A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA QUÍMICA NO COTIDIANO DOS ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL SÃO CARLOS DO IVAÍ DE SÃO CARLOS DO IVAÍ-PR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA QUÍMICA NO COTIDIANO DOS ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL SÃO CARLOS DO IVAÍ DE SÃO CARLOS DO IVAÍ-PR"

Transcrição

1 FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA FGF PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NA ÁREA DE LICENCIATURA EM QUIMICA A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA QUÍMICA NO COTIDIANO DOS ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL SÃO CARLOS DO IVAÍ DE SÃO CARLOS DO IVAÍ-PR CARLA MARLI CLEMENTINA São Carlos do Ivaí-PR 2011

2 2 CARLA MARLI CLEMENTINA A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA QUÍMICA NO COTIDIANO DOS ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL SÃO CARLOS DO IVAÍ DE SÃO CARLOS DO IVAÍ-PR Monografia apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Licenciado em Química no Programa Especial de Formações de Docentes da Faculdade Integrada da Grande Fortaleza FGF, sob a orientação do Profº. Dsc. Jean Carlos de Araújo Brilhante. São Carlos do Ivaí-PR 2011

3 3 Monografia submetida ao Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes em Química, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Licenciado em Química, autorgado pela Faculdade Integrada da Grande Fortaleza FGF. Carla Marli Clementina Prof. Dsc. Jean Carlos de Araújo Brilhante Orientador Profª. Msc. Célia Diógenes Coordenadora do Curso Nota obtida: Monografia aprovada em: / /

4 4 Dedico este trabalho a Deus primeiramente, Nossa Senhora Aparecida que iluminaram meus passos rumo a conquista do saber. A todos meus familiares, a minha mãe, meu namorado, aos meus alunos, meus mestres e professores que são partes integrantes dessa busca incansável pelo conhecimento, que são pessoas que fizeram parte de minha vida ao longo desse período e alcance desta graduação tão almejada.

5 5 AGRADECIMENTOS Muitas pessoas de alguma forma contribuíram para a elaboração desta Monografia, me ajudando nos difíceis momentos, até chegar onde estou hoje, concluindo mais uma etapa de minha vida, mais uma graduação. É por isso que quero de alguma forma tentar lembrar e agradecer essas pessoas. A Deus e Nossa Senhora Aparecida, obrigada pelo dom precioso da vida, por ter me dado saúde, inteligência e muita luz, foi com essa luz que meus caminhos foram iluminados, tornando meus passos mais fáceis nesta caminhada. A minha família, e principalmente a minha mãe Marli, que me deu a vida e me ensinou a vive-la com dignidade, e pelo apoio e carinho em todos momentos de dificuldade. Ao meu namorado Paulo que me proporcionou segurança, me deu muito carinho e amor, sempre me encorajando em momentos de dificuldade. Agradecimento muito especial ao Professor Tutor Prof. Dsc. Jean Carlos de Araújo Brilhante, que me auxiliou na realização deste trabalho, através de dicas precisas e fundamentais para elaboração e posterior conclusão do mesmo. Agradeço também a todos os demais professores tutores, ao gestor do Colégio onde a prática foi realizada, aos meus queridos alunos que são a razão de meu trabalho, e sempre estiveram presentes na realização desde curso estimulando meu crescimento profissional e pessoal. A todos, meu sincero e fraternozo muito Obrigada!

6 6 (...) O único homem instruído é aquele que aprendeu como aprender (...) (ROGERS)

7 7 RESUMO Este trabalho procura ressaltar a importância do Ensino da Química no ensino regular, corelacionando esta ciência com o cotidiano dos educandos, bem como a relevância ao qual vem desempenhando na sociedade, assim como os fatores existentes no contexto educacional que podem influenciar diretamente este processo, como o relacionamento professor aluno, o processo de ensino-aprendizagem, as relações interpessoais, o papel dos docentes. Aborda também diversos aspectos que devem ser utilizados no transcorrer da prática pedagógica, como principais fatos históricos, caráter experimental, o caráter puro e aplicado aos quais devem ser fazer parte dos conteúdos específicos de Química durante a abordagem educativa. Investiga através de uma pesquisa direcionada a educandos e professores, como ocorrem às aplicações da Química do cotidiano no decorrer dos conteúdos ensinados durante as aulas de Química, aponta os resultados, evidenciando se a prática realizada está sendo eficaz e condizente para desempenhar com êxito a aprendizagem significativa. Palavras-Chaves: Química, Ensino-aprendizagem, cotidiano, alunos.

8 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Número de aulas utilizadas para exposição dos conteúdos... p.35 Tabela 2 Materiais didáticos utilizados... p.37 Tabela 3 Porcentagens de respostas colhidas nos questionamentos realizados oralmente... p.38 Tabela 4 Grau de dificuldade- Questionário da pesquisa monográfica... p.39 Tabela 5 Porcentagens de Notas obtidas durante avaliação da aprendizagem... p.40 Tabela 6 Questionário direcionado aos professores sobre o conteúdo A importância do Ensino da Química: Aplicações inseridas no cotidiano (aprendizagem dos educandos)... p.42

9 9 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Número de aulas utilizadas para exposição dos conteúdos... p.36 Gráfico 2 Materiais didáticos utilizados... p.37 Gráfico 3 Porcentagens de respostas colhidas nos questionamentos realizados oralmente nas seis turmas observadas... p.38 Gráfico 4 Grau de dificuldade- Questionário da pesquisa monográfica... p.39 Gráfico 5 Porcentagens de Notas obtidas durante avaliação da aprendizagem p.40 Gráfico 6 Questionário direcionado aos professores sobre o conteúdo A importância do Ensino da Química: Aplicações inseridas no cotidiano (aprendizagem dos educandos)... p.43

10 10 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos JUSTIFICATIVA REFERENCIAL TEÓRICO O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM O Relacionamento Professor X Aluno Relações interpessoais O ensino da Química A importância da Química do Cotidiano A Química na Sociedade A Química como caráter interdisciplinar A química apresenta caráter experimental A Química possui caráter puro e aplicado METODOLOGIA Cronograma RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS... 46

11 11 1 INTRODUÇÃO A Pesquisa monográfica que aborda o tema A importância do Ensino da Química no cotidiano dos alunos, irá investigar como se dão às relações entre o cotidiano e a QUIMICA no ensino-aprendizagem da disciplina "QUÍMICA" no Ensino Médio do Colégio Estadual São Carlos do Ivaí na Cidade de São Carlos do Ivaí que se localiza no Estado Paraná. No primeiro capítulo faz uma análise do que é o processo ensino-aprendizagem, como este é fundamental para efetivar e favorecer a apropriação dos conteúdos, e, sobretudo no que se refere ao Ensino de Química, e também a correspondência que deve existir entre o conhecimento prévio dos educandos e prática do ensino da Química, durante a abordagem dos conteúdos específicos desta Ciência tão fantástica. Num segundo momento trata da relevância da relação professor-aluno como base suporte para sacramentar o ensino-aprendizagem, sobretudo como esta deve ser conduzida de forma cordial e respeitosa, tendo em vista o sucesso a ser alcançado para que a aprendizagem possa ser significativa. Destacando como as relações interpessoais são essenciais no relacionamento professor-aluno e como esta reflete no aprendizado dos educandos, sendo ponto de partida inicial na mediação do processo de ensino aprendizagem. No segundo capítulo, traz um breve histórico a respeito dos principais fatos que marcaram o nascimento da Química como ciência, sua prevalência entre as demais ciências, e níveis de evolução, e importância que esta representa no contexto social, político, religioso. Faz referencia a cerca das principais divisões da Química, campos de estudos e atuação, influência desempenhada nas demais ciências. Menciona o ensino da Química, enfocando quais as vertentes em que os docentes devem atuar na oferta do processo ensinoaprendizagem, o que deve ser priorizado, o que favorece a aprendizagem como base no cotidiano dos alunos. As perspectivas que devem existir e fazer parte no processo educativo, como os objetivos propostos em cada conteúdo, as metodologias, estratégias, os recursos pedagógicos, critérios e formas de avaliação utilizadas a importância do conhecimento específico sobre a disciplina lecionada, o fator contextualização, a importância das aulas práticas experimentais no transcorrer dos conteúdos trabalhados em Química. Em seu terceiro capítulo, aborda como ensinar enfocando a importância da Química no cotidiano dos alunos, como relacioná-la como o cotidiano ressalta também às principais aplicações da Química no dia-dia, sua importância para a humanidade, a Química como caráter fundamental para a atuação dos seres humanos em sociedade, o papel que a

12 12 Química assume na sociedade, bem como sua relevância, e o contexto de atuação. Aborda a relação ao qual a Química mantém com as demais ciências, seu caráter interdisciplinar, que deve existir e precisa fazer parte do ensino da Química. O quanto a Química apresenta caráter experimental, sendo necessário para interpretação da mesma utilização e aplicação do método científico, que a química em suas diversas áreas de atuação apresenta caráter puro e aplicado. Por isso necessita ser aplicada aliando teoria e prática, para que os alunos possam compreendê-la, e formar uma opinião crítica acerca da Ciência Química na sociedade. No quarto capítulo a pesquisa pretende investigar através de um questionário escrito, direcionado aos alunos, e professores como eles vêem o ensino-aprendizagem da Química no cotidiano, suas utilidades, sua dimensão histórica, áreas de atuação, importância para humanidade, o que poderá ser feito para melhorar e favorecer o aprendizado da Química, se esta disciplina apresenta relevância em suas vidas. Fundamentar em prol do que pode ser feito e quais as mudanças e intervenções a serem em utilizadas a fim de melhorar a qualidade do ensino da Química e tornar significativo à importância ao qual esta ciência apresenta no cotidiano dos alunos. Enfim, a investigação pretende fornecer subsídios para que a processo de ensino-aprendizagem de Química, possa ser mediado com qualificação, sendo eficaz, de forma que os educandos consigam aprender os conteúdos científicos relacionando-os com o cotidiano, com saberes prévios, com suas vivências, e tenham condições de interpretar melhor a Química e os fatos ocorridos em nosso cotidiano, nos quais essa Ciência se faz presente, contribuindo para formar cidadãos mais conscientes e aptos para conviverem e interagirem em sociedade. 1.1 OBJETIVOS Objetivo Geral Investigar como se dão às relações entre o cotidiano e a QUIMICA no ensinoaprendizagem da disciplina "QUÍMICA" no Ensino Médio do Colégio Estadual São Carlos do Ivaí na Cidade de São Carlos do Ivaí que se localiza no Estado Paraná Objetivos Específicos Responder aos seguintes questionamentos:

13 13 Como ocorrem as aplicações da Química do cotidiano no decorrer dos conteúdos ensinados durante as aulas de Química?

14 14 2 JUSTIFICATIVA O tema escolhido para pesquisa é A importância do ensino da Química no cotidiano dos alunos. É muito relevante, pois no decorrer das aulas de Química, é percebível desinteresse por parte dos alunos acerca dos conteúdos estudados, indisciplina e etc, pois pensam a Química como algo distante do cotidiano, sem significância. E o presente projeto pretende investigar como ocorrem às relações entre o cotidiano e Química no processo de ensino aprendizagem no município de São Carlos do Ivaí no Colégio Estadual São Carlos do Ivaí-Pr, com os alunos frequentadores do ensino Médio desta instituição. O trabalho busca relacionar os conceitos teóricos com aulas práticas experimentais e com a prática de vida dos educandos, para que os mesmos possam repensar a importância do estudo da Química, valorizá-la e também como relacionar as aplicações da Química com o cotidiano no decorrer dos conteúdos ensinados durante as aulas de Química. A escolha do tema decorre da necessidade de mostrar a importância da Química em nosso cotidiano, de forma a sensibilizar os educandos e suprir a carência no âmbito escolar com relação à compreensão do que a Química representa para os seres vivos, suas inúmeras utilidades que se fazem presente no cotidiano dos alunos. Tem também a finalidade de resgatar o interesse e a curiosidade dos alunos, desenvolverem a conscientização e que possam assumir outra postura durante as aulas de Química. Com relação ao estágio do conhecimento sobre o presente tema, após muitas leituras, é possível um obter relevante nível de conhecimento, ao qual propicia um novo análise e modo de agir no decorrer das aulas, fazendo repensar como as aplicações podem ser inseridas e trabalhadas de modo a favorecer a aprendizagem e ministrar aulas criativas onde a Química seja aprendida de forma prazerosa e eficaz relacionando-a com o cotidiano e a prática de vida dos educandos. Muitas pesquisas têm sido realizadas por professores no âmbito escolar de modo a tentar investigar e solucionar problemas que surgem no ambiente sala de aula, como indisciplina, desinteresse, brincadeiras durante as aulas de Química, falta de motivação entre outros, tentando melhorar e favorecer o processo ensino-aprendizagem. No entanto a pesquisa apresenta um caráter diferencial das demais pesquisas por partir de um interesse em melhorar a prática pedagógica e mudar a situação atual em lecionar aulas de Química com base em dados que serão levantados juntamente com os educandos que é parte integrante principal do

15 15 processo educativo, onde os mesmos terão a oportunidade de listar sugestões que favoreçam o ensino de Química e possa tornar as aulas mais atrativas e significantes para os mesmos, de forma que os conteúdos aprendidos tenham relevância para assumir uma nova postura acerca do papel da Química na sociedade, sua real importância, bem como as diversas utilidades que esta ciência apresenta em nosso cotidiano.

16 16 3 REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Segundo a Lei n 9394/96 (Lei De Diretrizes E Bases, 1996) no Art.1, A Educação abrange processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. A educação escolar deve exercitar a democracia e a cidadania, enquanto direito social, através da apropriação e produção de conhecimento. Escola sofre influência do meio, não é neutra, ela é resultante das ações, valores e princípios da realidade histórica que interfere em seus procedimentos. Escola prepara, instrumentaliza e proporciona condições para construção da cidadania para a formação do cidadão crítico, sujeito de sua própria história. (LIBÂNEO, 1993, p.33). De fato, a educação constitui exatamente um processo de transformação e inclinações naturais do sujeito, face aquilo que a sociedade já constitui como propriamente humano, isto é, como cultura impõe, á educação, a compreensão de que homem não é uma justaposição de características biológicas, psicológicas. Ensinar é, antes de mais, fabricar artesanalmente os saberes tornando-os ensináveis, exercitáveis e passíveis de avaliação no quadro de uma turma, de um ano, de um horário, de um sistema de comunicação e trabalho. [...] Importa assinalar o saber, para ser ensinado, adquirido e avaliado sofre transformações: segmentação, cortes, progressão a partir de materiais préconstruídos (manuais, brochuras, fichas). Além disso, deve inscrever-se num contato didático viável, que fixa o estatuto do saber, da ignorância, do erro, do esforço, da atenção, da originalidade, das perguntas e respostas. (PERRENOULD apud KULLOK, M. G. B, 2002, p.10) O processo de ensinar implica em uma nova forma de conceber a sala de aula que deverá ser apenas um local de transmissão, mas, principalmente, um espaço de construção de conhecimento. Para que isto ocorra, é necessário que o professor reveja seu modo de ensinar e de conceber o ensino. Quando, porém nos detemos no processo de aprender, este é visto como buscar informações, rever a própria experiência, adquirir habilidades, adaptar-se as mudanças, descobrir significado nos seres, nos fatos, nos fenômenos e nos acontecimentos, modificar atitudes e comportamentos. Todas essas ações apontam para o aluno que é o agente principal e responsável pela aprendizagem. Com isto, o professor se preocupa com que o aluno precisa aprender para se formar como cidadão: como aluno aprenderá melhor, que técnicas favorecerão a

17 17 aprendizagem do aluno: como será feita a avaliação de forma a incentivá-lo a aprender. A aprendizagem é o processo através do qual o sujeito se apropria ativamente do conteúdo existente. A aprendizagem é muito mais significativa à medida que o novo conteúdo é incorporado às estruturas de conhecimento de um aluno e adquire significado para ele a partir da relação com seu conhecimento prévio. Quando o conteúdo escolar a ser aprendido não consegue ligar-se a algo já conhecido, ocorre a aprendizagem mecânica, ou seja, quando as novas informações são aprendidas sem interagir com conceitos relevantes existentes na estrutura cognitiva. Assim, a pessoa decora fórmulas, leis, mas esquece após a avaliação. Para haver aprendizagem significativa são necessárias duas condições. Em primeiro lugar, o aluno precisa ter disposição para aprender: se o aluno quiser memorizar o conteúdo arbitrária e literalmente, então a aprendizagem será mecânica. Em segundo lugar, o conteúdo escolar a ser aprendido tem que ser potencialmente significativo, ou seja, ele tem que ser lógica e psicologicamente significativo, o significado lógico depende da natureza do conteúdo, e o significado psicológico é uma experiência que cada indivíduo tem. Cada aprendiz faz uma filtragem dos conteúdos que têm significado ou não para si próprio. No processo de ensino-aprendizagem, o aluno é o sujeito e o construtor do processo. Toda aprendizagem precisa ser embasada em um bom relacionamento entre os elementos que participam do processo, ou seja, o aluno, professor, colegas de turma: diálogo, colaboração, participação, trabalhos e jogos (brincadeiras) em conjunto ou em grupo, respeito mútuo, etc. A forma como se der a interação desses três elementos (professor, aluno, programa) revelará, por exemplo, a concepção que o professor tem da aprendizagem e do processo de ensino-aprendizagem: de seu papel nele, do papel que cabe ao aluno, de sua visão de mundo e da sociedade contemporânea: de sua competência pedagógica e política; desvelará maneiras de integrar teoria e prática, ciência e realidade cotidiana fora da estrutura escolar, indicará as diretrizes políticas e educacionais tanto do MEC quanto da instituição concreta onde sala de aula se realiza: ou seja, a aula é sim um pequeno mundo onde, nas ações e interações de professores-alunos programa no dia-dia, realizar-se s educação de nossos educandos educadores. Entretanto, até hoje, a ênfase tem sido no processo de ensino e, com isto a preocupação se dá através da organização curricular sob a forma de disciplinas estanques e isoladas: a metodologia privilegia a transmissão oral sem uma busca pelo processo de

18 18 aprender, mas voltada, quase que exclusivamente para o cumprimento do programa estabelecido; e o professor é visto apenas como aquele que domina o conteúdo independentemente de como o transmite. Neste o professor costuma se perguntar: o que acho importante ensinar? Como vou ensinar? Como gosto ou prefiro ensinar? Como me é mais fácil ensinar. No processo de aprendizagem, as perguntas que o professor se faz também são outras: o que o aluno precisa aprender para se formar como cidadão? Como o aluno aprenderá melhor? Que técnicas favorecerão a aprendizagem do aluno? Como será feita a avaliação de forma a incentivá-lo a aprender. Nesta abordagem, os processos de ensino e aprendizagem são distintos. A ênfase num ou noutro fará com que os resultados da integração ou correlação dos dois processos sejam completamente diferentes. Até hoje a ênfase tem sido colocada no processo de ensino. No entanto, é preciso mudar para o processo de aprender, diversos hábitos e atitudes para promoção do conhecimento científico. Desta forma, conforme Moraes (2008): A produção do conhecimento científico, de um modo geral, ocorre por um questionamento e ampliação reconstrutiva de conhecimentos e teorias existentes e já aceitas por uma comunidade de especialistas de uma área. Da mesma maneira na escola a aprendizagem se dá por reconstrução e complexificação do conhecimento que o aluno já traz para o contexto escolar, processo que se inicia com questionamentos e culmina com entendimentos ampliados dos temas questionados. (Moraes, 2008, pg. A metodologia do aprender exige um conhecimento da área cognitivo, ou seja, compreender como o ser humano pensa, reflete, analisa, compara, critica, justifica, argumenta, interfere, conclui, generaliza, busca e processa informações, produz conhecimento, descobre, pesquisa, cria, inventa, imagina. Exige ainda, um conhecimento da área de habilidades humanas, ou seja, aprender a se comunicar com o outro colega, com o professor, trabalhar em equipe, participar de grupos, redigir e apresentar trabalhos. Sem dúvida nenhuma as diferentes propostas metodológicas utilizadas pelos educadores também refletem no processo de ensino-aprendizagem. Tal objetivo pode ser alcançado com maior eficácia se o professor tiver competência de perceber seu papel nesse processo, e partir para o entendimento de que, em todos os campos em que se pretendam efetivos, é preciso criar naquele que está buscando a idéia de que ele é um ser capaz: motivar o aluno, levantar sua estima. È o primeiro passo para conseguir transformar o aluno em dinâmico, consciente, participativo. Ou seja, entender

19 19 a Educação como um processo no qual competência seja levada a efeito, tanto para o professor como para o aluno. No sentido etimológico, o termo competência vem do latim competência, que significa qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto, fazer determinada coisa; capacidade, habilidade, aptidão, idoneidade. (FERREIRA, 1999). A competência não é um estado, mas um processo. Se a competência é uma forma de agir, como é que ela funciona? O operador competente é aquele capaz de mobilizar, de aplicar de forma eficaz as diferentes funções de um sistema no qual intervém recursos tão diversos quanto operações de raciocínio, conhecimentos, ativações da memória, avaliações, capacidades relacionais ou esquemas comportamentais. Em grande parte, essa alquimia continua sendo terra incógnita [...] A competência não reside nos recursos (conhecimentos, capacidades...) a serem mobilizados, mas na própria mobilização desses recursos. A competência pertence à ordem do saber mobilizar. Para haver competências, é preciso que esteja em jogo um repertório de recursos conhecimentos, capacidades cognitivas, capacidades relacionais... (LE BOTERF apud PERRENOUD, 2001, p.13 e 21). O professor competente é aquele que possui a capacidade de mobilizar e de atualizar os saberes, ou seja, de nada adiantaria o professor ter conhecimentos/ saberes/ habilidade sobre determinada disciplina ou assunto, se ele não soubesse como aplicar, planejar, desenvolver e avaliar as diversas situações educativas, se assim fosse não haveria competências, apenas habilidades (PERRENOUD, 2001). Habilidades estão associadas ao saber fazer: ação física ou mental, que indica a capacidade adquirida. Assim identificar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar, sintetizar, julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades. Nós desenvolvemos habilidades em busca de competência O RELACIONAMENTO PROFESSOR X ALUNO Falar da relação professor x aluno implica, em apresentar algumas considerações acerca do processo ensino-aprendizagem visto que, esta relação não ocorre de forma isolada, a relação professor-aluno deixa de ser uma relação vertical e de imposição para ser a construção de um conhecimento coletivo, participativo, porém onde fique claro os papéis desempenhados pelos participantes deste processo. Nesta forma de trabalho exige-se muito mais do professor, pois ele deverá sim, ser o detentor do conteúdo do seu trabalho além de se relacionar competentemente.

20 20 Estas ações deverão transformar o espaço da sala de aula em algo prazeroso que o que se tem visto atualmente. Aula mais viva, participativa e executadas tendo como preocupação o ato de aprender fará com que o trabalho ocorra de forma conjunta e participativa. Mas é preciso que o aluno sinta-se participe deste processo. Quando os alunos percebem que a aula é interessante, eles participam. O que ocorre, na maioria das vezes é que as aulas são desinteressantes, o professor utiliza o mesmo material por anos seguidos, não busca informações, não se utiliza, segue rigorosamente o programa proposto e, como querer que o aluno permaneça prestando atenção a algo que para ele não tem o menor interesse. Esta sala de aula dinâmica e vida, inovadora, real vão exigir uma nova postura do professor. E para que esta ocorra se faz necessário atentar para a elaboração de aula, que não ocorra sem os seguintes itens: conhecimento prévio da turma, conhecimento de procedimentos básicos e coerentes com a natureza dos conteúdos, conhecimento dos procedimentos de avaliação ao qual avalia o atingimento de objetivos, conhecimento do trabalho como professor na sala de aula. No qual o professor precisa levar em consideração: objetivos, conteúdo programático, estratégia de ensino, avaliação e referências bibliográficas, para o preparo das aulas. Quando pensamos em ensinar, as ideias associativas nos levam a instruir, comunicar conhecimentos ou habilidades, fazer saber, mostrar, guiar, orientar, dirigir ações de um professor, que aparece como agente principal e responsável pelo ensino. Nesta ótica, não há relação, mas apenas a prevalência de um elemento sobre o outro. (MASSETO apud KULLOK, 2002, p.10). O processo de avaliação deverá ser integrado ao processo de aprendizagem sendo pensado, planejado e realizado de forma integrada ao processo, de modo contínuo, assumindo o erro como oportunidade de crescimento e aprendizagem. A sala de aula é o lócus da relação professor X aluno e do processo de ensino-aprendizagem. A sala de aula é uma situação, um ambiente, um espaço, um tempo em que estão presentes todos os grandes problemas, concretizados na interação educativa de professores e alunos que desenvolvem um programa de aprendizagem. Segundo Masseto (1992), a aula deve ser considerada como vivência, isto quer dizer aula como vida, como realidade. A aula como espaço que permita, favoreça e estimule a presença, a discussão, o estudo, a pesquisa, o debate e o enfrentamento de tudo o que constitui o ser e a existência, as evoluções e as transformações, o dinamismo e a força do homem, do

21 21 mundo, dos grupos humanos, da sociedade humana que existe num espaço e num tempo, que vive, um processo histórico em movimento. É preciso transformar a vida de sala de aula e da escola, de modo que possam vivenciar-se práticas sociais e intercâmbios acadêmicos que induzam à solidariedade, à colaboração, à experimentação compartilhada, assim como o outro tipo de relações com o conhecimento e a cultura que estimulem a busca, o contraste, a crítica, a iniciativa e a criação. (GOMEZ; SACRISTÁN, p.32) Neste contexto, preocupa-se com o aprender, no qual valoriza-se o desenvolvimento das relações sociais, que é fundamental criar uma interação entre quem ensina e aquele que aprende no qual a aprendizagem não pode ser mecânica, repetitiva e memorística, mas sim a aquisição de novos significados, sendo que os professores precisam estar preparados para esta prática que exigirá uma nova postura frente ao alunado e ao conhecimento além do profundo conhecimento do ato de aprender, a metodologia será modificada em função do conhecimento. A aprendizagem significativa ocorre quando o que se propõe para aprender se relaciona com o universo de conhecimento, experiências, vivências do aprendiz, no qual a aprendizagem precisa estar inserida no aprender a conhecer, aprender a fazer aprender a viver, aprender a ser, para que a aprendizagem possa ocorrer. A aprendizagem significativa seja por recepção, seja por descoberta, se opõe a aprendizado, repetitivo e memorístico. Compreende a aquisição de novos significados. A essência da aprendizagem está em que as ideias expressas simbolicamente se relacionam se relacionam de maneira arbitrária, mas substancial com que o aluno já sabe. (AUSUBEL apud KULLOK, 2002, p.19). Sendo que a educação, no qual o professor é o mediador precisa contribuir para o desenvolvimento total da pessoa, o espírito e corpo, a inteligência, sensibilidade pessoal, espiritualidade. Num mundo em mudança, deve ser dada importância especial à imaginação e a criatividade. A cada dia que passa a relação professor-aluno se encontra mais complicada, os pais tem passado pouco tempo com seus filhos, contribuindo para que estes não sejam educados como se devem, e os professores em sua maioria não estão preparados para lidar com esta nova realidade, onde surgem cada vez mais agressões físicas e verbais, pois faltam limites aos alunos e os professores não conseguem lidar com estas situações. Dessa forma o professor tem que valorizar o diálogo e a busca de entendimento e compreensão entre pessoas, pois, quando somos acostumadas a dialogar e expor nossos sentimentos em diferentes situações, provavelmente temos maiores e melhores condições, para viver um contínuo processo de avaliação e crescimento,

22 22 além de ampliar a qualidade das nossas relações intra e interpessoais. (ROGERS apud KULLOK, 2002, p.43). A relação professor-aluno deve ser buscada nas relações interpessoais e, sobretudo na afetividade, no conhecimento do conteúdo, na dedicação, pois a relação pedagógica é influenciada pelos vínculos na qual se estabelecem entre os sujeitos. Segundo Silva Garcia, citado por Silva, (1995, p.69). Na relação pedagógica o que se aprende não é tanto o que se ensina (conteúdo), mas o tipo de vínculo educador-educando que se dá na relação RELAÇÕES INTERPESSOAIS É definida como a competência através do qual o ser humano se relaciona bem com as outras pessoas, percebendo distinções nos outros como sentimentos (intenções e seu temperamento, motivações, estados de ânimo e etc), e busca reagir em função destes sentimentos. Esta capacidade nos permite a descentralização do sujeito para interagir com outro. Demonstra a capacidade de uma pessoa para entender as intenções, as motivações e os desejos alheios e em conseqüência, sua capacidade para trabalhar e interagir eficazmente com outras pessoas. O desenvolvimento da inteligência permite, sem dúvida, que a motivação possa ser despertada por um número cada vez maior de objetivos ou situações. Todavia ao longo desse desenvolvimento o princípio básico permanece o mesmo: a afetividade é a mola propulsora das ações, e a razão está ao seu serviço. (TAILLE apud KULLOK, 2002, p.60). Desde muito cedo, esta inteligência se manifesta em suas diferentes formas e o seu trabalho educacional deve ser eficaz e cuidadoso para estimulá-la e desenvolve-la, pois o poder da escola é extremamente expressivo. A palavra inteligência tem sua origem na junção de duas palavras latina inter = entre e eligere = escolher. Em seu sentido mais amplo, significa a capacidade cerebral pela qual conseguimos penetrar na compreensão das coisas escolhendo o melhor caminho. A formação de idéias, o juízo e o raciocínio são freqüentemente apontados como atos essenciais à inteligência. A inteligência é resumida pelo Pequeno dicionário ilustrado brasileiro da língua portuguesa como a faculdade de compreender.

23 23 O papel da escola, entretanto, renova-se com estudos e descobertas sobre o comportamento cerebral e, nesse contexto, a nova escola é a que assume o papel de central estimuladora da inteligência. Se a criança já precisa ir à escola para simplesmente aprender, ela necessita da escolaridade para aprender a aprender, desenvolver suas habilidades e estimular suas inteligências. O professor não perde espaço nesse novo conceito de escola. Ao contrário, transforma a sua na mais importante das profissões, por sua missão de estimulador da inteligência e agente orientador da felicidade. De acordo com a teoria das inteligências múltiplas, cada inteligência deve apresentar um grupo de componentes que formam a base dos mecanismos de processamento de informações necessárias para lidar com um determinado tipo de material. Gardner (1985) propôs que talvez seja possível definir a inteligência humana como um mecanismo neural ou sistema computacional, geneticamente programada para ser ativado por certos tipos de informação. Inteligência lingüística: é a habilidade de usar a linguagem para convencer, agradar, estimular ou transmitir ideais. Seus componentes centrais são uma sensibilidade para os sons, ritmos e significados das palavras, e uma especial percepção das diferentes funções da linguagem. Inteligência lógico-matemática: é a habilidade para explorar relações, categorias e padrões, através da manipulação de objetos ou símbolos, e para experimentar de forma controlada; é a habilidade para lidar com séries de raciocínios, para reconhecer problemas e resolvê-los. O componente central desta inteligência é uma sensibilidade para padrões, ordem e sistematização. Inteligência musical: é a habilidade para produzir uma peça musical ou reproduzir uma peça musical, para discriminar sons, perceber temas musicais, ritmos, texturas e timbres. O componente central é a sensibilidade para esses sons, ritmos e timbres. Inteligência espacial: é a habilidade para manipular formas ou objetos mentalmente e, a partir das percepções iniciais, criar tensão, equilíbrio e composição numa representação visual ou espacial. È a capacidade para perceber o mundo espacial e visual de forma precisa. Inteligência sinestesia: É a habilidade para resolver problemas ou criar produtos através do uso de parte ou todo corpo. É a habilidade para usar a coordenação fina ou ampla em esportes, artes cênicas ou plásticas, no controle dos movimentos do corpo e na manipulação de objetos do corpo e na manipulação de objetos com destreza. Inteligência interpessoal: é a habilidade para entender humores, temperamentos e motivações de outras

24 24 pessoas, para perceber intenções e desejos e para reagir apropriadamente a partir dessa percepção. Inteligência intrapessoal: esta inteligência é o correlativo interno da inteligência interpessoal. É a habilidade para ter acesso aos próprios sentimentos, sonhos, ideais, para discriminá-los e lançar mão deles na solução de problemas pessoais. È o relacionamento de habilidades, necessidades, desejos e inteligências próprios, a capacidade para formar uma imagem precisa de si mesmo e a habilidade de usar essa imagem para funcionar de forma afetiva. A relação interpessoal entre educador e seu grupo é fator determinante para que o educador consiga assumir um papel mais interativo que contribua para o aprendizado e também para o crescimento pessoal e social dos educandos. O treinamento do potencial em relação a esta inteligência eleva a compreensão que iremos ter do outro, ainda que essa compreensão possa, indistintamente, ser utilizada para o bem ou para o mal, exemplificando, uma pessoa que vier a desenvolver acentuadamente sua inteligência interpessoal e, mais tarde transformar-se em político influente ou comunicador proeminente, poderá usar essa capacidade de compreender pessoas para levá-las a ações que engrandeçam seu tempo e as relações comunitárias, assim como poderá levá-las a uma sedução voltada para interesses pessoais. (GARDNER apud ANTUNES, 1997, p.89-90). Esta inteligência manifesta em terapeutas, professores, médicos, líderes religiosos, enfermeiros, etc. Certamente, Anne Sullivan e sua capacidade de entender Helen Keller e, indiscutivelmente, Gandhi, ao sentir sua gente tanto na África do Sul quanto na Índia, são expressões evidentes de inteligência interpessoal, como Ayrton Senna para seus admiradores de todo mundo. Como atividades que desenvolvam as relações interpessoais destacam-se: atividades que envolvam jogos cooperativos, interação pessoal, tutoramento de diferentes faixas etárias, simulações, compartilhar ideias, conceitos, organização de festas ou reuniões contextualizadas, programas interativos O ENSINO DA QUÍMICA A química é a ciência que estuda a natureza da matéria, suas transformações e a energia envolvida nesses processos. Ao ingressar no ensino médio, o estudante aprende algumas ciências separadamente, entre elas a Química, que, assim, pode ser vista com um olhar mais particular do que durante as séries anteriores quando era tratada por ciências. O estudo da Química, assim como de outras áreas do conhecimento, é fundamental para

25 25 desenvolver a capacidade de raciocinar logicamente, observar, redigir com clareza, experimentar e buscar explicações sobre o que se vê e o que se lê, para compreender e refletir sobre os fatos do cotidiano ou sobre questões veiculadas pela imprensa ou pela televisão; enfim, para analisar criticamente a realidade, condição para o exercício da cidadania. Sem dúvida nenhuma, um dos principais problemas relacionados ao ensino da Química é o elevado grau de abstração necessário para entender teorias e modelos em nível microscópico e fenômenos observados em escala macroscópica. Convivemos ainda com outras dificuldades, como, por exemplo, a realização de experimentos que auxiliem na construção de conceitos, ou a falta de condições para realizá-los, e a omissão dos textos quanto à evolução das idéias científicas no decorrer dos tempos. Outro aspecto a destacar é que a introdução prematura de certos conceitos modernos relacionados à estrutura da matéria e que são de difícil entendimento por quem está iniciando seus estudos em Química (princípio da Exclusão de Pauli, spin, natureza ondulatória das partículas, orbitais, entropia, energia livre etc.), além de não contribuir para o crescimento do estudante, fazem-no detestar uma ciência que nem sequer chegou de fato a conhecer e compreender. É importante também que os professores estejam atentos a enorme distância que tende a se estabelecer entre o mundo da ciência e o mundo do cotidiano, distância essa que o academismo exagerado da escola pode tornar ainda maior. Convenções, enunciados, conceitos, teorias, modelos e leis podem a primeira vista ser tão incompreensíveis quanto palavras e frases de uma língua estrangeira. Sem dúvida nenhuma, o papel do docente como mediador do processo de ensino-aprendizagem é essencial. Segundo Chiappini (2007), A formação de qualquer estudante deve considerar o grupo social envolvido, suas experiências e concepções, necessidades e anseios. Para isso, o educador não deve prescindir de um planejamento adequado aos seus objetivos específicos e ao grupo com o qual se relacionará. Dessa forma, a autonomia do professor, no sentido da seleção, preparação, organização e execução das atividades pedagógicas é um passo a ser dado na construção de seu trabalho. Por essa razão, serão apresentados aspectos das estratégias de abordagem do texto escrito: os resumos, exercícios, vocabulário (CHIAPPINI, 2007, p.118). O professor precisa considerar todos esses fatores, os problemas a serem geridos no ambiente educacional e encontrar pontos de contato entre o conteúdo a ser ministrado e os conhecimentos atuais do aluno. Tais pontos de contato se localizam geralmente em temáticas do cotidiano e da atualidade.

26 26 Tradicionalmente, muitos conteúdos são abordados sem se levar em conta a capacidade cognitiva dos estudantes. Além disso, introduzem-se, por vezes, conceitos importantes sem se considerarem as descobertas científicas mais recentes, as tecnologias relacionadas a eles e suas aplicações mais significativas no cotidiano das pessoas. Os prejuízos trazidos por esse conjunto de práticas são muitos e podem conduzira uma aversão ao estudo da Química. É necessário, portanto, promover alterações radicais na forma de abordar os conteúdos desta disciplina. A Química tem por objetivo, levar o educando a compreender o processo de criação científica. Inicialmente, ele é conduzido a entender os princípios, as leis e as teorias e, na seqüência, a fazer uma análise do conhecimento adquirido, sua aplicação prática, sua relevância social e suas implicações ambientais. É importante que o estudante se torne capaz de apropriar-se do conhecimento científico e de utilizá-lo para ler (interpretar) o mundo e nele interferir. Uma das condições para se aprender algo é estar disposto a aprender. E aprender envolve entre outras coisas, vontade, regularidade e persistência. O desejo de aprender, o estudo feito de modo regular e a perseverança são fatores essenciais para quem quer aprender Química e desenvolver o gosto por essa fascinante ciência. Está totalmente veiculada á realidade da vida dos educandos. Segundo Vera Novais (1999), para progredir no estudo da Química são importantes três aspectos: o trabalho do professor, seu interesse e empenho e a utilização de recursos pedagógicos adequados. Ao professor cabe planejar o curso, estimular o aluno a pensar, ajudá-lo a superar dificuldades. E ao aluno cabe manter-se interessado em aprender e desenvolver a disciplina necessária para isso. Por outro lado, o mundo do trabalho requer, cada vez mais indivíduos capazes não só de analisar o mundo de forma ampla e de integrar diversas áreas de conhecimento, mas também aprender sempre, uma vez que a quantidade de conhecimentos relativos a todas as áreas cresce diariamente. Assim, qualquer que seja seu futuro campo de trabalho, o aluno deverá ser capaz de aprofundar ou retomar seus conhecimentos de Química ou relacionados a ela, como por exemplo: O que é próprio dessa ciência? Qual sua relação com o nosso dia-dia? Qual a sua importância para a humanidade? Como seu corpo de conhecimentos se organiza? Como aprender a raciocinar quimicamente? Segundo Vera Novais: Para aprender Química, você terá de ser alfabetizado em uma nova linguagem, em um tipo de escrita próprio dessa ciência, terá de aprender

27 27 a raciocinar utilizando conceitos químicos. Posso de antemão garantindo-lhe que, ao lado do prazer de fazer isso, haverá dificuldades, uma vez que essa ciência teoriza sobre algo que é invisível, que se vale de modelos abstratos. Daí a importância cuidadosa nesse estudo, de modo que novos termos e conceitos possam ir adquirindo significado cada vez mais amplo. (NOVAIS, V. 1999, p.1) A IMPORTÂNCIA DA QUÍMICA DO COTIDIANO Podemos dizer que tudo a nossa volta é Química, pois todos os materiais que nos cercam passaram ou passam por algum tipo de transformação. A Química é uma ciência em pleno desenvolvimento e suas aplicações podem ser percebidas e,m muitos eventos comuns que se passam conosco e ao nosso redor. Dessa forma ao abordar a Química no cotidiano, se faz necessário trabalhar Química de maneira contextualizada. A importância da contextualização dos temas químicos sociais é evidenciada, pelo interesse despertado nos alunos quando se trata de assuntos vinculados diretamente ao seu cotidiano. A Química é uma ciência agradável de ser estudada e cujos reflexos podem ser sentidos no dia-dia, como por exemplo: - Talvez o exemplo mais ligado a nosso cotidiano seja o funcionamento de nosso próprio organismo. O corpo humano é um laboratório em que ocorrem, durante todo o tempo, fenômenos químicos muito sofisticados, sendo que o mesmo é formado por inúmeras substâncias em constante transformação, que possibilitam a movimentação, os sentidos (visão, audição, olfato, tato, gosto), a digestão, a respiração e o nosso pensamento. - Ingerimos vários materiais: alimentos, água, ar (pela respiração) etc. - Há várias transformações desses materiais, no estômago, nos intestinos etc, auxiliadas por produtos químicos específicos existentes no suco gástrico, na bile (do fígado) etc; - Há recombinação dos alimentos para a manutenção de nossos ossos, tecidos, órgãos etc; - Após inúmeras transformações, o organismo elimina os produtos residuais, por meio das fezes, urina e suor etc;

28 28 - Na limpeza de casa, usamos diversas substâncias, como detergentes, alvejantes, desinfetantes. Em nossa higiene pessoal, usamos sabonete, sabões, xampu, creme dental, além da água, que passa por vários tratamentos antes de chegar às nossas residências; - A maioria das roupas que usamos apresenta fios artificiais (náilon, poliéster) misturados a fibras naturais (algodão, lã); - Nossos alimentos naturais (frutas, verduras etc) precisam de fertilizantes e pesticidas para sua produção; - Os materiais empregados na construção de casas, prédios, automóveis, aviões, embarcações, computadores e eletrodomésticos constituem exemplos que se relacionam com as indústrias de processos químicos, nas suas mais diferentes modalidades e especialidades; - A maioria dos meios de transporte tem combustível a gasolina, o querosene, etc., que são extraídos do petróleo, e este é o resultado de uma transformação natural que levou milhões de anos; - São muitos os produtos industrializados cuja obtenção depende de transformações químicas: plásticos, vidros, tintas, cimento, papel, fotografia, borracha, álcool, açúcar, sal, metais, cigarros, cola; - A expectativa de vida do homem aumentou muito graças ao desenvolvimento de medicamentos que são substâncias extraídas da natureza ou fabricadas artificialmente como (analgésicos, antibióticos e antiinflamatórios) e da medicina, dosadas, purificadas e comercializadas. Em nosso dia-dia é muito freqüente encontrarmos devidamente indicações de substâncias químicas em bulas de remédio, nas embalagens de alimentos, nas etiquetas de roupas e em tantos outros objetos. A partir desses exemplos, percebemos que a Química proporcionou progresso, desenvolvimento e bem-estar para nossa vida. Do mesmo modo que as substâncias químicas podem contribuir para o bem-estar da humanidade, elas também podem, se usadas incorretamente (por ignorância, incompetência, ganância ou ideologias

29 29 duvidosas), acarretar doenças, poluição do ar (fumaça das chaminés) e das águas, desequilíbrios ecológicos, desastres ecológicos como (derramamento de petróleo nos mares e envenenamento) e mortandade de plantas e animais. Apesar de toda importância desta ciência e de suas aplicações, é comum ouvirmos comentários que depreciam essa ciência ou a empregam de maneira imprópria, há muita confusão no que diz respeito à palavra Química, colocando-a como sinônimo de substâncias tóxicas, veneno ou poluição. Esses fatos, infelizmente, encobrem as importantes conquistas do homem pelo conhecimento químico. Na verdade, o problema não está na Química, mas no se uso, ela, em si, não é boa nem má. Ainda são muitos aqueles que, movidos por interesse pessoais ou de grupos, utilizam-na para conquistar ou manter privilégios. Mudar essa situação não é papel do químico, mas de toda sociedade, que deve ser crítica e participativa, exigindo que o conhecimento promova uma qualidade de vida cada vez melhor e que permita uma coexistência harmoniosa entre o homem e o meio ambiente A QUÍMICA NA SOCIEDADE A vida entre si já é um fantástico processo químico, no qual as transformações das substâncias nos permitem andar, pensar, sentir. As diversas sensações biológicas, como dor, cãibra e apetite, e as diversas reações psicológicas, como medo, alegria e felicidade, estão associadas ás substanciais presentes em nosso organismo. O nosso corpo é um verdadeiro laboratório de transformações químicas. Estudar a Química é importante que cada cidadão se preocupe não só com os fatos de interesse próprio, mas também de interesses da sociedade. As informações científicas ajudam-no a compreender os acontecimentos e a nos posicionar perante eles, como cidadãos informados e conscientes. Quanto mais pessoas perceberem que a Química é uma ciência que ajuda a compreender melhor o mundo em que vivemos e que, se os conhecimentos químicos forem usados com sabedoria e ética, haverá, sem dúvida, uma melhoria das condições de vida de todos os cidadãos. Foi graças à evolução Teórica da Química que uma série de substâncias corriqueiras no mundo atual puderam ser atingidas. Assim, dos chips usados nos computadores às próteses metálicas ou plásticas cada vez mais usadas na medicina, do isopor aos combustíveis usados nos transportes, tudo está fundamentado no conhecimento químico, que é conquista da pesquisa e do estudo feito por inúmeras gerações de cientistas.

30 30 Estudar a Química não só nos permite compreender os fenômenos atuais. O conhecimento nos ajuda a entender o complexo meio social em que vivemos. A ciência avança em função das necessidades geradas pela sociedade, como por exemplo: desnutrição falta de energia, poluição e etc. Por sua vez, o aperfeiçoamento tecnológico contribui para o desenvolvimento das Ciências e está também associado ao desenvolvimento científico. A Química tem garantido ao ser humano uma vida mais longa e confortável. O seu desenvolvimento tem permitido a busca para solução de problemas ambientais, o tratamento de doenças antes incuráveis, o aumento da produção agrícola, a construção de prédios mais resistentes, a produção de materiais que permitem a confecção de novos equipamentos. A ciência, a tecnologia e a sociedade têm caminhado na busca de soluções de grandes problemas, mas também têm provocado conseqüências desastrosas para a vida humana no planeta. Diariamente lemos notícias mostrando o paradoxo do desenvolvimento científico e tecnológico, que tanto traz benefícios para a sociedade como também riscos para a própria sobrevivência humana. Segundo Albert Einstein, citado por Santos (2005. p.24) A ciência não tem sentido senão quando serve aos interesses da humanidade. Para mudar essa situação, todos nós, cidadãos, deveríamos buscar desenvolver ações em nossa comunidade para que as aplicações da Ciência e da tecnologia na sociedade possam proteger a vida das gerações futuras e propiciar condições para que todos tenham acesso aos seus benefícios A QUÍMICA COMO CARÁTER INTERDISCIPLINAR A Química possui caráter aplicado. Muitas vezes, para a resolução de um problema prático. Muitas vezes é necessário que ela atue em conjunto com outras ciências. Ao se aliar à Engenharia, a Química tem propiciado a elaboração de novos materiais, como, por exemplo, as cerâmicas que suportam altas temperaturas, os plásticos altamente resistentes e os materiais supercondutores. A Medicina, talvez a mais antiga das ciências associadas à Química, é uma área das maiores beneficiadas como os modernos avanços dessa área. Atualmente são descobertas centenas de novas substâncias que podem atuar como medicamento. Todas essas fascinantes aplicações que foram descritas representam apenas parte do que existe em termos de avanço científico e tecnológico ligado à Química. È importantíssimo salientar que nenhum progresso nesse campo será possível se os conceitos

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens A obra salesiana teve início em Turim, na Itália, onde Dom Bosco colocou em prática seus ideais de educação associados ao desenvolvimento

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes > Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), inicialmente, tinha como objetivo avaliar o desempenho

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ.

O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. O ENSINO DE FÍSICA NA VISÃO DOS ALUNOS DE UMA TURMA DE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO: ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA PARÁ. Alessandra da Costa Marques; Najara Siva; Lúcia Maria Assunção

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Maria José Rodrigues de Farias Universidade Estadual da Paraíba lyarodriguesbio@gmail.com Introdução Atualmente os modelos

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Profª Drª Jorgeta Zogheib Milanezi DIDÁTICA DO ENSINO O DOMÍNIO DE UMA PROFISSÃO NÃO EXCLUI O SEU APERFEIÇOAMENTO .. AO CONTTRÁRIO, SERÁ MESTRE QUEM

Profª Drª Jorgeta Zogheib Milanezi DIDÁTICA DO ENSINO O DOMÍNIO DE UMA PROFISSÃO NÃO EXCLUI O SEU APERFEIÇOAMENTO .. AO CONTTRÁRIO, SERÁ MESTRE QUEM Profª Drª Jorgeta Zogheib Milanezi DIDÁTICA DO ENSINO O DOMÍNIO DE UMA PROFISSÃO NÃO EXCLUI O SEU APERFEIÇOAMENTO.. AO CONTTRÁRIO, SERÁ MESTRE QUEM CONTINUAR APRENDENDO.. Piere Furter AVALIAR PARA CONHECER

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Adelson Carlos Madruga Universidade Federal da Paraíba adelsoncarlos1992@hotmail.com Elizangela Mario da Silva Universidade Federal

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO

ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? RESUMO ESCOLA: AMBIENTE DE HARMORNIA OU CONFLITO? 1 Sandra Gaspar de Sousa Moura RESUMO Este artigo tem a finalidade de mostrar a importância das relações interpessoais dentro do ambiente escolar e como os sujeitos

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS ISSN 2177-9139 O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS Morgana Fernandes da Silva 1 morganaf60@gmail.com Faculdades Integradas de Taquara,

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM José Cícero Santos (UFAL) [cjnego2007@gmail.com] Aldisío Alencar Gomes (UFAL) [aldisioalencar@gmail.com] Ana Paula Perdigão Praxedes

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO SUPERIOR PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª Msc. Clara Maria Furtado PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURRÍCULO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PLANEJAMENTO DO CURSO OBJETIVOS

Leia mais

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª. Msc. Clara Maria Furtado claramaria@terra.com.br clara@unifebe.edu.br PLANEJAMENTO Representa uma organização de ações em direção a objetivos bem definidos, dos recursos

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS

ASSESSORIA PEDAGÓGICA PORTFÓLIO DE PALESTRAS E OFICINAS Dificuldades de Palestra EF e EM Todas Conscientizar sobre as dificuldades de aprendizagem aprendizagem que podem ser manifestadas pelos alunos numa sala de aula e sugerir ações de encaminhamento, conforme

Leia mais

Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso

Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 15 2. COMUNICAÇÃO E DIÁLOGO ENTRE PAIS E FILHOS 23 2.1 O problema da comunicação entre pais

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Aula 2: Projeto de pesquisa

Aula 2: Projeto de pesquisa 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 2: Projeto de pesquisa 1 O projeto de pesquisa O projeto de pesquisa é a base da organização do seu trabalho de pesquisa. Ao elaborar o projeto você organiza suas

Leia mais

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço

É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES 1 CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES CANINDÉ 2013 2 ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES Trabalho realizado como requisito

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual Tuane Telles Rodrigues 1 Letícia Ramires Corrêa 2 Resumo: Durante nossa vida acadêmica estamos em constante aperfeiçoamento,

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem 91 Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem ET-06-015 INFLUÊNCIA DA MONTAGEM DE UM JOGO DIDÁTICO DO SISTEMA DIGESTÓRIO PARA A MELHORIA NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Jéssica Maria Bernardo da Silva,

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais