Informativo SCS Ano 8, nº de dezembro de 2014

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1 Informativo SCS 2014 Ano 8, nº de dezembro de 2014

2 Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços SCS Nº 161 Ano 08 Brasília, 23 de dezembro de 2014 Sumário 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO... 3 Operações de crédito do sistema financeiro crescem em novembro COMÉRCIO... 6 Juro encarece compra de fim de ano... 6 Confiança do comércio cai 1,5% em dezembro, aponta FGV SERVIÇOS... 9 Profissional liberal terá que identificar quem pagar por seus serviços SERVIÇOS - BANCOS Usuários de caixas eletrônicos reclamam da qualidade dos serviços SERVIÇOS PUBLICIDADE E PROPAGANDA A batalha pela publicidade infantil SERVIÇOS TRANSPORTE AÉREO Redução de voos em aeroporto na Zona da Mata começa nesta segunda SERVIÇOS TURISMO União de empresários do turismo cria caso de sucesso em Tiradentes MTur investe em planejamento de centro de inovação em turismo em SC CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO MTur divulga balanço do Pronatec Turismo CURTAS FEIRAS

3 1. Crédito e Financiamento Operações de crédito do sistema financeiro crescem em novembro 22 de dezembro de 2014 Fonte: Banco Central do Brasil Taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro atingiu 21,3% a.a. no último mês. Confira o informe do Banco Central O saldo total das operações de crédito, compreendendo recursos livres e direcionados, atingiu R$2.963 bilhões em novembro, com expansões de 1,3% no mês e 11,8% em doze meses, comparativamente a variações respectivas de 0,8% e 12,2% em outubro. Em decorrência, a relação crédito/pib alcançou 58%, ante 57,6% no mês anterior e 55,1% em novembro de No mês, o crescimento resultou das variações de 1,6% na carteira das pessoas jurídicas e de 0,9% no saldo com pessoas físicas, ressaltando-se o comportamento sazonal do crédito livre para empresas. A carteira de crédito com recursos livres totalizou R$1.553 bilhões em novembro, expansões de 0,9% no mês e 4,7% em doze meses. As operações destinadas a pessoas jurídicas registraram crescimento mais expressivo no mês (1,6%), atingindo R$779 bilhões, com destaque para capital de giro, conta garantida e outros créditos (notadamente aquisição de recebíveis). Os empréstimos a pessoas físicas somaram R$775 bilhões, acréscimos de 0,2% no mês e 4,9% em doze meses, influenciados pela evolução das carteiras de crédito consignado e cartão rotativo. O crédito direcionado alcançou saldo de R$1.410 bilhões, aumento de 1,7% no mês e 20,7% em doze meses. As operações com empresas somaram R$795 bilhões, variação mensal de 1,5%, destacando-se a evolução no saldo dos financiamentos para investimentos com recursos do BNDES, parcialmente influenciada pela depreciação cambial do período. Os financiamentos para famílias alcançaram R$615 bilhões, expansão mensal de 1,9%, com variações mais expressivas nas carteiras habitacional e rural. Considerando-se as operações de crédito por ramo de atividade econômica, o setor privado apresentou saldo de R$2.772 bilhões em novembro, variações de 1,2% no mês e 10,4% em doze meses. Destacaram-se, influenciadas por fatores sazonais, as elevações mensais nos empréstimos aos segmentos de comércio (2,4%); outros serviços (1,5%) e indústria (1,3%), atingindo, respectivamente, saldos de R$249 bilhões, R$440 bilhões e R$540 bilhões. O crédito imobiliário para pessoas físicas e jurídicas totalizou R$493 bilhões, com acréscimo mensal de 1,8%, passando a representar 9,7% do PIB, ante 9,5% em outubro e 8% em novembro de Os financiamentos concedidos ao setor público alcançaram R$192 bilhões, crescimento mensal de 2,3%, resultante das elevações respectivas de 2,6% e 1,9% nas operações com estados e municípios e com entidades do governo federal. Taxas de juros e inadimplência - A taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, computadas as contratações com recursos livres e direcionados, atingiu 21,3% a.a. em novembro, registrando estabilidade no mês e crescimento de 1,3 p.p. em doze meses. 3

4 No crédito livre, o custo médio situou-se em 33% a.a., variação de 0,1 p.p. no mês e 3,6 p.p. em doze meses. No crédito direcionado, a taxa média manteve o patamar de 7,9% a.a. no mês, crescendo 0,4 p.p. em doze meses. No segmento de pessoas físicas, o custo médio caiu 0,1 p.p. no mês e aumentou 1,9 p.p. em doze meses, situando-se em 28% a.a. Nas contratações com recursos livres, a taxa alcançou 44,2% a.a, após elevação mensal de 0,2 p.p. No crédito direcionado, o custo médio das operações com as famílias declinou 0,1 p.p. no mês, para 7,8% a.a. Nos empréstimos às empresas, a taxa média de juros permaneceu estável no mês em 16% a.a., aumento de 0,8 p.p. em doze meses. Nas operações com recursos livres e direcionados, a taxa média cresceu 0,1 p.p. no mês, atingindo 23,5% a.a. e 8% a.a., respectivamente. O spread bancário referente às operações com recursos livres e direcionados diminuiu 0,2 p.p. no mês e aumentou 1,1 p.p. em doze meses, situando-se em 12,6 p.p. Os indicadores relativos aos segmentos de pessoas físicas e jurídicas situaram-se em 18,9 p.p. e 7,6 p.p., respectivamente. No crédito livre, o spread declinou 0,2 p.p., fechando o mês em 21,2 p.p., enquanto no crédito direcionado, permaneceu estável em 2,8 p.p. A inadimplência das operações de crédito do sistema financeiro, referente a atrasos superiores a noventa dias, permaneceu estável no mês e recuou 0,1 p.p. em doze meses, situando-se em 3%. No crédito às famílias, registrou-se nível de atrasos de 4,2%, redução mensal de 0,1 p.p., enquanto nas operações com empresas, o indicador permaneceu estável em 2%. No segmento livre, a inadimplência diminuiu 0,1 p.p. no mês, situando-se em 4,9%, enquanto no direcionado permaneceu estável em 1%. Evolução dos agregados monetários - A média dos saldos diários da base monetária situou-se em R$236 bilhões em novembro, com aumento de 0,8% no mês (crescimento de 1,1% no papel-moeda emitido e redução de 0,8% nas reservas bancárias) e de 6,5% em doze meses. Entre os fluxos mensais dos fatores condicionantes da emissão monetária, destacaram-se os depósitos de instituições financeiras, ao refletirem redução do percentual de encaixe obrigatório sobre poupança rural, de 18% para 13%; e os ajustes nas operações com derivativos, com impactos expansionistas respectivos de R$11,8 bilhões e R$8,7 bilhões. Esses impactos foram parcialmente neutralizados pelas operações com títulos públicos federais, contracionistas em R$8,1 bilhões, que refletiram colocações líquidas de R$24,5 bilhões no mercado primário e compras líquidas de R$16,4 bilhões no mercado secundário. Os meios de pagamento restritos (M1) registraram saldo médio diário de R$319,3 bilhões em novembro e acréscimo mensal de 0,7%, resultante das elevações de 1,3% no papel-moeda em poder do público e de 0,1% nos depósitos à vista. A expansão acumulada do M1 em doze meses atingiu 4,2%. O saldo dos meios de pagamento no conceito M2, que corresponde ao M1 mais depósitos de poupança e títulos privados, registrou crescimento mensal de 1% em novembro, totalizando R$2,1 trilhões. Esse resultado refletiu os avanços de 4,5% no saldo do M1 e de 0,6% no saldo dos depósitos de poupança, que somaram R$653,7 bilhões, com captações líquidas de R$2,5 bilhões. Os títulos privados, com saldo de R$1,1 trilhão, mantiveram-se estáveis, a despeito de resgates líquidos de R$9,5 bilhões em depósitos a prazo. O conceito M3, que compreende o M2, as quotas de fundos de renda fixa e os títulos públicos que lastreiam as operações compromissadas entre o público e o setor financeiro, expandiu-se 1% no mês, totalizando R$4,3 trilhões, reflexo do crescimento 4

5 do M2 e do saldo das quotas de fundos de renda fixa que avançou 0,8% em relação a outubro, somando R$2 trilhões. O M4, conceito que compreende o M3 e os títulos públicos de detentores não financeiros, cresceu 1,4% no mês e 14,3% em 12 meses, totalizando R$5 trilhões. Voltar ao índice 5

6 2. Comércio Juro encarece compra de fim de ano 23 de dezembro de 2014 Fonte: Correio Braziliense Brasileiros que foram às compras neste Natal e que optaram por parcelar os débitos no cartão, no cheque especial ou no crediário tiveram uma nada agradável surpresa ao bolso: além de pagarem mais caro pelos presentes, por causa da escalada da inflação, eles também foram obrigados a arcar com as taxas de juros mais pesadas em três anos. Para piorar, como a renda familiar já não cresce mais como antes, as compras feitas este fim de ano deverão constar nos extratos bancários ainda por um longo período. Praticamente metade dos brasileiros (48%) só conseguirá se livrar das dívidas do Natal em maio de Isso, claro, se apertarem o cinto e conseguirem não cair no vermelho no começo do ano, mesmo tendo em vista um estrangulamento maior do orçamento doméstico diante de gastos já previstos como a compra de material escolar, despesas com férias e pagamentos de impostos do carro e de moradia. O aperto tende a ser maior para as famílias que extrapolaram neste fim de ano com as compras de Natal. Quem optou por parcelar os débitos pagou, em média, juros de 44,20% ao ano, o maior valor já registrado pelo Banco Central (BC) desde março de Quando se olham os números com lupa, porém, percebe-se que a fatura a pagar é ainda mais pesada para aqueles consumidores que optam por parcelar as compras de Natal justamente nas modalidades de crédito mais caras. É o caso, por exemplo, de quem recorreu ao crédito pessoal não consignado, modalidade em que os juros chegaram a 103,70% em novembro, o maior patamar do ano. Aperto maior passou quem usou o cheque especial para financiar compras de fim de ano. Em novembro, a taxa cobrada nessa linha chegou a 191,60% ao ano, o maior valor já praticado pelos bancos desde abril de Diante de juros tão elevados, o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, recomendou cautela aos consumidores neste Natal. O cheque especial tem uma taxa de juros mais elevada que as outras linhas. Por isso, é preciso ser usado de forma consciente e com muita, muita moderação, recomendou. Mas, se a vida de quem recorreu ao cheque já foi difícil, sufoco ainda maior passou quem estourou o limite do cartão de crédito e teve de arcar com o rotativo. A fatura cobrada pelos bancos nessa modalidade chegou, em novembro, a 246,08% ao ano, segundo números da Associação Nacional de Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac). Endividados - Com juros tão altos, atrasar as contas é uma missão para poucos. É o que mostra pesquisa recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que indica que 39% dos brasileiros que costumam parcelar as compras de Natal normalmente têm problemas para conseguir quitar os débitos assumidos. Não raro, os consumidores que normalmente tentaram agradar nas 6

7 festas de fim de ano acabam engordando outra lista que não a do amigo oculto, mas a do cadastro de inadimplentes. Dados divulgados ontem pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostram que 18,5% dos brasileiros possuem algum tipo de dívida ou contas em atraso. E mais: 5,8% das famílias já disseram não ter qualquer condição de pagar esses débitos. Nesse cenário de aperto da renda (hipertexto), a escalada dos juros básicos, posta em prática pelo BC desde o fim de outubro, tende a ser mais um motivo de cautela para os consumidores, disse o economista Bruno Fernandes, da CNC. A gente espera que o crédito continue mais caro e escasso em 2015, disse, acrescentando que a estimativa da entidade é que as concessões de empréstimos a empresas e famílias cresçam apenas 3,7% no ano que vem, já descontada a variação prevista para a inflação no período. Não há dúvidas de que o crédito andará num ritmo mais fraco do que em 2014, até por causa do cenário econômico mais difícil, disse. Não é o que pensa o BC, que prevê para o ano que vem expansão de 12% na oferta de crédito, o mesmo patamar estimado pela autoridade monetária para este ano. 905/juro-encarece-compra-de-fim-de-ano.shtml 7

8 Confiança do comércio cai 1,5% em dezembro, aponta FGV 22 de dezembro de 2014 Fonte: Reuters O Índice de Confiança do Comércio (Icom) recuou 1,5 por cento entre novembro e dezembro, atingindo 108,9 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira. O resultado de dezembro é o segundo menor nível da série iniciada em março de 2010, superando apenas os 108,5 pontos de setembro último. Em novembro, o Icom havia chegado a 110,6 pontos. O resultado de novembro mostra que o Comércio está extremamente insatisfeito com o desempenho deste final de ano, além de nutrir expectativas modestas em relação à possibilidade de recuperação consistente das vendas ao longo do primeiro semestre de 2015., afirmou em nota o Superintendente Adjunto de Ciclos Econômicos da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr. Em dezembro, o Índice de Expectativas (IE-COM) teve alta de 1,2 por cento, para 137,5 pontos. Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) caiu 5,9 por cento frente a novembro, para 80,3 pontos. O quadro vivido pelo Brasil é de crescimento baixo, inflação elevada e juros altos, que fragilizam uma retomada do comércio. As vendas no varejo brasileiro subiram 1 por cento em outubro sobre setembro, último dado disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas ainda foi insuficiente para representar recuperação mais sólida do setor. Voltar ao índice 8

9 3. Serviços Profissional liberal terá que identificar quem pagar por seus serviços 22 de dezembro de 2014 Fonte: G1 Instrução normativa da Receita foi publica no 'Diário Oficial da União'. Identificação do CPF do contratante deverá ser feita a partir de A Secretaria da Receita Federal informou que foi publicada nesta segundafeira (22), no "Diário Oficial da União", instrução normativa que traz orientações sobre a utilização do programa multiplataforma do Carnê-Leão relativo ao Imposto de Renda Pessoa Física de Segundo o Fisco, os contribuintes pessoa física que atuarem como médicos, odontólogos, fonaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, advogados, psicólogos e psicanalistas, deverão identificar, por meio do CPF, os titulares do pagamento de cada um desses serviços nas prestações de serviço efetuadas a partir de 1º de janeiro de Essa informação será obrigatória, segundo o órgão, no preenchimento da declaração de rendimentos das pessoas físicas em O programa Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão) que será disponibilizado em janeiro de estará preparado para receber as informações, informou o orgão. O contribuinte que utilizar o programa (Carnê-Leão) 2015, acrescentou o Fisco, poderá exportar esses dados para a Declaração de rendimentos do IRPF em A identificação do pagador, ainda de acordo com a Receita Federal, evitará a "retenção em malha de milhares de declarantes que preenchem a declaração de forma correta e pelo fato de terem efetuado pagamentos de valores significativos a pessoas físicas podem precisar apresentar documentos comprobatórios à Receita Federal". A medida equipara os profissionais liberais às pessoas jurídicas da área de saúde. Voltar ao índice 9

10 4. Serviços - Bancos Usuários de caixas eletrônicos reclamam da qualidade dos serviços 22 de dezembro de 2014 Fonte: G1 Pelo menos 70% dos brasileiros utilizam os terminais de autoatendimento. Número de bancários caiu pela metade e não atende a demanda. Os terminais bancários de autoatendimento, mais conhecidos como caixas eletrônicos, surgiram para proporcionar praticidade e rapidez aos clientes dos bancos, que muitas vezes não dispõem do tempo necessário para realizar todas as operações de maneira satisfatória. Não é a toa que 70% dos brasileiros utilizam o serviço, mas o número de profissionais disponíveis para acompanhar e oferecer qualidade aos clientes não parece acompanhar o crescimento da demanda. Os usuários dos caixas eletrônicos de Teresina acumulam reclamações em relação aos serviços, o que espelha a situação nacional dos bancários, que desde 2001 viram o contingente de funcionários passar de cerca de um milhão, para a metade: 500 mil. A estes profissionais cabem obrigações como acompanhar os clientes nas operações nos terminais, realizar a manutenção das máquinas e colocar dinheiro nos caixas. Segundo Arimatéa Passos, presidente do sindicato dos bancários, a quantidade de profissionais da área não está acompanhando a demanda. Há uma carência muito grande, por isso todos os anos nós pedimos mais bancários. Precisamos reunir mais agências, estar onde o povo precisa usar os seus bancários, e com certeza essas dificuldades, como as filas, tenderão a diminuir cada vez mais. Vai funcionar muito melhor se tivermos mais pessoas trabalhando, ressalta. De acordo com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), a legislação não regulamenta o tempo de espera nas filas dos terminais, mas com a frequência das reclamações, o órgão acompanha de perto os serviços prestados. O conciliador Campelo Júnior argumenta que a fiscalização existe e é necessária. O Procon, através do setor de fiscalização se dirige até o caixa, faz a constatação para que haja a instauração de um processo administrativo para imputar a responsabilidade à empresa. De fato não existe uma regulamentação de tempo de espera sobre a fila de caixas eletrônicos, dada a situação da pulverização de caixas automáticos em toda a cidade, mas seria um tema interessante a ser regulamentado pela legislação municipal, quiçá até pela estadual, adverte. Enquanto isso, os clientes são prejudicados com os atrasos e baixa qualidade nos serviços oferecidos, como é o caso do empresário Maycks Martins, que relata ser comum encontrar poucos caixas eletrônicos funcionando, e até mesmo máquinas que não funcionam corretamente devido à falta de manutenção. Você faz todo o procedimento cabível, ao final da operação, quando insere o cartão, a máquina recusa e isso deixa qualquer um irritado. Os bancos estão com um lucro exorbitante e trabalhando de menos em prol de nós usuários, desabafa. Voltar ao índice 10

11 5. Serviços Publicidade e Propaganda A batalha pela publicidade infantil 22 de dezembro de 2014 Fonte: Carta Capital A gigante Maurício de Sousa Produções prevê caos econômico se restrições forem impostas, mas entidades defendem resolução que trata propaganda como abusiva A publicação de um estudo contratado pela gigante do entretenimento Maurício de Sousa Produções (MSP) neste mês esquentou a briga pela legitimidade do mercado publicitário infantil. A pesquisa questiona resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) que considera a publicidade infantil abusiva, e pinta um quadro de desastre para a economia caso a recomendação seja cumprida. Em 2015, o tema deve continuar mobilizando forças dos dois lados, pois será debatido no Congresso. O levantamento divulgado pela MSP foi realizado pela GO Associados. Segundo os números, a produção destinada ao público infantil gera 51,4 bilhões de reais em produção na economia nacional, 1,17 bilhão de empregos, mais de 10 bilhões de reais em salários e quase 3 bilhões em tributos. Com as propostas do Conanda em prática, que restringem nas peças publicitárias o uso de linguagem infantil, de personagens e de ambientes que remetem à infância, as perdas seriam, segundo a MSP, de 33,3 bilhões em produção, cerca de 728 mil empregos, 6,4 bilhões em salários e 2,2 bilhões em tributos. Para Ekaterine Karageorgiadis, advogada do Instituto Alana, dedicado à garantir condições para a vivência plena da infância, a decisão do Conanda é baseada na Constituição, na qual a propaganda infantil é classificada como abusiva, e portanto ilegal. Para Karageorgiadis, o problema é que a fiscalização do material televisivo, impresso e radiofônico não é eficiente. "Justamente porque essa publicidade continua existindo, o Conanda traz uma norma que dá a interpretação, para que o juiz, promotor ou o Procom possam identificar de maneira mais fácil o abuso", afirma. Karageorgiadis rebate a tese de caos econômico apresentada pelo MSP. Segundo ela, a resolução não tem impacto sobre a produção de produtos como brinquedos, cadernos e alimentos. Eles poderão continuar a ser produzidos, diz ela, mas terão de ser divulgados aos pais, em propagandas realizadas em canais adultos e sem elementos do universo infantil. "O licenciamento para entretenimento não é afetado: os desenhos continuam existindo, os brinquedos continuam existindo, o problema é a comunicação que se faz disso", diz. A advogada relata caso em que a propaganda é feita até mesmo dentro das escolas. "Há denúncias de canais infantis que vão em escolas e distribuem brindes de novelas que estão sendo realizadas", diz. "A novela infantil pode ser realizada, mas um grupo de agentes ir à escola distribuir maquiagens e cadernetas não pode". Para a MSP, dona dos projetos que envolvem a Turma da Mônica e maior estrutura de licenciamento da América Latina, isso não impede a perda de empregos e diminuição do mercado. Mônica de Sousa, diretora executiva da MSP, disse que a principal preocupação da empresa é o impedimento da "comunicação mercadológica dirigida à criança", o que afetaria a comercialização de diversos produtos da MSP, como cadernos, livros e até uma linha de macarrão instantâneo dos personagens da Turma da Mônica. "Os artistas responsáveis pela criação desses desenhos e personagens serão triplamente prejudicados. De um lado, seus desenhos deixarão de ser atrativos para as emissoras 11

12 de TV, já que elas não poderão fazer comerciais nos intervalos dos programas. De outro, suas criações não poderão ser emprestadas a quaisquer produtos", diz ela. "E, por último, eles não poderão promover shows e espetáculos com seus personagens, já que a resolução veta o patrocínio em eventos dirigidos ao público infantil", completa. Um exemplo para dar forma à disputa em questão é a peça publicitária desenvolvida pela MSP para a Vedacit. Em maio deste ano, o Ministério Público do Estado de São Paulo enviou um ofício ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) questionando uma propaganda da Mauricio de Sousa Produções, Otto Baumgart e Climanet. Na peça publicitária divulgada na internet, os personagens da Turma da Mônica utilizavam a linha de impermeabilizantes Vedacit. O processo foi arquivado pelo Conar, que aceitou a justificativa de que "não havia confusão entre conteúdo editorial e comercial". O Conar é criticado por ser um órgão da iniciativa privada e não aplicar as leis governamentais, mas as leis de seu regimento interno, que preveem multas e restrições a empresas que restringirem seu código de ética. A advogada do Alana questiona o teor da peça publicitária. "Por que um produto químico, um impermeabilizante de telhados, precisa dialogar com a criança? A publicidade se usa de um personagem que não gosta de água, cria novos personagens, os "amiguinhos Vedacit" e se utiliza de uma linguagem infantil", dizkarageorgiadis. Segundo ela, mesmo sem ser do interesse da criança, ao ir à uma loja de construções com a família, ela será uma intermediária na compra do produto. "Para vender o Vedacit eu preciso mesmo de toda essa estratégia?". Do outro lado, Mônica diz que a propaganda não foi destinada às crianças e que a produção das histórias em quadrinhos que continham os personagens da Vedacit e o personagem Cascão eram voltadas ao público adulto. "É bom lembrar que nossos personagens têm 50 anos e portanto fazem parte do imaginário de diversas gerações de adultos", diz Mônica. "Esse é um bom exemplo de como a restrição total e irrestrita proposta na resolução pode afetar a própria existência dos personagens." "É o fim dos personagens, pois eles não poderão mais estar em lugar nenhum", diz a herdeira do criador da Turma da Mônica e inspiradora de seu principal personagem. Mônica ainda defende que a autorregulamentação da publicidade se aprimore, mas rechaça as proibições. "O Brasil possui hoje 22 normas que restringem a publicidade dirigida à criança, mais do que o Reino Unido, com 16 normas, e que os Estados Unidos, com 15. Se há excessos e numa sociedade complexa como a nossa, é claro que eles ocorrem é preciso continuar a aperfeiçoar essas normas", defende Mônica. "Mas proibir totalmente tanto a publicidade quando o licenciamento de marcas, como propõe o Conanda, é condenar os brasileiros a consumir única e exclusivamente a produção de conteúdo infantil estrangeira." O vice-presidente do Conar, Edney Narchi, também critica a resolução do Conanda. "A mão pesada do Estado constitui uma afronta à liberdade de expressão e vilipendia o direito de cada família brasileira de criar seus filhos da maneira que acha correta. Papel dos pais. O papel dos responsáveis é um dos principais pontos de discussão dos dois lados. A presidente da Associação Brasileira de Licenciamento, Marici Ferreira, afirma que a resolução do Conanda usa a displicência dos pais no cumprimento do seu papel em "dizer não". "Pais ocupados e ausentes começaram a encontrar dificuldade para balancear regras e liberdade, autonomia a autoridade", afirma em nota. Ela ainda diz que a resolução tem "viés claramente paternalista" e "tenta ocupar quando minimiza o papel dos pais na educação e se investe da autoridade de decidir o que é melhor para seus filhos". Karageorgiadis, do Instituto Alana, rebate. "Os pais certamente têm um papel fundamental na educação das crianças, mas a responsabilidade pela criança não é 12

13 exclusiva dos pais, é dever do Estado, família e sociedade assegurar à essa criança prioridade absoluta", diz. Em 2015, a briga seguirá no Congresso. Um projeto de lei do deputado Milton Monti (PR-SP) tenta derrubar a decisão do Conanda. Em novembro, o projeto recebeu parecer contrário da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. A questão ainda passará pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação na Câmara e no Senado. Voltar ao índice 13

14 6. Serviços Transporte Aéreo Redução de voos em aeroporto na Zona da Mata começa nesta segunda 21 de dezembro de 2014 Fonte: G1 Um dos horários foi suspenso até fevereiro, diz Azul em nota. Local deve receber mais voos de outra companhia em A partir desta segunda-feira (22), estará suspenso um dos horários de voo partindo do Aeroporto Presidente Itamar Franco, localizado entre Goianá e Rio Novo, na Zona da Mata, com destino a Campinas (SP). A informação é da empresa Azul Linhas Aéreas. Conforme anunciado em setembro, a companhia reforçou que o motivo é o atendimento à demanda de verão. "Por conta de ajustes temporários em sua malha aérea, em virtude da variação da demanda durante o verão, irá suspender a operação de um voo que liga Juiz de Fora (Zona da Mata) a Campinas entre 22 de dezembro e 1º de fevereiro, diz o texto. Os demais horários de partidas e chegadas (confira quadro abaixo) estão mantidos pela empresa. No entanto, o Aeroporto Regional, que já teve a empresa responsável pela gestão homologada, deve receber novas linhas em Após assinatura de protocolo de intenções entre a Gol Linhas Aéreas e o Governo de Minas em novembro, o aeroporto terá voos para Congonhas, Buenos Aires, Lisboa e Punta Cana. A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) destacou que o aeroporto conta com a segunda maior pista para pouso de Minas Gerais com metros, menor apenas que o Aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins. O terminal também é alfandegado e pode executar todo o desembaraço de mercadorias que chegam do exterior. Opções de voos na Zona da Mata Sobre o quadro de voos atual, a Azul reforçou, em nota, que estão mantidos durante o verão dois voos diários - com exceção dos sábados, em que há apenas um horário - e diretos para Campinas, de onde é possível realizar conexões para todas as regiões do país. "Essa ação é temporária, até 1º de fevereiro. A companhia não abre a ocupação de seus voos por uma questão estratégica, mas, de maneira geral, a ocupação de todos os voos da Azul fica em torno de 80%", diz a nota enviada ao G1. Em julho, a companhia anunciou para setembro o fim dos voos com destino ao Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte (MG), com partidas do Aeroporto Presidente Itamar Franco. Segundo a assessoria, o motivo da suspensão foi o baixo movimento de clientes apresentado nessa rota, tornando a sustentação do voo economicamente inviável. Em abril a empresa deixou de operar no Aeroporto Francisco Álvares de Assis (Aeroporto da Serrinha), em Juiz de Fora, transferindo todos os voos para o Aeroporto Presidente Itamar Franco. Quatro funcionários que atuavam no Serrinha foram demitidos após o fim da operação da Azul no terminal, em abril. 14

15 Na época, a Azul informou que faz constantes revisões nos procedimentos operacionais e que a decisão foi tomada após análises criteriosas. De acordo com a Azul, o Aeroporto Itamar Franco tem melhores condições de infraestrutura aeroportuária, contribuindo para tornar as operações mais seguras. O Aeroporto Presidente Itamar Franco voltou a operar voos comerciais em 20 de março, quando passou a ser oferecida a rota para Confins. A Azul já havia encerrado as atividades no Aeroporto Regional em junho de Voltar ao índice 15

16 7. Serviços Turismo União de empresários do turismo cria caso de sucesso em Tiradentes 22 de dezembro de 2014 Fonte: Portal Segs Grupo formado por empresariado local desenvolve projeto de promoção turística da cidade histórica Há dois anos, cerca de 20 empresários do município mineiro de Tiradentes criaram um grupo com o objetivo de fortalecer a divulgação e a promoção turística da cidade. Os impactos do projeto Tiradentes Mais foram tão relevantes que a iniciativa se tornou exemplo brasileiro de inovação em turismo. Esse e outros dez casos de sucesso foram selecionados para compor a publicação Boas Práticas no Turismo, lançada na terça-feira (16), em Brasília (DF), pelo ministro do Turismo, Vinicius Lages, e o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. O grupo reúne hotéis e pousadas, restaurantes, lojas e atrações turísticas que tem a proposta de oferecer produtos requintados, diferenciados e com atendimento personalizado, sempre de forma integrada aos aspectos culturais da cidade. Localizado a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte, o município é considerado uma das cidades históricas brasileiras com maior acervo preservado. A união de empresários se transformou em uma espécie de associação empresarial, em que cada membro contribui com uma quantia mensal para ser investido na promoção turística do município. De acordo com os integrantes do grupo, o projeto contribuiu para o crescimento aproximado de 50% do faturamento bruto da cidade. Este ano, o Tiradentes Mais foi responsável pela inauguração de um centro de atendimento ao turista no centro histórico da cidade. Além disso, o grupo vem garantindo a visibilidade do destino com anúncios e campanhas em publicações nacionais, além de organizar famtours com jornalistas e ter criado uma logomarca única, um site (www.tiradentesmais.com.br) e uma fanpage promocional (www.facebook.com/tiradentesmais). O destaque em inovação foi mapeado em pesquisa do Índice de Competitividade do Turismo Nacional, realizada pela Fundação Getúlio Vargas a pedido do MTur, para acompanhar a evolução da atividade turística em 65 destinos de todo o país. O trabalho de campo foi feito entre março e junho deste ano. Ao todo, 11 projetos, em mais de 80 analisados, se destacaram pela inovação em um produto, processo, método de marketing ou organizacional. O objetivo é identificar e divulgar as boas ideias desenvolvidas por destinos brasileiros, a fim de multiplicar essas iniciativas. 16

17 MTur investe em planejamento de centro de inovação em turismo em SC 22 de dezembro de 2014 Fonte: Ministério do Turismo Ideia é que estado tenha espaço de excelência para desenvolvimento de projetos e iniciativas inovadoras para impulsionar setor O secretário Nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Vinicius Lummertz, e o presidente da Santa Catarina Turismo (Santur), Valdir Walendowsky, assinaram, em Florianópolis, um termo de compromisso para a realização de estudos para a implantação do Centro de Inovação em Turismo. O objetivo é criar um espaço de excelência para o desenvolvimento de projetos e iniciativas inovadoras para impulsionar o setor no País. É um momento muito importante, pois estamos lançando um projeto que une turismo e tecnologia, uma sinergia fundamental para o desenvolvimento do setor, disse o secretário para uma plateia de gestores públicos, acadêmicos e representantes do setor produtivo. Segundo o documento, o governo federal, por meio do MTur, vai investir R$ 1 milhão para a elaboração dos estudos de implantação do centro, uma ideia que será expandida para outros destinos turísticos. Lummertz ressaltou a importância da cooperação entre os setores público e privado no projeto. Esta parceria vai viabilizar, por exemplo, a implantação do funcionamento provisório do centro de inovação no Centro de Convenções de Florianópolis. Segundo José Fiates, diretor executivo do Sapiens Parque, espaço que reúne um conjunto de empresas com foco em inovação, tecnologia e sustentabilidade e anfitrião do evento, o centro entra em funcionamento até o primeiro semestre de 2015 a partir de investimentos privados. O centro, com esta concepção que imaginamos, de gerar conhecimento, criar produtos para o turismo internacional, por exemplo, é uma iniciativa inédita no Brasil, disse o presidente da Santa Catarina Turismo (Santur), Valdir Walendovsky. Na avaliação do secretário estadual de Turismo, Felipe Melo, o centro produzirá conhecimento e expertise não só para Santa Catarina, mas para todo o Brasil. A assinatura do termo ocorreu durante a realização Workshop de Inovação e Turismo Cidades Inteligentes, no qual foram discutidas e apresentadas experiências voltadas para tornar as cidades mais eficientes e criativas. Ouça aqui comentário do secretário Vinicius Lummertz sobre o empenho do MTur na busca por inovações no setor. Voltar ao índice 17

18 8. Capacitação e qualificação MTur divulga balanço do Pronatec Turismo 22 de dezembro de 2014 Fonte: Segs Qualificação profissional é um diferencial cada vez mais valorizado no mercado de viagens e turismo Antes comunicador social; agora, organizador de eventos. Formado há dois anos na primeira turma do Pronatec Turismo de Niterói (RJ), Pablo Tavares, 27 anos, garante que não vai parar por aí. O próximo passo é buscar aprimoramento em um curso de idiomas. O exemplo logo chamou atenção da mãe, Sara Barroso, que, ao notar a valorização profissional do filho, ingressou no curso de camareira, com o intuito de se qualificar e conquistar nova posição no mercado de trabalho. A história de Pablo Tavares é uma das 100 mil vidas transformadas com a ajuda do Pronatec Turismo, programa de qualificação do Ministério do Turismo em parceira com o Ministério da Educação. Ao longo de 2014, o MTur incentivou a qualificação de pessoas para o mercado de turismo em 120 municípios, com intuito de suprir a necessidade de profissionais nos destinos brasileiros e capacitar aqueles que já trabalham na área. O programa tem oferta de 54 cursos, destinados a: cidadãos brasileiros com planos de ingressar no mercado do setor; pessoas já empregadas em atividades econômicas do Turismo; e jovens em situação de vulnerabilidade social. De acordo com o ministro do Turismo, Vinicius Lages, os resultados dessa iniciativa já podem ser notados na qualidade dos serviços de hotéis, restaurantes e demais segmentos do turismo no Brasil, com ênfase para a formalização do trabalho, melhoria salarial e mais qualidade de vida para milhares de egressos do programa. A partir do ano que vem, o Pronatec Turismo terá mais uma modalidade, com o objetivo de qualificar pessoas que já atuam em atividades produtivas associadas direta ou indiretamente ao turismo. O Pronatec Turismo Desenvolvimento Local visa melhorar os serviços prestados aos turistas, além de subsidiar o aumento da renda para o profissional local, o desenvolvimento da economia do município, o estímulo ao empreendedorismo e à formação do Microempreendedor Individual. Além dos 120 participantes, mais 81 municípios serão contemplados, localizados no entorno de parques nacionais, e mais 13 cidades que detém patrimônios tombados pela Unesco e pelo IPHAN. Com essa iniciativa, o programa passará a atender 214 municípios e oferecer mais de 100 cursos, entre eles os de artesão de biojoias, artesão de artigos indígenas, destilador de bebidas, tecelão e preparador de doces em conserva, entre outros ofertados. Perfil - Desde que foi lançado, há dois anos, o Pronatec Turismo formou pessoas e hoje conta com alunos matriculados regularmente em todo o país. 18

19 Cerca de 72% dos egressos no programa são mulheres, enquanto 28% é homem. Quase 50 mil alunos têm entre 30 a 39 anos. Em relação a escolaridade, quase 100 mil alunos possuem o Ensino Médio completo. O estado do Rio Grande do Sul é o que possui o maior número de matrículas, mais de 20 mil, e a capital Porto Alegre lidera o número de formados, quase cinco mil. Os cursos mais procurados são: Inglês e Espanhol, Organizador de Eventos, Recepcionista em Meios de Hospedagem e Recepcionista de Eventos. Qualificação na Copa - A primeira fase do programa, que começou em 2012, foi desenvolvida com foco na Copa do Mundo. O Pronatec Copa, como foi chamado, disponiblizou 54 cursos em 120 cidades do país. Com a Portaria 112/2013, o programa contou com a parceria das secretarias estaduais e municipais de Turismo e INFRAERO, e se dividiu em três linhas de ação: Pronatec Copa, Pronatec Copa na Empresa e Pronatec Copa Social. Até maio de 2014, mês que antecedeu o início da Copa do Mundo, foram 166 mil matriculados e 80 mil concluintes. Parcerias - No âmbito social, o ministério firmou uma parceria com o Conselho Nacional do SESI para atender jovens vítimas de violência. Por meio do Pronatec Turismo Social, 30 cursos são oferecidos aos egressos do Programa ViraVida, do SESI, e seus familiares. O objetivo é inseri-los no mercado de trabalho do setor de turismo. Para saber mais acesse: Voltar ao índice 19

20 9. Curtas 19 de dezembro de 2014 Fonte: Exame Outlets avançam no Nordeste do país O Nordeste virou o polo de expansão dos outlets no Brasil. Em novembro, Fortaleza inaugurou seu primeiro shopping de descontos. Em janeiro, começa a construção da primeira unidade em Pernambuco, na cidade de Jaboatão dos Guararapes. O projeto, orçado em 80 milhões de reais, é da paulistana About e da pernambucana Cuatro Participações. O outlet terá lojas de marcas como Calvin Klein, Nike e Diesel. Também em 2015, a About construirá uma unidade em Feira de Santana, na Bahia. A preferência pelo Nordeste se explica: terrenos mais baratos e uma economia que não sofre tanto quanto no resto do país. 19 de dezembro de 2014 Fonte: IDGNow Promoção da Amazon permite testar e-reader Kindle por 30 dias no Brasil Caso não goste do aparelho, usuário pode devolvê-lo e receber o dinheiro de volta. Iniciativa é válida apenas para compras feitas pelo site Amazon.com.br A Amazon Brasil lançou nesta sexta-feira, 19/12, uma promoção que permite ao usuário testar o e-reader Kindle antes de decidir se realmente quer ficar com o aparelho. Pela iniciativa, o consumidor compra o Kindle e pode devolvê-lo em até 30 dias (a partir da data que recebeu o produto), recebendo o dinheiro de volta, caso não goste do aparelho. Vale lembrar que a promoção só é válida para compras feitas na loja online da Amazon no Brasil. Voltar ao índice 20

21 10. Feiras 16/12/2014 até 23/12/ FENAIUC Setor: Têxtil, Confecção e Vestuário Local: Centro de Convenções de Goiânia Cidade: Goiânia - GO 11/01/2015 até 14/01/ COUROMODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo SP 20/01/2015 até 22/01/ FENIM GRAMADO INVERNO Setor: Têxtil, Confecção e Vestuário Local: Serra Park Cidade: Gramado - RS 21/01/2015 até 23/01/ SHOWTEC 2015 Setor: Agronegócio Local: Estação Experimentação da Fundação MS Cidade: Maracaju MS 22/01/2015 até 25/01/ FIOSP Setor: Saúde Local: Pavilhões de Exposições do Expo Center Norte Cidade: São Paulo SP 22/01/2015 até 25/01/ EXPO NOIVAS & FESTAS SP EDIÇÃO IMIGRANTESEXPO NOIVAS & FESTAS SP EDIÇÃO IMIGRANTES Setor: Multisetores Local: Centro de Exposições Imigrantes Cidade: São Paulo - SP 02/02/2015 até 06/02/ SHOW RURAL COOPAVEL Setor: Agronegócio Local: Parque tecnologico da Coopavel Cidade: Cascavel PR 03/02/2015 até 06/02/ VITÓRIA STONE FAIR/MARMOMACC LATIN AMERICA Setor: Mineração Local: Carapina Centro de Eventos Cidade: Serra ES 21

22 04/02/2015 até 06/02/ SUPER SHOWROOM MÓVEIS E ELETRO Setor: Madeira e Móveis Local: EXPOMINAS Cidade: BELO HORIZONTE MG 07/02/2015 até 10/02/ TEXTIL HOUSE FAIR Setor: Têxtil, Confecção e Vestuário Local: Anhembi Pavilhão Oeste Cidade: São Paulo - SP 07/02/2015 até 10/02/ FEIRA DO EMPREENDEDOR SÃO PAULO Setor: Multisetores Local: Anhembi Parque Cidade: São Paulo SP 23/02/2015 até 26/02/ GIFT FAIR BRAZILIAN INTERNATIONAL Setor: Multisetores Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo - SP 23/02/2015 até 26/02/ D.A.D. Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo SP 25/02/2015 até 27/02/ RIO CONTENT MARKET. Setor: Cine, Foto, Imagem e Som Local: Windsor Barra Hotel Cidade: Rio de Janeira RJ 03/03/2015 até 08/03/ FEIRA DO BEBÊ E GESTANTE Setor: Comércio Varejista, Atacadista e Franquias Local: Minascentro Cidade: Belo Horizonte MG 03/03/2015 até 06/03/ EXPO REVESTIR Setor: Utilidades do Lar Local: Transamérica Expo Center Cidade: São Paulo SP O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao índice 22

23 23

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