Título do Trabalho: A COMUNICAÇÃO TURÍSTICA COMO MANIFESTAÇÃO DA HOSPITALIDADE DE UM DESTINO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Título do Trabalho: A COMUNICAÇÃO TURÍSTICA COMO MANIFESTAÇÃO DA HOSPITALIDADE DE UM DESTINO"

Transcrição

1 Comunicação Acadêmica sobre Comunicação Diversional: Entretenimento, Lazer e Turismo Título do Trabalho: A COMUNICAÇÃO TURÍSTICA COMO MANIFESTAÇÃO DA HOSPITALIDADE DE UM DESTINO Autor: Prof. Dr. José Roberto Yasoshima Pesquisador do Núcleo de Turismo da USP, Professor do Curso de Turismo da Umesp e das Faculdades Integradas Rio Branco - Bacharel em Administração de Empresas, Universidade Presbiteriana Mackenzie - Graduado em Hotelaria, Faculdades Senac - Especialista em Didática do Ensino Superior, Universidade Presbiteriana Mackenzie - Especialista em Planificação Estratégica do Turismo, Universidade de São Paulo - MBA em Turismo, Universidade de São Paulo FEA/Fipe/Usp - Mestre em Ciências Turismo e Lazer, Universidade de São Paulo - Doutor em Ciências da Comunicação Turismo e Lazer, Universidade de São Paulo Resumo O turismo é um domínio específico no qual não se pode improvisar um especialista. As técnicas de vendas e de comercialização não podem ser simplesmente transpostas, como salientam Lanquar e Hollier. Segundo Boyer e Viallon, do ponto de vista epistemológico, a comunicação e o turismo têm um ponto em comum: formam mais campos científicos do que disciplinas fechadas. Várias abordagens desses dois domínios são possíveis: sociológico, histórico, jurídico, econômico, etc.,.mas só uma visão interdisciplinar permite uma análise exaustiva e cientificamente comprovada. Este trabalho procura mostrar como a comunicação turística se torna o principal suporte para um destino turístico se feita integrada à vontade de bem acolher o turista. A partir de uma pesquisa da comunicação turística feita em cerca de 50 estâncias paulistas, o autor propõe um modelo de comunicação turística que tem como base a hospitalidade. Palavras-chave: Comunicação Turística, Hospitalidade, Acollhimento Turístico

2 INTRODUÇÃO A atividade do turismo hoje é reconhecida como uma poderosa alavanca para a promoção do desenvolvimento sustentável de uma cidade, região ou país. Muitos governos têm entendido a sua importância e envidam esforços no planejamento e implementação do turismo em seu território. O Brasil tem uma oferta potencial diferencial e privilegiada no cenário mundial. A sua unidade geopolítica é um caleidoscópio das riquezas culturais regionais tão diversas e singulares, mas sempre integradas num sentimento único da nacionalidade. Agregada a este potencial, está a hospitalidade do povo brasileiro reconhecida por todos aqueles que nos visitam. Mas até que ponto essa hospitalidade, herdada das várias raízes que formaram o povo brasileiro, se manifesta no acolhimento turístico? Este trabalho é uma tentativa de reposta à esta questão. O turista busca experiências diversas, satisfações psíquicas e físicas, e a comunidade anfitriã procura, em contrapartida, os benefícios econômicos que a atividade pode propiciar. O encontro do turista com o autóctone tem sido motivo de vários estudos no campo da sociologia e antropologia. O cerne da questão são as possíveis alterações culturais que esse contato pode ocasionar. Com a popularização do turismo, as chamadas hordas douradas ou novos bárbaros invadem os destinos turísticos causando impactos socioeconômicos negativos que, com o tempo podem mudar a percepção e a atitude dos moradores em relação aos turistas. O que a princípio seria a redenção do lugar passa a ser execrado, por ser visto como a causa de todos os males, engendrando a passagem do estágio de euforia para o do antagonismo. Isso ocorre em razão da divergência do foco entre o global e o local. O global visa o crescimento econômico, vê o turismo como indústria e consumo, pensa na globalização e na modernização. É a visão oposta do local que deseja um desenvolvimento humano sustentável e que vê o turismo como um sistema que deve respeitar a sua cultura. A dualidade de foco acarreta uma dúvida acerca do comportamento da comunidade anfitriã em relação aos seus 1

3 visitantes. É possível manter o espírito de hospitalidade? A partir da hospitalidade é possível criar um modelo de acolhimento turístico de qualidade? Capítulo I A HOSPITALIDADE TURÍSTICA MANIFESTADA ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO Os elementos do turismo devem ser estudados numa abordagem sistêmica. É sob esta ótica que foi feita a proposta de um modelo de acolhimento turístico, apresentada neste trabalho. E para um melhor entendimento do modelo proposto, utilizamos o referencial teórico de sistema de turismo sugerido por Leiper, esquematizado na Figura 1.1. Figura 1.1 O Sistema de Turismo Relações Espaciais ORIGEM TURISTA ROTAS TRÂNSITO 3 DESTINO 3 5 INDÚSTRIA Relações Funcionais Fonte: COOPER, Chris et all. Turismo: princípios e prática, Os elementos do sistema turístico são: os turistas, as regiões geradoras ou de origem, as rotas de trânsito, os pontos de destino e a indústria. Esses quatro elementos estão interrelacionados por relações funcionais e espaciais e seus principais fluxos correlativos são: (1) Origem turista = Este fluxo depende de possibilidades econômicas (conjuntura do país, por exemplo); (2) Origem rotas de trânsito = Fluxo de comunicações e transportes; (3) Turista rotas de trânsito = Fluxo motivacional; (4) Turista destino = Fluxo recreacional ou cultural; 2

4 (5) Destino origem = Fluxo de oferta e demanda. Qualquer tentativa de definir turismo e descrever toda a sua abrangência deve levar em consideração os diferentes grupos que participam desse setor e que são afetados por ele. GOELDNER, RITCHIE & McINTOSCH (2002, p.23) enfatizam as expectativas geradas pelo turismo para o turista, para as empresas fornecedoras de bens e serviços, para o governo da área da comunidade anfitriã e para a comunidade anfitriã: a) O turista. O turista busca experiências diversas, satisfações psíquicas e físicas. A natureza dessas demandas irá determinar os destinos escolhidos e as atividades neles desenvolvidas. b) As empresas fornecedoras de bens e serviços. Os empresários vêem o turismo como uma oportunidade para obter lucros ao fornecer os bens e os serviços que o mercado turístico demanda. c) O governo da área ou comunidade anfitriã. Os políticos vêem o setor de turismo como um fator de riqueza nas economias sob suas jurisdições. Sua perspectiva está relacionada com a renda que seus cidadãos podem obter desse negócio. Eles também levam em consideração as receitas de moeda estrangeira trazidas pelo turismo internacional, bem como as receitas oriundas de impostos sobre despesas turísticas, diretas ou indiretas. d) A comunidade anfitriã. A população local geralmente vê o turismo como um fator de emprego e cultura. O importante para este grupo, por exemplo, é o efeito da interação com grande número de visitantes internacionais. Esse efeito pode ser benéfico ou prejudicial, ou ambos. Assim o turismo pode ser definido como a soma de fenômenos e relações originados da interação de turistas, empresas, governos locais e comunidades anfitriãs, no processo de atrair e receber turistas e outros visitantes.(o grifo é nosso) (GOELDNER, RITCHIE & McINTOSCH, 2002, p.23) Os relacionamentos turísticos, segundo URRY (1996, p. 17), surgem de um movimento das pessoas para várias destinações e sua permanência nelas. Isso envolve necessariamente um deslocamento através do espaço, isto é a viagem, e um período de permanência em um lugar ou novos lugares. 3

5 No encontro entre o turista e o residente é que se dão as mudanças de valores e atitudes. A intensidade da mudança está diretamente relacionada com o grau de contato feito. KADT (1979, p. 50) estabelece três ocasiões principais da interação do turista com o habitante: 1) Quando o turista compra do habitante um bem ou serviço; 2) Quando o turista e o habitante local compartilham um espaço comum, por exemplo, numa praia ou num espetáculo; 3) Enfim, quando os dois atores se encontram para trocar conhecimentos e idéias. O turista sempre estará na casa dos outros, pois esta situação decorre da própria definição de turista, aquele que se desloca para fora de seu lugar residência habitual. Nesse deslocamento temporário se dá a sua interação com as comunidades anfitriãs, onde seu olhar procurará avidamente registrar todos os detalhes das diferentes paisagens. São vários os determinantes das relações sociais que se criam entre hospedeiros e hóspedes, e que podem explicar as atitudes e comportamentos. Vamos abordar dois deles que julgamos os mais importantes:o número de visitantes e o objeto predominante do olhar: O número de turistas que visitam um lugar em relação ao tamanho da população hospedeira e à escala dos objetos que estão sendo contemplados. Por exemplo, o tamanho geográfico da Nova Zelândia permitiria que um número maior de turistas a visitasse sem provocar danos ao meio ambiente e sem exercer efeitos sociais indesejáveis. Em contraste, a exigüidade física de Cingapura significa que turistas extras não podem ser facilmente acomodados, mesmo que se construam hotéis, o que aliás, só seria possível se fossem demolidas as lojas chinesas remanescentes que, no passado, foram um dos principais objetos do olhar do turista. Do mesmo modo, a cidade medieval de Dubrovnik 1, magnificamente preservada, tem um limite físico absoluto determinado não só pelas muralhas da cidade, como pelo fato de que mais de quatro mil pessoas vivem no espaço delimitado por essas muralhas. A população residente é numericamente ultrapassada no pico do verão. O objeto predominante do olhar do turista... Aquelas atividades turísticas que envolvem a observação dos objetos físicos são nitidamente menos invasivas do que as que envolvem a observação de indivíduos e grupos. Além disso, em relação a esta última categoria, a observação das vidas privadas dos hospedeiros produzirá um grande estresse social. Os exemplos incluem os esquimós ou os masai, que reagiram ao olhar cobrando determinada quantia de libras por carro em troca de visitas às suas choupanas de barro. (URRY, 1990, p ) 1 Nota do autor: Em 1990, quando o Prof. John Urry, da Universidade de Lancaster, lançou o livro The tourist gaze (O olhar do Turista), uma obra de referência no estudo do turismo, a cidade de Dubrovnik, na Croácia, ainda permanecia intacta. Mas o recrudescimento da Guerra dos Bálcãs teve um de seus piores momentos quando a Jóia do Adriático foi parcialmente destruída, em 1991, durante o ataque contra ao seu porto histórico. 4

6 O escopo deste trabalho é justamente o de mostrar a interação de turistas com as comunidades anfitriãs sob a ótica da hospitalidade, no seu sentido lato de dom, de virtude e de traço cultural característico de um povo, como pressuposto para um encontro amistoso e enriquecedor de ambos os lados. Uma análise mais aprofundada é dada por RAFFESTIN (1997, p. 168), o hóspede (hôte) é uma palavra que deriva de estrangeiro: estrangeiro favorável (hôte) ou estrangeiro hostil (inimigo). Hóstia é a vítima servida para compensar a cólera dos deuses. É hostis aquele que está numa relação de compensação, o que é bem a base da instituição da hospitalidade. Ela é fundamentada sobre a idéia de que um homem é ligado a outro. Hóstia tem sempre um valor recíproco pela obrigação de compensar uma certa prestação recebida por alguém. Se o xénos grego tornou-se, após Homero, o estrangeiro, o não-nacional, o hostis tornou-se o inimigo, em latim. Na língua inglesa o vocábulo hospitality tem um significado que o torna mais específico e comercial. Talvez seja por esta razão que o sentido de hospitalidade na língua inglesa restrinjase particularmente às atividades hoteleiras. A par dessas considerações de ordem etimológica é preciso conceituar o que é a hospitalidade. São diversas definições dadas por vários autores e sob a ótica de várias linhas do pensamento filosófico. Entretanto o senso da hospitalidade converge para um ponto comum encontrado em todas as definições: o da alteridade e da relação com o outro, seja ele considerado membro ou estrangeiro. A concepção de GODBOUT (1997, p. 46) é interessante por destacar bem a dualidade de papéis dentro de um espaço, onde as fronteiras são delimitadas e temporariamente franqueadas: A hospitalidade é um encontro, certamente, mas nem todos os encontros são hospitalidade. Sua característica essencial é de ser um encontro entre protagonistas que não têm o mesmo status. Um é recebido, o outro recebe. Essa diferença de status cria uma instabilidade no centro da prova da hospitalidade. A hospitalidade é receber alguém em sua casa e ser recebido por alguém, em seu espaço. A hospitalidade é acompanhada de numerosos ritos. Eles servem para marcar a fronteira móvel, mas sempre presente, marcando o lugar social da hospitalidade, e balizando e enquadrando os comportamentos para tornar a prova mais fácil. A hospitalidade consiste em franquear uma fronteira sem eliminá-la. 5

7 defini-la: Em GOTMAN (2001, p. 13) a autora retoma as raízes etimológicas da hospitalidade para A palavra hospitalidade, tal qual empregada hoje, teria aparecido pela primeira vez na língua francesa em 1206, emprestada da palavra latina hospitalitas, derivada de hospitalis. Ela designa então o alojamento gratuito e a atitude caridosa que correspondem ao acolhimento dos indigentes, dos viajantes nos conventos, nos hospícios e hospitais. No século XVI a palavra reaparece no antigo contexto, hospitalier, como direito recíproco de proteção e abrigo. O dicionário Robert declina hospitalidade segundo quatro regimes: a caridade, o direito, a liberalidade e o bem querer ação de receber em sua casa, de acolher de bom grado. Ele dá como sinônimos: acolhimento e recepção. A hospitalidade pode ser definida como o que permite aos indivíduos e às famílias de lugares diferentes a sociabilização, o alojamento e a prestação de serviços mútua e reciprocamente. Isto significa que a hospitalidade implica em práticas de sociabilidade, de ajuda e de serviços que facilitam o acesso aos recursos locais e o engajamento dos laços, ultrapassando a interação imediata. A hospitalidade supõe também e talvez sobretudo um dispositivo, um quadro, um protocolo que garante a chegada, o encontro, a permanência e a partida do hóspede o que é permitido... ; o fato de se dar ciência do que é permitido é forma de mostrar o que é proibido. Esse aparente paradoxo confere à hospitalidade um caráter que, longe de ser absoluto, tem sempre a inospitalidade por horizonte. Centrar a reflexão sobre esta caixa preta deve também ajudar a melhor compreender os mecanismos da hospitalidade e da inospitalidade. (GOTMAN, 2001, p.2) RAFFESTIN (1997, p. 167) define a hospitalidade como uma ponte entre dois mundos, como um elemento sintáxico na vida social que exprime a articulação entre o conhecido e o desconhecido, entre o localizado e o errante, entre o amigo e o inimigo, de acordo com as circunstâncias. Enraizada na cultura, a hospitalidade é objeto de um culto que se manteve sob forma renovada. No estágio atual parece absolutamente necessário repensar a noção de hospitalidade, que vai bem além da relação entre aquele que recebe e aquele que é recebido, mesmo quando esta identificação fundamental permaneça. Ao se dar à hospitalidade não há uma cessão de espaço ao estranho ou estrangeiro, o que ocorre é o acolhimento dele em seu próprio espaço. O espaço é sempre do doador. A fronteira delimita uma parte interior, o território urbano e uma parte exterior, o espaço não urbanizado. Este limite é de uma extrema importância pois que define a cidade e a não-cidade. É a diferença entre foris e domi: o externo começa antes da porta de entrada, e é tratado como o lado de fora (foris) na perspectiva de quem está em casa (domi). A palavra domi é tomada como metonímia de polis e civitas. Essas portas, ao se fecharem ou se abrirem, tornam-se símbolo da separação ou da comunicação entre um mundo e outro: é por lá que o espaço da possessão, o lugar fechado da segurança, que delimita o poder do dono (dominus), abre-se sobre 6

8 um mundo estranho e freqüentemente hostil. Os ritos de passagem da porta a mitologia da porta fornecem a esta representação um simbolismo religioso. O termo oposto a domi é ager, campo, sobre a forma de peregri, peregre, de onde deriva o vocábulo peregrino (peregrinus), estrangeiro. (RAFFESTIN,1997, p.166) No momento atual, a liberdade de circulação não pressupõe a abolição dos limites, nem a supressão da autonomia dos Estados. Nesta era de mundialização os Estados são atravessados por fluxos econômicos, financeiros, culturais, mediáticos, e cuja circulação não conseguem controlar. Isto pode levar ao conceito errôneo de que não existem mais fronteiras, de que chegamos ao pleno estágio da aldeia global, preconizada por McLuhan. Os limites existem para demarcar não só o domínio do espaço, como também o dos valores culturais. E eles se tornaram mais rígidos após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos da América. O recente entrevero entre Brasil e Estados Unidos da América em razão da adoção de novo sistema de controle de fronteiras comprova o quão frágil é a liberdade de ir e vir que, a priori, deveria ser uma característica da globalização. Hoje o acolhimento turístico deve ser baseado na hospitalidade, na vontade de receber e bem receber o visitante. As cidades que pretendam desenvolver sua vocação turística devem atrair e facilitar o deslocamento dos turistas em seu espaço. Os próprios meios de comunicação tornaram os destinos turísticos muito conhecidos e um processo de imitação fez com que muitas cidades apresentem as mesmas características, que faz aumentar a concorrência entre elas. Ao tratar da divulgação de determinados destinos LAGE (2000, p. 44) refere-se às localidades, cidadezinhas antes desconhecidas que passaram a ser objeto de interesse de muitos viajantes, criando um desenvolvimento em pólos turísticos de grande atração, depois que foram projetados pela mídia em seriados em que artistas famosos apareciam. É um exemplo de como os indivíduos observam ações comportamentais de outras pessoas e passam a aceitá-las, adotando modelos semelhantes de conduta social. Nos anos 50 e 60 a indústria cinematográfica de Hollywood já sabia do seu poder de influenciar o comportamento dos seus espectadores. Alguns filmes da época são verdadeiras obras-primas de divulgação de destinos turísticos, não só dos Estados Unidos, como também de 7

9 outros países. O filme O Seresteiro de Acapulco 2, com Elvis Presley, lançado em 1963, divulgou mundialmente o rochedo de La Quebrada e a cidade de Acapulco. A idílica paisagem austríaca teve sua imagem fortemente reforçada pela ambientação do filme A Noviça Rebelde 3, rodado em 1965, na região de Saltzburgo. Esta cidade soube aproveitar bem a promoção feita pelo cinema, e criou um roteiro específico para satisfazer a curiosidade dos turistas que queriam conhecer os lugares onde as cenas do filme foram feitas, o The Sound of Music Tour. O que não representou para Roma toda a filmografia feita nela como A Princesa e o Plebeu 4, em sua primeira versão com Gregory Peck e Audrey Hepburn, ou o Candelabro Italiano 5, de 1962? O melodrama que mais parece um roteiro turístico de Roma e da Itália, com ousadas ações de marketing para a época, como o merchandising do licor Strega e de sua lenda, tão bem encaixado no enredo do filme. No Brasil, as novelas exercem forte influência na divulgação de cidades e países, como foi o caso de Pantanal, Tropicaliente, Redenção e O Clone, esta última com dois fortes apelos, o primeiro de vencer o preconceito gerado contra os árabes, em conseqüência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, o segundo foi a divulgação de Marrocos. Mas, além dessa forma indireta de divulgação, surge uma questão que precisa ter uma resposta: Existe uma Comunicação Turística? Falar de comunicação turística, é mais do que associar dois conceitos. Com efeito, o uso imoderado que é feito da palavra comunicação tem por conseqüência um campo tão vasto de significações que o grande público não consegue entender. O extraordinário desenvolvimento da comunicação impôs as noções de emissor e de receptor, de mensagem, de imagem... Em nossa época, o marketing não elucida muito a situação. No emaranhado de neologismos e modismos, é preciso então ser uma espécie de clarividente. (BOYER & VIALLON, 1994, p. 3). A linha do pensamento científico impõe, na percepção de BOYER & VIALLON, um destaque para os principais pontos da abordagem: 2 Título em inglês: Fun in Acapulco 3 Título em inglês: The Sound of Music 4 Título em inglês: Roman Holidays 5 Título em ingles: Rome Adventure. 8

10 ?? Que a comunicação é um domínio complexo, como a sociedade na qual esta disciplina apareceu. À sociedade complexa corresponde um pensamento complexo, usando-se as palavras de Edgar Morin. De outra parte, nós não queremos encarar a comunicação como uma simples técnica, mas como uma ciência, reconhecida pela comunidade de pesquisadores, de campo limitado: as ciências da informação e da comunicação estudam as próprias noções da informação e da comunicação, o funcionamento dos processos, as produções e usos, os atores individuais e institucionais, o conteúdo da informação, suas propriedades, seus efeitos e as representações que ela veicula, e enfim os meios (mídia) de comunicação. Todos estes parâmetros aplicados ao turismo permitem uma análise completa do fenômeno numa ótica de comunicação;?? Que o turismo é um domínio específico, em que não se improvisa um especialista. As técnicas de venda e de comercialização não podem ser aqui puramente ou simplesmente transpostas. Conceber o turismo como uma indústria que fabrica produtos turísticos, assegurando a promoção e as vendas é simplesmente um desvio de linguagem. A imagem está na origem da decisão do turista de deixar seu domicílio e partir para um determinado destino;?? Que, do ponto de vista epistemológico, a comunicação e o turismo têm um ponto em comum: eles formam mais campos científicos do que disciplinas fechadas. Numerosas abordagens destes dois domínios são possíveis (sociológica, histórica, jurídica, econômica, etc,...) mas só uma visão interdisciplinar permite uma análise exaustiva e cientificamente probante. Uma das afirmações falaciosas sobre o turismo é de que os lugares para onde os turistas vão são turísticos em si mesmos e a única diferença entre eles é a qualidade e a importância dos equipamentos. Entre os sítios e os monumentos que o turista visita, estão aqueles que merecem ser visto, como está escrito nos guias turísticos que os classificam; aqueles que valem a viagem, aqueles que merecem o desvio e aqueles que são simplesmente interessantes. Os guias omitem aqueles lugares que aparentemente não têm interesse e os turistas os negligenciam. A comunicação turística se limita a uma técnica de por em evidência esses atrativos previamente notados por uma pesquisa e assinalados com estrelas ou asteriscos, 9

11 em letras mais ou menos destacadas, signalética nas margens das estradas acompanhando um turista que vai a um lugar de notoriedade. Pode-se refutar essa falácia dizendo que nenhum lugar, nenhum sítio é turístico em si mesmo; nenhum critério científico pode estabelecer um grau maior ou menor de turisticidade, nada que fundamente o seightseeing 6, isto é, a obrigação de ver aquilo que deve ser visto... a não ser o fluxo renovado de turistas nesse local e a redundância dos comentários, suplementos e revistas de viagens, guias turísticos, etc. Ao utilizar uma classificação hierarquizada, os guias turísticos falham em julgar através de critérios subjetivos o maior ou menor valor de um monumento ou de um sítio natural ou histórico pois, a priori, ao classificar os atrativos, automaticamente estão classificando os próprios turistas. Por outro lado os turistas, ao buscarem informações nos guias turísticos, procuram antes de tudo rentabilizar a sua viagem, descartando tudo o que possa afetar o seu orçamento tempo/dinheiro. A conjunção das ciências da comunicação e do turismo força a constatação de que a terminologia causa um problema. Numa comunicação turística, o emissor está na origem da comunicação e o receptor na chegada, os especialistas em turismo colocam em contato países, níveis profissionais ou estratos culturais emissores do turismo e as zonas receptoras. Em outros termos, o emissor da comunicação turística é o receptor do turista e o receptor da comunicação turística é o emissor do turista. Esta dupla atribuição só reforça a idéia-mestre de que todos somos ao mesmo tempo, e em diferentes graus, emissores e receptores. (BOYER & VIALLON, 1994, p. 20). A literatura reflete um permanente interesse em explicar o processo de comunicação que ocorre entre o emissor da mensagem e o receptor. O modelo de comunicação mais adotado é o que compreende quatro componentes, conforme Figura 1.2:?? Emissor?? Mensagem?? Meio?? Receptor 6 Visita que o turista faz a lugares interessantes de se ver. 10

12 A teoria apresenta um cenário em que a mensagem é preparada de forma simbólica para uma audiência potencial ou mercado, isto é a combinação de representação visual, de reproduções e de números. Este processo é chamado de codificação. Neste simples formato um destino deve preparar referências textuais e pictoriais que apresentam uma relação seletiva de fatores intangíveis sobre o lugar. A mensagem é então transmitida através de um meio adequado que pode ser desde um folheto até uma campanha de propaganda em rede nacional na televisão. O receptor ouve, vê, às vezes até sente o cheiro da mensagem (as técnicas que utilizam o olfato e o tato já estão bem desenvolvidas em outros mercados) 7. (LUMSDON, 1997, p. 167). Figura 1.2 Os princípios e o processo de comunicação EMISSOR - Operadores Tur. - Hoteleiros CODIFICAÇÃO - Preparação de cópias e imagens para campanha MENSAGEM - Comprar um pacote de férias agora DECODIFICAÇÃO - Assistindo TV - Lendo Revistas - Internet RECEPTOR - Mercados Alvos - Outros MEDIA - TV - Brochuras - Informação de especialistas RUÍDO - Artigos e relatos de viagens - Amigos e Parentes Retroalimentação Fonte: Lumsdon, Les. Tourism Marketing, 1997 O maior problema que afeta os responsáveis pelo marketing, neste estágio, é de que a mensagem não seja distorcida no processo pelo chamado ruído. Por exemplo, a televisão pode transmitir uma peça de propaganda da cidade do Rio de Janeiro, e no mesmo dia o Jornal Nacional noticia um assalto e morte de um grupo de turistas. A notícia poderá causar o fracasso da campanha pelo enfraquecimento da mensagem transmitida. 7 Alguns supermercados já utilizam o marketing olfativo para chamar a atenção dos clientes para determinados produtos, como doces e pães, por exemplo. 11

13 O processo exige que o consumidor faça a decodificação da mensagem. Este é o momento em que a mensagem é filtrada ou internalizada. Assim, a mensagem deve ser recebida do jeito que foi pensada pelo emissor. No turismo, de certa forma, pode-se dizer que numa cidade turística todos os envolvidos com a atividade são emissores de mensagens turísticas. O próprio turista é um emissor de mensagens pois envia cartões postais, fotografa, compra souvenires, tem em sua memória nomes que o tempo não apagará, comentará no seu círculo de amigos e parentes sobre a viagem... Se a maior parte dos profissionais de turismo tem como mensagem: atrair, fazer vir, fazer ficar, outros, uma minoria tão barulhenta, quer fazer sair, ir embora, fugir: são os operadores e agentes de viagens. (BOYER & VIALLON, 1994, p. 21). No modelo de acolhimento turístico proposto neste trabalho, a comunicação turística é um dos eixos que dão sustentação ao acolhimento turístico. A hospitalidade é uma virtude e o desejo de bem receber, a comunicação é a transmissão desse desejo feita através de pessoas, palavras gestos, material impresso, marcas, desenho urbano, signos, ritos, sinalização, painéis, interpretação e muitas outras formas de se falar com o turista. Numa cidade turística é comum ver um turista com um mapa na mão, numa esquina, tentando decifrar um mapa ou logradouro. A codificação às vezes é tão difícil porque a cidade é complexa e a comunicação é falha. Muitas vezes é necessário que esse turista peça a ajuda de um habitante local, mais acostumado com as referências do lugar. Caberá a este decodificar a mensagem para aquele. A comunicação turística respeita ao mesmo tempo as conquistas das ciências da comunicação e a especificidade do fenômeno turístico, que é uma migração (abordagem geográfica), um deslocamento de consumo (segundo os economistas), um signo de pertencimento a uma elite ostentatória (análise dos antropólogos e sociólogos), um comportamento lúdico (no ponto de vista dos psicólogos e etnólogos), um testemunho da evolução pós-industrial da sociedade industrial (aos olhos do historiador). (BOYER & VIALLON, 1994, p.125) Pela sua complexidade, o turismo resiste às receitas de marketing que surgiram em seu campo há uns vinte anos. Seria salutar reagir à ditadura da cópia de destinos, tornando-os iguais sem nada que os diferencie. A comunicação turística serve para entendermos melhor o papel do marketing para o turismo, porque ela é uma portadora de imagens que são feitas. A 12

14 comunicação se faz através dos veículos da mídia, mas ela é feita também pelos profissionais que trabalham na área, o recepcionista de um posto de informações, o guia de turismo, o monitor de um atrativo histórico-cultural. Os turistas também fazem a comunicação pois emitem mensagens para outros turistas. É esta dimensão humana que faz a riqueza do turismo. Ao se procurar salientar as diferenças numa estratégia de marketing turístico de uma cidade, mister se faz estabelecer valor à medida que ele satisfaz os seguintes critérios (adaptado de KOTLER, 1993, p ):?? Importância A diferença oferece um benefício altamente valorizado para um número suficiente de turistas. Por exemplo: Até que ponto a implantação de um teleférico vai aumentar a demanda turística de uma cidade??? Distintividade A diferença não é oferecida pela cidade concorrente ou ela é oferecida de modo mais distinto pela cidade. Por exemplo: A estância hidromineral da cidade X implantou um serviço de acompanhamento médico e de estética que a estância Y não tem.?? Superioridade A diferença é superior a outras maneiras de se obter o mesmo benefício. Por exemplo: Para sediar uma grande convenção a cidade X tem equipamentos e instalações muito mais modernos do que a cidade Y, embora a capacidade seja igual.?? Comunicabilidade A diferença é comunicável e visível para os compradores. Por exemplo: A cidade de Santos está oferecendo transporte gratuito para centros de compra da cidade, destinado aos passageiros dos navios de cruzeiro que fazem escala no porto. 8?? Antecipação A diferença não pode ser facilmente copiada pelas cidades concorrentes. Por exemplo: A cidade turística X foi reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade.?? Disponibilidade O comprador dispõe de dinheiro para pagar a diferença. Por exemplo: Um resort all incluse de uma famosa cadeia mundial de hotéis foi implantado no local.?? Rentabilidade A cidade verifica ser rentável introduzir a diferença. Por exemplo: Ao se candidatar para sediar um grande evento esportivo, o retorno dos investimentos, em termos financeiros e de imagem, será garantido. 8 Nesta temporada de verão de 2003, os ônibus partem do terminal de passageiros em direção a um shoppingcenter da cidade. 13

15 Se os critérios acima fossem observados pelos municípios turísticos, muitos equipamentos do mobiliário urbano seriam remodelados ou simplesmente suprimidos, evitando a invasão do espaço e a poluição visual agressiva. A comunicação visual pode ter uma destacada importância dentro deste contexto no enfrentamento de alguns problemas deste cenário (contextualizados nos termos poluição e/ou conflito visual ) que decorrem da falta de sintonia no oferecimento de serviços e atividades cotidianas que sustentem uma dinâmica positiva de animação e valorização dos espaços da cidade para os seus moradores. O rebatimento na percepção da cidade tem sido uma caótica e profusa organização dos sinais públicos e privados; das dualidades, dos confrontos e das diferenças físicas e visuais entre os diversos elementos que compõem a paisagem urbana (equipamentos e mobiliários, tais como bancas, cabines, postes, lixeiras, floreiras, etc.); da ausência de planos e projetos integrados e sistêmicos; da legislação genérica e permissiva e; da incapacidade do poder público de gerir e de, conforme o caso, viabilizar ações corretivas. (MINAMI, 2001, p. 5) O acolhimento turístico pode ser definido como o reconhecimento, a hospitalidade e o amparo que uma cidade dedica a seus visitantes, através da receptividade de sua população, do planejamento e ordenamento de sua infra-estrutura turística e da qualidade dos serviços prestados. O acolhimento ao turista é diferente daquele feito às pessoas de um determinado círculo de relacionamento. Para GOUIRAND (1996, p. 134), todos sabem muito bem acolher quando se trata de alguém que se ama e que se tem o desejo de acolher: a esposa, os filhos, a criança, o namorado, etc. Instintivamente encontram-se boas atitudes, palavras certas e gestos adequados. Por outro lado o que é difícil é acolher alguém que não se conhece, que não se tem nenhuma razão para acolher bem, ou pior ainda, que não se ama. Para o autor é preciso refletir bem e fazer uma análise sumária que levará à conclusão de que em todos os casos o processo é imutável, o acolhimento é constituído pela trilogia do reconhecimento, da hospitalidade e do amparo. Na prática, o acolhimento turístico tem elementos tangíveis e intangíveis que dão suporte a serviços específicos que serão prestados aos turistas, a partir do momento em que ele chega ao local. No espaço local os serviços básicos que lhes sãos prestados estão relacionados com as seguintes funções, que podem ser vistas no esquema constante da Figura

16 Figura 1.3 Modelo referencial integrado de comunicação e acolhimento turístico 1 - DESPERTAR A ATENÇÃO ESPAÇO DE PROXIMIDADE 2 - ATRAIR TURISTA PROTEÇÃO E SATISFAÇÃO TRANSMISÃO DE CULTURA FAMILIARIZAÇÃO INTEGRAÇÃO 1 - RECEBER E INFORMAR ENSINAR MOSTRAR O CAMINO EXPLICAR EDUCAR SATISFAZER NECESSIDADES 2 - INDICAR E ORIENTAR ESPAÇO LOCAL 3 - INFORMAR E INTERPRETAR 4 - ALIMENTAR, ALOJAR E OUTROS SERVIÇOS Fonte: Elaboração do autor 1º. Recepção e Informação Dizem respeito à chegada do turista nos limites da cidade que podem ser as vias principais de acesso rodoviário, ou os terminais de transportes. O turista tem que sentir que a cidade lhe abre as portas e lhe dá todas as informações necessárias para que ele possa se movimentar dentro desse novo espaço. 2º. Orientação e Indicação Independente do motivo da viagem, o turista vai precisar se deslocar para satisfazer suas necessidades. Onde fica? Como eu chego lá? e todas as perguntas relacionadas com o deslocamento e movimentação são respondidas pela função de 15

17 orientação e de indicação. Orientar é a criar referências espaciais, indicar é a sinalizar os caminhos. 3ª. Informação e Interpretação As viagens são motivadas pela curiosidade de se conhecer os atrativos naturais ou criados de uma cidade. Muitas vezes esses lugares de interesse dos turistas guardam uma história que precisa ser contada. É função da informação e da interpretação a revelação dos segredos e das riquezas que a localidade tem. 4º. Alimentação e Hospedagem Esta função é destinada à satisfação das necessidades primárias do turista e desempenhada pelas empresas de alimentação e hospedagem. O acolhimento é expresso através da qualidade na prestação do serviço. No espaço de proximidade deve ser utilizado um processo de comunicação que em desperte a atenção do turista e que seja capaz de atraí-lo para a cidade. CONCLUSÃO A proposição de um modelo de acolhimento turístico baseado na comunicação e hospitalidade teve como objetivo sugerir algumas medidas para os municípios turísticos, entre eles as consideradas estâncias paulistas, a fim de que elas revejam os seus atuais processos de comunicação, melhorando-os e se tornando mais atraentes para seus visitantes, pela qualidade dos serviços prestados aos visitantes. O modelo é melhor aplicado quando conta com a participação da população local no seu planejamento e execução. Numa pesquisa de campo, baseada na observação, foram constatados vários problemas que podem ser encontrados em outros municípios turísticos brasileiros: Falta de conscientização da população para a importância do turismo como atividade geradora de efeitos socioeconômicos positivos; Falta de participação da comunidade nas decisões governamentais; Falta de visão de mercado da atividade turística, com desconhecimento das regras básicas de uma boa comunicação e de um bom planejamento de marketing; Falta de visão do órgão superior de turismo da estância sobre o turismo e sua importância para o desenvolvimento do município Improvisação na implantação de equipamentos e serviços; Inadequação do mobiliário urbano para atender às necessidades dos turistas e visitantes. 16

18 Mimetismo, o que uma estância faz é imediatamente copiado por outra. É o que está ocorrendo com os portais de entrada da cidade, que seriam úteis como postos de informações turísticas, mas são mal sinalizados, alguns não têm função e nem podem ser justificados pela necessidade estética de se enfeitar o município. É preciso salientar que, antes de se adotar o modelo proposto, o município deve fazer um diagnóstico da situação atual e verificar se o sistema está atendendo bem ao turista. Nem sempre a visão do morador é suficiente e nem sempre a visão do consultor externo é a melhor. Para que o acolhimento turístico possa ser um diferencial para a estância é preciso que haja uma combinação da percepção do habitante com a do visitante. Os modelos estão sujeitos à adaptação, a testes e a custos, por esta razão a criação de uma equipe para coordenar e estudar a sua implantação se faz necessária para análise de sua viabilidade, de acordo com a situação econômico-financeira da estância ou município turístico. É preciso ressaltar que o povo brasileiro é reconhecidamente hospitaleiro e que, embora não possa ser considerada um atrativo turístico, a hospitalidade é a condição essencial para o desenvolvimento de um turismo sustentado, desde que traduzida numa comunicação planejada visando a qualidade do acolhimento turístico. BIBLIOGRAFIA COOPER, Chris et all. Turismo: princípios e prática, 2a. edição, Porto Alegre: Bookman, GOELDNER, Charles R., RITCHIE, J. R. Brent & McINTOSH, Robert W. Turismo: Princípios práticas e filosofias, Porto Alegre: Bookman, GOUIRAND, Pierre. Le concept d accueil: reconnaissance, hospitalité et maternage, páginas 134 a 141. Em Accueil et Animation, Cahier Espaces no. 48, outubro de GOUTBOUT, Jacques T. Recevoir c est donner, p Em GOTMAN, Anne (dir.) L hospitalité, Paris, Éditions du Seuil, 1997 (Coleção Communications no. 65, da École des Hautes Études en Sciences Sociales Centre d Études Transdisciplinaires). KADT, Emanuel de. Tourism: passeport pour le développement?, Régard sur les effets culturels et sociaux du tourisme dans les pays en développement, Paris, Éditions Economica, KOTLER, Philip; HAIDER, Donald H. e REIN, Irving. Marketing places: attracting investment, industry, and tourism to cities, states, and nations, NEW York, The Free Press,

19 MINAMI, Issao. Paisagem urbana de São Paulo: publicidade externa e poluição visual. Disponível em acessado em 23/03/02. LAGE, Beatriz Helena Gelas e MILONE, Paulo César. Impactos socioeconômicos globais do turismo, In: LAGE, Beatriz Helena Gelas e MILONE, Paulo César (organizadores). Turismo: teoria e prática, São Paulo: Atlas, LUMSDON, Les. Tourism marketing, Londres: International Thomson Business Press, RAFFESTIN, Claude. Réinventer l hospitalité. In: GOTMAN, Anne. (Dir.) L hospitalité, Paris: Seuil, Revista Communications, no. 65, 1997, p. 165 a 178, 182 páginas. URRY, John. O olhar do turista: lazer e viagens nas sociedades contemporâneas, São Paulo: Studio Nobel: SESC,

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 DO MARKETING À COMUNICAÇÃO Conceitualmente, Marketing é definido por Kotler

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N o 3.771, DE 2004 Dispõe sobre a identificação obrigatória da localização de paisagens de interesse turístico nas condições que

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL

guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL guia multicultural da mata atlântica para crianças o dia em que o curupira jantou com o saci... PAPELERACULTURAL Apresentação Guia multicultural da Mata Atlântica e de sua diversidade para as crianças.

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MÍDIA DIGITAL

PLANEJAMENTO DE MÍDIA DIGITAL PLANEJAMENTO DE MÍDIA DIGITAL Prof. a Fabiana Baraldi - Conforme estipulado no Termo de Uso, todo o conteúdo ora disponibilizado é de titularidade exclusiva do IAB ou de terceiros parceiros e é protegido

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 1- JUSTIFICATIVA O setor de eventos vem passando por uma grande reformulação. Dos eventos corporativos, hoje mais bem estruturados e com foco específico,

Leia mais

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave:

19/03/2013 1995: OMT. Elementos comuns a diferentes definições de turismo. Conceitos-chave: 1995: OMT IFSP Profa. Rafaela Malerba O turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo

Leia mais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais

5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5 Apresentação do método de avaliação de desempenho aplicado ao Programa TV Digital para as Áreas Rurais 5.1 A Rede Globo A Rede Globo é uma das maiores redes de televisão do mundo, com milhões de espectadores

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 A ATIVIDADE TURÍSTICA E O SEGMENTO DE EVENTOS. PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO GRAÇAS À COPA

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL

INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL INTRODUÇÃO AO CURSO DE MARKETING ELEITORAL FAÇA SUA CAMPANHA PARA PROJETO PODER P - Planejamento O - Organização D - Delegação E - Execução R - Realização Lance sua campanha para Vereador com o Projeto

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes

Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes Musculação e Treinamento Personalizado: Marketing Pessoal & Fidelização de Clientes Copyright 2011 Edvaldo de Farias Prof. Edvaldo de Farias, MSc. material disponível em www.edvaldodefarias.com Minha expectativa

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Comunicar significa transmitir ideias, sentimentos ou experiências de uma pessoa para outra, tornar comum, participar, fazer saber, transmitir. ANDRADE (2008, p. 45) O resultado

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

AULA 20. Atendimento

AULA 20. Atendimento AULA 20 Atendimento Marketing em Serviços Marketing em serviços pode ser definido com o conjunto de atividades que objetivam a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas destinados

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

CMI. CMI Centro de Memória e Informação. Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto

CMI. CMI Centro de Memória e Informação. Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto CMI Centro de Memória e Informação CMI Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto Título do Projeto Museu Casa de Rui Barbosa: estabelecendo relações com os turistas nacionais e internacionais Coordenador

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva

Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque. Darlyne de Aquino Silva Hospedagem Sustentável: Gestão Ambiental em meios de hospedagem para o município de São Roque Darlyne de Aquino Silva Instituto Federal de Educação Ciência e tecnologia de São Paulo. São Roque, SP 2011

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS

Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Universidade Federal da Bahia Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade - GITS Reunião de 18 de junho de 2010 Resumo

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Fundamentos de Marketing Global Parte 02 Decisão sobre o programa de Marketing Global Alternativas estratégicas de expansão geográfica

Fundamentos de Marketing Global Parte 02 Decisão sobre o programa de Marketing Global Alternativas estratégicas de expansão geográfica Fundamentos de Marketing Global Parte 02 Decisão sobre o programa de Marketing Global Alternativas estratégicas de expansão geográfica As empresas podem crescer de três maneiras diferentes. Os métodos

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MARKETING

COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO DE MARKETING COMUNICAÇÃO INTEGRADA DE MARKETING Meio através do qual a empresa informa, persuadi e lembra os consumidores sobre o seu produto, serviço e marcas que comercializa. Funções: Informação

Leia mais

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis usados, além do crescimento de renda da população e

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

Fluxos de capitais, informações e turistas

Fluxos de capitais, informações e turistas Fluxos de capitais, informações e turistas Fluxo de capitais especulativos e produtivos ESPECULATIVO Capital alocado nos mercados de títulos financeiros, ações, moedas ou mesmo de mercadorias, com o objetivo

Leia mais

Bolsas Templeton para Professores Visitantes

Bolsas Templeton para Professores Visitantes Bolsas Templeton para Professores Visitantes Ciência, Filosofia e Teologia na América Latina Ian Ramsey Centre (IRC) for Science and Religion University of Oxford Chamada Objetivo e Resumo As Bolsas Oxford

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos

QUADRO CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA QUADRO ANTERIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGENTE NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos QUADRO CURSO D PUBLICIDAD PROPAGANDA QUADRO ANTRIOR A 2001 ATÉ O CURRICULO VIGNT NO PRÓPRIO CURSO - 3 primeiros períodos DISCIPLINA A DISCIPLINA B CÓDIGO DISCIPLINA - 2008 C/H CUR -SO DISCIPLINA C/H CÓDIGO

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo

Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo 1 Melhor Prática vencedora: Monitoramento (Capital) Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo DESTINO: São Paulo/SP INSTITUIÇÃO PROMOTORA: São Paulo Turismo S/A RESPONSÁVEL: Tasso Gadzanis Luiz Sales

Leia mais

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO

UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO SAIR DO LUGAR-COMUM PÃO DE AÇÚCAR UM SUPERMERCADO E UM DESAFIO Só em São Paulo, a associação que reúne os supermercados tem mais de 50 empresas cadastradas. As lojas se espalham com um volume impressionante.

Leia mais

As sacolas das lojas são outdoors que circulam pelos shopping centers

As sacolas das lojas são outdoors que circulam pelos shopping centers ASSUNTO em pauta As sacolas das lojas são outdoors que circulam pelos shopping centers As lojas de shopping não estão explorando todo o potencial desta poderosa ferramenta de marketing. P o r Fábio Mestriner

Leia mais

O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA. Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt

O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA. Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt O PAPEL DAS UNIVERSIDADES E A INVESTIGAÇÃO SOBRE DIPLOMACIA ECONÓMICA Joaquim Ramos Silva Socius/ISEG jrsilva@iseg.utl.pt PRINCIPAIS TÓPICOS A emergência da Diplomacia Económica e suas razões As mudanças

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE.

A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. A IMPORTÂNCIA DO RCVB (RECIFE CONVENTION &VISITORS BUREAU) PARA A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO DE EVENTOS EM RECIFE. Autor: ANTÔNIO CARLOS DE SOUZA E SÁ FILHO Introdução O Turismo de Eventos está em plena ascensão

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania

Gestão Pública. Ética e cidadania. Tema: Ética e Cidadania Gestão Pública Profa. Márcia Velasques Ética e cidadania Seminário de políticas locais/regionais: as dimensões da ética, da cultura e dos serviços prestados ao público Tema: Ética e Cidadania Núcleo de

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

FUNDAMENTOS DE MARKETING

FUNDAMENTOS DE MARKETING FUNDAMENTOS DE MARKETING Há quatro ferramentas ou elementos primários no composto de marketing: produto, preço, (ponto de) distribuição e promoção. Esses elementos, chamados de 4Ps, devem ser combinados

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Empreendedorismo de Negócios com Informática

Empreendedorismo de Negócios com Informática Empreendedorismo de Negócios com Informática Aula 5 Cultura Organizacional para Inovação Empreendedorismo de Negócios com Informática - Cultura Organizacional para Inovação 1 Conteúdo Intraempreendedorismo

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA 4 E ÚLTIMO MÓDULO: Como Ganhar dinheiro com Mala Direta APRESENTAÇÃO PESSOAL Edileuza

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 042, DE 11 DE MAIO DE 2011 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 297ª Reunião Ordinária, realizada em 11 de maio de 2011, e considerando

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO

RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO 1. NOME COMPLETO DO RELATOR 2. E-MAIL Rafael Ângelo Fortunato fortunatoturismo@bol.com.br

Leia mais

Qualidade na Saúde. Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF

Qualidade na Saúde. Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF Qualidade na Saúde Patrícia Paula Dias de Sá Residente de Gestão Hospitalar - Administração Hospital Universitário - UFJF De acordo com o Dicionário Aurélio, QUALIDADE consiste na: * Maneira de ser, boa

Leia mais

Jornada de Aprendizado. Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg)

Jornada de Aprendizado. Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) Jornada de Aprendizado Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) Promovendo os microsseguros: Educação Financeira Conteúdo

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de

Promoção de vendas é a pressão de marketing de mídia ou não mídia exercida durante um período predeterminado e limitado de tempo ao nível de Metas das Comunicações de Marketing: Criação de consciência informar os mercados sobre produtos, marcas, lojas ou organizações. Formação de imagens positivas desenvolver avaliações positivas nas mentes

Leia mais

Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 marcia.avruch@br.pwc.com

Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 marcia.avruch@br.pwc.com Press release Data 30 de abril de 2014 Contato Guilherme Meireles Tel: (11) 3526-4567 guilherme.meireles@imagemcorporativa.com.br Marcia Avruch Tel: (11) 3674-3762 marcia.avruch@br.pwc.com Páginas 4 Anúncios

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

Princípios e Conceitos de Marketing. Prof. Felipe A. Pires

Princípios e Conceitos de Marketing. Prof. Felipe A. Pires Princípios e Conceitos de Marketing Prof. Felipe A. Pires O que é Marketing? É a execução de um conjunto de atividades comerciais, tendo como objetivo final a troca de produtos ou serviços entre produtores

Leia mais

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO 1 DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo cesar.salim@gmail.com Visite meu blog: http://colecaoempreendedorismo.blogspot.com/

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.983 TURISMO E MEIO AMBIENTE: PRINCIPIOS E CONDUTAS NORMATIVAS PARA O USUFRUTO DE RECURSOS/ATRATIVOS

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity

Desenvolvimento de Marcas Fortes. Criação de Brand Equity Desenvolvimento de Marcas Fortes Criação de Brand Equity 1. O que é brand equity? Equity significa valor/patrimônio. Brand equity = valor da marca/patrimônio de marca. A American Marketing Association

Leia mais

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA

COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA 1) Quais são os componentes de um moderno sistema de informações de marketing? 2) Como as empresas podem coletar informações de marketing? 3) O que constitui

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais