Registo de Saúde Electrónico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Registo de Saúde Electrónico"

Transcrição

1 Registo de Saúde Electrónico Luís Campos Portugal Tecnológico 2010 Lisboa, 24 de Setembro de 2010

2 Imagiologia Hospital Farmácia RSE Centro de Saúde Laboratório Domicílio

3 Registo de Saúde Electrónico (RSE) Serviço informático que reúne a informação de saúde essencial de cada cidadão, ao longo do seu ciclo vital, tornando-a permanentemente acessível de forma segura, de forma a apoiar a continuidade dos cuidados, a formação e a investigação.

4 Qual o impacte do Registo de Saúde Electrónico?

5 Impacte do Registo de Saúde Electrónico Programa estruturante e integrador Melhoria da continuidade de cuidados Melhoria da qualidade e segurança dos cuidados Apoio aos auto-cuidados Apoio à mobilidade internacional dos doentes

6 Impacte do Registo de Saúde Electrónico Promotor da normalização das nomenclaturas Indutor duma maior interoperabilidade Redução dos custos Informação para apoio à decisão Apoio à investigação Apoio à formação e à saúde pública

7 Registo de Saúde Electrónico nos EUA To improve the quality of our health care while lowering its cost, we will make the immediate investments necessary to ensure that, within five years, all of America's medical records are computerized". "This will cut waste, eliminate red tape and reduce the need to repeat expensive medical tests." "But it just won't save billions of dollars and thousands of jobs; it will save lives by reducing the deadly but preventable medical errors that pervade our health-care system, Barack Obama 2009 Nance S. The Democratic Daily. June 28th 2010

8 RSE: uma perspectiva global Em 2007 o governo do Canadá investiu 1,6$ biliões no Canada Health Infoway Em 2008 a Austrália investiu 160 AUD no National E-Health Transition Authority (NEHTA). No Reino Unido o investimento para 10 anos (desde 2003) estima-se em 20 biliões através do National Programme for IT (NPfIT)

9 Retorno socio-económico dos RSE e sistemas de eprescrição em 10 programas europeus e 1 nos EUA: Demora cerca de 4 a 9 anos (Média-7) para atingir o primeiro ano de benefícios líquidos anuais positivos. Numa perspectiva socio-económico podem conseguirse retornos de 200% do investimento total, com uma média de 80% aos 9 anos. EC 2009 EHR Impact Sudy

10 Retorno socio-económico dos RSE e sistemas de eprescrição em 10 programas europeus e 1 nos EUA: EC 2009 EHR Impact Sudy

11 RSE: Distribuição dos custos e benefícios de acordo com os grupos de stakeholders EC 2009 EHR Impact Sudy

12 Impacte financeiro do RSE baseado nos resultados agregados de 9 programas O retorno financeiro pode chegar a 60% do total do retorno, com uma média de 13% EC 2009 EHR Impact Sudy

13 Impacte da aplicação de TIC na qualidade dos cuidados Impacte nos cuidados Lembretes computorizados (Kuperman GJ, 1999; Dexter PR, 2005, Shojania KG, 2009) Acesso à informação de saúde (Mc Gowan JL, 2009) Prescrição informatizada (Mirco A, 2005; Schiff GD, 2009; Fischer MA, 2008) Sistemas de suporte à decisão (Haynes RB, 2010) Educação médica informatizada (Fordis M, 2005) Eficaz na mudança comportamental, mas menor evidência nos resultados? Efectividade na redução dos erros de medicação e na redução de custos Melhoria do desempenho do médico, mas menor evidência nos outcomes Ganhos sustentados de conhecimento

14 A implementação das tecnologias de Informação e Comunicação deve ser parte integrante de processos de reforma dos cuidados de saúde, no sentido de um nível mais elevado de articulação, integração e melhoria da qualidade dos cuidados

15 Como responde o Sistema de Saúde aos Doentes Crónicos? Baseada em cuidados agudos Reactiva e segmentada Centrada nos profissionais Doente passivo Financiamento por produção Deficit de informação Défice de resultados

16 Modelo Global de Gestão do Doente Crónico AMBIENTE Políticas de Saúde Apoio da Comunidade ESTRUTURAS Unidades Redes Tecnologia Financiamento Sistemas de Informação PROCESSOS Prestação de cuidados de saúde Implementação dos Cuidados pelos Doentes e Familiares RESULTADOS Cuidados aceites e adequados a cada doente, de acordo com a evidência, que sejam eficientes e consigam a satisfação dos doentes

17 Programa de reengenharia da Kaiser Permanente Foco nas doenças crónicas Integração de cuidados Cuidados de acordo com estratificação do risco Gestão pró-activa dos doentes crónicos centrada nos clínicos gerais e nos hospitalistas Apoio aos auto-cuidados Aposta nas tecnologias de informação

18 Comparação entre o NHS e a Kaiser Permanente (2000) Kaiser NHS Despesa per capita 1951 dol dol. Demora Média 3.9 dias 5.0 dias Nº dias Internamento Indicadores de Qualidade 4/6 2/6 Tempo de espera para consulta especializada (80% dos doentes) 2 sem. 13 sem. Feacheur RGA. BMJ 2002; 324:

19 Porque é que é pertinente pensar agora no Registo de Saúde Electrónico?

20 But if we think about what people said 30 years ago There is no reason for someone to wish having a computer at home" * Ken Olson, president and founder of Digital Equipment Corp.,1977 "640 K is more than enough for any computer" * Bill Gates, 1981

21 Evolução Tecnológica na Saúde O primeiro computador pessoal foi apresentado pela IBM em 1981 O Worl Wide Web Project iniciou-se em 1991 A introdução de telemóvel deu-se em 1992

22 Utilização das redes sociais em Portugal Nos primeiros seis meses de 2010 Cerca de 3,5 milhões de portugueses acederam a sites relacionados com redes sociais (83.8% do universo em análise). Visitaram um total de 4,7 mil milhões de páginas de redes sociais (um quarto de toda a navegação feita na Internet neste período). O tempo dedicado a redes sociais ultrapassou as 47 milhões de horas (23.9% de todo o tempo que os portugueses dedicaram a este meio neste semestre). Marktest. Comportamento dos internautas portugueses nas redes sociais, 2010

23 A Brecha da Qualidade aumenta... O exemplo dos EUA a americanos morre anualmente por erro médico. Institute of Medicine. To Err is Human: National Academy Press, % dos doentes da Medicaid com constipação é medicado com antibiótico. (N=1.439) Mainous A.G. et al, J. Fam. Pract. 42: São gastos 700 biliões de dólares anualmente, nos EUA, em cuidados que não melhoram os resultados de saúde Aaron HJ,2008.N Engl J Med. 359:

24 A Brecha da Qualidade aumenta... O exemplo do Reino Unido O NHS paga 400 milhões em litigação Existem, anualmente, efeitos adversos, com custos de 2 biliões de dólares em dias de internamento adicionais As infecções hospitalares custam quase 1bilião e 15% são preveníveis

25 Avaliação à evolução do PNS Indicadores de Agravamento Indicador Taxa de nascimentos pré termo por 1000 nados vivos 5,7% 9,0% Taxa de partos por cesariana 29,9% 35,6% (2007) Taxa de mortalidade prevista por suicídio idade < 65 anos por habitantes Taxa de obesos com idade 18 anos 4,9% 5,7% 12,0% (1999) 15,2% (2006) ACS, 2010

26 Acordo sobre a mobilidade dos doentes na CE A nova proposta de directiva aprovada pelos ministros da saúde da União Europeia (UE) vai permitir a mobilidade dos doentes no espaço dos Vinte e Sete, ou seja que qualquer cidadão da UE se possa tratar noutro país comunitário, sendo mais tarde reembolsado pelo país de residência do doente. Council of the European Union,

27 Globalização e a mobilidade dos cidadãos Em 2010 calcula-se que cerca de dois biliões de pessoas viajem em voos internacionais (WHO, 2010) Em 2006 existiam 29 milhões de emigrantes nos países da União Europeia, ou seja, cerca de 5,8% da população total (Eurostat, 2010) Só nos EUA, estima-se que, em 2010, procurem cuidados de saúde no estrangeiro cerca de seis milhões de doentes. Este mercado representa cerca de nove biliões de dólares e poderá valer em 2017 cerca de 50 biliões (Deloitte, 2008) No Reino Unido, em 2008, cidadãos procuraram cuidados de saúde no estrangeiro (NHS, 2008)

28 TICs na Saúde em Portugal São gastos 100 a 200 milhões de euros em TIC na área da saúde, existindo um elevado nível de informatização, mas com reduzido grau de integração e fraco aproveitamento da capacidade instalada.

29 HSP Urgência - Soluções

30 Nº de Clínicos Gerais que têm acesso a uma rede de ligação ao hospital na sua prática (29 países europeus CE+Noruega e Islândia) N: CE 2008 Benchmarking ICT use among general practitioners in Europe

31 Diferença entre acesso à internet e recepção de resultados laboratoriais por via electrónica (29 países europeus CE+Noruega e Islândia) N: 6789 CE 2008 Benchmarking ICT use among general practitioners in Europe

32 Evolução do nº de Hospitais em Portugal ( ) (26 Centros Hospitalares) DGS. O Hospital Português, 1998 Campos L. Governação dos Hospitais, 2009

33 Health Service 24 Project Redução em 60% dos internamentos por doença cardiovascular Redução em 38% nos custos para o doente na DPOC

34 O crescimento do conhecimento médico ensaios controlados e randomisados por ano artigos médicos por ano revistas médicas

35 Porque acreditamos que temos condições para implementar o Registo de Saúde Electrónico?

36 Núcleo Executivo do RSE Manuel Sousa SG Dir 1 Exec João Faro Viana SG 2 Ana Mirco SG 3 Rui Gomes SG 4 Sofia Vieira SG 5 Paula Lobato Faria SG 6 Coordenação das actividades a nível executivo e operacional Dinamização do trabalho dos Subgrupos Maria João Fin Condessa Controlo orçamental e financeiro

37 Comissão Nacional do RSE Ministério da Saúde ACSS Cidadãos SNS Hospitais SNS Cuidados Primários SNS Cuidados Continuados Grupos Privados Administrações Regionais Saúde Regiões Autónomas Ordens Profissionais Universidades e Centros de Investigação Direcção Geral de Saúde

38 RSE Foco no Cidadão Profissionais de Saúde Saúde Pública Instituições de Ensino SNS Cuidados Primários, Diferenciados, Continuados Cidadãos Prestadores Privados Investigação em Saúde Administração do Sistema de Saúde Inst. Privadas Solidariedade Social

39 Medidas emblemáticas da Agenda Digital Rede de banda larga de nova geração de acesso universal 2. Licenciamento Zero 3. Tutor Virtual da Matemática 4. Registo de Saúde Electrónico 5. Passe Total

40 Implementação do RSE em Portugal Incremental: o RSE é um caminho Flexível e Inovadora Integradora Com o envolvimento dos stakeholders Simples e pragmática Comunicação transparente e adequada Em diálogo com a Europa

41 Grupos de Diagnóstico Homogéneo (GDH) em Portugal Em 2009 foram informatizados os GDH de episódios de internamento ( doentes) e episódios de ambulatório ( doentes). Só nos últimos cinco anos foram codificados episódios de internamento Portugal codifica os GDH de todos os episódios de internamento e cirurgia ambulatória nos hospitais do SNS desde 1989.

42 Movimento do Centro de Conferência de Facturas do Ministério da Saúde 67% das receitas recebidas no Centro de Conferência de Facturas são enviadas em formato electrónico. Este centro informatiza cerca de 5,5 milhões de receitas por mês Estes dados permitem saber, a nível nacional, quem prescreve o quê onde e a quem

43 Softwares de apoio à prescrição de medicamentos certificados pela ACSS Sigla Designação do Software Glintt-HS SGICM-P Alert LSC Módulo de Prescrição Medicamentosa - Alert I.Sem Fim MedicineOne Quidgest PRACTIS-Prescrição Racional de Medicamentos Netvita Módulo de prescrição Electrónica VITACARE Consiste Higia Medical Software Rapidata Gestão Hospitalar Prescrição Electrónica Glintt-HS SGICM-P Evolute EvoluteFarma Cimplecare ICARE-EHR - módulo de prescrição electrónica de medicamentos HP HP-HCIS Prescrição Electrónica de Medicamentos Mobilwave DOCbase - Receita electrónica

44 Aplicações nos CSP (%)

45 Implementação de Sistemas de Informação Globais em Hospitais do SNS Glinnt: CHLN, HUC e IPO do Porto Hosix: H Fernando da Fonseca e IPO de Lisboa Sisbit: H de Leiria Medtrix: H de São Sebastião Alert Paper Free: H de Chaves, H do Espírito Santo e CMRZC (H Rovisco Pais). Em implementação no CH Médio-Ave, ULS do Norte Alentejano e ULS da Guarda HCIS: Em implementação na ULS de Matosinhos, CHLC e CHLO

46 Nº do Clínicos Gerais que usam computadores na sua prática (29 países europeus CE+Noruega e Islândia) N: CE 2008 Benchmarking ICT use among general practitioners in Europe

47 Ranking dos países europeus na utilização de TIC na saúde (29 países europeus CE+Noruega e Islândia) N: 6789 CE 2008 Benchmarking ICT use among general practitioners in Europe

48 Utilização das TIC na Dinamarca (29 países europeus CE+Noruega e Islândia) N: 6789 CE 2008 Benchmarking ICT use among general practitioners in Europe

49 Utilização da Internet para informações sobre saúde WHO/ European ehealth consumer trends survey

50 Não estamos sós

51 Como está planificada a implementação do Registo de Saúde Electrónico? Luís Campos,2010

52 Grupo de Trabalho RSE (Despacho n.º 10864/2009 da Secretaria de Estado da Saúde) Comissão Nacional RSE Grupo de Trabalho RSE Produto: R0: Enquadramento Etapa 0 Produto: R1: Estado da Arte Etapa 1 R2A: O. Funcionais e Técnicas R2B: O. Programa de Implementação Arranque Fev 09 Mar 09 R1 Final R2A Final R2B Final Produto: PO: Plano de Operacionalização PO Continuidade de Trabalhos Fim Discussão Pública Primeira reunião do GT 03/ Jan 09 Produtos: Etapa Produtos: Abr 09 Mai 09 Jun 09 Jul 09 Apresentação pública Ago 09 Set 09 Doc. Finais PO v Jan 10 Fev 10 Jun 10 Jul 10 Dez PO Final

53 Grupo de Trabalho Metodologia Fase 0 Investigação Benchmarking Fase 1 - Levantamento Estado da Arte Fase 2 Sistematização Orientações e Plano Arquitectura Directivas Orientações PTSIIS, Macro Plano Projectos Formatos/Conteúdos Standards Indústria R 0 R 1 R 2 R0 Documento preliminar de enquadramento do Grupo de Trabalho R1 Documento de Caracterização do Estado da Arte R2A Orientações para Especificação Funcional e Técnica do Sistema de RSE R2B Orientações relativas ao Roadmap e Programa de Implementação do RSE

54 RSE: Modelo de Governação Promoção / Facilitação MS+ ACSS Coordenação Nacional Núcleo Executivo Comissão Nacional para o RSE Subgrupo 1: Arq. Tecnológica Subgrupo 2: Arq. Informação Coordenação Executiva Subgrupo 3: Semântica Subgrupo 4: Segurança Subgrupo 5: Com. & G. Mudança Subgrupo 6: Ético Jurídico Entidades Reguladoras CNPD DGARQ CNECV Representatividade Cidadãos Entid.Prestadoras SNS Cuidados Primários Cuidados Hospitalares Cuidados Continuados Admin. Regionais Saúde Regiões Autónomas Entidades Privadas IPSS Dir. Geral de Saúde Ordens e Associações de Profissionais Universidades e Centros de Investigação Indústria TICs

55 Modelo de Informação Tronco Comum Estruturado em 3 níveis distintos Partilhado Específico

56 Modelo de Informação Id Cidadão Dados Demográficos Tronco Comum Alertas Diagnósticos Medicament. Estruturado Procedimentos Vacinação / Intervenções em 3 níveis distintos Tempo Resultados Exames Nota de Alta Relatório Prescrição Partilhado... Específico

57 Referências de Padronização para o RSE 1. CEN EN Electronic Health Record Communication (EHRCom) 2. HL7 Clinical Document Architecture (CDA) 3. DICOM Structured Reporting (SR) 4. The Retrieve Information for Display (RID) 5. The Cross-Entreprise Document Sharing (XDS) 6. Medical Mark up Language (MML) 7. Systematized Nomenclature of Medicine Clinical Terms (SNOMED)

58 Planeamento da Implementação do RSE Activação Harmonização Especificação Concretização Desenho Proc.concursal Implementação Rollout Gestão da mudança Financiamento

59 RSE: para melhor cuidarmos de si!

REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS

REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS Cláudio Correia Novembro 2012 Contexto Global Globalização e mobilidade dos cidadãos 2010 - cerca de dois biliões de pessoas viajaram em voos internacionais

Leia mais

José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde

José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde Inclusivo, equitativo, sustentável José Mendes Ribeiro Ciclo de Conferências ÁGORA: Ciência e Sociedade - 7ª Conferência Desafios e sustentabilidade do sistema de saúde Auditório do Instituto para a Investigação

Leia mais

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra.

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. SPMS Serviços Partilhados do Ministério da Saúde Comunicação Segura (Interoperabilidade das Tecnologias de Informação e Comunicação) Anabela Santos 23 de outubro

Leia mais

Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde:

Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde: Interoperabilidade Semântica nas TIC para a Saúde: um olhar para as classificações e Terminologias 2015/07/10 Agenda Interoperabilidade (Iop) na Saúde IoP Semântica em PT Centro de Terminologias Clínicas

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI As TIC e a Saúde no Portugal de hoje Joaquim Cunha 18 março

Leia mais

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias ICare-EHR (ASP) ou Application Service Provider, é uma subscrição de Serviço online não necess ICare-EHR (Clássico)

Leia mais

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho

Leia mais

INSTITUTO DE GESTÃO INFORMÁTICA E FINANCEIRA DA SAÚDE

INSTITUTO DE GESTÃO INFORMÁTICA E FINANCEIRA DA SAÚDE PROTOCOLO Entre INSTITUTO DE GESTÃO INFORMÁTICA E FINANCEIRA DA SAÚDE, instituto público, com sede em Lisboa, na Av. da República, nº 61, representado por José António de Matos Taborda Farinha, na qualidade

Leia mais

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Enquadramento Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Vocabulários Controlados NECESSIDADE 24/03/2015 CTC.PT - Enquadramento Vocabulários Controlados Um dos maiores desafios para os SI na saúde é a representação

Leia mais

Sérgio Gomes Saúde 24

Sérgio Gomes Saúde 24 Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Sérgio Gomes Saúde 24 Patrocínio: Patrocinadores Globais Centro de Atendimento

Leia mais

Calendário de Concursos

Calendário de Concursos Calendário de Concursos Resumo dos Principais Programas Investigação e Desenvolvimento Tecnológico Inovação Empresarial Qualificação e Internacionalização PME s Promoção da Eficiência Energética e da Utilização

Leia mais

Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica

Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica IP/08/641 Bruxelas, 25 de Abril de 2008 Inquérito mede o pulso à saúde em linha na Europa e receita uma maior utilização das TIC pela classe médica A Comissão Europeia publicou hoje as conclusões de um

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

Diogo Assunção HP C&I Lead Solution Consultant - Healthcare. Gestão Integrada do Processo Clínico

Diogo Assunção HP C&I Lead Solution Consultant - Healthcare. Gestão Integrada do Processo Clínico Diogo Assunção HP C&I Lead Solution Consultant - Healthcare Gestão Integrada do Processo Clínico A HP na Saúde O que a HP faz Technology for better business outcomes A nossa proposta de valor Fornecer

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking

Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking Avaliação do Desempenho dos Hospitais: Uma ferramenta de Benchmarking Manuel Delgado 11 ou 12 de Novembro de 2010 (Consoante data da s/ intervenção) Nome da Apresentação (insira os dados no master/modelo

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE Comisionada de la CNPD Novas Tecnologias na Saúde Perigos potenciais do uso da tecnologia: Enorme quantidade de informação sensível agregada Aumenta a pressão económica

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa Missão e Objectivos O Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E., estabelecimento de referência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desempenha funções diferenciadas na prestação de

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Roteiro de Intervenção em Tecnologias de Informação e Comunicação (Julho de 2014) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Roteiro de Intervenção

Leia mais

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Gestão de Projectos info@ipn-incubadora.pt +351 239 700 300 BEST SCIENCE BASED INCUBATOR AWARD Incentivos às Empresas Objectivos: - Promoção do up-grade das empresas de PME; - Apoiar

Leia mais

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Seminário internacional: Inclusão dos cidadãos em políticas públicas de saúde A participação dos cidadãos no sistema de saúde português Mauro Serapioni Centro de

Leia mais

O Papel. O Percurso do Papel. Os desafios actuais. Integração. Colaboração. Informação. Pessoas Processos Tecnologia

O Papel. O Percurso do Papel. Os desafios actuais. Integração. Colaboração. Informação. Pessoas Processos Tecnologia Electrónico:, e Informação O Papel Facilmente transportável A introdução dados é universal Conversas Fim Tar APDH/HOPE&FIH 11 Maio 2007 Cada profissional adapta o registo às suas preferências Registo dados

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI APDSI Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de Hoje SESSÃO

Leia mais

Serviços Partilhados e Externalização Logística

Serviços Partilhados e Externalização Logística Serviços Partilhados e Externalização Logística Vias para aumentar a eficiência nos cuidados de saúde e recuperar a sustentabilidade do SNS Augusto Mateus 23.11.2011 1. (In)sustentabilidade do SNS 2.

Leia mais

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO?

PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO? Como preparar um orçamento da saúde que o cidadão contribuinte entenda? Os Medicamentos e o Orçamento José A. Aranda da Silva Auditório da Faculdade de Direito da Universidade

Leia mais

Inovação no Financiamento

Inovação no Financiamento Inovação no Financiamento José Mendes Ribeiro Covilhã,18 de Maio de 2007 UBI_JMR_Maio 2007 Três perguntas simples...... de resposta muito complexa! Quem financia, hoje, a SAÚDE? Onde é gasto o dinheiro?

Leia mais

Uma vida em cada palavra.

Uma vida em cada palavra. Uma vida em cada palavra. ASSESS CT Focus Group 2 de novembro de 2015 AGENDA I PARTE - Contextualização O que é o SNOMED CT? Projetos CTC.PT II PARTE - Focus Group: Tema 3 - Barreiras à adoção e uso de

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Índice de Figuras, Quadros e Tabelas (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 ÍNDICE DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS 1. Enquadramento do Plano Nacional de Saúde

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público

COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público COLÓQUIO MOBILIDADE DE DOENTES ALTERNATIVA OU INEVITÁVEL? Acesso aos cuidados de saúde transfronteiriços na perspetiva do setor público Cláudio Correia Divisão da Mobilidade de Doentes MOBILIDADE DE DOENTES:

Leia mais

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1 03 de Novembro 2010 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nos Hospitais 2010 96% dos Hospitais que utilizam a Internet dispõem de

Leia mais

Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS abril 2015. www.acss.min-saude.pt

Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS abril 2015. www.acss.min-saude.pt Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS abril 2015 www.acss.min-saude.pt Monitorização do Serviço Nacional de Saúde http://benchmarking.acss.min-saude.pt/benchmarking.aspx 2 Monitorização

Leia mais

Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011

Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011 Monitorização da Prescrição de Medicamentos Indicadores Nacionais Setembro 2011 Ministério da Saúde Lisboa, 19 de Setembro de 2011 0 1. Enquadramento A denominada prescrição electrónica de medicamentos

Leia mais

Patient Safety. Diagnóstico da Realidade Nacional. 1º Workshop Formativo sobre Segurança Clínica. Susana Ramos

Patient Safety. Diagnóstico da Realidade Nacional. 1º Workshop Formativo sobre Segurança Clínica. Susana Ramos Patient Safety 1º Workshop Formativo sobre Segurança Clínica Susana Ramos Junho 2008 : Projectos de Acreditação nos Hospitais 1999 Manual da Qualidade: Normas e Critérios área da Saúde Normas - Gestão

Leia mais

A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO

A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO A CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA FIGUEIRA DA FOZ HOTEL EUROSTARS OASIS PLAZA 19 DE SETEMBRO MODERAÇÃO PEDRO BEJA AFONSO Para além de Presidente do Conselho de Administração do Hospital Distrital da Figueira

Leia mais

Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação

Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação 1 A EXPERIÊNCIA DO CENTRO HOSPITALAR SÃO JOÃO, E.P.E. Fernanda Gonçalves (Responsável pelo Setor de Arquivo e Acesso à Informação) mfernanda.goncalves@hsjoao.min-saude.pt

Leia mais

Sistemas de Informação para a Saúde: Normas e Recomendações Europeias

Sistemas de Informação para a Saúde: Normas e Recomendações Europeias Sistemas de Informação para a Saúde: Normas e Recomendações Europeias Caparica, 3 de Dezembro de 2015 Comissão Técnica CT199 - Sistemas de Informação para a Saúde Objetivos da CT 199 Participar nas votações

Leia mais

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*)

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) Covilhã, 18 de Maio de 2007 (*) Manuel Delgado 1 AGENDA I Breve Caracterização dos Recursos Humanos da Saúde II As Despesas com Pessoal

Leia mais

RSE Registo de Saúde Electrónico

RSE Registo de Saúde Electrónico RSE Registo de Saúde Electrónico R2A: Orientações para Especificação Funcional e Técnica do Sistema de RSE 30 de Setembro de 2009 O presente documento resultou da reformulação do documento preliminar de

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Portugal em Mudança Comissão de Acompanhamento do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento

Sociedade da Informação e do Conhecimento Portugal em Mudança Comissão de Acompanhamento do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento Sociedade da Informação e do Conhecimento Portugal em Mudança Comissão de Acompanhamento do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento Lisboa, 25 Jan 2010 Luis Magalhães UMIC Agência para a Sociedade

Leia mais

Assumir estas tarefas no contexto atual é, sem dúvida, um ato de coragem e de determinação.

Assumir estas tarefas no contexto atual é, sem dúvida, um ato de coragem e de determinação. Discurso do Ministro da Saúde na tomada de posse do Bastonário e Órgãos Nacionais da Ordem dos Farmacêuticos 11 de janeiro de 2013, Palacete Hotel Tivoli, Lisboa É com satisfação que, na pessoa do Sr.

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O e-gov em Portugal Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O Plano Tecnológico é uma estratégia de mudança da base competitiva através do conhecimento, tecnologia e inovação 2 Conhecimento

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro SUMÁRIO EXECUTIVO Relatório

Leia mais

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital U. Lusófona, 11 Jul 2009 Luis Magalhães UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento Ministério da Ciência, Tecnologia

Leia mais

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar?

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Maria João Lage, Paulo Sousa A centralidade que as questões da Qualidade têm na área da saúde é um fenómeno relativamente

Leia mais

Serviços Partilhados em Saúde. Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita

Serviços Partilhados em Saúde. Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita Serviços Partilhados em Saúde Interface Jornadas da Saúde Paula Nanita Lisboa, 22 de Maio de 2007 Unidades de Serviços Partilhados Processos A divisão dos processos entre actividades locais e actividades

Leia mais

A Saúde dos Portugueses que caminhos?

A Saúde dos Portugueses que caminhos? A Saúde dos Portugueses que caminhos? APRESENTAÇÃO Universidade A da [CLIENTE] Beira Interior Covilhã, 19.Maio.2007 PAGE 1 AGENDA Serviço Nacional de Saúde Financiamento privado: o caso MultiCare MultiCare

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI SIG / Plataforma de Gestão de MCDT (Glintt) Evolução nos modelos

Leia mais

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Agenda Digital Local Formação Smart Cities 29 de Outubro de 2013 estrutura da apresentação Conceito de Smart City para além da tecnologia Smart Cities

Leia mais

tgs Resumo do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização think global. think tgs Qualificação e Internacionalização das PME

tgs Resumo do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização think global. think tgs Qualificação e Internacionalização das PME think global. think Resumo do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Qualificação e Internacionalização das PME TGS Março 2015 O que é? O Regulamento Específico do Domínio da Competitividade

Leia mais

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Inovação, Tecnologia e Operações Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Experiência publica e empresarial em Espanha Eduardo Figueiredo Pensar Global e Agir Local para a Excelência do Varejo

Leia mais

Serviço Nacional de Saúde

Serviço Nacional de Saúde Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa

Leia mais

ehcos: PIONEIRO GLOBAL NO CONCEITO DE ELECTRONIC HEALTH RECORDS (EHR) DA NOVA GERAÇÃO

ehcos: PIONEIRO GLOBAL NO CONCEITO DE ELECTRONIC HEALTH RECORDS (EHR) DA NOVA GERAÇÃO ehcos: PIONEIRO GLOBAL NO CONCEITO DE ELECTRONIC HEALTH RECORDS (EHR) DA NOVA GERAÇÃO WHITE PAPER - SETEMBRO 2014 ehcos.com O Gartner, a consultoria líder em investigação em tecnologias da informação,

Leia mais

Inovar em rede. A cidadania na Gestão Pública. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com

Inovar em rede. A cidadania na Gestão Pública. www.quidgest.com quidgest@quidgest.com www.quidgest.com quidgest@quidgest.com Inovar em rede A cidadania na Gestão Pública Quidgest Portugal R. Castilho n.º 63 6.º 1250-068 Lisboa Portugal tel. (+351) 213 870 563 / 652 / 660 fax. (+351) 213

Leia mais

António Borba UMIC. Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009. 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa

António Borba UMIC. Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009. 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa António Borba UMIC Patrocínio: Patrocinadores Globais Plataforma Nacional de

Leia mais

2012 Plano Actividades

2012 Plano Actividades 2012 Plano Actividades Índice 1. Enquadramento... 2 2. Órgãos Sociais... 4 3. Organograma... 4 4. Recursos Existentes... 6 5. Objectivos Estratégicos, Operacionais e Actividades... 7 1 Plano de Actividades

Leia mais

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ARTICULAÇÃO E CONTINUIDADE DE CUIDADOS ANEXO II Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro

Leia mais

Domínio Competitividade e Internacionalização. Sistemas de incentivos às empresas

Domínio Competitividade e Internacionalização. Sistemas de incentivos às empresas Sistemas de incentivos às empresas ACIBTM/In.Cubo 6 de julho 2015 P. O. financiadores Domínio Competitividade e OBJETIVO: Criação de riqueza e de emprego através da melhoria da competitividade das empresas

Leia mais

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004

Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 Acompanhamento e Avaliação dos Hospitais SA em 2003 / 2004 A Empresarialização dos Hospitais 28.06.2005 Índice 1. Introdução 2. Situação Económica e Financeira em 2003 e 2004 Rede SA 3. Produção Hospitalar

Leia mais

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR Saulo Soares de TOLEDO 1, Misael Elias de MORAIS 2, Adson Diego Dionisio da SILVA 3, Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO 4, Valderí Medeiros da SILVA 5 1 Departamento

Leia mais

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de e um compromisso político Apresentação ao Conselho Consultivo do Plano Tecnológico 19 de Julho de 26 Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta

Leia mais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais Derechos Quem Somos O Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos, organizada e posicionada para a oferta integrada de Serviços Partilhados para o sector da Saúde.

Leia mais

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES APRESENTAÇÃO FUNCIONALIDADES VANTAGENS E CARACTERÍSTICAS MÓDULOS COMPLEMENTARES UNIDADES HOSPITALARES O VITA HIS CARE Unidades Hospitalares é um sistema de informação

Leia mais

Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007

Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007 Jornadas dos Administrativos da Saúde A estratégia té do IGIF para as TI na Saúde Maria Júlia Ladeira 26 de Maio 2007 A estratégia do IGIF para as TI na Saúde Programa de Transformação dos SI da Saúde

Leia mais

driven by innovation first-global.com

driven by innovation first-global.com company profile driven by innovation Missão Contribuir para a melhoria dos processos e para o aumento de produtividade dos nossos clientes, adaptando as melhores tecnologias às necessidades reais do mercado.

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

Minhas Senhoras e meus senhores

Minhas Senhoras e meus senhores Cerimónia de entrega de Certificados de Qualidade ISO 9001 Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga 30 de junho de 2015 Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Dr. Emídio Sousa

Leia mais

Inovação pode poupar. dinneiro

Inovação pode poupar. dinneiro Textos ANA SOFIA SANTOS Fotos PAULO VAZ HENRIQUES novação disruptiva é "aquela que permite tornar bens e serviços complexos e caros em bens e serviços simples e baratos". Marta Temido, presidente da presidente

Leia mais

RSE Registo de Saúde Electrónico

RSE Registo de Saúde Electrónico RSE Registo de Saúde Electrónico R2A: Orientações para Especificação Funcional e Técnica do Sistema de RSE [Documento para Discussão Pública] 29 de Junho de 2009 Controlo do Documento Finalidade do Documento

Leia mais

Acesso do Cidadão à Inovação Terapêutica - Oncologia

Acesso do Cidadão à Inovação Terapêutica - Oncologia Acesso do Cidadão à Inovação Terapêutica - Oncologia Equipa de investigação: Ana Escoval (Coordenação) Ana Isabel Santos Rafaela Sousa Susana Moreira Com a colaboração de: Ana Rita Pedro Patrícia Barbosa

Leia mais

Visita Técnica Equipa de Florianópolis

Visita Técnica Equipa de Florianópolis Visita Técnica Equipa de Florianópolis AGENDA I Reforma Cuidados Saude Primarios II Sistema de Informação III BI das USFs Dispositivo de gestão do conhecimento José Luis Biscaia Médico de Familia USF S

Leia mais

O Presente e o Futuro da Segurança no Cuidado ao Paciente Resultados da Acreditação no Novo Cenário Econômico e Populacional

O Presente e o Futuro da Segurança no Cuidado ao Paciente Resultados da Acreditação no Novo Cenário Econômico e Populacional II CONGRESSO DE ACREDITAÇÃO INTERNACIONAL O Presente e o Futuro da Segurança no Cuidado ao Paciente Resultados da Acreditação no Novo Cenário Econômico e Populacional Painel A importância da segurança

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

Luis Natal Marques, Gebalis EEM

Luis Natal Marques, Gebalis EEM Luis Natal Marques, Gebalis EEM TÓPICOS I. Porquê Responsabilidade Social (RS)? II. As Empresas de Serviços de Interesse Geral (SIGs) III. Mais valias da Responsabilidade Social nas Empresas de Serviço

Leia mais

DESENVOLVER A ECONOMIA DIGITAL EM PORTUGAL Alexandre Nilo Fonseca ACEPI Associação do Comércio Electrónico e Publicidade InteraGva

DESENVOLVER A ECONOMIA DIGITAL EM PORTUGAL Alexandre Nilo Fonseca ACEPI Associação do Comércio Electrónico e Publicidade InteraGva DESENVOLVER A ECONOMIA DIGITAL EM PORTUGAL Alexandre Nilo Fonseca ACEPI Associação do Comércio Electrónico e Publicidade InteraGva Workshop PME Digital Ordem dos Economistas 14 de Janeiro de 2014 ACEPI:

Leia mais

ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM

ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DEBATE SOBRE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO RELATÓRIO DA SESSÃO Organizador: Henrique Martins (SPMS,EPE) Convidados:

Leia mais

28-06-2011. Principais motivações:

28-06-2011. Principais motivações: 1 2 Desde o início de 2009 que o HDES tem equacionado a possibilidade de entrar no mercado do Turismo da Saúde, discutindo internamente a ideia e a possível adesão de profissionais médicos, bem como contactando,

Leia mais

Direção-Geral da Saúde

Direção-Geral da Saúde Direção-Geral da Saúde Departamento de Qualidade Divisão de Segurança do Doente Introdução Enquadramento Internacional Enquadramento Nacional Sistema Nacional de Notificação Ápresentação do SNNIEA Introdução

Leia mais

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP A experiência de Valongo Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Da Auto-avaliação

Leia mais

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017

ESTUDO IDC/ACEPI. Economia Digital em Portugal 2009-2017 ESTUDO IDC/ACEPI Economia Digital em Portugal 2009-2017 ECONOMIA DIGITAL NO MUNDO (2012) 2.5 mil milhões de internautas no mundo 850 mil milhões de euros 300 mil milhões de euros Europa maior mercado de

Leia mais

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993

1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 1. BENEFÍCIOS DOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE (SNS) Decreto-Lei nº11/93, DR. I série -A, Nº 12, 15.01.1993 "O S.N.S. engloba um conjunto de instituições e serviços que dependem do Ministério da

Leia mais

Breve olhar sobre a sustentabilidade social

Breve olhar sobre a sustentabilidade social Sustentabilidade na Saúde em Tempos de Mudança Breve olhar sobre a sustentabilidade social Luís A. Carvalho Rodrigues 8 de Novembro de 2012 Luís.acr@sapo.pt A sustentabilidade Sustentabilidade refere a

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas Programa Nacional para as Doenças Oncológicas Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional para as Doenças Oncológicas é considerado prioritário e, à semelhança de outros sete programas,

Leia mais

Directiva INSPIRE. Sessão promovida pelo Grupo Geo-Competitivo 2 da APDSI Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa 27 de Maio de 2008

Directiva INSPIRE. Sessão promovida pelo Grupo Geo-Competitivo 2 da APDSI Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa 27 de Maio de 2008 Directiva INSPIRE Sessão promovida pelo Grupo Geo-Competitivo 2 da APDSI Auditório da Ordem dos Engenheiros, Lisboa 27 de Maio de 2008 Índice Directiva INSPIRE Fase de Transposição 2007-2009 Exigências

Leia mais

O QUE É COMPROMISSO IMPACTO

O QUE É COMPROMISSO IMPACTO 1 AGENDA DIGITAL 2015 O QUE É A Agenda Digital 2015 é um programa de acção inserido no âmbito do Plano Tecnológico que traduz uma aposta determinada na melhoria dos serviços prestados às pessoas e aos

Leia mais

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008

A Estratégia de Lisboa. Plano Tecnológico. e o. Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 A Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico Évora, SI@P 17 de Outubro de 2008 1. Estratégia de Lisboa Estratégia de Lisboa : uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências

Leia mais

BLUEWORKS MEDICAL EXPERT DIAGNOSIS, LDA.

BLUEWORKS MEDICAL EXPERT DIAGNOSIS, LDA. BLUEWORKS MEDICAL EXPERT DIAGNOSIS, LDA. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A BlueWorks Medical Expert Diagnosis, Lda. é uma start-up de Coimbra que se dedica ao desenvolvimento

Leia mais

egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão

egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão egovernment & ehealth 2007 O papel fundamental das tecnologias no bem estar do Cidadão 01 02 03 Indra A Nossa Visão do Sector Público A Administração ao serviço do Cidadão Página 2 Quem Quiénes somos somos

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes

Leia mais

Logótipo da Entidade

Logótipo da Entidade Logótipo da Entidade Codificação de medicamentos e produtos de saúde Perspectiva do INFARMED, I.P. Helder Mota Filipe INFARMED Autoridade Nacional de Medicamentos e Produtos de Saúde, IP Medicamentos Rastreabilidade

Leia mais