O TURISMO DE AVENTURA COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL

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1 RESUMO O TURISMO DE AVENTURA COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL MATOS, Francisco Zaleski Estágio de Pesquisa do Curso de Turismo da PUCPR APOLO, Raquel Panke Orientadora de estágio de Pesquisa da PUCPR A presente pesquisa foi desenvolvida buscando verificar como o comportamento individual do praticante de turismo de aventura pode contribuir para a formação de indivíduos cientes da necessidade e das questões relativas à construção de uma sociedade sustentável. É apresentado um estudo sobre os aspectos relevantes da proposta da Década de Educação para o Desenvolvimento Sustentável ( ) organizada pela UNESCO e das sugestões para o futuro do sistema educacional feita pelo educador Edgar Morin. Também são feitas considerações sobre o histórico e evolução do conceito de sustentabilidade no decorrer dos últimos anos. Pelas características multidisciplinares que o turismo engloba, como resgate de culturas e promoção do contato com o meio natural, foi proposto que suas atividades podem proporcionar a religação das áreas do conhecimento científico, amenizando a deficiência de falta de interdisciplinaridade citada por Morin. Para isso, foi traçado o histórico do turismo no mundo para se compreender o panorama atual do turismo de aventura no Brasil. Pelas semelhanças com as práticas de aventura, também foram investigadas as principais experiências de educação ao ar livre existentes em outros países. Através de entrevistas qualitativas realizadas com profissionais da área dos esportes de aventura, foram levantados dados para o embase científico necessário para a identificação das hipóteses sugeridas. Por fim, os resultados obtidos nas pesquisas foram confrontados com a teoria estudada e, de acordo com os indicadores propostos, os conhecimentos foram relacionados para se verificar como se procedem as possibilidades educacionais promovidas pela prática das modalidades do turismo de aventura. Palavras-chave: turismo de aventura; sustentabilidade; educação.

2 2530 INTRODUÇÃO A presente pesquisa tem como objetivo investigar o turismo de aventura como uma método de aprendizagem que contribua para o desenvolvimento sustentável do planeta. A proposta busca identificar as raízes dos atuais problemas ambientais e explorar como a prática dessa modalidade do turismo pode ser relacionada com a forma de aprendizado da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável sugerida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). A deficiência da hiperespecialização do atual sistema de educação citada em várias obras do educador Edgar Morin foi levantada como uma das causa do ser humano ter perdido seu vínculo com a natureza fazendo com que não seja capaz calcular como a exploração do meio natural pode levar à sua própria destruição. Assim, a UNESCO, através da Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, sugere algumas soluções para amenizar essa deficiência. São apresentadas propostas que visam enfocar o ensino de maneira interdisciplinar. Assim, seria possível devolver ao homem a capacidade de agir sistemicamente que, segundo Morin (2002), deveria ser a regra que regesse o complexo histórico humano. Nesse contexto, onde é preciso uma visão multidisciplinar que englobe vários aspectos da sociedade, surge o turismo como atividade capaz de criar um intercâmbio de culturas e de facilitar o reconhecimento do valor das áreas naturais. Resgatando tradições para que sejam conhecidas e respeitadas, as atividades turísticas fazem com que o respeito entre os humanos e seu próprio meio possa ser vitalizado. Considerando esses valores do turismo, sobressaem-se as atividades ligadas à natureza. O ecoturismo, por exemplo, busca promover a educação ambiental do praticante através de contato com o meio natural, possibilitando melhorar a relação entre si e o meio ambiente. Mas, surge também o turismo de aventura que, além de levar o indivíduo à paisagens ainda preservadas, expõe o praticante a situações de risco que demandam de habilidades e envolvem desafios que devem ser superados. Dessa forma, o estudo realizado buscou responder às seguintes indagações: Como ocorre a relação entre a prática do turismo de aventura e a formação de um cidadão ciente da situação ambiental que o mundo enfrenta atualmente? E, ainda dentro desse contexto, como o praticante desenvolve habilidades para facilitar a solução desses problemas? Com a finalidade de investigar as questões propostas foram explorados conteúdos como sobre desenvolvimento sustentável, a proposta da Década de Educação para o

3 2531 Desenvolvimento Sustentável, a nova educação sugerida por Edgar Morin e o histórico sobre turismo e a modalidade do turismo de aventura no cenário nacional. Para comprovação das hipóteses levantadas foram realizadas entrevistas qualitativas com experientes praticantes dos esportes de aventura onde foram levantados os aspectos mais desenvolvidos pelos esportistas. Assim, a teoria pode ser confrontada com os resultados obtidos gerando conclusões sobre o assunto abordado. Por fim, são apresentadas considerações sobre a pesquisa e indicadores que comprovem as abordagens. Também são feitas propostas baseadas no conhecimento adquirido pela pesquisa visando sugerir implementações que contribuam para a comunidade científica. EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Segundo a UNESCO, o ser humano é fundamental para definir como ocorrem as relações sociais e econômicas entre as pessoas e instituições. Assim como também é essencial na relação entre a sociedade e recursos naturais, podendo facilitar ou dificultar o progresso em direção ao desenvolvimento sustentável. A Organização das Nações Unidas (ONU) viram a educação como a chave - condição sine qua non - para o desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, as nações do mundo adotaram por unanimidade uma resolução que proclama o período de 2005 à 2014, como a Década de Educação para o Desenvolvimento Sustentável (UNESCO DEDS, 2005, p. 37). A UNESCO foi escolhida pela ONU como a agência líder em definir as ações de implementação do plano. A Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) não se trata de uma nova disciplina que deva ser acrescentada aos currículos escolares. Deve ser uma nova forma de abordagem que possibilite, em longo prazo, reverter as críticas situações vividas atualmente pela humanidade. Segundo a UNESCO a EDS é definida como: uma visão que ajuda as pessoas de todas as idades a entender melhor o mundo no qual vivem, que aborda a complexidade dos problemas como a pobreza, o consumo irresponsável, a degradação ambiental, a deterioração urbana, o crescimento da população, a doença, o conflito e a violação de direitos humanos que ameaçam o nosso futuro. Esta visão enfatiza uma abordagem holística e interdisciplinar para desenvolver o conhecimento e as habilidades necessárias para um futuro sustentável e também as mudanças em valores, comportamento e estilos de vida (UNESCO DEDS, 2003, p.5, grifo do autor). Para que os assuntos citados sejam trabalhados de forma eficiente, a UNESCO relata algumas características que o processo de aprendizagem da educação para o desenvolvimento sustentável deve conter (UNESCO DEDS, 2003, p. 47).

4 2532 Primeiramente, a EDS deve se utilizar uma atitude interdisciplinar e holística, buscando que o aprendizado seja parte integrada nos conteúdos disciplinares. Também é imprescindível que os valores e princípios assumidos estejam explícitos no programa para que possam ser analisados, debatidos, testados e aplicados. Outro ponto essencial é que a EDS gere confiança para favorecer o pensamento crítico e promova a capacidade dos aprendizes em propor soluções para enfrentar os desafios em relação ao desenvolvimento sustentável. A nova educação também deve recorrer a múltiplas formas de educação como a arte, o teatro, o debate, a experiência e pedagogias diferentes que dêem formas aos processos. Além disso, a EDS considera fundamental que os educandos participem das decisões sobre o modo que devem aprender. Como outra característica da EDS, a UNESCO considera que ela deva ser localmente relevante, de forma com que trate as questões locais, da mesma forma que as globais, utilizando-se para isso da linguagem mais comum dos alunos. A UNESCO também destacou o papel das inovações tecnológicas e da ciência em contribuir para que o aprendiz entenda o mundo e sua função dentro dele (UNESCO DEDS, 2003, p. 47). Considerando as características relacionadas pela EDS, surgem alguns exemplos já existentes que atingem os resultados esperados. Dentre eles pode-se destacar as atividades de turismo e ecoturismo, como também a educação através do esporte. O turismo é uma das principais atividades econômicas do planeta. Porém, sua real importância se dá pela sua capacidade de troca de valores culturais entre os povos. O turismo atende ao objetivo de desenvolver o respeito intercultural entre as nações mundiais. As viagens levam ao contato com outras culturas, fazendo com que essas experiências desenvolvam uma compreensão de diferentes culturas e assim os seres humanos possam respeitar suas necessárias diferenças. Dentro do turismo, o ecoturismo também destaca-se pelos reconhecidos resultados voltados à sustentabilidade. As atividades ecoturísticas estimulam o contato com o meio ambiente natural e essa vivência junto à natureza faz com que os indivíduos reflitam sobre as consequências de suas ações, sensibilizando-os sobre a atual problemática ambiental. Por fim, a educação pelo esporte desenvolve características individuais fundamentais para se viver em uma sociedade sustentável. Além das atividades físicas, que aumentam os níveis de saúde de uma comunidade, o esporte desenvolve a importância do trabalho em grupo para se atingir as metas de uma equipe. Valor essencial à EDS, visto que a formação de parcerias e redes também é citada ao no seu documento-final.

5 2533 Portanto, conclui-se que, através dos exemplos apresentados, surgem algumas idéias práticas como transformar a DEDS numa ferramenta efetiva capaz de encurtar a distância dos ideais da teoria da sustentabilidade até uma nova realidade. TURISMO DE AVENTURA O turismo de aventura é considerado como um dos segmentos de maior expansão da atividade turística. Swarbrooke (2003, p. 35) conclui através das informações de Loverseed (1997, p. 90) que havia preconizado o setor como sendo o de maior crescimento da indústria do turismo nos Estados Unidos. O autor ainda comenta os dados de Smith e Jenner (1999) que verificaram que a taxa de crescimento anual da viagem de aventura na Europa está avaliada em 13% a 15%. Swarbrooke (2003, p. 9) enumera outros aspectos que são fundamentais para distinguir as formas do turismo tradicional para o segmento da aventura. São as seguintes relações: resultados incertos, perigo e risco, expectativa de recompensa, novidade, estímulo e entusiasmo, escapismo e separação, exploração e descoberta, atenção e concentração e ainda emoções contrastantes. Esses aspectos fazem do turista de aventura um viajante com um perfil bem diferenciado do comum. Segundo Poon (1993, citado por SWARBROOKE, 2003), ele se constitui no novo turista que está em busca da auto-realização e prazer através da participação em atividades físicas e mentais estimulantes, e que viaja a lugares remotos ou participa de atividades de pura adrenalina. Dessa forma, diversos autores citam elementos fundamentais para que determinada atividade se caracterize como turismo de aventura, entre eles destacam-se: a necessidade do desafio, o risco controlado e o desejo voluntário do praticante em busca de auto-realização. Essas características entram em consonância com as variadas definições existentes sobre o turismo de aventura. No Brasil, durante a Oficina para a Elaboração do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável do Turismo de Aventura, realizada em Caeté, Minas Gerais, em abril de 2001, a modalidade foi resumida como: Segmento do mercado turístico que promove a prática de atividades de aventura e esporte recreacional, em ambientes naturais e espaços urbanos ao ar livre, que envolvam riscos controlados exigindo o uso de técnicas e equipamentos específicos, adoção de procedimentos para garantir a segurança pessoal e de terceiros e o respeito ao patrimônio ambiental e sócio-cultural (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2005, p. 9). Segundo o Relatório Diagnóstico sobre a Regulamentação, Normalização e Certificação em Turismo de Aventura (2005) elaborado pelo Ministério do Turismo brasileiro, as diferentes

6 2534 modalidades dessa tipologia do turismo originaram-se a partir da organização de associações esportivas especificas de cada esporte. As modalidades que o documento identifica como aquelas mais frequentemente ofertadas no Brasil são: caminhada (trekking), montanhismo, escalada, canionismo, espeleoturismo, arvorismo, técnicas verticais (rapel, tirolesa, parque de cordas), expedições fora da estrada (off-road), rafting, canoagem, acqua ride (bóia-cross), cicloturismo, vôo livre (asa-delta e paragliding), mergulho (livre e autônomo), cavalgadas, kitesurf, windsurf e surf. No exterior, as atividades praticadas são bem semelhantes às do mercado brasileiro. Porém, além das modalidades já citadas que ocorrem no Brasil, em outros países o turismo de aventura ainda está ligado às atividades conhecidas como outdoor education (educação ao ar livre). Conforme o diagnóstico (2005, p. 10), este é um conceito amplamente difundido e divulgado [no exterior], sendo objeto de vários estudos e pesquisas. Tratam-se de programas de educação ao ar livre em que o aprendiz pratica uma variedade de atividades em interação com o meio ambiente natural, com certos elementos de risco, buscando promover uma mudança interpessoal e intrapessoal nas relações humanas. Em alguns países, especialmente nos Estados Unidos e Canadá, essa cultura de atividades ao ar livre, de recreação e aventura é bastante forte, sendo foco de atuação de várias de suas organizações educacionais. Os programas expõem os participantes junto à natureza, enquanto passam por situações de desafios onde são utilizadas várias técnicas de modalidades relacionadas ao turismo de aventura, tais como rapel, rafting, escaladas e outras. Leslie Paas (2005) cita a Outward Bound como a empresa de maior reconhecimento mundial nesse tipo de educação. Fundada em 1930 pelo aventureiro Kurt Hahn, a Outward Bound nasceu com o objetivo de ajudar jovens com problemas sociais. A metodologia da instituição é focada no desenvolvimento do caráter, ou seja, busca promover as capacidades da mente, do corpo e espírito. Dentre os benefícios verificados por essa prática, foram reportadas melhorias nas seguintes qualidades: autoconfiança, tenacidade, forma física, capacidade de trabalhar em equipe, liderança, a possibilidade de entender limitações auto-impostas, aceitação de responsabilidade (TUCKER, 2000, citado por PAAS, 2004, p. 105). Os cursos da empresa também são utilizados em corporações visando aprimorar habilidades de liderança e colaboração entre seus colaboradores e também para pessoas físicas que buscam crescimento pessoal. Paul Dinsmore (2004), um dos precursores da educação ao ar livre para empresas brasileiras, relata algumas características que os praticantes desenvolvem nos seus programas

7 2535 chamados de Treinamento Experencial ao Ar Livre (TEAL). O TEAL busca fazer da vivência de problemas uma forma inesquecível de aprendizado. As condições vividas durante as atividades TEAL simulam situações reais de forma metafórica. Dessa forma, Dinsmore resume que tudo isso faz parte de uma mudança de mentalidade em busca da autoconfiança, da auto-realização, da solidariedade, do trabalho em grupo e de uma maneira positiva de encarar um mundo em eterna transformação (2004, p. 39). As habilidades relatadas pelo autor, são extremamente significativas em vários aspectos para a atual situação mundial. Dinsmore (2004) tem seu foco essencialmente em promover mudanças individuais. Se a mesma situação for analisada de forma mais ampla, as metodologias de educação ao ar livre podem contribuir efetivamente para a necessária transformação no modo de agir da população em relação às atuais condições ambientais planetárias. TURISMO DE AVENTURA COMO FERRAMENTA EDUCACIONAL Com a finalidade de verificar como ocorre a relação entre o turismo de aventura e os conceitos de sustentabilidade através da EDS, realizaram-se pesquisas com esse intuito. Como a área de interesse ainda é pouco estudada e existem poucos dados que comprovem a existência dessa relação, a metodologia de pesquisa mais indicada foi a da realização de pesquisas qualitativas através de entrevista que Lakatos e Marconi (1999, p. 196) nomeiam de nãoestruturada do tipo focalizada. Um dos entrevistados foi Reinaldo Alberti que é Engenheiro Florestal, possui mestrado em Tecnologia, e atualmente está concluindo o MBA em Turismo e Entretenimento. É mergulhador desde 1987 e possui vários cursos das mais importantes certificadoras internacionais de mergulho. Outro entrevistado foi Hélder Lima Gusso que é formado em Psicologia pela Universidade Federal do Paraná e mestrando em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Foi chefe do Grupo escoteiro curitibano São Gaspar Bertoni durante sete anos. Além dessa experiência, ele ainda trabalha na organização não-governamental Tramontrip coordenando projetos de educação ambiental que envolvem esportes de aventura para jovens e crianças. A terceira entrevista foi realizada com o montanhista e consultor de empresas Laércio Zukovski. Formado em contabilidade, possui especialização em gestão de empresas pela FAE Business School. O esportista já escalou o morro Pão-de-Açúcar (RJ), Dedo-de-Deus (RJ),

8 2536 Marumbi (PR) e outras montanhas que fazem parte de suas conquistas ao longo de seus seis anos de experiência. Além da pesquisa qualitativa também foi elaborada uma pesquisa complementar a ser direcionada aos mesmos entrevistados. Nela, procurou-se visualizar de maneira quantificada como cada esporte pode influir nas variáveis supostas pela pesquisa bibliográfica. Essa pesquisa foi especificada para avaliar de forma mais clara as hipóteses levantadas. As análises das entrevistas seguiram uma adaptação do método sugerido por Laurence Bardin. Para a análise de conteúdo, o autor divide seu método em três fases: pré-análise; exploração do material; e tratamento dos resultados, a inferência e interpretação (1988, p. 95). Como medida de classificação para a pesquisa, os temas que emergiram com maior freqüência durante as entrevistas e que, necessariamente, tenham sido abordados com maior ênfase e por todos os entrevistados, foram considerados como resultados generalistas. Já os argumentos que não foram comentados por todos os esportistas, mas que explicitem a existência de características relacionadas com sustentabilidade ou aprendizagem, serão considerados como resultados específicos. Dentro desse contexto, como abordagem de nível geral, os esportes de aventura, foram vistos pelos entrevistados como uma forma de se promover a conscientização ambiental dos praticantes devido ao seu contato direto com a natureza. O montanhista Laércio Zukovski descreve a relação entre a prática de visitação à montanhas e a preservação do ambiente natural. Conforme o esportista: Se a pessoa é introduzida nesse esporte de aventura e começa a conhecer as coisas limpas e etc, eu acho que naturalmente ela vai absorvendo isso. E ela começa a ter esse espírito de catar as coisas do chão e querer limpar. Até pela própria prática, porque estamos tão habituados a caminhar em lugares naturais que não tenha muita interferência de lixo humano, que quando o praticante vai num lugar onde tem, ela se incomoda com aquilo. Dessa forma, Zukovski cita um aspecto de fundamental importância para a conservação mundial. A partir do momento em que a pessoa reconhece que a introdução de determinados resíduos em um ecossistema influenciará em sua estabilidade ecológica, ela também está reconhecendo seu papel dentro daquele ambiente. Segundo o autor, para que a educação atinja os objetivos da sustentabilidade, ela deve fazer primeiramente com que o educando consiga pôr em prática o que aprendeu nos seus vários anos de estudos formais. Em suas palavras, ele acredita que a educação deve: mostrar que ensinar a viver necessita não só dos conhecimentos, mas também da transformação, em seu próprio ser mental, do conhecimento adquirido pela sapiência, e da incorporação dessa sapiência para toda vida (MORIN, 2001, p. 47).

9 2537 Morin (2001, p. 47) resume seus pensamentos através do termo aprender a viver. Dessa forma, ele busca fazer do ensino uma maneira em que a escola não se limite apenas a gerar um acúmulo de conhecimentos individual. Mas, que passe a ensinar para a vida através do desenvolvimento de uma aptidão geral capaz de colocar e tratar determinados problemas e também de repassar princípios organizadores que permitam ligar os saberes e lhes dar sentido (2001, p. 21). Além do exemplo anterior de Laércio que demonstra a aplicação de um conhecimento para a solução de um problema local, o praticante de rapel Hélder Lima Gusso comenta sobre a influência das caminhadas ecológicas em relação à ética ambiental dos praticantes: Basicamente, minha concepção sobre ética ambiental é da pessoa reconhecer seu papel diante daquele ambiente. [..] Na caminhada você vai estar caminhando num lugar super bonito, dentro de um ambiente que você vai estar reconhecendo o papel de cada elemento, são diversos tipos de árvores, não um só. Se fosse um só, não tinha mais nada, ninguém sobreviveria. Então, a biodiversidade depende uma da outra. Assim, são momentos que você tem a oportunidade de estar conhecendo esse tipo de coisa. Gusso observa a importância do sujeito dentro de sua sociedade. Tanto o fato do ser humano reconhecer sua função no contexto social, quanto perceber como cada ser vivo influi ambiente terrestre. Estes são exemplos que fazem emergir outro pilar necessário para educação do futuro: conhecer a condição humana (MORIN, 2001, p. 35). Conforme o educador, a consciência e o sentimento de pertencermos à Terra e de nossa identidade terrena são vitais atualmente. A progressão e o enraizamento desta consciência de pertencer a nossa pátria terrena é que permitirão o desenvolvimento, por múltiplos canais e em diversas regiões do globo, de um sentimento de religação e intersolidariedade, imprescindível para civilizar as relação humanas (ONGs, Sobrevivência Internacional, Anistia Internacional, Greenpeace etc. são pioneiros da cidadania terrena) (MORIN, 2001, p. 73). Nesse sentido, o educador propõe que a educação deva contribuir para a autoformação do cidadão e dar-lhe consciência do que significa uma nação (2001, p. 74). Essa formação deve permitir que o conceito de cidadania promova sentimentos de solidariedade e de responsabilidade entre aqueles que pertençam não somente à mesma nação, como também ao mesmo continente e planeta. Entretanto, para que a pessoa se torne um cidadão que, conforme Morin define, seja solidário e responsável (2001, p. 74), também faz-se necessário capacitar esse indivíduo com habilidades que possam facilitar essa ação. Características individuais como trabalho em equipe, noções de planejamento, capacidade de liderança, autoconfiança, superação de limites e iniciativa, são vistas por

10 2538 Dinsmore (2004) como particularidades que proporcionam ao sujeito uma maior aptidão em se atingir seus objetivos. Dentro desse contexto, outro fator citado por todos entrevistados, e assim foi classificado resultado de nível generalista, foi a relação entre a prática de atividades de aventura e o desenvolvimento pessoal do indivíduo. Para as atividades de mergulho, Alberti considera o crescimento pessoal como um dos aspectos mais marcantes na personalidade do praticante da modalidade. O mergulhador relata que durante o processo de formação os iniciantes de mergulho acabam descobrindo algo tão ou mais importante que o mero contemplativo, que é essa questão do desenvolvimento pessoal (grifo do autor). Além dessa habilidade, outra especificidade relatada pelos entrevistados em relação ao desenvolvimento pessoal, e que também contribui para o alcance dos objetivos de uma equipe, foi sobre a questão sobre a importância de se agir de forma planejada. O mergulhador Reinaldo comenta sobre o assunto: No mergulho você tem que ter muito planejamento. Da mesma forma que as pessoas sobem altas montanhas e viram excelentes estrategistas, no mergulho como a gente vai para baixo da água, um ambiente que nós não fomos projetados para funcionar, nós fomos projetados para funcionar aqui, com ar, no ambiente terrestre. O homem não foi projetado para aquilo, mas ele tem uma capacidade de adaptação muito grande. Tanto que ele vive em altas montanhas e em áreas baixas. E ele consegue, usando um equipamento adequado e técnicas de segurança adequada, praticar muito bem a atividade de mergulho. Então, todo esse planejamento que se precisa, ele também pode levar para sua vida pessoal. Então, não tem como o praticante não ter esse ganho. Implícitas na abordagem sobre planejamento, estão outras características que se relacionam com o assunto. Dentre as questões levantadas pelos esportistas destacam-se aquelas relacionadas à organização pessoal, tomada de decisão, gerenciamento do tempo, autoconfiança, iniciativa e superação de limites. Como cada aspecto foi enfatizado apenas por um ou dois esportistas, esses foram considerados como resultados específicos. Dessa forma, os resultados foram os seguintes: Competência / Esporte Montanhismo Mergulho Técnicas verticais Liderança Médio Alto Médio Iniciativa Alto Médio Alto Criatividade Baixo Baixo Baixo Planejamento Alto Alto Alto Resolução de conflitos Médio Médio Médio Superação de limites Alto Alto Alto Autoconfiança Alto Alto Alto Flexibilidade Alto Médio Baixo Motivação Alto Alto Alto

11 2539 Comunicação Alto Alto Baixo Ética ambiental Médio Alto Alto Competitividade Baixo Baixo Baixo Gerenciamento de tempo Médio Alto Baixo Trabalho em equipe Alto Alto Alto Tabela 1 - Resultados da pesquisa quantitativa Fonte: MATOS, Segundo os dados obtidos, a abordagem feita complementa a pesquisa qualitativa reafirmando que a conscientização ambiental e o desenvolvimento pessoal são resultados generalistas. Já algumas competências somente podem ser avaliadas como resultados específicos. São as seguintes: liderança, autoconfiança, motivação, superação de limites, planejamento e gerenciamento de tempo. Além do desenvolvimento pessoal originado pelos esportes de aventura, o engenheiro Reinaldo Alberti atenta para as possibilidades interdisciplinares que o mergulho pode gerar: Todas as leis vinculadas à pressão, lei de Dalton, lei de Henry, lei de Boyle, todas elas que tem um vínculo com o que nós respiramos, sob pressão, ela pode ser aplicada na prática do mergulho e trazer para dentro da sala de aula, dentro da física. Por exemplo, o próprio comportamento nosso na água nos remete ao princípio de Arquimedes, então você tem uma série de princípios físicos que são ensinados em qualquer curso de mergulho. Quando você faz um curso de mergulho, uma das aulas é sobre física aplicada ao mergulho. Essa abordagem interdisciplinar promovida pela prática do mergulho, aplicada à reforma do pensamento sugerida por Morin (2001), pode ser entendida como um método alternativo de se amenizar a falta de ligação dos saberes que o educador enxerga como uma das barreiras à melhoria da condição humana. Segundo o educador, o atual sistema de ensino passa pela dificuldade gerada pela hiperespecialização dos alunos e profissionais. Conforme ele resume: Na escola primária nos ensinam a isolar os objetos (de seu meio ambiente), a separar as disciplinas (em vez de conhecer suas correlações), a dissociar os problemas, em vez de reunir e integrar. Obrigam-nos a reduzir o complexo ao simples, isto é, a separar o que está ligado; a decompor, e não a recompor; e a eliminar tudo que causa desordens ou contradições em nosso entendimento. Em tais condições, as mentes jovens perdem suas aptidões naturais para contextualizar os saberes e integrá-los em seus conjuntos (MORIN, 2001, p. 15). Com a religação dos saberes estimulada pelas atividades de mergulho, a integração do conhecimento pode ampliar a capacidade individual do ser humano perceber as causas e consequências de seus atos para as condições do planeta. Por fim, verifica-se que além da educação ambiental gerada pelo contato com o meio natural, também gerada pelo ecoturismo e atividades semelhantes, o turismo de aventura figura-se como um estimulador de comportamentos. E, como ocorrem nas atividades de

12 2540 educação ao ar livre, se essa prática for devidamente planejada, pode despertar habilidades de nível pessoal constituindo-se em uma estratégia educacional para a formação integral de seus participantes. CONSIDERAÇÕES FINAIS Após a análise das entrevistas em contextualização com as teorias estudadas, conclui-se que o turismo de aventura apresenta pontos de consonância com os métodos e objetivos propostos pela EDS e por Morin (2001). Como um dos principais pontos verificados na pesquisa, percebeu-se a influência dos esportes de aventura para a conscientização ambiental dos praticantes. Esse aspecto foi verificado como um indicador de nível generalista, ou seja, sua existência foi uníssona para todos os entrevistados. Assim, pode ser concluído que as diversas atividades de aventura realizadas em meio à natureza promovem a sensibilização sobre o ambiente natural que o indivíduo está inserido. Além da questão ambiental, também revelou-se outro indicador de nível generalista que está relacionado ao desenvolvimento pessoal que os esportes de aventura estimulam ao praticante. Foram citadas várias habilidades e competências que explicitam tal resultado. Segundo os dados da pesquisa quantitativa, a capacidade de planejamento é das características mais marcantes que é desenvolvida pela prática dos esportes de aventura. Revelou-se também que essas atividades facilitam o sujeito a trabalhar em equipes, devido à necessidade de cooperação recíproca que elas exigem em determinadas circunstâncias. A motivação individual, a autoconfiança, gerenciamento de tempo e a superação de limites foram igualmente vistas como características que os esportes de aventura podem desenvolver altamente aos praticantes. Todos estes apontamentos foram consideradas como indicadores de nível específico e estão enquadrados sob o indicador generalista de desenvolvimento pessoal, devido às semelhanças de conceitos envolvidos. Como último aspecto citado pelos entrevistados, foi a possibilidade de abordagem interdisciplinar que as experiências de aventura podem proporcionar. Conforme o exemplo do mergulho, citado por Alberti, existem inúmeras possibilidades que podem relacionar a prática do mergulho com questões abordadas pelas disciplinas de física, biologia, geografia, entre outras. Nesse sentido, os esportes de aventura entram de acordo com uma das principais metas definidas pela EDS. Se exposta de maneira coerente, o aprendiz que vivencia um mergulho

13 2541 acompanhado de um professor de física, por exemplo, perceberá como os conceitos de pressão são facilmente aplicáveis no seu cotidiano. Assim, o ensino inicia-se num caminho em alcançar a interdisciplinaridade e transformar em ações práticas o conhecimento obtido em aula. Atingindo uma parte dos objetivos da reforma do pensamento sugerida por Morin (2001). Além disso, percebe-se que as atividades de aventura podem fazer com que o indivíduo desenvolva certas competências e habilidades tais como: iniciativa, capacidade de planejamento, trabalho em equipe, tomada de decisão, gerenciamento de tempo, motivação individual, superação de limites e autoconfiança. Estas são capacidades que podem proporcionar uma maior facilidade em seu atingir quaisquer metas traçadas para sua vida pessoal ou profissional. Entretanto, de acordo com os depoimentos dos entrevistados, quando esses dois aspectos são trabalhados pelas atividades de aventura de maneira contextualizada e previamente planejada para tanto, como ocorrem nas experiências de educação ao ar livre da Outward Bound, os resultados obtidos tanto em relação à conscientização ambiental quanto ao desenvolvimento pessoal dos participantes são amplamente potencializados. Assim, é proposto que as atividades do turismo de aventura sejam utilizadas para o treinamento de equipes, principalmente àquelas que estejam ligadas a projetos sobre questões ambientais e também em trabalhos de formação de liderança social, especialmente para jovens, devido aos resultados que são alcançados. Por fim, sugere-se integrar os conhecimentos adquiridos pelo ensino formal às atividades de turismo de aventura, já que esta é uma forma atraente e eficaz de aprendizado. É atraente pelo aspecto desafiador de suas modalidades e eficaz no sentido de que o aprendiz vivencia o aprendizado e assim consegue memorizar mais facilmente os conteúdos trabalhados. Nesse sentido, o turismo de aventura contribui para diminuir a falta de interdisciplinaridade citada por Morin (2001), revelando-se como uma ferramenta educacional potencial.

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