Psicopatologia do Desenvolvimento*** Em diversos níveis de análise: 1) Descrição das suas influências e contextos. 2) Definição de Psicopatologia

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1 As relações são centrais ao estudo da Psicopatologia Psicopatologia do Desenvolvimento*** Em diversos níveis de análise: 1) Descrição das suas influências e contextos 2) Definição de Psicopatologia 3) Definição das suas origens e natureza

2 Relações e Desenvolvimento: a Teoria da Vinculação Figuras de referência: John Bowlby e Mary Ainsworth John Bowlby ( ) (cf. Pertencia a uma família da média-alta burguesia londrina. Licenciou-se em Medicina (1928, Cambridge). Especializou-se em Psiquiatria e Psicoterapia infantil e trabalhou, como voluntário num orfanato para crianças com problemas. Recebe formação no Instituto de Psicanlálise de Londres (Debate pós- Freudiano entre Ana Freud e Melanie Klein). Divergências Teóricas (papel atribuído às experiências reais vs conflitos intrapsíquicos; orientação empirísta na recolha de dados) com as Escolas psicanalíticas. Contacto t com os trabalhos de K. Lorenz (1935) no domínio da Etologia.

3 1940: apresentação na Sociedade Psicanalítica Britânica dum texto (The influence of earlyenvironment in the development of neurosis and neurotic character) sobre os efeitos do meio ambiente no desenvolvimento (Muito mal recebido). 1942: integra um grupo de psiquiatras militares durante a Segunda Grande Guerra (alargamento dos conhecimentos de estatística; inicio da formação do Grupo do Tavistock Institute). Década de 50:elaboraboração dos primeiros estudos empíricos sobre os efeitos da separação precoce da criança à mãe (realização de um filme por Bowlby, Robertson & Rosenbluth: A two-year old goes to hospital); apresentação dos primeiros textos preliminares do que viria a ser a sua triologia: The nature of the chid s tie to his mother (1958); Separation Anxieyty (1959); Grief and Mourning in infancy and early childhood (1960) - Elaboração de um relatório para a OMS sobre o destino das crianças sem família (Maternal Care and mental Health (1951) - Contacto com os trabalhos de Harlow (1958) no domínio da Etologia Apresentação da trilogia Attachment and loss: Attachment vol. 1 (1969). Londres: Hogart Press Separation, anxiety and anger, vol.2 (1973) Londres: Hogart Press Loss, sadness and depression, vol.3 (1980). New York: Basic Books

4 Mary Ainsworth ( ) (cf. Psicóloga Clínica Canadiana. 1939: Doutoramento em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de Toronto. Formação e contacto com a Teoria da Segurança (Blatz, 1940, 1966) Participação no Canadian Women s Army Corps, durante a Segunda Guerra Mundial, de onde resultaria o interesse pelo trabalho clínio : integrou a equipa de investigação de Bowlby, através de um anúncio de jornal : estadia em Uganda - primeiro estudo sistemático sobre a observação do desenvolvimento da relação de vinculação entre o bebé e a mãe (método=observações naturalistas e entrevistas). Década de 60: estudo de Baltimore - observação sistemática, em maio natural e laboratorial, das interacções díades mãe-bebé; sistematização do procedimento laboratorial Situação Estranha e do respectivo sistema de classificação. 1978: Patterns of attachment: a psychological study of the Strange Situation.

5 Contribuições de Mary Ainsworth fundamentais para a Teoria da Vinculação: 1) Construção de um procedimento laboratorial de avaliação da vinculação (Situação Estranha) e desenvolvimento do respectivo sistema de classificação. 2) Desenvolvimento conceptual da Teoria, clarificando a ideia da interacção entre padrões de vinculação e os ambientes específicos de prestação de cuidados. Conceitos-chave: base segura; sensitividade e responsividade da figura de vinculação; equilíbrio entre vinculação e exploração.

6 Conceitos e princípios gerais da Teoria da Vinculação Duas assunções básicas: 1) Necessidade humana universal dos indivíduos desenvolverem ligações afectivas de proximidade ao longo da vida, com o objectivo de atingirem segurança, que lhes permita explorar o self, os outros e o mundo com confiança. (Ainsworth, 1967; Ainsworth & Bowlby, 1991) (cf. Baumeister & Leary, 1995, The need to belong: desire for interpersonal attachment as a fundamental human motivation) 2) Influência das relações de vinculação no desenvolvimento, em geral, e na saúde mental, em particular.

7 Vinculação como sistema comportamental e como comportamento Vinculação (como sistema comportamental) é um sistema, com raízes biológicas, destinado à regulação da predisposição p inata para a formação de laços emocionais com a função biológica específica de garantir a protecção face a situações de adversidade. Vinculação (como comportamento) diz respeito a um conjunto diversificado de comportamentos que resultam na obtenção ou na manutenção da proximidade a uma determinada figura, concebida como protectora. (Ex: comportamentos de sinalização: chorar, sorrir, palrar ou chamar; comportamentos de aproximação: procurar, rar seguir ou agarrar)

8 A vinculação como sistema Sistema comportamental: sistema específico da espécie, constituído por comportamentos que, embora morfologicamente diferentes, têm uma finalidade comum, sendo que pelo menos um deles, contribui para a eficácia reprodutiva/sobrevivência da espécie (ex: sexual, exploratório, de prestação de cuidados, de alimentação...) Princípios definidores (Bowlby, 1969, Hinde, 1982; Cassidy & Shaver, 1999): 1) Englobam comportamentos que estão coordenados para atingir um objectivo específico e uma função adaptativa que se estendem por longos períodos de tempo; 2) Implicam a progressiva integração de comportamentos em sequências comportamentais cada vez mais complexas e sofisticadas, que se tornam funcionais ao longo do tempo como resultado da interacção organismo-ambiente;

9 A vinculação como sistema 3) São corrigidos em função do objectivo (ajustamento flexível a diversos ambientes e ao desenvolvimento do indivíduo); 4) São activados e terminados por sinais i internos do organismo e por sinais i externos, ambientais; 5) São guiados biologicamente por um sistema de feed-back que monitoriza os sinais internos (actividades do SNC e hormonal) e os sinais externos que levam à activação/desactivação do sistema; 6) Interagem com outros sistemas comportamentais; 7) Estão organizados e integrados em sistemas de controlo cognitivo específico (nos humanos, representações mentais);

10 Regulação do sistema comportamental da vinculação Com base: 1) - condições físicas e psicológicas do indivíduo (ex: fadiga, fome, doença, dor, frio... - condições do meio (ex. ausência ou partida da figura de vinculação; situações sentidas como ameaçadoras e ansiógenas) - avaliação subjectiva das circunstãncias internas e externas - confronto com o critério de segurança percebida (felt security) 2) Articulação com outros sistemas comportamentais, particularmente o de exploração Objectivo: - manutenção da proximidade/distância física ou presença (Bowlby, 1969) - acessibilidade (Bowlby, 1973) - acessibilidade responsiva (Bowlby, 1973) Resultado: Activação / desactivação do sistema de vinculação (contribuição de Ainsworth e Bretherton para a noção de sistema continuamente activo )

11 Regulação do sistema comportamental da vinculação Factores de que depende a activação / desactivação: nível de activação do sistema idade - capacidade de representação interna da figura de vinculação - capacidade para lidar com recursos simbólicos (fotografias, objectos...) - experiência

12 Desenvolvimento do comportamento de vinculação Fases: Fase 1 - Orientação e sinais com discriminação limitada da figura Idade: 8 12 semanas de idade Caracterização: embora sem capacidade para discriminar figuras, orientação especial para os seres humanos Exemplo de comportamentos: sorrir, agarrar, seguir, palrar Fase 2 - Orientação e sinais dirigidos a uma (ou mais) figura(s )de vinculação discriminada(s) Idade: 8 /12 semanas 6 meses de idade Caracterização: início da discriminação de figura(s) com quem começa a estabelecer uma relação particular Exemplo de comportamentos: (incremento de)sorrir, agarrar, seguir, palrar

13 Desenvolvimento do comportamento de vinculação Fase 3 - Manutenção da proximidade a uma figura discriminada por meio da locomoção e de sinais Idade: 6/7 meses 2/3 anos de idade Caracterização: discriminação fina da fgura de vinculação para servir de base-segura / refúgio seguro, durante as incursões pelo meio; maior reserva perante estranhos; discriminação de outras pessoas como figuras de vinculação secundárias Exemplo de comportamentos: repertório comportamental sofisticado (locomoção) - segue a figura de vinculação Fase 4 - Formação de uma parceria orientada por objectivos Idade: 4 anos de idade,... Caracterização: as acções de aproximação da figura de vinculação passam a depender das representações que tem de si, do outro e do meio; figura de vinculação com maior estabilidade (espacial e temporal) maior capacidade de prever as suas acções independentemente das suas necessidades; negiciação de objectivos conjuntos Exemplo de comportamentos:

14 CARACTERÍSTICAS DA VINCULAÇÃO (na infância) Critérios de distinção entre vinculação (na infância) e outras formas de relações interpessoais (Weiss,1991): 1. Procura de proximidade 2. Efeito de base de segurança 3. Protesto na altura de separação 4. Ser activada por situações ameaçadoras 5. Especificidade da figura de vinculação 6. Impossibilidade de controlo consciente. 7. Persistência 8. Independência de outras características da relação como uma aproximação a situações que

15 Natureza e qualidade das vinculações - avaliação e tipologias Situação Estranha (Ainsworth, 1978): procedimento laboratorial estandartizado, destinado a avaliar a organização da vinculação num contexto t relacional, l numa situação de stress (local l estranho, interacção com estranho, separações da FV). Forma: sequência fixa de vários episódios, concebida como uma aproximação a situações que a maioria dos bebés encontra no seu quotidiano e destinados a activar e/ou intensificar o sistema comportamental de vinculação. Duração: aproximadamente 20 minutos Aplicação: bebés entre os meses de idade O que permite avaliar: (equilíbrio entre vinculação-exploração) Comportamento exploratório do bebé/ Funcionamento da mãe como base-segurasegura Reacção ao estranho (na presença e na ausência da mãe) Protesto de separação e comportamento na ausência da mãe Reunião com a mãe Métodos de avaliação: a) Frequência de comportamentos específicos em cada episódio (ex. locomoção, orientação visual, choro, contacto físico,...) b) Comportamento interactivo do bebé com a mãe e com a estranha. c) Classificação dos bebés de acordo com os padrões de comportamento exibidos.

16 Situação Estranha (procedimentos e episódios) (In I. Jongenelen, 2004, p.)

17 Padrões de organização da vinculação na infância classificação de acordo com Ainsworth, 1978 Estratégias organizadas adas pela criança no sentido de gerir a ansiedade causada pela separação e pela reunião (Cicchetti et al., 1995) Padrões de Vinculação Padrão A: Inseguro-Evitante (20%, Aiinsworth, 1978) (15-25%,Meta-análise; vanijzendoorn, 1988) Padrão B: Seguro (70%, Aiinsworth, 1978) (50-75%,Meta-análise; vanijzendoorn, 1988) Padrão C: Inseguro-Ansioso (10%, Aiinsworth, 1978) (10% ou menos,metaanálise;vanijzendoorn, 1988) Descrição dos comportamentos de interacção Exploração independente da mãe (no início, separa-se da mãe para explorar o ambiente; baixa partilha de afectos; estabelece relação com o estranho). Evitamento activo da mãe após a reunião (olha para outro lado, movimenta-se noutra direcção, ignora; não evita o estranho); baixo protesto na altura da saída da mãe. Predomínio do comportamento exploratório sobre o de vinculação A mãe é uma base de segurança para exploração do ambiente (separa-se para brincar, partilha emoções enquanto brinca, estabelece relação com o estranho na presença da mãe; conforta-se rapidamente, após situação indutora de stress). Procura activa de contacto e interacção, após reunião (quando agitada, procura imediatamente o contacto e este põe fim à agitação; quando não está agitada, mostra-se satisfeita por ver a mãe e dá início à interacção). Alternância equilibrada entre comportamentos de exploração e de vinculação. Comportamento exploratório pobre (dificuldade de se isolar para explorar o ambiente; necessita sempre de contacto, mesmo antes da separação; receio de situações e pessoas diferentes). Hipervigilância face à acessibilidade da FV; monitorização contínua da sua localização. Dificuldade de estabelecer contacto após a reunião (existência simultânea de procura e resistência ao contacto, gritando, dando pontapés ou rejeitando brinquedos; pode continuar a chorar e gritar ou aparentar grande passividade). Predomínio do comportamento de vinculação sobre o de exploração.

18 Padrões de organização da vinculação na infância classificação de acordo com Main & Solomon, 1990 Padrões de Vinculação Padrão A, B e C Padrão D: Desorganizado Descrição dos comportamentos de interacção (Equivalentes ao sumariado) Manifestação sequencial de padrões comportamentais contraditórios, movimentos e expressões incompletos ou indirectos; comportamentos estereotipados; movimentos assimétricos.

19 Padrões de organização da vinculação na infância Padrões de Vinculação Padrão A: Inseguro-Evitante Padrão B: Seguro Padrão C: Inseguro-Ansioso Comportamentos da Figura de Vinculação (sit.estr.+casa) Mãe consistentemente insensível às necessidades de vinculação da criança. Dificuldade na procura de contacto físico com os filhos; evitamento de expressões de carinho físico e de expressão de emoções na interacção com a crança. Mãe consistentemente sensível às necessidades da criança. Sensitiva e respondente. Procura activa de contacto e interacção, após reunião (quando a) persistência na não responsividade às necessidades de vinculação da criança e/ou situações de rejeição. b) descontinuidade de cuidados (hospitalização, separação...) c) ameaças de desamor como forma de controlo d) ameaças de abandono como imposição de disciplina e) ameaças parentais de desertar, suicidar-se id ou matar o outro f) indução de sentimento de culpa sobre doença ou morte da figura parental. g) inversão de papéis-criança solicitada a ser a figura de vinculação do progenitor. (Bowlby, 1977, pp )

20 Antecedentes da qualidade de vinculação na infância Dimensões comportamentais da figura de vinculação relevantes (Ainsworth, 1978) 1) Sensibilidade (sensitividade + responsividade) vs insensibilidade***: capacidade da mãe para perceber e interpretar adequadamente os sinais e comunicações implícitas no comportamento do bebé (sensitividade) e responder de forma adequada e contingente (responsividade). 2) Cooperação vs interferência: grau de respeito da mãe pelo bebé, como pessoa separada, activa e autónoma, cujos desejos e actividades têm validade em si mesmos. 3) Aceitação vs rejeição: equilíbrio entre os sentimentos positivos e negativos da mãe sobre o bebé e sobre a sua capacidade de integrar ou resolver os seus sentimentos contraditórios. 4) Disponibilidade vs indisponibilidade: acessibilidade psicológica da mãe no sentido de dar atenção aos sinais e comunicação do bebé. Mais do que características estáticas da mãe, são inerentemente conceitos diádicos*** uma vez que não podem ser definidas sem a referência a uma criança específica, num momento particular (Sroufe & Sampson, 2000)

21 Antecedentes da qualidade de vinculação na infância (outros) Determinantes do comportamento parental Relação conjugal Contexto social História de Personalidade Comportamento Características desenvolvimento parental da criança Trabalho Desenvolvimento da criança (Belsky, 1984, p. 84; Belsky & Isabella, 1988, p.47)

22 Antecedentes da qualidade de vinculação na infância Uma abordagem ecológica no estudo da adaptação e comportamento parental Adaptação à parentalidade Comportamento parental Indivíduo Trabalho, família alargada, amigos (...) Apoio social mais lato Microsistema Exosistema Macrosistema Relação com a criança Relação conjugal Contexto e dinâmicas familiares (...) Contexto social, económico, cultural, histórico, legal (...) Canavarro, M. C. & Pedrosa, (no prelo). Transição para a parentalidade: - Compreensão segundo diferentes perspectivas teóricas. In I. Leal (Ed.) Psicologia da gravidez e da parentalidade.. Lisboa: Fim de Século.

23 Modelos internos dinâmicos: natureza e função Modelos internos dinâmicos (working g models): ) conjunto de representações mentais sobre si próprio, os outros e o mundo, que ajudam o indivíduo a dar significado aos acontecimentos, antever o futuro e a arquitectar planos (Bowlby, 1973, p.203) (De acordo com Bretherton, 1985): Modelo (model) noção de construção/desenvolvimento ao longo do qual os modelos mais complexos substituem progressivamente as versões mais antigas e simples. Interno - Mental/Representação cognitiva Dinâmico (working) - ênfase nos aspectos dinâmicos dos modelos- a) possibilidade de interpretar o presente e avaliar hipóteses alternativas de acções futuras b) possibilidade d de se modificarem/acomodarem d a novas situações

24 Modelos internos dinâmicos: natureza e função Origem : Desde os primeiros de tempos de vida, a partir das experiências com as figuras de vinculação a criança vai recolhendo informação e construindo expectativas sobra a sua acessibilidade e responsividade, embora seja a presença efectiva da FV que determina a reacção do bebé perante uma ameaça. A partir do ano de idade (desenvolvimento de competências cognitivas) que lhe permitem compreender as condições que a fazem sentir segura, conseguindo planear o seu comportamento para as atingir. No segundo ano terceiro anos de vida (aquisição da linguagem) construção de modelos internos sobre o mundo físico, o comportamento da FV, o seu próprio comportamento e como cada um interage com os outros. A reacção face a uma ameaça e determinada pela confiança gerada pelas expectativas sobre a disponibilidade ou indisponibilidade da FV para responder ás suas necessidades.

25 Modelos internos dinâmicos: natureza e função O desenvolvimento da confiança básica depende de: a) percepção de si próprio enquanto sujeito merecedor ecedo de amor e atenção, capaz de desencadear nas FV a sensibilidade e a disponibilidade para responder às necessidades em causa (modelo de si). b) Percepção dos outros enquanto figuras acessíveis e responsivas para fornecer o apoio o e dar protecção (modelo o do outro). o) Desenvolvimento de forma complementar e mutuamente confirmatória Tendência a generalização a outros contextos

26 Modelos internos dinâmicos: natureza e função Continuidade e mudança (de acordo com Bowlby, 1973) Uma vez construídos os modelos (self e do outro) - Passam a operar de forma automática, anívelinconsciente - Assimilação da informação de acordo com os modelos pré-existentes MAS... Maior probabilidade de continuidade possuem a capacidade d de transformação e adaptação (Acomodação a novas situações); é possível a mudança - Feita através de uma revisão gradual - Baseada em pequenas modificações que se constituem como experiências desconfirmatórias - Devido a - confronto com novos períodos desenvolvimentais - mudanças nas relações de vinculação (casamento, nascimento de um filho// divórcio, perda)

27 Conceitos-Chave- em forma de síntese (construção de um mapa conceptual) Sistema de prestação de cuidados Sistema de vinculação Comportamentos de vinculação Sistema de exploração FIGURA DA VINCULAÇÃO CRIANÇA Disponibilidade Sensitividade Responsividade Consistência Interacção Modelos internos dinâmicos Vinculação segura Vinculação insegura (Ansiosa/ Evitante)

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