AS VIRTUDES DO INCA A invenção do passado indígena na obra do Inca Garcilaso de la Vega

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AS VIRTUDES DO INCA A invenção do passado indígena na obra do Inca Garcilaso de la Vega"

Transcrição

1 AS VIRTUDES DO INCA A invenção do passado indígena na obra do Inca Garcilaso de la Vega Lorena Gouvêa de Araújo * RESUMO: Filho do Novo e Velho Mundo o mestiço Inca Garcilaso de la Vega (XVII) dedicou grande parte de sua carreira literária na produção de sua obra Comentarios Reales de los incas (1609). O intelectual debate, nesta obra, a respeito da grandiosidade do império inca, posteriormente devastado pela conquista espanhola. Repleto de uma simbologia própria este maravilhoso império, situado outrora nas terras peruanas da América do Sul, mantém, ainda hoje, viva a memória de sua trajetória. Palavras-chave: memória, intelectual, inca. ABSTRACT: Son of the New and Old World the cross bred (mestizo) Inca Gracilaso de la Vega (XVII) has devoted much of his literary carreer in the production of his work Comentarios Reales de los incas (1609). The intellectual debate in this work regards the majesty of the Inca empire, later destroyed by Spanish conquerors. Filled with a unique symbology this wonderful empire, formely located in the Peruvian lands of South America, maintains, even nowadays, the memory of this tragectory alive. Palavras-chave: memory, intellectual, inca. Diversos foram os indivíduos que se propuseram a imaginar um passado glorioso e positivo para seus ancestrais. Na condição de filhos do Novo e do Velho Mundo, os mestiços tinham muito a contar sobre a cultura indígena de seus precedentes, além disso, podiam * Mestranda, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Financiamento CAPES.

2 contrapô-la a cultura que sua linhagem européia os permitia conhecer sobre o Velho Mundo. Neste sentido o mestiço Inca Garcilaso de la Vega é um dos intelectuais mais importantes de sua época (século XVII) por virtude de ter se proposto a um trabalho de resgate da memória indígena peruana e por virtude da disseminação de seus escritos pelas gerações posteriores no mundo hispânico do Antigo Regime. Com base nos relatos que escutara de seus parentes indígenas em sua juventude, nas passagens vividas por estes e nas notícias recolhidas por testemunhas da conquista do Peru, o letrado mestiço Inca Garcilaso de la Vega escreve a primeira parte de sua obra Comentarios Reales de los incas. Nesta, o autor se refere aos feitos dos incas, assim como à sua civilização, se aproximando de seu passado indígena vivido na cidade de Cusco, junto à sua mãe. Em 1609 Comentarios Reales foi publicado em Lisboa e reimpresso em Madri em A segunda parte desta obra, terminada em 1613, foi denominada Historia General del Peru e narra conquistas e guerras civis entre os conquistadores espanhóis e os nativos conquistados, celebra as grandezas dos heróis hispânicos que, segundo o próprio autor, conquistaram o mais importante império americano colonial, tão imenso que jamais será esquecido pelos estudiosos. É um relato de fato sobre a conquista do Peru, registrando o trabalho que os europeus tiveram durante a empresa desta conquista, a prisão do Imperador inca Atahualpa e a submissão dos incas em relação aos espanhóis. O estudo sobre o Inca Garcilaso de la Vega rendeu vários trabalhos de importância para quem se atenta à análise de suas obras. Citando apenas alguns estão os trabalhos de Christian Fernández e de Aurelio Miro Quesada y Sosa. Intitulada Inca Garcilaso: Imaginación, memoria e identidad (2004) a obra de Christian Fernández além de uma detalhada análise da obra do Inca Garcilaso, leva a cabo também uma revisão do discurso crítico garcilasiano. Propõe uma releitura de temas fundamentais como a simbologia e a escrita da memória do passado andino. Aurelio Miro Quesada y Sosa foi um dos mais importantes investigadores da vida e obra do Inca Garcilaso. Seu livro El Inca Garcilaso (1948) insere novos dados e constitui, atualmente, a biografia mais completa do Inca. Nesta obra Quesada evidencia a intenção histórica de Comentarios Reales de los incas, além de elucidar sua importância como trabalho literário. É justamente em busca da representação fiel 2

3 do que seria o império inca, que se tinha notícia, que Garcilaso de la Vega teria começado a produção de seu trabalho, aceitando os mitos que ouviu dessa comunidade indígena, e atentando-se a estudá-los e discerni-los dos fatos verdadeiros. Segundo Aurelio Quesada, Garcilaso descarta em seus comentários o que é secundário a seu ver e atenta-se a embelezar o império que fez parte de sua infância e que também o construiu enquanto mestiço. É certo que a conquista espanhola da América não se deu de forma espontânea. A catequese dos índios por parte dos jesuítas que desembarcaram junto aos conquistadores em solo americano, foi essencial na coerção e dominação destes autóctones. Justamente no intuito de elucidar os demônios do Velho Mundo que ganharam corpo a partir da interpretação européia, por vezes mal feita, das personagens históricas e culturais particulares aos incas, utilizaremos os autores Serge Gruzinski com seu trabalho de análise do imaginário dos ameríndios em seu livro A colonização do imaginário: Sociedades indígenas e ocidentalização no México espanhol Séculos XVI-XVII e Ana Raquel Portugal com os artigos A inquisição espanhola frente à bruxaria andina e A inquisição cruza o oceano. Nestes artigos Portugal retrata a anexação espanhola do Império Inca a partir de 1532, e observa que, os espanhóis, em suas malas de viagem, além dos objetos que seriam ferramentas de sua fixação neste novo continente, trouxeram o amontoado dos costumes cristãos europeus. Era função destes colonizadores submeterem aqueles autóctones aos ensinamentos de Cristo e às ideologias do clero católico europeu. A campanha de purificação daquele povo, visava a exterminação de todos os ídolos que por aqueles idólatras eram cultuados. Gruzinski, em A colonização do imaginário, destaca a importância da análise a respeito da mortandade da população indígena mexicana durante este período de colonização. Fadados a anexação do imaginário espanhol cristão sem a menor possibilidade de recuo, estes autóctones foram vítimas da dizimação por parte dos colonos. Destituídos do prestígio que lhes era assegurado em sua sociedade, privados de suas pirâmides e de seus sacrifícios humanos, os índios da Nova Espanha pareciam reféns das imposições espanholas. Estes autóctones estariam desta forma, sendo conduzidos a um cruzamento de etnias e idéias, superpondo suas realidades com as daqueles homens do Velho Mundo, obrigados a uma aproximação, mesmo que realizada de forma superficial, com os rituais impostos pelos 3

4 colonizadores, ou até mesmo fadados a presença de uma deculturação maciça. Os testemunhos diversos, os monumentos, os mapas, dentre outros inúmeros vestígios, permitem que operemos a reconstrução simbólica, sempre problemática e incompleta, do passado. Segundo o filósofo neokantiano Ernst Cassirer, em seu livro Ensaio sobre o homem (1994), não estando mais num universo meramente físico, o homem vive em um universo simbólico. A linguagem, o mito, a arte e a religião são partes desse universo. São os variados fios que tecem a rede simbólica, o emaranhado da experiência humana. (CASSIRER, 1994: 48). Ao se referir ao ambiente dos físicos, Cassirer discorre: um fato físico é determinado por observações e experimentação. O processo de objetivação alcançará o seu fim se conseguirmos descrever os fenômenos dados em linguagem matemática, na linguagem dos números. (CASSIRER, 1994: 284). Não obstante, o historiador, tal como o físico, vive em um mundo material, concreto. Todavia, o que ele encontra logo no início de sua investigação não é um mundo de objetos físicos, mas um universo simbólico um mundo de símbolos. (CASSIRER, 1994: 285). O historiador precisa saber ler esses conteúdos simbólicos como mensagens vivas do passado. Dessa forma, um fato histórico passado pode ter sua idéia alterada a medida que uma nova luz se faz sobre o pensamento daquele que o pesquisa. Destarte podemos dialogar com a idéia de Marc Bloch (em Apologia da história ou O ofício de historiador 2001) a respeito do método regressivo onde, a partir da análise (ou do posicionamento) que temos sobre o mais recente, modificamos (ou ratificamos) um determinado conceito sobre um painel histórico pretérito, ou seja, a medida que o homem se torna transformador ou sofredor dos agentes sociais, sua interpretação a respeito de qualquer evento histórico pode sofrer transformações, uma vez que o passado é a construção do presente, ou seja, aquele responde as perguntas que o historiador formula a este. Fazendo uma análise dos Comentarios Reales de Garcilaso de la Vega, percebemos que esta se apresenta como uma crônica incaica onde o autor exprime, em primeira pessoa, os relatos de sua infância indígena, atentando-se também a seguir a ordem cronológica dos fatos. Várias foram as crônicas coloniais de mestiços, criollos, índios e/ou europeus resgatadas durante o século XX na Europa. Na marca dos cronistas mestiços, é certamente o peruano Inca Garcilaso o mais influente. Assim como argumenta o autor Serge Gruzinski em seu livro 4

5 O pensamento mestiço (2001), o Inca Garcilaso faz parte de uma rede de mestiços que se forma após o século XVI, que estão impregnados de elementos tanto europeus quanto indígenas. Gruzinski produz um estudo de culturas mestiças, esclarecendo o evento da ocidentalização, que teria operado a transferência, para o nosso lado do Atlântico, do imaginário e das instituições do Velho Mundo. Um dos elos essenciais dessa ocidentalização teria sido de fato, a cristianização. Neste mesmo sentido, idolatria, na perspectiva européia, foi outro conceito utilizado pelos conquistadores para classificar toda ordem de rituais religiosos promovidos pelos autóctones americanos que não correspondiam às práticas impostas pela Igreja Católica cristã. A necessidade de descoberta, ou até mesmo, de criação de um passado indígena é mais uma das questões encontradas no imaginário dos escritores deste período colonial hispânico (XVI/XVIII). Na obra de Antony Pagden, El imperialismo español y la imaginación política (1991), é possível perceber a importância da tentativa de reconstrução deste passado indígena. Pagden lança mão das obras escritas por Carlos de Sigüenza y Góngora (um dos primeiros grandes intelectuais nascidos no vice-rei da Nova Espanha) e por Francisco Javier Clavigero (religioso e historiador da Nova Espanha, em 1755 foi consagrado sacerdote jesuíta. Foi exilado da colônia por ordens de Carlos III. Os jesuítas, mais que nenhuma outra ordem clerical, haviam influenciado os criollos em suas expirações a uma identidade cultural independente): Theatro de virtudes políticas (1680) e Storia antica del messico (1780) respectivamente, afim de atribuir aos americanos um passado positivo e legitimar a autonomia que a colônia espanhola havia conquistado já no século XVIII. A idéia deste estudo, então, em termos de conceito teórico, se pauta em observar a forma como estes foram ganhando ou perdendo importância, além de observar a partir de quais premissas e quadros históricos passam a acompanhar a sociedade e a transformar sua escrita historiográfica. Além disso o panorama aqui explicado é suficiente para deixar claro o nascimento do interesse de um trabalho de desconstrução do imaginário espanhol acerca do período da conquista através da obra Comentarios Reales de los incas de Garcilaso. Além disso, é persistente a análise a respeito da necessidade que intelectuais do século XVI ao XVIII (europeus ou americanos) apresentavam no sentido de reconstruir um passado 5

6 indígena, afim de criar uma identidade própria a este povo. Fontes e Bibliografias: Fontes Dicionários, Vocabulários e Léxicos impressos entre os Séculos XV e XVIII: BLUTEAU, Pe. Raphael. Vocabulário Portuguez & Latino. Coimbra: Colégio das Artes da Cia de Jesus, 10 Vols., COVARRUBIAS OROZCO, Sebastián de. Tesoro de la Lengua Castellana o Española. Madrid: Por Luis Sanchez, Impressor del Rey N. S., MOLINA, Alonso de. Arte de la lengua mexicana y castellana. Méjico: Casa de Pedro Ocbarte, PALENCIA, Alfonso de. ( ). Universal Vocabulário en latin y en romance. Sevilla: Paulus de Colônia, REAL ACADEMIA ESPANHOLA. Diccionário de la Lengua Castelhana. Madrid: En la Impressora de Francisco Hierro, (6 vol.) SAN TOMAS, Domingos de. Gramática y arte de lengua general de los indios de los reinos del Peru. Valladolid, Fontes Impressas: BOSSUET, Jacques. Discursos Sobre a História Universal. (1ª. Edição 1687). Rio de Janeiro: Garnier, s/d. CLAVIGERO, Francisco Javier. Storia antica del messico: Cavata da' miglori storici spagnouli, e da' manoscritti, e dalle pitture antiche degl' indiani; Divisa in dieci libri, e corredata di carte geografiche, e di varie figure: e dissertazioni sulla terra, fugli animali, e fugli abitatori del Messico.Itália: Casena, (4 vol.) GARCIA, Fr. Gregório. Origen de los indios en el nuevo mundo, e indias occidentales. Madrid: La Imprenta de Francisco Martinez Auada, GARCILASO DE LA VEGA, Inca. Commentarios Reales: Que tratan del origen de los yncas, reyes que fueron del Peru, de su idolatria, leyes y gouierno en paz y en guerra: de sua 6

7 vidas y conquistas, y de todo lo que fue aquel Imperio y su Republica, antes que los Españoles passaran a el. Lisboa: La officina de Pedro Crasbeeck, Comentarios Reales de los incas. Lima: FCE, (2 vol.) Historia general del Peru: trata el descubrimiento del y como lo ganaron los españoles, las guerras ciuiles que huuo entre Piçarro y Almagros sobre la parjida de la tierra. Castijo y leuantamiento de tiranos: y otros sucessos particulares que en la Historia de continiente. Madri: La Oficina Real, GUAMAN POMA DE AYALA, Felipe. Nueva coronica y buen gobierno. Lima, Fondo de Cultura Econômico,(3 vol.) 1993 [1615]. LAS CASAS, Frei Bartolomé de. Tratados. México: FCE, 2 Vols, Historia de las Indias. Madrid, Imp. de Miguel Ginesta, (5 vol.) OVIEDO Y VALDÉS, Gonzalo Fernandez de. Historia general y natural de las indias: islas y tierra-firme del mar oceano. Madid: Ed. La Real Academia de la Historia, SIGUENZA Y GONGORA, Carlos. Theatro de Virtudes Políticas que Constituyen à un Principe: advertidas em los Monarchas amtiguos del Mexinaco Imperio, com cuyas efigies se hermoseó el arco triumphal, que la muy noble, muy leal, imperial cuidad de México erigiò para el digno recivimiento em ella del excelentissimo señor virrey Conde de Paredes, Marques de la Laguna. México: Por la Vinda de Bernardo Calderón, Bibliografia: ALBALADEJO, Pablo Fernández. Fragmentos de Monarquia. Madrid: Alianza Editorial, ANNINO, Antonio & GUERRA, François-Xavier (Coord.). Inventando la Nacion. Iberoamérica. Siglo XIX. México: FCE, ARTOLA, Miguel (dir.). Historia de España. Madrid: Alianza Editorial, (vol. 3 e 4) BERNARD, Carmem (org.). Descubrimiento, Conquista y Colonización de America a quinientos años. México: FCE, & GRUZINSKI, Serge. História do Novo Mundo: Da descoberta à conquista, uma experiência européia ( ). São Paulo: Edusp, História do Novo Mundo 2: As mestiçagens. São Paulo: Edusp,

8 BETHELL, L (Org.). História da América Latina. São Paulo: Edusp, (vol. I e II) BLOCH, Marc. Apologia da história ou O ofício de historiador. Ed: Jorge Zahar. Rio de Janeiro, BRADING, David A. Orbe Indiano. De la monarquia Católica a la Republica Criolla, México, FCE, BRAUDEL, Fernand. Civilização Material e Capitalismo. São Paulo: Martins Fontes, (3 vol.) CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o Homem: Introdução a uma filosofia cultural humana. São Paulo: Martins Fontes, CASTORIADIS, Cornélius. A Instituição Imaginária da Sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, CHAPMAN, Anna M. Puertos de Comercio em las civilizaciones azteca y maya. In: POLANY, Karl, et Alli. Comercio y Mercado en los Imperios Antigos. Barcelona: Labor Universitaria, (1ª. ed. 1957) CONRAD, Geoffrey W & DAMAREST, Arthur A. Religion and Empire. The dynamics os Aztec and Inca expansion. New York: Crambridge, ELLIOTT, J. H. España Imperial. Barcelona: Editorial Vicens Vives, FARRISS, Nancy M. Maya Society. Under Colonial Rule. California: Princiton, GERBI, Antonello. La Natureza de las Índias Nuevas. México: FCE, O Novo Mundo: História de uma polêmica ( ). São Paulo: Cia das Letras, GRUZINSKI, Serge. A colonização do imaginário: Sociedades indígenas e ocidentalização no México espanhol Séculos XVI-XVII. São Paulo: Cia das Letras, História do Novo Mundo. São Paulo: Cia das Letras, (2 vol.) O pensamento mestiço. São Paulo: Cia das Letras, HESPANHA, António Manuel. Poder e Instituições na Europa do Antigo Regime. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio,

9 LAFAYE, J. Quetzlcóatl y Guadalupe. La Formación de la conciencia nacional em México. México: FCE, MARAVALL, José António. Teoria española del Estado en el siglo XVII. Madrid: Centro de Estudios Constitucionales, Poder, Honor y Elites en el Siglo XVII. Madrid: Siglo XXI, Antiguos y Modernos. Madrid: Alianza, Estado Moderno y Mentalidad Social. Madrid: Revista de Occidente, (2 vol.) Estudios de Historia del Pensamiento Espanhol. Madrid: Ediciones Cultura Hispanica, (3 vol.) OLIVEIRA, Susane Rodrigues de. As crônicas coloniais e a produção de sentidos para o universo incaico e o passado das origens do Tawantinsuyo In: DIMENSÕES Revista de História da Ufes. América: Governos e Instituições. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, nº 20, ORTIZ, Antonio Domínguez. La Sociedad Española en el Siglo XVII. Granada: Universidad de Granada, Consejo Superior de Investigaciones Científicas, 2 Vols., Sociedade y Estado en el Siglo XVIII Español. Barcelona: Editora Ariel, PAGDEN, Anthony. Señores de Todo el Mundo. Ideologias del império en España, Inglaterra y Francia (en los siglos XVI, XVII y XVIII). Barcelona: Península, El Imperialismo Español y la imaginación política: Estudios sobre teoria social y politica europea e hispanoamericana ( ). Barcelona: Planeta, La caída de hombre natural. Madrid: Alianza, POCOCK, J. G. A. Linguagens do Ideário Político. São Paulo: Edusp, PORTUGAL, Ana Raquel M. da C. M. A inquisição espanhola frente à bruxaria andina: evangelização e resistência. In: NOEJOVICH, Hector. (Org.) América bajo los Austrias: economia, cultura y sociedad. Lima: PUC, A inquisição cruza o oceano. In: Caminhos da História (Universidade Estadual de Montes Claros UNIMONTES) Montes Claros: MG. Vol. 14, Nº 1, SCHWARTZ, Stuart B. & LOCKHART, James. A América Latina na Época Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,

10 TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: A questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, VAINFAS, Ronaldo (org.) América em Tempo de Conquista. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, Idolatrias e Milenarismos. In: Revista Estudos Históricos. Tema: América, Vol. 9, 1992/1. VIVES, J. Vicens. História de España y América. Barcelona: Libros Vicens, (Vol. II, III e IV)

Resenha. Fontes, Historiografia e Epistemologia Flávia Preto de Godoy Oliveira 1

Resenha. Fontes, Historiografia e Epistemologia Flávia Preto de Godoy Oliveira 1 Resenha Fontes, Historiografia e Epistemologia Flávia Preto de Godoy Oliveira 1 CAÑIZARES ESGUERRA, Jorge. Cómo escribir la historia del Nuevo Mundo: Historiografías, epistemologías e identidades en el

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME

TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME Optativa / Carga Horária: 60hs Ementa: O curso visa analisar a formação dos Impérios Ibéricos entre os séculos XV e XVIII, considerando-se a perspectiva

Leia mais

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram GPS Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram ferramentas importantes para nos localizarmos com mais facilidade. Agora imagine que você pudesse ter um GPS que, além de lhe fornecer

Leia mais

O Pensamento Mestiço em Serge Gruzinski notas para reflexão. Autor:

O Pensamento Mestiço em Serge Gruzinski notas para reflexão. Autor: O Pensamento Mestiço em Serge Gruzinski notas para reflexão Autor: Thiago Bastos Souza/UERJ O conhecido livro de Serge Gruzinski, A Passagem do Século: 1480-1520, é um ponto de confluência para o qual

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO

Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação FAED PLANO DE ENSINO DEPARTAMENTO: História ANO/SEMESTRE: 2013/1 CURSO: História FASE: 1ª DISCIPLINA: História

Leia mais

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África

DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS. -Atinge as Índias contornando a costa da África DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) PORTUGAL -Atinge as Índias contornando

Leia mais

Total aulas previstas

Total aulas previstas ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI.

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. BORTOLI, Bruno de (PIC/UEM) MARQUIOTO, Juliana Dias (PIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO

Leia mais

A América Espanhola.

A América Espanhola. Aula 14 A América Espanhola. Nesta aula, trataremos da colonização espanhola na América, do processo de independência e da formação dos Estados Nacionais. Colonização espanhola na América. A conquista

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE - Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da história, - As linguagens das fontes históricas; - Os documentos escritos,

Leia mais

- Século XVI estabeleceu o domínio inglês na costa norte da América do Norte fundam Treze Colônias Atual

- Século XVI estabeleceu o domínio inglês na costa norte da América do Norte fundam Treze Colônias Atual DA CONQUISTA A COLONIZAÇÃO DAS AMÉRICAS EXPANSÃO MARÍTIMA início século XV ( 1415 ) -Atinge as Índias contornando a costa da África PORTUGAL -1500 supera os obstáculos do Atlântico chega ao Brasil ESPANHA

Leia mais

A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA

A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA A COLONIZAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA Expansão Marítima Revolução Comercial Ásia, África e AMÉRICA. MERCANTILISMO Pacto Colonial Exploração dos nativos americanos. Civilizações: Astecas Maias Incas Brasil

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA LUÍS REIS TORGAL SUB Hamburg A/522454 ESTADOS NOVOS ESTADO NOVO Ensaios de História Política e Cultural [ 2. a E D I Ç Ã O R E V I S T A ] I u IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2 0 0 9 ' C O I M B R

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES. História

CADERNO DE ATIVIDADES. História COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES História Aluno (a): 4º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Conteúdo de Recuperação O que é História. Identificar a História como ciência. Reconhecer que

Leia mais

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes

INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes INDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA LATINA (1808-1826) Profª Adriana Moraes A independência foi o processo político e militar que afetou todas as regiões situadas entre os vicereinados da Nova Espanha e do Rio da

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL

MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL MOD. 13 CRISE DO IMPÉRIO COLONIAL ESPANHOL A MUDANÇA DA POLÍTICA COLONIAL ESPANHOLA SE DEU EM FUNÇÃO: DO ENVOLVIMENTO DA ESPANHA NAS GUERRAS EUROPEIAS; DA DECADÊNCIA DA MINERAÇÃO; DAS DIFICULDADES QUE

Leia mais

TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI

TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI 1. Expansionismo Europeu 1.1. Rumos da expansão 1.1.1. Os avanços da expansão e as rivalidades luso-castelhanas 1.1.2. A chegada à Índia e ao Brasil 1.2.

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil de Alencar Arnaut de Toledo, Cézar

Leia mais

América: a formação dos estados

América: a formação dos estados América: a formação dos estados O Tratado do Rio de Janeiro foi o último acordo importante sobre os limites territoriais brasileiros que foi assinado em 1909, resolvendo a disputa pela posse do vale do

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Unidade Universitária Cora Coralina CURSO DE HISTÓRIA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Unidade Universitária Cora Coralina CURSO DE HISTÓRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA - CIDADE DE GOIÁS Curso: HISTÓRIA Disciplina: História Moderna Habilitação: LICENCIATURA Carga Horária Total: 64 h/a anuais 2 h/a semanais Carga Horária

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação História 8 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Elabore um texto utilizando as palavras do quadro. França Napoleão Bonaparte Egito 18 Brumário guerra Constituição 2. Sobre

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola Conteúdo: A Crise Colonial Espanhola Habilidades: Relacionar as consequências da Revolução Francesa no processo de independência da América Latina Quem foram os Libertadores da América? Influência das

Leia mais

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 UNIDADE DIDÁTICA: TEMA A: DOS PRIMEIROS POVOS À FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL.

Leia mais

PROGRAMA. Colóquio Internacional Utreque 1715-2015: Diplomacia, Cultura e Fronteiras. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 15-17 de Junho de 2015

PROGRAMA. Colóquio Internacional Utreque 1715-2015: Diplomacia, Cultura e Fronteiras. Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 15-17 de Junho de 2015 PROGRAMA Colóquio Internacional Utreque 1715-2015: Diplomacia, Cultura e Fronteiras Lisboa, Biblioteca Nacional de Portugal, 15-17 de Junho de 2015 DIA 15 10:30-11:00 - BOAS VINDAS E ACTO INAUGURAL 11:00-12:00

Leia mais

Três grandes impérios, além de dezenas de outros povos, que encontravam-se subjugados aos grandes centros populacionais, viviam nas regiões almejadas

Três grandes impérios, além de dezenas de outros povos, que encontravam-se subjugados aos grandes centros populacionais, viviam nas regiões almejadas América Espanhola O que os Espanhóis encontraram aqui na América... Três grandes impérios, além de dezenas de outros povos, que encontravam-se subjugados aos grandes centros populacionais, viviam nas regiões

Leia mais

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA INDEPENDÊNCIA DO Colonização: espanhola até 1697, posteriormente francesa. Produção açucareira. Maioria da população:

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Análise de informação do manual. Filmes educativos

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Análise de informação do manual. Filmes educativos ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: História ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS INSTRUMENTOS DE

Leia mais

CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015. Segunda Parte Época Moderna

CENTRO CULTURAL DE BELÉM. PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015. Segunda Parte Época Moderna CENTRO CULTURAL DE BELÉM PALESTRAS SOBRE HISTÓRIA DE PORTUGAL Janeiro Março de 2015 Segunda Parte Época Moderna Nuno Gonçalo Monteiro Instituto de Ciências Sociais Universidade de Lisboa Quarta Sessão

Leia mais

Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade).

Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade). Ana Rita Uhle. O índio nos monumentos públicos brasileiros. 1 (IFCH-UNICAMP doutoranda em Política, Memória e Cidade). Os monumentos públicos celebrativos, construídos no Brasil a partir do século XIX,

Leia mais

A Igreja em Reforma e Expansão: o caso do Atlântico Português

A Igreja em Reforma e Expansão: o caso do Atlântico Português 1 BAHIA 16-19 American, European and African forging of a colonial capital city Minicurso no âmbito do projeto IRSES Bahia 16-19 A Igreja em Reforma e Expansão: o caso do Atlântico Português Docente: Hugo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II DOCENTE: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI 2º semestre de 2009 Horários: 4ª feira 13h30 às 15h30;

Leia mais

Filosofia e identidade: a identidade hispano-americana no discurso. histórico-filosófico de Leopoldo Zea

Filosofia e identidade: a identidade hispano-americana no discurso. histórico-filosófico de Leopoldo Zea Filosofia e identidade: a identidade hispano-americana no discurso histórico-filosófico de Leopoldo Zea Luciano dos Santos (CEFET-GO/ Uned-Inhumas) Todos los hombres son iguales por ser distintos, pero

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Análise das diferentes abordagens historiográficas acerca da transição das sociedades medievais européias ao capitalismo. Formação do Antigo Regime e surgimento do paradigma do homem moderno:

Leia mais

Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014

Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014 Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014 Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas Disciplina de História Ano:8º Temas Conteúdos Conceitos E : Expansão e Mudança

Leia mais

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL

CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL CRISE DO ANTIGO SISTEMA COLONIAL BASES COMUNS DO SISTEMA COLONIAL PACTO-COLONIAL Dominação Política Monopólio Comercial Sistema de Produção Escravista ESTRUTURA SOCIAL DAS COLONIAS ESPANHOLAS Chapetones

Leia mais

CRÔNICAS ANDINAS: TESTEMUNHOS DE UM MUNDO DESCONHECIDO 1

CRÔNICAS ANDINAS: TESTEMUNHOS DE UM MUNDO DESCONHECIDO 1 CRÔNICAS ANDINAS: TESTEMUNHOS DE UM MUNDO DESCONHECIDO 1 Resumo Denise de Fátima Martins Oliveira 2 A presente pesquisa foi realizada no Grupo de Estudos de América Indígena do curso de História do Centro

Leia mais

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO.

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO. ENSINO MÉDIO Conteúdos da 1ª Série 1º/2º Bimestre 2014 Trabalho de Dependência Nome: N. o : Turma: Professor(a): Yann/Lamarão Data: / /2014 Unidade: Cascadura Mananciais Méier Taquara História Resultado

Leia mais

MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL E COLONIALIDADES

MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL E COLONIALIDADES MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO BRASIL E COLONIALIDADES Introdução DORNELAS, Rafaela Silva 1 O presente artigo tem como objetivo inicial resgatar os processos de mudança na forma de se fazer agricultura ao longo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Distribuição dos tempos letivos disponíveis para o 5 º ano de escolaridade 1º Período 2º Período 3º Período *Início:15-21 de setembro 2015 *Fim:17 dezembro 2015 *Início:4

Leia mais

O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO

O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO O FUNCIONAMENTO DISCURSIVO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA (ELE) EM LIVROS DIDÁTICOS (LDS) PARA O MUNDO DO TRABALHO Luciana de Carvalho 1 Este estudo propõe refletir sobre o funcionamento discursivo

Leia mais

Epistemologia do Conhecimento em Ciências Sociais

Epistemologia do Conhecimento em Ciências Sociais Epistemologia do Conhecimento em Ciências Sociais Objetivos: Desenvolver uma concepção ampla e crítica sobre o desenvolvimento do conhecimento científico como base geral para a compreensão, entendimento

Leia mais

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano.

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Aula: 1.1 Conteúdo: - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Habilidades: - Conhecer a origem e história da língua

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

Cópia autorizada. II

Cópia autorizada. II II Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 6 5 Unidade 6 Nome: Data: 1. Leia o texto e responda aos itens a seguir. A busca pelo ouro A causa pela qual os espanhóis destruíram tal infinidade de

Leia mais

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA 1) Sociologia II A Escola de Ciências Sociais / CPDOC da FGV-RJ informa a abertura de processo seletivo para a contratação de um professor horista para a disciplina

Leia mais

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da Silva & Guaciara Lopes Louro. Rio de Janeiro: Lamparina, 2014. Max Lânio Martins Pina, da Universidade Estadual de Goiás

Leia mais

A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL

A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL A DOMINAÇÃO JESUÍTICA E O INÍCIO DA LITERATURA NACIONAL Ederson da Paixão (Especialista em Educação Especial: Atendimento às Necessidades Especiais Integrante do Projeto de Pesquisa Os Primeiros Dramas

Leia mais

a) Identifique e caracterize a situação histórica a que a charge se refere.

a) Identifique e caracterize a situação histórica a que a charge se refere. Revisão Específicas 1. (FUVEST) Observe esta charge: a) Identifique e caracterize a situação histórica a que a charge se refere. b) Explique quais são os principais elementos do desenho que permitem identificar

Leia mais

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga SUMÁRIO Introdução... 11 A história da Igreja e sua problemática... 17 A. Alguns pressupostos e indicações básicos antes de começar o caminho... 17 Trata-se de um ramo da ciência histórica ou da ciência

Leia mais

A América de colonização Espanhola. Justificativas que os espanhóis utilizaram para as conquistas espanhola. A invasão do Império Inca e Asteca.

A América de colonização Espanhola. Justificativas que os espanhóis utilizaram para as conquistas espanhola. A invasão do Império Inca e Asteca. A América de colonização Espanhola Justificativas que os espanhóis utilizaram para as conquistas espanhola. Na época essa era uma questão complicada para os europeus e foi alvo de muitas discussões entre

Leia mais

MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA

MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA Mayas: revelação de um tempo sem fim reúne pela primeira vez mais de 380 objetos e homenageia esta civilização em todo

Leia mais

David Sampaio Dias Barbosa

David Sampaio Dias Barbosa David Sampaio Dias Barbosa Morada institucional Universidade Católica Portuguesa CEHR - Universidade Católica Portuguesa - Palma de Cima 2649-023 Lisboa PORTUGAL Formação académica 1972 - Licenciatura

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular HISTÓRIA DIPLOMÁTICA DE PORTUGAL (MEDIEVAL E MODERNA) Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

CURSO LIVRE HISTÓRIA DO ENSINO ARTÍSTICO EM PORTUGAL PROGRAMA. 2.1. Francisco da Holanda e a sua perspectiva sobre o ensino artístico.

CURSO LIVRE HISTÓRIA DO ENSINO ARTÍSTICO EM PORTUGAL PROGRAMA. 2.1. Francisco da Holanda e a sua perspectiva sobre o ensino artístico. CURSO LIVRE HISTÓRIA DO ENSINO ARTÍSTICO EM PORTUGAL 8 de Abril a 1 de Julho (interrupção no dia 10 de Junho que é feriado) 4ª feira, das 18h 30m às 20h 30m 24h, 12 sessões PROGRAMA 1. A Idade Média 1.1.

Leia mais

Colonização, evangelização e resistência indígena na América Espanhola: um breve balanço historiográfico

Colonização, evangelização e resistência indígena na América Espanhola: um breve balanço historiográfico 1 Colonização, evangelização e resistência indígena na América Espanhola: um breve balanço historiográfico Ana Carolina Lima Almeida e Clinio de Oliveira Amaral* Tradicionalmente, a colonização da América

Leia mais

Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, "Guaman Poma de Ayala" (1526-1614). (1,5)

Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, Guaman Poma de Ayala (1526-1614). (1,5) Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, "Guaman Poma de Ayala" (1526-1614). (1,5) Leia as afirmações seguintes, a respeito dos incas e marque a afirmativa INCORRETA. a) Tinham

Leia mais

Pharmacopeia Lusitana (D. Caetano de St.º António, 1704) Postilla Religiosa e Arte de Enfermeiro (Fr. Diogo de Sant Iago, 1741)

Pharmacopeia Lusitana (D. Caetano de St.º António, 1704) Postilla Religiosa e Arte de Enfermeiro (Fr. Diogo de Sant Iago, 1741) Pharmacopeia Lusitana (D. Caetano de St.º António, 1704) Postilla Religiosa e Arte de Enfermeiro (Fr. Diogo de Sant Iago, 1741) Postilla Anatómica (Doutor Manuel Constâncio, 1775) Augusto Moutinho Borges,

Leia mais

EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA

EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA EXPANSÃO EUROPEIA E CONQUISTA DA AMÉRICA Nos séculos XV e XVI, Portugal e Espanha tomaram a dianteira marítima e comercial europeia, figurando entre as grandes

Leia mais

A ATUAÇÃO DA COMPANHIA DE JESUS EM PORTUGAL NO SÉCULO XVI NO ÂMBITO EDUCACIONAL

A ATUAÇÃO DA COMPANHIA DE JESUS EM PORTUGAL NO SÉCULO XVI NO ÂMBITO EDUCACIONAL A ATUAÇÃO DA COMPANHIA DE JESUS EM PORTUGAL NO SÉCULO XVI NO ÂMBITO EDUCACIONAL CRUBELATI, Ariele Mazoti (UEM) COSTA, Célio Juvenal (Orientador/UEM) Introdução Em Portugal, no século XVI, a Igreja deparava-se

Leia mais

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line)

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) (Modalidade a Distância NEAD) 104032 04 01 80h O Conhecimento Científico e os Métodos Científicos. Epistemologia. Métodos Científicos:

Leia mais

SEMINÁRIO A SEMIÓTICA HOJE : MODELOS E PRÁTICAS. 21/22 de Novembro 2014. Orador convidado JORGE LOZANO

SEMINÁRIO A SEMIÓTICA HOJE : MODELOS E PRÁTICAS. 21/22 de Novembro 2014. Orador convidado JORGE LOZANO SEMINÁRIO A SEMIÓTICA HOJE : MODELOS E PRÁTICAS 21/22 de Novembro 2014 Orador convidado JORGE LOZANO Catedrático da Universidade Complutense de Madrid e Director do Grupo de Estúdios de Semiótica de la

Leia mais

500 anos: O Brasil - Império na TV

500 anos: O Brasil - Império na TV 500 anos: O Brasil - Império na TV Episódio 01: A Corte desembarca na Colônia Resumo O episódio A Corte Desembarca na Colônia narra os acontecimentos históricos que envolveram a transferência da corte

Leia mais

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamento de História Disciplina: FLH0401 Teoria da História II Profa. Dra. Sara Albieri Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão

Leia mais

Objetivos: - ANALISAR a expansão comercial europeia, demonstrando seus efeitos sobre as áreas e povos atingidos.

Objetivos: - ANALISAR a expansão comercial europeia, demonstrando seus efeitos sobre as áreas e povos atingidos. Objetivos: - ANALISAR a expansão comercial europeia, demonstrando seus efeitos sobre as áreas e povos atingidos. - COMPARAR os processos de colonização promovidos pelos espanhóis na América. - COMENTAR

Leia mais

PRIMEIRA CIRCULAR. 15 a 17 de abril de 2015. Veracruz, Veracruz Mexico. Comitê Acadêmico

PRIMEIRA CIRCULAR. 15 a 17 de abril de 2015. Veracruz, Veracruz Mexico. Comitê Acadêmico Grupo de Trabalho da Associação Europeia de Historiadores Latinoamericanistas Trabalho Intelectual, pensamento e modernidade na América Latina, séculos XIX e XX PRIMEIRA CIRCULAR CONGRESSO INTERNACIONAL

Leia mais

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE 1.Analise as afirmativas abaixo referentes ao Iluminismo: 01 - Muitas das idéias propostas pelos filósofos iluministas são, hoje, elementos essenciais da identidade da

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: TEODORO SAMPAIO Área de conhecimento: Ciências Humanas Componente Curricular: Historia

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Carapicuíba

Faculdade de Tecnologia de Carapicuíba EDITAL EXTERNO Nº 007/2015 DE OFERECIMENTO DE AULA POR TEMPO DETERMINADO PARA A DO CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA. A Diretora da faz saber ao Corpo Docente desta Faculdade que estão

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES ESTRANGEIRAS PARA A FORMAÇÃO DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA: JUAN VALERA

CONTRIBUIÇÕES ESTRANGEIRAS PARA A FORMAÇÃO DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA: JUAN VALERA 1 CONTRIBUIÇÕES ESTRANGEIRAS PARA A FORMAÇÃO DA HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA: JUAN VALERA Andrés Alberto Soto Tello 1 Anselmo Guimarães Juan Valera (1824-1905), Espanhol nascido em Madrid foi um dos precursores

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS A CHEGADA DOS PORTUGUESES A AMÉRICA E AS VIAGENS MARÍTIMAS Projeto apresentado e desenvolvido

Leia mais

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS DOMINGUEZ RODRIGUES CHAVES, C. (1) Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza. USP - Universidade de

Leia mais

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Conteúdos Ano Lectivo Período Lectivo Tema A-A península Ibérica: dos primeiros povos à formação

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Direção Espiritual (séculos XVI-XVIII)

Direção Espiritual (séculos XVI-XVIII) Direção Espiritual (séculos XVI-XVIII) Recensões FEDERICO PALOMO (coord.) La memoria del mundo: clero, erudición y cultura escrita en el mundo ibérico (siglos XVI-XVIII). Madrid: Publicaciones Universidad

Leia mais

Povos Pré- Colombianos. ETEC Diadema História 2 ano do Ensino Médio

Povos Pré- Colombianos. ETEC Diadema História 2 ano do Ensino Médio Povos Pré- Colombianos ETEC Diadema História 2 ano do Ensino Médio 1 Quando Colombo chegou à América, em 1492, encontrou o continente habitado há muito tempo por várias civilizações e povos. Os povos pré-colombianos

Leia mais

o declínio do poder dos senhores feudais e as monarquias nacionais... 14

o declínio do poder dos senhores feudais e as monarquias nacionais... 14 SuMÁRIo UNIDADE I O ADVENTO DO MUNDO MODERNO: POLÍTICA E CULTURA... 12 Capítulo 1 o declínio do poder dos senhores feudais e as monarquias nacionais... 14 A fragmentação do poder na sociedade feudal...

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE HISTÓRIA 8º ANO PROFESSOR: MÁRCIO AUGUSTO

Leia mais

JORGE BORGES DE MACEDO (1921-1996) Por Álvaro Costa de Matos 1. 1. Bibliografia activa essencial

JORGE BORGES DE MACEDO (1921-1996) Por Álvaro Costa de Matos 1. 1. Bibliografia activa essencial JORGE BORGES DE MACEDO (1921-1996) Por Álvaro Costa de Matos 1 1. Bibliografia activa essencial É vastíssima a obra de Jorge Borges de Macedo. Ao todo engloba aproximadamente 400 títulos, ou talvez mais

Leia mais

Povos americanos: Maias, Incas e Astecas

Povos americanos: Maias, Incas e Astecas Povos americanos: Maias, Incas e Astecas Nicho Policrômico. Toca do Boqueirão da Pedra Fiurada. Serra da Capivara Piauí- Brasil Ruínas as cidade inca Machu Picchu - Peru Código de escrita dos maias, México.

Leia mais

(VAINFAS, Ronaldo. Economia e Sociedade na América Espanhola. Rio de Janeiro: Graal, 1984, p. 44)

(VAINFAS, Ronaldo. Economia e Sociedade na América Espanhola. Rio de Janeiro: Graal, 1984, p. 44) 1. (G1 - cftrj 2014) O processo de conquista da América pelos Estados europeus na Época Moderna foi possível com o uso da força militar, da exploração econômica e da imposição de valores culturais aos

Leia mais

Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL

Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL Povos americanos: Primeiros habitantes da América do SUL Nicho Policrômico. Toca do Boqueirão da Pedra Fiurada. Serra da Capivara Piauí- Brasil Ruínas as cidade inca Machu Picchu - Peru Código de escrita

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império Introdução aos estudos de História - fontes históricas - periodização Pré-história - geral - Brasil As Civilizações da Antiguidade 1º ano Introdução Capítulo 1: Todos os itens Capítulo 2: Todos os itens

Leia mais

Independência da América Espanhola

Independência da América Espanhola Independência da América Espanhola Nossa América No início do século XIX a América hispânica, inspirada nas idéias liberais do Iluminismo, travou sua guerra de independência vitoriosa contra o colonialismo

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

Notas Biográficas de Autores

Notas Biográficas de Autores Notas Biográficas de Autores Notas biográficas de autores 347 História. Revista da FLUP. Porto, IV Série, vol. 3-2013, 345-349 CHRISTIAN FAUSTO MORAES DOS SANTOS possui graduação em História e mestrado

Leia mais

CONSTITUCIONALISMO SOCIAL NO MERCOSUL

CONSTITUCIONALISMO SOCIAL NO MERCOSUL ELIANNE MARIA MEIRA ROSA Professora Titular de Direito Internacional Público da Faculdade de Direito da Universidade Braz Cubas. Mogi das Cruzes-SP. Professora de Ética Geral e Profissional da Faculdade

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

Trajetória Histórica da Enfermagem Brasileira Séc. XVI

Trajetória Histórica da Enfermagem Brasileira Séc. XVI BACHARELADO EM ENFERMAGEM HISTÓRIA E TEORIAS DA ENFERMAGEM Prof. Eurípedes Gil de França Aula 8 A Enfermagem no Brasil Trajetória Histórica da Enfermagem Brasileira Séc. XVI REFORMA PROTESTANTE Martinho

Leia mais

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA

INTRODUÇÃO A ENGENHARIA Agenda O Império Romano; Engenharia moderna x Engenharia antiga; Os marcos da Engenharia moderna; Grandes mudanças na Idade Média O Renascimento A Reforma Protestante As descobertas A América Pré-Colombiana

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano 3 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. 25 de janeiro de 1835, ao amanhecer o dia na cidade de Salvador, 600 negros entre libertos e escravos levantaram-se decididos

Leia mais

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo.

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo. HISTÓRIA 37 Associe as civilizações da Antigüidade Oriental, listadas na Coluna A, às características políticas que as identificam, indicadas na Coluna B. 1 2 3 4 COLUNA A Mesopotâmica Fenícia Egípcia

Leia mais

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império

A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império A visão geopolítica luso-brasileira: Colônia Império ECEME IMM / CEE 12/JUN/2013 Marcos Henrique Camillo Côrtes Embaixador À guisa de introdução Fundamentos do Relacionamento Internacional 1. Espaço Geopolítico

Leia mais

ATLAS UNIVERSAL DE FERNÃO VAZ DOURADO / ATLAS VALLARD / ATLAS MILLER /

ATLAS UNIVERSAL DE FERNÃO VAZ DOURADO / ATLAS VALLARD / ATLAS MILLER / ATLAS UNIVERSAL DE FERNÃO VAZ DOURADO / ATLAS VALLARD / ATLAS MILLER / «Quase-originais»: primeiras edições, únicas e irrepetívels, limitadas a 987 exemplares, numerados e autenticados com um certificado

Leia mais

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC ÁFRICA Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM Ricamente ilustrada por fotos e desenhos, esta obra traça um painel detalhado da vida dos habitantes da África do Oeste: sua tradição oral, detalhes

Leia mais

1. Introdução. Página 1 de 7

1. Introdução. Página 1 de 7 O ESPAÇO DOS HOMENS PLENOS: FERNANDO SALINAS, A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA ESCOLA DE ARQUITETURA DO ISPJAE / CUBA E A PERSPECTIVA DE FORMAÇÃO OMNILATERAL Fábio Fernandes Villela, Doutor em Sociologia

Leia mais