TURISMO INDÍGENA COMO FATOR DE INOVAÇÃO SOCIAL: O CASO DA COMUNIDADE INDÍGENA NOVA ESPERANÇA (RR)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TURISMO INDÍGENA COMO FATOR DE INOVAÇÃO SOCIAL: O CASO DA COMUNIDADE INDÍGENA NOVA ESPERANÇA (RR)"

Transcrição

1 TURISMO INDÍGENA COMO FATOR DE INOVAÇÃO SOCIAL: O CASO DA COMUNIDADE INDÍGENA NOVA ESPERANÇA (RR) Autoria: Cristiane Nascimento Brandão, Cristina de Moura João, José Carlos Barbieri RESUMO A influência positiva do turismo sobre aspectos relacionados com a qualidade de vida da população local parece ser bastante clara, uma vez que o aumento e melhoria de infraestrutura, equipamentos e serviços e a readaptação de espaços físicos, inicialmente previstos para fins turísticos, beneficia também os moradores também. Partindo-se dessa afirmação, o presente artigo tem como objetivo analisar o turismo como fator de inovação social na comunidade indígena Nova Esperança, localizada na reserva indígena de São Marcos, município de Pacaraima (RR). Por meio de um estudo de caso, verificou-se que os resultados indicam que a introdução do turismo teve um papel importante no desenvolvimento da comunidade, a partir do aproveitamento de seu potencial endógeno. A relevância deste estudo, parte do interesse de evidenciar casos de inovação social, dado que a grande parte dos estudos sobre inovação tem sido tradicionalmente realizados a partir de perspectivas mais tecnológicas, geralmente associadas com pesquisa e desenvolvimento visando a criação ou melhoria significativa de um produto, não de uma comunidade. Desse modo, é importante evidenciar casos de sucesso de inovação social representados por novas práticas introduzidas em comunidades (no caso deste estudo), objetivando melhorias econômicas e sociais para a coletividade, viando satisfazer suas necessidades. Palavras-chave: Inovação Social, Turismo Indígena, Desenvolvimento Local ABSTRACT Tourism s positive influence on local population s quality of life appears to be quite clear. As the infrastructure, equipment and services initially planned for tourism increases and improve, will also benefit residents as well. Based on this statement, this paper aims to analyze tourism as a factor of social innovation in the indigenous community Nova Esperança, located on Indian Reservation Sao Marcos in the city of Pacaraima (RR), Brazil. This case study found results which indicate that the introduction of tourism has an important role in community development from the use of indigenous potential. The relevance of this study, comes from the interest of bringing to evidence social innovation cases, since the vast majority of studies on innovation has traditionally been made most from a technological perspective, usually associated with research and development of a product, not a community. Thus, it is important to highlight success stories of social innovation represented by new practices introduced in communities (in the case of this study), to economic and social improvements, searching to meet the needs of the communities. Keywords: Social Innovation, Indigenous Tourism, Local Development 1/12

2 Introdução O termo inovação é associado à introdução de algo novo ou significativamente melhorado, partindo de uma situação pré-existente (DATTA, 2011). No caso do turismo, por exemplo, a inovação social pode implicar novas formas e métodos de gestão e implementação. A influência positiva do turismo sobre aspectos relacionados com a qualidade de vida da população local parece ser bastante clara, uma vez que o aumento e melhoria de infraestrutura, equipamentos e serviços e a readaptação de espaços físicos, inicialmente previstos para fins turísticos, beneficia também os moradores. Partindo-se dessa afirmação, o presente artigo tem como objetivo analisar o turismo como fator de inovação social na comunidade indígena Nova Esperança, localizada na reserva indígena de São Marcos, município de Pacaraima (RR). O artigo está organizado da seguinte maneira: primeiro apresenta uma abordagem sobre inovação social; a seguir, descreve dois processos de inovação social; na sequência, traz uma abordagem sobre desenvolvimento local sustentável e turismo indígena; a seguir aborda a relação entre turismo indígena, desenvolvimento e inovação social. Posteriormente, são apresentados os resultados e as considerações finais da pesquisa. Inovação Social O conceito de inovação como um resultado ou como desempenho inovador é apresentado na teoria de inovação de Schumpeter (1947), na qual ele afirma que a criação de um conhecimento novo ou combinações de conhecimento já existentes são transformados em inovação. Já a inovação entendida como desempenho, é um resultado visível da habilidade de geração e utilização de conhecimento, combinação e síntese para a introdução de produtos, processos, mercados ou novos tipos de organização ou organizações substancialmente melhoradas (Camisón e Monfort-mir, 2012). A OECD (1997), por meio da publicação do Manual de Oslo, define inovação como a implementação de um bem ou serviço novo ou melhorado, mas não só isso. Também considera como inovação um novo processo, um novo método de marketing ou um novo método organizacional dentro das práticas de negócios. Ou seja, não considera apenas a inovação no produto ou serviço final, mas em todo o processo de produção. Além disso, existe o novo paradigma da inovação. Chamada por peritos da OECD de nova natureza da inovação, caracterizado pela abertura do processo de inovação para a sociedade. Juntamente com empresas, universidades e institutos de pesquisa, cidadãos e clientes tornam-se atores relevantes do processo de inovação. Com base nessas tendências, a inovação torna-se um fenômeno social que influencia cada vez mais todas as esferas da sociedade (Declaração de Viena, 2011). O conceito de inovação social tem se destacado nas pesquisas científicas, nos debates públicos, nas ações coletivas e nas políticas públicas (Moulaert; Nussbaumer, 2005). Na academia, o conceito recebeu um novo impulso ao longo das duas últimas décadas, com uma gama de aplicações contemporâneas que abordam desde a sua natureza até as suas funções e processos, destacando o comportamento inovador dos agentes sociais, econômicos e políticos em iniciativas socialmente inovadoras, em oposição às percepções dominantes da inovação tecnológica e organizacional (Klein et al, 2012). 2/12

3 A Declaração de Viena (2011) corrobora que inovações sociais são necessárias e podem ser encontradas em grandes domínios da sociedade, desde as áreas de serviços até a economia social e as indústrias criativas. À luz da crescente importância da inovação social, a conferência analisou os conceitos teóricos, as áreas de pesquisa empírica, conceitos e desenvolvimento no campo da inovação social. Ressaltou como necessário, redesenhar as fronteiras (tanto em termos de diferenças, bem como sobreposições e interações) entre as inovações de negócios e novas tecnologias, de um lado, e as inovações sociais do outro. Nesse contexto, inovação social pode ser definida como soluções inovadoras para problemas sociais que necessite da mobilização de ideias, capacidades, recursos e arranjos sociais indispensáveis para transformações sociais sustentáveis (Alvord et al, 2004). Para o Centro de Pesquisa em Inovação Social ou Research Center on Social Innovations (CRISES, 2004), inovação social representa novas práticas e abordagens introduzidas com o objetivo de melhorar o desempenho econômico e social de organizações públicas ou privadas; resolver problemas de interesse social importantes; criar regulamentações onde não exista; coordenar e satisfazer novas aspirações ou necessidades junto às comunidades. Já Martinelli et al (2003) menciona que inovação social, tanto em seu produto final como nas dimensões do processo, é caracterizada por pelo menos três objetivos, que podem ser realizados isoladamente ou em combinação, por meio de alguma ação coletiva, em oposição à ação individual. São eles: i) Contribuir para satisfazer as necessidades humanas de forma que ainda não foram consideradas ou satisfeitas; ii) Aumentar os direitos de acesso (por exemplo, a inclusão política, políticas redistributivas, etc.); iii) Melhorar as capacidades humanas (por exemplo, através do empoderamento de determinados grupos sociais, aumentando o capital social, etc.). De acordo com Moulaert e Mehmood (2011), a inovação social refere-se às alterações nas agendas de agências e instituições que levam a uma melhor inclusão de indivíduos e grupos excluídos em várias esferas e escalas espaciais da sociedade. Nesse contexto, o autor destaca a inovação de processo, ou seja, mudanças na dinâmica das relações sociais, incluindo as relações de poder. O processo de inovação social Os pesquisadores em inovação têm conceitualizado diferentes modelos para descrever o processo de inovação. Datta (2011), por exemplo, utilizou o processo adaptado de Van de Ven, Polley e Garud et al (2008), que consiste em três períodos, sendo eles: iniciação, desenvolvimento e implementação. A primeira fase consiste na idealização, na qual surgem novas ideias com a finalidade de resolver um problema ou necessidade social. A segunda fase representa uma oportunidade de empreendedorismo social, que desencadeia o processo de inovação por meio da introdução de novas combinações de recursos. Por fim, o terceiro estágio é fase em que a ideia é desenvolvida. Este processo de inovação pode resultar em novos serviços, produtos ou processos criados para solucionar o problema ou necessidade social identificada no início do processo (Datta, 2011). O CRISES descreve as principais características do processo de inovação social, apresentado na Figura 1: 3/12

4 1 Processo Conduta deliberada 2 Processual, de natureza não linear 3 Habilidade para criar 4 Envolvimento e vontade de mudar 5 Capacidade de concretizar 6 Mudanças comportamentais 7 Solução de problemas Descrição Inovação social é o resultado de uma conduta deliberada e duradoura de certos grupos, comunidades ou atores sociais (institucional ou não), consistindo na introdução de novidades, gerando, desse modo, melhorias sociais com relação à situação anterior. Inovação social é um processo que é gerado, aceito e a propagado dentro do tecido social. Inovação social acontece em um período de tempo em que podem ocorrer sobreposições de várias ações, não necessariamente na sequência de uma ordem pré-definida, de modo a alcançar o objetivo proposto. Implica na articulação do tecido social para gerar amplas parcerias sociais (individuais, grupos, comunidades, instituições) começando por um acordo básico (bem e interesse comum, destino compartilhado, no caso do turismo, etc.); tais parcerias deveriam ser capazes de gerar contexto favorável para a introdução, assimilação e difusão de inovações. Tanto indivíduos como organizações deveriam estar realmente envolvidos na inovação e estar convencidos que isso pode gerar transformações sociais consideráveis. Inovação é associada a ações concretas, fatos e atividades que ocorrem ao longo do tempo. O processo de inovação no contexto social deve levar a resultados concretos, mesmo que as ações resultem de planejamento anterior. Inovação social pode ser alcançada por meio de ações geradoras de mudanças em condutas, atitudes e práticas sociais. Inovação social é associada com os achados de soluções de problemas, deficiencias a necessidades sociais. Figura 1. O processo de inovação social (Adaptado de CRISES, 2007). Desenvolvimento Local Sustentável Em 1987, o Relatório Brundtland tornou público o debate internacional acerca do desenvolvimento sustentável. A discussão sobre o tema tornou-se mais intensa a partir do início da década de 1990, exigindo, a partir de então, a necessidade de um plano de ação multidimensional, com enfoque nas inovações sociais necessárias relacionados com as dimensões econômica, ecológica e social (Howaldt e Schwarz, 2010). O objetivo seria encontrar as melhores formas e alternativas para atender às necessidades existentes e trabalhar com maior eficácia as repercussões e efeitos colaterais não intencionais do desenvolvimento industrial na sociedade. Outro documento que ressalta a importância do desenvolvimento é a Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento, da Assembleia Geral da ONU. Que estabeleceu o direito ao desenvolvimento como um direito inalienável do ser humano (Resolução 41/128 de 1986). De acordo com a Resolução, todas as pessoas e todos os povos têm o direito de participar e contribuir para o desenvolvimento econômico, social, cultural e político, e de beneficiar-se desse desenvolvimento, de modo que todos os direitos e liberdades fundamentais do homem possam ser realizados plenamente. Dessa maneira, o desenvolvimento é condição para que todos os demais direitos humanos possam ser exercidos plenamente. Nesse contexto, Buarque (1996), conceitua o desenvolvimento local como um processo endógeno de mudança, que leva ao dinamismo econômico e à melhoria da qualidade de vida da população em pequenas unidades territoriais e agrupamentos humanos. Da mesma 4/12

5 forma, para Perez e Carrillo (2000) citado por Spinola (2006), refere-se ao desenvolvimento local como um processo que dinamiza a sociedade e ativa a economia com o aproveitamento dos recursos endógenos existentes, de modo a estimular o crescimento econômico, sob a forma de criação de emprego, geração de riqueza, e melhoria na qualidade de vida da população local. Buarque (1996) complementa que a mobilização e o aproveitamento de todas as potencialidades locais, podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais, no contexto social, econômico e ambiental, tornando-se assim, consistente e sustentável. É oportuno ressaltar, que o conceito de local não se refere a pequeno. Segundo o IPEA (1996, p. 23) o local não é um espaço micro, pode ser tomado como um município ou, inclusive, como uma região compreendendo vários municípios. No que se refere ao contexto de comunidade, Berg (2004) define como uma unidade geograficamente delimitada dentro de uma sociedade mais ampla; o que possibilita uma considerável homogeneidade cultural, interações e relacionamentos entre os membros. Dessa forma, demandam organização e mobilização para ressaltar suas próprias potencialidades (BERG, 2004; BUARQUE, 1996). O conceito de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável, tornou-se consenso geral na Oitava Rodada de Interlocução Política do Conselho da Comunidade Solidária, como uma forma de promover o desenvolvimento que torne possível a sustentabilidade das comunidades, de maneira que estas sejam capazes, não apenas de suprir suas necessidades imediatas, mas principalmente que possam descobrir suas vocações e potencialidades transformando-as em benefícios locais (IPEA, 1996). Nesse sentido, o desenvolvimento local sustentável refere-se a uma nova dinâmica econômica, não apenas preocupada com a criação de novos postos de trabalho, mas como uma forma de construir um modelo de desenvolvimento mais sustentável. Para Spinola (2006), a integração do turismo pode ser compatível com as condições sociais, ambientais e econômicas de comunidades locais, desde que o planejamento e gestão da atividade ocorram de modo participativo e contemple a constituição de um poder endógeno por parte das comunidades os quais são capazes de torna-las auto gerenciadas e autônomas. Nessa perspectiva, Acereza (2002) salienta que o turismo pode contribuir para a geração de novos postos de trabalho, utilizando-se turisticamente dos recursos naturais e culturais disponíveis. Contudo, o autor acrescenta que, previamente, as reais possibilidades de o turismo ser usado como fator de desenvolvimento local devem ser verificadas. Entretanto, a ocorrência desta verificação depende da pré-disposição da comunidade, da disponibilidade de atrativos, dentre ouras questões. Além disso, para que o desenvolvimento seja duradouro, deve trazer melhorias concretas e permanentes. Nesse sentido, Jara (1998) conclui que o desenvolvimento local sustentável é uma estratégia que permite visualizar perspectivas concretas de desenvolvimento humano, de segurança alimentar e de saúde, descobrindo ou despertando as vocações locais e as potencialidades específicas. Turismo Indígena A investigação científica acerca do turismo indígena teve sua origem na década de 1970, a partir de trabalhos de campo em antropologia (Hinch e Butler, 1996). Conforme menciona Smith (2006), somente na década de 1990 o campo de estudo do turismo indígena foi abordado no contexto do desenvolvimento econômico, que trouxe à tona a relação 5/12

6 contenciosa entre povos indígenas, áreas protegidas e o ecoturismo. Foi a partir de então, que questões relevantes ligadas a esta temática começaram a ser investigadas de maneira mais explícita dentro do contexto da sustentabilidade. Tornou-se evidente que o turismo indígena requer uma abordagem cada vez mais multi-disciplinar decorrente da crescente participação de geógrafos, economistas, administradores, sociólogos, ecologistas, dentre outros cientistas sociais (Hinch e Butler, 1996; Smith, 2006). Diante da multidisciplinaridade que mostrou apresentar o turismo indígena, diversos autores trataram de definí-lo, a fim de demarcar o segmento de maneira mais ampla e autônoma. Dessa maneira, Sinclair (2003) situa o subcampo mais claramente como um fenômeno uma modalidade dentro dos estudos do turismo, considerando-o como uma submodalidade do turismo alternativo e/ou do ecoturismo. Por outro lado, Hinch e Butler (1996) trataram o campo como um segmento do turismo, definindo-o como "atividade turística em que os povos indígenas estão diretamente envolvidos, quer através do controle ou por verem a sua cultura servir como a essência da atração. No contexto brasileiro o turismo indígena ainda não é reconhecido como um segmento, sequer é mencionado no Plano Nacional de Turismo (PNT), instrumento que conduz a política pública de turismo do país. Direfente do que ocore em países como Nova Zelândia, Austrália, Canadá, dentre outros. A relação entre turismo indígena, desenvolvimento e inovação social Segundo Camisón e Monfort-Mir (2011), existe uma série de desafios que vêm ocorrendo desde meados da década de 1980 e que tem destacado a inovação como uma força emergente e crucial para a competitividade do turismo. A literatura de turismo considera a atividade turística como indutora de mudanças, que pode trazer impacto positivo ou negativo na dimensão econômica, social, ambiental e cultural nas áreas onde a atividade é desenvolvida (Butler, 1999; Murphy, 2004; Byrd, 2007). Ainda segundo os autores, o turismo tem a capacidade de gerar renda, emprego, induzir a capacitação e consequentemente promover o crescimento econômico da região onde é desenvolvido. No setor do turismo, a inovação pode consistir de um novo conceito de serviço, novas formas de interagir com os clientes, um método novo ou melhorado para entregar um produto turístico ou fornecer um serviço turístico, ou melhoria da organização empresarial ou territorial ou, ainda, a implementação de um novo tipo de tecnologia (Camisón e Monfort-mir, 2011). De acordo com Datta (2011), no turismo, as inovações costumam ser incrementais, ou seja, consistem em pequenas e constantes melhorias ou modificações do produto ou serviço pré-existente, a fim de torná-lo mais atraente para o turista. O turismo também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento local de comunidades indígenas, uma vez que a atividade representa uma diversificação de processos e produtos, que podem ser decisivos nas estruturas econômicas dessas localidades. Metodologia O presente artigo utilizou como estratégia de pesquisa o estudo de caso (Yin, 2010) com abordagem qualitativa. O estudo se caracteriza como descritivo, com utilização de dados primários, que foram coletados por meio de entrevistas estruturadas e observação. 6/12

7 A coleta dos dados qualitativos foi realizada por meio de entrevista semiestruturada, que foi dividida em dois momentos: primeiramente, foi aplicada a vinte moradores da comunidade Nova Esperança, que trabalham diretamente no turismo. Posteriormente, foram analisados diversos documentos, como relatórios, projetos e materiais publicados oriundos da própria comunidade indígena. A pesquisa foi conduzida na comunidade indígena Nova Esperança localizada na reserva indígena São Marcos, no estado de Roraima. A escolha desta comunidade deu-se em função dela apresentar uma conduta inovadora, ao introduzir o turismo como atividade alternativa de desenvolvimento local. Assim, a comunidade se organizou, criou a ONG Programa de Desenvolvimento Sustentável da Comunidade Nova Esperança PRONESP e elaborou um plano de desenvolvimento, inicialmente para o período de 2001 a 2005; depois a extensão do plano que compreendeu o período de 2006 a Atualmente segue em vigência o planejamento de 2011 a Análise dos Resultados A seguir será apresentado o processo de introdução do turismo indígena como fator de inovação social na Comunidade Nova Esperança, utilizando para análise as três fases do processo definidas por Datta (2011): inicial, desenvolvimento e ampliação (Figura 2). Ao analisar a introdução do turismo indígena na comunidade Nova Esperança, observa-se que o mesmo pode evidenciar um processo de inovação social. Com base nas entrevistas realizadas, bem como consulta a documentos, a comunidade, após homologação das terras Indígenas São Marcos (Decreto Presidencial nº 312 de 29/10/91), a comunidade identificou a necessidade de cuidar de seu desenvolvimento. Para isso, as principais lideranças da comunidade se reuniram para encontrar soluções que trouxesse melhorias para os moradores. A fase inicial, conforme mostra a Figura 2, compreende a etapa em que as lideranças elencaram os diversos problemas da comunidade. Ainda nessa fase, os participantes dessa reunião deram diversas sugestões para mitigar os problemas, conforme se observa na fala de um dos entrevistados: Nós vimos que tínhamos que encontrar uma saída para os nossos problemas, porque do jeito que tava não podia continuar. Então, cada um deu uma ideia que achava que podia ser desenvolvida na comunidade (Silva, 2012). Várias ideias surgiram, dentre elas: piscicultura, agricultura, comércio e turismo. Entretanto, para que a ideia desse certo era preciso ter as condições necessárias, ou seja, potencial para desenvolver a atividade. Assim teve início a fase dois do processo, denominada fase de desenvolvimento. Após levantamento das potencialidades da comunidade, o grupo decidiu testar o turismo na comunidade. Para isso, foi necessária a difusão e o desenvolvimento da ideia (fase três). De forma que a ideia fosse aceita, os moradores teriam de estar cientes do desenvolvimento da atividade. Realizaram uma assembleia geral, que reuniu todos os moradores da comunidade, para apresentar a ideia desenvolvida pela liderança. Ao realizar a votação, verificou-se que a maioria apoiou a ideia de implantar o turismo indígena na comunidade. 7/12

8 Figura 2. Fases do processo de Inovação Social (Adaptado de Bhatt-Datta, 2011) Aqui na nossa comunidade, tudo é decidido pela maioria. A gente põe em votação e maioria é quem decide. Foi assim que o turismo pode ser iniciado, só depois que a comunidade votou e concordou com a ideia (Souza, 2012). Ao analisar a introdução do turismo indígena na comunidade Nova Esperança, observa-se que o mesmo pode evidenciar um processo de inovação social. A Figura 3 caracteriza o processo de inovação social segundo proposta do Research Center on Social Innovations CRISES (2004). Como exposto na Figura 1, esse processo é composto por sete passos: 1) Conduta deliberada; 2) Processual, de natureza não linear; 3) Habilidade para criar; 4) Envolvimento e vontade de mudar; 5) Capacidade de concretizar; 6) Mudanças comportamentais; 7) Solução de problemas. Nesse contexto, o processo de introdução do turismo indígena como fator de inovação social na comunida indígena Nova Esperança, pode ser visualizado na Figura 3. 8/12

9 Características Descrição da ação realizada do Processo Conduta Introdução do turismo indígena por decisão da maioria dos moradores da comunidade. deliberada Reuniões com o objetivo de: decidir futuro da comunidade, introduzir novas atividades, Processual elaborar um planejamento de curto, médio e longo prazo para a comunidade. - Criação da ONG PRONESP Programa de Desenvolvimento Sustentável de Nova Esperança. Habilidade para - Realização de diagnóstico da comunidade, onde foram verificados vários aspectos criar positivos como: boa localização, o fato da comunidade não apresentar vícios de paternalismo, potencial para o ecoturismo, lagos perenes que poderiam ser adaptados para a criação de peixes. - Comunidade decide trabalhar no turismo, mas precisa de capacitação; - Primeiro semestre de 2001: participou de oficinas de ecoturismo realizada pelo Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia Legal - PROECOTUR, do Ministério do Meio Ambiente; - Segundo semestre de 2001: se inscreveu no 7º edital do Programa de Pequenos Projetos, do Instituto Sociedade, População e Natureza ISPN. Financiado pelo Small Grants Programme (SGP), vinculado ao Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF) da Envolvimento e Organização das Nações Unidas. vontade de mudar Vale ressaltar que as famílias que residem na Comunidade Nova Esperança são formadas por três etnias: Taurepang, Wapixana e Macuxi. São os povos com maior tempo de contato com a sociedade do entorno. Seus principais traços culturais sofreram diversas mudanças, na língua, na construção de suas habitações, hábitos alimentares etc. Após a introdução do turismo, a comunidade sentiu necessidade de resgatar a língua materna (disciplina obrigatória nas escolas); difundir conhecimentos sobre ervas e plantas no preparo de medicamentos e ensinar as técnicas de artesanato aos mais jovens. Execução do projeto para realizar a capacitação dos moradores da comunidade para que os mesmos tivessem preparados para receber os turistas. - Cursos: Condutor de visitantes; primeiros socorros; atendimento ao turista. - Oficinas: Artesanato (melhorias no processo de produção); educação ambiental; gestão de resíduos e da água. Capacidade de A partir de então, a comunidade, ao longo dos últimos dez anos, vem trabalhando no concretizar turismo. Atualmente, os moradores trabalham para melhorar a infraestrutura na comunidade (como a ampliação de restaurante, construção de pousada, melhorias no transporte e expansão das lojas de artesanatos). Os principais produtos turísticos da comunidade são as inúmeras trilhas ecológicas existentes, sendo a principal delas a Trilha do Coatá, que leva até um sítio arqueológico. - Comunidade passou a sentir orgulho de suas origens; - Valorização da língua materna e interesse em confeccionar artesanato; Mudanças - Queimadas para fazer roça passaram a ser evitadas na comunidade; comportamentais - Criação de uma estrutura organizacional para a gestão do turismo; - Conscientização quanto a importância da conservação do ambiente; Após implantar o turismo na comunidade: - Geração de renda para a comunidade; Solução de - Criação de novos postos de trabalho; problemas - Parcerias entre a comunidade e agências de viagem; - Capacitação e emprego para os jovens; - Destinação adequada aos resíduos sólidos. Figura 3. Processo de inovação social na Comunidade Nova Esperança. (Adaptado de CRISES, 2007). Conclusão 9/12

10 O presente trabalho teve como objetivo analisar o turismo indígena como fator de inovação social na comunidade indígena Nova Esperança. Segundo os resultados, o estudo verificou que a introdução do turismo teve um papel importante no desenvolvimento da comunidade, a partir do aproveitamento de seu potencial endógeno. O sucesso da atividade turística, em termos de desenvolvimento na comunidade, encontra-se, por um lado, na sua capacidade de desencadear um processo de dinamização que perpassa as dimensões econômicas, sociais e ambientais, graças à sua natureza transversal e efeito multiplicador, e por outro lado, na sua capacidade considerável de geração de emprego e renda, por meio da prestação de serviços (alimentação, atividades diversas, comercialização de artesanato, etc.) fornecidos na localidade. Além disso, torna-se evidente que a atividade turística apresenta uma série de vantagens, vis-à-vis as demais atividades produtivas, o que o torna particularmente interessante como um instrumento de desenvolvimento para as comunidades locais. A relevância deste estudo, parte do interesse de evidenciar casos de inovação social. Grande parte dos estudos sobre inovação tem sido tradicionalmente realizados a partir de perspectivas mais tecnológicas, geralmente associadas com pesquisa e desenvolvimento visando a criação ou melhoria significativa de um produto. Desse modo, é importante evidenciar casos de sucesso de inovação social representados por novas práticas introduzidas em comunidades (no caso deste estudo), objetivando melhorias econômicas e sociais para a coletividade, viando satisfazer suas necessidades. O artigo também apresenta limitações, principalmente o fato de ter explorado um caso único. Dessa maneira, sugere-se como proposta futura de estudo a aplicação em outros casos, favorecendo a comparação entre eles. 10/12

11 Referências Acerenza, M.A. (2002). Administração do turismo: conceituação e organização. Tradução: Gracila Rabuske Hendges. Bauru, SP: EDUSC. Alvord, H. S., Brown, D. L.; Christine, W. L. (2004). Social entrepreneurship and societal transformation: an exploratory study. Journal of Applied Behavioural Science, 40, 3, Butler, R. W. (1999). Sustainable tourism: A state of the art review. Tourism Geographies: An International Journal of Tourism Space, Place and Environment. 1, 1, Berg, B.L. (2004). Qualitative research methods for the social science. 5 th ed. Allyn and Bacon. Byrd, E. T. (2007). Stakeholders in sustainable tourism development and their roles. Tourism Review. 62, 2. Buarque, S. C. (1999) Metodologia de planejamento do desenvolvimento local e municipa sustentável. Material para orientação técnica e treinamento de multiplicadores e técnicos em planejamento local e municipal. Brasília, DF: IICA. Camisón e Monfort-mir, (2012). Measuring innovation in tourism from the Schumpeterian and the dynamic-capabilities perspectives. Tourism Management 33, CRISES An Introduction to CRISES. Research Center on Social Innovations Datta, P. B. (2011). Exploring the evolution of a social innovation: a case study from India. International Journal of Technology Management & Sustainable Development. 10, 1. Declaração de Viena (2011). Vienna Declaration, Published for comments and discussion, 01, September 30. Hinch, T.; Butler, R. (1996). Indigenous tourism: A common ground for discussion. London: International Thomson, Business Press. Howaldt, J; & Schwarz, M. (2010). Social Innovation: Concepts, research fields and international trends. Viena. IPEA. (2006). Cadernos Comunidade Solidária, v.6. jun Brasília: IPEA. 11/12

12 Jara, C.J. (1998). A sustentabilidade do desenvolvimento local. Brasília: Instituto do Desenvolvimento de Cooperação para Agricultura (IICA): Recife; Secretaria do Planejamento do Estado de Pernambuco-Seplan. Klein, J.L., Fontan, J. M., Harrisson, D. & Lévesque, B. (2012). The Quebec system of social innovation, a focused analysis on the local development field. Finisterra, v. 94, p OECD (1997). The Oslo Manual: the measurement of scientific and technical activities. Paris: OECD, Eurostat. Moulaert, F. (2007). Social innovation, governance and community building. Singocom - scientific periodic progress report. Moulaert, F.; & Nussbaumer, J. (2005). The Social Region: beyond the territorial dynamics of the learning economy. European Urban and Regional Studies. v.12, n. 1, p Moulaert, F.; & Mehmood, A. (2011). Spaces of social innovation. In: Handbook of Local and Regional Development, London: Routledge. Murphy, P.E.; & Murphy, A.E. (2004). Strategic management for tourism communities: bridging the gaps. Aspects of tourism. Channel View Publications. Schumpeter, J. A. (1947). The Creative Response in Economic History. The Journal of Economic History, 7, 2, Sinclair, D. (2003). Developing indigenous tourism: Challenges for the Guianas. International Journal of Contemporary Hospitality Management.15, 3, Smith, T. (2006). Welfare enterprise, and aboriginal community: the case of the western australian kimberley region. Australian Economic History Review. 46, 3. Spinola, C. A. (2006) O ecoturismo, o desenvolvimento local e a conservação da natureza em espaços naturais em espaços naturais protegidos: objetivos conflitantes? Revista de Desenvolvimento Econômico - RDE. Salvador, 13, Van de Ven, A. H., Polley, D. E., Garud, R. et al. (2008), The Innovation Journey, Oxford: Oxford University Press. Yin, R.K. (2010). Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman. 12/12

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE CONVÊNIO PUC - NIMA/ PETROBRAS / PMR PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de Valores Ético-Ambientais para o exercício da

Leia mais

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO...

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... RAQUEL DA SILVA PEREIRA raquelspereira@uol.com.br universidade municipal de são caetano do sul O livro escrito pelos professores e pesquisadores José Carlos Barbieri

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social.

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social. PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICENTRO, PROVARS: COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. RESUMO: O presente trabalho pretendeu verificar

Leia mais

PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO

PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO PROJETOS SOCIAIS E OS OBJETIVOS DO MILÊNIO DIFERENCIANDO OS TRÊS SETORES Primeiro Setor A origem e a destinação dos recursos são públicos. Segundo Setor Corresponde ao capital privado, sendo a aplicação

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Administração 5ª Série Administração de Recursos Humanos I A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS

TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS AULA 7 TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS Classificação das pesquisas científicas Classificação das pesquisas científicas: quanto a natureza Básica: Procura o progresso científico; Procura a ampliação dos conhecimentos

Leia mais

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso?

Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? i n o v a ç ã o 8 Construindo a interação entre universidade e empresas: O que os atores pensam sobre isso? Carla Conti de Freitas Yara Fonseca de Oliveira e Silva Julia Paranhos Lia Hasenclever Renata

Leia mais

Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil

Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil Renato Caporali Confederação Nacional da Indústria Arranjos Produtivos Locais como modalidade

Leia mais

Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional. Tania Zapata

Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional. Tania Zapata Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional Tania Zapata Contexto Economia informacional Globalização assimétrica Sociedade do conhecimento Inovação e competitividade SUPERAÇÃO DO PENSAMENTO

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

Nova geração de políticas para o desenvolvimento sustentável

Nova geração de políticas para o desenvolvimento sustentável Nova geração de políticas para o desenvolvimento sustentável Helena M M Lastres Secretaria de Arranjos Produtivos e Inovativos e Desenvolvimento Local Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 2010 Novas geração

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO MESTRADO: A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Organizações e Estratégia e Empreendedorismo e Mercado

Leia mais

Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade

Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade Desenvolvimento Sustentáveluma tarefa da Humanidade Para onde vocês acreditam que caminha a humanidade? Para a frente, é claro! A frente é para lá!! É preciso abandonar a idéia simplista de que o progresso

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ

FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ Marlete Beatriz Maçaneiro (Professora do Departamento de Secretariado

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL CURSO: GESTÃO AMBIENTAL OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental tem por objetivo formar profissionais capazes de propor, planejar, gerenciar e executar ações

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+

PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+ PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+ GASODÁ SURUI TURISMOLOGO E COORDENADOR DE CULTURA PAITER NA ASSOCIAÇÃO METAREILA DO POVO INDIGENA SURUI.

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

Master in Management for Human Resources Professionals

Master in Management for Human Resources Professionals Master in Management for Human Resources Professionals Em colaboração com: Master in Management for Human Resources Professionals Em colaboração com APG Um dos principais objectivos da Associação Portuguesa

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ

VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ VALORIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ADQUIRIDO E DESENVOLVIDO NO RAMO DE CONFECÇÕES EM JARAGUÁ Verônica Cordeiro Rocha Agente Local de Inovação atuante na região do interior da cidade de Jaraguá e Ceres do Programa

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO 1 REDES SOCIAIS CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO Eixo temático: Gestão e Políticas da Informação Modalidade: Apresentação Oral Eduardo Alves Silva Dalton Lopes Martins

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Contratantes: O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Tópicos da apresentação: Turismo Sustentável sob a Ótica da PSLN. Tópicos: I Informações gerais sobre a PSLN; II Diagnóstico

Leia mais

Caracterização Regional e Difusão Tecnológica para Uso Sustentável dos Recursos Hídricos das Aluviões do Semi-Árido Brasileiro

Caracterização Regional e Difusão Tecnológica para Uso Sustentável dos Recursos Hídricos das Aluviões do Semi-Árido Brasileiro CONSULTORIA Caracterização Regional e Difusão Tecnológica Ministério de Minas e Energia / CPRM / UFPE Consultoria: Ana Cristina Brito Arcoverde Período: 2006-2010 PLANO DE TRABALHO DE CONSULTORIA AO PROALUV

Leia mais

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Integração do grupo; Sensibilização para os problemas e potencialidades

Leia mais

Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES

Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES O Ateliê de Idéias é uma organização social, sem fins lucrativos, fundada em 2003, que tem como missão desenvolver

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Política de Software e Serviços

Política de Software e Serviços Política de Software e Serviços Encontro de Qualidade e Produtividade em Software - Brasília Dezembro / 2003 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática e Tecnologia Antenor

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução A Educação Ambiental como Pressuposto para um Turismo Sustentável 1 Cristine Gerhardt Rheinheimer 2 Teresinha Guerra 3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo Chegamos a um ponto de nossa trajetória

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO 148 Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO Wellington Lima Pereira; Cleide Amorim Leite RESUMO

Leia mais

Governança social integrada e desenvolvimento local: o plano de desenvolvimento sustentável da Costa das Baleias - Bahia

Governança social integrada e desenvolvimento local: o plano de desenvolvimento sustentável da Costa das Baleias - Bahia Governança social integrada e desenvolvimento local: o plano de desenvolvimento sustentável da Costa das Baleias - Bahia 25/06/ 2013 1 Contexto Região, situada ao Extremo Sul da Bahia, necessita de um

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região. Agenda 21 Comperj Iniciativa voluntária de relacionamento da Petrobras para contribuir para que o investimento na região retorne para a população, fomentando a formação de capital social e participação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs. Guajarino de Araújo Filho

Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs. Guajarino de Araújo Filho Fortalecimento do sistema nacional de inovação: uma oportunidade para as EPDIs Guajarino de Araújo Filho Agenda 1. Introdução 2. Sistemas de Inovação e as EPDIs 3. A metodologia ANIS e a experiência brasileira

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Brazil Improvement Plan Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Programme Title: MDGs beyond averages: Promoting Food Security and Nutrition for Indigenous Children in Brazil Rascunho do Plano

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU GESTÃO INTEGRADA: PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TURMA V E EIXOS TEMÁTICOS PARA A MONOGRAFIA FINAL Professor Ms. Carlos Henrique

Leia mais

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará Capítulo do Livro: Série Integração, Transformação e Desenvolvimento: Áreas Protegidas e Biodiversidade Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. 2012. Planejamento Turístico para

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO

EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO 1 MESTRADO: EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO e DOUTORADO A) DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS 1 e 2: Estudos Organizacionais e Sociedade e Marketing e Cadeias

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL Danilo Coutinho da Silva Bacharel e Licenciado em Geografia - UFPB danilogeog@hotmail.com INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA) deve

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Local PRODEL. Programa de Extensão Institucional

Programa de Desenvolvimento Local PRODEL. Programa de Extensão Institucional Programa de Desenvolvimento Local PRODEL Programa de Extensão Institucional Programa de Extensão Institucional Um programa de extensão universitária é o conjunto de projetos de extensão desenvolvido por

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

EMATER RS. Seminário. A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável

EMATER RS. Seminário. A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável Seminário A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável e Mário Augusto Ribas do Nascimento Presidente da EMATER/RS Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

ANEXO B Hierarquização dos projetos através da metodologia Delphi

ANEXO B Hierarquização dos projetos através da metodologia Delphi ANEXO B Hierarquização dos projetos através da metodologia Delphi Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO s CUSTO PREVISTO DA AÇÃO (R$) - 500.000,00 1.000.000,00 2.850.000,00 170.000,00 30.000,00 1.120.000,00

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL MOHAMED HABIB* & GIOVANNA FAGUNDES** * Professor Titular, IB, UNICAMP ** Aluna

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação da criança e do adolescente, os dados de seu município, os resultados da

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1

RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1 1 RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1 RESUMO: Este trabalho pretende discutir a relação existente entre educação e organização

Leia mais