CADERNOS UniFOA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA

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1 CADERNOS UniFOA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA ISSN

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3 CADERNOS UniFOA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA FUNDAÇÃO OSWALDO ARANHA ANO III - Nº 08 - dezembro/2008 FOA

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5 EXPEDIENTE FOA Presidente Dauro Peixoto Aragão Vice-Presidente Jairo Conde Jogaib Diretor Administrativo - Finaceiro José Vinciprova Diretor de Relações Institucionais Iram Natividade Pinto Superintendente Executivo Eduardo Guimarães Prado Superintendência Geral José Ivo de Souza UniFOA Reitor Jessé de Hollanda Cordeiro Júnior Pró-reitora Acadêmica Cláudia Yamada Utagawa Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação Maria Auxiliadora Motta Barreto Pró-reitora de Extensão Teresa Cristina Seabra de Almeida Editora Executiva Flávia Lages de Castro Editor Científico Marcelo da Silva Genestra Comitê Editorial Agamêmnom Rocha Souza Douglas Mansur da Silva Mauro César Tavares de Souza Rosana Aparecida Ravaglia Soares Conselho Editorial Antônio Henriques de Araújo Junior Carlos Roberto Xavier Clifford Neves Pinto Edson Teixeira da Silva Junior Fabio Aguiar Alves Flávio Edmundo N. Hegenberg Ilda Cecília Moreira da Silva Renata Almeida de Souza Renato Porrozi de Almeida Revisão de textos em língua estrangeira Abigail Ribeiro Gomes Marcel Alvaro de Amorim Conselho Editorial ad hoc Claudinei dos Santos Ribeiro Doutor em Engenharia de Materiais - Escola de Engenharia de Lorena - Universidade de São Paulo - EEL/USP Diamar Costa Pinto Doutor em Biologia Parasitária - Fundação Oswaldo Cruz Denise Barçante Castro Pinto Doutora em Biologia Celular e Molecular - Fundação Oswaldo Cruz Igor José de Renó Machado Doutor em Ciências Sociais - Universidade Estadual de Campinas - Professor do Departamento de Antropologia - UFSCAR Maria José Panichi Vieira Doutora em Engenharia Metalúrgica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de janeiro Ruthberg dos Santos Doutor em Administração pela Universidade de São Paulo Capa e Editoração Daniel Ventura

6 Centro Universtitário de Volta Redonda - UniFOA Campus Três Poços Av. Paulo Erlei Alves Abrantes, nº 1325 Três Poços, Volta Redonda /RJ CEP Tel.: (24) FAX: Versão On-line da Revista FICHA CATALOGRÁFICA Bibliotecária Alice Tacão Wagner - CRB UniFOA.. Ano III, nº 8, dezembro. Volta Redonda: FOA, Periodicidade Quadrimestral ISSN Publicação Periódica. 2. Ciências Exatas - Periódicos. 3. Ciências Sociais aplicadas - Periódicos. 4,. Ciências da Saúde - Periódicos. I. Fundação Oswaldo Aranha. II. UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda. III. Título CDD 050

7 SUMÁRIO EDITORIAL CIÊNCIAS EXATAS O uso de Software Livre no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) Viviane Vieira de Miranda, Carlos Eduardo Costa Vieira e Flávio Campos Carelli CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E HUMANAS A Instituição Escolar é uma Organização que Aprende? Maricinéia Pereira Meireles da Silva, Lêda Maria Ribeiro e Silvestre Prado de Souza Neto Direito e Cidadania: os Impactos da Interdição Civil no Cotidiano de Vida dos Portadores de Transtornos Mentais Mônica Santos Barison e Joanna Mota Santos de Oliveira O Conceito de Vida Humana e as Novas Biotecnologias da Reprodução: analisando uma rede de controvérsias Júlio Cesar de Almeida Nobre, Mateus de Oliveira Vale, Eder Frossard de Andrade e Rafael Lima Ribeiro CIÊNCIAS DA SAÚDE Considerações sobre a avaliação do bem-estar fetal Júlio Aragão Pílula do Dia Seguinte: uma revisão de literatura sobre a Anticoncepção de Emergência Rozana Aparecida de Souza Limitações na Prática de Exercício Físico como Fator Desencadeante da Obesidade na População de Baixa Renda Nívea Veiga Almeida... 77

8 LIST OF CONTRIBUTIONS EDITORIAL ACCURATE SCIENCES The use of Free Software in Data Processing Federal Service Viviane Vieira de Miranda, Carlos Eduardo Costa Vieira e Flávio Campos Carelli SOCIAL SCIENCES APPLIED AND HUMAN BEINGS Is Scholar Institution an Organization which learns? Maricinéia Pereira Meireles da Silva, Lêda Maria Ribeiro e Silvestre Prado de Souza Neto Laws and Citzendship: the impacts of civil interdiction in daily routine of Mental Perturbation Carriers Mônica Santos Barison e Joanna Mota Santos de Oliveira The concept of human life and reproduction new biotechnologies: analyzing a net of controversies Júlio Cesar de Almeida Nobre, Mateus de Oliveira Vale, Eder Frossard de Andrade e Rafael Lima Ribeiro SCIENCES OF THE HEALTH Considerations about the evaluation of fetal well-being Júlio Aragão Day after Pill: a review of literature about Emergency Anti-conception Rozana Aparecida de Souza Limitations in Exertion as a Starting Factor for Obesity in Low Income Population Nívea Veiga Almeida... 77

9 9 Editorial Chegamos a oitava Revista e, por si só, este número já diz muito. Infelizmente, em nosso país, várias são as revistas científicas que, ou não chegam a um oitavo número ou quando o fazem chegam atabalhoadamente, em anos, sem respeitar a própria proposta de periodicidade assim, com método e a colaboração de muitos, comemoramos nosso feito. A ciência não abre mão do método e o fim deste é a comunicação de suas descobertas e conclusões e este é o papel fim de uma publicação científica. Logo, no sentido de buscar compreender a importância das revistas científicas em geral e da Revista podemos pensar em porque submetemos nossos artigos a revistas e, por isso, qual a base do valor desta revista que representa o Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA. Ao se publicar um artigo o cientista fecha um ciclo ou parte dele. Se houve a vontade de realizar uma pesquisa científica é natural que a comunicação de resultados seja um fim almejado. Um artigo publicado encerra sua própria definição, na medida que tornar público é desejar a leitura do outro, a crítica e o posicionamento. Então, publicar é manter acesa a chama do debate científico tão profícuo quanto necessário para o desenvolvimento científico. Por fim é um controle de qualidade. Para a publicação em uma revista científica um artigo é submetido, ou seja, passa por uma avaliação, realizada por cientistas especialistas na área a qual o artigo se enquadra, é portanto, um bom termômetro para avaliar a qualidade de seus estudos. Para todos que depositaram na Revista a confiança de ser o fim de seu ciclo de pesquisa, de ser o meio pelo qual o debate científico é continuado e, finalmente, a todos que viram na qualidade de nossos comitê e comissão editorial um bom termômetro para avaliar suas pesquisas, parabéns pela vitória do oitavo número. Boa Leitura. Flávia Lages de Castro Editora Executiva

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11 11 O uso de Software Livre no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) The use of Free Software in Data Processing Federal Service Viviane Vieira de Miranda 1 Carlos Eduardo Costa Vieira 2 Flávio Campos Carelli 3 Artigo Original Original Paper Palavras-chaves: Software Livre Governo Eletrônico E-Gov Serpro Resumo Software Livre é um termo usado para definir um software que é distribuído com seu código-fonte, dando aos usuários a liberdade de estudá-lo, examinálo, modificá-lo e/ou redistribui-lo. Este artigo apresenta o uso de Software Livre no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a empresa pública de informática do Governo Federal, mostrando um histórico da utilização desse tipo de software dentro da organização e apresentando os benefícios gerados por essa iniciativa. Abstract Key words: Free Software is a term used for qualify a software distributed with it s source code, giving freedom to users study it, examine it, modify it and/ or redistribute it. This article presents the use of Free Software in Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), it s public enterprise computing owned by Brazilian Federal Government, showing a case of use of kind of software within the organization and presenting benefits generated by this initiative. Free Software Electronic Government E-Gov Serpro 1. Introdução O uso de Softwares Livres tem crescido nos últimos anos, e se apresentado como uma alternativa ao uso de Softwares Proprietários. Mas o que significam esses termos? O que faz com que um programa de computador seja declarado livre e que características tal programa deve possuir? Quando um Software é utilizado e há dúvidas sobre a possibilidade de fornecer uma cópia dele a outras pessoas, se é permitido instalá-lo em mais de um computador, ou se há meios de obter acesso ou estudar seu código-fonte, a Licença do Software fornece os esclarecimentos. A Licença de Software é um documento semelhante a um contrato 1 Acadêmica - Sistema de Informação - UniFOA 2 Doutor - Sistema de Informação - UniFOA 3 Especialista - Sistema de Informação - UniFOA em que o fornecedor esclarece às pessoas que serão usuárias de seu programa quais as permissões, responsabilidades e proibições às quais os usuários estarão sujeitos. A Licença também é chamada muitas vezes de End User License Agreement (EULA). Um Software dito livre, segundo a Free Software Foundation (2007a), é aquele que pode ser redistribuído, modificado e estudado, garantindo ainda que essas liberdades sejam proliferadas aos programas criados a partir de um já existente (programas derivados). Segundo Hexsel (2002), um Software proprietário é aquele que possui

12 12 restrições quanto a seu uso, redistribuição ou modificação. As possibilidades de uso estão explícitas na licença e qualquer forma não prevista de utilização é vedada. Para obter acesso ao código-fonte, personalizar o programa, ou ainda instalar várias cópias é necessário solicitar a permissão do proprietário do Software, o que muitas vezes pode gerar custos adicionais. O principal embate entre essas duas modalidades de licenciamento consiste na liberdade versus restrição. O Software Livre, segundo a Free Software Foundation (2007b), tenta garantir que as pessoas possam usar livremente os Softwares com a responsabilidade de manter todas as liberdades em posteriores modificações. Já o Software proprietário tenta garantir que as pessoas não irão usar o programa em desacordo com sua licença, restringindo as possibilidades de uso com a finalidade de preservar os interesses do proprietário. Por exemplo, se for do interesse do dono do Software proprietário que seu código-fonte esteja disponível para qualquer usuário, isso estará explícito em sua licença. Segundo a Fundação Software Livre América Latina (2007a), a liberdade proporcionada pelo uso de Software Livre e de Padrões Abertos Livres é fundamental para a soberania de um estado, se este não aceita depender nem ser dominado por outro poder. Ter um único fornecedor ou adotar padrões proprietários pode fazer com que o estado tenha que se sujeitar a condições impostas pelos desenvolvedores de Software. Interessado nos benefícios que o Software Livre pode trazer, o Governo Federal lançou uma série de diretrizes, oficializando a opção preferencial pelo Software Livre e promovendo a adoção de padrões abertos para o Governo Eletrônico (e-gov). Segundo Chahin et al. (2004), o termo e-gov abrange mais que a informatização do governo, significando a melhoria no atendimento à sociedade através das tecnologias de informação e telecomunicações, promovendo a transparência da gestão, a participação da sociedade e a democratização do acesso a meios eletrônicos. É intenção do governo brasileiro a eliminação das mudanças obrigatórias que os fabricantes de Softwares proprietários podem impor periodicamente, devido ao término do suporte a versões ou soluções. A medida visa também a independência tecnológica, a independência de fornecedor único, o desenvolvimento de conhecimento local e a possibilidade de auditabilidade dos sistemas, já que o Software Livre oferece o recurso de acesso aos códigos-fonte. Com a adoção de Software Livre pelo Governo, a vantagem que mais chama à atenção seria a redução de gastos com aquisição de licenças, o que não minimiza a importância dos itens anteriores. É importante também ressaltar que ao invés de enviar recursos públicos para o exterior em muitos casos, os investimentos em Tecnologia da Informação (TI) seriam mantidos no país, fomentando o desenvolvimento tecnológico, científico e informativo dos servidores públicos (com investimentos em treinamentos), fornecedores (com a livre concorrência pelo serviço de suporte técnico) e cidadãos. O uso de Software Livre ganhou espaço nas empresas e nos órgãos públicos a partir da consolidação das Diretrizes da Implementação de Software Livre no Governo Federal (Anexo A). O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) tem adotado como premissa para seus projetos o uso desse tipo de Software. O Serpro é a empresa pública que atende ao Governo Federal em serviços de TI e se mostrou pioneiro na internalização das diretrizes para o uso de Software Livre. Para viabilizar seu uso interno, o Serpro conta com um Centro de Especialização Unix/ Linux (CEUL) que realiza estudos antes da implantação da solução livre. Setores interessados em novas soluções em Software Livre podem solicitar à Gestão de Projetos o encaminhamento ao CEUL de um estudo da viabilidade do uso em questão. O objetivo deste artigo é divulgar a iniciativa do Serpro e compilar o histórico da adoção do Software Livre, bem como mostrar o esforço empreendido, os desafios e os benefícios gerados. Este artigo está organizado como se segue: a Seção 2 abordará o conceito de Software Livre; a Seção 3 descreverá sucintamente a empresa Serpro; a Seção 4 conterá um breve histórico dos Softwares Livres usados no Serpro; a Seção 5 descreverá os benefícios alcançados do uso de Software Livre no Serpro. Por último, a Seção 6 descreverá as considerações finais e as propostas de trabalhos futuros.

13 2. Software Livre Software Livre é normalmente associado à idéia de Software gratuito, mas sua definição não é tão simples. A Fundação Livre América Latina (2007b) define Software Livre como aquele que respeita as quatro liberdades fundamentais : executar o Software para qualquer fim; ver seu código fonte; redistribuir cópias; aperfeiçoar o Software e distribuí-lo com as modificações. Segundo Silveira (2003), Richard Stallman criou a Free Software Foundation em Ele era integrante do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e indignou-se com a proibição de acesso ao código fonte de um Software. Iniciou-se, então, o movimento Software Livre e todos os participantes poderiam ter acesso tanto aos programas desenvolvidos quanto aos códigos em que foram escritos. Havia a idéia de criar um sistema operacional livre, pois os usuários e programadores ainda estavam presos ao uso do sistema Unix. Mas esse sistema era proprietário, ou seja, pertencia a uma empresa e seu código fonte não estava disponível. Assim, o esforço de programação da comunidade que se formava era reunido em torno do sistema livre chamado Gnu Is Not Unix (GNU). Esse nome foi dado porque o GNU acompanha a lógica do sistema Unix. Mas esse sistema estava incompleto. Faltava o kernel, o núcleo do sistema operacional, que tem a função de interagir com o hardware, alocando os recursos computacionais para o Software. Em 1992, Linus Torvalds conseguiu compilar todos os programas e ferramentas do GNU em um kernel feito por ele mesmo, batizado como Linux. Isso viabilizou o funcionamento de um sistema operacional completo, que uniu o núcleo do sistema criado por Torvalds e os programas do GNU. Segundo Silveira (2003, p. 37), o GNU/Linux está baseado nos esforços de mais de 400 mil desenvolvedores espalhados pelos 5 continentes e por mais de 90 países. Foi com a intenção de evitar que o desenvolvimento de Software gerado a partir do conhecimento de vários programadores e colaboradores fosse indevidamente apropriado por oportunistas, que a Free Software Foundation criou a GNU General Public Licence (GNU-GPL). Essa licença tem a finalidade de contrapor-se à idéia de copyright, lançando mão do termo copyleft. Segundo GNU.ORG (2007), copyright refere-se às restrições que desenvolvedores de Software proprietário usam para retirar a liberdade dos usuários; já o copyleft refere-se a um mecanismo para garantir a liberdade dos usuários. Assim, o termo livre não está relacionado a preço, mas às referidas liberdades. Os desenvolvedores de Software Livre podem prestar vários serviços pagos, como suporte, personalizações, entre outros, e não cobrar pelo simples fato de ter um código produzido executando em uma ou várias máquinas de seus clientes. 3. Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) O Serpro é uma empresa pública de TI a serviço do Governo Federal do Brasil. Foi criado pela Lei nº 4.516, de 1º de dezembro de 1964, vinculado ao Ministério da Fazenda, desenvolve programas e serviços visando ao controle e transparência sobre a receita e os gastos públicos. Com 43 anos de existência, tem se afirmado no cenário de TI pública, aprimorando tecnologias adotadas por diversos órgãos federais, estaduais e municipais (SERPRO, 2007a). Com uma sede central em Brasília e dez regionais (Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), além de escritórios distribuídos pelo território nacional, o Serpro tem empregados voltados para melhoria contínua dos níveis dos serviços prestados às instituições públicas. A atuação no segmento das finanças públicas e do atendimento ao Ministério da Fazenda corresponde a 85,2% do volume de negócios da empresa. Atua também no segmento das ações estruturadoras e integradoras da Administração Pública Federal, contemplando o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e outros órgãos governamentais que demandem serviços característicos do Serpro. São exemplos de soluções promovidas pelo Serpro: declaração do imposto de renda via Internet, sistemas informatizados que gerenciam o orçamento da União, redes que 13

14 14 permitem integrar balancetes contábeis ao Fundo de Participação de Estados e Municípios, serviços computadorizados que informam quanto o Brasil exporta e importa, entre outros. Com sua base operacional espalhada pelo país, o Serpro presta serviços em rede num volume de ordem superior a um bilhão de transações on-line anuais, com sistemas popularizados por siglas ou expressões como: Siscomex, Rais, Renavam, Siafi, Siapenet, IRPF, Receitanet, Rede Governo e outros já inseridos nas esferas econômicas e sociais da vida do Governo, das empresas e dos cidadãos brasileiros. Além disso, o Serpro é credenciado como Autoridade Certificadora (AC) e Autoridade de Registro (AR) da Infra- Estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Isso significa que a empresa está habilitada a representar uma entidade responsável pela emissão, gerenciamento, renovação e revogação de certificação digital e apta a prover serviços de certificação digital para seus atuais clientes. 4. Histórico do Uso de Software Livre no Serpro A conclusão desse estudo apontou que o uso de GNU/Linux era viável no ambiente Web, inicialmente. Logo depois, o CEUL passou a utilizar o SQUID, servidor proxy e acelerador de páginas da Internet, na Rede Corporativa do Ministério da Fazenda de Pernambuco e na Rede do próprio Serpro. Foram realizadas pesquisas de satisfação dos usuários e medições cronometradas do acesso às páginas e downloads de arquivos. As pesquisas indicaram um alto índice de aprovação nos itens performance, estabilidade, segurança e economia. Com base nesses resultados, o CEUL recomendou a utilização do SQUID no ambiente do Serpro e dos seus clientes (SANTOS; ALMEIDA; OLIVEIRA, 2001). Foram quatro anos de pesquisa até que se pudesse aplicar o Linux em situação real. Os testes envolveram experiências com sucesso em ambientes de servidores, abrangendo ferramentas como correio eletrônico Notes, banco de dados Oracle, servidor web Apache e funcionalidades de proxy e cache. Um exemplo é a migração da ferramenta servidor e clientes de Notes para a solução livre Correio Carteiro, que até dezembro de 2006, apresentava os seguintes números, como mostra a Tabela 1. Na estrutura funcional do Serpro há vários Centros de Especialização que estudam os ramos de conhecimento de TI. Além do Centro de Especialização Unix/Linux (CEUL), a empresa mantém Centros de Especialização em Plataforma Novell, em Plataforma Microsoft, em Segurança, em Gerenciamento de Rede, em Correios Eletrônicos, entre outros. O processo de implantação de Softwares Livres começou com o uso de produtos GNU/Linux juntamente com o ambiente Windows, de forma a evitar a descontinuidade dos trabalhos ou impactos negativos para os usuários, clientes e seus sistemas. A pretensão é que todas as áreas usem uma única opção de sistema operacional: o GNU/Linux (TEMA, 2002). 4.1 Servidores O Serpro começou a considerar o uso de Softwares Livres a partir de um estudo de viabilidade iniciado em maio de 1999 e realizado pelo CEUL, localizado em Recife. Regional Carteiro Notes Belém Belo Horizonte Brasília Curitiba Fortaleza Porto Alegre Recife Rio de Janeiro Salvador São Paulo Sede Total Geral Fonte: Serpro (2006a) Tabela 1: Andamento da Migração Notes/Carteiro por Regional. 4.2 Estações No caso das estações de trabalho dos funcionários do Serpro, a migração foi feita gradualmente, com acompanhamento das áreas de suporte e com treinamentos. À medida que o usuário se familiariza com as

15 ferramentas livres e vai ganhando autonomia, a migração evolui. Primeiramente, foi instalado nas estações Windows, o OpenOffice em substituição ao MSOffice e o Mozilla Firefox em substituição ao Internet Explorer. Usar o OpenOffice possibilitou a migração dos formatos de arquivos para OpenDocument, um padrão aberto de documentos de texto, planilhas e apresentações. O BrOffice possibilita a visualização e edição de documentos feitos no MSOffice, mas preferencialmente, esses documentos são convertidos para formatos abertos. Atualmente, o Serpro utiliza o BrOffice, versão brasileira do OpenOffice. Em seguida, o CEUL aprovou a utilização da distribuição Fedora Core como sistema operacional GNU/Linux. As estações receberam então mais um sistema e passaram a operar em dual boot, possibilitando o uso de Windows e GNU/Linux na mesma estação. Na Figura 1, é mostrada a situação da migração das estações no ano de Foi incentivado o uso do Fedora Core com o Software Wine Is Not Emulator (Wine), que tem a finalidade de rodar o Windows em plataformas GNU/ Linux (TEMA, 2002). O Wine possui algumas bibliotecas que simulam o kernel do Windows e permitem a execução de arquivos de extensão.exe e DLL. Para utilizá-lo, não é necessário possuir o Windows instalado na estação, embora o Wine seja capaz de rodar os programas feitos especificamente para este sistema operacional. Fonte: Serpro (2006b) Figura 1: Estações Migradas para Linux até Dezembro de Os Softwares Livres utilizados em estações de trabalho do Serpro são: Sistema Operacional: Fedora Core 6; Gerenciador de Janelas: KDE 3.5; Browser: Firefox 2; Leitor de Thunderbird; Escritório: OpenOffice 2; Anti-vírus: Clamav; Compactador: Ark; Editor Gráfico: Gimp 2.2; Multimídia: Kaffeine; Editor de Imagens: Gwenview; Gerenciador de pacotes: Yum e Pup; Editor de HTML: Nvu; Gravador de CD/DVD: K3b; Gerenciador de Arquivos: Konqueror; Suporte remoto: Ssh e Krfb/Krdc; Gerenciador de Login: GDM; Mensagem instantânea: Jabber Psi. 4.3 Rede O Serpro desenvolveu uma solução de Rede Local em Software Livre, que conta com Serviços de Diretório e Autenticação de Usuários. Os sistemas operacionais homologados para uso na Rede são: Red Hat Enterprise Linux, Fedora Core, SuSE Linux Enterprise Server, OpenSuSE e Debian ( ARRUDA; TAMASHIRO; MELO, 2007). Foi implementado o serviço de Arquivamento Remoto através do Software Samba, que garante aos usuários a cópia de segurança de seus arquivos de rede. Há ainda o controle de cotas de espaço em disco por usuário, controlado pelo Serviço de Diretório. A Rede conta também com um serviço de impressão corporativa, gerenciado pelo Common Unix Printing System (CUPS), que distribui, dinamicamente, para todos os usuários de GNU/Linux, as impressoras disponibilizadas, sem a necessidade de uma ação do usuário ou administrador. O mesmo processo é feito no momento da retirada de um dispositivo de impressão. Entre outras funcionalidades oferecidas pela Rede Livre estão: Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP); File Transfer Protocol (FTP); Domain Name Service (DNS) descentralizado; Cache Web, utilizando o serviço de Proxy e Cache de páginas Web (SQUID/SARG); Network Time Protocol (NTP); Backup Centralizado (Bácula), que através de um único servidor torna possível o backup dos demais servidores de rede, independente do sistema operacional; Mensagem Instantânea com Jabber no 15

16 16 lado servidor e Psi (Ψ) no lado cliente; Propagação de Mensagens com Babassu, uma ferramenta desenvolvida pelo Serpro para comunicação unidirecional, o que facilita a emissão de avisos da Comunicação Empresarial às estações de trabalho. Para facilitar a aplicação de correções e atualização nas estações de trabalho e servidores GNU/Linux, o Software SAGUI foi desenvolvido pelo Serpro. As correções são administradas e aplicadas a partir de um servidor central que controla todas as correções aplicadas nas estações e servidores. A aplicação das correções é acompanhada por um painel que indica o sucesso ou erro na execução. Há ainda uma ferramenta para acesso remoto, a Estação Móvel de Acesso (EMA), que permite aos usuários de estação GNU/ Linux que necessitam deslocar-se entre as Regionais do Serpro usar sua estação de forma remota, rápida e segura. E para segurança de rede, o Serpro tem implementado em suas redes locais os serviços de Intrusion Detection System (IDS) Snort, firewall de Intranet Iptables, ferramenta anti-spam SpamAssassin, além de ferramentas para análise forense e análise de vulnerabilidade. Na Figura 2, é mostrada a abrangência da Rede Serpro, as linhas de comunicação e suas respectivas velocidades. ZOPE é um ambiente de publicação na Web totalmente orientado a objetos. Possui um banco de dados orientado a objetos (o ZODB) que é o repositório dos objetos da aplicação. Todos os componentes do portal que são armazenados neste banco de dados viram objetos (SILVA; ROMAGNOLI, 2006). O ZOPE permite a integração com a maioria do banco de dados do mercado, livres ou proprietários. Além disso, o ZOPE é um servidor de aplicações e um servidor Web que pode ser integrado com o Apache ou o Internet Information Service (IIS) da Microsoft. Existe o Content Management Framework (CMF), um framework de gerência de conteúdos que tem o objetivo de facilitar a criação de sites dinâmicos de gestão de conteúdo. O Plone é uma aplicação do ZOPE que funciona como um portal que já vem com funcionalidades pré-definidas, e que possibilita inúmeras formas de customização. O Plone já vem totalmente integrado com o ZOPE, o que significa herdar todos os mecanismos que o ZOPE oferece, como autenticação, segurança, controle de versão e de transações, além de um sistema de gerenciamento de conteúdo. Tendo sido ZOPE e Plone escritos em Python, uma linguagem de alto nível, multiplataforma e livre, é importante mencionálo nesse contexto. O Python é a linguagem de scripts utilizada pelo ZOPE para construção de suas aplicações, e assim, as ferramentas ZOPE, Plone e Python têm total integração, facilitando o trabalho dos desenvolvedores de portais. Fonte: Serpro (2007b) Figura 2: Rede Multisserviços Serpro. 4.4 Desenvolvimento de Software O Serpro criou uma fábrica virtual para desenvolver portais para o governo federal em Software livre. A ferramenta Z Object Publishing Environment (ZOPE), escolhida para o projeto, representou uma economia de 10 milhões de reais para a empresa em custos com a aquisição de Softwares proprietários. 4.5 Projetos Sociais O Serpro apóia telecentros de acesso a Internet com doação de computadores nos quais o sistema operacional Fedora Core foi personalizado no próprio Serpro, atendendo às necessidades especiais dos telecentros. A distribuição conta com uma versão de servidor, que gerencia as estações a ela ligadas, distribui o link de Internet, oferecendo ainda um serviço de bloqueio de páginas, para que os organizadores do telecentro possam configurar o tipo de acesso que os usuários terão. Há também a versão cliente da distribuição que oferece aplicativos educacionais, navegador de Internet e editores de texto, planilha e apresentação.

17 Foi desenvolvido também o Projeto Leitura Eletrônica (Letra) que é um Software que transforma em áudio uma matriz qualquer de texto. O sistema lê os fonemas escritos e converte tudo em som, gravando os arquivos em formato de áudio para serem ouvidos em qualquer tocador de CD. Ele não foi concebido para ser operado diretamente por um portador de deficiência visual. Os arquivos sonoros gerados pelo Letra é que serão utilizados por este público. Desta forma, pode-se atingir uma grande quantidade de deficientes visuais que não têm acesso a recursos computacionais. Apenas instituições de apoio a deficientes visual podem ter acesso ao programa, e para isso, é necessário entrar em contato com o Serpro. O Letra foi desenvolvido usando as linguagens de programação C e Java. A interface com o usuário foi construída com Java e o sistema de síntese de voz foi escrito em C pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). O ambiente de desenvolvimento utilizado foi a ferramenta Eclipse e foi usado o Concurrent Versions System (CVS) como controle de versão do projeto (AGOSTINHO, 2005). 5. Benefícios do Uso de Software Livre Várias iniciativas de governos no Brasil e no mundo propõem que o processo de aquisição de soluções de TI pela administração pública deve dar preferência às soluções livres em vez das proprietárias quando existam produtos equivalentes. O lucro da empresa pública é a economia de dinheiro dos contribuintes, diferente da iniciativa privada (PINHEIRO, 2002). Por isso, é importante verificar alguns dos benefícios do uso de Software Livre no Serpro. 5.1 Economia Durante a reunião do Comitê Técnico de Implementação do Software Livre (CISL) do Governo Federal, ocorrida em julho de 2006, o Serpro apresentou os aspectos econômicos da sua migração para Software Livre. Os números são bastante significativos: em 2004, o Serpro economizou R$ 10,5 milhões e em 2005, R$ 19 milhões (SERPRO, 2006c). A economia é substancial porque as políticas anteriormente praticadas consistiam em pagar pela licença pela aquisição e pela sua atualização, conhecida como upgrade. Agora, a opção é a redução dos custos com licença a partir da adoção do Software Livre. No setor de Software, no período 1993/2002, as remessas para o exterior na conta de direitos autorais superam os US$ 5,7 bilhões. Os números apresentaram uma evolução de US$ 72 milhões em 1993 para a média de US$ 1 bilhão entre 1998 e Em contrapartida, nos últimos dois anos, as receitas provenientes do exterior por direitos autorais nessa área alcançaram o valor anual de apenas US$ 100 milhões (TEMA, 2003). Em resposta a uma reportagem da Revista Veja de 17/05/2006, intitulada O grátis saiu mais caro, Serpro, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e Comitê Executivo de Governo Eletrônico esclarecem que, somente no Serpro, foi obtida redução de custos de R$ 14,8 milhões ao implantar Software Livre, e que essa iniciativa exigiu investimentos de apenas R$ 396 mil em serviços e treinamentos (SERPRO, 2006d). Com a transição para Software Livre, a economia tende a ser gradual no Governo depois que os órgãos públicos passarem a adotar Softwares Livres. De uma certa forma, a iniciativa do Serpro pode acelerar o processo decisório quanto ao Linux especificamente, uma vez que a segurança da aplicação estaria comprovada na prática, além do fato de a empresa estar apta a dar suporte a outros órgãos ou empresas públicas que necessitem. 5.2 Treinamento O Serpro oferece um ambiente virtual para treinamento de seus funcionários, chamado Ensino a Distância (EAD). Também são oferecidos treinamentos presenciais, mediante a necessidade e aprovação. No processo de migração para ferramentas livres, o Ensino a Distância teve importância fundamental, pois foi o ambiente que ofereceu alcance nacional e agilidade no fornecimento dos cursos. Em 2007, até o mês de setembro, foram realizados no Serpro 616 treinamentos presenciais e 732 a distância em Software Livre (SERPRO, 2007c). As pessoas são envolvidas não somente para receber os treinamentos, mas também para ministrá-los, como tutores 17

18 18 EAD, após uma capacitação específica para a tutoria à distância. 5.3 Adaptabilidade Possuir o código-fonte aberto e suscetível à alteração pelo usuário significa poder adaptar o GNU/Linux às necessidades da empresa (TEMA, 2002). Significa usá-lo para a plataforma de grande porte, servidores, estações de trabalho e quaisquer outros equipamentos de produção, na indústria, ou de auto-atendimento bancário. Para o Serpro, a liberdade de poder definir o ciclo de atualização tecnológica conveniente e adequada é outra vantagem importante. O processo que vigorava até então era parecido com um processo de obsolescência forçada, em que os detentores da tecnologia, nacionais ou estrangeiros, determinam a vida útil e o valor do produto independente da opinião do usuário quanto a sua utilidade real. Mais uma vez, a questão do Software Livre amplia seu significado, abrangendo a liberdade dos usuários, que devem ter o direito de tomar decisões quanto ao ciclo de vida e todas as outras questões relativas aos produtos que usufrui. 6. Considerações Finais e Trabalhos Futuros A proposta deste artigo é trazer ao meio acadêmico as iniciativas em Software Livre realizadas pelo Serpro, com a finalidade de fomentar o uso de tais ferramentas, além de esclarecer que as motivações para esta iniciativa não se restringem a questões filosóficas ou não-técnicas. Na ótica do Governo do Brasil e de outros países, a opção pelo Software Livre é uma estratégia para o desenvolvimento tecnológico e a autonomia frente a possíveis restrições de fornecedores de Software proprietário. Essa opção se viabiliza à medida que são feitos estudos sobre o produto a ser utilizado, testes exaustivos e, principalmente, de acordo com as necessidades e exigências dos clientes. Com a evolução da adoção do Software Livre, o Serpro busca a satisfação de seus clientes. Entre as empresas privadas vê-se um avanço em busca de efetividade, em fazer mais com menos recursos. Para as empresas públicas, esse também é um desafio constante, e por isso o uso de Softwares Livres é uma alternativa que propicia economia e a aplicação dos recursos em desenvolvimento humano e tecnológico dentro do país. Não se pretende afirmar que Softwares proprietários não serão mais utilizados pelo Serpro, ou que estes são inferiores tecnicamente aos livres por sua modalidade de negócio. No Serpro, as escolhas de mudanças foram feitas tendo em vista o atendimento às necessidades que eram supridas pelos programas proprietários. Algumas vezes, a migração para Software livre proporcionou funcionalidades que antes não eram possíveis. Trabalhos futuros poderiam buscar quantificar os serviços e produtos em outras instituições públicas, já que o foco deste artigo se restringiu ao Serpro e sua adoção ao Software Livre. 7. Referências AGOSTINHO, M. C. et. al. LETRA: Leitura Eletrônica para Deficientes Visuais. In: CONGRESSO SERPRO DE TECNOLOGIA E GESTÃO APLICADAS A SERVIÇOS PÚBLICOS (CONSERPRO). Anais... Rio de Janeiro, ARRUDA, P. R. S.; TAMASHIRO, J. A. M.; MELO, M. M. Implantação de Rede Local em Software Livre Disponível em: <http://www.serpro.gov.br/imprensa/ publicacoes/tematec/2007/ttec90>. Acesso em: 3 set CHAHIN, A. et. al. E-Gov.Br: A Próxima Revolução Brasileira. São Paulo: Prentice Hall, FREE SOFTWARE FOUNDATION. The Free Software Definition. 2007a. Disponível em: <http://www.fsf.org/licensing/essays/freesw.html>. Acesso em: 26 set FREE SOFTWARE FOUNDATION. GNU General Public License. 2007b. Disponível em: <http://www.fsf.org/licensing/licenses/ gpl.html>. Acesso em: 24 set FUNDAÇÃO SOFTWARE LIVRE AMÉRICA LATINA. Soberania requer

19 Liberdade. In: GNUvidades da FSFLA. Boletim # a. Disponível em: <http:// Acesso em: 24 set FUNDAÇÃO SOFTWARE LIVRE AMÉRICA LATINA. O que é Software Livre? 2007b. Disponível em: <http://www.fsfla.org/svnwiki/ about/what-is-free-software.pt.html>. Acesso em: 24 set GNU.ORG. What is Copyleft? Disponível em: <http://www.gnu.org/copyleft/ copyleft.html>. Acesso em: 26 set HEXSEL, R. A. Propostas de Ações de Governo para Incentivar o Uso de Software Livre. Relatório Técnico do Departamento de Informática da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Disponível em: <http://www. inf.ufpr.br/info/techrep/rt_dinf004_2002. pdf>. Acesso em: 03 set quem>. Acesso em: 24 set SERPRO. Relatório de Transição do Correio Notes para o Correio Carteiro. Ambiente Intranet Serpro, 2006a. SERPRO. Relatório de Treinamentos Realizados em Ambiente Intranet Serpro, 2007c. SILVA, E. M.; ROMAGNOLI, G. S. Adoção de Portais Livres no SERPRO: Uma Iniciativa de Sucesso. In: CONGRESSO SERPRO DE TECNOLOGIA E GESTÃO APLICADAS A SERVIÇOS PÚBLICOS (CONSERPRO). Anais... Salvador, SILVEIRA, S. A. da. Inclusão Digital, Software Livre e Globalização Contra-Hegemônica. In: SILVEIRA, S. A. da ; CASSINO, J. (Org.), Software Livre e Inclusão Digital. São Paulo: Conrad, PINHEIRO, A. Informação Pública Livre Disponível em: <http://www1.serpro. gov.br/publicacoes/tema/165/materia11.htm>. Acesso em: 3 set SANTOS, J. A. dos; ALMEIDA, G. A. de; OLIVEIRA, S. R. B. de. O Serpro e o Software Livre Disponível em: <http:// www1.serpro.gov.br/publicacoes/tema/156/ T151_10.htm>. Acesso em: 3 set SERPRO. Apresentação Institucional Serpro. Ambiente Intranet Serpro, 2007b. SERPRO. Autonomia Tecnológica e Economia com o Uso do Software Livre. 2006c. Disponível em: <http://www. serpro.gov.br/noticias-antigas/noticias- 2006/ _01>. Acesso em: 3 set SERPRO. O Serpro contesta matéria da Veja. 2006d. Disponível em: <http://www. serpro.gov.br/noticias-antigas/noticias- 2006/ _05>. Acesso em: 3 set SERPRO. Painel de Indicadores Estratégicos de Resultados. Ambiente Intranet Serpro, 2006b. SERPRO. Quem somos. 2007a. Disponível em: <http://www.serpro.gov.br/instituicao/ SOFTWARELIVRE.GOV. Diretrizes da Implementação do Software Livre no Governo Federal Disponível em: <https://gestao.softwarelivre.gov.br/ documentos-oficiais/diretrizesplanejamento/ >. Acesso em: 03 set TEMA. Congresso: Portas Abertas para o Software Livre Disponível em: <http:// www1.serpro.gov.br/publicacoes/tema/169/ materia05.htm>. Acesso em: 03 set TEMA. O Pingüim Sai da Geladeira Disponível em: <http://www1.serpro.gov. br/publicacoes/tema/163/materia11.htm>. Acesso em: 3 set Anexo A Diretrizes da Implementação do Software Livre no Governo Federal (SOFTWARELIVRE.GOV, 2003) 1) Priorizar soluções, programas e serviços baseados em Software Livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em TI. 2) Priorizar a plataforma Web no desenvolvimento de sistemas e interfaces de usuários.

20 20 3) Adotar padrões abertos no desenvolvimento de TI e comunicação e o desenvolvimento multiplataforma de serviços e aplicativos. 4) Popularizar o uso do Software Livre. 5) Ampliar a malha de serviços prestados ao cidadão através de Software Livre. 6) Garantir ao cidadão o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigá-lo a usar plataformas específicas. 7) Utilizar o Software Livre como base dos programas de inclusão digital. 8) Garantir a auditabilidade plena e a segurança dos sistemas, respeitando-se a legislação de sigilo e segurança. 9) Buscar a interoperabilidade com os sistemas legados. 10) Restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária. 11) Realizar a migração gradativa dos sistemas proprietários. 12) Priorizar a aquisição de hardware compatível às plataformas livres. 13) Garantir a livre distribuição dos sistemas em Software Livre de forma colaborativa e voluntária. 14) Fortalecer e compartilhar as ações existentes de Software Livre dentro e fora do governo. 15) Incentivar e fomentar o mercado nacional a adotar novos modelos de negócios em TI e comunicação baseados em Software Livre. 16) Promover as condições para a mudança da cultura organizacional para adoção do Software Livre. 17) Promover capacitação/formação de servidores públicos para utilização de Software Livre. 18) Formular uma política nacional para o Software Livre. Endereço para Correspondência: Prof. Flávio Campos Carelli Curso de Sistema de Informação Centro Universitário de Volta Redonda Campus Três Poços Av. Paulo Erlei Alves Abrantes, nº 1325, Três Poços - Volta Redonda / RJ CEP: Informações bibliográficas: Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma: MIRANDA, V. V.; VIEIRA, C. E. C.; CARELLI, F. C.. O uso de Software Livre no Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).. Volta Redonda, ano III, n. 8, dezembro Disponível em: <http://www.unifoa.edu.br/pesquisa/caderno/edição/08/11.pdf>

21 21 A Instituição Escolar é uma Organização que Aprende? Is Scholar Institution an Organization which learns? Maricinéia Pereira Meireles da Silva 1 Lêda Maria Ribeiro 2 Silvestre Prado de Souza Neto 3 Artigo Original Original Paper Palavras-chaves: Aprendizagem Organizacional A Quinta Disciplina Estilos de Sprendizagem Cultura Organizacional Instituição Escolar Abstract Resumo O presente artigo analisou os meios de aprendizagem na cultura organizacional de instituições educacionais, buscando respostas para a questão: a instituição escolar, que é responsável pelo desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem do estudante, oferece um ambiente de trabalho baseado no conceito de uma organização que aprende? A análise foi efetuada por meio de estudos realizados a partir de um questionário estruturado, cujas questões foram fundamentadas por estudos de Senge (1990), Gardner (1994) e Kolb(1997), os quais defendem a idéia da importância de se levar em consideração os estilos de aprendizagem dos indivíduos no processo de aprendizagem contínuo. O questionário foi, inicialmente, aplicado em duas escolas da rede privada de ensino fundamental na cidade de Volta Redonda, estado do Rio de Janeiro. Ao se analisar os resultados obtidos, nas instituições entrevistadas, notou-se o esforço que há para enquadrarem-se no modelo de uma organização que aprende, embora essa construção ainda esteja distante da prática escolar como um todo. Key words: The present paper analyzed the ways of learning in the organizacional culture of educational institutions, searching answers for the question: the pertaining to school institution, that is responsible for the development of the process teach-learning of the student, offers an environment of work based on the concept of an organization that learns? The analysis was effected by means of studies carried through from a structuralized questionnaire, whose questions had been based by studies of Senge (1990), Gardner (1994) and Kolb (1997), which defends the idea of the importance of taking in consideration the styles of learning of the individuals in the continuous process of learning. The questionnaire was, initially, applied in two schools of the private net of basic education in Volta Rdonda, Rio De Janeiro. To beeing analyzing the gotten results, in the interviewed institutions, was noticed the efforts of to fit in the model of an organization that learns, even so this construction still is distant of the practical pertaining to school as a whole. 1. Introdução O conceito de aprendizagem como mudança relativamente permanente no comportamento humano e a certeza de que esse fato é resultado de um processo que 1 Mestra - Curso de Letras - UniFOA 2 Graduada em Matemática com Pós-Graduação em Psicopedagogia 3 Doutor - Administração - UFRRJ Learning Organizations The Fith Discipline Leaning Styles Organization Culture School Institution pode ser estimulado, levaram muitos autores a refletirem sobre o papel da aprendizagem organizacional em tempos de mudanças econômicas, políticas e sociais.

22 22 Assim, o objetivo do presente artigo é analisar os meios de aprendizagem na cultura organizacional de instituições 1 educacionais, responsáveis pelo desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, no sentido de verificar se estas conseguem manter um ambiente de trabalho baseado no conceito de uma organização que aprende, segundo os pressupostos teóricos de estudiosos do assunto como apresenta Senge (1990), Gardner (1994) Kolb(1997), entre outros. A partir de pesquisas relevantes, efetuadas por autores renomados, sobre os processos de aprendizagem e a forma como as organizações podem favorecer o desenvolvimento desses nas pessoas, realizou-se aqui um estudo que busca traduzir a necessidade de encontrar uma forma eficiente e eficaz para compreender que uma organização não possui uma aprendizagem fragmentada, como se pensava inicialmente, mas contínua e levando-se em conta a experiência individual de cada pessoa. Assim sendo, espera-se que esse artigo possa contribuir para a ampliação e aprofundamento do debate, no sentido de analisar como ou se as instituições educacionais, que acompanham de perto a evolução dos conceitos de aprendizagem e ensino, organizam sua própria estrutura de gestão. 2. Referencial Teórico Inicialmente, os autores supõem que todos os indivíduos possuem estilos de aprendizagem próprios, usados para se adquirir conhecimento e tomam isso como um postulado. O principal autor dessa teoria é Howard Gardner (1994 e 2000) que identificou nove estilos que descrevem as diferentes inteligências múltiplas: Físico (indivíduo que usa muito a expressão corporal); Intrapessoal (indivíduo introspectivo); Interpessoal (indivíduo extrovertido); Lingüístico (aqueles que se expressam melhor com palavras); Matemático (os que usam mais o pensamento ou raciocínio lógico); Musical (se interessam mais por sons e música); Espacial/Visual (exploram mais o aspecto visual das coisas); Espiritual/ existencial(indivíduos que se interessam pelas questões transcendentais; Naturalista (indivíduos mais ligados ao meio-ambiente). Essa abordagem faz com que se questione o como as pessoas aprendem e se comportam durante o aprendizado, considerando-se que: [...] a adoção de uma perspectiva como a teoria das I.M. pode permitir uma análise mais diferenciada e precisa de como várias metas educacionais poderiam ser vistas e seguidas. [...] a maioria das análises psicológicas contemporâneas supõe um indivíduo ávido para aprender; porém, de fato, fatores como motivação adequada, um estudo afetivo condutor da aprendizagem, um conjunto de valores que favoreça um tipo específico de aprendizagem e um contexto cultural apoiador são fatores indispensáveis (embora não raro enganadores) no processo educacional. (GARDNER,1994: ) Segundo Souza Neto (2005), pagamos um alto preço por não sistematizar nosso aprendizado e sim fragmentá-lo. Mas o autor reconhece que as organizações estão descobrindo o valor desse aprendizado dentro de sua dinâmica: O método científico clássico busca a análise dos problemas com sua divisão em tantas partes quanto for possível obter, sugerindo que o conhecimento de cada uma das partes seja suficiente para entender o mecanismo como um todo. Este é o modelo de educação que vivemos, aprendendo disciplinas isoladamente e que raramente se relacionam. Ao mesmo tempo, aumenta a velocidade das mudanças, o mundo se torna interligado e os negócios complexos e dinâmicos. O trabalho está mais relacionado ao aprendizado e as organizações estão descobrindo a importância de despertar o empenho e capacidade de aprender em todas as pessoas, e em todos os níveis funcionais (SOUZA NETO, 2005:61). Dutra (2002) afirmou que a aprendizagem organizacional é um dos pilares da visão do desenvolvimento humano e, com base nessa perspectiva, ele analisou o processo pelo qual a pessoa agrega valor para a organização e esta para a pessoa. Essas classificações iniciais contribuíram para o avanço na forma como se enxergava a competência do indivíduo. Robbins (2004:27), na busca de uma definição mais ampla para aprendizado, conclui que aprendizagem seria qualquer mudança relativamente permanente no comportamento 1 Como existem divergências no meio dos profissionais da administração em aceitar a escola como empresa, utiliza-se, o verbete instituição.

23 resultante de uma experiência. Nessa busca do como se aprende, o autor aborda a questão sob o aspecto de duas teorias: uma é a da formação e a outra é a da modelagem: Quando a aprendizagem ocorre em etapas graduais, temos a formação. Os administradores moldam o comportamento dos funcionários mediante esforço sistemático de cada etapa que os conduz para mais perto da resposta desejada. Muito de nossa aprendizagem se dá dessa maneira. Quando falamos em aprender com erros estamos falando de formação. [...] Ao lado da formação, o aprendizado é resultado da observação de outras pessoas e da modelagem do nosso comportamento em função disso. O processo de acerto e erro é lento, mas a modelagem pode produzir rapidamente mudanças complexas de comportamento. ROBBINS (2004:28). De acordo com Kolb (1997), a aprendizagem organizacional está inteiramente ligada a um ciclo vivencial por uma interação entre ação e reflexão, portanto esse processo acontece obedecendo quatro elementos: experiência, observação e reflexão, formação de conceitos abstratos e generalizados e teste de implicações dos conceitos em novas situações. Importante contribuição ao assunto, trouxe Golleman (1995:174) informando que a inteligência emocional, as aptidões que ajudam as pessoas a harmonizarem-se, devem tornar-se cada vez mais valorizada como um bem do local de trabalho nos anos futuros Esse futuro já chegou, pois se percebe que houve uma trajetória histórica que foi desde a busca da produtividade até hoje, quando o império do conhecimento e as idéias passam a ser mais valorizadas que as máquinas. Não havia dimensão da real importância das pessoas dentro da organização, agora já se tem essa preocupação. Segundo Souza Neto (2005: 9) Conhecimento e talento são sinônimos de capital. É preciso gerir o intangível, administrar o conhecimento. A grande questão, até hoje não respondida, é: qual a melhor forma de se fazer isso?. Uma visão interessante para se encontrar uma forma de operacionalizar a união do conhecimento e talento, é a abordagem que Senge (1990) faz sobre aprendizagem na organização com a teoria da Quinta Disciplina. O autor afirma que as organizações que realmente terão sucesso no futuro são aquelas que descobrirem como cultivar nas pessoas o comprometimento e a capacidade de aprender em todos os níveis. Senge admite que o que diferenciará a organização que aprende da controladora será o domínio de certas disciplinas básicas, que compõem o pensamento da Quinta disciplina: Os modelos mentais, pressupostos profundamente enraizados em todo ser humano; o domínio pessoal, que se deve ter para lidar com a tensão, tornando a pessoa criativa; o objetivo comum, no que diz respeito à construção de uma visão compartilhada por todos os membros da organização; a aprendizagem em grupo que pode acontecer por meio do diálogo ratificando que as habilidades coletivas são maiores que as individuais; o pensamento sistêmico no sentido em que a quinta disciplina integra todas as outras. Logo, o estudioso propõe, na verdade, cinco disciplinas igualmente importantes para qualquer organização que pretende gerenciar as grandes mudanças que esse período traz, ele ainda afirma que a organização que aprende tornou-se um modismo, mas de grande importância. SENGE (1990). Souza Neto (2005) analisa a teoria da Quinta Disciplina e menciona contribuições de Denize Dutra.que comparou as idéias de Senge(1990) com outras visões: Enquanto Senge reforça a visão do líder como o que sabe gerar mudanças, numa entrevista à revista HSM, junho de 2003, o professor Ronald Heifetz, de Harvard, defende que os líderes atuais devem identificar as mudanças e fazer com que a organização se adapte a elas (SOUZA NETO, 2005). Essa análise deixa claro o desafio que é tornar as instituições como organismos vivos, onde existem pessoas que podem aprender e contribuir efetivamente para o sucesso da empresa. Também promove uma reflexão sobre o novo papel do líder como pesquisador e idealizador. Senge (1990) admite que o interesse pela idéia da organização que aprende de uma forma sistêmica e coletiva é crescente e amplo: Fiquei bastante tocado pelo interesse genuíno e pelos sinceros esforços de milhares de pessoas para colocar essa idéia em prática. Não apenas pessoas em empresas, fiquei impressionado com o interesse de escolas. Não acredito que a expressão educação pública apareça em A Quinta Disciplina. No entanto, creio que o número de cópias de livros adquiridos por educadores seja equivalente ao número de cópias compradas por profissionais de negócio. (1990, p. 20) 23

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