A VISÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ACERCA DO QUE É SER ENFERMEIRO

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1 Spindola T, Seibert SL, Francisco MTR, Clos AC A VISÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ACERCA DO QUE É SER ENFERMEIRO THE VIEW OF HIGH SCHOOL STUDENTS REGARDING WHAT IS TO BE A NURSE Thelma Spindola * Sabrina Lins Seibert ** Marcio Tadeu Ribeiro Francisco *** Araci Carmen Clos **** RESUMO: Trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa que teve como objetivos descrever a visão dos alunos do ensino médio acerca da Enfermagem e analisar sua percepção em relação às competências do enfermeiro. Foi realizado, em 2003, tendo como cenário duas instituições públicas de ensino médio no município do Rio de Janeiro. Os sujeitos foram 62 alunos que responderam um roteiro estruturado com questões abertas. A análise das descrições evidenciou que o alunado associa a figura do enfermeiro à função assistencial, visualizando-o como um auxiliar do médico. Desconhecem as categorias profissionais da Enfermagem e o nível de escolaridade da profissão. Pode-se concluir a importância de estimular ações que contribuam para uma maior divulgação da área de enfermagem, visando o esclarecimento dos jovens prestes a realizar o vestibular e optar por uma profissão. Palavras-chave: Aluno; enfermagem; exercício profissional; profissão. ABSTRACT: This descriptive study, of a qualitative approach, aimed to describe the view of High School students concerning Nursing and to analyze their perceptions about nurses professional competences. It was carried out in 2003, in two public institutions of middle education in the city of Rio de Janeiro. The subjects were 62 students who answered to a structured script with open questions. The analysis of the descriptions evidenced that the students associate the figure of the nurse to the function of assistance, visualizing them as an auxiliary of the physician. They are unaware of the nursing professional categories and of the educational level of that profession. We have concluded that it is important to stimulate actions that can contribute to a better knowledge about the nursing area, in order to inform the youngsters before they enter college and choose a profession. Keywords: Student; nursing, professional exercise, profession. INTRODUÇÃO Em contato com alunos do primeiro período da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) foi constatado por uma das autoras que, com raras exceções, estes são desinformados a respeito da profissão escolhida e das competências do enfermeiro. Em pesquisas realizadas anteriormente sobre o assunto foi ressaltado que a busca pela área da enfermagem nem sempre está associada ao conhecimento sobre a profissão e as atribuições do profissional, uma vez que os alunos detêm pouca, ou nenhuma, informação sobre a carreira que estão assumindo 1. Para Menezes, Baptista e Barreira 2, a escolha da profissão pelos alunos que realizam vestibular para enfermagem baseia-se, principalmente, na inclinação para a área da saúde, como também pela proporção candidato/vaga ser bem menor do que nos cursos considerados de maior prestígio social. Acreditam que o próprio sistema de seleção à universidade ainda reproduz as diferenças existentes entre as classes sociais determinando que nas carreiras de menor status social, predominem alunos procedentes das classes de menor poder econômico [ e cultural ] 2:42. Entretanto a relação candidato/vaga para o curso de enfermagem tem sido modificada nos R Enferm UERJ 2005; 13: p.361

2 O que é ser enfermeiro últimos anos. No ano de 2003, no vestibular das universidades públicas, essa proporção foi de 9,2 candidatos por vaga na Universidade Federal do Rio de Janeiro 3, 17,48 na Universidade Federal Fluminense 4, 8,5 na Universidade do Rio de Janeiro 5 e 20 na UERJ 6. Visando divulgar mais nossa profissão, as professoras Thelma Spindola e Elizabeth Rose Costa Martins deram início, em 1999, a um Projeto de Extensão intitulado Afinal, o que é ser Enfermeiro? Falando de nós para vocês, cadastrado na Sub-reitoria de Extensão e vinculado à Faculdade de Enfermagem da UERJ. No desenvolvimento do mesmo comparecem às escolas de Ensino Médio e apresentam a temática aos alunos com emprego de estratégias de sensibilização e recursos audiovisuais explanando sobre a atividade profissional e atribuições do enfermeiro. Rodrigues, Scatena e Labate 7, em seus estudos com alunos ingressantes na enfermagem, revelam que estes se sentem realizados por passar no vestibular e valorizados por estar em uma Universidade, todavia, têm incertezas quanto ao curso e futuro por enfrentarem uma nova situação. Em seus estudos, Menezes, Luiz e Baptista 8 constataram que 84,9% dos acadêmicos investigados optaram pela enfermagem porque tinham inclinação para a área da saúde, tendo realizado um ou mais vestibulares para outras carreiras, sendo 66,4% para medicina. Revelaram, também, que a escolha da enfermagem prendia-se aos seguintes fatos: encontraram facilidade para passar no vestibular (35%); houve influência de parentes ou amigos (18,3%); trabalhavam na área (18,3%); tinham facilidade de conseguir emprego (6,7%) e outros motivos 8. A enfermagem tem peculiaridades que a distinguem das demais profissões da área da saúde. Para ser enfermeiro, é necessário fazer o exame vestibular para ensino superior e cursar a Graduação em Enfermagem com duração média de quatro a quatro anos e meio. Amparados pela Lei do Exercício Profissional 9 - Lei nº 7498/86, os enfermeiros têm competências que os distinguem dos auxiliares e técnicos de enfermagem. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem 10 (COFEN), até agosto de 2003, existiam enfermeiros para todo o território nacional, com uma maior concentração nos estados de São Paulo (28.218) e Rio de Janeiro (12.765), respectivamente. A partir dessa vivência, surgiu o interesse em realizar um trabalho que permitisse conhecer a visão dos alunos do ensino médio acerca da enfermagem e das atividades realizadas pelo enfermeiro. Assim elaboramos as seguintes questões norteadoras para este estudo: - O que significa para o aluno do ensino médio ser enfermeiro? - O que ele considera necessário estudar para se tornar um enfermeiro? - Na sua concepção que tipo de trabalho o enfermeiro realiza? A relevância deste estudo sustenta-se na importância, para nós enfermeiras, de conhecer a percepção desses jovens que estão vivenciando um momento de escolhas e optando por uma carreira. Conhecendo a sua percepção acerca da enfermagem estaríamos compreendendo como nossa profissão é visualizada entre esses alunos. Para dar conta dessas questões, definiu-se os seguintes objetivos: - Descrever a visão dos alunos do ensino médio acerca da profissão de enfermagem. - Analisar a percepção dos alunos em relação às funções do enfermeiro. METODOLOGIA Trata-se de um estudo do tipo descritivo em abordagem qualitativa que favorece a obtenção de dados necessários para o desenvolvimento da pesquisa. Através das descrições, pode-se delinear acontecimentos, situações e citações que favorecerão a interpretação e análise das informações 11. A pesquisa qualitativa preocupa-se com uma realidade que não pode ser quantificada, respondendo a questões muito particulares, trabalhando com um universo de significados, crenças e valores, que correspondem a um espaço mais profundo das relações, dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis 12. Para Polit e Hungler 13, essa modalidade de pesquisa preocupa-se com os indivíduos e seus ambientes em suas complexidades, não havendo limites ou controle impostos pelo pesquisador. Desse modo, [...] baseia-se na premissa de que os conhecimentos sobre os indivíduos só são possíveis com a descrição da experiência humana, tal como ela é vivida e tal como ela é definida por seus próprios atores [...] 13:270. p.362 R Enferm UERJ 2005; 13:361-6.

3 Spindola T, Seibert SL, Francisco MTR, Clos AC O cenário do estudo foram escolas públicas, campo de atuação do projeto de extensão que divulga a profissão do enfermeiro. Seguindo a orientação da Resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde 14, obtivemos da instituição de ensino autorização para a realização da investigação e solicitamos que os alunos assinassem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os sujeitos investigados foram alunos do Ensino Médio que vivenciavam a proximidade com o vestibular e a escolha da profissão, num total de 62 jovens de duas escolas estaduais do município do Rio de Janeiro. O instrumento para coleta de dados foi composto por dados de identificação das turmas e três questões abertas relativas ao objeto de pesquisa. A identidade dos alunos foi mantida em sigilo, sendo atribuído um número em ordem crescente de acordo com a entrega dos instrumentos. O estudo foi realizado de acordo com o protocolo de pesquisa com seres humanos 14. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo, conforme Deslandes, Cruz Neto, Gomes e Minayo 12 e Bardin 15. Inicialmente, realizamos uma pré-análise com organização e exploração do material, codificamos, categorizamos e procedemos à análise dos achados à luz dos autores selecionados. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise dos relatos nos possibilitou a categorização dos mesmos. As categorias mais freqüentes foram organizadas e discutidas a seguir como forma de atender aos objetivos do estudo. Ser Enfermeiro Significa Prestar Cuidado a Pessoas Enfermas No entender dos alunos, o significado de ser enfermeiro está relacionado com o cuidado e atendimento às pessoas enfermas. As descrições a seguir clarificam este pensar: Na minha opinião, enfermeiro é aquele que cuida de um paciente, que conhece a fundo um paciente quando está aos seus cuidados. (A.33) Enfermeiro é uma pessoa que ajuda a cuidar dos pacientes medindo temperatura dando remédio etc. Eles monitoram as pessoas quando internadas. (A.52) Na percepção dos alunos, a função cuidadora do enfermeiro é a que está mais presente. Falar do enfermeiro é visualizar alguém prestando cuidados, alguém que cuida de outrem, disponível. É a função mais reconhecida e que diferencia o enfermeiro de demais profissionais de saúde. É interessante observar que a função assistencial é a mais conhecida e, portanto, mais freqüente nos discursos dos alunos. Numa das falas, um aluno explicitou: é aquele que cuida primeiro, presta os primeiros cuidados.(a.47) Ser Enfermeiro Significa Ser um Profissional Auxiliar da Classe Médica Na visão dos alunos, o enfermeiro é, também, percebido como um profissional que auxilia o médico, como um assistente mais próximo, sendo a figura do médico percebida como coordenador das ações de saúde. Os depoimentos que se seguem evidenciam este pensar: É uma coisa muito importante que sem ele o médico ficaria completamente perdido pois ele faz tudo que ele precisa, é o seu braço direito. (A.2) Uma pessoa que é formada para auxiliar o médico, principalmente em cirurgia, onde é preciso ter muito conhecimento de certas áreas da medicina. (A.18) Ser um auxiliar de um médico prestando ajuda ao paciente. (A.55) Fica evidente que grande parte vincula o trabalho do enfermeiro à atividade médica e que não percebe a divisão do trabalho na equipe de enfermagem em categorias profissionais distintas. É certo que na prática, com raras exceções, torna-se difícil para o leigo distinguir quem é quem nas instituições de saúde. A própria indumentária dos profissionais não facilita esta distinção (todos trabalham de branco, poucos usam alguma forma de identificação crachá ou similar). Em algumas situações, as ações desenvolvidas caracterizam o profissional, entretanto, em nosso município poucas são as unidades em que os enfermeiros se envolvem na prestação de cuidados diretos aos pacientes, desvinculando-se das atividades eminentemente burocráticas. Em geral, os técnicos e auxiliares de enfermagem prestam os cuidados diretos e os enfermeiros gerenciam as unidades de saúde e coordenam as atividades dos demais membros da equipe de enfermagem. O fazer e as ações de enfermagem foram descritos por diversos autores 1,8,9,16. Mais recentemente, discutindo o processo de trabalho nas organizações de saúde do Brasil, verificou-se que o traba- R Enferm UERJ 2005; 13: p.363

4 O que é ser enfermeiro lho assistencial institucionalizado resultava do trabalho em equipe, [...] no qual o médico é o elemento central que detém o controle do processo assistencial e delega atividades a outros profissionais de saúde [...] 16:101. Sendo assim, a enfermagem é a responsável pelo cuidado direto aos pacientes, assistindo-os durante as 24 horas do dia, num trabalho realizado por uma equipe integrada por enfermeiro, técnico, auxiliar de enfermagem com formação diferenciada e funções distintas. Ser Enfermeiro Significa Ser Semelhante à Classe Médica Se por um lado associam o trabalho do enfermeiro como sendo um auxiliar do médico, por outro lado, outros o percebem como um profissional que realiza atividades semelhantes ao médico confundindo suas ações, conforme os depoimentos a seguir evidenciam: Muito parecido com o médico, serve para ajudar a quem precisa. (A.8) [...] Há enfermeiros que fazem trabalhos de médicos especializados e não são valorizados por tal fato. (A.20) Para mim, o enfermeiro é uma pessoa como o médico, só que serve para auxiliar. (A.26) Podemos perceber nestas falas que os alunos associam a figura do enfermeiro com alguém que é quase um médico, ou seja, não conseguem distingui-los bem, embora revelem de uma maneira singela [...] é uma pessoa como o médico, só que serve para auxiliar. (A.28) Em sua visão, o profissional de saúde está relacionado com o cuidado e assistência de outrem, e desse modo a distinção entre as ações acaba remetida entre quem determina e quem executa as ações, sendo representados pelas figuras do médico e do enfermeiro. A literatura 1,8,9,16 a respeito acrescenta que o trabalho de enfermagem é constituído por atividades relativas ao cuidado e administração do espaço assistencial organizado sob a égide da divisão parcelar ou pormenorizada do trabalho. Desde sua organização, lembra Pires 16:85, a profissão [...] é predominantemente subordinada e assalariada [...]. A profissão organiza-se dentro do sistema capitalista de produção e, apesar de deter certa autonomia em relação aos demais profissionais de saúde, encontra-se subordinada ao gerenciamento do ato assistencial realizado pelos médicos. Para Ser Enfermeiro Deve-se Cursar o Ensino Superior (Faculdade) e Ter Conhecimento sobre Biologia, Química e/ou Física Os alunos declararam que, para ser um enfermeiro, é necessário fazer uma faculdade de enfermagem. Entretanto percebemos que estes estão desinformados acerca dos caminhos necessários para se ingressar na faculdade ou mesmo propõem outra opção de formação, conforme mostram os depoimentos seguintes: Você precisa ter curso de auxiliar e fazer a faculdade de enfermagem[...] (A.2) É necessário ter curso superior de enfermagem. (A.25) Você pode fazer cursos de auxiliar e técnico de enfermagem, e pode fazer a faculdade de enfermagem. (A.60) Os depoimentos denotam que os alunos não distinguem as categorias profissionais na enfermagem. As ações da enfermagem estão amparadas pela Lei do Exercício Profissional 9 Lei nº 7498/ 86, que define as competências de cada profissional. O enfermeiro gerencia o trabalho dos demais membros da equipe, presta cuidados especiais, definidos pela legislação como de sua exclusiva competência e domina os conhecimentos relativos ao exercício do trabalho assistencial da enfermagem, avaliando as necessidades de cada paciente. Os demais membros da equipe executam as ações prescritas pelo médico e pelo enfermeiro, sempre sob sua supervisão. O conhecimento a respeito de matérias específicas da área biomédica esteve presente nos relatos evidenciando que os alunos percebem a necessidade do domínio delas no vestibular, sendo importante para a formação do enfermeiro: Ser bom em biologia, física e química. (A.1) Matérias como biologia, sociologia, química também. (A.29) Além de estudar o básico, é necessário um conhecimento maior na área da biologia. (A.41) Conforme podemos perceber, alguns alunos associaram a necessidade do domínio de matérias específicas do ensino médio para cursar enfermagem, não especificando o nível de escolaridade que seria necessário para ser um enfermeiro. Como existem os Cursos Técnicos que são amplamente divulgados entre os alunos do nível médio, acreditamos que fizeram esta associação ao responderem a pergunta, e mais uma vez evidenciaram desconhecer as distinções entre as categorias na enfermagem. p.364 R Enferm UERJ 2005; 13:361-6.

5 Spindola T, Seibert SL, Francisco MTR, Clos AC Para Ser Enfermeiro Há Necessidade de Estudar Enfermagem Alguns alunos não sabiam especificar que tipo de curso seria necessário para a formação de um enfermeiro, mas reconheciam a necessidade de algum tipo de conhecimento específico, conforme os relatos a seguir apontam: Você deve obter o curso de enfermagem. (A.5) É necessário fazer curso de enfermagem. (A.11) É necessário fazer o segundo grau e um curso de enfermagem. (A.53) Estes recortes evidenciam que os alunos detêm alguma informação em relação aos cursos de nível médio, ou seja, são mais conhecidos (divulgados?) entre eles. Pelo menos têm a noção de que é necessário adquirir um conhecimento específico, não sabendo, todavia, distingui-los. É comum entre eles uma maior divulgação dos cursos de maior prestígio social, ou que confiram um certo status como direito, medicina, engenharia, os quais, sendo reconhecidos pela sociedade, acabam sendo mais valorizados. Houve uma época em que os cursos de nível técnico foram bem incentivados, principalmente pelas indústrias, porque significava que o aluno ao concluí-lo seria logo absorvido pelo mercado de trabalho. Atualmente, em muitos ramos da economia, cada vez é maior a escolaridade exigida do empregado, havendo necessidade de um empenho e esforço por parte dos candidatos para obter uma melhor colocação no mercado de trabalho. Na enfermagem, o curso de nível técnico, com exigência do ensino médio, tem sido oferecido aos auxiliares de enfermagem em exercício profissional nas instituições públicas, com o objetivo de qualificá-los e gradualmente melhorar a formação dos trabalhadores da área de enfermagem. É uma meta extinguir a categoria profissional dos auxiliares de enfermagem, tal como ocorre com os atendentes de enfermagem em processo de extinção. O Enfermeiro Administra Medicamentos, Cuida de Pessoas e Faz Curativos No que diz respeito ao conhecimento em relação às atividades realizadas pelo enfermeiro, foi apontado pelos alunos que sua principal função está relacionada com a administração e/ ou controle dos medicamentos prescritos, a prestação de cuidados e a realização de curativos, conforme os recortes a seguir clarificam: Ajuda na aplicação de medicamentos e cuida de pequenos machucados. (A.6) Salva a vida das pessoas, fazer curativos, e o pior, dar injeções e muitas outras coisas. (A.32) Realiza o trabalho de cuidar e tomar conta dos pacientes internados no hospital. (A.35) De acordo com esses depoimentos, a imagem do enfermeiro está vinculada ao cuidado, às atividades assistenciais. Na visão dos alunos do ensino médio, é a ação cuidadora, de zelo para com o próximo que mais está associada à figura do profissional. O perfil da enfermeira como pessoa devotada, abnegada, observadora, fiel e de sentimentos delicados, conforme definido na segunda metade do século XIX por Florence Nightingale 17, de certo modo está presente no imaginário desses jovens que ao serem questionados em relação ao fazer da enfermagem associam à administração de medicamentos, à prestação de cuidados e à realização de procedimentos como curativos. Ser enfermeiro na visão dos alunos é cuidar, ajudar aqueles que necessitam de atenção. É estar subjugado às ordens médicas, realizar os tratamentos prescritos, ajudar o próximo. Ser enfermeiro é servir a outrem. CONSIDERAÇÕES FINAIS Entendemos que é necessária uma maior divulgação da profissão junto aos alunos do ensino médio, orientando-os a respeito das atribuições do enfermeiro e mercado de trabalho com o objetivo de incentivar a busca consciente por esta opção profissional, bem como de melhorar o grau de informação daqueles que optam pela área. Este estudo nos auxilia a perceber o papel relevante do Projeto de Extensão, desenvolvido na Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no fornecimento de informações aos alunos, todavia, acreditamos que são necessários esforços incessantes, como a existência de parcerias junto aos órgãos de classe e demais entidades formadoras, para que se possa aumentar a área de cobertura e ações do Projeto. Para o fortalecimento da enfermagem como um todo, é mister tornar nossa profissão conhecida, destacando a forma de agir e pensar de seus profissionais e sua área de ação. É relevante divulgar o fazer dos trabalhadores de enfermagem, sendo esta, também, uma maneira de R Enferm UERJ 2005; 13: p.365

6 O que é ser enfermeiro valorizarmos nossa profissão, tornando-a conhecida e atrativa para aqueles que buscam uma opção profissional. Através dos relatos dos alunos, podemos perceber que ainda existem lacunas de conhecimento acerca da profissão, sendo este um importante espaço que necessita ser ocupado com ações de orientação e esclarecimentos. Os órgãos de classe deveriam sensibilizar-se com a questão envolvendo-se num esforço conjunto para uma maior divulgação da enfermagem e suas categorias profissionais, sendo esta, também, uma maneira de cada vez mais se valorizar a profissão. REFERÊNCIAS 1. Spíndola T, Moreira A. O aluno e a enfermagem: por que esta opção profissional? Esc Anna Nery R Enferm 1999; 3: Menezes SS, Baptista SS, Barreira IA. O perfil das(os) alunas(os) de enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery: décadas de 20,30 e 90. Esc Anna Nery R Enferm 1998; 2: Universidade Federal do Rio de Janeiro. Vestibular. Disponível em World Web: Acesso em 15 out Universidade Federal Fluminense. Vestibular. Disponível em World Web: Acesso em 15 out Universidade do Rio de Janeiro. Vestibular. Disponível em World Web: Acesso em 15 out Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Vestibular. Disponível em World Web: http: // Acesso em 15 out Rodrigues ARR, Scatena MCM, Labate RC. O aluno ingressante na enfermagem - abordagem compreensiva. R Enferm UERJ 1997; 5: Menezes SS, Luiz SFO, Baptista SS. Os alunos e a carreira de enfermagem: a opção possível? In: Resumos do VI Colóquio Panamericano de Investigação em Enfermagem; 1998 maio 19-22; Ribeirão Preto, Brasil. Ribeirão Preto(SP): EERP/USP; p Conselho Federal de Enfermagem. Lei nº 7498, de 25 de junho de Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências. Rio de Janeiro: Gráfica COFEn; Conselho Federal de Enfermagem. Dados estatísticos. Disponível em World Web: Acesso em 18 set Ludke M, André MEDA. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU; Deslandes SF, Cruz Neto O, Gomes R, Minayo MCS. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 7ª ed. Petrópolis (RJ): Vozes; Polit DF, Beck CT, Hungler BP. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem. 5ª ed. Porto Alegre (RS): ARTMED; Ministério da Saúde (Br). Fundação Oswaldo Cruz. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Brasília: MS / FIOCRUZ; Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; Pires D. Reestruturação produtiva e trabalho em saúde no Brasil. São Paulo: CUT/ANNABLUME; Nightingale F. Notas sobre enfermagem. São Paulo: Cortez; LA VISIÓN DE LOS ESTUDIANTES DE LA ENSEÑANZA PROMEDIA SOBRE LO QUE ES SER ENFERMERO RESUMEN: Se trata de un estudio descriptivo con enfoque cualitativo que tuvo como objetivos describir la visión de los estudiantes de la Enseñanza Promedia sobre la Enfermería y analizar su percepción en relación a las capacidades del enfermero. Fue cumplido en 2003, teniendo como escenario dos instituciones públicas de la enseñanza promedia en la ciudad de Río de Janeiro-Brasil. Fueron investigados 62 alumnos que respondieron a un guión estructurado con preguntas abiertas. El análisis de las descripciones evidenció que los estudiantes asocian la figura del enfermero a la función asistencial, visualizándolo como un auxiliar del doctor. Ellos desconocen las categorías profesionales de la Enfermería y el nivel de escolaridad de la profesión. Se puede concluir la importancia de estimular acciones que contribuyan para una más grande divulgación del área de enfermería, mirando a la clarificación de los jóvenes que están para realizar el examen de ingreso en la Universidad y optar por una profesión. Palabras Clave: Alumno; enfermería; ejercicio profesional; profesión. Recebido em: Aprovado em: Notas * Doutora em Enfermagem, Professora Adjunta do Departamento de Fundamentos de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Enfermeira Obstétrica do HUGG - UNI-RIO. ** Aluna do 7º Período de Graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista de Extensão. Rua Ângelo Neves 121/102, Moneró, Ilha do Governador, Rio de Janeiro RJ. *** Doutor em Ciências da Saúde. Professor Adjunto do Departamento de Fundamentos de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. **** Professora Assistente do Departamento de Fundamentos de Enfermagem e Coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Editoração Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. p.366 R Enferm UERJ 2005; 13:361-6.

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