Mercado popular na fronteira do Paraguai com o Brasil: parâmetros de legalidade e relações de alteridade 1

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1 Mercado popular na fronteira do Paraguai com o Brasil: parâmetros de legalidade e relações de alteridade 1 Álvaro Banducci Júnior 2 Resumo: Estimulado pelo turismo de compras, o comércio da cidade Pedro Juan Caballero (PY), na divisa com Mato Grosso do Sul, expandiu-se e consolidou um significativo mercado reexportador, atraindo imigrantes asiáticos, árabes, dentre outros que, vindos de Ciudad del Este ou diretamente de seus países de origem, cedo estenderam para essa região de fronteira as redes internacionais que mobilizam o comércio de produtos legais e de contrabando. O propósito deste trabalho é analisar, no âmbito do comércio informal da linha de divisa, o modo como são construídas noções de alteridade e em que aspectos elas tendem a regular relações entre povos vizinhos e entre migrantes e nacionais, detentores de culturas distintas. Da mesma forma, pretende investigar de que maneira se estabelecem, no mercado de importados, relações de assimetria no que se refere ao trabalho e a trocas comercias, que definem parâmetros de relacionamento e de representação do "outro". Palavras-chave: Fronteira, mercado popular, informalidade, identidade. Introdução As áreas fronteiriças constituem zonas de disputas de interesses nacionais e do Estado, sendo espaços de manifestação de poder que demarcam os limites da soberania (DONAN & WILSON, 1999) e exprimem a natureza das relações mantidas com países vizinhos. São áreas, em geral afastadas dos centros nacionais, que sofrem forte controle estatal com o fim de ordenar e resguardar a vida nacional. Todavia, para além das conquistas históricas nacionais e dos limites construídos e assegurados mediante acordos políticos e o uso da força, as divisas são espaços continuamente negociados e reinterpretados através da dialética da vida cotidiana das pessoas que nelas vivem e [...] daqueles que as atravessam... (DONAN & WILSON, 1994:11). Se compreendem territórios de disputas políticas e nacionais, as fronteiras são também áreas de negociação cultural, de trânsito de pessoas e de bens, são zonas de intercâmbio e de confronto de valores e de identidades. 1. Este estudo tornou-se possível graças ao apoio financeiro do CNPq, na forma de uma bolsa de pesquisa Sênior. 2. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS (Curso de Ciências Sociais) e Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD (Mestrado em Antropologia). 1

2 As cidades fronteiriças de Pedro Juan Caballero (Paraguai) e Ponta Porã (Brasil), centros conurbados, em área de fronteira seca, têm seu cotidiano marcado por grande fluxo de pessoas e bens. Na linha de divisa entre as cidades gêmeas formou-se, a partir da década de 1980, um extenso mercado popular de importados, alimentado pelo turismo de compras brasileiro, que passou a atrair compradores finais e sacoleiros, mobilizando a economia de ambas as cidades. O propósito deste trabalho é analisar as relações estabelecidas no âmbito desse comércio informal de fronteira, buscando identificar o modo como são construídas noções de alteridade, nacionais e étnicas, e em que aspectos elas tendem a regular as relações entre povos vizinhos e entre migrantes e nacionais, detentores de culturas distintas. Da mesma forma, o trabalho tem como objetivo investigar de que maneira se estabelecem, no contexto do mercado de importados, relações de assimetria no que se refere ao trabalho e a trocas comercias, que acabam por definir parâmetros de relacionamento e de representação do "outro". 1. As cidades fronteiriças de Pedro Juan Caballero e Ponta Porã As cidades de Pedro Juan Caballero, no Departamento de Amambay (PY), e de Ponta Porã, no sudoeste de Mato Grosso do Sul (BR), surgiram no contexto da expansão do comércio internacional na bacia do Prata, logo após o término da Guerra da Tríplice Aliança, que atingiu o Alto do rio Paraguai, tendo propiciado o fortalecimento de algumas cidades, como Concepcíon, no Paraguai, e Corumbá, no Brasil, além da fundação de outras novas. Pedro Juan Caballero (PY), atualmente com habitantes (DGEEC, 2002), nasceu com aptidão para o comércio de importados e já no final do século XIX era importante fornecedora de mercadorias estrangeiras para abastecer vilas e fazendas na região de fronteira do Brasil com o Paraguai. Ao mesmo tempo, a cidade atuava como um polo exportador de erva-mate, a grande riqueza regional, para países como o Uruguai e a Argentina. A partir da segunda metade do século XX, a economia especializou-se no sistema de reexportação que ganhou impulso com o mercado turístico, atendendo a demanda de brasileiros, sobretudo do sul do então Estado de Mato Grosso, interessados em produtos de marcas internacionais renomadas. A pavimentação da BR 463, que liga as cidades gêmeas à Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, e a chegada da 2

3 linha férrea a Ponta Porã, na década de 1950, foram fatores decisivos para o incremento do comércio de importados (GOIRIS, 1999). A partir dos anos de 1970, e mais efetivamente nas décadas seguintes, a cidade passou a receber imigrantes asiáticos, árabes, dentre outros, provenientes de Ciudad del Este ou mesmo de seus países de origem, atraídos pelo mercado turístico já consolidado e em franco crescimento. A vizinha Ponta Porã (BR), cujo município possui habitantes (IBGE, 2010), nasceu como posto de controle aduaneiro e policial nessa área de divisa brasileira. Com o passar dos anos tornou-se centro abastecedor de insumos e outros bens para fazendas de gado e de agricultura em território nacional. Em período recente, e de forma associada, tem suprido as demandas do mercado turístico por infra-estrutura hoteleira e de lazer, dispondo de uma significativa oferta de leitos, além de bares e restaurantes. A cidade atende, da mesma forma, ao público pedrojuanino, atraído pelo mercado de vestuário e de eletrodomésticos linha branca, adquiridos no sistema de crédito, não praticado na cidade paraguaia. O processo migratório, que tem atraído para Pedro Juan Caballero famílias oriundas do interior do Paraguai e imigrantes de origem asiática e árabe, contribui para delinear um ambiente social bastante peculiar no qual, ademais das representações de nacionalidade, mobilizadas nas vivências cotidianas da fronteira com o Brasil, parâmetros étnicos se interpõem nas relações com imigrantes, travadas primordialmente no contexto do mercado de importados. A despeito das diferenças existentes entre os dois centros urbanos, seus povos e suas culturas, há um aspecto comum que os particulariza: a condição fronteiriça. A distância em relação aos centros de poder e a liminaridade espacial e cultural tendem a evocar a fronteira como território vulnerável, de difícil controle legal e, comumente, propenso a comportamentos desviantes. O ser fronteiriço, desse modo, está condicionado não apenas aos ditames das relações que se estabelecem nas áreas de divisas, mas também às representações construídas e difundidas fora desses espaços, remetendo a estigmas que fazem das áreas de divisa lugares ambíguos, ao mesmo tempo familiares e tensos, amistosos e suspeitos, sujeitos a reciprocidades e perigos. Mesmo na perspectiva do Estado, como ressalta Grimson (2000), as fronteiras são concebidas como territórios de direitos e de confronto de soberanias. Assim, como limite do nacional, a fronteira é algo a ser resguardado, 3

4 defendido, mas, sobretudo, vigiado e controlado, em função da desconfiança que gera por sua permeabilidade ao estrangeiro. 2. As cidades gêmeas e as representações de alteridade A ausência de barreiras físicas ou fiscais torna o trânsito entre os dois países livre e corriqueiro. A população se desloca cotidianamente de um lado a outro da divisa para trabalhar, fazer compras, estudar, tratar da saúde, para o lazer, entre outras atividades. E as pessoas o fazem exatamente com os mesmos propósitos, independente do sentido em que cruzam a linha da fronteira. Brasileiros trabalham em Pedro Juan Caballero e pedrojuaninos se empregam no mercado de Ponta Porã. Paraguaios que atuam no comércio popular, geralmente gastam em Ponta Porã o que ganham em reais em seu país, driblando as perdas decorrentes do câmbio monetário. Pontaporanenses recorrem ao comércio paraguaio para adquirir toda sorte de produtos a preços acessíveis, enquanto o oposto se aplica quando o interesse é por adquirir produtos com débito parcelado, o que é raro no comércio paraguaio, ou mesmo comprar roupas e calçados de marcas brasileiras. É comum encontrar brasileiros, sobretudo a população de baixa renda, com moradia estabelecida em Pedro Juan Caballero, onde as despesas com água e luz são significativamente inferiores às do Brasil. Parentes cruzam a linha de divisa para visitar-se e são comuns os casamentos entre cônjuges de diferentes nacionalidades. O contato intenso e a situação de permanente interação não representam, no entanto, o colapso das diferenças nacionais e étnicas, a ponto de induzir relações sobejamente harmoniosas entre populações vizinhas. Ao contrário, atritos cotidianos, decorrentes de interesses práticos ou querelas nacionalistas e simbólicas; o legado de rivalidades históricas, como as decorrentes da Guerra da Tríplice Aliança; estigmas identitários, que denotam relações assimétricas entre os países, permeiam as relações diárias entre as populações da fronteira. Atritos com frequência são manchete nos diários locais e decorrem de problemas diversos, tais como contendas de trânsito que, apesar de livre entre os países, está ordenado segundo legislações e políticas de fiscalização distintas, e em relação à saúde pública, geralmente no que diz respeito ao descaso no atendimento da população paraguaia em território brasileiro. 4

5 São ocorrências que repercutem negativamente no espírito do povo, acentuando ressentimentos em relação aos vizinhos e demarcando os parâmetros de ordem moral mediante os quais se edificam as diferenças identitárias de nacionalidade entre paraguaios e brasileiros. Nosotros somos bastante, grasas a Dios, generosos, hospitalarios. Es característica nuestra!, diz uma representante da Junta Municipal de Pedro Juan Caballero, utilizando-se de referenciais diacríticos recorrentes nos discursos dos pedrojuaninos, para contapor-se a um pressuposto, e avesso, modo de ser do brasileiro. Hospitalidade, generosidade e cordialidade [para não dizer do conteúdo de religiosidade, que subjaz à fala da interlocutora] são, desse modo, marcadores simbólicos que diferenciam, em sua visão, os pedrojuaninos dos brasleiros 3. As rusgas cotidianas, os atritos pessoais e as contendas de ordem legal e da memória ajudam a alimentar representações negativas das populações locais acerca do país vizinho, reforçando as distintas identidades nacionais. Assim, no Paraguai, os brasileiros são vistos como prepotentes, arrogantes, soberbos, entre outros adjetivos pouco enaltecedores. A imagem do Brasil é, em muitos aspectos, a de um país dominador, imperialista, que teria se apossado de forma ilegítima de território paraguaio ao final da Guerra de 1870 e que reproduziria essa prática em período recente mediante outros mecanismos de usurpação, seja de direitos, de dignidade, seja mesmo de terras. Neste caso, não mais em decorrência de um conflito de Estado, porém, por efeito da invasão do capital agrário brasileiro, que tem se apossado de forma crescente de território fértil do país vizinho (ALBUQUERQUE, 2009). No Brasil, por outro lado, o discurso hegemônico, configurado e legitimado na assimetria de poder em relação ao Paraguai, favoreceu, no tocante ao povo vizinho, a construção de uma imagem de indolência, ardil, atraso e violência. Trata-se de um estigma que recai indiferentemente sobre os paraguaios, inclusive os fronteiriços, indicando que mesmo num contexto de significativa interação de povos e culturas, como acontece nessa região, sistemas específicos de classificação de identidades nacionais se interpõem como parâmetros reguladores das relações pessoais entre brasileiros e paraguaios. 3. Outro aspecto que constitui diferencial identitário dos pedrojuaninos é o domínio de idiomas. Se na cidade brasileira fala-se o português, no lado paraguaio os habitantes se comunicam em castelhano e em guarani, línguas oficiais do país, além de falarem o português, o que alimenta a estima do paraguaio fronteiriço. 5

6 3. O turismo de compras e o mercado de trabalho No momento em que o turismo se consolida na economia de Pedro Juan Caballero, na década de 1970, com efeitos em cadeia para toda a região fronteiriça, o mercado pedrojuanino torna-se atraente para trabalhadores brasileiros, que passam a se empregar no comércio de importados. Em estudo voltado para o mercado de trabalho nessa região de fronteira, Dutra & Goettert (2009) apresentam dados expressivos sobre a mão de obra brasileira presente no comércio de Pedro Juan Caballero no ano de De acordo com o vice-presidente da Câmara de Comércio daquela cidade, em relação ao comércio turístico, apenas no microcentro da cidade, há pessoas trabalhando, dentre as quais 900 são brasileiros e brasileiras, com maior destaque para as últimas (cerca de 80%). Se contarmos o comércio em geral, e não apenas o de reexportação, esse número sobe para (DUTRA & GOETTERT, 2009: 6). Para os brasileiros que trabalham em Pedro Juan Caballero, muitos dos quais contratados de forma irregular, a inserção no mercado de trabalho da reexportação é uma experiência tensa e contraditória. Dutra &Goetter (2009), que realizaram pesquisa sobre a presença de mão de obra brasileira na cidade de Pedro Juan Caballero, chamam a atenção para as condições de trabalho das mulheres, inclusive menores de idade, ressaltando que todas possuem uma carga horária de trabalho de nove a dez horas diárias, incluindo os sábados. Aos domingos, a maioria trabalha em regime de revezamento. Nenhuma das entrevistadas tinha acesso a direitos trabalhistas, apenas décimo terceiro, em um dos casos (DUTRA & GOETTER, 2009: 7). Os salários costumam ser inferiores aos praticados com empregados de origem paraguaia e, não raro, as mulheres ficam sujeitas a situações de constrangimento, como revistas de bolsos e bolsas ao término do expediente. Nesse contexto adverso as brasileiras tendem a encarar seu ingresso no mercado de trabalho em Pedro Juan Caballero como uma experiência transitória; uma ocupação capaz de garantir renda enquanto oportunidades mais favoráveis, incluindo melhores salários e garantia de direitos trabalhistas, não surgem no lado brasileiro (DUTRA & GOETTER, 2009). 6

7 Da mesma forma que brasileiros migram para o mercado vizinho, trabalhadores pedrojuaninos buscam emprego em Ponta Porã. A mão de obra, nesse caso, compõe-se sobretudo de homens com baixa escolaridade que, sem os requisitos necessários para ingressar num mercado que requer maior qualificação, buscam ocupações tais como as de servente de pedreiro, de serviços gerais, entre outras. Mulheres paraguaias, por sua vez, encontram vagas como domésticas e no pequeno comércio brasileiro, sobretudo lojas de roupas e calçados, no espaço próximo à linha divisória, que, pautado em lógica semelhante à da cidade vizinha, oferece oportunidades na condição de remuneração inferior a do trabalhador brasileiro ou mesmo na de clandestinidade. De acordo com dados do Sindicato dos Comerciários de Ponta Porã, relativos ao ano de 2006, na Avenida Internacional, dos empregados do comércio, 10% eram estrangeiros, sendo que, desses, 60% eram legalizados e 40% ilegais (DUTRA & GOETTER, 2009:7). O mercado de produtos importados em expansão atraiu para a região, além da mão de obra brasileira, imigrantes de origem árabe e asiática que se estabeleceram a partir da década de Os asiáticos, procedentes de Taiwan, da China e da Coréia, articulados em amplas e complexas redes informais de interesses mútuos (RABOSSI, 2004 e SILVA, 2009), ganham proeminência no comércio local (MARTINS & BANDUCCI JR, 2007). A importação de mercadorias passa a ser controlada pelos grupos asiáticos, que se tornam importadores e distribuidores para o mercado popular. Como tal, tendem a ser vistos como competidores melhor aparelhados, que acabam por ditar as regras do mercado, muitas vezes em detrimento dos interesses da população local. A presença desses imigrantes, somada a de árabes, indianos, entre outros, faz dessa fronteira um espaço multiétnico, que se complementa com a visitação permanente dos turistas de compras de origem brasileira. 4. O mercado popular de importados O fluxo de turistas na cidade de Pedro Juan Caballero concentra-se nas duas vias principais, que seguem paralelas à linha de divisa, e nas ruas perpendiculares que as interligam, num quadrilátero de aproximadamente 900 por 100 metros. A Avenida Dr. Francia, que margeia em território paraguaio a linha que separa os dois países, é a mais antiga e mais importante via do comércio de importados. Nela dividem espaço lojas de artigos populares e as casas mais tradicionais e refinadas da cidade, bem como alguns 7

8 centros comerciais com lojas especializadas em eletrônicos, perfumes, bebidas, entre outros produtos e um hipermercado, voltado para o turista de compras e a população local. O comércio popular é praticado em pequenas lojas, que oferecem todo tipo de bugigangas, por vendedores ambulantes e nas casillas, bancas de metal que comercializam produtos populares, tais como CDs, eletrônicos, vestuário, brinquedos, entre outros, provenientes, em sua maioria, do mercado asiático. O comércio informal atende principalmente aos sacoleiros, cujos produtos são destinados à revenda. A proliferação de casillas foi de tal ordem em Pedro Juan Caballero que rapidamente formaram verdadeiras galerias nas calçadas, diante das lojas, impedindo, em alguns locais, o acesso dos pedestres às ruas. Em pouco tempo começaram a atravessar a via pública, instalando-se no canteiro central que separa as duas cidades, ainda que em território paraguaio. Na década de 1990, no mesmo canteiro, apenas que na porção brasileira, é construído um núcleo comercial semelhante às casillas, transformando a linha divisória, antes espaço de livre circulação entre os dois países, em um corredor de comércio de camelôs. Os lojistas pedrojuaninos costumam denominar essa área ocupada pelas casillas de terra de ninguém, referindo-se não apenas à liminaridade própria da divisa, mas ao processo de ocupação daquele espaço, onde diariamente acrescentavam-se novas unidades comerciais, sem a devida fiscalização e controle por parte do poder público paraguaio. Há espaços que são ocupados por iniciativa de comerciantes locais, que fazem desses estabelecimentos informais, erguidos diante das próprias lojas, uma extensão de seus negócios. Constituem-se, assim, numa alternativa de rendimentos ao comércio formal, variando a oferta de produtos e estreitando a distância em relação aos clientes mais reticentes em entrar nas lojas. Nesse caso, funcionários ou parentes são chamados para conduzir o comércio, praticado sob o olhar vigilante do proprietário. Arranjos desse tipo, visando ampliar lucros e acomodar familiares e patrícios no comércio de importados, são comuns nesse mercado, o que implica numa associação complexa da economia formal com a informal, da legalidade com a ilegalidade. 8

9 5. O comércio de importados e o novo ritmo da cidade Além do comércio no centro da cidade existe um grande centro comercial, o Shopping China, localizado no limite do perímetro urbano, próximo à BR 463, principal via de acesso a Ponta Porã. Os turistas brasileiros que chegam à fronteira por essa rodovia deparam-se primeiramente com o complexo comercial, imponente à margem da rodovia em território paraguaio, o qual lhes oferece ampla variedade de produtos de marcas reconhecidas e famosas. O Shopping China possui estacionamento próprio, ambiente climatizado, praça de alimentação, parque infantil, venda e instalação de pneus e acessórios para veículos, posto de gasolina, entre outros. Sua clientela é formada por turistas de Mato Grosso do Sul, provenientes das cidades de Dourados, Campo Grande, Bela Vista, entre outras, e de estados vizinhos, como São Paulo e Minas Gerais. São consumidores de poder aquisitivo elevado, compreendendo, na descrição de uma funcionária, pessoas da classe B até AA plus, que chegam a gastar, numa única compra, o equivalente a 10 mil dólares. Para levar, dá um jeitinho. Vêm quatro ou cinco pessoas dentro do carro (Elisete, funcionária SC). Tal prática revela, por outro lado, que, do ponto de vista do consumidor, a fronteira entre o legal e o ilegal também se assenta em limites tênues. A cota estipulada pela Receita Federal brasileira para a aquisição de mercadorias importadas é de U$ 300. Assim, o turista que associa a fronteira com a ilegalidade, o contrabando e o perigo tende geralmente a relativizar sua própria atitude quando envolve práticas ilícitas, considerando-a sinônimo de coragem e esperteza. O Shopping China, ainda que tenda a lidar com um público diferenciado, mantém influência direta sobre o comércio popular que acontece no centro da cidade. Muitos lojistas, sobretudo os de origem asiática, costumam pautar sua jornada de trabalho pelo horário de atendimento daquele centro comercial. Segundo uma funcionária do Shopping, quando esse estabelecimento anunciava que abriria as portas em determinado dia e horário, a tendência era que os comerciantes chineses, taiwaneses e coreanos abrissem também suas lojas, servindo de referência para os demais proprietários, estimulados pela competição e pelas oportunidades. Não apenas o consumidor final aproveita esses dias para realizar suas compras na cidade vizinha, como grupos de sacoleiros, vindos de outros estados em ônibus e vans fretados, são atraídos pela maior disponibilidade de lojas. 9

10 O Shopping atua, assim, como regulador do funcionamento do comércio local. Ele contribui fortemente para impor um ritmo acelerado à vida de alguns setores da população da cidade, em detrimento, muitas vezes, dos costumes legados pela tradição popular. A roda de tereré, o hábito das pessoas reunirem-se em pequenos grupos, ao final das manhãs ou tardes, para consumir o mate gelado, conversar e entreter-se; a sesta, que era comum na fronteira, quando o comércio fechava as portas no horário de almoço para o descanso vespertino, voltando a abri-las somente às três ou quatro horas da tarde; são exemplos de costumes que têm de ser adaptados ao novo ritmo do comércio. Nos feriados santos, como o de Nossa Senhora de Caacupé, padroeira do Paraguai, celebrado no dia 8 de dezembro, as pessoas ligadas ao comércio procuram maneiras distintas de respeitar a devoção e, ao mesmo tempo, atender ao movimento de turistas. Assim, visitam o santuário da Santa, na cidade de Caacupé, próxima a Assunção, em data distinta ao dia da Santa, abrem o estabelecimento apenas por meio período, entre outros recursos. O que se observa, portanto, é que o mercado de produtos importados, impulsionado pelo movimento crescente de turistas e espelhando-se no modelo de funcionamento do Shopping China, tem imposto mudanças nos hábitos da população fronteiriça a ele vinculado e interferido em práticas comuns à tradição paraguaia, colocando novos problemas à população no que diz respeito às suas crenças e costumes religiosos. 6. Relações de trabalho e assimetrias no comércio de Pedro Juan Caballero A convivência de proprietários e funcionários de distintas nacionalidades é comum e corriqueira no âmbito do mercado informal. Além de haver paraguaios que se empregam em estabelecimentos de proprietários brasileiros e trabalhadores de Ponta Porã em situação correlata, há os que trabalham em casas comerciais de asiáticos e árabes. Tal arranjo favorece, no contexto do comércio, o contato entre pessoas de distintas nacionalidades, porém, numa relação assimétrica, pois a tendência é que brasileiros e paraguaios se empreguem nas lojas de patrões de origem estrangeira e não o contrário. O mesmo acontece em relação aos pequenos comerciantes, casilleros, que adquirem seus produtos dos fornecedores de origem asiática, ficando à mercê da dinâmica que estes impõem ao mercado. Com isso, definem-se impressões, simpatias ou 10

11 antipatias em relação ao outro que se manifestam de forma declarada ou sutil nas conversas cotidianas. A conduta dos comerciantes asiáticos, sobretudo os intermediários e aqueles ligados à importação, foi reportada como problemática por diferentes interlocutores, sendo não raro tensa e conflituosa a relação que com eles estabelecem os empregados paraguaios, os proprietários das casillas, entre outros. Organizados em redes transnacionais de produção e comércio de mercadorias, alguns comerciantes chineses e coreanos atuam como uma espécie de importadores, trazendo produtos em grande quantidade e a preços muito competitivos. Eles abastecem o pequeno comércio e as casillas em Pedro Juan Caballero, da mesma forma que são fornecedores de comerciantes do mercado popular brasileiro, estabelecido no canteiro central que compreende a divisa entre os países. Deles os lojistas compram uma diversidade de bugigangas, tais como malas, bolsas, maquiagens, brinquedos, sombrinhas, cobertores, térmicas, fraldas geriátricas e infantis, entre tantas outras. Os pequenos comerciantes e os casilleros também adquirem mercadorias de representantes de importadoras de Ciudad Del Este e de Assunção, que periodicamente visitam a cidade. Desse modo, os asiáticos vendem tanto no varejo, para os consumidores finais, quanto atuam como atacadistas, para os sacoleiros, os casilleros e outros lojistas da área da fronteira. Acontece que tal condição os colocou numa situação bastante favorável no mercado, dando-lhes margens para definir preços e praticar negociações das quais outros lojistas não dispõem. Como explica Pinheiro-Machado (2008: 239), tratando de situação semelhante em Ciudad Del Este, a venda massificada de produtos a preço muito baixo reduz a concorrência e, ao mesmo tempo, dificulta que alguém externo às redes sociais consiga entrar nesse sistema de informação e mercado. A proprietária de uma casilla, instalada na linha de divisa, reclamava da atitude desleal do comerciante chinês que vendia a ela, também uma comerciante, vestuário no mesmo valor do praticado com o consumidor final. Com isso, ela perdia freguesia e encontrava grande dificuldade para manter-se no comércio. Então a gente vai e compra no atacado. E, no varejo, eles vendem a mesma coisa. [...] Eu vou e compro 10 calças jeans dele, porque eles falam prá mim: eu vendo no atacado só de dez prá cima. Eu compro, coitadinha, a vinte, vinte e dois reais a 11

12 calça. [...] Depois, daqui a pouco você passa lá prá você ver. Quanto que tá uma calça? você fala pro chino. Chino diz [imitando o modo de falar de um chinês]: vinti doi reai, vai revar? Quanto vai revar?, já fala. Pensou que você não é comerciante, então vende a mesma coisa. Do mesmo modo, chineses e coreanos foram apontados pelos trabalhadores entrevistados como os piores empregadores. Costumam remunerar mal seus funcionários; não raro são ríspidos com os empregados e frequentemente não obedecem às normas trabalhistas do país, tais como pagamento de salário mínimo (aproximadamente U$ 380), concessão de férias, respeito à carga horária semanal, entre outras. Não que sejam os únicos comerciantes a desrespeitar as legislações do trabalho. Muitos empresários do comércio, de ambos os lados da fronteira, possuem funcionários em situação irregular. São brasileiros que trabalham sem contrato no Paraguai e paraguaios que trabalham sem carteira assinada no Brasil. Da mesma forma, no comércio informal, das casillas, é difícil encontrar empregados regularizados já que o próprio negócio encontra-se em condição de informalidade. No entanto, no mercado mantido pelos asiáticos a queixa é de que além de não legalizarem os empregados, eles exploram seu trabalho com a carga horária excessiva e a baixa remuneração. [...] Porque a maioria dos coreanos, não paga bem. Você trabalha das 6 da manhã até às 5 da tarde e ganha setenta e cinco reais por semana. [...] Alguns pagam cem reais. Alguns. É bem raro. Aí você trabalha todo esse horário, você tem que levar a sua marmita no serviço, almoça rapidinho e volta prá trabalhar (Sílvia, vendedora). Diante desse discurso, em que predomina a representação de um eu fragilizado e vitimizado pela presença de um outro articulado e desagregador, insinua-se uma perspectiva reversa que no dizer de Cardoso de Oliveira (2006) atualiza a identidade étnica enquanto identidade contrastiva na qual a astúcia e a habilidade do mais fraco preponderam sobre a ingenuidade e inaptidão do outro, ainda que ardiloso e usurpador, a fim de impor suas demandas e alcançar seus interesses. Assim, um trabalhador inexperiente, usando de malícia, que se constitui em mais um dos sinais diacríticos da identidade paraguaia, pode se colocar no mercado mediante a dissimulação frente aos comerciantes de origem asiática. Querendo trabalhar... [de vendedora] você vai lá no coreano. Você já trabalhou em outro lugar? [, ele pergunta.] Sim, senhor. Tem experiência?. Tenho, senhor. Aonde tem 12

13 experiência?. Dá um nome qualquer de outra loja aí que você supostamente trabalhou. Trabalha agora mesmo? Pode começar agora mesmo?. Pode, senhor. Já ficou! (Aline, garçonete). A baixa qualificação da mão de obra frente às exigências do mercado turístico [MARTINS, 2007) e a concorrência por parte de trabalhadores brasileiros são fatores que impelem trabalhadores paraguaios, sobretudo mulheres, a se adequarem a condições muitas vezes desfavoráveis no mercado, tais como as oferecidas nos estabelecimentos de imigrantes asiáticos. Porém, esse mesmo mercado pode reservar melhores condições de emprego aos trabalhadores que dispõem de alguma qualificação. Assim, para quem não possui experiência, empregar-se em lojas de chineses e coreanos é uma alternativa atraente para o ingresso no mercado de importados. Como diz uma interlocutora com coreano, prá trabalhar, não precisa de experiência. Você adquire experiência. Os comerciantes de origem asiática, da mesma forma que são tachados de desleais e exploradores, são acusados de promoverem reserva de mercado, pois tendem a concentrar seus negócios nas mãos de familiares, gerando poucos empregos na cidade que os acolhe. Desse modo, as relações dos imigrantes coreanos, taiwaneses e chineses, genericamente identificados como chinos, com os trabalhadores e comerciantes paraguaios estão pautadas em muitos aspectos na desconfiança e no ressentimento por parte desses últimos. De um modo geral, os imigrantes asiáticos são vistos pelos pedrojuaninos, no contexto do comércio de importados, como desleais, interesseiros, aproveitadores, além de sectários, pois vivem em grupos fechados, preocupados apenas em ganhar dinheiro em território paraguaio, sem interagir com a população local e sem oferecer contrapartidas à sua propalada hospitalidade. Esse entendimento, entretanto, não induz uma reação ou estimula o enfrentamento dos lojistas informais paraguaios perante os fornecedores asiáticos, pois dependem deles para adquirir suas mercadorias. Relação semelhante com os imigrantes asiáticos, observou Pinheiro-Machado (2008) em sua pesquisa em Ciudad Del Este. De acordo com a antropóloga, Imigrantes e paraguaios estão longe de possuírem uma relação harmoniosa. [...] Preguiçosos e cínicos são os adjetivos amenos usados pelos chineses e taiwaneses para classificar os paraguaios. Os mais duros são corruptos, safados e ladrões. Já os paraguaios consideram os imigrantes parasitas 13

14 e sanguessugas, por se aproveitarem do país para fazer dinheiro sem, contudo, investir nele. Além disso, ambos os grupos alegam sofrer práticas racistas. (2008: 264). No que se refere aos vendedores e comerciantes pedrojuaninos, essa percepção do estrangeiro, identificada nos discursos lamuriosos e nas críticas veladas ou diretas dirigidas aos imigrantes asiáticos, demarca claramente as diferenças étnicas entre os grupos em contato, ao mesmo tempo em que aponta para um grau considerável de tensão existente entre esses imigrantes e a população local. Conclusão Este trabalho ateve-se ao modo como comerciantes e trabalhadores paraguaios envolvidos com a economia do turismo, na cidade de Pedro Juan Caballero (PY), articulam sua presença no mercado informal de reexportação e como negociamseu lugar no comércio, suas relações com a alteridade e sua identidade num contexto de significativa estigmatização e marginalidade, seja em função da nacionalidade paraguaia seja pela condição fronteiriça. O estudo mostrou que o ingresso no mercado de importados sujeita os trabalhadores paraguaios a uma nova dinâmica de vida, ditada pela concorrência e agilidade do comércio turístico, o que tende a interferir em tradições locais, nos costumes sociais e religiosos, no lazer e em hábitos comuns da vivência fronteiriça. Da mesma forma, atuar nesse mercado implica em lidar com redes internacionais de produção e distribuição de mercadorias, que se ramificam e se articulam global e regionalmente, passando a ditar normas para o comércio; a regular a oferta de trabalho, não raro em condições desfavoráveis; a controlar sistemas de fornecimento de mercadorias; entre outras imposições de mercado, numa condição de assimetria que, em muitos aspectos, subjuga paraguaios do comércio informal. Nesse contexto, comerciantes asiáticos são acusados de explorar mão de obra paraguaia, impondo carga horária excessiva e salários irrisórios; de estrangular o mercado, ofertando produtos com preços idênticos no atacado e no varejo; e de gerar poucas vagas de empregos. No entanto, sua presença mobiliza o mercado, atraindo turistas e sacoleiros e abastecendo os lojistas com mercadorias baratas e de apelo popular. 14

15 Diante do estrangeiro explorador, o pedrojuanino contrapõe sua astúcia e sagacidade, traços diacríticos de sua identidade, que constituem ferramenta sutil e eficaz de acesso ao comércio e de mobilidade na hierarquia do mercado informal. Do mesmo modo, perante a empáfia e a arrogância do vizinho brasileiro e a visão estigmatizada do turista, o paraguaio contrapõe sua humildade e hospitalidade, apontando para uma condição de superioridade moral que encontra fundamento em parâmetros da identidade nacional. O mercado de produtos importados torna-se, assim, espaço de múltiplas interações e transações. Para além das trocas comerciais, constitui-se em palco de negociações étnicas e identitárias. Bibliografia ALBUQUERQUE, José L. C. A dinâmica das fronteiras: deslocamento e circulação dos brasiguaios entre os limites nacionais.horizontes Antropológicos [online]. 2009, vol.15, n.31, pp CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. Caminhos da identidade; ensaios sobre etnicidade e multiculturalismo. São Paulo: Editora Unesp; Brasília: Paralelo 15, DONAN, Hasting & WILSON, Thomas M. A. Border approaches: anthropological perspectives on frontiers. Boston: University Press of America, Borders: frontiers of identity, Nation and State, Oxford, New York: Berg DUTRA, Daline M. M. & GOETTERT. Jones D. Precarização do trabalho: apontamentos a partir da mobilidade na fronteira Brasil-Paraguai. EGAL, 2009 (Disponível emhttp://dutracarlito.com/daline1.pdf. Acessado em janeiro de 2012). GOIRIS, Fábio A. J. Descubriendo la frontera: historia, sociedad y política em Pedro Juan Caballero. Ponta Grossa: Inpag, GRIMSON, Alejandro. Fronteras, naciones e identidades, la periferia como centro (comp.). Buenos Aires : Ed. CICCUS; La Crujía, MARTINS, Patrícia C. S. A formação do território turístico de Pedro Juan Caballero (Paraguai). Aquidauana (MS) : UFMS, 2007 (Dissertação, Mestrado em Geografia). 15

16 MARTINS, Patrícia C. S.; BANDUCCI JR, A.. Turismo em áreas fronteiriças: conceitos, possibilidades e especificidades. In: IV ANPTUR, 2007, São Paulo. Anais do IV ANPTUR São Paulo: Editora Aleph, PINHEIRO-MACHADO, Rosana. China-Paraguai-Brasil: uma rota para pensar a economia informal. Revista Brasileira deciências Sociais (RBCS), N. 67, RABOSSI, Fernando. Nas ruas de Ciudaddel Este: vidas e vendas num mercado de fronteira. Tese, Doutorado em Antropologia, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro,

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