O lugar do administrador na recuperação judicial

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1 CONHECIMENTO Gestão nos Esportes Como a atuação dos administradores na área esportiva traz excelência aos negócios: o exemplo do E.C. Pinheiros NA PRÁTICA 20 anos de empresa júnior Os números nacionais surpreendem: 700 empresas abertas 22 mil alunos 2000 projetos R$ 5 milhões por ano Conselho Regional de Administração de São Paulo NBR ISO 9001:2000 Conselho Regional de Administração de São Paulo NBR ISO 9001:2000 Junho/2009 Ano 32 - nº 276 PROFISSIONAL O lugar do administrador na recuperação judicial Especialistas afirmam que, apesar do forte aumento no número de pedidos de recuperação judicial, o sistema ainda é subutilizado porque os administradores o desconhecem

2 Inovar é buscar caminhos mais rápidos e seguros. Dia a dia 2009 Incentivar a inovação é ajudar a construir esses caminhos. O Sistema CFA/CRAs tem um compromisso com a inovação na Administração. Este compromisso é reforçado pelo prêmio Belmiro Siqueira, a maior premiação da Administração do Brasil. Em 2009 serão premiados trabalhos nas seguintes categorias: - Artigo Acadêmico - Empresa Cidadã - Livro Acesse para retirar o Edital do concurso ou ligue (61) / CFA - CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO CRA - CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO

3 Carta ao Leitor Mãos hábeis diante da crise Adm. Walter Sigollo Presidente do Conselho Regional de Administração de São Paulo O tema da recuperação judicial vem ocupando as páginas de economia dos principais veículos de comunicação nacionais desde que a crise econômica mundial passou a se refletir mais efetivamente no Brasil, a partir de agosto de De lá para cá, essa ferramenta legal, que permite às empresas uma flexibilidade maior no pagamento de suas dívidas junto aos credores, tornou-se cada vez mais utilizada. O quadro não se alterou, mesmo com as medidas tomadas pelo governo brasileiro para reverter o cenário negativo que se avizinhava. Para se ter uma ideia, ainda que tenha havido mudanças significativas de estímulo à entrada de capital estrangeiro, à redução dos juros bancários e ao aumento no poder de consumo, entre outras, o número de pedidos de recuperação judicial, nos cinco primeiros meses deste ano, foi muito superior ao verificado no mesmo período de A conclusão imediata é a de que as empresas ainda não operam em patamares suficientes para a resolução dos problemas financeiros advindos dessa conjuntura nitidamente desfavorável. O crescimento vertiginoso desse tipo de mecanismo legal não sig- nifica, necessariamente, um bom uso de suas potencialidades. Aliás, é digno notar a má exploração dos processos de recuperação judicial. No entanto, o panorama não se configura de todo desolador. A presente perspectiva de subaproveitamento pode ser revertida de maneira bastante eficiente se a classe de administradores ocupar o espaço estratégico que lhe cabe na configuração desse recurso legal. São características quase que exclusivas do administrador a independência e a imparcialidade no relacionamento com os credores, mas igualmente no enfrentamento das questões jurídicas inerentes à nova Lei de Falências. Sua visão abrangente e, ao mesmo tempo, operacional e financeira permite que ele assuma com qualidade o lugar de atento estrategista para descortinar esse peculiar processo, que tem se apresentado, simultaneamente, de maneira tão complexa e difundida no cenário atual. Traçando uma analogia, é como se estivéssemos diante de um intrigante, porém instigador cubo mágico. Sua solução necessita de precisão, método e de mãos habilidosas para ser desvendada de forma prática e inteligente. 3

4 PROFISSIONAL Expediente Editor Conselho Regional de Administração de São Paulo Presidente Administrador Walter Sigollo Diretores Adm. José Alfredo Machado de Assis Vice-presidente Administrativo Adm. Paulo Roberto Segatelli Câmara Vice-presidente de Relações Externas Adm. Cid Nardy Vice-presidente de Planejamento Adm. Joaquim Carlos Dias Vice-presidente para Assuntos Acadêmicos Adm. Teresinha Covas Lisboa 1º Secretário Adm. Roberta de Carvalho Cardoso 2º Secretário Adm. Antonio Geraldo Wolff 1º Tesoureiro Adm. Idalberto Chiavenato 2º Tesoureiro Conselheiros Marcio Gonçalves Moreira, Anna Luiza do Amaral Boranga, Carlos Antonio Monteiro, Alberto Emmanuel de Carvalho Whitaker, Hamilton Luiz Corrêa, Luiz Eduardo Reis de Magalhães, Alexandre Uriel Ortega Duarte, Milton Luiz Milioni, Luiz Carlos Vendramini Representantes no CFA: Roberto Carvalho Cardoso (efetivo) e Mauro Kreuz (suplente) Conselho Editorial para RAP 2009/2010 Coordenadora: Adm. Teresinha Covas Lisboa. Adm. Alexandre Uriel Ortega Duarte, Adm. Anna Luiza do Amaral Boranga, Adm. Cid Nardy, Adm. Hamilton Luiz Corrêa, Adm. Luiz Carlos Vendramini, Adm. Milton Luiz Milioni, Adm. Paulo Roberto Segatelli Câmara, Adm. Roberta de Carvalho Cardoso. Produção Marketing e Comunicação...Adm. Gláucia Pascoaleto Araújo Coordenação Editorial e Gráfica...Entrelinhas Comunicação Editora-responsável...Priscila Pagliuso (MTB ) Repórter...Illenia Negrin Revisor...Camilo Toscano Diretor de criação...jairo Herrera Projeto gráfico...luiz Fernando Galante Diagramação e ilustrações...fernando Bertolo Fotografia...Zanone Fraissat Publicidade Nominal Representações...Mauro Machado Tiragem...50 mil exemplares A RAP é uma publicação mensal do Conselho Regional de Administração (CRA-SP), sob a responsabilidade do Conselho Editorial do CRA-SP. As reportagens não refletem necessariamente a opinião do CRA-SP. 8 Capa Recuperação judicial Especialistas traçam um panorama sobre a recuperação judicial no Brasil e fazem um alerta sobre o papel do administrador como importante fator estratégico nesse quebra-cabeça Conselho Regional de Administração de São Paulo NBR ISO 9001:2000 Rua Estados Unidos, Jardim América - São Paulo - SP CEP Telefone: (11) Conselho Regional de - Administração de São Paulo NBR ISO 9001:2000

5 Na prática 18 Empresas Juniores Empreendimentos como a PUC Júnior, da qual fazem parte os estudantes da foto, funcionam como catalizadores de talentos Carta ao leitor Panorama - CRA promove evento sobre governança em Fundos de Pensão - Prêmio Belmiro Siqueira Perfil - O professor e consultor Oscar Luiz Malvessi analisa o valor real do lucro obtido pelas empresas Dia-a-dia - A participação do CRA em eventos, palestras e solenidades Prateleira - Atualize-se com os lançamentos da área administrativa Canal aberto - O economista Otto Nogami elucida o papel do administrador na crise durante a 5ª edição do Unifórum Estilo - Alternativas para quem dedica pouco tempo ao seu bicho de estimação Opinião - A gestão simplificada na visão de Marcos Lemos Conhecimento 14 Gestão esportiva eficiente Atletas de destaque como Nininha (ao lado) e os bons resultados do E.C. Pinheiros traduzem a boa administração dos negócios

6 Panorama Administração inteligente dos fundos de pensão Evento promovido em maio, pelo Grupo de Excelência de Governança Corporativa do CRA-SP, discutiu os desafios que o setor enfrenta no Brasil Fotos divulgação: O Brasil passa por uma transição no modelo de gestão de empresas. Companhias que concentravam as decisões em uma única pessoa, cada vez mais, distribuem as responsabilidades entre todos os grupos envolvidos. É o que afirma o diretor de Participações da Caixa de Previdência dos Fundos do Banco do Brasil (Previ), Joilson Rodrigues Ferreira. Não é possível que alguém, por mais brilhante que seja, consiga gerir tudo sozinho. Ferreira e o diretor-presidente da Fundação Companhia Energética de São Paulo (Cesp), Martin Roberto Glogowsky, foram os convidados do Grupo de Excelência de Governança Corporativa do CRA-SP para conduzir a palestra Governança Corporativa em Fundos de Pensão e Empresas Participadas. O evento foi realizado em 7 de maio no Espaço Manacá, dentro das dependências do Conselho, e contou com a presença de estudantes, empresários, gestores de fundos de aposentadoria complementar e do presidente do CRA-SP, Adm. Walter Sigollo. De acordo com o diretor da Cesp, as corporações nacionais ainda enxergam o uso da governança corporativa pelos fundos de pensão apenas como recomendável. No entanto, o tema tem ocupado suas agendas em razão das exigências do mercado. Se eu penso em investir no fundo de uma Se eu penso em investir no fundo de uma empresa, seu modelo de governança é fator decisivo Martin Roberto Glogowsky Diretor-presidente da Fundação Companhia Energética de São Paulo (Cesp) empresa, seu modelo de governança é fator decisivo, disse Glogowsky. Ferreira concorda e destaca que os participantes de uma empresa tendem a depender menos das variações de humor de um único dirigente. O investidor só compra ações de uma empresa, mesmo que grande, se ela pratica uma governança corporativa avançada. Colaborou Marcos Yamamoto - MTB Não é possível que alguém, por mais brilhante que seja, consiga gerir tudo sozinho Joilson Rodrigues Ferreira Diretor de Participações da Caixa de Previdência dos Fundos do Banco do Brasil (Previ) Governança Corporativa Governança Corporativa é o conjunto de medidas que regulam a maneira como uma empresa é dirigida. Segundo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), deve se basear em princípios de transparência, independência e prestação de contas 6

7 ADMINISTRADOR, Terminam no próximo dia 31 APROVEITE MAIS ESTA OPORTUNIDADE! em três categorias: Livro, Artigo Acadêmico e Empresa Cidadã. A modalidade Livro levará em consideração os critérios de atualidade, aplicabilidade e criatividade. TENHA UM DOS MELHORES PLANOS DE SAÚDE DO Na categoria Artigo Acadêmico, o vencedor será aquele que apresen- BRASIL EM UMA CONDIÇÃO ESPECIAL PARA VOCÊ! PLANO COLETIVO POR ADESÃO Sindicato dos Administradores no Estado de São Paulo ADMINISTRADOR, APROVEITE MAIS ESTA OPORTUNIDADE! TENHA UM DOS MELHORES PLANOS DE SAÚDE DO BRASIL EM UMA CONDIÇÃO ESPECIAL PARA VOCÊ! PLANO COLETIVO POR ADESÃO Sindicato dos Administradores no Estado de São Paulo A PARTIR DE: 51,14 * PLANO ESSENCIAL ENFERMARIA R$ * A PARTIR DE: 0 A 18 ANOS ANS N ,14 R$ * * PLANO ESSENCIAL ENFERMARIA 0 A 18 ANOS APROVEITAMOS SUA CARÊNCIA A PARTIR DE: A PARTIR DE: 81,22 * PLANO ENFERMARIA - 0 A 18 ANOS R$ * ANS N A PARTIR DE: APROVEITAMOS SUA CARÊNCIA R$ 127,43 * * PLANO BÁSICO ENFERMARIA - 0 A 18 ANOS Prêmio Belmiro Siqueira 2009 Interessados têm até o dia 31de julho para a apresentação dos trabalhos de julho as inscrições para a edição de 2009 do tradicional Prêmio Belmiro Siqueira. Organizada há 21 anos pelo Conselho Federal de Administração (CFA), a premiação prestigiará neste ano os melhores trabalhos tar o texto mais criativo e objetivo e que tenha maior aplicabilidade e adequação ao tema Inovação: desafios e perspectivas. A classe Empresa Cidadã premiará organizações privadas ou de economia mista que tenham desenvolvido com sucesso ações APROVEITAMOS SUA empresariais de Responsabilidade Social e de Cidadania. Os primeiros colocados CARÊNCIArece- berão certificados e troféus, além de gratificações em dinheiro que podem chegar a R$ 7.500, confor- me a modalidade. Para mais informações, acesse o site A PARTIR DE: 127,43 R$ * 81,22 R$ * * PLANO ENFERMARIA - 0 A 18 ANOS APROVEITAMOS SUA CARÊNCIA Homenagem ao patrono A premiação foi instituída em 1988, como APROVEITAMOS forma de homenagear Belmiro Siqueira, SUA patrono dos administradores brasileiros. CARÊNCIA O objetivo principal é divulgar e valorizar os estudos de administradores e acadêmicos que contribuam para o desenvolvimento da profissão e da ciência da Administração no Brasil Fonte: site da Fundação Belmiro Siqueira * PLANO BÁSICO ENFERMARIA - 0 A 18 ANOS APROVEITAMOS SUA CARÊNCIA PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP

8 Capa Recuperação judicial de empresas A intervenção do administrador pode definir a melhor hora para recorrer ao processo No dia 1º de junho, quando a General Motors (GM) anunciou seu pedido de concordata, as ações da segunda maior montadora do mundo foram negociadas na Bolsa de Nova Iorque a menos de US$ 1 e atingiram os valores mais baixos de seus 101 anos de história. Os números astronômicos da crise fariam corar o fundador da empresa, William C. Durant: no ano passado, o prejuízo registrado foi de US$ 30,9 bilhões. Nos três primeiros meses de 2009, a queda de 40% na venda de veículos em todo o mundo gerou déficit de US$ 6 bilhões. O plano de recuperação anunciado pela empresa inclui o fechamento de 13 de suas fábricas nos EUA e a demissão de 21 mil funcionários. Se a falência fosse decretada, mais de 240 mil trabalhadores seriam dispensados em 8

9 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP virtude do encerramento da produção em 34 países. O caso da GM, emblemático da atual turbulência financeira mundial, encontra eco no Brasil. Por aqui, são inúmeros os exemplos de empresas que, para evitar a quebradeira, recorreram ao pedido de recuperação judicial - mecanismo criado pela nova Lei de Falências, que torna possível a sobrevivência empresarial por meio da elaboração de um plano de pagamento de dívidas em a- cordo com os credores. Desde que a lei entrou em vigor, em junho de 2005, o sistema foi amplamente utilizado por gigantes corporativos como a Varig, a Parmalat e a Vasp, cujas dívidas alcançavam os trilhões de reais. Vista como remédio para salvar grandes e médias empresas algumas regras acabaram por dificultar o acesso das menores a recuperação judicial passou a fazer parte da farmácia anticrise dos micro e pequenos empreendimentos. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, o número de pedidos de recuperação triplicou nos cinco primeiros meses do ano, em comparação ao mesmo período de De janeiro a maio, 334 empresas recorreram à Justiça para evitar a falência, contra 114 requerimentos do ano passado. Mais da metade do total, 180 pedidos, foi feita por pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 2,5 milhões. Para o assessor da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, o aumento no número de pedidos pode ser justificado pela crise econômica global e a consequente restrição ao crédito, o que acabou por sufocar empresas já em dificuldade financeira. E também pela aculturação do mercado a respeito desse instrumento de recuperação, que se torna cada vez mais conhecido, avalia Almeida. O último levantamento feito pela Serasa mostra ainda uma Antes da lei, os credores pediam a falência das empresas para cobrar valores irrisórios, de R$ 100, por exemplo. E não havia como impedi-los queda tanto no número de falências solicitadas quanto nas decretadas. De janeiro a maio, foram feitos 945 requerimentos e 334 decretos, contra 975 e 408, respectivamente, no mesmo período de Este indicativo confirma que a lei cumpre o objetivo de manter os negócios ativos e preservar empregos, sustenta. Profissionais que se dedicam à recuperação judicial concordam que dentre os principais avanços estão a extinção da antiga concordata, que inviabilizava a negociação com os credores, e a definição do valor mínimo fixado em 40 salários mínimos para o pedido de falência. Antes da lei, os credores pediam a falência das empresas para cobrar valores irrisórios, de R$ 100, por exemplo. E não havia como impedir tal prática, esclarece o assessor. Hoje, as empresas estão mais protegidas. Além disso, o antigo sistema de concordatas usava métodos desgastados, que não se aplicavam à modernidade dos negócios, e ficou atrelado a expedientes impróprios, de golpes no 9

10 Capa mercado, afirma o coordenador do Grupo de Profissionais em Recuperação de Empresas do CRA-SP, Walter Bianchi. Remédio desconhecido Apesar do aumento expressivo no número de pedidos de recuperação judicial, especialistas afirmam que o sistema ainda é subutilizado, porque a maioria dos administradores desconhece a ferramenta. Ou somente pede ajuda quando a situação financeira precária está em vias de se tornar irreversível. Eles defendem que o mecanismo pode ser usado para proteger a empresa em dificuldade de honrar seus compromissos, antes que se percam todas as chances de reestruturação. O administrador e advogado Alexandre Uriel Ortega Duarte, também conselheiro do CRA-SP, afirma Administrador judicial defende que a recuperação pode e deve ser usada como mecanismo de proteção e não como forma de contenção das crises que o ideal é pedir a recuperação quando os negócios ainda vão bem. Toda empresa tem um ciclo de vida previsível. Quando estiver num estágio de estagnação, é hora de fazer o pedido. Muitos empresários têm medo de iniciar um processo como esse e perder os fornecedores, por deixar escancarada a limitação financeira. Mas a transparência pode, inclusive, turbinar as operações Alexandre Uriel O. Duarte,administrador, advogado e conselheiro do CRA-SP, e Luis Cláudio Mendes, advogado da coordenação do Insper se for usada como marketing positivo, prevê. O administrador é figura central de todo o processo de recuperação, mesmo em se tratando de uma ferramenta jurídica. Todas as importantes decisões são tomadas por ele, com base nas análises internas e no planejamento estratégico da companhia. É o empresário quem deve identificar os gargalos do negócio e saber de quais ferramentas dispor para contornar a crise. A Lei de Falências determina ainda que o juiz responsável pelo processo nomeie um administrador judicial para acompanhar o processo de recuperação. O profissional irá atuar como fiscal e elaborar relatórios mensais de como está sendo feita a gestão na empresa, e se as bases estipuladas no plano estão sendo cumpridas, explica Uriel, que é administrador judicial da Parmalat. Se para as grandes e médias empresas já é difícil e custoso transformar o diagnóstico dos problemas em ações concretas de recuperação, para as pequenas e micros o desafio é ainda maior. De acordo com o advogado Luis Cláudio Montoro Mendes, da coordenação do Instituto de Ensino e Pesquisa de São Paulo (Insper), os administradores não sabem que há uma modalidade específica de recuperação para empreendimentos menores. O plano especial é bem menos oneroso para as pequenas empresas, porque elas não terão de bancar os custos de realizar a assembleia de credores, nem a publicação de editais. A forma de pagamento da dívida já está fixada pela lei, assim como os juros. Pode-se discutir as regras e 10

11 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP passo A empresa com dificuldades de honrar os compromissos com os credores entra na Justiça com o pedido de recuperação. Cabe ao juiz da vara especial (no caso da capital paulista) ou da vara cível (para as comarcas do interior) avaliar os balanços e a documentação apresentados passo A Justiça aprova o pedido e decreta a suspensão das dívidas quirográficas (que não evolvem garantias e não gozam de preferência) por 180 dias. Um administrador é nomeado para acompanhar o processo Ou A Justiça nega o pedido de recuperação por falta de documentos que comprovem a situação vulnerável da empresa ou porque os débitos relatados não são passíveis de negociação nesse tipo de processo é o caso das dívidas trabalhistas e com a Receita Federal passo A empresa tem 60 dias para elaborar um plano de recuperação. É comum reivindicar abatimento de juros e pedir mais prazo para quitar os débitos (no caso da recuperação ordinária) Ou Os credores pedem a falência da empresa passo Ordinária Se a empresa optou pela recuperação ordinária (que pode ser requerida por qualquer empresa, de qualquer porte), deve publicar um edital em jornal de grande circulação, convocando os credores para assembleia, onde será votado o plano de recuperação. O plano pode ser modificado uma única vez, caso a empresa e os credores entrem em acordo. Depois da alteração, precisa ser votado novamente. Um novo edital deve ser publicado para convocação de assembleia. A dívida será quitada conforme o prazo estipulado no plano Especial A micro ou pequena empresa que optou pela modalidade exclusiva informa ao juiz, por meio de petição, o plano de recuperação. Não há assembleia. Os advogados que representam os credores retiram os auto, consultam as bases do plano e dão seus pareceres. A forma de pagamento da dívida já está prevista em lei. São 36 parcelas fixas, com juros de 1% ao mês passo Aprovado o plano, a empresa começa a se preparar para o pagamento da 1ª parcela da dívida. Em ambas as modalidades, isso se dá quando termina o período de blindagem determinado pelo juiz, ou seja, seis meses após a aprovação inicial do pedido de recuperação Entenda o processo 11

12 Capa A carência de informações sobre o processo de recuperação judicial fica clara nas petições iniciais até criticá-las. Mas, para que isso aconteça, os empresários precisam conhecer a modalidade. E eles não conhecem, sustenta o advogado. O juiz titular da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital, Alexandre Lazzarini, diz que a carência de informações sobre o processo torna-se evidente nas petições iniciais. É grande, segundo ele, o número de pedidos formulados sem deixar explícita a modalidade requerida ou sem a inclusão da documentação completa. É uma realidade bastante comum, ainda mais nos pedidos formulados pelos pequenos negócios. Muitos entram com o requerimento para se livrar dos credores por 180 dias, caso seja aprovado. Mas não têm planos concretos para se reerguer, avalia. Lazzarini explica que a recuperação incide apenas sobre dívidas quirografárias (que não envolvem garantias e não gozam de preferência). Os créditos fiscais não entram nesse tipo de negociação jurídica; os trabalhistas podem ser incluídos, mas apenas na modalidade comum. Caso as pequenas empresas Alexandre Lazzarini Juiz titular da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais optem pela especial, as execuções trabalhistas correm livremente. Já presenciei situações em que o pequeno empresário deu entrada no pedido especial para escapar dos altos custos da ordinária. Enquanto o plano de recuperação era executado, ele se deu conta de que o grande O ponto ideal Quando a empresa começa a dar sinais de inatividade, é hora de recorrer! O ciclo de vida de uma empresa pode se dividir tradicionalmente em quatro grandes fases. No gráfico ao lado, elas estão representadas como nascimento, crescimento, maturidade e crise. É justamente na terceira fase, a maturidade, que a utilização do mecanismo legal de recuperação judicial é recomendável como forma de precaução e proteção. E, ao contrário disso, o que se vê, na maior parte dos casos, são as empresas que, ao passarem por fortes dificuldades financeiras decorrentes de fatores adversos como a atual crise econômica mundial, procuram o recurso legal como o último suspiro nascimento crescimento 12

13 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP problema do negócio eram as dívidas trabalhistas e não com fornecedores de produtos e serviços, relembra o juiz. Em casos assim, não é possível voltar atrás. Ou a empresa paga as 36 parcelas estabelecidas pela lei, ou irá à falência. Dependendo do tipo e dos valores da dívida, pode ser vantajoso ao pequeno empreendimento escolher a recuperação comum, onde é possível negociar o pagamento por longos anos, aconselha o magistrado. Mudanças na lei Após quatro anos de vigência, a Lei de Falências deve passar por modificações, principalmente para facilitar o acesso das micro e pequenas empresas. O Projeto de Lei 7.604/06, de autoria do deputado Luís Carlos Hauly, prevê juros menores e prazo mais longo para os débitos negociados pela recuperação especial. As mudanças foram propostas pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), depois de acompanhar as difculdades enfrentadas pelos empresários ameaçados pela falência. A lei, como está, faz exigências que a grande maioria dos pequenos empreendimentos não pode cumprir. Boa parte do endividamento dessas empresas não é quirografário, e sim com instituições financeiras e dívidas de impostos, explica a consultora jurídica do Sebrae, Sandra Fiorentini. Para recorrer à modalidade comum, as companhias menores esbarram não só nos altos valores da operação, mas na regra que exige escrituração contábil completa. As micro são optantes do simples. Pela legislação fiscal, estão dispensadas de elaborar dezenas de livros contábeis. Mas a Lei de Falências pede contabilidade completa, diz. De acordo com o Sebrae, apenas 1% das empresas legalizadas no Brasil é de grande porte o Estado de São Paulo tem 5 milhões de empreendimentos registrados. A lei dificulta a vida de 99% dos negócios, que empregam 67% da mão-de- obra formal do país, sustenta Sandra. O projeto de lei estabelece juros de 6% ao ano para as empresas que aderirem à modalidade especial de recuperação judicial em vez dos 12% atuais. O prazo para quitar a dívida seria ampliado de 36 para 48 meses. É importante corrigir as distorções. Uma lei mais eficiente vai contribuir para diminuir o índice de mortalidade dos pequenos negócios, conclui. Fase ideal para recorrer à recuperação judicial maturidade Fase onde a maioria das empresas recorre à recuperação judicial crise reinvencão recuperação falência 13

14 Conhecimento Valdilene dos Santos Silva, a Nininha, cumpre rotina puxada de treinos há mais de 50 quilômetros longe de casa Gestão esportiva eficiente A participação de profissionais da administração na gestão em negócios do setor de esportes traz visão estratégica e propicia excelentes resultados 14

15 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP A fundista Valdilene dos Santos Silva, a Nininha, dedica-se duas horas por dia aos treinos de atletismo. Moradora de uma casa humilde em Itapecerica da Serra, a jovem de 17 anos demora duas horas e meia para chegar ao Esporte Clube Pinheiros, na zona sul da capital e o mesmo tempo para voltar para casa, depois de cumprida a rotina esportiva. Cursando o último ano do ensino médio, ela concilia os estudos regulares, os treinos e o pinga-pinga do transporte público sem reclamar. Isso pode explicar a facilidade que Nininha encontrou nas provas que vem disputando nos últimos meses: os metros. Com barreiras. É bem puxado. Mas compensa muito, principalmente quando vejo meu tempo baixar nas provas, comenta a atleta, que sonha em vencer a Corrida da São Silvestre. É assim, de centésimo em centésimo, que Nininha e outros 40 jovens do atletismo comemoram a chance de se dedicar ao esporte e sonhar com o pódio e as medalhas. Eles integram o projeto de formação olímpica do Esporte Clube Pinheiros, iniciativa que reúne um total de 500 atletas com idade entre 14 e 19 anos, em sete modalidades, e conta com um orçamento anual de R$ 9 milhões. A garra e talento dos atletas, além da competência dos treinadores, não são os únicos ingredientes da história vitoriosa do clube. Sem uma administração eficiente, todos os esforços seriam desperdiçados em iniciativas que se esgotam num curto espaço de tempo. A boa imagem conquistada pelo clube é o grande facilitador na hora de buscar recursos para alavancar projetos. Nós temos a estrutura de uma empresa. Os patrocinadores sabem que o trabalho realizado é sério e que a verba será bem direcionada, avalia o gerente-geral do clube, Antonio Celso Monari, que administra um orçamento anual de R$ 100 milhões. O projeto olímpico, do qual a jovem Nininha faz parte, saiu do papel graças à Lei de Incentivo ao Esporte sancionada em 2006 e que concede isenção fiscal para pessoas físicas e jurídicas Sem uma administração eficiente, todos os esforços seriam desperdiçados em iniciativas que se esgotam num curto espaço de tempo 15

16 Conhecimento Somos o clube que mais fornece atletas olímpicos para o Brasil que colaboram com iniciativas esportivas. Desde que entrou em vigor, o Ministério do Esporte já aprovou 291 projetos, autorizados a captar junto ao mercado recursos da ordem de R$ 432 milhões. Já as equipes de voleibol e handebol do Pinheiros, que disputam campeonatos nacionais e internacionais, não são enquadradas na lei, mas também são mantidas graças ao apoio da iniciativa privada. Monari conta que o objetivo é dobrar o número de atletas pinheirenses na próxima edição dos Jogos Olímpicos (Londres, em 2012). Na edição de Pequim, 30 atletas e 10 técnicos do clube fizeram parte da delegação brasileira, que contou com 250 pessoas. Somos o clube que mais fornece atletas olímpicos para o Brasil, afirma. Em 1993, o clube adotou o modelo de gestão profissional e contratou administradores para atuar ao lado dos diretores, que têm anos de clube e não são remunerados. Quase duas décadas depois das mudanças, o Pinheiros é exemplo infelizmente, raro de como unir apaixonados pelo esporte e especialistas em negócio em prol de objetivos comuns: excelentes resultados e a satisfação dos sócios da entidade. No Brasil, o montante financeiro movimentado pelos negócios do esporte vem aumentando ano a ano. Em 1995, a riqueza gerada direta e indiretamente pelas atividades esportivas, o chamado Produto Interno Bruto (PIB) do Esporte, correspondia a 1,91% do PIB do Brasil. No ano passado, esse percentual subiu para 3%. Embora tenha havido um crescimento expressivo no montante de investimentos, especialistas afirmam que a administração esportiva ainda engatinha no país. A grande maioria de clubes e associações está nas mãos dos cartolas, ou de colaboradores cheios de boa vontade, mas sem nenhuma noção de como gerenciar e atrair recursos. Modalidades como futebol, basquete, voleibol e ginástica ainda têm em seus quadros pessoas que, por paixão, admi- Em 1993, o Clube Pinheiros contratou administradores para gerenciar seus negócios. Quase 20 anos depois, é exemplo de gestão eficiente nos esportes Antonio Celso Monari Gerente-geral do Esporte Clube Pinheiros 16

17 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP nistram as entidades. Isso acaba gerando o cenário ruim que vemos hoje, com clubes tradicionalíssimos nas mãos de dirigentes despreparados e que usam o cargo em benefício próprio. Eles insistem em manter essa estrutura, porque, de fato, o esporte é um grande e lucrativo negócio, avalia Deborah Palma, que dirige a Unidadede Esportes da Universidade Anhembi Morumbi. A demanda por administradores abre amplo mercado de trabalho para profissionais especializados em gestão esportiva. Cursos de pós-graduação e MBAs em Administração e Marketing são o gatilho para ingressar na área. São muitas as possibilidades para um profissional qualificado. O administrador pode atuar nas agências de marketing, gestão de atletas, empresas, clubes, associações, universidades, poder público e até em grandes condomínios que desejam ampliar a oferta de atividades esportivas, explica Deborah, que também coordena o programa de MBA da Anhembi Morumbi. Onde estudar ESPM Pós-graduação em Administração e Marketing do Esporte Trevisan Escola de Negócios Especialização em Gestão e Marketing Esportivo Universidade Anhembi Morumbi MBA em Gestão e Marketing de Entidades Esportivas O valor do esporte Os negócios do esporte movimentaram cerca de R$ 51 bilhões no Brasil em De acordo com estimativas calculadas pelo Institutional Business Consultoria Internacional (IBCI), em 2010, o PIB do setor será de R$ 55 bilhões A indústria de artigos esportivos responde pela fatia mais robusta do PIB. No ano passado, a venda de roupas, mochilas, calçados e equipamentos gerou mais de R$ 35 bilhões. Empresas especializadas como agências de propaganda, veículos de comunicação e academias movimentaram R$ 13 bilhões. O setor de serviços, como transporte, hospedagem e alimentação, responde por R$ 3 bilhões No Brasil, o mercado esportivo emprega formalmente 320 mil trabalhadores. Estudos mostram que cada emprego direto gera 2,74 postos de trabalho em atividades relacionadas Os brasileiros gastam, em média, 1,75% de sua renda com esporte. Por ano, isso representa uma despesa per capita de US$ 42,39 ou R$ 91,98* Comparados aos brasileiros, os norte-americanos gastam mais de 10 vezes: US$ 551 ou R$ 253,92. Não é à toa que os EUA respondem, sozinhos, à metade do mercado esportivo mundial. O PIB americano do setor é de cerca de US$ 240 bilhões ou R$ 110,60 bilhões Projeções feitas pela Fundação Getúlio Vargas mostram que para cada R$ 1 investido em esporte no Brasil há um retorno de R$ 8,59 no que os economistas definiram como alavancagem social (saúde, educação, luta anticrime e inclusão social) Em 2005, o esporte brasileiro gerou R$ 9,27 bilhões em impostos para os cofres do governo *Cotação média do dólar em 2006, segundo dados do Banco Central Fonte: Dossiê Esporte, publicado em 2006 pela SporTV e pelo Instituto Ipsos Marpla 17

18 Na prática Neque cum ate volor a con ea cus non re, Caio Eduardo de Souza, Bruno Marinho e Mauro Suman Neto Presidente, gerente e calouro da PUC Júnior (a partir da direita) Da teoria à prática: a oportunidade que as empresas juniores representam Mais do que experimentar o trabalho, fazer parte de uma empresa júnior significa diferenciar-se para a entrada no mercado de trabalho e até mesmo preparar-se para abrir seu próprio negócio 18

19 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP As empresas juniores mais rentáveis estão no Estado de São Paulo e garantem 30% do faturamento nacional Em janeiro de 1989, um pequeno grupo de alunos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) decidiu abrir uma empresa de consultoria e projetos dentro da própria faculdade. A idéia, importada da França, era vivenciar o mercado de trabalho e aplicar os conhecimentos de gestão e finanças aprendidos em sala de aula. Todas as atividades seriam controladas pelos estudantes, com o apoio eventual dos professores. O estágio seria voluntário, e o dinheiro obtido com a prestação de serviços seria reinvestido no próprio negócio e na capacitação dos funcionários. A iniciativa empreendedora atraiu olhares ressabiados. Jovens universitários dariam conta de administrar uma empresa sozinhos, atrair e satisfazer clientes? Vinte anos depois, os indicadores de desempenho e as histórias de quem atua em empresas juniores comprovam que sim. A FGV Júnior, primeira da América Latina, abriu as portas para que o Movimento Empresa Junior (MEJ) se espalhasse por todo o país. Em 1995, já eram cem iniciativas. Hoje, são cerca de 700 empresas que, juntas, agregam 22 mil alunos, realizam cerca de projetos por ano e movimentam cerca de R$ 5 milhões. Levantamento feito pela Brasil Júnior, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, mostra que mais da metade delas atua na área de Humanas, com destaque para os cursos de Administração, Economia e Contabilidade. No Estado de São Paulo estão as mais rentáveis, responsáveis por 30% de todo o faturamento nacional. Empresas de vanguarda, como as da FGV, PUC-SP, Faap, ESPM, USP, Insper, Mackenzie e Trevisan chegam a faturar, em média, R$ 100 mil por ano e a abrigar 50 colaboradores, que enfrentam criterioso processo de seleção, muitas vezes mais concorrido que o próprio vestibular. O perfil dos admitidos muda de acordo com os projetos desenvolvidos a cada semestre. Fazemos o planejamento e definimos quais as habilidades mais pertinentes. Alguns valores são comuns. Os alunos que fazem parte da empresa buscam excelência em todos os trabalhos, são pró-ativos e bastante comprometidos, avalia o diretor de Relações Públicas da FGV Júnior, Marcelo Madueño de Paiva Oliveira, 20 anos, aluno do 4º semestre de Administração. Madueño e os demais 54 colegas ainda eram bebês ou sequer haviam nascido quando seus veteranos lançaram as bases do MEJ em São Paulo, e acabaram por transformar a iniciativa da FGV em modelo para as futuras iniciativas de protagonismo estudantil do país inteiro. Na época, o desafio era conquistar credibilidade e se firmar como alternativa no concorrido mercado de consultoria empresarial. Hoje, o intuito é adquirir mais autonomia. Em linhas gerais, a meta é tornar a empresa júnior mais independente em relação à instituição de ensino. Para isso, é preciso apoio não só Por dentro do Movimento Empresa Júnior No ano passado, a Brasil Júnior elaborou o Censo e Identidade para traçar o perfil do MEJ no país. A pesquisa ouviu 204 empresas e estudantes envolvidos, em 16 Estados. Confira os resultados: 90,88% das EJs estão atreladas a instituições públicas de ensino superior (IES) Apenas 16,55% das EJs são reconhecidas formalmente pelas (IES). A maioria das EJs possui alvará de funcionamento Mais da metade das EJs declara imposto de renda Privada Reconhecidas Em liberação Não possuem Não declaram 9,12% 16,55% 6% 12,62% 32,67% Estadual 36,49% Federal 54,39% Não reconhecidas 83,45% Possuem 81,45% Declaram 67,33% 19

20 Na prática Júnior tem 131 empresas federadas, o que representa 20% do total de empreendimentos. O CRA-SP trabalha para ampliar o número de registros no Estado. Sem pagar anuidade, podem se cadastrar as empresas juniores que desenvolvam atividades no campo do administrador. PUC Júnior - O cotidiano exercício de planejamento e atendimento aos clientes das faculdades. Lutamos para que a iniciativa seja reconhecida por lei e que isso nos auxilie a traçar políticas de financiamento com a ajuda do Poder Público, explica Madueño. A grande maioria das empresas juniores funciona em espaço cedido pelas faculdades, que ainda colaboram com a infraestrutura, fornecendo luz, telefone, computadores e acesso à Internet. Mesmo sem estar regulamentado em lei, o MEJ criou métodos de certificação de qualidade e estabeleceu critérios mínimos para o funcionamento de uma empresa, como estatuto registrado em cartório, CNPJ, certidão negativa de débito, conta bancária O MEJ determinou critérios mínimos para o funcionamento das empresas ativa, balanço financeiro anual, processo de eleição da diretoria bem definido, além de contrato formal de prestação de serviços com os clientes geralmente micro e pequenas empresas. Sem cumprir tais exigências, não é possível filiar-se à confederação. Atualmente, a Brasil Passo a frente Participantes listam inúmeras vantagens da iniciativa. A principal é a visibilidade. Trabalhar numa empresa júnior é um imenso diferencial no mercado porque se aprende a tomar decisões. É um passo a frente em relação a quem apenas estagiou nas funções operacionais, define o presidente da PUC Júnior, Caio Eduardo Cordeiro de Souza, 21 anos. Os estágios na empresa júnior duram de seis meses a dois anos. Os alunos não recebem qualquer remuneração e se candidatam às vagas no primeiro ano do curso. É o caso do calouro de Administração da PUC-SP Mauro Suman Neto, 17 anos, o mais novo contratado na área de eventos. É uma grande oportunidade de conhecer a realidade do mercado, estabelecer contatos com profissionais da área e de amadurecimento, acredita o estudante. A maioria das EJs emite nota fiscal Quase todas as EJs têm seus projetos orientados por professores A grande maioria das EJs define-se como micro ou pequena empresa Possuem NF 17,93% Não recebem Médias Grandes orientação (50 a 99*) (100 a 500*) 8,27% 9,90% 3,01% Não possuem NF 82,07% Recebem orientação 91,73% 86,98% Micro (1 a 9*) Pequenas (10 a 49*) *número de funcionários 20

21 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP Colega de Suman, Bruno Marinho, 19 anos, iniciou como colaborador na PUC Júnior e hoje é gerente. Ele vê o estágio como um bom caminho para atuar em diversos setores de uma empresa. Comecei em responsabilidade social e agora migrei para eventos. Cheguei sem conhecer nada da profissão. Sendo jovem é muito difícil conseguir um estágio de qualidade como esse, afirma. Há quem, mesmo depois de concluir a graduação, mantenha laços estreitos com o projeto. Ex-aluno da Universidade de Sorocaba (Uniso), Jonatas Mascarenhas, 26 anos, formou-se ano passado e, com a experiência adquirida, abriu uma consultoria especializada em gestão de bares e restaurantes. Quem faz parte do MEJ passa a ter outra visão do mercado. Muitos colegas também abriram o próprio negócio. Aprendemos a trabalhar com autonomia e a confiar em nossa capacidade estratégica, comenta. Mascarenhas ainda dedica horas de trabalho à Uniso Júnior, da qual foi presidente. Ajudo a capacitar os novatos e a angariar clientes. Quero retribuir a oportunidade, incentivando o empreendedorismo. A empresa júnior, sem dúvida, coloca os administradores num degrau acima dos que não passaram por ela, conclui. O primeiro presidente Era final dos anos Rogério Chér, no terceiro ano de Administração da FGV, andava angustiado atrás de um bom estágio. A faculdade não oferecia o período noturno, o que dificultava, e muito, a empreitada. Um dia, ouvi de um professor que a Câmara de Comércio Franco-Brasileira gostaria de apoiar iniciativas de empreendedores estudantis. Não tive dúvidas. Marquei uma reunião, relembra. Chér conheceu então o conceito das empresas juniores, surgido na França em E percebeu que o maior gargalo da formação do administrador era a falta de alternativas para complementar o ensino teórico. Em poucos meses, conquistou aliados e, com a assessoria da câmara francesa, elaborou o estatuto da primeira empresa júnior latina. Na hora de colocar a mão na massa, o grupo liderado por Chér viu o tamanho real do desafio. Quem estaria disposto a pagar pelo serviço? Graças a um colaborador, também membro da ONG, o primeiro cliente foi a SOS Mata Atlântica. Recorremos a nossa rede de contatos mais próxima. E não é que deu certo?, conta. O próximo passo foi conseguir patrocínio para bancar o projeto de reestruturação da entidade. A Federação do Comércio de São Paulo topou ajudar. A experiência pioneira dos alunos-empresários chamou a atenção da imprensa, que divulgou com ânimo a nova empreitada. Em pouco tempo, o telefone da FGV Júnior não parava. Eram clientes. E eram estudantes de outras faculdades pedindo ajuda para montar sua própria empresa. No final de seu mandato como presidente, Chér atendeu uma das tantas ligações. Dessa vez, achou que era trote. Uma editora fazendo um convite. No ano seguinte, lancei o primeiro de meus quatro livros, A gerência de pequenas e médias empresas, que me deu visibilidade no mundo acadêmico, conta. Vice-presidente de Operações da DBM Brasil, Chér não se cansa de contar como tudo iniciou. A empresa júnior foi minha melhor professora, define. Mais da metade dos empresários juniores frequentou apenas escolas particulares Formação 100% públicas Maior parte 8,41% públicas 13,66% 100% particulares Maior parte particulares 17,66% A maioria dos alunos considera bom seu desempenho escolar durante o estágio nas empresas juniores A grande maioria dos estudantes aderiu à empresa júnior para desenvolvimento pessoal e profissional Fazer Ruim Péssimo Excelente Aplicar a 5,25% 1,55% 14,26% contatos Complementar teoria 5,43% 2,03% currículo 3,82% Regular 26,19% 86,40% Bom Conhecer Crescimento pessoal 52,74% mais o curso e profissional 2,33% 21

22 Perfil O preço do dinheiro Criação de valor versus obtenção de lucro O balanço positivo das empresas não significa ganho para seus acionistas. O professor e consultor Oscar Luiz Malvessi é defensor deste e de outros conceitos nada conservadores de Administração. A comprovação está em um de seus estudos, no qual ele analisa os balanços das 62 maiores empresas do Brasil durante cinco anos Quando começou a elaborar sua tese de doutorado, em 1996, o professor e consultor Oscar Luiz Malvessi, 51 anos, era um pregador solitário de conceitos inovadores sobre o desempenho financeiro das empresas. Pioneiro no país em pesquisas sobre criação de valor, custo de capital e remuneração de acionistas aspectos ignorados pela contabilidade tradicional Malvessi passou a última década exibindo resultados que pouco agradaram aos ouvidos das grandes companhias. Ao constatar que poucas delas geravam real riqueza, apesar dos lucros comemorados pelos balancetes, sacudiu as velhas técnicas de gestão e deu o alerta: ou as empresas se modernizavam, ou seriam engolidas pela competitividade. De lá para cá, Malvessi vê progressos. Mas não está satisfeito. O lento processo de mudanças causa alguma ansiedade nesse gaúcho de Caxias do Sul, que é apaixonado por velocidade e foi piloto de kart por seis anos. Em São Paulo há 30 anos, Malvessi ainda carrega um sotaque discreto e o aprendizado ao observar o pai administrar o atacado de balas e chocolates da família. Foi ele quem me incentivou a sair de Caxias. É difícil crescer sem sair da barra da saia dos pais, comenta. Pai de dois filhos e fã emocionado do piloto Ayrton Senna, Malvessi divide o tempo entre as aulas que ministra desde 1981 na Escola de Administração de Empresas de São Paulo Fundação Getúlio Vargas (EASP-FGV) e o trabalho como consultor. Sou Finanças dia e noite, brinca. Confira os principais trechos da entrevista. 22

23 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP 23

24 Perfil RAP- Você foi o primeiro brasileiro a estudar o Economic Value Added (EVA ), indicador de desempenho que mostra se as empresas remuneram ou não seus acionistas. Quais as conclusões de sua tese? Oscar Malvessi Analisei as 62 maiores empresas de capital aberto do país, dos mais diversos setores, examinando os balanços do período que vai de 1993 a E concluí que 85% delas não remuneram o capital investido no negócio. As empresas tinham obtido lucros, mas não criaram valor. Ou seja, os ganhos obtidos não foram suficientes para cobrir o custo de oportunidade do dinheiro aplicado pelos acionistas. Apenas nove companhias conseguiram gerar lucro econômico: Souza Cruz, Brahma, TAM, Globex, Weg, Petróleo Ipiranga, Distribuidora Ipiranga, Multibrás e Arno. Praticamente metade das empresas que estudei não conseguiu, com suas operações, sequer empatar com a remuneração da caderneta de poupança. RAP Por que isso acontece? Malvessi Porque a contabilidade tradicional, que inclui as despesas das empresas com o financiamento de terceiros, deixa de fora o custo do capital investido pelos acionistas. Feita dessa forma, a análise fica incompleta e o administrador não sabe se houve a criação de valor. O estudo mostra que essas empresas precisam se reestruturar. O elevado custo de capital no Brasil é um problema. Mas não o único. O principal é a estratégia incorreta que vem sendo aplicada. No exterior, esse tipo de análise é mais disseminado. E o conceito não é novo, só foi redesenhado e hoje é entendido de forma mais ampla. Nos anos de 1890, economistas já defendiam a idéia de que o dinheiro tem preço. Nos EUA, o uso do que chamo de Valor Econômico Criado (VEC) se intensificou na década de RAP O sr. concluiu o doutorado em Desde então, a situação melhorou? Malvessi - Fiz atualizações da minha pesquisa em 2003 e E concluí que o conceito de criação de valor passou a ser aplicado com mais frequência. Empresas melhoraram o desempenho e têm bons valores criados. Esse índice de geração de riqueza pode ser medido pelo preço das ações, que hoje apresentam valores muito superiores ao que foi investido pelos acionistas. RAP Ainda estamos atrasados? Malvessi Sem dúvida. Estou há mais de uma década estudando a criação de valor. E esse conceito ainda é pouco aplicado porque muitas empresas ainda não foram pressionadas pelo mercado. Tem a ver com nossa educação imediatista. As empresas não fazem análises preventivas sobre desempenho. Só começam a se preocupar quando estão endividadas e com resultados ruins. Muitos administradores não olham além do lucro e não fazem um estudo mais profundo para saber se as decisões tomadas estão corretas. A empresa sempre pode melhorar. E não é só no intuitivo. Existem técnicas para isso. A criação de valor para o acionista é uma nova tecnologia porque muda a forma de perceber e analisar. Mas o atraso não é privilégio apenas das empresas brasileiras. Basta lembrar o que aconteceu recentemente com os bancos norte-americanos e europeus, que desprezaram o planejamento de longo prazo e acabaram quebrando, o que desencadeou a crise econômica. RAP O fato de a maioria das empresas brasileiras focar seu desempenho apenas no lucro as torna menos competitivas? Malvessi Sim. Muitas empresas estrangeiras que chegam ao país trazem um modo mais sofisticado de administrar e visam a criação de riqueza. Se não nos prepararmos bem, daqui a alguns anos teremos a intensificação dos processos de O elevado custo de capital no Brasil é um problema. Mas não o único. O principal é a estratégia incorreta que vem sendo aplicada fusão e de compra de companhias nacionais por de outros países. Além disso, como o profissional que não está atualizado com os princípios da administração internacional irá trabalhar nessas grandes empresas no futuro? Ele terá de exercer uma função burocrática porque não estará apto a ocupar cargos de decisão. O administrador tem de estar preparado, já que a empresa que vem de fora compete globalmente e segue as regras do mercado internacional. RAP Como saber se a empresa está doente? Malvessi O administrador precisa sentir a realidade da companhia e identificar onde estão as dores, para, em seguida, descobrir o que fazer para eliminá-las. A empresa 24

25 PROFISSIONAL Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA - SP dar lucros e mesmo assim não ter dinheiro em caixa é um sintoma bastante comum. Lucro não é valor. Muitas empresas dão lucro e destroem valor. Temos que abrir as demonstrações financeiras para saber como está a produção, como o produto está sendo vendido, as condições em que se compra matériaprima, para depois fazer ajustes. RAP Além dos acionistas, quem ganha com a criação de valor? Malvessi Os funcionários também ganham. As empresas mais focadas no conceito do EVA buscam atrelar a remuneração variável à geração de valor. Quer dizer que, se o acionista ganha, o gestor também ganha. E isso se reflete em bonificações generosas no final do ano. RAP O senhor é professor da Fundação Getúlio Vargas há mais de 25 anos. A universidade, de modo geral, prepara os administradores para essa nova realidade? Malvessi Em centros de excelência como a FGV, sim. Mas observo que houve uma banalização da carreira. Acho que temos de ser mais exigentes nas escolas de Administração. Tem que existir um controle maior na abertura dos cursos, principalmente nos de especialização. Porque hoje é tão fácil abrir um supermercado quanto uma faculdade. Muitas fazem propagandas na Desconto televisão, para sobre alunos, cursos de pós-graduação de curta duração que ex-alunos e empresas conveniadas facilitariam a entrada no mercado de trabalho. Temos que nos preocupar com a qualidade. Na minha época, quando cheguei a São Paulo, vindo de Caxias do Sul, para cursar o mestrado, fiquei dois anos me dedicando exclusivamente aos estudos. Só depois voltei a trabalhar. Fazer o doutorado também foi um desafio muito grande. Minha carreira profissional estava num ritmo muito intenso, e tive que desacelerar para voltar ao meio acadêmico e tentar equilibrar as duas partes. Cursei meus créditos na Universidade do Texas e morei um ano nos EUA, longe da família. Cursei os créditos em Havia iniciado minha pesquisa em 1996 e defendi a tese em Foram cinco anos de trabalho, até concluir. Por isso, essa facilidade toda que vendem hoje em dia me assusta. E me preocupa. Não é possível conquistar nada sem esforço. adas Desconto para alunos, ex-alunos e empresas conveniadas

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