APRESENTAÇÃO... 4 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO... 6 HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Histórico da Faculdade de Ciências Aplicadas...

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2 Sumário APRESENTAÇÃO... 4 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO... 6 HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS... 8 Histórico da Faculdade de Ciências Aplicadas Histórico da Engenharia de Produção Propósitos e Objetivos da FCA e de seus Cursos de Engenharia Objetivos Gerais e Específicos da FCA Objetivos dos Cursos de Engenharia da FCA IDENTIDADE DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FCA Núcleo Básico Geral Comum - NBGC Núcleo Comum da Área de Engenharia Núcleo de Formação Específica em Engenharia de Produção COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E PERFIL PROFISSIONAL Capacidade e Habilidades Perfil do Egresso de Engenharia de Produção ESTRATÉGIAS DE ENSINO Programas de aprendizagem Aulas teórico-práticas Visitas técnicas Grupos estudantis Empresa Júnior Projeto Mini Baja Infraestrutura de ensino Ferramentas informatizadas Programas de estágio docente e de apoio didático... 34

3 ESTÁGIO Estágio curricular Estágio extracurricular TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO SISTEMAS DE AVALIAÇÃO Avaliação do processo de ensino-aprendizado Avaliação de disciplinas Avaliação Institucional de Cursos INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO INTERNACIONALIZAÇÃO OUTROS ASPECTOS RELEVANTES Atenção ao Discente Acessibilidade Diversidade e inclusão social Acompanhamento de Egressos MATRIZ CURRICULAR DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO a. Núcleo de conhecimentos básicos b. Núcleo de conhecimentos profissionalizantes e específicos c. Disciplinas Optativas ANEXO I ANEXO II

4 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta a concepção, finalidade e organização curricular do Curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Curso de Graduação em Engenharia de Produção está inserido no mesmo contexto do Curso de Engenharia de Manufatura da FCA, uma vez que, como será esclarecido adiante, os dois cursos possuem uma forte estrutura comum, diferenciando-se apenas com os núcleos de disciplinas de formação específica. Ademais, o Curso está inserido no contexto geral da FCA (que contempla ainda os cursos de Gestão, Engenharia de Manufatura, Nutrição e Ciências do Esporte) e da própria Unicamp, sendo aderente aos pressupostos institucionais desta Universidade. Tal inserção é particularmente importante por indicar as inter-relações entre as diferentes áreas do conhecimento que embasam o projeto pedagógico da FCA, assim como as relações dinâmicas que se estabelecem entre as atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão na Unicamp. Em linhas gerais, os projetos pedagógicos dos cursos de graduação da FCA são produtos de um esforço institucional de compreensão das exigências de conhecimento da sociedade contemporânea, assim como dos novos formatos de disseminação e apreensão deste conhecimento, com vistas à promoção de uma formação integral, com base nos princípios de ética e do exercício da cidadania e da liberdade, e ao estímulo da criatividade, iniciativa e empreendedorismo. A FCA estabelece os parâmetros orientadores para sua prática educativa levando em consideração os aspectos legais estabelecidos pelas diretrizes curriculares do MEC e as possibilidades institucionais de implantação de projetos de cursos superiores inovadores. Tais parâmetros, brevemente descritos a seguir, serão desenvolvidos com detalhes ao longo do presente documento. Formação básica e geral dos alunos através de disciplinas das ciências sociais e humanas (representadas pelo Núcleo Básico Geral Comum) e sua articulação com o núcleo de disciplinas das áreas específicas; Inovações metodológicas que superem a fragmentação original do conhecimento, assim como a simples reprodução do conhecimento, por meio da perspectiva da interdisciplinaridade; Integração entre ensino, pesquisa e extensão; Cursos norteados por perfis profissionais de excelência; Atualização sistemática de currículo e de práticas pedagógicas; Estágios e trabalhos de conclusão de curso que articulem teoria e prática; Estímulo à internacionalização de estudantes e docentes;

5 Emprego de sistemas permanentes de avaliação de cursos e disciplinas; Criação, manutenção e atualização permanente de laboratórios de ensino, biblioteca, salas de aula, áreas de convivência. A organização desse documento pauta-se na ideia de que o Projeto Pedagógico do Curso é fruto de um esforço coletivo e institucional, uma vez que decorre do envolvimento de todo o quadro docente e discente da FCA na discussão de seus princípios e das práticas pedagógicas. Do ponto de vista metodológico, sua construção partiu do documento orientador da criação da FCA, complementando-se com boas práticas identificadas em instituições de ensino e pesquisa congêneres no Brasil e no exterior (benchmarking de cursos de Industrial Engineering) e em aspectos gerais que derivam da história e identidade da própria Unicamp. Estas análises, fortalecidas a partir da sistematização do Planejamento Estratégico da Faculdade, desde janeiro de 2011, embasaram e fortaleceram a necessidade da oferta de um curso de Engenharia de Produção na UNICAMP. O curso de Engenharia de Produção da FCA é caracterizado pela facilidade de migração entre áreas de conhecimento, não limitando a atuação profissional em apenas um setor industrial, mas, pelo contrário, possibilitando a esse atuar em diferentes ambientes empresariais e também acadêmicos. A forte base matemática, juntamente com disciplinas do Núcleo Básico Geral Comum (que será detalhado ao longo deste documento), dispersas ao longo dos anos de formação do aluno, apresentam como respostas a habilidade do aluno em atuar de maneira consistente do ponto de vista tecnológico e ter uma visão ampla de diferentes setores de atuação. Assim, a estrutura curricular e as práticas pedagógicas que conduzem à formação do Engenheiro de Produção da FCA fortalecem os temas fundamentais de ciências básicas e de engenharia, que são comuns às engenharias especializadas, além de dar ênfase em áreas específicas à Produção, como a otimização de processo, gestão da qualidade, melhoria contínua, entre outras. A perspectiva do desenvolvimento curricular permanente é presente nesta estrutura, sendo característica do ambiente multidisciplinar da FCA, que estimula discussões entre os seus docentes e discentes visando melhorias contínuas. A concepção do curso de Engenharia de Produção aqui desc enfatizando a atuação do profissional em processos industriais, o que permite aos alunos obter uma visão ampla de sistemas complexos sem restringir sua atuação a um segmento específico. Isto produz a flexibilidade inerente ao campo desta engenharia, mantendo consonância com a filosofia da FCA.

6 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO NOME DO CURSO: Engenharia de Produção TÍTULO CONFERIDO: Bacharel em Engenharia de Produção PORTARIA DE RECONHECIMENTO: (a definir) TURNO: Integral (8h00 18h00) CARGA HORÁRIA: 3690 horas DURAÇÃO: Mínima: 10 semestres; Máxima: 16 semestres. VAGAS: 60 FORMA DE INGRESSO: Vestibular Nacional RELAÇÃO CANDIDATO VAGA: Vestibular Vagas Candidatos Relação C/V Relação C/V Nacional (1ª Fase) (2ª Fase) ,2 7, ,0 8, ,7 8, ,3 6,2 CAMPO DE ATUAÇÃO: O engenheiro de produção pode trabalhar em qualquer campo em que se produzam bens e ou serviços. Este está apto a atuar nas áreas de gestão da produção, finanças, gestão de projetos, entre outras. EQUIPE DE ELABORAÇÃO: Prof. Dr. Alessandro Lucas da Silva Prof. Dr. Rodrigo Valio Domingues Gonzalez Prof. Dr. Antonio Carlos Moretti 6

7 Prof. Dr. Ana Sílvia Prata Soares Prof. Dr. João Eloir Strapasson SITE INSTITUCIONAL: Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Ciências Aplicadas 7

8 HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Jovem, mas com tradição A Unicamp foi oficialmente fundada em 5 de outubro de 1966, dia do lançamento de sua pedra fundamental. Mesmo num contexto universitário recente, em que a universidade brasileira mais antiga tem pouco mais de sete décadas, a Unicamp pode ser considerada uma instituição jovem que já conquistou forte tradição no ensino, na pesquisa e nas relações com a sociedade. O projeto de instalação da Unicamp veio responder à crescente demanda por pessoal qualificado numa região do País, o Estado de São Paulo, que já na década de 60 detinha 40% da capacidade industrial brasileira e 24% de sua população economicamente ativa. Uma característica da Unicamp foi ter escapado à tradição brasileira da criação de universidades pela simples acumulação de cursos e unidades. Ao contrário da maioria das instituições, ela foi criada a partir de uma idéia que englobava todo o seu conjunto atual. Basta dizer que, antes mesmo de instalada, a Unicamp já havia atraído para seus quadros mais de 200 professores estrangeiros das diferentes áreas do conhecimento e cerca de 180 vindos das melhores universidades brasileiras. A Unicamp tem três campi em Campinas, Piracicaba e Limeira e compreende 22 unidades de ensino e pesquisa. Possui também um vasto complexo de saúde (com duas grandes unidades hospitalares no campus de Campinas), além de 23 núcleos e centros interdisciplinares, dois colégios técnicos e uma série de unidades de apoio num universo onde convivem cerca de 50 mil pessoas e se desenvolvem milhares de projetos de pesquisa. O ensino conjugado à pesquisa A Unicamp tem uma graduação forte com um grande leque de cursos nas áreas de ciências exatas, tecnológicas, biomédicas, humanidades e artes. Por outro lado, é a Universidade brasileira com maior índice de alunos na pós-graduação 48% de seu corpo discente e responde por aproximadamente 12% da totalidade de teses de mestrado e doutorado em desenvolvimento no País. A qualidade da formação oferecida pela Unicamp tem tudo a ver com a relação que 8

9 historicamente mantém entre ensino e pesquisa. Tem a ver também com o fato de que 86% de seus professores atuam em regime de dedicação exclusiva e 97% têm titulação mínima de doutor. Isso faz com que os docentes que ministram as aulas sejam os mesmos que, em seus laboratórios, desenvolvem as pesquisas que tornaram a Unicamp conhecida e respeitada. E permite que o conhecimento novo gerado a partir das pesquisas seja repassado aos alunos, muitos dos quais frequentemente delas participam como é o caso dos estudantes de pósgraduação, de um grande número de bolsas de iniciação científica para os alunos de graduação ou das atividades extracurriculares propiciadas pelas empresas juniores existentes em praticamente todas as unidades. Levantamento por amostragem realizado recentemente mostrou que, dos aproximadamente 40 mil ex-alunos de graduação da Unicamp, cerca de 90% estavam empregados, sendo que a metade ocupava cargos de direção em empresas ou instituições públicas. 15% da pesquisa universitária brasileira Ao dar ênfase à investigação científica, a Unicamp parte do princípio de que a pesquisa, servindo prioritariamente à qualidade do ensino, pode ser também uma atividade econômica. Daí a naturalidade de suas relações com a indústria, seu fácil diálogo com as agências de fomento e sua rápida inserção no processo produtivo. Tal inserção começou já na década de 70, com o desenvolvimento de pesquisas de alta aplicabilidade social, muitas das quais logo foram difundidas e incorporadas à rotina da população. Exemplos: a digitalização da telefonia, o desenvolvimento da fibra óptica e suas aplicações nas comunicações e na medicina, os vários tipos de lasers hoje existentes no Brasil e os diversos programas de controle biológico de pragas agrícolas, entre outros. Deve-se acrescentar a estas e às centenas de outras pesquisas em andamento um número notável de estudos e projetos no campo das ciências sociais e políticas, da economia, da educação, da história, das letras e das artes. A maioria dessas pesquisas não somente está voltada para o exame da realidade brasileira como, muitas vezes, tem-se convertido em benefício social imediato. No seu conjunto, elas representam em torno de 15% de toda a pesquisa universitária brasileira. Fortes relações com a sociedade 9

10 A tradição da Unicamp na pesquisa científica e no desenvolvimento de tecnologias deulhe a condição de Universidade brasileira que maiores vínculos mantém com os setores de produção de bens e serviços. A instituição mantém várias centenas de contratos para repasse de tecnologia ou prestação de serviços tecnológicos a indústrias da região de Campinas, cidade onde fica seu campus central. Localizada a 90 quilômetros de São Paulo e com uma população de 1 milhão de habitantes, Campinas é um dos principais centros econômicos e tecnológicos do país. Para facilitar essa interação, a Unicamp conta, desde 2003, com uma Agência de Inovação, serviço que é hoje a porta de entrada para os empresários que necessitam modernizar seus processos industriais, atualizar seus recursos humanos ou incorporar a suas linhas de produção os frutos da pesquisa da Universidade. Nas últimas décadas, o papel da Unicamp, como instituição geradora de conhecimento científico e formadora de mão-de-obra qualificada, atraiu para seu entorno um complexo de outros centros de pesquisa vinculados ao Governo Federal ou Estadual, além de um importante parque empresarial nas áreas de telecomunicações, de tecnologia da informação e de biotecnologia. Muitas dessas empresas quase uma centena somente na região de Campinas nasceram da própria Unicamp e da capacidade empreendedora de seus ex-alunos f. f U q tecnologia de ponta. Além disso, a Unicamp tem se caracterizado por manter fortes ligações com a sociedade através de suas atividades de extensão e, em particular, de sua vasta área de saúde. Quatro grandes unidades hospitalares, situadas em seu campus de Campinas e fora dele, fazem da Unicamp o maior centro de atendimento médico e hospitalar do interior do Estado de São Paulo, cobrindo uma população de cinco milhões de pessoas numa região de quase uma centena de municípios. Estrutura de ensino, pesquisa e apoio técnico Unidades de ensino e pesquisa Instituto de Artes Instituto de Biologia Instituto de Computação 10

11 Instituto de Economia Instituto de Estudos da Linguagem Instituto de Filosofia e Ciências Humanas I Fí G W Instituto de Geociências Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Instituto de Química Faculdade de Ciências Médicas Faculdade de Ciências Aplicadas Faculdade de Educação Faculdade de Educação Física Faculdade de Engenharia Agrícola Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Faculdade de Engenharia de Alimentos Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Faculdade de Engenharia Mecânica Faculdade de Engenharia Química Faculdade de Odontologia de Piracicaba Faculdade de Tecnologia Outras Unidades de Ensino Colégio Técnico de Campinas Colégio Técnico de Limeira Centros e Núcleos Interdisciplinares Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética Centro de Componentes Semicondutores 11

12 Centro de Documentação de Música Contemporânea Centro de Engenharia Biomédica Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura Centro de Estudos de Opinião Pública Centro de Estudo do Petróleo Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência Centro de Memória Unicamp Centro Multidisciplinar para Investigação Biológica Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade Núcleo de Estudos da População ú Gê Núcleo de Estudos de Políticas Públicas Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação Núcleo de Estudos Estratégicos Núcleo de Integração e Difusão Cultural Núcleo Interdisciplinar de Comunicação Sonora Núcleo de Informática Aplicada à Educação Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético Unidades de Serviços voltadas à Sociedade Hospital das Clínicas Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher Hospital Estadual de Sumaré Centro de Diagnóstico de Doenças do Aparelho Digestivo 12

13 Centro de Hematologia e Hemoterapia q G Centro de Integração em Pediatria Centro de Tecnologia Editora da Unicamp Escola de Extensão da Unicamp Agência de Inovação Histórico da Faculdade de Ciências Aplicadas No início dos anos 2000 a UNICAMP vinha vivenciado um processo de discussão sobre o futuro da instituição e sobre a possibilidade de ampliação de vagas oferecidas à sociedade, especialmente para os cursos de graduação. Neste contexto, o Conselho Universitário (CONSU) criou, em setembro de 2003, um Grupo de Trabalho para estudar a viabilidade de implementação de um novo campus em uma área de aproximadamente 500 mil m2 de propriedade da Universidade desde os anos 1970, na cidade de Limeira. Esse Grupo de Trabalho apresentou formalmente, em 4 de dezembro de 2005, a proposta de criação do novo campus ao Conselho Universitário. A deliberação do CONSU aprovou a criação do campus, que foi denominado Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), assim como os princípios, regras e orientações gerais para sua implantação. No novo campus, em consonância com as diretrizes gerais da Universidade, o ensino, a pesquisa e a extensão deveriam ser os eixos fundamentais de ação. Os princípios metodológicos fundamentais para a construção do projeto pedagógico da nova unidade seriam a interdisciplinaridade e a integração das áreas de conhecimento. Na época, foram sugeridos dezoito cursos de graduação, posteriormente reduzidos a oito cursos, que tiveram propostas efetivamente desenvolvidas com vistas à implantação. São eles: Gestão do Agronegócio, Gestão de Comércio Internacional, Gestão de Empresas, Gestão de Políticas Públicas, Engenharia de Manufatura, Engenharia de Produção, Nutrição e Ciências do Esporte. Nesta proposta, os cursos da FCA foram concebidos a partir de 3 núcleos distintos de disciplinas: o Núcleo Básico Geral Comum (NBGC), composto por disciplinas que são ministradas 13

14 para os 8 cursos de graduação; os Núcleos Comuns das Áreas, sendo que o núcleo de saúde oferece disciplinas comuns aos cursos de Nutrição e Ciências do Esporte, o núcleo de engenharia oferece disciplinas comuns aos cursos de Engenharia de Manufatura e Engenharia de Produção e o núcleo da gestão, que oferece disciplinas comuns aos cursos de Gestão do Agronegócio, Gestão de Comércio Internacional, Gestão de Empresas e Gestão de Políticas Públicas; e, por fim, os Núcleos de Formação Específica, compostos de disciplinas características de cada um dos 8 cursos de graduação. A originalidade da proposta da FCA e do campus está associada à sua perspectiva pedagógica de cunho interdisciplinar, à sua estrutura organizada por áreas (e não por departamentos) e ao seu padrão arquitetônico e tecnológico inovador. Este conceito exige também um modelo gerencial adequado, que está sendo construído a partir da institucionalização do novo campus e de um planejamento sistemático. Em 2009, foi inaugurada a FCA e a unidade recebeu o primeiro grupo de 480 alunos com ingresso pelo vestibular nacional da Unicamp. A engenharia recebeu 120 alunos (60 ingressantes no curso de Produção e 60 no curso de Manufatura) e passou a funcionar em período integral. Em 2010, foram realizados os primeiros ajustes na grade curricular dos cursos de graduação da FCA, buscando adequar e equilibrar conteúdos e distribuir e encadear melhor as disciplinas. Desde então, as discussão entre o corpo docente e discente sobre a identidade e a organização dos cursos, assim como sobre práticas pedagógicas adequadas para a proposta da FCA têm aumentado, com a perspectiva de atualização sistemática dos currículos em direção a uma formação de excelência. Hoje a FCA conta com 36 mil m 2 construídos em uma área de 485 mil m 2. Possui 68 docentes (devendo chegar a 80 em 2013), 42 funcionários e cerca de 2100 alunos. Todos os docentes foram ou estão sendo contratados no regime de dedicação integral à docência e pesquisa, no nível MS3, havendo dois docentes no nível MS5 e um no nível MS6. A FCA deverá admitir ainda em 2013 três professores titulares. O Anexo I apresenta a relação de docentes envolvidos com os cursos de Engenharia da FCA. Em relação à Pós-Graduação, há dois programas em andamento: o programa de mestrado e doutorado em Ciências da Nutrição, Esporte e Metabolismo (CNEM), iniciado em 2011, e o programa de mestrado em Pesquisa Operacional, aprovado em 2012 e iniciado no

15 semestre de Há também a parceria com o Programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica, do Instituto de Geociências da Unicamp, por meio de credenciamento de docentes e de oferta conjunta de disciplinas. Sobre as atividades de pesquisa foram aprovados desde 2009 mais de 130 projetos de pesquisa pelos docentes da FCA, com valores que somam em torno de 9 milhões de reais, sendo em sua maioria fomentados pelo CNPq e FAPESP. Existe uma média de publicação em torno de 1,5 artigos em periódicos com indexação por docente por ano. No ano de 2012, a FCA teve mais de 60 bolsas de iniciação científica financiadas pelo Programa PIBIC do CNPq. Isso indica a intensa participação dos alunos de graduação na pesquisa desenvolvida na Unidade. Em relação às atividades de extensão, cabe citar a aprovação de mais de 10 cursos de extensão (alguns deles já com mais de uma turma oferecida), sendo desses 3 na área de Engenharia e de exatas. Histórico da Engenharia de Produção A Engenharia de Produção (EP) surgiu com o desenvolvimento da indústria para estruturar os sistemas de produção. Nos Estados Unidos ela é conhecida como Engenharia Industrial (do inglês, industrial engineering) e compreende a avaliação dos sistemas de produção, aplicação da engenharia econômica, com métodos para custeio, avaliação de investimentos, aplicações de matemática financeira e economia, racionalização do uso dos equipamentos e a pesquisa operacional, com o intuito de otimizar processos e custos. A necessidade desta profissão no Brasil surgiu com a vinda de multinacionais que trouxeram a dinâmica da fábrica desenvolvida no exterior e, com ela, a necessidade de adaptação às condições de trabalho, matéria-prima e logística brasileira. Este fato, aliado ao desenvolvimento industrial brasileiro, culminou na criação das primeiras escolas de Administração de Empresas (FGV, 1954) e Engenharia de Produção (Poli/USP, 1958) do país. Atualmente, segundo a Associação Brasileira de Engenharia de Produção (ABEPRO), existem no país 137 cursos de graduação em EP, sendo a maioria cursos com menos de 10 anos de funcionamento e oferecidos por instituições privadas de ensino superior. O engenheiro de produção é formado, na maioria das escolas, para possuir uma compreensão abrangente do funcionamento de uma empresa, atuando normalmente em atividades gerenciais, já que possui em sua formação disciplinas como: análise financeira, gestão ambiental, gestão de produção e engenharia da qualidade, entre outras. Por este motivo, poderia se confundir este profissional com um administrador; porém o engenheiro de produção se difere deste pelo conhecimento tecnológico sobre processos produtivos e a 15

16 pesquisa operacional, domínios privilegiados desta engenharia. Este profissional deve compreender, em bom nível de detalhes, a base técnica dos sistemas produtivos que ele projeta, implementa e gerencia. A definição do layout ótimo de uma instalação produtiva evidentemente pressupõe um sólido conhecimento sobre a tecnologia subjacente. A montagem de um sistema de gestão da qualidade, igualmente, beneficia-se do conhecimento sobre as variáveis tecnológicas críticas para sua eficiência. Do mesmo modo, a elaboração de projetos, seja de produtos, seja de postos de trabalho, com bom desempenho ergonômico requer significativo conhecimento da sua base técnica. A formação de um Engenheiro de Produção na forma de uma graduação plena, como proposto neste projeto pedagógico, e não mais em habilitação de outras áreas da engenharia, segue uma tendência mundial dos cursos de engenharia visando preparar o egresso com uma formação mais abrangente, menos concentrada em aspectos técnicos inerentes ao seu futuro ramo de atuação. Conforme já apontado na apresentação do documento, o projeto pedagógico do curso de Engenharia de Produção segue as diretrizes curriculares da resolução do CNE/CES11 de 2002, que estabelece as linhas gerais de formação do engenheiro. Segundo o artigo 30 dessa resolução o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. O projeto pedagógico também está de acordo com as Diretrizes Curriculares para Engenharia de Produção elaboradas pela ABEPRO, que indica que a estrutura curricular de um curso de graduação em Engenharia de Produção deve oferecer disciplinas sobre os processos de produção, classificados em discretos e contínuos, automação e planejamento de processos. O diagrama mostrado abaixo, de forma simplificada, representa as habilidades desejáveis aos engenheiros em uma indústria de transformação de matéria-prima em produtos. Nele, podemos dizer que o engenheiro de manufatura tem um foco de atuação mais deslocado para as atividades que se encontram à esquerda do diagrama, ficando a cargo do engenheiro de produção se ocupar das funções mais à direita do diagrama. Porém, ambas as engenharias perpassam por todas as habilidades, assegurando a estes profissionais um sólido entendimento do funcionamento de toda a indústria. 16

17 Como desenvolver o produto Como fazer os componentes Como organizar a fábrica Como gerenciar o negócio Contexto Global da atividade Figura : Diagrama representativo da sequência das habilidades de um engenheiro numa indústria de transformação de matéria-prima em produto. Fonte: Adaptação livre de (Engineering Department, University of Cambridge) Propósitos e Objetivos da FCA e de seus Cursos de Engenharia A Unicamp é uma Autarquia Especial do Governo do Estado de São Paulo, autônoma em política educacional e subordinada ao Governo Estadual no que se refere a subsídios para a sua operação. Assim, os recursos financeiros são obtidos principalmente de dotação proveniente do principal imposto estadual, o ICMS, além, é claro, de instituições nacionais e internacionais de fomento. Dessa forma, a visão institucional propicia a orientação de uma missão institucional de ensino, pesquisa e extensão pública que perpassa todas as dimensões e todas suas ações, em cada unidade e em cada projeto. A seguir são destacados os objetivos gerais e específicos da FCA, assim como os objetivos dos Cursos de Engenharia desta Unidade. Objetivos Gerais: Objetivos Gerais e Específicos da FCA Desenvolver a educação com qualidade, autonomia do conhecimento e promoção da cidadania; Desenvolver conhecimento por meio da pesquisa e integrá-lo ao ensino; Consolidar e desenvolver a extensão universitária e a cultura. Objetivos Específicos: Educar através de um projeto pedagógico integral que tem como base a interdisciplinaridade dos diversos campos do saber; 17

18 Formar profissionais com qualidade humanista, técnica e científica e com capacidade de reflexão crítica e de responsabilidade social e ambiental; Estimular as atividades culturais e a aprendizagem e a reflexão permanente sobre os produtos da cultura local, regional, nacional e global; Promover, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, todas as formas de conhecimento, com abertura às variadas concepções pedagógicas sempre privilegiando a interdisciplinaridade e a ciência aplicada; Desenvolver atividades educativas, culturais, humanistas, técnicas e científicas que beneficiem efetivamente a comunidade onde se insere a FCA; Promover o intercâmbio e a interação com outras instituições de educação, ciência, cultura e arte; Objetivos dos Cursos de Engenharia da FCA Os cursos de engenharia da Faculdade de Ciências Aplicadas tem por objetivo proporcionar aos egressos uma sólida formação: na área de conhecimento das engenharias de produção e manufatura; nas disciplinas básicas dos cursos de engenharia, por exemplo, Matemática, Física, Desenho, Computação; para aplicar seus conhecimentos de forma inovadora, acompanhando a contínua evolução dos conhecimentos nas Engenharias de Produção e Manufatura e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas de aplicação dessas Engenharias. Com base nas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de engenharia estabelecidas pelo MEC os cursos de engenharia da FCA tem também como seus objetivos, preparar o egresso para: aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos, e instrumentais a engenharia; projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; 18

19 supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; atuar em equipes multidisciplinares; compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. IDENTIDADE DO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA FCA O curso de Engenharia de Produção possui uma abordagem diferente no que tange, principalmente, o seu setor de atuação. Apesar de a Engenharia de Produção ser originada da indústria, uma forte ênfase em ferramentas matemáticas e pesquisa operacional oferecida na FCA permite que nossos Engenheiros de Produção apliquem suas habilidades em um conjunto diversificado de setores como o financeiro, a saúde, indústrias, varejo, logística, aviação, educação entre outros. Consequentemente, estes engenheiros se destacam pela flexibilidade e capacidade de atuação tanto em organizações industriais quanto em funções administrativas em variadas organizações. O curso estrutura a sua identidade a partir de 3 núcleos distintos de disciplinas: (i) o Núcleo Básico Geral Comum (NBGC); (ii) o Núcleo Comum da Área de Engenharia; e (iii) o Núcleo de Formação Específica. Núcleo Básico Geral Comum - NBGC Os progressos das ciências nos últimos trinta anos derrubaram as barreiras que separavam as ciências básicas e demonstraram que matemática, física, química, biologia e ciências humanas são interdependentes e devem trabalhar em contínuo entrosamento. (Vaz, 1963) 19

20 O chamado Ciclo Básico foi pensado pelo professor Zeferino Vaz, criador da Unicamp na década de 1960, para ser o lugar no qual as ciências básicas experimentariam no ensino e na aprendizagem a dissolução de suas fronteiras. Z f : hamei o arquiteto e disse: [...] você vai fazer qualquer coisa, contanto que haja uma grande praça central de 300m de diâmetro e todas as grandes unidades construídas perifericamente, todas convergindo para ela. [...] Eu quero uma universidade em que os professores de Arte, de Estética, que integram o Centro de Epistemologia, se relacionem com o químico, o matemático, o biólogo, o físico, para que se õ v. No entanto, como lamentou o professor Fausto fó U v : U v f é f 2009 F v Unicamp foi sendo colocada em segundo plano ao longo de sua história. A proposta inicial para a Unicamp foi de uma universidade moderna, com um único ingresso que passaria pelos estudos gerais. Segundo Castilho, o aluno só poderia optar por uma graduação depois de dois anos; antes, deveria estudar matemática, latim, artes e tomar conhecimento das tecnologias. A função da universidade pública é formar um homem de ciência; médicos, advogados e engenheiros podem ser formados por qualquer faculdade isolada. O projeto pedagógico da FCA retoma o tom dado no passado pelo prof. Zeferino: formar um cidadão/profissional, com visão humanística, consciente de sua responsabilidade social, com competência técnico-científica voltada para a sociedade nas suas respectivas áreas, tanto do ponto de vista ambiental, como tecnológico e socioeconômico. A diferença é que hoje enfrentamos problemas que apenas se esboçavam na década de sessenta do século passado. O século XXI inicia-se com uma questão urgente: trata-se, nas palavras do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro (2007), da infinitude subjetiva do homem - seus desejos insaciáveis - em insolúvel contradição com a finitude objetiva do ambiente. Há na complexidade das questões fundamentais do mundo contemporâneo uma exigência de se pensar epistemologicamente sobre o descompasso entre a aceleração dos conhecimentos técnicos e científicos e as questões éticas, ambientais, políticas, sociais, jurídicas e econômicas por eles suscitados. O Núcleo Básico Geral Comum da FCA surge como tentativa de resposta às questões do nosso tempo. Isso não é pouco. O NBGC traz o caráter essencial da FCA, com o objetivo de buscar uma formação humanística para criar um profissional capaz de lidar com as múltiplas e 20

21 rápidas transformações da realidade, consciente do seu papel social e apto a intervir na sociedade para transformá-la de acordo com as necessidades do nosso tempo. Assim, o NBGC tem um papel central para a identidade dos cursos da FCA, por contribuir para a construção do conhecimento através da contextualização, do saber longitudinal, e da interdisciplinaridade, princípios caros à construção desta unidade. Constitui-se, portanto, como elemento estratégico do princípio de interdisciplinaridade que norteia o projeto pedagógico da FCA É composto por disciplinas contextualizadoras, de formação geral e instrumental, obrigatórias a todos os cursos da faculdade. Todos os alunos devem cumprir 28 créditos entre disciplinas do NBGC. Destes, 12 créditos serão cumpridos nas disciplinas de fundamentos, que servem como disciplinas de entrada, no sentido de construir e desenvolver o nexo das duas grandes linhas do NBGC: ciências humanas e ciências sociais aplicadas. Estas se desdobram em disciplinas básicas e daí para disciplinas específicas. As disciplinas de fundamentos (oferecidas em semestres ímpares) e algumas disciplinas básicas (oferecidas em semestres pares) são obrigatórias para todos os cursos de graduação da FCA. Já as demais disciplinas básicas e as disciplinas específicas (oferecidas em ambos os semestres) são eletivas. Neste sentido, os alunos tem mobilidade e possibilidade de escolher o melhor momento de fazer certas disciplinas de acordo com seus interesses. A figura abaixo apresenta o fluxo de encadeamento das disciplinas do NBGC na FCA. Figura : Encadeamento das disciplinas do NBGC 21

22 Núcleo Comum da Área de Engenharia Os cursos de Engenharia da FCA possuem um núcleo comum de disciplinas, de formação geral do engenheiro tanto de manufatura como produção. Essas disciplinas estão relacionadas as áreas de Física, Química, Matemática e Desenho. Abaixo segue a relação dessas disciplinas. Código GL301 LE100 LE101 LE103 LE105 LE106 LE200 LE201 LE202 LE203 LE204 LE300 LE301 LE302 LE303 LE400 LE402 LE408 LE504 Disciplina Estatística I Desenho Técnico Assistido por Computador Cálculo I Oficinas Introdução à Engenharia Geometria Analítica e Álgebra Linear Química Geral Física Geral I Física Experimental I Cálculo II Fundamentos de Cálculos em Engenharia Cálculo III Física Geral II Física Experimental II Algoritmos e Programação de Computadores Mecânica Geral Cálculo Numérico Termodinâmica I Termodinâmica II Núcleo de Formação Específica em Engenharia de Produção O curso de Engenharia de Produção da FCA possui um conjunto de disciplinas voltadas à formação específica do aluno na área de atuação do engenheiro de produção. Essas disciplinas são voltadas as áreas de Planejamento e Controle da Produção, Planejamento do Processo, Gestão da Qualidade, entre outras. Segue abaixo, a relação de disciplinas específicas para formação do engenheiro de produção. 22

23 Código LE701 LE801 LE700 LE803 GL605 ER808 LE703 GL500 LE702 Disciplina Gestão de Projetos Planejamento e Controle de Produção Engenharia de Qualidade Gestão de Qualidade Gestão de Sistemas de Logística Projeto de Fábrica Sistemas Produtivos Gestão de Sistemas de Produção Gestão de Recursos Humanos COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E PERFIL PROFISSIONAL Capacidade e Habilidades A Engenharia de Produção da FCA visa formar profissionais que possam analisar e projetar sistemas e procedimentos para organizar os componentes básicos da produção que inclui pessoas, informações, materiais, equipamentos e energia, de modo a alcançar objetivos específicos. Estes profissionais compartilham o objetivo comum de aumentar a eficiência de uma organização, e, devido à sua ampla perspectiva, aumentar a rentabilidade e segurança em uma variedade de áreas - produção, sistemas de saúde, finanças, tecnologia da informação, transporte, energia e consultoria, ou seja, não somente em aplicações industriais. Assim, nossa missão é educar os alunos, futuros líderes e gestores, com o conhecimento e as ferramentas para permitir que eles ajudem qualquer organização a melhorar continuamente os seus sistemas e processos. Desta forma deverão ser aptos para: 1. Assumir a liderança em reconhecer problemas de engenharia em suas organizações e projetar soluções. Terão habilidades para desenvolver e identificar soluções exequíveis, fazer as modificações necessárias para a aceitação de uma proposta, e serem capazes de orientar um processo de implementação. 2. Identificar as melhores ferramentas contemporâneas para o problema, aplicando-as, e 23

24 interpretando seus resultados dentro dos limites do tempo, data e recursos econômicos disponíveis. 3. Coletar e analisar os dados necessários para a abordagem escolhida, incluindo a compreensão dos efeitos de sua falta e imprecisão, e, quando necessário, realizando experimentos. 4. Devem ser suficientemente bem treinados em ciência básica e engenharia para serem capazes de entender rapidamente o ambiente em que se inserem (organizações heterogêneas) e se familiarizar com diferentes ferramentas que estão disponíveis (software de computador e abordagens de modelagem). 5. Comunicar-se eficazmente com pessoas técnicas e não-técnicas em níveis muito diferentes da organização, e ter capacidade de estabelecer rapidamente relações de trabalho e se familiarizar com novos domínios de aplicação. Neste tópico, deve ser capaz de definir o problema efetivo, distribuir tarefas e delegar funções. 6. Assumir a responsabilidade por sua própria aprendizagem, incluindo a identificação de pontos fracos na sua formação e buscando recursos para saná-las. 7. Contribuir como membro ético e responsável da sociedade. Perfil do Egresso de Engenharia de Produção O Engenheiro de Produção egresso da FCA deverá conseguir utilizar de forma eficaz e eficiente as tecnologias de software, máquinas-ferramentas, conceitos matemáticos e científicos, e de recursos humanos, a fim de solucionar problemas, fornecer produtos ou serviços a um custo mínimo, e a tempo ideal. Sua formação vai permitir-lhes beneficiar organizações, reduzindo os custos operacionais, proporcionando serviços e produtos de qualidade superior. O egresso do curso de engenharia de produção da FCA deverá ter habilidade de se comunicar nos mais diversos níveis na fábrica, entender os processos de fabricação e de office, e propor melhorias, de forma a eliminar desperdícios e otimizar os fluxos de processo e informação. Este também deve adquirir durante o curso uma postura crítica e ética. Além disso, este deverá ser capaz de trabalhar em equipe e também analisar durante o desenvolvimento de novos projetos não somente aspectos econômicos, mas também aspectos sociais e ambientais. Por último, o egresso tem a consciência da necessidade de atualizar-se continuamente durante 24

25 sua trajetória profissional, uma vez que a tecnologia muda constantemente. ESTRATÉGIAS DE ENSINO A estratégia de ensino do Curso de Engenharia de Produção da FCA foi concebida com base na identidade do Curso e tendo em vista as competências e habilidades a serem desenvolvidas junto aos alunos. Neste sentido, privilegiam-se técnicas orientadas à promoção da interdisciplinaridade, apreensão de conceitos e ferramentas fundamentais, análise e reflexão crítica, emprego da criatividade para a proposição de soluções e comunicação de resultados de estudos de forma rigorosa, precisa e clara. Esta seção apresenta uma visão geral dos programas de aprendizagem empregados no Curso de Engenharia de Produção da FCA, além de aspectos relacionados ao apoio de tais práticas infraestrutura de ensino, ferramentas informatizadas e programas de estágio docente e apoio didático. Programas de aprendizagem Um grande desafio que nos é imposto com a proposta da interdisciplinaridade é justamente o de compreender os problemas complexos sob uma percepção integrada, que vai além da perspectiva de análise de cada disciplina e área do saber. Em geral, essa complexidade é segmentada em disciplinas que não possuem condições isoladas de se complementarem ou interporem diferentes ópticas de um mesmo problema. A interdisciplinaridade emergente neste contexto como necessidade para a superação da visão fragmentada e como abordagem integrada do plano material e epistemológico no campo fragmentado do saber. Decorrem daí seus desdobramentos como técnica didática e como método investigativo. Quando analisados os currículos e as metodologias de ensino tradicionais surge evidente, nesta direção, o distanciamento entre realidade e pensamento, entre o fato social e o conteúdo em discussão nas instituições de ensino e pesquisa. A interdisciplinaridade não implica no abandono das múltiplas determinações do objeto de pesquisa, nem nas disciplinas, mas na busca da sua reconstrução histórica, de forma compreensiva e integral. Ela caracteriza a intensificação das trocas entre especialistas e disciplinas e a busca de maior grau de integração entre pensamento e realidade, entre as perspectivas das disciplinas e dos pesquisadores no interior de um mesmo projeto de ensino e pesquisa. 25

26 Baseado nestas ideias, o curso de engenharia de produção estabelece como estratégia de ensino primeiramente uma grade de disciplinas que integra as ciências sociais e humanas com as ciências exatas por meio de táticas de ensino que privilegiam trabalhos em grupos organizados por uma única disciplina a partir de assuntos comuns que são trabalhados transversalmente em outras tantas disciplinas, ou por várias disciplinas, considerando tanto aspectos conceituais e teóricos, quanto aspectos empíricos, derivados da observação direta e indireta da realidade. A partir disso, tem-se trabalhado a combinação de diferentes áreas de conhecimento e de diferentes formações de professores. Esta estratégia tem sido utilizada desde os primeiros semestres de formação dos alunos, mesmo que eles não tenham tido contato com o conteúdo mais específico do seu curso. Um exemplo é a utilização de projetos comuns entre as disciplinas. A seguir relacionam-se as principais metodologias de ensino utilizadas no Curso de Engenharia de Produção da FCA. Aulas teórico-práticas Como mencionado acima, as aulas teóricas abordam temas disciplinares com estratégias para que se faça uma análise transversal. São utilizadas como ferramentas para isso: Aulas expositivas, preferencialmente empregadas para o tratamento de abordagens teóricas e conceituais; Leitura e discussão de textos acadêmicos e estudos de caso; Emprego de filmes, documentários, vídeos e recursos multimídia com discussão relacionada; Listas de exercícios de fixação e roteiro de leituras dirigidas; Trabalhos práticos individuais e em grupo (envolvendo uma ou mais disciplinas e preferencialmente temas transversais) e, se possível, casos reais de empresas da região; Apresentação de seminários e painéis sobre trabalhos práticos, teóricos e casos discutidos e realizados durante a disciplina; Elaboração de resenhas, fichamentos e relatórios técnicos; Desenvolvimento de projetos modelos; Uso de simulações computacionais. A grade curricular é flexível de forma a incorporar mudanças que podem se processar nas 26

27 demandas de mercado ao longo dos anos, mas também visa a formação de um profissional de nível superior que alie o conhecimento da realidade industrial a uma base técnica, que lhe permita propor criticamente soluções. Visitas técnicas O currículo da Engenharia de Produção da FCA promove também a integração entre teoria e prática fazendo uso de laboratórios, visitas técnicas e palestras, que servem para resgatar conteúdos de diferentes disciplinas e áreas, integrando diversas formas de observar e entender um mesmo assunto. As visitas técnicas são essenciais para a captação do conhecimento prático nas organizações além de auxiliar a inserção do discente no mercado de trabalho através do estreitamento da relação entre a universidade e o mundo empresarial. Grupos estudantis Empresa Júnior A Unicamp possui uma importante tradição em empresas juniores, tendo fundado sua primeira empresa em 1990, na Faculdade de Engenharia de Alimentos. Embora seja uma iniciativa dos próprios alunos (incentivada e apoiada pelo corpo docente), compreende-se a empresa júnior como um elemento componente da estratégia de ensino, uma vez que representa um espaço adicional de contato dos alunos com a prática, seja na gestão da própria empresa, seja pela elaboração de projetos para os quais ela é contratada. Na FCA, a empresa júnior, denominada Integra foi fundada em 2009, já no primeiro ano de funcionamento da Unidade, por alunos dos cursos de graduação em Gestão e Engenharia. Desde então, a Integra vem ampliando sua carteira de produtos e consolidando suas atividades, sempre com o apoio dos docentes da FCA. O objetivo da Integra é realizar consultoria em engenharia e gestão para empresas da microrregião de Limeira, visando sempre a qualidade do seu serviço em preços acessíveis e satisfação dos seus clientes. Abaixo são destacados os componentes do portfólio de produtos e serviços da Integra. Como se pode verificar, são trabalhos fortemente relacionados com o universo da administração e engenharia, trazendo grande contribuição para a relação entre a teoria e a prática. Controle Estatístico - é responsável pela coleta de informações sobre campo de atuação, negócio, concorrência e clientes, e também pelo CEP, que fornece informações para um 27

28 diagnóstico mais eficaz na prevenção e detecção de defeitos/problemas nos processos avaliados. Plano de Negócios - é v q ê q produzido um bem, serviço ou ideia para a posterior venda a indivíduos ou grupos. Ergonomia - é responsável pela otimização de bem estar humano e desempenho geral de um sistema. Projeto e avaliação de tarefas, produtos, ambientes e sistemas. Gestão Interna e Externa - é caracterizada como interna a análise de recursos humanos (eficácia, eficiência, evolução e interação); financeiros (políticas de investimento e financiamento, cálculo de indicadores de liquidez) e organizacionais (reputação, potencial de invenções, confiança de parceiros comerciais). E como externa a adaptação ao meio, intervenção no ambiente que está inserido, antecipação de mudanças e posicionamento, identificação dos valores do cliente e dos concorrentes. Planejamento Estratégico - é responsável na formulação de objetivos organizacionais, análise SWOT da empresa, formulação das alternativas estratégicas. Plano de Marketing - estabelece objetivos, metas e estratégias do composto de marketing em sintonia com o plano estratégico geral da empresa. Projeto Mini Baja O projeto Baja SAE é um desafio lançado aos estudantes de engenharia que oferece a chance de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, visando incrementar sua preparação para o mercado de trabalho. Ao participar do projeto Baja SAE, o aluno se envolve com um caso real de desenvolvimento de projeto, desde sua a concepção, projeto detalhado e construção. Na FCA o projeto envolve tanto alunos de engenharia de produção como de manufatura. O objetivo atual do grupo mini baja é começar a competir nesse ano de 2013 nas provas nacionais dessa modalidade que envolve universidades de todo o país. Além dos elementos gerais apresentados até aqui sobre as estratégias de ensino dos Cursos de Graduação da FCA, são indicados a seguir alguns elementos adicionais, especialmente relacionados com a infraestrutura de ensino, ferramentas informatizadas, programas de estágio docente e de apoio didático e apoio ao discente. Infraestrutura de ensino A FCA possui hoje uma infraestrutura de ensino que conta com 7 salas de aula com 28

29 capacidade para 60 alunos, 6 anfiteatros, sendo 3 com capacidade para 120 alunos, 3 anfiteatros com capacidade para 90 alunos e 6 auditórios com capacidade para 130. Esta situação permite uma organização bastante flexível, com turmas de diferentes tamanhos e possibilidade de separação dos alunos em diferentes espaços durante as aulas para execução de trabalhos e provas. Todas as salas são equipadas com lousa, computador, projetor multimídia e tela para projeção (de slides e vídeos) e ar condicionado. Além disso, a FCA conta com equipamentos de filmagem e transmissão simultânea para casos de palestras que envolvam mais alunos do que capacidade máxima dos anfiteatros. Além disso, os alunos têm à disposição 2 salas de informática, com 42 computadores cada e infraestrutura de impressão. Há ainda notebooks que podem ser utilizados pelos alunos para atividades extra-classe e para o estudo individual e coletivo nas dependências da FCA. São 120 notebooks e 4 salas de 60 lugares disponíveis para uso. Este número revela uma média de 1,47 alunos por máquina. A FCA possui rede wireless de internet em toda a sua extensão, sendo possível aos alunos conectarem-se mediante senha previamente distribuída. A comunidade utiliza softwares livres em suas atividades, sendo que a área de informática busca alternativas gratuitas, sempre que aplicável, para uso em disciplinas. Há também softwares proprietários, utilizados mediante a compra de licenças. A Biblioteca Prof. Dr. Daniel Joseph Hogan da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) está cadastrada no Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região, sob o nº 3869 desde agosto de Encontra-se em fase de implantação, tendo vocação para constituir-se como uma das maiores do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU). Seu acervo está em acelerado crescimento, ambiente acolhedor para estudo, leitura, busca e uso da informação. É importante enfatizar que a integração da Biblioteca ao SBU permite que os alunos do Campus da FCA em Limeira utilizem o acervo das 28 Bibliotecas do SBU mediante empréstimos dentre eles o Empréstimo Entre Bibliotecas e através da Home Page da Biblioteca, pode-se consultar o catálogo on-line, base de dados, portal de periódicos eletrônicos da CAPES e Unicamp, e-books, distintas bases de dados, incluindo normas e patentes, biblioteca digital que arrola teses e dissertações da Universidade e o serviço de busca integrada, que permitem acesso aos principais fontes de informação na área da proposta. A biblioteca se comunica com os usuários por meios eletrônicos e mídias sociais. Os indicadores do SBU e da Biblioteca da Faculdade de Ciências Aplicadas, reproduzidos abaixo, 29

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