alimentares, os TCA são definidos como desvios do comportamento alimentar que podem levar à morte, estimando-se, em certos casos, uma taxa de letalidade que pode atingir a cifra de 20% (Nunes, 1997). Corresponde basicamente aos diagnósticos de anorexia nervosa, bulimia nervosa e, dependendo da classificação utilizada, aos transtornos alimentares não específicos, incluindo-se nesta última classificação diagnóstica o transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP). A literatura científica ressalta o aumento da prevalência da anorexia e da bulimia nervosa nos últimos anos. Conforme já assinalado, a literatura aponta um franco predomínio no sexo feminino, embora estudos recentes já constatem uma diminuição na distância entre os gêneros. Em comum, as pessoas acometidas apresentam preocupação excessiva com peso e dieta, insatisfação e distorção da imagem corporal e desejo de emagrecer. Os transtornos alimentares têm início, em geral, na adolescência. Uma vez instalados, esses quadros são muito resistentes à tratamento, o que reforça a necessidade de intervenções de caráter preventivo voltadas, sobretudo, para os grupos de maior risco. Também o transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) configura-se como um quadro preocupante na população, uma vez que se articula estreitamente com a obesidade, reconhecidamente um 198 CADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): , 2004

3 T RANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR: UM PROBLEMA DE SAÚDE COLETIVA problema de Saúde Pública na população adulta brasileira. Sugere-se que 30% dos pacientes obesos e, em geral, os que apresentam quadros mais graves, caracterizados como obesidade mórbida, apresentam transtorno do comer compulsivo (Appolinario et al., 1995), o que reforça a relevância do tema como questão de Saúde Coletiva. As estatísticas apontam que, nos últimos 10 anos, vem ocorrendo o crescimento vertiginoso destes problemas de saúde nos países da América Latina, observando-se coeficientes de prevalência e incidência superiores aos dos EUA. A literatura latinoamericana aponta a crescente morbi-mortalidade relacionada a este distúrbio nos centros de tratamento em seus países. No Brasil, estima-se que entre 19% a 26% das estudantes secundaristas do sexo feminino referem sintomas bulímicos e/ou comportamentos alimentares restritivos (Cordás, et al., 1998; Dunker & Philippi, 2003; Vale, 2002). O único estudo de base populacional, realizado em Pelotas (RS), em uma amostra da população feminina, aponta uma prevalência de 13,8% para a prática de comportamentos alimentares anormais, configurando o desenvolvimento de síndromes parciais, 30,2% para comportamentos de risco e 11,3% para comportamentos alimentares francamente anormais, os quais se enquadram nos critérios diagnósticos para transtornos alimentares (Nunes, 1997). No que se refere aos grandes centros e, em particular, às cidades próximas ao litoral brasileiro, pensamos que, dada as suas particularidades culturais e seu imaginário vinculado à beleza metrópoles que ditam comportamentos e modismos e onde o culto ao corpo estrutura seu cotidiano o estudo da problemática parece-nos urgente para delinear um panorama mais representativo. A permanente exposição do corpo imposta pelo modo de vida local funciona como estímulo constante à busca do corpo ideal entenda-se, aquele que atende à imagem veiculada pela mídia a serviço da chamada indústria da beleza. Contudo, são raros os estudos que dimensionam o problema na população sob risco, tanto em base populacional como estudos institucionais. As poucas evidências procedem de estudos clínicos, cujas características não permitem análises epidemiológicas que auxiliem a compreensão dos determinantes e que propiciem comparações com outros contextos sociais e orientem intervenções. C ADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): ,

4 M ARIA LUCIA DE MAGALHÃES BOSI, ÂNGELA ANDRADE 3. TCA E SEUS PRECURSORES: INTERFACES COM A SAÚDE COLETIVA No âmbito da Saúde Coletiva, cabe ressaltar, sobretudo, a existência de síndromes parciais os comportamentos precursores já descritos e que, conforme já dito, devem constituir o foco das ações, uma vez que suas prevalências são bem superiores às das patologias instaladas. A diversidade e severidade dos sintomas relacionados às diferentes modalidades de transtornos alimentares associadas à ausência de intervenções preventivas e à quase inexistência de serviços especializados no manejo interdisciplinar geram demandas importantes no cotidiano dos serviços de saúde, acarretada, sobretudo, pela duplicação de atendimentos, abandono de tratamento e cronificação dos agravos. Tais distorções acabam gerando gastos desnecessários com ações freqüentemente ineficazes, uma vez que os efeitos são tomados como causas, tratados de forma isolada pelas diferentes especialidades. Negligenciam-se, assim, os elementos simbólicos e o entorno social que respondem por sua gênese e reprodução, dimensão que exige um olhar capaz de articular o biológico com o social. Desta forma, as diversas alterações no comportamento alimentar aqui referidas e as práticas inadequadas de controle de peso constituem, hoje, não apenas um quadro relevante no plano clínico-individual, mas, conforme procuramos ressaltar, uma realidade emergente como questão de Saúde Coletiva. Casos são sub-diagnosticados e, conseqüentemente, sub-notificados, pela falta generalizada de informações e de programas de formação profissional nesta área. Sendo assim, não causa surpresa o fato de as políticas de Saúde Pública no Brasil desconhecerem a magnitude deste problema na população. Os dados que nos chegam através de fontes diversas (por exemplo: organizações autônomas de sociedade que se organizam para lidar com este agravo Comedores Compulsivos Anônimos ; Vigilantes do peso etc.), ao que parece, justificam a iniciativa da Organização Mundial da Saúde em reconhecer que a intensidade e a incidência do problema têm levado a que se o considere como epidemia do século. Entretanto, mais do que as evidências corroborando a gravidade do problema, preocupa-nos o silêncio as lacunas existentes tanto nas estatísticas disponíveis quanto nos modelos teóricos que não dão conta 200 CADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): , 2004

5 T RANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR: UM PROBLEMA DE SAÚDE COLETIVA da gravidade, tampouco da complexidade dos quadros, uma vez que suas etiologias permanecem como um enigma, embora já se saiba que múltiplas causas, genéticas, sócio-culturais e psicológicas, contribuem para sua gênese. Ambos aspectos se expressam no plano das estruturas assistenciais, dentre elas as próprias instituições formadoras, onde não se dispõe de centros especializados de atenção que sirvam de referência para a população, expressando uma lacuna no currículo dos cursos da área da saúde, nos quais se inserem conteúdos técnicos capazes de habilitar equipes para o complexo manejo do problema, sobretudo em termos preventivos e para a investigação nas diferentes áreas do conhecimento envolvidas na questão. Configura-se, portanto, um contexto que justifica a reflexão que ora apresentamos, cujas respostas visam retroalimentar os serviços, o ensino e a formação de pesquisadores voltados à apreensão deste importante problema nutricional-alimentar. Além disso, há que sensibilizar, também, as autoridades de saúde, os profissionais e a sociedade para a existência do problema em foco, cujos desdobramentos, de modo idêntico a outros agravos já reconhecidos como questão de Saúde Coletiva, comprometem a saúde e, em muitos casos, a sobrevivência dos grupos populacionais acometidos. Novos desafios se apresentam neste início de século e urge que o discurso da Saúde Coletiva se atualize em consonância com os problemas emergentes. R EFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APPOLINARIO, J. C.; COUTINHO, W.; PÓVOA, L. C. O transtorno do comer compulsivo: revisão de literatura. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, v. 44, Sup., p , CORDÁS, T. A.; Cobelo, A.; FLEITLICH, B.; Guimarães, D. S. B.; Schomer, E. Anorexia e bulimia: o que são? Como ajudar? Um guia de orientação para pais e familiares. Porto Alegre: Art. Méd, DUNKER, K. L. L.; PHILIPPI, S. T. Hábitos e comportamentos alimentares de adolescents com sintomas de anorexia nervosa. Revista de Nutrição, v. 16, n. 1, p , C ADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): ,

6 M ARIA LUCIA DE MAGALHÃES BOSI, ÂNGELA ANDRADE NUNES, M. A. A. Prevalência de comportamentos alimentares anormais e práticas inadequadas de controle de peso em mulheres de 12 a 29 anos em Porto Alegre Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Pelotas, Porto Alegre. VALE, A. M. O. Comportamento alimentar anormal e prática inadequada para controle de peso entre adolescentes do sexo feminino de escolas públicas e privadas de Fortaleza Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Ceará, Fortaleza. 202 CADERNOS SAÚDE COLETIVA, RIO DE JANEIRO, 12 (2): , 2004

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA NERVOSA E BULIMIA NERVOSA.

TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA NERVOSA E BULIMIA NERVOSA. TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA NERVOSA E BULIMIA NERVOSA. Daniela Dornsbach Koszeniewski¹ Flávia Souza de Freitas¹ Rosieli Ribarski Bortolotti¹ RESUMO Este artigo

Leia mais

Obesidade e Transtornos Alimentares

Obesidade e Transtornos Alimentares Obesidade e Transtornos Alimentares NECPAR Maringá 26 e 27 de Julho de 2013 Transtornos Alimentares (TA) Características Gerais: Severas perturbações no comportamento alimentar, que trazem sérios comprometimentos

Leia mais

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(8). Edição 43

Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(8). Edição 43 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(8). Edição 43 Bárbara Luisa Aguiar Dias 1 Jordanny Santana de Sousa 1 Francisco Gilson Alves dos Santos 1 Márcia Andrea Lial

Leia mais

DISTÚRBIOS ALIMENTARES

DISTÚRBIOS ALIMENTARES CLÍNICA PEDIÁTRICA VER CRESCER DISTÚRBIOS ALIMENTARES Castelo Branco DISTÚRBIOS ALIMENTARES Conjunto de doenças provocadas por alterações significativas nos hábitos alimentares diários, tanto por ingestão

Leia mais

Transtornos Alimentares. Dr. Eduardo Henrique Teixeira PUC-Campinas

Transtornos Alimentares. Dr. Eduardo Henrique Teixeira PUC-Campinas Transtornos Alimentares Dr. Eduardo Henrique Teixeira PUC-Campinas Anorexia Nervosa Anorexia sem fome Comportamento obstinado e propositado a perder peso Medo intenso de aumento de peso Alteração da imagem

Leia mais

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PARTICULAR

FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO PARTICULAR V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES: UM ESTUDO EM UNIVERSITÁRIAS DE UMA INSTITUIÇÃO

Leia mais

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal. Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal. Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação-Porto\Portugal Discente: Genaina Bibiano Vieira Disciplina: Desenvolvimento Humano Uma perspectiva comportamental em Adolescentes Obesos: Brasil x Portugal

Leia mais

Tabagismo e Transtornos Alimentares: como identificar e tratar, antes,

Tabagismo e Transtornos Alimentares: como identificar e tratar, antes, Tabagismo e Transtornos Alimentares: como identificar e tratar, antes, durante e após a cessação: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho Serviço de Psiquiatria e Psicologia Médica Programa de Pesquisa

Leia mais

Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba

Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba Terapia Cognitivo-Comportamental dos Transtornos Alimentares Psicologia- Ulbra/Guaíba Profa. Mestre Cláudia Galvão Mazzoni Fabiana Lima Rosinski Lisiane Botelho Ferreira Patrícia dos Santos Silveira Resumo:

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA

ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE ABORDAGEM TERAPÊUTICA Obesidade 300 mil mortes / ano; 100 bi dólares / ano; O excesso de peso (IMC >25) acomete de 15% a 60% da população de todos os países civilizados. EUA...

Leia mais

DRUNKOREXIA: VOCÊ SABE O QUE É ISSO?

DRUNKOREXIA: VOCÊ SABE O QUE É ISSO? DRUNKOREXIA: VOCÊ SABE O QUE É ISSO? Mileni Araújo Servilla graduanda em Psicologia pela AEMS Alini Daniéli Viana Sabino Mestre em Ciências pela FFCLRP/USP Coordenadora e Docente do Curso de Psicologia

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

Doenças do Comportamento Alimentar. Filipe Pinheiro de Campos

Doenças do Comportamento Alimentar. Filipe Pinheiro de Campos NUTRIÇÃO e PATOLOGIAS ASSOCIADAS Doenças do Comportamento Alimentar Saúde e Bem Estar ATITUDES AMBIENTE FISIOLOGIA SAÚDE HEREDITARIEDADE ECONOMIA CULTURA ALIMENTAÇÃO 2 Implicações Clínicas Doenças por

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA E BULIMIA Mariana Camargo Nascimento

Leia mais

Resultados 62 Resultados 63 Resultados 64 Resultados 65 Resultados 66 Discussão 67 4. DISCUSSÂO Até a década de 70, os estudos e os modelos de tratamento eram estruturados e embasados nas características

Leia mais

O que você deve saber sobre

O que você deve saber sobre O que você deve saber sobre TOC Transtorno Obsessivo Compulsivo Fênix Associação Pró-Saúde Mental 1. O que é TOC? O Transtorno Obsessivo Compulsivo é uma doença mental crônica (transtorno psiquiátrico),

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Débora Mendes nº8 Diana Vicente nº 9 Inês Delgado nº10 Viviana Gonçalves nº16

Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Débora Mendes nº8 Diana Vicente nº 9 Inês Delgado nº10 Viviana Gonçalves nº16 Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Débora Mendes nº8 Diana Vicente nº 9 Inês Delgado nº10 Viviana Gonçalves nº16 No âmbito da disciplina de formação Civica Índice Introdução O

Leia mais

COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES

COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES Renata Tavares Beschizza Pini;Alessandra Costa Pereira

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS

ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA ÁREAS DE ATUAÇÃO, PERFIL E COMPETÊNCIAS DOS EGRESSOS DOS NOVOS CURSOS 3. CURSO DE NUTRIÇÃO Área de atuação De acordo com a RESOLUÇÃO

Leia mais

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS INDICE ANTROPOMÉTRICO-NUTRICIONAL DE CRIANÇAS DE BAIXA RENDA INCLUSAS EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Carla Andréa Metzner 1 Ana Paula Falcão 2 RESUMO No presente trabalho coletou-se dados referente ao Indicador

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UM PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO André LUÍS RIBEIRO DOS SANTOS 1 ; Ricardo

Leia mais

RESUMOS SIMPLES...156

RESUMOS SIMPLES...156 155 RESUMOS SIMPLES...156 156 RESUMOS SIMPLES CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 159 CARNEIRO, NELSON HILÁRIO... 157 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 159 CORTE, MARIANA ZANGIROLAME... 157 GARCIA JUNIOR, JAIR RODRIGUES...

Leia mais

É preciso mudar as formas de se referir a o corpo, nutrição e saúde?

É preciso mudar as formas de se referir a o corpo, nutrição e saúde? É preciso mudar as formas de se referir a o corpo, nutrição e saúde? Experiências com estudantes de nutrição José Alberto Rivera Márquez Universidad Autónoma Metropolitana, Unidad Xochimilco (México) Concepción

Leia mais

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente,

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente, Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 04/05/2011. ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Leia mais

BULIMIA TRANSTORNOS ASSOCIADOS

BULIMIA TRANSTORNOS ASSOCIADOS BULIMIA Dando continuidade ao nosso estudo sobre BULIMIA NERVOSA daremos ênfase a outros tipos de transtorno que muitas vezes são associados a BULIMIA, a características mais evidentes desse transtorno

Leia mais

Requerimento (Do Sr. Hugo Leal)

Requerimento (Do Sr. Hugo Leal) Requerimento (Do Sr. Hugo Leal) Sugere ao Poder Executivo sejam tomadas providências no sentido de ser exigido a feitura de diagnóstico precoce de autismo em todas as unidades de saúde pública do país,

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

TRANSTORNOS ALIMENTARES: PREVALÊNCIA EM ACADÊMICAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO.

TRANSTORNOS ALIMENTARES: PREVALÊNCIA EM ACADÊMICAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO. 1 TRANSTORNOS ALIMENTARES: PREVALÊNCIA EM ACADÊMICAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO. Sandra Regina Passarini 1 Verônica Suzuki Kemmelmeier 2 RESUMO A cada dia observamos o aumento nos índices de adolescentes com

Leia mais

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders Worldwide Charter for Action on Eating Disorders - CARTA MUNDIAL DE ACÇÃO PARA AS PARTURBAÇÕES ALIMENTARES- DIREITOS E EXPECTATIVAS PARA PESSOAS COM PERTURBAÇÕES ALIMENTARES E AS SUAS FAMÍLIAS PREÂMBULO

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO CAMPUS MAFRA/RIONEGRINHO/PAPANDUVA

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO CAMPUS MAFRA/RIONEGRINHO/PAPANDUVA UNIVERSIDADE DO CONTESTADO CAMPUS MAFRA/RIONEGRINHO/PAPANDUVA Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente Prof. Wellington Santos PROJETO: Saúde: Obesidade e Estética Pleiteante: Núcleo de Ciências da

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

PROTEÇÃO DA SAÚDE MENTAL EM SITUAÇÕES DE DESASTRES E EMERGÊNCIAS (1)

PROTEÇÃO DA SAÚDE MENTAL EM SITUAÇÕES DE DESASTRES E EMERGÊNCIAS (1) Curso Lideres 2004 Salvador Bahia Brasil 29 de novembro a 10 de dezembro de 2004. PROTEÇÃO DA SAÚDE MENTAL EM SITUAÇÕES DE DESASTRES E EMERGÊNCIAS (1) Capítulo 1: Antecedentes e considerações gerais Considerando-se

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PADRÕES DE BELEZA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRICA EDUAÇAO FÍSICA 2015

PADRÕES DE BELEZA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRICA EDUAÇAO FÍSICA 2015 PADRÕES DE BELEZA E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRICA EDUAÇAO FÍSICA 2015 A existência de um padrão de beleza não é algo novo e sofreu modificações ao longo do tempo, de acordo com fatores históricos e culturais.

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO

Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por

Leia mais

A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade

A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade Introdução Há cerca de 20 anos, a Secretaria de Saúde de um grande município começou a desenvolver e implantar iniciativas relacionadas à Alimentação

Leia mais

Conceito de pesquisa

Conceito de pesquisa Conceito de pesquisa A pesquisa e uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de procedimentos científicos. Seus elementos são: 1. Problema ou dúvida 2. Metodo científico 3. Resposta

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Tamara Carla Erbert anorexia.indd 5 anorexia.indd 5 9/16/05 3:58:14 PM 9/16/05 3:58:14 PM

Tamara Carla Erbert anorexia.indd 5 anorexia.indd 5 9/16/05 3:58:14 PM 9/16/05 3:58:14 PM anorexia.indd 3 9/16/05 3:58:14 PM A Marco Zero tem como objetivo publicar obras com qualidade editorial e gráfica, consistência de informações, confiabilidade de tradução, clareza de texto, e impressão,

Leia mais

BULIMIA. Prof. Rodrigo Pimentel Coordenador de Ed. Física e Esportes BULIMIA NERVOSA

BULIMIA. Prof. Rodrigo Pimentel Coordenador de Ed. Física e Esportes BULIMIA NERVOSA BULIMIA Nunca foi tão intensa a discussão sobre distúrbios alimentares e o poder do alimento para curar ou adoecer. Entre muitos assuntos ligados a alimentação estão: Obesidade, Hipertensão e Osteoporose

Leia mais

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A SATISFAÇÃO DA APARÊNCIA CORPORAL MASCULINA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Emília Amélia Pinto Costa da Silva;Priscilla Pinto Costa da Silva; Petrucio Venceslau de Moura;Talita Grazielle Pires de Carvalho;

Leia mais

2 o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. Um paciente muito especial: retrato da saúde do adolescente no Brasil.

2 o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. Um paciente muito especial: retrato da saúde do adolescente no Brasil. 2 o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão Um paciente muito especial: retrato da saúde do adolescente no Brasil. Sumário Pauta...2 Justificativa...2 Objetivos...3 Metodologia...3 Potencial de

Leia mais

Emagrecimento SUSTENTÁVEL. Metodologia Registrada

Emagrecimento SUSTENTÁVEL. Metodologia Registrada 1 Emagrecimento SUSTENTÁVEL Metodologia Registrada ÁPICE DESENVOLVIMENTO HUMANO Quem somos 2 Centro de Excelência Humana e Empresarial com o objetivo de possibilitar às pessoas e corporações a rápida e

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

Programa de Controle de Peso Corporal

Programa de Controle de Peso Corporal 15 Programa de Controle de Peso Corporal Denis Marcelo Modeneze Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde na UNICAMP principal objetivo de desenvolver este tema com os alunos

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS

PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS PLANEJAMENTO E AVALIAÇAO DE SAÚDE PARA IDOSOS: O AVANÇO DAS POLITICAS PÚBLICAS Renata Lívia Silva F. M. de Medeiros (UFPB) Zirleide Carlos Felix (UFPB) Mariana de Medeiros Nóbrega (UFPB) E-mail: renaliviamoreira@hotmail.com

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO INTERSETORIALIDADE E AUTISMO Daniel de Sousa Filho Psiquiatra da Infância e Adolescência Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento UPM Introdução Kanner, 1943 Asperger, 1944 Bleuler, 1906 Transtornos do

Leia mais

Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21. Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões

Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21. Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões Élsio Paiva Nº 11 Rui Gomes Nº 20 Tiago Santos Nº21 Disciplina : Área de Projecto Professora : Sandra Vitória Escola Básica e Secundária de Fajões Introdução ; O que é a obesidade? ; Índice de massa corporal

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA À DISTÂNCIA: POSSIBILIDADE E REALIDADE

CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA À DISTÂNCIA: POSSIBILIDADE E REALIDADE CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA À DISTÂNCIA: POSSIBILIDADE E REALIDADE Kátia M.V.G.Segovia 1 ; Tallyrand M..Jorcelino 2, Uziel S.Alves 3, Alice M.Ribeiro 4 Autor: Graduanda em Licenciatura em Biologia

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

Francisco Cardoso SCBC08

Francisco Cardoso SCBC08 Formando profissionais para a sustentabilidade Prof. Francisco CARDOSO Escola Politécnica da USP Francisco Cardoso SCBC08 1 Estrutura da apresentação Objetivo Metodologia Resultados investigação Conclusão:

Leia mais

Orientações a respeito do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

Orientações a respeito do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade Orientações a respeito do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade Nathália Fernandes Andreza Aparecida Polia Ranielí Gonçalves de Souza Halessandra Medeiros O Transtorno do Déficit de Atenção

Leia mais

Transtornos Alimentares

Transtornos Alimentares Transtornos Alimentares Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle Anorexia?/Bulimia?/Vigorexia? O que é??? Alguem já acompanhou um caso de Anorexia, Bulimia ou Vigorexia?? 1 Objetivos Definir os conceitos de

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS // www.esb.ucp.pt

Segurança Alimentar. Pós-Graduação. 45 ECTS // www.esb.ucp.pt Pós-Graduação Segurança Alimentar 45 ECTS // www.esb.ucp.pt Nesta pós-graduação estudam-se os perigos, riscos, metodologias e legislação com que a segurança alimentar é confrontada na atualidade, numa

Leia mais

Índice. 1. Definição de Deficiência Motora...3

Índice. 1. Definição de Deficiência Motora...3 GRUPO 5.2 MÓDULO 10 Índice 1. Definição de Deficiência Motora...3 1.1. O Que é uma Deficiência Motora?... 3 1.2. F82 - Transtorno Específico do Desenvolvimento Motor... 4 2 1. DEFINIÇÃO DE DEFICIÊNCIA

Leia mais

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito 9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Imagem Corporal no Envelhecimento Maria João Sousa e Brito Envelhecimento Envelhecer não é difícil difícil é ser-se velho Goethe O prolongamento da vida coloca novos cenários,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher

ESPECIAL 2014. SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da Mulher ESPECIAL 2014 SAÚDE da MULHER APRESENTAÇÃO A mulher redefiniu seu papel na sociedade e tem hoje grandes desafios e variadas demandas que terminam por impactar no seu estilo

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é Diabetes: Proteja Nosso Futuro Ações do Ministério da Saúde 14 de novembro Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA Coordenaçăo: Profª. MS. Mara Rosana dos Santos E-mail: nutricao@immes.com.br Telefone (96)3223-4244 ramal: 211 Ser Nutricionista É atuar em todas

Leia mais

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG

PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS TIPO 2 EM POPULAÇÃO ATENDIDA EM APARECIDA DE GOIÂNIA PELA LIGA ACADÊMICA DE DIABETES DA UFG CAMPOS NETO, Moacir Batista de¹; SANTOS, Débora Ferreira

Leia mais

Transtornos alimentares O que são?... Anorexia... Bulimia nervosa... Obesidade... Outros distúrbios...

Transtornos alimentares O que são?... Anorexia... Bulimia nervosa... Obesidade... Outros distúrbios... Apresentação... 4 Transtornos alimentares O que são?... Anorexia... Bulimia nervosa... Obesidade... Outros distúrbios... Mercantilização: Somos mulheres, não mercadoria... Lei 13.728/2011... Saiba mais...

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Compartilhando informações de Saúde do Trabalhador

Compartilhando informações de Saúde do Trabalhador Vigilância em Saúde do Trabalhador: Temas Emergentes e Saúde do Trabalhador Compartilhando informações de Saúde do Trabalhador Luiz Belino F. Sales luiz.sales@saude.gov.br Coordenação Geral de Saúde do

Leia mais

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 002/2012 ÁREA DE LETRAS E LINGUÍSTICA ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Letras e Linguística PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL Tacilla Maria Rodrigues Pereira¹(tacilla90@hotmail.com) Milene Evaristo Pereira¹(Milene.trab@gmail.com) Nicole Cristine Diniz de Medeiros Dutra¹ (nicole_dutra@hotmail.com)

Leia mais

Almoço trinta gramas de brócolis (Anorexia Nervosa)

Almoço trinta gramas de brócolis (Anorexia Nervosa) Edson Saggese Almoço trinta gramas de brócolis (Anorexia Nervosa) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Psiquiatria. Doutor em Ciências da Saúde pelo IPUB/UFRJ, psiquiatra, psicanalista,

Leia mais

RELATÓRIO EXECUTIVO PESQUISA DELPHI SOBRE E-CIÊNCIA NA AMÉRICA LATINA

RELATÓRIO EXECUTIVO PESQUISA DELPHI SOBRE E-CIÊNCIA NA AMÉRICA LATINA Cooperação Latino-Americana De Redes Avançadas www.redclara.net Organização dos Estados Americanos OEA www.oea.org Projeto SEDI/AICD/AE/319/07 PROGRAMA DE FOMENTO DO USO DE REDES AVANÇADAS NA AMÉRICA LATINA

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL

DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL DIAGNÓSTICO DA OBESIDADE INFANTIL Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica - ABESO Dra. Maria Edna de Melo CREMESP 106.455 Responsável Científica pelo site da ABESO A Pesquisa

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010 Institui diretrizes para a promoção da alimentação saudável nas escolas de educação infantil, fundamental e de nível médio das redes pública e privada, em âmbito nacional.

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1.

MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS. B) TEMPO ÚTIL (Carga Horária) = 3.840 H/AULA CURRÍCULO PLENO 1. MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: NUTRIÇÃO BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁIMO = 7 (SETE)

Leia mais

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Cobertura assistencial Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Agência Nacional de Saúde Suplementar Marcos Regulatórios Lei 9656, de 03/06/1998 Dispõe sobre a regulamentação dos planos e seguros

Leia mais

TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE

TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE TOC E A INTERFERÊNCIA NA VIDA SOCIAL DO PACIENTE Laís Rosiak 1 Rebeca Bueno dos Santos ¹ Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O presente artigo apresenta o estudo realizado sobre o Transtorno Obsessivo

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

REQUERIMENTO N o, DE 2015

REQUERIMENTO N o, DE 2015 REQUERIMENTO N o, DE 2015 (Da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio) Requer a criação e constituição de Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei Complementar

Leia mais