ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS SEMEANDO A LEITURA ATRAVÉS DA ARTE - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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1 ISSN: ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS SEMEANDO A LEITURA ATRAVÉS DA ARTE - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Ana Paula Silva dos Santos 1 Jayra Tenório de souza RESUMO: O presente artigo teve por objetivo conhecer o cotidiano de uma Instituição de Educação Infantil, na qual, através de observações, colocamos em prática nosso projeto de intervenção, conforme foi proposto na disciplina Estágio Supervisionado II. Realizamos o projeto de intervenção na turma do maternal II vespertino do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). Com isso, pretendemos apresentar aqui a os resultados das experiências vivenciadas com a execução do Projeto de intervenção Pedagógica A contação de histórias semeando a leitura através da arte. Estivemos presente em uma turma, cujas crianças possuíam idade entre de 3 a 4 anos. Com isso, pretendemos apresentar aqui a rotina e as relações da turma de Educação Infantil a qual observamos e realizamos a intervenção.para o desenvolvimento deste estudo e do projeto foram utilizadas as contribuições teóricas de Almeida (2000); Abramovich (1995); Cagliari (1989); Galvão (2000); Oliveira (1997); Vygotsky (1998); ZIlberman (2003); Corsino (2009); Paschoal (1983) e Perrault (1997).Dessa forma, traremos relatos das experiências vividas durante esse período de estágio, relacionando as teorias adquiridas ao longo do nosso percurso enquanto graduandas à prática exposta em sala de aula. Palavras-Chave: Literatura infantil. Desenvolvimento infantil. Estágio. Aprendizagem infantil INTRODUÇÃO No campo da educação infantil, temos vivenciado alguns avanços e retrocessos que marcam uma trajetória de continuidades e rupturas com concepções e práticas presentes no trabalho de cuidar/educar crianças pequenas. Nesse contexto, o estágio nos colocou frente a frente com a profissão que estamos nos preparando para assumir, também nos dá oportunidade de refletirmos e colocarmos em prática as teorias até aqui estudadas. 1 Graduandas do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de

2 Alagoas.

3 Nosso projeto de estágio englobou os recursos e os mecanismos da língua oral, escrita e de leitura. Optamos em elaborarmos nosso projeto utilizando diferente textos como: poesia, contos e literatura infantis como o objetivo que as crianças conhecessem os diferentes gêneros textuais. A partir das leituras as crianças recontavam as histórias, sabendo que seria uma forma de aprender muito mais significativa, envolvendo o cotidiano social das crianças e fazendo-os sentir um ser integrante do processo ensino-aprendizagem. A instituição a qual visitamos para campo de estagio é o Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) inaugurada no ano de 1984, que fica localizado dentro do espaço da Universidade Federal de Alagoas. Atualmente a escola funciona em dois turnos matutino e vespertino, atendendo 134 crianças a partir de um ano e nove meses até os cinco anos de idade, sendo a maioria filhos de servidores e de estudantes da Universidade e a minoria vindos da comunidade. Podemos perceber que a situação socioeconômica da comunidade atendida é heterogênea, sabendo que existem crianças da classe alta, classe média e classe média baixa incluídas na creche. A turma de crianças a qual estagiamos no NDI refere-se ao maternal II, no qual realizamos uma entrevista com a professora para a obtenção de algumas informações sobre a turma e dessa maneira a realização de registros, que nos possibilitou um maior conhecimento sobre o grupo ao qual iríamos trabalhar para o desenvolvimento e aplicação do nosso projeto de intervenção. Nesse sentido, a docente nos explicou que a maioria das crianças da turma, vive em comunidades próximas a creche e amparadas por suas famílias, tais como os pais, tios ou com os avôs que as levam à creche todos os dias. Os pais ou responsáveis pelas crianças são funcionários da UFAL, estudantes ou professores que fazem o possível para oferecer a seus filhos as condições para o acesso aos recursos de saúde, aos aspectos culturais e de lazer que as crianças precisam. De acordo com a professora, as crianças não vivem em situações de riscos relacionadas à convivências com o alcoolismo, com as drogas, em ambientes que tenham abusos aos menores, entre outros. São assim, crianças bem cuidadas que não sofrem nenhuma forma de violência. Assim, o rendimento da Turma quanto ao ensino e aprendizagem se torna favorável ao desenvolvimento das crianças. Observamos o ambiente de sala de aula do maternal II A e vimos o quanto é confortável para a realização do trabalho com as crianças. O ambiente tem uma boa condição de conservação, tendo iluminação adequada para a realização de atividades, possuindo janelas e ventiladores que promovem o conforto através de uma temperatura estável, auxiliando na concentração dos alunos.

4 O mobiliário presente em sala de aula está em conformidade à faixa etária das crianças, pois cadeiras e mesas correspondem à altura que uma criança do maternal II tem em média; em cada cadeira está descrito o nome de cada criança da sala de aula. O ambiente de sala de aula reflete a cultura infantil, pois percebemos serem bastante significativos para as crianças. A sala de aula abriga um espaço organizado e colorido com o alfabeto e cartazes na parede, há também uma régua grande na parede cujo nome é tamanho certo para medir o crescimento das crianças, existe um calendário com o dia, mês e ano, além de um painel bem colorido escrito com a rotina diária da creche e tem um quadro. Em observações e conversas informais com a professora do maternal II A, percebemos o quanto as crianças gostavam de histórias e se envolvem durante a contação, assim buscamos desenvolver um projeto que contemplesse a leitura e as artes, de modo que venha a propiciar na criança o interesse pela leitura, fazendo com que os pais contribuam com esse processo, através da cotação dos livros que serão emprestados pela escola. Assim, consideramos que o nosso Estágio foi muito gratificante, pois conseguimos contribuir com o desenvolvimento das crianças e despertando o gosto pela leitura. Ensinamos algumas coisas e aprendemos muito mais PROJETO DE INTERVENÇÃO: A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS SEMEANDO A LEITURA ATRAVÉS DA ARTE O projeto de intervenção A contação de histórias: semeando a leitura através da arte, visa desenvolver ações para crianças de 3 a 4 anos do maternal II na creche do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), voltadas para que desde cedo, as crianças sejam motivadas a se interessarem e criarem o hábito de ouvir histórias, de recontá-las aos colegas e ilustrá-las fazendo uso de sua criatividade. Buscamos assim, cativá-las e atraí-las para terem mais intimidade com o mundo da leitura. Nesse sentido, fizemos uso da arte que pode ser uma ferramenta utilizada para o auxilio do trabalho pedagógico, pois conduz a um caminho significativo de construção e criação da própria criança com a mediação do professor. Entendemos que uma leitura bem contada desperta nas crianças um mundo de imaginação, sendo assim o mediador do processo, deverá possibilitar aos alunos o envolvimento na história, de modo que se faça uso de expressões faciais, variações no tom de voz e a utilização de histórias curtas com gestos, estimulando o interesse e a fantasia da criança. O ato de ler é um processo complexo, é uma ação de compreensão, de entender o mundo a partir de uma característica particular ao homem. Nessa perspectiva Souza afirma:

5 Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade (SOUZA,1992,p. 22). A leitura é um momento de ampliação da linguagem, do uso da imaginação e conseqüentemente da criação das crianças. Na contação de histórias são indispensáveis os gestos e a entonação da voz, pois essas ações despertam para a manifestação de sentimentos que devem ser expressos ao se contar uma história. Ouvir histórias tem uma importância que vai além do prazer, pois há histórias que nos fazem chorar, que despertam medo ou outros sentimentos que podem aflorar ao decorrer de uma leitura. Sendo assim, as crianças vão descobrindo que existem ali naquelas palavras do livro sentimentos que são reproduzidos por quem lê, o que acaba por fazer com que o leitor se sinta envolvido no decorrer de cada situação, podendo levantar hipóteses e imaginar situações. As crianças que têm a oportunidade de experimentar o mundo lúdico através do livro desenvolvem a criatividade, a imaginação e a linguagem, já que são levadas a se colocarem em situações as mais diferentes possíveis. Ao decorrer do projeto da contação de histórias, fazemos a retomada do projeto Vai e Vem, que se refere aos empréstimos dos livros que as crianças mais se sentiram atraídas e assim, sejam estimuladas pelo ato da leitura. As crianças ao escolherem o livro para ler, levarão também uma folha para realizarem junto com os pais ou responsáveis o registro da leitura. Por esta razão, será de suma importância a presença dos responsáveis ao incentivo da leitura e para que os livros sejam devolvidos junto com a ficha de registro preenchida. A participação dos pais neste processo é indispensável, visto que contribui para a formação de leitores à medida que estimulam e participam da contação da história junto aos seus filhos desenvolvendo o hábito pela leitura. Quando se fala em criança, pode-se perceber que a literatura é importante na escola como meio necessário para que a criança compreenda o que acontece ao seu redor e para que seja capaz de interpretar diversas situações e escolher os caminhos com os quais se identifica. Daí a importância em se propiciar a leitura e a literatura de modo a permitir ao aluno criar e recriar o universo de possibilidades que o texto literário oferece. Pode-se dizer que a escola tem a oportunidade de estimular o gosto pela leitura se conseguir promover de maneira lúdica o encontro da criança com o trabalho. Zilberman descreve que:

6 [...] a sala de aula é um espaço privilegiado para o desenvolvimento do gosto pela leitura, assim como um campo importante para o intercâmbio da cultura literária, não podendo ser ignorada, muito menos desmentida sua utilidade. Por isso, o educador deve adotar uma postura criativa que estimule o desenvolvimento integral da criança. (ZILBERMAN, 2003, p. 16). A literatura tem sua importância no âmbito escolar devido às oportunidades de condições que propicia à criança em formação. A literatura é um fenômeno de criatividade e aprendizagem, que representa o mundo e a vida através das palavras. Sabe-se que a literatura ajuda na formação de um ser pensante, autônomo, sensível e crítico que se delicia com histórias e textos diversos, contribuindo assim para a construção do conhecimento e suscitando o imaginário. A escola torna-se fator fundamental na aquisição do hábito da leitura e formação do leitor, pois mesmo com suas limitações, ela é o espaço destinado ao aprendizado da leitura. Tradicionalmente, na instituição escolar, lê-se para aprender a ler, enquanto que no cotidiano a leitura é regida por outros objetivos, que conformam o comportamento do leitor e sua atitude frente ao texto. Essas leituras, guiadas por diferentes objetivos, produzem efeitos diferentes, que modificam a ação do leitor diante do texto. Buscaremos assim, trabalhar em uma perspectiva de que a leitura seja interessante e traga significados às crianças motivandoas a serem futuros leitores. O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Nossas sessões sempre iniciavam seguindo a rotina da escola. Nesta primeira sessão a bolsista reuniu as criança para que juntas cantassem algumas canções, tais como bom dia coleguinha como vai, da janelinha e a da Chapeuzinho Vermelho. Em seguida, a professora disse as crianças que iríamos trabalhar com elas uma história e nós deixou na rodinha com as seis crianças que foram para a creche neste dia. Nós começamos nos apresentando para as crianças, explicando-as que iríamos permanecer com elas durante um mês e meio vindo as terças e quintas e que iríamos selecionar junto com elas, livros que elas mais gostassem para levarem para casa, para realizarem a leitura e socializarem na sala de aula quando fossem devolver o livro. Assim, demos início à pré-leitura da história O sanduíche da Maricota mostrando as crianças o nome do autor do livro que é Aurelino Guedes e perguntamos se eles conheciam a história. Em seguida, perguntamos o que elas observavam na capa do livro para que elas explicassem o que estavam vendo. As crianças responderam: Sanduíche que gostoso, um

7 sanduíche e uma galinha, Sanduícheeeee..., Eu gosto de sanduíche, tia, Vamos... Tia conta logo... Letícia, uma das crianças, foi a que mais se expressou na pré-leitura, na leitura e na pós-leitura. Durante a atividade dizia para as estagiárias e para as crianças: - Vamos logo, se não a raposa vai comer a gente. No final da contação da história Letícia chamou os coleguinhas para recontar a história, depois Brena recontou e Júlio também. Em seguida, propomos uma brincadeira com as crianças mostrando pedaços de papéis para as crianças brincarem de Fábrica de Sanduíches, utilizando as cores com o que possui dentro de um sanduíche como, por exemplo, o papel vermelho cortado em quadradinhos era para as crianças o tomate no sanduíche; o papel verde era o alface ou ervilha; o papel azul era o peixe; a lã era a batata palha e o mais interessante é que tinha um papel branco cortado em forma de círculo e um papel amarelo também cortado em forma de círculo e as crianças pediam para colar o amarelo em cima do branco e diziam que era o ovo do sanduíche. Observamos aqui que facilmente as crianças entram no jogo simbólico, associando elementos da história, com as cores dos pedacinhos de papéis. Para tanto, elas fazem uso da imaginação para percorrerem na brincadeira proposta. Para a atividade proposta para as crianças da Fábrica de sanduíches juntamos duas mesinhas no centro da sala e disponibilizamos em uma caixinha de ovos retalhos de papéis no quais as crianças diziam: Crianças: - Tia o que é isso? O que vamos fazer? Estagiarias: - Já que a Maricota construiu seu sanduíche na história, vamos brincar de construir uma fábrica de sanduíches? Crianças: - Sim, vamos. Estagiárias: - O que esse papel vermelho pode ser no sanduíche? Letícia: - O tomate. Ana Beatriz: Não é o ketchup do sanduíche. Estagiárias: - E o papel verde? Alguns respondiam: Cauã: - É alface. Júlio:- Não, é a ervilha. Estagiárias: - E esse papelzinho azul, o que seria? Cauã: - É o peixe que Maricota colocou no sanduíche. Estagiárias: - E essa bolinha amarela? Ana Beatriz: - Cola nesse papel é ovo. Estagiárias: - Muito bem, pode ser o ovo. Letícia: - Esse aqui pode ser a batata. Estagiárias: - Sim, pode ser a batata palha do Sanduíche. Muito bem crianças. Agora vamos construir nossos sanduíches!!! Todas as crianças começaram a colar os papéis em um círculo desenhado ao meio da folha de ofício que foi disponibilizada a cada uma. Ao término da atividade, as crianças foram

8 mostrando a professora da sala o que haviam produzido e ela foi colocando o nome das crianças na atividade e ao final, colocamos todas as atividades no mural da sala de aula e as crianças continuaram olhando e admirando suas obras. Então, chamamos as crianças para falarem o que tinha no seu sanduíche e elas explicaram novamente o que cada papelzinho colado, representava. Podemos observar que as crianças gostaram da atividade e se envolveram bastante participando de todos os momentos propostos. Acreditamos que foi bastante significativo, pois conseguimos contribuir na construção da linguagem oral das crianças à medida que elas dialogaram antes, durante e depois da leitura. O lúdico das crianças foi despertado quando elas ao observarem a capa do livro imaginavam do que se tratava a história. Esse aspecto fazia com que as crianças refletissem e se posicionassem de modo que pudesse expressar suas idéias, o que contribui na formação de um ser pensante e autônomo na construção do conhecimento. Corsino (2009) expressa muito bem essa questão quando nos coloca: O professor estimula a curiosidade e a criatividade do grupo [...] as crianças não são receptores passivos, mas sujeitos, que tem seus interesses, que tem história, que participam ativamente do mundo construindo e reconstruindo [...] (p.106). Assim, nós buscamos trabalhar estimulando a criatividade de construção da criança, no qual estimulamos a observação da beleza das imagens do livro, aspecto que contribui para a construção da identidade na criança, pois induz o posicionamento delas frente à história. À medida que as crianças construíam e criavam seus sanduíches traziam aspectos de sua subjetividade, de entender e fazer de conta que a cor do papel verde é ervilha, por exemplo, mostra aspectos de seu jogo simbólico. Outra sessão que escolhemos por consideramos super importante foi a nossa penúltima sessão,na qual demos inicio a história mostrando a capa do livro, na qual as crianças falavam: Crianças: - É um navio. João Eduardo: - Eu vi um navio laranja e preto. Letícia: - Eu vi um rosa. Gabrielle: - O que você viu era bem grande??? (pergunta olhando para João Eduardo) João Eduardo: - Era muito grande e tinha uma ponta fina. Enquanto passavam as páginas dos livros, haviam crianças que estavam ficando em pé para se aproximarem do livro ficando perto. Este livro não traz textos Assim, as crianças observavam as imagens da história e iam falando: Crianças: - Olha um castelo. É o castelo da bruxa. Cauã: - Ei o navio vai parar. É ele vai parar.

9 João Eduardo: - É um dragão. Eu já vi um vermelho e o homem do dragão era vermelho. Cauã: - É amarelo. Estagiarias: - E os meninos da história estão andando a onde? Crianças: - Na floresta. Estagiarias: - E agora o que vocês estão vendo? Crianças: - É um leão? Crianças: - É uma onça? Estagiarias: - É um leão marinho. Onde eles estavam brincando? Crianças: - Em uma bacia. Ao término da história, propusemos as crianças que criassem uma história com as imagens do livro. Cauã pediu para contar primeiro, mas Letícia começou a chorar gritando, porque queria contar a história. Então, Cauã com pena da coleguinha, deu o livro para ela contar primeiro. À medida que Letícia passava as páginas do livro, as crianças iam dizendo o que estavam vendo. Narrativa: Gabrielle: - Era uma vez um navio e ele viu um jacaré Cauã: - É um navio que estava na floresta e aparece um hipopótamo marinho. Letícia: - O barco estava indo, estava indo para um castelo sem a porta e lá mora uma bruxa. João Eduardo: - As crianças tão parando e vão descer para a floresta e encontram um leão forte. O leão é mais forte do que a onça. Crianças: - As crianças encontram a onça e descem pelo rio. Cauã: - O navio pegou a mão no navio. João Eduardo: - Não Cauã é a mão que pegou o navio. Cauã: - O dragão solta fogo pela boca. João Eduardo: - Olha é o leão e umas pessoas atrás da árvore pintada. Tem elefante. Estagiarias: - E a mão pegou o barquinho. João Eduardo: - Não é barquinho, é navio. Logo após, Cauã e João Eduardo recontam a história. João Eduardo conta: O navio anda quando sai muita bolinha por aqui (apontando para o livro). Um jacaré! As pessoas vão derrubar o jacaré. Ai aqui são as pessoas dirigindo o navio que estava indo embora. Um hipopótamo aparece para derrubar o navio, as pessoas querem descer e o navio está indo embora. O dragão vem para levar as pessoas para o céu. Aí aparece o leão, olha o olho do leão. As pessoas estavam olhando o elefante e ele estava indo embora. As pessoas ainda estão dirigindo o navio e a mão pegou o navio e as pessoas brincando na bacia. Acabou. (JÕAO EDUARDO, CRIANÇA RECONTANDO A HISTÓRIA VIAGEM A VAPOR ) Na pós-leitura, as crianças emitiram o som do motor do navio, em que João Eduardo diz que quando o navio está indo para frente ele faz TU, TU, TU, TU e quando está indo para traz é BLO, BLO, BLO, BLO, BLO. Percebe-se aqui que a criança está produzindo cultura a partir da literatura. Em seguida são dadas as crianças folhas de oficio. Elas pintam e vão falando o que estão fazendo, como por exemplo, Letícia fala esse é o navio e um leão. Esta sessão foi bastante rica, devido este livro trabalhado não trazer textos, mas ser construído por várias imagens. Esse tipo de história é muito importante, porque as crianças

10 observavam as páginas com as imagens, fazendo uso da imaginação para a criação e reconstrução de uma historia. Nesse sentido, entendemos que através das atividades lúdicas, a criança relaciona idéias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades, vindo a construir seu próprio conhecimento. De acordo com Soares (2009, p. 08): A leitura freqüente de histórias para crianças é, sem dúvida, a principal e indispensável atividade de letramento na educação infantil. Se adequadamente desenvolvida, essa atividade conduz a criança, dede muito pequena, a conhecimentos e habilidades fundamentais [...] Assim, a leitura indica a produção de sentidos e significados que vão constituir a criança enquanto sujeitos ativos, criativos e construtores do seu próprio conhecimento. CONSIDERAÇÕES FINAIS O desenvolver do presente relatório foi de fundamental importância, pois relata as experiências que vivenciamos ao aplicarmos nosso projeto de intervenção do estágio supervisionado II, na turma do maternal II A no Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI). O estágio supervisionado II nos ofereceu a oportunidade de reflexão sobre a prática do exercício da profissão do ser professor de educação infantil, o que contribuiu bastante com nossa formação enquanto docentes. Observamos aspectos acerca de como aprende e se desenvolve as crianças na educação infantil e como se deve agir dentro do contexto de um ambiente infantil. Em meio a essas concepções, foi pensado os diferentes níveis de conhecimento no mundo infantil para que se procedesse uma contribuição de nossa parte no desenvolvimento das crianças ao qual aplicamos nossas sessões. Nós para tanto, fundamentamos nossas intervenções nos teóricos que trazem a reflexão de como vem a se constituir o desenvolvimento e a aprendizagem desses sujeitos e assim, compreendemos que as ações pedagógicas devem em seu planejamento visar o crescimento de pessoas, pensando em proporcionar dimensões expressivas, lúdicas, criativas e afetivas na criança para promover as condições necessárias para a sua aprendizagem. Houve um grande envolvimento dos pais no que se refere ao projeto Vai-vem. Durante o projeto percebemos o envolvimento dos alunos e de seus pais, o que oportunizou o sucesso que foi alcançado pelo projeto, pois ficou evidente para professores e pais o desenvolvimento oral que as crianças alcançaram neste curto espaço de tempo. Formos até

11 solicitadas pelos próprios pais que continuássemos com o projeto. Esse é um projeto que não pode parar, porque contribui bastante para a expressividade das crianças oportunizando assim, o desenvolvimento da linguagem através do jogo simbólico que a literatura proporciona e a participação dos pais neste momento de leitura é fundamental, pois é um momento prazeroso que une as famílias, sendo esta interação importante para as crianças. Portanto, perceber aspectos do desenvolvimento infantil observando e intervindo em uma turma de crianças é poder compreender mais claramente esse processo. Sem dúvida, foi significante para a formação de nós estagiárias estar atuando diretamente com esses sujeitos, que precisa ser entendido na sua totalidade, visto que são vários os fatores que implicam o seu desenvolvimento. Entender a criança como sujeito e não como objeto é respeitar o presente dela, e não apenas como uma fase passageira. Saber lidar com os comportamentos de uma criança é indispensável para quem trabalha com elas, pois assim, poderá refletir para conduzir melhor sua prática pedagógica. REFERÊNCIAS ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 5.ed. São Paulo : Scipione, OLIVEIRA, Martha Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sóciohistorico. São Paulo: Scipione, VYGOTSKY, Lév Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11. ed. São Paulo: Global, CORSINO, Patrícia. Educação Infantil: Cotidiano e política. São Paulo: Associados, CORSINO, Patrícia. O cotidiano na educação infantil. Revista salto para o futuro boletim 23, nov CORSINO, Patrícia. Linguagem na educação infantil: as brincadeiras com as palavras e as palavras como brincadeiras. Revista salto para o futuro boletim 23, nov

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