1) Biodiversidade, Sociodiversidade e Atividade Econômica diante do Direito Ambiental e Internacional

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1 a) Direito do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Conflitos Ambientais Projetos 1) Biodiversidade, Sociodiversidade e Atividade Econômica diante do Direito Ambiental e Internacional Prof. Responsável: Profª. Drª. Cristiane Derani 1. RESUMO DO PROJETO DE PESQUISA Este projeto substitui e amplia o anterior Direito na Construção do Uso Sustentável da Biodiversidade. A base da existência humana é a natureza. É, também, pelo contato com seu meio que são desenvolvidas as diversas formas de criar, fazer e viver dos seres humanos. A cultura é uma construção humana com o meio, e a natureza é apreendida e vivenciada pelos seres humanos de modos diversos, revelando a diversidade de possibilidades de construção da vida em sociedade. O reconhecimento jurídico do valor da biodiversidade e da diversidade cultural para o desenvolvimento sustentável das sociedades humanas tem seu marco definitivo com a Convenção sobre Diversidade Biológica, assinada no encontro mundial sobre Meio ambiente e Desenvolvimento promovido pelas Nações Unidas, no Rio de Janeiro em Desde o Rio de Janeiro, o desenvolvimento sustentável foi adotado como política por numerosas nações, tanto em nível nacional como regional. Este princípio também tem influenciado o desenvolvimento de normas e políticas de organizações internacionais, incluindo a FAO, FMI, Banco Mundial, OMC, e UNDP. (Birnie, Boyle, p. 84) A Convenção sobre Diversidade Biológica, enquanto reconhecia o valor intrínseco da biodiversidade para a espécie humana e sua sobrevivência futura, previu ao mesmo tempo o uso sustentável dos recursos biológicos incorporando princípios e estratégias de conservação e desenvolvimento econômico. Traz como obrigações básicas: a) uso sustentável dos recursos biológicos; b) conservação da diversidade biológica; c) tratamento cuidadoso com introdução de espéices exóticas; d) reconhecimento do papel das comunidades tradicionais e dos povos indígenas para a conservação da biodiversidade; e) biossegurança e introdução de organismos vivos modificados. Além disto busca assegurar a repartição justa e eqüitativa de benefícios, pelo acesso aos recursos genéticos e o recebimento de incentivos assim como o acesso e transferência de tecnologias para os países em desenvolvimento. Dentro deste quadro, existe um campo extenso de pesquisa para a interpretação dos instrumentos legais, o estudo comparativo dos desdobramentos nacionais da CBD, a implementação no Brasil das Convenções por ele ratificadas e o alcance efetivo de seus objetivos. Este projeto, portanto divide-se em três campos materiais de estudo: 1. Acesso ao recurso genético e repartição de benefícios; 2. Conservação da diversidade biológica e cultura e desenvolvimento agrícola, inclusive o uso de organismos vivos geneticamente modificados; 3. Uso dos recursos naturais e respeito às comunidades locais e povos indígenas. 2. INSERÇÃO SOCIAL DO PROJETO Os estudos desenvolvidos neste projeto deverão atingir o reconhecimento das diversas práticas de produzir a partir da natureza, orientar interpretação das normas ambientais existentes para uma melhor coexistência entre as diferentes culturas humanas e as diversas opções de produção. Portanto, questões como uso adequado dos recursos naturais para as políticas de desenvolvimento econômico, e respeito aos direitos humanos especificamente ao meio ambiente equilibrado e salubre, serão tratadas no âmbito do direito e deverão orientar a prática política, jurídica e o exercício da cidadania. 3. METODOLOGIA DA PESQUISA Para o desenvolvimento dos três campos de investigação do projeto de pesquisa será utilizada base bibliográfica com foco em: a) direito ambiental; b) direito ambiental internacional; c) direito econômico nacional e direito econômico internacional; d) ecologia e) economia f) antropologia g) geografia h) filosofia Também será realizado trabalho de campo, para melhor reconhecimento das especificidades objetivas da complexa questão da interculturalidade e do conceito real de desenvolvimento sustentável.

2 Recursos áudios-visuais, como documentários e gravações são de grande valor para enriquecer a pesquisa. 4. RESULTADOS ESPERADOS Publicações, artigos, dissertação de mestrado, produção áudio-visual, conferências e seminários. 5. RECURSOS MATERIAIS E HUMANOS Local e equipamentos da Universidade Católica de Santos; alunos do Programa de Mestrado em Direito Internacional e Ambiental da UNISANTOS. 6. FINANCIAMENTO DO PROJETO Recursos da Universidade, CNPq e outras bolsas de estudo que venham a ser requeridas pelos alunos e docente. 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DERANI, Cristiane. Direito Ambiental Econômico. São Paulo, Editora Max Limonade, 2001; BIRNIE, Patricia; Boyle, Alan. International Law & the environment, Oxford University Press, 2002; CARREAU, Dominique; Juillard, Patrick. Droit International économique, Editions Dalloz, 2005 ; GURUSWAMY, Lakshman. International Environmental Law, Thomson West, 2003; LOWENFELD, Andreas F. International Economic Law, Oxford University Press, 2002; KISS, Alexandre Charles (Editor). Economic Globalization and Compliance with international Environmental Agreements (International Environmental Law and Policy Series, V.63); STOIANOFF, Natalie P. (Editor). Acessing Biological Resources: Complying with the Convention on Biological Diversity (International Environmental Law and Policy Series); STEINBERG, Paul F.Environmental Leadership in Developing Countries: Transnational Relations and Biodiversity Policy in Costa Rica and Bolívia (American and Comparative Environmental Policy). 2) Direito, Política e Gestão Ambiental na Zona Costeira Prof. Responsável: Prof. Dr. Edson Ricardo Saleme I - APRESENTAÇÃO DO PROJETO Trata-se de projeto que visa formular políticas de gestão para a zona costeira com especial enfoque na proteção do meio ambiente, na gestão das águas e no planejamento urbano. II - JUSTIFICATIVA Os conflitos socio-ambientais constituem os sinais do modo como se encontra a relação do homem com a natureza em determinado momento em uma sociedade, apontando como o meio ambiente é incorporado pelos diferentes modelos de desenvolvimento. Na zona costeira tais conflitos merecem uma atenção particular tanto pela diversidade de ecossistemas nesse espaço geográfico de interação do ar, do mar e da terra, abrangendo as faixas terrestre e marítima, quanto pelo fato que este espaço concentra mais de 20% da população brasileira. Ademais, o texto constitucional de 1988 qualificou a Zona Costeira como patrimônio nacional, o que implica uma gestão que garanta a sustentabilidade temporal e espacial na utilização e apropriação dos recursos naturais desse ecossistema. O objetivo deste projeto de pesquisa é analisar a efetividade das políticas públicas e dos instrumentos de gestão ambiental que asseguram o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado na Zona Costeira. Para tanto serão estudados os instrumentos de gestão ambiental e as políticas públicas desenvolvidas na gestão do meio ambiente, tais como: a política de gestão de resíduos sólidos, a política de gestão das águas e a política urbana, evidenciando as questões de inclusão e exclusão social por intermédio do meio ambiente. III - OBJETIVO DA PESQUISA O principal objetivo desta pesquisa é uma análise jurídica da problemática da política ambiental bem como da gestão ambiental na Zona Costeira, particularmente, na Região Metropolitana da Baixada Santista, buscando evidenciar os limites e desafios dos instrumentos de política e gestão ambiental como mecanismos de promoção do desenvolvimento sustentável da região. IV - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Estruturação de um grupo de pesquisa envolvendo alunos da graduação e pós-graduação 2. Levantamento bibliográfico, leitura e resumo do material. 3. Levantamento, junto aos órgãos competentes em matéria ambiental, dos conflitos sócio-ambientais na

3 Região Metropolitana da Baixada Santista. 4. Levantamento jurisprudencial. 5. Internet: participação em listas de discussão e levantamento do material existente na rede. 6. Participação na elaboração de um trabalho final a ser apresentado: livro ou artigo. 7. Participação na preparação do: I Ciclo de Debates sobre Cidades Sustentáveis: o papel dos Planos Direitores na Baixada Santista. Este seminário poderá ser realizado com outros profissionais, dos cursos oferecidos pela Universidade, visando à interdisciplinaridade. V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALEXY, Robert (HECK, Luís Afonso trad.): Direitos fundamentais no Estado Constitucional Democrático In Revista de Direito Administrativo nº 217, julho/set. 1999, pp ASCELRAD, Henri, HERCULANO, Selene, PÁDUA, José Augusto (org.). Justiça Ambiental e Cidadania. Rio de Janeiro: Relume Dumará/ Fundação Ford, BORDIEU, Pierre: La force du droit: éléments pour une sociologie du champ juridique, Actes de la recherche en sciences sociales nº 61, março 1986, pp BUCCI, Maria Paula Dallari. Direito Administrativo e Políticas Públicas. São Paulo. Editora Saraiva, DERANI, Cristiane. Direito ambiental econômico. 2ª ed. rev. São Paulo: Max Limonad, : A propriedade na Constituição de 1988 e o conteúdo da função social In Revista de Direito Ambiental nº 27/julho-setembro 2002, pp : Tutela jurídica da apropriação do meio ambiente e as três dimensões da propriedade In Hiléia Revista de Direito Ambiental da Amazônia, nº 1/agosto-dezembro 2003, pp JONAS (Hans) Le principe responsabilité : une éthique pour la civilisation technologique. Paris, Editions du Cerf, 1990, 343 p. KRELL, Andréas J. Driscricionariedade Administrativa e proteção ambiental: o controle dos conceitos jurídicos indeterminados e a competência dos órgãos ambientais um estudo comparativo. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro 13a ed. rev., atual. et ampl., São Paulo: Malheiros Editores, SILVA, Solange Teles da: Princípio de precaução: uma nova postura em face dos riscos e incertezas científicas In VARELLA, Marcelo Dias. PLATIAU, Ana Flávia Barros (org.). Princípio da Precaução. Belo Horizonte: Del Rey, 2004, pp Capítulo 13 Responsabilidade Civil Ambiental IN PHILIPPI JR., A.; ALVES, A. C.. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. São Paulo: Manole, 2005, pp : Políticas públicas e estratégias de sustentabilidade urbana In Hiléia Revista de Direito Ambiental da Amazônia, nº 1/agosto-dezembro 2003, pp ) Direito, Sócio-biodiversidade e biotecnologia Prof. Responsável: Prof. Dr. Vladimir Garcia Magalhães 1 - Resumo: a) Objetivos Gerais: O projeto tem por objetivo pesquisar, sistematizar e interpretar o direito internacional, nacional e comparado relativo à biodiversidade e comunidades e conhecimentos tradicionais à ela associados, e seus aspectos relacionados ao acesso prévio consentido e repartição de benefícios, assim como os aspectos jurídicos relativos à sua conexão com a mudança global de clima. b) Objetivos Específicos: Detectar as falhas nos acordos internacionais e legislação nacional em garantir os direitos do Brasil e demais países megadiversos, e suas comunidades tradicionais, à repartição dos benefícios pela uso comercial, tecnológico e científico de sua biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados, sugerindo alterações nos mesmos no sentido de garantir esta repartição de benefícios. 2 - Inserção social do projeto: A existência de uma rica biodiversidade na Mata Atlântica, e região costeira, da baixada santista, assim como a existência também, nesta região, de comunidades tradicionais com conhecimentos sobre o uso desta biodiversidade e a prática comprovada de biopirataria nos países em desenvolvimento, como o Brasil, indicam o risco potencial de que esta biopirataria ocorra na região e a necessidade de produção de doutrina sobre esta matéria e eventualmente sugestão de alterações na legislação vigente, subsidiando de modo científico o legislador nacional. Além disso, a biodiversidade é afetada pela mudança de clima e, por outro lado, pode ser utilizada para adaptação à esta mudança e mitigação dos seus efeitos. A repartição dos benefícios pelo uso dos recursos genéticos da biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados pode ser um importante instrumento econômico para o Brasil e para a redução da pobreza das comunidades tradicionais. A pesquisa resultará em sugestões no direito internacional e nacional para tornar mais efetiva esta repartição.

4 3 - Metodologia de Pesquisa: serão pesquisados, sistematizados e analisados criticamente acordos internacionais e legislação nacional, a doutrina nacional e estrangeira relativa aos mesmos e, quando for o caso, a jurisprudência nacional. Como esta linha de pesquisa tangencia e intersecciona outras linhas de pesquisa em direito e em direito ambiental, conhecimentos técnicos da área de antropologia, sociologia, ciências biológicas, entre outras, é necessário que se faça uma abordagem inter e multidisciplinar envolvendo especialistas e linhas de pesquisa nestas áreas, da própria UNISANTOS, articulando, deste modo, diversos setores desta instituição. 4 - Cronograma: Pesquisa do direito internacional e nacional pertinenente ao tema Resultado: elaboração de duas dissertações de mestrado analisando o resultado da pesquisa em relação a relação entre os conhecimentos tradicionais e o direito de patentes e em relação ao procedimento administrativo brasileiro, e seus aspectos jurídicos, para a realização da bioprospecção em território nacional e elaboração de artigo sobre biopirataria para publicação em periódico científico Resultados: elaboração de dissertações de mestrado sobre biodiversidade e crime organizado internacional e sobre a participação popular direta na gestão da biodiversidade. Relatório final articulando todos os resultados a ser publicado como artigo em periódico científico. 5 - Resultados Esperados: um relatório articulando os resultados das dissertações de mestrados desenvolvidos no projeto assim como teses apresentadas em congressos e artigos publicados. Este relatório final deverá ser publicado como livro ou artigo. 6 - Referências Bibliográficas: ATTAWAY, David H. e Zaborsky, Oskar R. (editores). Marine Biotechnology, vol.1- Pharmaceutical and Bioactive Natural Products. New York: Plenum Press, 1993, 500 p. BARROS FILHO, Salvador Pompeu de. Terras indigenas. Revista de Direito Civil, Imobiliario, Agrario e Empresarial. v.11. n.42. p out./dez BORN, Gemina Cabral. Plantas Medicinais da Mata Atlantica: extrativismo e sustentabilidade, 2000, 289 p. Tese (Doutorado)- Faculdade de Saúde Pública da USP- Universidade de São Paulo, São Paulo. CAZETTA, Ubiratan. Área indigena: impossibilidade de alienação de madeira a ela pertencente (art. 25 da lei 9.605/98). Boletim dos Procuradores da República. São Paulo. v.2. n.16. p ago COMISSÃO PRÓ INDIO- ÍNDIO DE SÃO PAULO, Mapa da Localização das Terras Indígenas no Estado de São Paulo e Tabela de Terras Indígenas no Estado de São Paulo. Disponível em: <http: Acesso em: 28 de jan de COUGHLIN, Michael D. Using the Merck-INBio Agreement to Clarify the Convention on Biological Diversity. Columbia Journal of Transnational Law. New York: v. 31, p , DALLARI, Dalmo. Apresentação do livro on line Terras Guarani no Litoral. Disponível em: <http://www.trabalhoindigenista.org.br/livro_guarani/terras_guarani_no_litoral.htm> Acesso em: 28 de jan de DIEGUES, Antonio Carlos de Sant ana. Diversidade biológica e culturas tradicionais litoraneas: o caso das comunidades caiçaras. São Paulo: IOUSP, Fund. Ford e IUCN p. FERRARI, Regina Maria Macedo Nery. O aproveitamento de recursos hídricos em terra indígena. Revista de Direito Constitucional e Internacional. São Paulo. v.9. n.36. p jul./set FERRAZ JUNIOR, Tercio Sampaio. A demarcação de terras indígenas e seu fundamento constitucional. Revista Brasileira de Direito Constitucional. São Paulo. n.3. p jan./jun HEYWOOD, V. H. (exec. ed.); WATSON, R. T. (ed.). Global biodiversity assessment. Cambridge: Cambridge University Press, 1995, 1140 p. IMPERADOR, Adriana Maria. Agricultura em Unidade de Conservação: conhecimento etnofaunístico e o manejo tradicional na estação ecológica de Juréia-Itatins-SP. 2003, 97 p. Dissertação (Mestrado)- Escola de Engenharia de São Carlos, São Carlos. KHOR, Martin- Intellectual property, biodiversity and sustainable development. London: Zed Books, p. MAGALHÃES, Vladimir Garcia. Propriedade Intelectual, Biotecnologia e Biodiversidade, 2005, p Tese (Doutorado em Direito Civil)- Faculdade de Direito da USP- Universidade de São Paulo, São Paulo. PARDO, David Wilson de Abreu. O direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e o direito dos índios sobre as terras que tradicionalmente ocupam: o caso da comunidade índigena nawa do Parque Nacional Serra do Divisor: Acre. Jurisprudência Catarinense. Florianópolis. v.29. n.102. p REAKA-KUDLA, Marjorie L.; WILSON, Don E.; WILSON, Edward O. (eds.)- Biodiversity II : understanding and protecting our biological resources. Washington, D.C. : Joseph Henry Press, p. REID, Walter V. et al. Prospección da la Biodiversidad. S. José/ Costa Rica: Ed. INBio, SANTILLI, Juliana. A proteção aos direitos intelectuais e coletivos das comunidades indigenas brasileiras. Revista CEJ. Brasilia. v.1. n.3. p dez Aplicação das normas ambientais as terras indigenas e superposição de unidades de conservação com terras indígenas. Revista de Direito Ambiental. São Paulo. v.3. n.12. p out./dez

5 SEMINÁRIO "TERRAS GUARANI NO LITORAL- Contexto Fundiário e Ambiental, 2004, São Paulo, 102 p. Disponível em: <http: Acesso em: 29 de janeiro de SHIVA, Vandana- Biopirataria. Petrópolis: Vozes, p. SHIVA, Vandana et al- Biodiversity- social & ecological perspectives. 2ª ed. London: Zed Books, p. SILVA, Lásaro Moreira da. O reconhecimento dos direitos origiários dos índios sobre suas terras tradicionais na Constituição Federal de 1988 e a extensão do conceito de terras indígenas tradicionalmente ocupadas. Revista Jurídica UNIGRAN. Dourados. v.6. n.11. p jan./jun UMMUS, Rafael Eichemberger. Comunidade mercado e exploração de recursos biológicos em Unidades de Conservação do litoral sul do estado de São Paulo p. Dissertação (Mestrado), PROCAM- Interunidades em Ciência Ambiental, USP- Universidade de São Paulo, São Paulo. WILSON, Edward; PETER, Francis M. (orgs.). Biodiversidade. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, p. 4) O Desenho de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável: instrumentos econômicos, de comando e controle e participação Prof. Responsável: Profa. Dra. Ana Maria de Oliveira Nusdeo 1. RESUMO Este projeto tem por objeto a análise da utilização de instrumentos econômicos na legislação brasileira e no direito comparado, a sua articulação com os de controle e com instrumentos voltados a garantir a participação da sociedade nas políticas ambientais. 1.a. OBJETIVOS GERAIS Compreensão das características, experiências, limites e possibilidades da utilização de instrumentos econômicos nas políticas ambientais e das formas de sua articulação com os instrumentos de controle e com a participação da sociedade. 1.b. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Os objetivos específicos do projeto são a análise: 1) das experiências de utilização dos instrumentos econômicos na legislação brasileira; 2) das experiências de utilização de instrumentos econômicos para a proteção ambiental no direito comparado, em especial na Comunidade européia e nos estados Unidos e 3) da sua adequação e efetividade para a consecução dos objetivos das políticas públicas de proteção ambiental, em comparação ou em articulação com instrumentos de controle e de participação dos agentes. 2. JUSTIFICATIVA As políticas de proteção ambiental devem ser formuladas com vistas à criação de incentivos aos agentes econômicos para agirem no sentido da preservação do meio ambiente. Nesse sentido, distinguem-se dois tipos de instrumentos disponíveis, a serem utilizados pela legislação: os instrumentos de controle e os instrumentos econômicos. A efetividade das políticas em questão depende, em certa medida, de uma adequada proporção e relação entre os dois tipos de instrumentos. Instrumentos de comando e controle são aqueles que fixam padrões determinados para as atividades econômicas a fim de assegurar que cumpram os objetivos da política em questão, por exemplo, reduzir a poluição do ar ou da água, penalizando a sua inobservância com sanções. Os exemplos mais típicos são a normas de controle da poluição atmosférica ou da água e as normas estabelecendo restrições para a utilização de áreas protegidas. Instrumentos econômicos, por sua vez, são aqueles que atuam diretamente nos custos de produção e consumo dos agentes cujas atividades estejam inseridas nos objetivos da política em questão. Os exemplos são os tributos em geral e os preços públicos, que podem ser criados, majorados ou reduzidos, assim como a criação de mecanismos de mercado para transações dentro de limites legais de utilização dos recursos naturais. Finalmente, a efetividade das políticas ambientais dependem tqambém do seu desenho institucional: qual é (são) o(s) orgão (s) competentes para sua aplicação, quem os integra, quais são as possibilidades de participação da sociedade como um todo e de interessados em especial nessas políticas. As experiências de utilização de instrumentos econômicos no Brasil são amplas, e podem ser identificadas, desde a cobrança de royalties sobre a utilização de determinados recursos naturais, como o petróleo, até a cobrança pelo uso da água, em fase de implementação das diferentes bacias hidrográficas. Incluem ainda a cobrança de percentuais sobre a exploração dos serviços de energia elétrica para financiar o desenvolvimento das fontes alternativas, o PROINFRA e, ainda, a receita ecológica do ICMS. Mais recentemente, a entrada em vigor do Protocolo de Quioto vem abrindo novas possibilidades para a criação de mercado de créditos de carbono dos quais o Brasil pode participar com

6 base no mecanismo de desenvolvimento limpo, estabelecido no protocolo. No entanto, não existe ainda uma real compreensão sobre a efetividade dos instrumentos econômicos nas políticas ambientais, nem sobre o potencial de sua utilização em políticas públicas não voltadas especificamente à preservação ambiental, mas nas quais há utilização de recursos naturais (mineração e energia elétrica, por exemplo) ou há geração de algum tipo de impacto ambiental (telecomunicações). 3. INSERÇÃO SOCIAL A problemática da efetividade das políticas ambientais e da necessidade de criarem-se instrumentos que incentivem os agentes a comportarem-se no sentido do incremento da proteção ambiental é central no estudo do direito ambiental. A discussão sobre o uso de instruimentos econômicos, por sua vez, é extremamente atual, tanto nas políticas internas (licenciamento no Estado de são Paulo, cobrança pelo uso da água) quanto em regimes internacionais em matéria ambiental (Protocolo de Quioto). Nesse sentido, o presente projeto objetiva ampliar o conhecimento e os debates na comunidade acadêmica e na sociedade civil sobre essas questões. 4. METODOLOGIA DA PESQUISA a) Identificação de políticas públicas e setores da legislação nos quais há utilização de instrumentos econômicos como casos a serem estudados pelos pesquisadores do grupo; b) Levantamento de bibliografia sobre o tema dos instrumentos econômicos na literatura jurídica e econômica; c) Levantamento de bibliografia sobre o uso de instrumentos econômicos e de controle em setores específicos da política ambiental e da legislação; d) Pesquisa e análise de direito comparado sobre o tema, contextualizando as normas estudadas no contexto das políticas ambientais em questão;; e) Análise e estudo do material. 5. RESULTADOS ESPERADOS a) Estruturação de grupo de pesquisa envolvendo alunos do mestrado e da graduação; b) Produção de artigos sobre o tema pelos pesquisadores docentes e discentes envolvidos; c) Produção de dissertações, monografias de conclusão de curso e de iniciação científica; d) Apresentação de trabalhos em congressos e seminários. 6. CRONOGRAMA Apresentação de relatórios semestrais, num prazo de 2 anos, admitida a prorrogação 7. RECURSOS MATERIAIS a) Acesso a computadores; b) Uso de databasis de pesquisa da universidade; c) Acesso a sala de reuniões; d) Recursos para compra de livros e fotocópias de artigos. 8. FINANCIAMENTO DO PROJETO Bolsas de estudo de alunos orientandos de mestrado e de iniciação científica. Recursos advindos da UNISANTOS e eventualmente de outra instituição de pesquisa. 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARNEIRO, Ricardo. Direito ambiental; uma abordagem econômica. Rio de Janeiro: Forense, 2001, p. 98/148. COASE, Ronald H. El problema del coste social. In KLINK, Federico Aguilera, ALCÁNTARA, Vincent. De la economía ambiental a la economía ecológica. Barcelona: Icaria/Fuhem, 1994, p. 65/133 FINDLEY, Roger, FARBER, Daniel R. e FREEMAN, Jody. Cases and Materials on environmental law. St. Paul: West Publishing, KAPP, K. William. El caráter de sistema Abierto de la Economia y sus Implicaciones. KLINK, Federico Aguilera e ALCANTARA, Vincent. De la economia ambiental a la econopmia ecologica. Barcelona: Icaria, p. 323/342. LAZARUS, Richard J. Pursuing environmental justice: the distributional effects of environmental protection. Northwestern University Law Review, v. 87, 1993, p. 787/857 MOTTA, Ronaldo S., OLIVEIRA, José Marcos D. e MARGULLIS, Sérgio. Proposta de tributação ambiental na atual reforma tributária brasileira. IPEA. Texto de discussão 738, MOTTA, Ronaldo Serôa. Instrumentos econômicos e política ambiental. Revista de direito ambiental, n. 20, out/dez 2000, p. MOTTA, Ronaldo, RUITENBECK, Jack e HUBER, Richard. Uso de instrumentos econômicos de gestão ambiental da América Latina e Caribe: Lições e recomendações. IPEA, Texto de discussão no. 440, 1996.

7 NAREDO, José Manuel. Sobre el origen, el uso e el contenido de del termino sustenible. NUSDEO, Fábio. Desenvolvimento e ecologia. São Paulo: Saraiva, OLIVEIRA, José Marcos D. Direito tributário e meio ambiente; proporcionalidade, tipicidade aberta, afetação da receita. Rio de janeiro: Renovar, SACHS, Ignacy. Desenvolvimento includente, sustentável. Garamond, SCAFF, Fernando F. e TUPIASSU, Lise V. C.. Tributação e políticas públicas. O ICMs ecológico. Revista de direito ambiental, v. 38, 2005, p. 99/120. SOARES, Cláudia Dias. Como agem os grupos de interesse e as comunidades epistemológicas sobre a configuração da política ambiental? Revista de direito ambiental, n. 36, 2004, p. 58/84. TORRES, Heleno. Direito tributário ambiental. São Paulo:Malheiros, 2005.

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