DIÁRIO. República Federativa do Brasil DO CONGRESSO NACIONAL SEÇÃO I CONGRESSO NACIONAL CÂMARA DOS DEPUTADOS SUMÁRIO ,.

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1 DIÁRIO República Federativa do Brasil DO CONGRESSO NACIONAL SEÇÃO I ANO XLIX - N? 84 TERÇA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 1994 BRASÍLIA - DF CONGRESSO NACIONAL Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Humberto Lucena, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, item 28 do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO N 24, DE Aprova o ato que renova a concessão outorgada à Rádio Alvorada do Sertão Ltda. para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média, na cidade de São João do Piauí, Estado do Piauí. O Congresso Nacional decreta: Art. 19 É aprovado o ato a que se refere o decreto de 4 de agosto de 1992 que renova a concessão outorgada à Rádio Alvorada do Sertão Ltda. para explorar, por dez anos, a partir de 9 de novembro de 1991, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de São João do Piauí, Estado do Piauí Art. 2 9 ~ste decreto legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, 10 de junho de Senador Humberto Lucena, Presidente. CÂMARA DOS DEPUTADOS 1- ATA DA 63~ SESSÃO DA 4~ SESSÃO LEGISLA TIVA DA 49' LEGISLATURA, EM 13 DE JUNHO DE Abertura da Sessão II - Leitura e assinatura da Ata da sessão anterior 1I1 - Leitura do Expediente OFÍCIOS N 286/94 - Do Senhor Deputado José Thomaz Nono, Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, que encaminha os PDL n?' 291 e 358, de N Do SenhorDeputado José Thomaz Nono, Pre~:dente da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, que encaminha o.pl n No 134/94 - Do Senhor Deputado Laire Rosado, Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, comunicando que declarou prejudicados os Projetos de Lei n?' 706-A/91; ; 2.538/92; e 4.062/93. SUMÁRIO ,. INDICAÇÕES Indicação n 491, de 1994 (do Sr. Ruben Bento) Sugere ao Poder Executivo a realização de estudo de medidas que viabilizem a aquisição, por parte do Brasil, de energia elétrica produzida pela usina hidrelétrica de Guri, na Venezuela. Indicação n 492, de 1994 (do SI. Osvaldo Melo) Sugere ao Poder Executivo a adoção de providências necessárias, de forma a desburocratizar as exigências do Serviço de Patrimônio da União, quando da realização de negócios com particulares interessados em seus imóveis. Indicação n? 493, de 1994 (do SI. Fernando Diniz) - Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da fazenda, a reavaliação pelo Prodesa/FNE de definição dos destinatários de suas linhas de financiamento. Indicação ily 495, de 1994 (do Sr. Fábio Feldmann) - Sugere ao Poder Executivo, através dos Ministérios da

2 9270 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 Indústria, Comércio e Turismo, Fazenda, Meio Ambiente e da Amazônia Legal e Agricultura, Abastecimento e Reforma Agrária, a adoção de medidas visando retorno do uso de crina-látex em assentos automotivos pelas montadoras nacionais. Indicação n~ 496, de 1994 (do Sr. Fábio Feldmann) - Sugere ao Poder Executivo, através do Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal, a adoção de providências necessárias ao rigoroso controle e fiscalização das indústrias que fabricam, manuseiam e comercializam produtos preservativos de madeira, inclusive as de processamento primário (serrarias). Indicação n'! 497, de 1994 (do Sr. Fábio Feldmann) - Sugere ao Poder Executivo, através do Ministério da Saúde, a adoção de providências necessárias ao rigoroso controle e fiscalização das indústrias que fabricam, manuseiam e comercializam produtos preservativos de madeira, inclusive as de processamento primário (serrarias). Indicação n" 500, de 1994 (dos Srs. José Cicote e José Aníbal) - Sugere ao Poder Executivo a designação de representantes do Governo brasileiro para acompanhar as investigações a serem realizadas pela Federação Internacional de Automobilismo - FIA, pelo Governo italiano e pela Prefeitura de Bolonha sobre as causas do acidente automobilístico que motivou a morte do piloto de Fórmula L Ayrton Senna. Indicação n" 502, de 1994 (do Sr. Laerte Bastos) Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério' da Integração Regional e da Secretaria da Administração Federal, fixação do valor da,desapropriação de terras do projeto de transposição das águas do rio São Francisco. Indicação n" 503, de 1994 (do Sr. Sidney de Miguel) - Sugere ao Poder. Executivo, através do Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal, a adoção de providências visando a retirada da Comissão Nacional de Ener c gia Nuclear - CNEN, do Cadastro Nacional de,entidades Ambientalistas do Conama. Indicação no 506, de 1994 (do Sr. Armando Pinheiro-) - Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do M,inistério, da Fazenda, exame da oportunidade e conveniência de conceder preferência na concessão às Santas Casas. de Misericórdia de revendas de casas lotéricas. Indicação n'! 507, de 1994 (do Sr. Neif Jabur) - Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Previdência Social, a implantação de uma gerência regional do INSS em Passos, no Estado de Minas Gerais. Indicação n" 508, de 1994 (do Sr. Edison Andrino) - Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem-DNER, o exame da oportunidade e conveniência de duplicação da rodovia BR-10L no Estado de Santa Catarina. Indicação n" 510, de 1994 (do Sr. Edison Andrino) - Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Minis-' tério dos Transportes, o exame da oportunidade e conveniência de duplicação da rodovia BR-101, no Estado de Santa Catarina. Indicação n' 51 L de 1994 (Do Sr. Wellinton Fagundes) - sugere ao Poder Executivo, através do Ministério dos Transportes, a inclusão de trechos de estradas federais. em Mato Grosso. no Programa Emergencial dc Recuperação Rodoviária. PROPOSTAS DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Proposta de Fiscalização e Controle n" 90-A, de 1993 (Do Sr. Nilson Gibson) - Solicita ao Tribunal de Contas da União a apuração de operação do perdão do ICMS na transação de aquisição de ações do Governo do Estado de Pernambuco; tendo parecer: da Comissão de Finanças e Tributação, pelo não acoll-. mento. Proposta de Fiscalização e Controle n" 98, de 1994 (Do Sr. Jackson Pereira) -Solicita à Comissão de Finanças e Tributação a realização de auditoria no Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS, que verifique sua posiç'ão patrimonial e os procedimentos de controle utilizados. Projeto de Decreto Legislativo n" 379-A, de 1993 (Da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informátiça) - Mens. 295/92 - Aprova o ato que renova a permissão da Rádio Comunicadora FM Ltda., para explorar serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada. na cidade de São Gonçalo. Estado do Rio de Janeiro; tendo 'pareceres: da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática pela aprovação; e da Comisão de Constituição e Justiça e de Redação pela constituci0 nalidade, juridicidade e.técnica legislativa, contra os votos dos Srs. Menjes Ribeiro, José Genoíno e Edésio Passos. Projeto de Decreto Legislativon" 391-A, de 1994 (Da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática) - Mens. 323/92 - Aprova o ato que renova permissão à Rádio Cultura de Alegrete Ltda., para explorar serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada, na cidade de Alegrete, Estado do Rio Grande do Sul; tendo pareceres: da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. pela aprovação; e da Comissão de ConstÍll!ição e Justiça e de Redação pela constitucionalidade. juridicidade. e técnica legislativa. contra os votos dos Srs. Edésio Pass.os, Mendes Ribeiro e José Genoíno. Projeto- de Decreto Legislativo n" 1>97-A, de 1994 (Da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática),-Mens Aprova o ato que outorga permissão à Executiva FM Ltda., para explorar serviço de radiodifusão SOD'Jra.em freqüência modulada. na cidade de Salgueiro. Estado de Pe-rnamhuco: tendo pareceres: da Comissão de Ciência e Tecnologia. Comunicação e Informática. pela aprovação; e da Comissão de Constituição c Justiça e de Redação. pela constitucionalidade. juridici-, dade e -técnica legislativa. contra os votos dos Srs. Hélio Bicudo. -José Dirceu e José Genoíno. PRESIDENTE (B. Sá) - Inexistência de quorum para ahertura da sessão. PRESIDENTE (B. Sá) - Ahertura da sessão. NILSON GIBSON (Como Líder) -Aprovação. pela Câmara Municipal de Olinda. Estado de Pernambuco. de voto de congratulações ao orador. por discurso proferido no plenário da Câm.ara dos Deputados sobre progblemas dos "lixões" localizados no Município. IV - Pequeno Expediente MARIA LAURA - Prévia implantação da isonomia salarial entre os servidores dos três Poderes para a posterior criaç,lo de cargos de confiança no âmbito do Executivo. Urgente envio ao Congresso Nacional, pela Presidência da República. de projeto de lei sobre o reajuste do valor

3 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Terça-feira do salário mínimo. Assassinato do sindicalista José Luiz Sundermann, em São Carlos, Estado de São Paulo REDITÁRIO CASSOL - Excessos de autoridades na repressão a abusos do poder econômico. JOÃO FAGUNDES - Ato de protesto da Banda dos Fuzileiros Navais contra os baixos soldos. i AUGUSTO CARVALHO (Como Líder) - Sobretaxações dos serviços bancários com o advento do real. Movimentação dos recursos públicos pelo sistema financeiro privado. PAULO PAIM - Baixa remuneração dos servidores civis e militares. Urgente definição de uma política salarial. COSTA FERREIRA (Como Líder) - Liberação, pelo Ministério do Bem-Estar Social, de recursos para implantação de infra-estrutura urbana em São Luís, Estado do Maranhão. FRANCISCO RODRIGUES - Omissão da Mesa Diretora diante de reiteradas ocorrências de furtos nas dependências da Casa. Repúdio à proposta de redução do número de representantes das bancadas das Regiões Norte e Nordeste na Câmara dos Deputados. PRESIDENTE (B. SÁ)-Garantia, pela Presidência, de adoção das providências pertinentes em face das reclamações do Deputado Francisco Rodrigues. EXPEDITO RAFAEL - Asfaltamento da estrada Ouro Preto do Oeste-Mirante da Serra, conhecida como Linha 81, no Estado de Rondônia. APARÍCIO CARVALHO - Conveniência de modificação do Projeto de lei n , de 1993, que dispõe sobre o Sistema de Segurança Pública e estabelece normas gerais de organização das Polícias Civis nas unidades da Federação, no tocante aos Institutos de Identificação e aos seus servidores. Prévia implantação da isonomia salarial entre os servidores dos três Poderes para a posterior criação de cargos de confiança no âmbito do Executivo. FERNANDO CARRION - Atraso na aprovação do Orçamento Geral da União para Devolução do empréstimo compulsório incidente sobre a aquisição de veículos e de passagens aéreas internacionais. Elevaçãodo preço da vacina contra a frebre aftosa no Estado do Rio Grande do Sul. Transcurso do 1299 aniversário da Batalha Naval do Riachuelo. Incremento dos recusos orçamentários destinados à Marinha brasileira. B. SÁ - Êxito da última campanha de vacinação infantil. Desempenho do Ministro Henrique Santillo à frente,da Pasta da Saúde. CHICO VIGILANTE - Reportagem da revista Veja sobre a qualidade dos noticiários da Radiobrás divulgados pela RádiO Nacional NEY LOPES (Como Líder) - Construção de porto fluvial em Caracaraí, Estado de Roraima. FLÁVIO ROCHA - Anúncio do pedido de registro, junto ao Tribunal Superior Eleitoral, da candidatura do orador e do Prof. Vadihel Loredo Júnior para Presidente e Vice-Presidente da República nas eleições de 3 de outubro. OSVALDO MELO --'- Assassinato de trabalhadores rurais e líderes no Estado do Pará. MENDONÇA NETO - Anúncio da candidatura do orador a Deputado Estadual. Apresentação, pelo PEDT, de candidatos a cargas majoritários no Estado de Alagoas, nas eleições de 3 de outubro. V - Grande Expediente NILSON GIBSON - Projeto "Pedra Bonita", resultante de parceria entre o Governo do Estado de Pernambuco e a iniciativa privada, para exploração de recursos minerais não-metálicos existentes no território pernambucano. PAULO MANDARINO - Proposta de nova política habitacional para o País. CHICO VIGILANTE - Compromissos do PT com o trabalhador brasileiro. Perspectivas de vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 3 de outubro. FETTER JÚNIOR - Razões determinantes da estagnação do desenvolvimento nacional. VI - Comunicações Parlamentares (Não houve oradores inscritos) VII - Encerramento 2 - ATOS DO PRESIDENTE a) Nomeação tornada s/efeito: Carlos Roberto Couto b) Exonerações: Ênio Antônio Marques Pereira, Marcos Azize Soares. c) Nomeações: Georgete Azize Abrahim, Paulo Roberto Fagundes. d) Dispensas: Carlos Roberto Maranhão Coimbra, Nelda Mendonça Raulino. e) Designação por acesso: Nelma Mendonça Raulino ODesignação: Virginia Rocha Studart e Wilma Cavalcanti Rizzo Filha 3 - ATO DA PRESIDÊNCIA - Constituir Comissões Externa, para, conjuntamente com a Universidade de São Paulo - USP, prestarem homenagem ao Professor e Homem de Ciência, Deputado Florestan Fernandes. COMISSÕES 4 - ATAS DAS COMISSÕES a) Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, 13' reunião (Ordinária), em , 14' reunião (Ordinária), em b) Comissão Especial destinada a apreciar e dar parecer sobre o PL n 3.710/93 que "Institui o Código de Trânsito Brasileiro" e seu apenso (PL n ), l' reunião Ordinária - Instalação e Eleição do Presidente e Vice-Presidentes (com notas taquigráficas), em ; 2' reunião Ordinária (com notas taquigráficas), em ; 3' reunião (Ordinária - Audiência Pública) com notas taquifráficas, em ; 4' reunião (ordinária - Audiência Pública), com notas taquigráficas, em ; 5' reunião (Ordinária - Audiência Pública), com notas taquifráficas, em ; 6' reunião (Ordinária - Audiência Pública), com notas taquigráficas, em ; 7' reunião (Ordinária Pública), con notas taquigráficas, em ; 8' reunião (Ordinária), em ; 9' reunião (Ordinária), em ; 10' reunião (Ordinária), em ; 11' reunião (Ordinária), em ; 12' reunião (Ordinária), com notas taquigráficas, em ; 13' reunião (Ordinária) com notas taquigráficas, em , em 1"-12-93; 14 reunião (Ordinária), com notas taquigráficas, em DISTRIBUIÇÃO DE PROJETOS a) Comissão de Minas e Energia, n" 4194, em b) Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, 24194, em MESA 7 - LÍDERES E VICE-LÍDERES 8 - COMISSÕES

4 9272 Terça-feira 14 DIÁRIO Dq CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 Ata da 631;\ Sessão, em 13 dejunho de 1994 Presidência dos Srs. B. Sá, 4'-' Secretário e Nilson Gibson 2'-' do artigo 1'-' do Regimento Interno o SR. PRESIDENTE (B. SÁ) - Não havendo quorum regimental para abertura da sessão, nos termos do 3 9 do art. 79 do Regimento Interno, aguardaremos até meia hora.para que ele se complete. ÀS 14 HORAS E 24 MINUTOS COMPARECE O SE- NHOR: VICENTE FIALHO FLAVIO ROCHA B. Sá NEY LOPES RORAIMA AVENIR ROSA FRANCISCO RODRIGUES JOAO FAGUNDES LUCIANO CASTRO AMAPA PP PTB PMDB PPR EFRAIM MORAIS VITAL DO REGO NILSON GIBSON CEARA RIO GRANDE DO NORTE PARAIBA PERNAMBUCO VALDENOR GUEDES PP ALAGOAS PARA' HlLARIO COIMBRA OSVALDO MELO PAULO TITAN EZIO FERREIRA JOAO THOME RONDONIA APARICIO CARVALHO EXPEDITO RAFAEL REDITARIO CASSOL ACRE FRANCISCO DIOGENES RONIVON SANTIAGO ZILA BEZERRA PAULO MOURAO COSTA FERREIRA EURICO RIBEIRO AMAZONAS TOCANTINS MARANHACi PTB PPR PMDB BLOCO PMDB PSDB PMN PP PMDB PPR PMDB PPR PP PPR MENDONCA NETO BAHIA CARLOS SANT' ANNA JABES RIBEIRO ULDURICOPINTO EUCLYDES MELLO LIBERATO CABOCLO MINAS GERAIS GENESIO BERNARDINO HUMBERTO SOUTO WAGNER DO NASCIMENTO ESPIRITO SANTO ETEVALDA GRASSI DE MENEZES AMARAL NETTO RIO DE JANEIRO SAO PAULO AUGUSTO CARVALHO BENEDITO DOMINGOS CHICO VIGILANTE JOFRAN FREJAT DISTRITO FEDERAL BLOCO PL BLOCO BLOCO PDT PMN PDT PP PSDB PSB PMDB BLOCO PP PTB PPR PRN PDT PPS PP PT PP

5 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Terça-feira MARIA LAURA OSORIO ADRIANO PAULO OCTAVIO SIGMARINGA SEIXAS I - GOlAS PAULO MANDARINO BASILIO VILLANI NELSON MORRO PARANA SANTA CATARINA ALDO PINTO FERNANDO CARRION FETTER JUNIOR JOAO DE DEUS ANTUNES PAULO PAIM VALDOMlRO LIMA RIO GRANDE DO SUL ABERTURA DA SESSÃO O SR. PRESIDENTE (B. Sá) - A lista de presença registra o comparecimento de 54 Senhores Deputados. Está aberta a sessão. Sob a proteção de Deus, e em nome do Povo Brasileiro, iniciamos nossos trabalhos. O Sr. Secretário procederá à leitura da ata da sessão anterior LEITURA DA ATA O SR. NILSON GIBSON, servindo como 2" Secretário,' procede à leitura da ats da sessão antecedente, a qual é; sem observações, aprovada. O SR. PRESIDENTE (B. Sá) - Passa-se à leitura do Expediente. O SR. PAULO PAIM, servindo como 1') Secretário, procede à leitura do seguinte EXPEDIENTE PT BLOCO PRN PSDB PPR PPR BLOCO PDT PPR PPR PPR PT PDT Ofícios Do Sr. Deputado José Thomaz Nonô, Presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, nos seguintes termos. at. n Q P-286-CCJR Brasilia, 19 de maio de 1994 A Sua Excelência o Senhor Deputado Inocêncio Oliveira DD. Presidente da Câmara dos Deputados Nesta Senhor Presidente, Apreciados em reunião ordinária realizada por esta Comissão no dia 2 de fe',(ereiro do corrente, envio a Vossa Exce- lência para as devidas providências regimentais os PDL n" 291 e 358, de Aproveito o ensejo para renovar a Vossa Excelência meus protestos de elevada estima e consideração. - DeputadoJosé Thomaz Nonô, Presidente. Of. n~ P-331/94 Senhor Presidente, Apreciado em reunião ordinária realizada por esta Comissão, encaminhando a Vossa Excelência, para as devidas providências regimentais, o Projeto de Lei n 4.147/93. Aproveito o ensejo para renovar a Vossa Excelência meus protestos de elevada ~stima e consideração. - Deputado José Thomaz Nonô, Presidente. Do Sr. Deputado Laíre Rosado, Presidente da Comissão de Seguridade Social e Familia, nos seguintes termos: Ofício n 134/94-P Brasilia 8 de junho de 1994 A Sua Excelência o Senhor Deputado Inocêncio Oliveira DD. ~residente da Câmara dos Deputados Nesta' -. Senhor Presidente, Comunico a Vossa Excelência que, nos termos do artigo 164, inciso I e li, do Regimento Interno, declarei na Reunião Ordinária de hoje, prejudicados os Projetos de Lei de n'" 706-A/91; 2.479/92; e 4.062/93, conforme relação em anexo com as emendas e justificativas, nos termos do artigo 163 do Regimento Interno. Atenciosamente, - Deputado Laíre Rosado, Presidente. RELAÇÃO DOS PROJETOS DE LEI PREJUDICADOS, REFERENTES AO OFÍCIO N" 134-P/94 1) Projeto de Lei N" 706-A/91 - do Sr. José Carlos Coutinho que dispõe sobre exigência e contribuições previdenciárias em processos trabalhistas... Justificativa - Prejudicado segundo o artigo 163, inciso I, do Regimento Interno, pois a Lei n" 212, de 24 de junho de 1991, em seus artigos 43 e 44, já acolhe a finalidade deste Projeto de Lei. 2) Projeto de Lei n 2.479/92 - do Sr: Paulo Ramos - que "torna compulsória a entrega pelo empregador ao empregado, por ocasião do pagamento do salário, dos comprovantes do recolhimento das contribuições obrigatórias relativas ao mês anterior e dá outras providências". Justificativa - Prejudicado conforme dispõe o artigo 164, inciso 11, do Regimento Interno, pois nesta legislatura foi aprovada a Lei n~ 8.870, de 15 de abril de 1994 a qual regula a matéria em seus artigos 3 Q e 4 Q 3) Projeto de Lei n l ' 2.538/92 - do Sr. Orlando Pacheco "que dá nova redação ao artigo 38 da Lei n') 8.213, de 24 de junho de Plano de Benefícios". Justificativa, Prejudicado, pois o dispositivo que este projeto visa alterar foi revogado pela Lei n" 8.870, de 15 de abril de ) Projeto de Lei n~ 4.062/93 - do Sr. Jackson Pereira - que "estabelece a exigência de quitação com as contribuições à Seguridade Social para a obtenção de empréstimos e financiamentos junto às instituições financeiras federais". Justificativa Prejudicado conforme dispõe o artigo 163, I, do Regimento Interno, pois a Lei n~ de 15 de abril de 1994, em seu artigo 10, já atende aos objetivos almejados por este Projeto de Lei.

6 9274 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 INDICAÇÃO NO 491, DE 1994 (Do Sr. Ruben Bento) Sugere ao Poder Executivo a realização de estudo de medi das que vlabilizem a aquisição, por parte do Brasil, de energia elétrica produzida pela usina hidrelétrica de G~ ri, na Venezuela. negativos ao meio ambientei o aumento do intercâmbio comercial entre o Brasil e a Venezuela. Faz-se necessário, portanto, em face do exposto, que o Ministério de Minas e Energia estude medidas que tornem factível a compra de energia elétrica produzida na hidrelétrica de Guri, na Venezuela. (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Sala das Sessões, em \ C de }...\.(LC.t.., de t fato conhecido que o setor de energia elétrica brasileiro passa por profunda crise, de que s6 poder! sair apó. uma reestruturação drãstica do modelo hoje adotado para seu funcionamento. Essa crise nada mais é, na verdade, do que um reflexo da cri~. que assola toda a economia brasileira, fruto do esgotamento de um modelo baseado na substituição de importações e na intervenção maciça do Estado como alavanca para o cresci_nto, através de grandes obras de. infraestrutura. O setor elétrico é, sem dúvida, o exemplo maia acabado de aplicação desse modelo, no que toca... obras de infra-estrutura, e, por 18S0 1 sofra agudamante com essa crise. o modelo de atuação do setor elétrico funcionou a contento durante largo periodo, permitindo que a capacidade instalada de geração de energia elétrica passasse, no Brasil, de 6 gigavatts-hora, ell 1963, a 52 gigawatts-hora, em 1992, isto 6, crescesse quase nove vez.. em um intervalo de praticamente trinta anos. Graças a isso, o pror.esso de expansão de nossa economia pode contar sempre com o ~POiO da energia elétrica. Hoje, entretanto, a situação é bem outra: o Estado nã;" consegue mais obter financiamentos externos para' ~ construção das usinas elétrica, e as obras de expansão do eistema estão praticamente paralisada8. A triste realidade ê que somente a recessão econômica tem evitado o racionamento de enrgia elétrica. se esta é a situação do Brasil, no geral, muito mais grave é a situação da Região Norte.. A Região Norte sempre foi uma região. desassistida de energia elétrica, e o atendimento de suas necessidades não consta entre as prioridades do planejamento do setor elétrico. Mesmo nos períodos de otimização no sistema de 8uprimento, a demanda reprimida de eletricidade, tolhedora do desenvolvimento, foi muito alta na Região Norte. Hoje, com o setor em crise, o raçionamento que ameaça a. demais regiões do Brasil jã é uma triste realidade na Regii.o Norte. AlI interrupçõ no fornecimento de energia elé~rica cheg... a alcançar seis horas em capitais como Porto Velho e Boa Vista. E as perspectivas de melhora são poucas e discutivei Ao meamo tempo, do outro lado da fronteira, perto de Roraima, temo. a u.ina hidre16trica de Guri, na Venezuela, waa da. maiore. do mundo, coza qrande excedente d. energia e16trica disponivel, pois foi superdijll8n.ionada, e' qu.rendo vender sua energia para o Brasil. Entre o. beneficio. que adviri... de tal compra, pod... citar a interconexão e16trica entre o Brasil e a Venezuela, marco da integração dos mercados latino-americanos, tão buscada por noss05 paises; o atendimento ao mercado consumidor de energia elétrica da Região Norte, dinamizando o seu desenvolvimento, em especial o do Estado de Roraima;. a adoção de um meio de suprimento que não traz impactos Senhor Presidente, Requer o envio de Indicação,ao Poder Executivo, para sugerir estudo de medidas que viabilizem a compra de enerqia elétrica produzida pela usina hidrelétrica de Guri, na Venezuela. No. terlllo. do art. 113, inciso I e SI., do RIlgJ..ento Interno da Clmara dos Deputado., requeiro a Vossa Excelência seja encaminhada ao Ministro de Estado de Minas e Energia a Indicação anexa, recomendando ao Poder Executivo a adoção de medidas que viabilizem a aquisição, por parte do Brasil, de energia elétrica produzida pela usina hidrelétrica de Guri, na Venezuela. REQUERIMENTO N., DE 1994 (DO SR. RUBEN BENTO) Sala das sessões, em}c de l\.cclll "I!-, oepn{ado RUBEN BENTO INDICAÇÃO N 492, DE 1994 (Do Sr. Osvaldo Melo) de Sugere ao Poder Executivo a adoção de providências neces sárias, de forma a desburocratizar as exigências do Ser viço de Patrimônio da União, quando da realização de ne gócios com particular.. interessados em seus imóveis. - (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Na ror...d_itlda no lncl.o I do art. 113 do R.gi.ento Interno, ror.ula.o. Vo Exc.l'ncia a guint. INDICACAD,} 4q~}'l'l p.ra que o Pod.r Ex.cutivo.dot. a. providlnci ".c ri, d. ror a da.burocratizar exlg'nci do 1'viço d. P.tri.~ nl0 da Unllo quando da r 11z.,.lo de negócio co. p.rticular ' int.r do. e u. I.ó".i.,.olicltando dir.t ent. ao. c.rtório. d. regl.tra. d. I.á".i. oa docu.ento. n.c rio. ira!. 11z..;lo d. trena.ç.o. cs2q.<..-e~oe..-u'0 ~) Deputeda DSVALDO IIELD ;Y

7 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIQNAL (Seção I) Terça-feira Senhor Presidente, SenhoriS e Senhores Deputados: Pronunciamento proferido pelo Excelentíssiftlo Senhor Deputado OSVALDO MELLO.PPR/PA, na se ao de I o Ill~. I 94. Recebi em meu gabinet., denúncias de exacerbada burocracia praticada pelo Serviço de PatrillOnio da Unilo-sPU contra lquel que putenau possuir illlóvei. ligados il Unilo. A lista de documentos exigioos retr6grada farmal. PosSui caract!rísticas detalhistas de dar inveja aos cart2, rios de registros de i'tlóveis existentes em nada contribui para gerar L.!f1 fl;.j;(o aceitá... el de negaciaç~o entre o Governa e os oreten Oe,.,tes à aquisição de seu patrimônio. E~sa burocracia contraria os interesses da própria União, pois retarda o recebimento de recursos em troca dos seus imóveis. De que valeram todos os esforços para a destlurocra... tização, envidados pelo ex Ministro Hélio Beltrão? S.erá Que o princípio filosófico que permeava suas ações perdeu todas as suas cara~ terísticas. governa após governo'? Digo isto porque os dados flj,nda mentais para a concretilaç~o de um negócic entre as oartes, podem oerfeitamente ser encontrados nos próprios cartórios de registro de imóveis. Nada mais simples e rápido que o Serviço de Patrimônio da União solicite esses dados diretamente aos cartórios, pois tudo o Que se pede além ao Que já está contido nos registros cartoriais, é supérflua, ultrapassado e incompatível com os principias administr! tiyos à. beira do século XXI. Tenha certeza, Senhor Presidente, se a iniciativa fosse da alçada desta Casa, faria imediatamente um Projeto de Lei capaz de acabar com tal burocracia. Já que a iniciativa pertence ao Poder E)(ecutivo, cabe-me fazer uma "INDICAÇAD" para dar rim ao oroblema que agoniza milhares de cidadlos Que se encontram barrado~ pelos entraves burocráticos da máquina estatal. llao'. Sr. Ilr. DepuW-!'lderal OSVALDO SAllPUO 1lEtO. Belía-Pl. II a. a1lr SlDh... 4.,..W. SU"Y~.. JI"...te p&i'a coa Z'llI}le1 to lilicc'1 a V... atrad. 4. dll~[ante...~1pado Pr.:.to d. Le1. a cnav&o 4. I.:II n:d!!!l QU' nh 4'!bHroc"t'rMSip t=--114a4 eq Ierad& ezc.a1t& ui.tente.11 = órão da j4a1ili.~io J'I1bJ.lca :P.4! ralo 4oacC.u4a ID'U s.mcc 4c l'a1lr1llóll1o da liil1.io.,..,1&laedte 11. tlo...te à J:!lUWIZ.lC1O CAD.t.Sl'I!.lXII!O 4. ten'nc. di ar1jlila. uria cc.o c. ~ ~11 da União.,~ço apelo Ilhcr d.pataclo. por,.....1"011 iaocllfonmo :ljl41pado a o sc to!wll1- uic!i gim à "'los qui pretlrdd. po.m:..uo iaó'y.l1.1p4o à t!p1io. Coa atl1to. 'bta,."._ 1...!".Zza., a ftlto. po1jllllla...d& que 4.1%& 4. 1ZICN. ao cm. P!i bl1co. te4ara1.,,.". culpa ~"' zc1...1 ldte 4 OIltlrllft que, a U1câao1& à ncular1_io ea4a.tro c 1Zl'Cft _ ft1&qio lltc. uic1ac. pile SPl1 àqul. tia. l'drqui, PaJ'9!l... liiínu tip "Q.ltnd08.a Cartór;.o de :.mó".j.' do local do 1aÓT.l qu..agir aq,uel. docua.nto. rlgut:"a o ué""1. rntando d... tor=a qu. 1.n.gr e no. Cotn. P'I1bl1co. f. ~a.7" do spc. o qual POd'z1a coa o.., ao.t.i"" t1clcia nl';l.tr&r O. ijaótlu nlac1oll&do. c.a a União. j.iap1.. U. ob.."..,açio. í prer.rí".l ir.. Cut6n. de J'I1.1j!"Jl d. I aó".1. ta..r r.g1.1lro d. terr.1lo d. aar1.iiha d. que Procurar o llpu qu. qna ob.t'a!!lp!!p!c1lho ao né.tro ada.1:zo0 1l0~_ a...,..ta opi..u1ào... rec1atro.11ll1lla o outro. Porque...tio Dio. IZ1IÚ' am". ' qu. S1a' 1lIl1oa :rclu";'.,... qui IJI6V1I~ LIGJ.I)O~ 1!!IIlO, j.. reé.t:rado. IlO SPlJ a.r.ito "Dia 0IIIlD" _ ror-ll_oa u;i,' cêllclaa ldo_rltlll coa o p.der.qu.i.1t1to da 1Z"IDd. Miaria d. liil1a_e d pert.dolllt a ljn1io la T" 41 Cart,sr1o CpIIIDl' COIlO...,1 Ilobr. lleputado, o. nillo!oll oe IICtIaSOS que potl.r1...'ter 1l:lÇ'e.1I&Ildo 110. Catr. Pi1b11co., 1io ao. ootzow. _UoulN'e.. tudo 40"'140 ao.zc...o d. 0:1...1a. ~ {l.(,[~ ~.("IA'JIAo r--' cw,r,.;()~ r -. aall41çõ... oerto..,ue.dcolltrve1 JOr,."tI a.!".zoa... t... a tma4o COIlO la td. d.putado. te4.ra1. liaú atlllaatle.. badoa4a ~,.,..1 l.ta 01>~.t1'1'&1l4.a~allU'...,.. a Brocne1a, f-u_ tr:r1pdaiu _...ba4u 110 S1'1l ao tillllt&rio ~!'aalll4a ai... aer Z'l8UJ.14:'á 1ZICN_o d.,...b&l' _. ui1ae--' I., c...1tuaçio atul.. te._. lag1oaal, te U.otoIIia 4. "'11._ oa... I1'.Uo. que la h1p<!ti.. pode eollt!' _,.aloo"'; latl1ro U.,.". Ia!".Zoa 110 t lhe tor"... o 'UI PNc1IU _tido c ",. 1Ia1. for JlZ'ICl1. l_ala_te DOCUt,!'U'!'O'; '1!:cr~~Jlp.lo:. ri,'.!' rrn] ')",\ IH" n~'ilt""';':'" l:il TI:P.P.I:1l0!lA U'ilÂO rr.!ll:r.:.l 1- RequeriDlento dirir.ido.0 5r. fjr. Luclo n.''''~05. T"lf'!l~rado '1-1 r.:l,~ r.i2ici4 do rl1trimonio da Uniiio 110 r'1r.;. 2- lio requerimentc', dl"vem constar: 1>:Il11C ~l;:) 1... lupl rllt~...'.,,: ~ :..: ia. local do terreno. se. rc'1uericla a O-:UI "'';.iu. HII!llti l..ld~ " rio! - querente. J- Cópias Xerox rlos l'ler.'jitltes c1ocu... ~ntoo; ('I'1J I'r~cj::-,,\ ("Jtel"ltl.C'ilrt 1- Carteira r.;e Idenei:1ade 2- Titulo di! eleitor (Atualizaao). j... c.p.r. (;.~ Jali;o:,']d:J) Cetti-jão r.!1! casar.lerlto (Se f:j:-casa'.io (,,)). 5- Ooc~r.1l!nto que cor-p:-o... e ã. r~s.:.::;~l1o;l,' (. ~:l:. ~'! ;'O:IJ,' "'J l.jz). ~ - Preenchi;:- "1:0 do" r ~- Sete fotop... afias llv.. _._,,) 9~li tiréldi:s 'JO terr~n() e -J')'5 ::Ci, feitorias, tiradas e:n dial".onal de fr~nte c fawios... ~lor "1 '15. Flanta Cro,,;'.:.:s do terreno, feito e', orl.l":ni\l "Oi1re~.'as:",:!l..:j~) IH Z:scala 1:5J~-. COllt.lI:::J tq:las as r;if.'!n!:t:~:...í.. ptr':" ~.j'r':'õ!. t; ol. do ter~'e;a ':.:... ::" f'lanta c,!i;e~ ag:;:','1 como 11,in:'1 l'ii,.: ti,1 ""li;". '.' 0:>5: Se a b~nfeitorio1. for tlutr::> tíjhj sr".. r" "'r"l";l.j.'.. rr <.;,.;5 deverá ;'il.r.lb;'11 5~r.a?r"'!O:;~lIt"3dt1 [Ir! I 11' a r.lesl.a es,=~la,!., terr ello 1_ Ar, pli\nt~!', devt"r5o ser.:tprc!r.~n:' H~':,-; núm.em da. quatro (4),!- Se o terreno", já possuir alr,uln tir" ~e rl",=,"-"'"/o.1c~o Que CC1rpro v. a rropried~de, devlreí s~r arre!;l!n ta,l" Il'~.,"l c';l'il3!es l~ 010':1.0:-.:." lo (ti.o rrlcil!:~ ser..utl!rtieau" r.m 1..:'1"tól'i",). 9-:.. Ilouver pa,"~"ll.nto d. lüudr.,"io alltecill."\do......l::ãi.io,i.. ln.,\fla'ljão ::I. co,"pr., tllrnhé", deverá,.:!... ftl,r f1taoi-j I., 10- Tan'to rio. r1rlont, roto~rt'\ril\(ii f'! l\.,.,ori.t IlfJ'5f:"i l i v,.. l!f:ver"o ser' "sltin.doll "eln. rroi:::' inn..j. tio n.""'1 f"1j -1fl1'lllt>lur., rtup. rcalizã.ram os serviçol :-:ní:.o!' :te lf: ~1'r.!"W ClllÍl'!'=':'i... rlüo:;/ citada. rlll.nto,. po.

8 9276 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 lndicação N 493, DE 1994 (Du SI. FeDtando Diniz) Sugere ao poder Executivo, por intermédio do Ministério da Fazenda, a reavaliação pelo PRODESA/FNE de definição dos destinatários de suas linhas de financiamento. (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Nos termos do art. 113, inciso I e parágrafo 10 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, sugerimos ao poder Exe~~tivo que, mediante ação dos órgãos competentes (o Ministério da Fazenda e o Conselho Deliberativo da 5UDENE), promova uma reavaliação do PRODESA, um dos programas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, em particular no que tange à definição dos destinatarios de suas linhas de financiamento. O PRODESA (Subprograma de Apoio Creditlcio à Reorientação da Pequena e média Unidade Produtiva Rural do SelQ.i-á.rido Nordestino) é um dos componentes do Programa de Difusão Tecnológica Rural, administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A., mediante o qual se pretende promover a modernização tecnológica da agricultura de base nitidamente f~iliar daquela extensa e fustigada reqião. Principal instrumento do PRODESA são linhas de crédito em condições favorecidas cujos destinatários são: a) "pequenos e médios proqul:.ores rurais, que detenham a posse de imóveis, com área qlobal de até 500 hectares, e que satisfaçam, cumulativamente, às sequintes condições: i) residam no imovel objeto de financiamento ou nücleo urbano próximo ao empreendimento financiado; ii) dediquem-se, exclusivamente, à exploraçào de sua unidade produtiva. b) profissionais de ciências a9r6.ria.a qu!l.' além de satisfazerelll às condições dos inc~sos ~ e ~~ da alínea anterior, comprometam-se a colaborar na difusão do modelo de exploração previsto no programa, prestando aaflistência...:lcnica aos demais financiados e permitindo a vi15i't.ii ::'"::1 grupos de produtores a seus empreendimentos" (InformaçÕes BAliaol sobre o FNE. Banco do Nordeste do Brasil S.A., 1993, p. 40). Concordamos plenamente com os objetivos e 08 m6~odos de ação do PRODESA. O que a presente INDICAfÃO propõe, uaa reinterpretação da alinea b, acima, de forma a ampliar o universo dos beneficiários do projeto, aumentar sua efic4cia e simultaneamente corrigir clamorosa8 injustiças. Nos8os motivos são expostos a seguir. Não faz sentido conceder beneficios financeiros a agricultures sem promover a modernização de seus rudimentares padrões tecnológicos. A modernização dos métodos de produção, por sua vez, pressupõe um intenso processo educativo que vai muito além da mera disseminação de informações. O agricultor tem de ser convencido da superioridade técnica e econômica da nova tecnologia, do contrário não a adotarão Os "campos de demons'tração", mediante os quais os agri<. '11tores podem certificar-se, na prática, das vantagens de delerminada inovação constituem um dos instrumentos de maior alcance de que têm lançado-mão os serviços de extensão rural do nosso e de outros paises. A disseminação dessas "campu~", comprovadamente, tem enorme poder amplificador do trabalho dos extensionistas. Infelizmente, o instrumento dos campos de experimentação é tão dispensioso quanto eficiente. Multiplicá-los estaria fora de alcance dos apertados orçamentos de nosso Ministério e secretarias estaduais de agricultura. Como então proceder? O que os administradores do PRODESA intuiram e imediatamente passaram à pratica foi a idéia de que empreendimentos conduzidos por profissionais da área das ciências agronômicas, podem facilmente, e a baixo custo para o erário público, transformar-se em "campos de demonstração" para a extensão rural. Esta é a sábia justificativa da inclusão dos profissionais das ciências aqrárias entre os potenciais beneficiários do FNE. Que falha, então, constitui o objeto da presente INDICAÇÃO? Ao passar das intenções à prática (possivelmente sob pressão de interesses corporativistas), interpretou-se como "profissionais de ciências agrárias" apenas os portadores de diplomas de curso superior, em flagrante desconhecimento de nossa realidade rural e injustificâvel discriminação contra os técnicos de nível médio. Esses técnicos constituem a grande maioria dos extensionistas que atuam na região, ~m particular, em áreas afastadas de centros urbano!!, justamente onde é maior a carência desses profissionais. Na vasta maioria da reglao, técnicos de educação secund~ria são os únicos que se conhece. Exclui-los ~u~ beneficios do Programa equivale a excluir áreas inte~r~~ da possibilidade de jamais ver um "campo de experimentação". Os técnicos de nível médio exercem sua profissão de extensionistas e participam do processo de educação do produtor rural da mesma forma como o fazem os profissionais de nivel universit6rio. Diferencia-os a capacidade; de lidar com alguns problemas para om quais a educaç!o superior pode ser importante. Tais problemas, no entanto, eatão longe de preencher o cotidiano do extensionista. Dado o baixo nível de sofisticação daa pr6.ticas agricolas no semi-!rido nordestino, OIS conhecimentos adquiridos nas escolas técnicas, particularmente quando somados a anos de experiência, qualificam sobejamente 08 quadros de noflboa profissionais de nivel médio para o trabalho que vêm realizando no campo da extensão. Além do mais, se não h6. obstáculos legais que impeçam que técnicos de nivel médio exercem a atividade de extensionistas, não devera haver impedimentos a que desfrutem de beneficios a que seus colegas de nivel superior s6 farão jus se exercerem a mesma atividade. Louva-se a iniciativa do apoio a08 profissionais que atuando, eles próprios, como empres~rios agricolas sentem mais d~ perto as oportunidades e a8 dificuldades do homem do campo. Mas discorda-se veementemente da exclusão, justamente, daquela categoria que tem se mostrado a mais atuante e a mais co~prometida com a transformaçbo de nossa realidade rural. Em vista. dessas considerações, sugerimos ao Ministério da Fazenda que instrua o Banco do Nordeste do Brasil a rever a interpretação dada' à expressão "profissionais de ciências agrárias" de forma a nela incluir os técnicos de nivel médio e, assim fazendo, levar 0& beneficios do PRODESA às vastas áreas onde não há outro técnico agrícola que não seja o de formação secu9d~ria. Pelo que entendemos apresentar de positivo para a agricultura do semi-árido nordestino, solicito o apoio desta Casa à presente INDICAÇÃO. Sala das Sessões, em de J. de Deputado FERNANDO ~trto REQUERIMENTO NO, DE 1994 (Do Sr. Fernando AlbQrro ~iniz) \ DINIZ Requer o encaminhamento ao Poder Executivo da Indicação, em anexo, sugerindo alterações no PRODESA/FNE. Senhor Presidente: Requeiro d Vossa Excelência, na forma do art. 113, 1nciso I e paragrato 10 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, seja encaminhado ao poder executivo (Ministério da Fazenda e Conselho Deliberativo da SUDENE) a anexa IDdicaçãoj' em que se sugere que os profissionais de nivel médio da área de ciências aqrárias sejam incluídos entre os beneficiários do PROOESA (Subprograma de Apoio Crediticio à Reorientação da Pequena e Média Unidade Produtiva Rural do Semi-árido Nordestino), um dos programas do, Fundo Constitucional do Nordeste (PNE), administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil. JUSTIFICAÇÃO o PRODESA é um dos programas que, por sua concepção e pela forma como tem sido conduzido, mais tem merecido nossos aplausos. Urge, por isso, que seja ampliado de forma a cobrir, de fato, e não apenas por intenções, as vastas áreas isoladas do semi-árido nordestino. Para isso,. estamos sugerindo às autoridades competentes do Poder executivo, a inclusão de profissionais de nivel médio da área das ciências agrárias, entre os beneficiários deste programa. Atualmente, apenas portadores de diplomas de nivel universitáric podem candidatar-se a uma. de suas linhas de financiamento. Acreditamos que, aceita nossa proposta, a maior parte da região, que não conhece outro técnico agrícola que não seja de nivel médio também possa se beneficiar do Programa.

9 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Terça-feira Esperamo. que a nossa sugestão venha a ser acolhida pelo Poder Executivo, de modo a produzir Q. esperados beneficios para a população rural do semi-arido nordestino. Sala das Sessões, em \:. de V ~ ("(.1 " de Deputado FERNANDO INDICAÇAO N 495, DE 1994 (Do Sr. Fábio Feldmann) (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE.SE.) V' /}'. ;;1' 1\, AL~ERTO INIZ Sugere ao Poder Executivo, através dos Ministérios da Indústria, Comércio e Turismo, Fazenda, Meio Ambiente e da Amazônia Legal e Agricultura, Abastecimento e R~ forma Agrária, a adoção d. medidas visando ao retorno do Uso d. crina-látex em assentos automotivos pelas montadoras nacionais. Exc.l.ntls.imo S.nhor pr id.nt. da R.püblica F.d.r.tiv. do Br il. Ob rva- hoj., a niv.l mundial. ua forço do. div.r.o. s.tor.. indu.tri.i. par. concili.r a produtividade co. o r peito ao maio aabi.nt., aer.v'. do u.o d. matiri.s-pri... tecnologi.. ecologic...nt~ corret... EII tod.. a. Ar... d. produçlo ocorr. ua int.nso»ovi..nto d. bu.ca d. novo. mat.ri.i.. que ja. biodeqr.dlv.i., oriundo. d. font.. renovlv.i., tenh.. potencial d. r.cicl.q... seguindo ovimento., alqun...tore. da no a sociedade civil articul.. aço.s visando a proaov.r o r.torno do uso da crina-llt.x (fibra d. coco eaborrachada) como matéria-prima para a fabricaçio d. assantos automotivos, em substituiçio i espuma d. poliur.tano. DO ponto de vista ecológico, os assento. em crina-1at.x representam um ganho inconte.te sobre aquele. fabricado. em espuma d. poliuretano. A mataria-prima, por 5.1' de orig.m vegetal, tem fonte renovav.l, a16m di o,, biodegradav.l pas.ivel d. r.ciclagem. Em caso d. combustlo, o ass.nto em poliur.tano desprende um ga. letal o gas cianidrico, o que nlo acont.c. com a crina-1atex. A espuma de po1iuretano, como derivado de p.tróleo, t.. implicaçoes.xtremamente d.sfavorav.is quanto i r.novaçlo das font, apr ntando, ainda, um proc.s.o d. fabricaçao que u.a. ba.icam.nt., dióxido d. carbono como xpan.or, mas pode utilizar tambim, como ag.nt. auxiliar, ga s altam.nt. nocivo., como o CFC-ll (CC13F), cond.nado p.lo pot.ncial d. d.struiçlo da camada d. ozonio na tratosfera. cumpr. ob rvar qu., ao atividad... n. d'c.d. d. 50, a indo.stria nacional v.li.-s. da crina-1at.x par. a nto.. fato que Só v.io a modificar-s. '\ iniciar suas auto.obiastica fabricaçlo do. e. 1970, com a introduçlo do. ass.nto. e. poliur.t.no. Dur.nt. algum. t po, os doi. mat.riais foram usado. alt.rnativam.nt., pori., a p.rtir do. ano. 80, a puma d. poliur.t.no firmou como opçlo o.nica da indo..tria autolllobill.tica n.cion.l. Tal tato t.v. uma repercus.lo.cono.ica da. m.i. important par. a r.qilo Nord t poi 5. no inicio d. dicada d. oit.nta haviam d.z t mpr dedicada. ao ben.ficia nto da fibra d. coco n. reqilo. atualm.nt..xist.. ap.n.. s.t., funcion.ndo abaixo d. m.tade d. su. cap.cidad. instalada. Import. s.li.ntar que a cultura do coco.nvolv. m.i. d d. pe o, a maioria d. pequenos produtor, para as quais o bana!ieiamanto da fibra representa uma expressiva renda adicional. A adoça0 do poliuretano COIlO matiria-pr:'illl4. entretanto, nao afeta somanta a aqroindastria do coco, ma. d.~'mqs consiei.rar tamb'm seu impacto sobra o setor da borra cpa. Capois da tal' monopolizado a produçio da borr!lc"h~ natura~urant. muito tampo, o Brasil passou" condiç40 d. importador do produto no in1cio da d'cada da SO. Embora t.nh. Wl grand. parque indu.trial d. tr:'ansformaçlo d. borracha, Q pa1a usa como mataria-prima a borracha importada ou sint'tica. A cultura da borracha envolva u. grande n11jlaro da pasao.. podaria. absorver muito maia, coa a axpanalo doa sarinqaia. Contudo, alqlmaa mad1d.. da incentivo taria. que r to da., pois o custo da borracha nacional, muito elevado, frante aoa auba1cuos otar.cidos pelo. pai xporeadores. Mio ba.ta si.pl...nt obretax.r a borracha impore_da, WI& vez que, ao praça atual do lltax n.cion.l, o. produto....nuf.tur.dos nlo t.ri coapetitivid.de no ~rc.do. Ex..plo d situ.çlo i á preprio c.so do. a nto. a~to.otivo. M. crin.-1at.x qu., ao preço do 1lt.x i.portado, concott_ eanoa d. custo co. a pwaa ela poliur.t.no e pard.. coapetitividad. coa o preço do Ut.x nacional. Vale l.abr.r que a fabrica.leal d. Merc~ Benz ji d.-on.trou int.r... pela illport.çlo d. crina-utu br ileir.,.pe.ar d. boa qu.lidade da no." prod~çlo, nlo teaoa condiçlo d. cc.petir internacion.laent. d.vido.0 alto preço doa fret do. a.pecto. econollicoa cit.doe, o. a entoa.. crilul-lltu taabia tia _ etiao deaeapenho do ponto d. vi.t. tecnolccjico. 'esquis.. realizada... in.tituto. d. Aleaanh. d onstra. que o. a nto. crin. Ut.x propor:'cionaa...i.r conforto.0 motori.t., aa re1açlo 1ndic.. d. t..peretur. u.id.d.,.a funçlo da m.lhor a.r.çlo, bea coa0 apr ntaa ua 1ndic. maior d. prontidao do motorista, c o d cid.nte~ b dnt... volt. do...tof...ntos d. veiculos crina-ut.x. a par d. uaa condiçlo aabi.nt.l mais favarlval. ainda at.nd.ri. I. n.c i~d d. q.r:'.çlo d. empreqo. d.senvolvimento regional. O fato das indllstriaa envolvida. situaram-se, pradominante.anta, na. reqioa. Norte a Norda.ta raprasenta um tator adicional a ser consid.rado, pala pos.ibilidade,da promover a inteqraçlo s6cio-acono.ic, de populaço qua le encontra. l liarq do proc o pr:'odutivo. O obj.tivo d t. Indicaç40, portanto, apelar par. a solidar:'i.dade d. V. Exa. no s.ntido d. apoiar:' oa a.torços qua tlo ndo r.alizados para.. volta do uso d. nto. autollotivos crina-l'tax pal.. montadora. nacionai., inclusiva.atudando as possibilidad.. d incantivo tiscal a trata ditarenciado. S.la d S.s.O )1 d. r /---- Deputado fabio felohahw d

10 9278 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 REQUERIMENTO NI4,"t( DE (Do Sr. FAbio F.ldaannl R.qu.r o.nvio d. Indiclçio lo Pod.r Executivo sug.rindo I Idoçio d. llle<iidls visando a volta do uso d. & n~q. &uto-ativo. crinalat.a pela.ontadora. nacionais. Senhor pr...ld.nt 110. t... do art. lu, inciso I S li do Ra;~nto Int.mo da Claara do. Deputados. venho requ.r.r a Vos.. Exc.l'ncia s.ja.nculinhada ao Poder Executivo a Indicaçio _ anexo. solicitando s.j.. adotada. _ida. no s.ntido de pra&oyer a yolt. do u.o do. a.sento. auto.otivo. _ crina-lit.a (fibra de coco UIIlorrachedal pela.ontadora. nacionai de Sala da. s...lle.. -li de.o-' açlo fungicida para es.a finalidade. De... total, c.rca de 45\ Ao formulaço i ba.e de p.ntacloror.nato de ~6dio (po da China), outro. 45\ d. formulaçoes A ba.. de tribromofenato d. s6dio. o p.ntaclorofenol (PCP). do qual se d.riva o p.ntaclorof.nato d. sodio (po da China) pela simples nautralizaçlo,, ua produto orqanoclorado que pode ser absorvido pelo corpo huaano por todas as rotas de exposiç!o ocupacional. Segundo a literatura especializada, causa irritaçlo local no. olhos no nariz, bem como afaitos aiata.icoa r.sultant.. de sua capacidade de interferir no tran.port. d..lltro. A int.rf."ncia resulta e.. d acopl...nto da fo.forilaçlio oxidativa liitocondrial. Em Deputado rúzo nldiwlii d. laboratorio. ainda gundo os tudos INDICAÇÃO N 496, DE 1994 (Do Sr. Fábio Feldmann) Sugere ao Poder Executivo, através do Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal, a adoção de providências necessárias ao rigoroso controle e fiscalizaçlo das i~ dústrias que fabricam, manuseiam e comercializam prod~ tos preservativos de madeira, inclusive as de process~ mento primário (serrarias). (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Aabi.nt da AmazOnia Leqal. Exc.l.ntis.i.o S.nhor Mini.tro do M.io A pr rvaçlio d. _d.ira. I uaa atividade indu.trial que contribui dir.taaant. co. a _ior con rvaçlo do. r.cur.o. flor tai. bra.il.iro Esta atividade proporciona o aua.nto da vida Otil d. peça. d. _deira.erviço e. atravl. do tiaulo I utilizaçlo d. _d.ira. d. r.flor t...nto d. ciclo curto...t...tor t.. pap.l iaportant. na r.duçlo do. indic.. d. d ataaento da. flor ta. nativa No.ntanto. d.ntr. o. vlrioa ~toa da pr arvaçlo d. _d.ira.. o.etor d. atendt.ento la indo.tria. d. proc...ento prialirio.ecundlrio ( rraria.) v.. apr ntando flagrante abu.o d. utilizaçlo d. produto. qui.ico. que nlo at.nd.. ao. qu ito. d. gurança para o a.io aabi.nt. a.aod. hu-na. No. trataaento. para... finalidade. a. paça. d...d.ira r.c.be. u- i..r.lo na oluçoe. qui.ica.. vi.ando pr.v.nir o ataque d. fungo...nchador abolorador E.tima- qu...0 na. R.giO.. Sud t. Sul do Pais. onde pr.domina a adoçlo d... proc.di nto..10 utilizada., por... t:erca d. 50 tonaladas d. produto. d. ci.ntifico.. o PCP I f.totoxico teratoglnico durante o principio da g taçlo. O PCP coa.rcial I combinado co. dioxinaa clorad.. a dibenzofurano8, tatraclorofan6ia a 'It.r d. hidroxicloroduanila. Algwaa. d aa.ub.tancia..10 capaz d. cau.ar danos ao!1gado (principalaent. a h.xaclorodi-benzo-p-dioxina). I i.portant..ali.ntar que va...ndo utilizado no Bra.il o pantaclorof.nol i.pcrtado da Arg.ntina qu....gundo a. inforaaçoe. d. que di.po.o.. I fabricado... ua.lniao controla da i.puraz, tais Coa0 benzodioxin clor.da., c. banaofurano., o haxaclorobenzano a outro. r.conbacidaaent. d. alta periculo.idade. No. pai d nyolvidoa.... produto. pa... por proc o. d. puriticaçlo. o. cont.odos finai. da. i.pur.za. sao liaitado. controladoa ant.. que o ja. coaercializado O tribroaot.nol. do qual I prov.nient. o tribroaof.na~o d Mio. I outro f.nol halog.nado" cujo. dado. de toxicidad..10.uito pouco conh.cido.. convla r.s.altar que ingrediente ativo nlio I utilizado para a pr rvaçlio d. madeira. e. s.u. pais.s de origell (Israel e E.tado. Unido.). Pode-s. estar. a ta. expondo trabalhadores a ua produto t50 ou maia periqoso que o pentaclorotenol. P.la. informaçoe. da que dispomo.. a. referida. forjlulaçõe. nlo e.tlo ndo comercializadas noa t.rao. do que tabel.c. a Portaria Interainisterial n2 292, publicada no Dilrio Oficial da Unilio _ e sua In.truçao Normativa n2 05 d Con.tatou-se que 'vario. produto. de a natureza alo comercializados: a ob.ervancia de vario. requisitos legais, tais como inforaaço... indisp.n.aveis a constar no rotulo, que slio orientadoras ao u.u6rio no que diz respeito A clas.ificaçao toxicologica; caract.r1atica. collposiçlio!i.ica.; qualitativa condiço aabalagana a doa reslduos das soluça0 químicas; o uso d. e quantitativa; dali

11 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Terça-feira corr.to d. equipa nto. d. prot.çlo individual., principal nt., procedi_nto. p.ra vitar a incidlncia dir.ta d produto. no aabi.nt INDICAÇÃO N 497, DE 1994 (Do Sr. Fábio Feldmann) Chegara. ao no o conh.ci nto, inclu.iva, dandncia. da ca.o... que o IBAKA t.ria axpedido o cartiricado da Regi.tro da Produto onda nlo con.ta o.taor da ingredienta. ativo. do produto, n.. tupouco a coço.içlo percantual d... ingredi.nt ativo., no ca.o da roraulaçlo.ulticoapon.nt VaI. leabrar que a...daira. pre.ervada. coa _. produto.' t6xico. d. lonqo pod.r r idu.l.10 utilizada. atl na conr.cçlo d. aabalag.n. para ali_ntoa Coa0, por.x..plo, hortifrutigrang.iro.ituaçlo de d cuapri_nto da. noraa. l.gai., co. grave. preju1:l0. aabi.ntaia d aqd. pqblica no Pala. Diant. do.xpo.to, v.nho solicitar a adoçlo da. providlncia. n.c Ária. a que _ proc... rigoro.o Ycontrola U.calizaçlo da. indl1.tria. que fabrica., manu iam e comercializam produto. preservativo. de madeira, inclu.iv. (.erraria.). as Mio poda peraitir que indllstria. d. proc allanto Deputado FABIO FELDMANN peraan.ça a. primlrio Sugere ao Poder Executivo, através do Ministério da Saú de, a adoção de providências necessárias ao rigoroso c;n trole e fiscalização das indústrias que fabricam, manu: seiam e comercializam produtos preservativos de madeira, inclusive as de processamento primãrio (serrarias). (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Exc.l.nt! iao S.nhor Hinistro da Salld., A pr...rvaçlo de..d.ira. I uaa atividade industrial que contribui dir.taaanta coa a..ior con rvaçlo do. recur.o. flor tai. bra.ileiro.. E.ta atividade proporciona o a_to da vida I1til d. peça. de..d.ira...erviço., atravi. do t!aulo & utili.açlo d...d.ira. da r.flor taaanto d. ciclo curto, t...tor t.. papal iaportante na raduç.lo doe 1ndic.. d. d...t...nto da. flore.ta. nativa No entanto, dentre os virios segmentos da preservaçlio d. madeira., o setor d. atendimento às Sala da. Se 6es, }l de Ú' ~.~ de (serrarias) vem apresentando flagrante abuso de utilizaçlo.'''1~,- IMDICAçAO!&, DE 1994 (Do Sr. Fabio F.ldmann) indastrias de processamento primlrio e secundllrio de produtos qulmicos que nlo atendem aos quesitos de segurança para o meio ambiente e a aallde humana. Nos tratamentos para essa finalidad., a. peças d. madeira recebem uma imerslio na. soluç6e. qu1mica., visando prevenir o ataque de fungos manchadore embolorador.s. Senhor Presidente, Raqueiro a Voa EXcellncia, co. ba no art. 113, do R.gi nto Int.rno, na roraa da R oluçlo no 10, d , que encuinh. a Indicaçlo anexa ao Exc.l.ntla.i.o S.nhor Hini.tro do Haio AJlbi.nta da Aaaz6nia Lagal,.ug.rindo a adoçlo da. providlncia. n.c lria. ao rigoro.o controla ri.calizaçlo da. inda.tria. que fabric..,..nu iu co rcializu produto. pr rvativo. d ad.ira, inclu.iv. ( rraria.). a. Suqera ao Poder Executivo, atrav6. do Miniatlrio do Meio AJlbient. e da AIIaz6nia Lagal, ja. to.ada. a. providlncia. n.c lria. ao rigoro.o controla U.calizaçlo da. indl1.tria. que fabricu,.anu.eiu co rcializa. produtos. pr rvativo. d..ad.ira, inclu.ive a. indll.triaa d. proc...ento pri.ario (.erraria.). ind1latria. d. proc...nto pri.ario Estima-s. qu., s6 na. Regi6e. SUdeste e Sul do Pai., onde predomina a adoça0 d procedimento, s~o utilizada., por ml., c.rca d. 50 ton.lada. d. produtos de açlio fungicida para e a finalidade. Dess. total, c.rca de 45\, sxo formulaç6e. li base d. pentaclorof.nato de s6dio (p6 da China), outro. 45\ d. formulaço.. li base d. tribroaor.nato d 6dio. o p.ntaclorof.nol (PCP), do qual d.riva o pantaclorof.nato da.6dio (pc da China) p.la.imple. n.utralizaçlo, I ua produto or'1anoclorado que poda r absorvido pelo corpo humano por toda. a. rota. da.xposiçlo ocupacional. SaqundO a litaratura pecializada, cau.a irritaçlo local. no. olho no nariz, baa co.o.f.ito. Sala da. ses.i5 JJ d. V;, d iatuico. ra.ultanta. d..ua capacidad. d. int.rf.rir no tran.port. d..lltro A int.rfarlncia r ulta reputado FABIO l"eliliiann d acopl...nto da fo.rorilaçlo oxidativa aitocondrial. Em

12 9280 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 ani.ai. d. laborat6rio, ainda s.qundo ci.ntltico., o PCP, f.tot6xico teratoglnico durante o princlpio da g taç'o. O PCP co rciaf, combinado co. dioxina. clorada. dibenzoturano., t.traclorof.n6i. "'t.r d. hidroxiclorodif,.nila. Alguma. d a ub.tlncia. s'o capaze~ d. cau.ar dano. cr6nico. ao f1gado (principalment. a h.xaclorodi-benzo-p-dioxirta). o. e.tudo. V.la laabr.r que aad.ir.. pr rvad.. com produto. t6xico. de longo pod.r r idu.l 11'0 utiliz.d.. ata na cont.cçl.o d. "&abalag.n. par. ali nto. COIlO, por.xaaplo, hortitrutiqr.ng.iro Nlo s. poda p.rmitir que perlllaneç~ essa situaçlo d. d,c~prilll.nto da. norma. leqais, com graves pr.julzos ambientai d. sagd. pgblica no Pals.! illportant..ali.ntar que ve...ndo utilizado no Bra.il o p.ntaclorot.nol illportado da Arg.ntina qu., qundo a. intoraaçe d. que di.po.o.,, fabricado 11 um.1nillo controla d. i.pur.za., tai. COIIO a. benzodioxina. clorada., o. benzoturano., o h.xaclorobenz.no outro. r.conh.cid...nt. d. alta p.riculo.idad.. No. pal d nvolvido., produto. pa a. por proc o. d. puriticaç.o, o. cont.ado. tinai. da. illpur.za. slo li.itado. controlado. ant.. que o. 0...ja. coa.rcializado o tribroaotenol, do qual, prov.ni.nt. o tribrollot.n.to d..6dio, I outro t.nol heloq.nado, cujo. d.doe d. toxicidade.1.0 _ito pouco conh.cido 'Convlll r ltar que... ingrediente.tivo nl.o, utiliz.do par. pr ervaçl.o d...deir.. _ u. pal... d. orig_ (I.r l huda unida). Pod.-_ tu, a ia, expondo tr.balhador um produto ti.o ou..i. puigoeo que o pent.clorotanol. Diant. do expo.to, v.nho solicitar a adoçlo das providlncia. n.ces.aria. 'controla fíllcalizaçlo da. a que s. proceda indglltria. que manu iam e comercializam produtos pr ervativos de madeira, inclusiva as indg.trias de processamento ( rraria.). Deputadó FABIO FELDMANN riqoroso fabricam, primario Sala da. s se, \1 d. d INDICAÇXO N24C, 1-, DE 1994 (Do Sr. Fabio Feldmann) sug.r. ao Pod.r Ex.cutivo, atrava. do Mini.tArio d. S.Gd., jaa to.ad.. a. providlnci.. n.c lria. ao riqoro.o controla ti.c.lizaç'o da. indg.tria. que f.brica.,..nu i.. co rcializam produto. pr rvativo. d..ad.ira, inclu.iv inda.tria. d. proc a nto prilllrio ( rr.ria.). S.nhor Pr id.nt., r.t.rida. formulaçees P.l.. inforaaçe.. d. que di.poiio., a. nlo tlo s.ndo com.rcializada. nos t.rao. do qua e.tabel.ca a Port.ri. Intaraini.t.rial n2 292, publicada no Dilrio Oficial d. Unilo , u. In.truçlo Normativa n2 05 d Con.tatou-s. que 'vario. produto. d.s.a natur.za.10 comercializado...'" a Requ.iro a vo a Exc.llnci., co. ba no art. 113" do Regi_nto Int.rno, n. forma da R oluç'o no 10, d. 1991, que.ncdinh. Indícaçl.o anex..0 Exc.l.nti i.o S.nhor Ministro da SaGd., suqerindo a adoçlo das providlncia. nece.saria. ao riqoroso controle e fiscalizaçlo das inddstriaa que fabricam, manuseia. e comercializam ob rvanc!. d. vlrio. r.qui.ito. l.gai., taia como produto. pre.ervativo. d. mad.ira, inclusive as indgstrias inforaaçe indi.p.n.lv.i. a con.tar no r6tulo, que slo d. proc amento primaria (s.rraria.). ori.ntadora. ao u.ulrio no que diz r p.ito I cla ificaçlo Sala da. Se ee., d. de toxico16gica; compo.içlo qualitativa quantitativa; caract.rl.tica. fi.ica.; conchçe d. de.carta das mb.lag.n. do. r lduo. d.oluçlo qulmica.; o u.o Deputado FABIO FELDMANN corr.to d..quip nto. d. prot.çlo individual., principal nt., proc.di nto. para.a.vitar a incidlncia dir.ta d produto. no ambi.nt INDICAÇÃO N 500, DE 1994 (Dos Srs. José Cicote e José Aníbal) Ch.g.ra. ao no O conh.ci nto, inclu.iv., d.nqncia. d. ca.o. _ que o IBAKA t.ria.xp.dido o C.rtiticado d. Regi.tro d. Produto onda n'o con.t. o t.or d. ingredi.nt tivo. do produto, n.. tampouco co.po.içlo perc.ntu.l d... ingredient...tivo., no ca.o d. toraulaç'o 1IU1ticompon.nt Sugere ao poder Executivo a designação de representantgs ~ Governo Brasileiro para acompanhar as investigações a serem realizadas pela Federação Internacional de Automobilismo - FIA, pelo Governo Italiano e pela Prefeitura de Bolonha sobre as causas do acidente automobilístico que motivou a morte do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. (~UBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.)

13 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Terça-feira Jost acote, Deputado FedenI da Bancada dl> Partido doi TraboIIladoreI. rep_ dl> CIlado de SIo Paulo. Jost FORTUNATI. Deputado FedenI da Bancada do Partido doi TrabaIhodon:I, rep_ do CIlado do Rio Gnnde do Su~ c Jost ANlBAL. Deputado FedenI da Bancada do Partido da SociII Democ:I'ICia BruiJeira, rep_ do CIlado de SIo Paulo. na fonno pracritapelo ~ I.-.mo da CImora doi DcpuuodoI, VCIII, li1lc a üujlle pracilç& de Voaa Excclàlcia... que mc:amijlbada INDICAÇÃO ao ExcelClltfuimo Sa>bor Dou1Dr ITAMAR FRANCO, JlRlIlCIIdo que Govomo Federal exija da FIA - FcderaçIo lot<maciooai de Automobilismo ~ de rep_ do 10vemo bruilcijo, JlU idvcsiipçlla lobre.. causas do acidciile automobilútico que COIlIOU a morte do herói naciooai AYRTON SENNA, Il& pijla de IMOLA, na 1tjJja, 00 dia 01 de maio p.p. c também loücite... C!1VERNO ITAUANO ~ do idquérilo IObre.. causas do acidcotc, por pane de Ui,.ICP_doGOVERNO BRA5R.EIRO. JUSTIFICATIVA A cobertura da imprensa =",,111 tem dado conta que AYRTON SENNA estava extremamente preocupado com.. pés.imas condjçõc5 de trafegabilidade da pina de imola. Noticiou... que após conversas com NIKI LAUDA, AYRTON SENNA p... a liderar c organizar 05 pdolo5 da Fónnula-l. em prol da melhoria das coodiçõci de trabalho JlU pistas de comdas. O. JOrnal' de hoje, 03/05/94. infonnam que 05 dirigcnlc5 da equipe a qual pertencia AYRTON SENNA, C5!Jo 1.11_ atribuif. ao no550 campeio.. fàihu que determinaram "",dente c. p05lcrionncnte. a 'UI morte. AYRTON SENNA, sempre dcmon5trou 5Ct um patriota. Em todas.. 5UI5 Vltànu camgou ll&5 mios.imbulo nacional. Como homenagem do COOgrc51D Nacional e do GOVERNO BRASR.EIRO, propomos dar continuidade...uas idéi.. de melhoria das coodiçõcs de trabalho daqueles que arriscam sua vida em prol do lazer de nujbõcs de pcsiou. É certo que bilbõcs de dólues do ganhos por cidadlos que somente pensam DO seu dinheiro e na maneira de aumentá-lo. Entretanto, o mais importante para DÓS ê a vida do ser humano. Por isso, fazemos esta iodicaçio ao governo federal. p... que acompanbc tecla idvcstigaçio a ser r<alizada pela FIA, pelo GOVERNO ITALIANO c pela Prefeitura de BoI00ha, com objetivo de nio deixar que idteres5c outros.obrcpooham à apuraçlo da verdade. tjo importaptc para todos DÓS brasüciros. -~ DeputadoJ1;a;r:Tli1) Depu~ANIBAL~ INDICAÇÃO N 502, DE 1994 (Do Sr. Laerte Bastos) Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Integração Regional e da Secretaria da Administração Federal, fixação do valor da desapropriação de terras do projeto de transposição das águas do rio são Franci~ co. (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) Senhor Presidente, Está em vias de ser executado um dos maiores prq Jetos de Irr1gacão não apenas do Brasil, mas de todo o IIlJndo. Trata-se do projeto de transposição das águas do rio são Francisco, que beneficiará os Estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraiba, e cujo valor será de aproximadamente dois bilhões de dólares, com recursos do Pafs e do Banco Mundial. t um extraordinário projeto, Sr. Presidente que beneficiará vasfa porção do Nordeste brasileiro, permitindo que grande extensão de terras se torn e plenamente agricultyrável,devido à indispensável ii rlgação. Pois bem, em casos análogos anteriores, muitos homens públicos de grande ganância e escasso espfri to público, diretamente ou por Intermédio de "laran Jas", adquiriam grandes glebas nas proximidades do projeto (fosse ele Qual fosse), beneficiando-se com a ulterior exproprlacão, a valores infinitamente sy perlores aos efetivamente pagos com sua'aquisicão. Para Que se evite tal procedimento no caso em foco, tão prejudicial ao Erário Público, temos para nós Que o Poder Público, através dos setores com ~etentes, deveria, desde logo, avaliar as glebas a serem desapropriadas aos valores de mercado de hq Je,convertendo-os em URV (Unidade Real de Valor) promovendo o mais brevemente possfvel os procedimen tos expropriatórios. Se isso não ocorrer, seguramente os!'esperta lhões" se apressarão em a~quirir essas terras por preço vil, para depois transferf-ias ao Poder Público a preços exorbitantes. Essa, portanto, a sugestão Que dirigimos,nesta Indicação, ao Poder Executivo, para Que sua con veniência e oportunidade seja examinada pelo Mlni~ tério da Integração Regional e pela Secretaria da Administracão Federal. Sala das Sessões,aos J/:;;;J::f;;; Deputado laerte BASTOS

14 9282 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 INDICAÇÃO N 503, DE 1994 (Do Sr Sidney de Miguel) Sugere ao poder Executivo, através do Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal, a adoção de providéncias visando ã retirada da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN - do Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas do CONAMA. (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE-SE.) A ResoluçAo CONAMA no 06, de 15 de junho de 1989, decidiu, confor-e estabelece seu art. lo, In.tituir o Cada.tro Nacional de Entidade. Allbientali.ta. - CNEA, COai o objetivo de.anter, e. banco. de dado., regi.tro da. Entidade. Ambientali.ta. nio-governamentai. existente. no Pai., que tenha. por finalidade principal a defe.a do 1ll8io ambiente", A relaçao da. entidade. cada.trada. deve ser publicada, anual_nte, pela Secretaria-Executiva do CONAI!A, de acordo co. o que deteraina o art, 38 da citada re.oluçao. AO con.ultarmo. a dltima relaçlo da. entidade. nlo-govern.-ntai. cada.trada. no CNEA, verificano. que 11 con.tava, I plgina 031, a Comi io Nacional de Energia Nuclear - CNE A CNEN, segundo informa o Cadastro da Administração Federal, pertence A administração indireta do Governo Federal, sendo considerada uma autarquia vinculada A Secretaria de Assuntos Estratégicos - SAE da Presidência da República. Foi criada em 1962 com a finalidade de 'Utilizar a energia nuclear para fins pachicos, atnvh de sua promoção e desenvolvimento e regulamentar, controlar e fiaea!izar el utilizaçao, de acordo com atribuições a que se referem as Lei. no 6189/74 e n. 7781/89'. A CNEN, além de sua estrutura administrativa, po.sui um Centro d. Desenvolvimento d. Tecnologia Nuclear e controla a Indústria. Nucleares do Brasil S/A - INB e a NuclebrAs Equipamentos Pesados S/A - NUCLEP. Entre sua. competências destacam-se: 1 - Elaborar e propor ao Con.elho Superior de Po11tica Nuclear (CSPNl o Programa Nacional de Energia Nucl~ar; 2 - Promover a formaçao de cientista., a pesquisa cient1fica e tecnologica da energia nuclear e a pe.qui.a, lavra, tratamento, produçio e com6rcio de min6rioa nuclear.. leu. a oclado. e derivado.;. 3 - Negociar, noi mercado. interno e externo, bena e serviço. d. intere nuclear; 4 - Receber e depositar rejeito. radioativo.; 5 - Estabelecer normas e conceder licença. e autorizações para o com6rcio interno e externo de minario., materiais e equipamento. e de transferência de tecnologia de interesse para a energia nuclear, as.i. como a. relativas a instalações nucleares e A posse, uso, armazenamento e transporte de material nuclear; 6 - Fiscalizar a pesquisa, a lavra e a industrialização de minérios nucleares e a produçao e o com6rcio de materiais nucleares e equipamentos relacionados; 7 Produzir radioisotopos, substincia. radioativa. e subproduto. nuclearea e exercer o respectivo comércio. Não foi encontrada, entre as atribuiç6es da CNEN, nenhuma citação numinal A preservação-do meio ambiente, assim como não consta entre suas finalidades a defesa do meio ambiente, conforme exige a Resolução CONAMA no 06/89. Estas caracterlaticas dentostram a imensa distância que separa a CNEN dos objetivos das entidades ambientalistas constantes do CNEA. Alêm de diversas as atuações da CNEN quando comparadas com as das entidades ambientalistà.-; outró ~fator que caracteriza a ilegalidade de seu registro no CNEA é o fato de a CNEN ser, indubitavelmente, uma organização governamental, o que, de acordo com o art. ld da Resolução nr 06 do CONAI!A, acima descrito, a impede de cadastrar-se no CNEA. Verificamos junto A Secretaria-Executiva do CONAMA que a única norma observada para proceder ao registro da. entidade. no CNEA 6, de fato, a ResoluçAo nd 06/89, que traz, em anexo, o modelo d. formularia a ler preenchido pelas entidade. que requerem o cadastramento. A Secretaria Executiva do CONAMA, cabe, entlo, examinar os dados constante. no formulario e proceder ao registro requerido. Constatada a irregularidade, solicitamos ao Minist6rio do Meio 1Il'Rbiente e AmazOnia Legal que providenc," a retirada da CNEN do Cadastro Nacional de Entidad~s 1Il'Rbientalista Solicitamo. também que a Secretaria-Executi\'.l do CONAI!A proceda a uma revisio do Cadastr'J e tc'..~ provid6ncia. no sentido de se evitar a repetiçãc\ d., episódic,s se1ll8lhante.. Sala da. Sessões, em ~íl. de\:.ú \" - ele REQUERIMENTO, DE 1"'. (Do Sr_ Sidney de Miguel) Senhor Presidente: {b li,, -,~lle'putado Si I.e d,', J"" 1 Solicita o envio de Indicação ao Poder Executivo, atrav6. do Ministério do Meio Ambiente e AmazOnia Legal, relativa A participação da CNEN no Cadastro Nacional de Entidades Ambientaliatas. Com fundamento no art. 113, inciso I e S 1 Q, do Regimento Interno da Cãmara dos Deputado., solicito a Vossa Excelência seja encaminhada ao Poder Executivo a Indicação em anexo, que sugere a adoção de providências quanto A participação irregular da Comissio Nacional de Energia Nuclear - CNEN no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistaa, do CONAMA, órgão deliberativo vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e ~dzonia Legal. Sala da. SessOe., LEGISLAÇÃO CITADA AREXADA nu COORDIDQÇAO DE caalloei ~I.R~SOLUÇ"ON. O" DE 15 DE JUMHO DI: 19U o CDõEUlD 1MC1CtW. [X) ~IO _IIEHTI CJ:NI\W\. no v.o do.u Ittulçlo qu~ Ih" con'l'r.. o Ar'llo., CIo De-C'. 11.)1 Clt' 01/06'.) I' confo,rr.,1p.'dltp0i10 no.nco.,. I do' 2' do 1."11 " do.~u 1t~IIITlPn1o Interno, llesolve:

15 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Att. 11'.. InstituJr o Cad"'1fo NacionaJ di' En'ld.d~, ""'."nl.l,.tat..o A. ccwn o DbJ~t I~O dt fnnlu em banco. di' dado', rri'" ~o da. En, Idade) 1mb;."t.J., nlo IO"t'rn.,.,.nt.,. 1'11 'tenl.' no '.I'~ q".. te'nh.",,ar. f,nalul.dl' principal dl'lt"1 do rrjr'o' ambiente. Al't.. 2' - A Jnlcr.çlo do ~ é "ol"nt.",,,rá 1"'1. Prlf"dl&l'\l. p:t't'nctll'1'lf'nl0 do JormuJ."o em Inr.o, "nvl.do à ~"Cn't.'fJ...[..t'outU. do~...'riyp' dt' ca,.. U'listr..d~. PariÍZtafo ún,,'o.. Cilbe' ~" entldadelo r.dh'tadl' tc"pon!lolbl1ld.de prjou InfornaçOpt p,rl'ldas. Art. ".. Comprtr i Sec:r"'.tll E.ecutl\l. do cr;:t..n/la" manter." IntOtrtlliçOrs em banco," dr dado) t' p",bllcill,.anuillrnt'nle, I r~l.çlo da" "ollda"." ci"iufadas. Art,.. A 5f'crrurJ.~ExrCU1IY. ará o prazo dr 120 (cento e vlna) dia" par. 11'rlp1.ntAf o CAdastro N~clon.d dr EntIdade",.trmb I entali lo t.".o..'ea. ANEXO U \Terça-feira INS1RUÇlIES ""RA PREENCHIMENTO DO rdrnulario PARA CADASTRAMENTO NO CADASTRO NACIONAL DE ENTIDADES ANIlIENTAllSTAS J - Jll[N7Jl'Jc"~Ao Co10clr o nolllll: co",pleto di Entidade tonfor f.,11tro legll; Stlg1a (se houver); ~1::~~~}~~'e:~)LfunCiona.ento (Presldtncll, Secretaria-Cer.l, publlcaçlo. FERNANDO CtSJO.R DE MOREIRA HESQUITJO. Secretir1o-Exec:ut1vo JO~O ALVES FILHO Prpaldente 11 - EIIOEIIEÇG ftr ncn.r OI c,.poi coa IS lnfdr ;~el pertin.nt... lhijid J FCAoU.AA.IO PJ\IlA CADl\5l1lJM:NTO N) CAIlI\5TRO N'lCIa.w. Df ENT IIW:lES _I ENTALI STAS I ' I RA:lk:J IOCNTIFICN;1O 50CIAL SIGI.A ' I ESTIllllUV\ LEGIIL \ II 11 EIa:JlE.ÇD 1 ~_~ CEP IlA_fCfE_I_JtAO_::::~~_Tt_L_t.x_~::I:C:I_P CA_fO_I_XA PO!>_:t:AL:=:: =: =_, 1111 I Iii IV OIlJETlYO E FINALII:WlE IIElõlS Il\fo."U OI alaoi lol1eltlao. ly _ IlBJ[TlYO E FINlILIOAllE In'o... IUlelntl.ente o objeuvo pr1ne1pl1 e ela.nuala. li f1nlj1alae. I i 11 v_'_'~~~s~i'a"~~sa~ye1.=(:i:s:):l:egi\l=:(:i:s:):pela=~~~~i:i:wle~~~~~~====~ EIOIFtJóE MTA E ASS (AAiiJlA LEI N DE 16 DI: DE:U::.1BRD DE 1974 'ra a Lei n 4.11 B. de 27 de agosto ae e a Lei n 5.740, de l de dezembro de que criaram respectivamente. a Combsãf) Nacio~ nal de Energia Nuclear - CNEN e a Companhia Brasileira de ;'ecno~ nologia Nuclear - CBTN, que pas~ sa a denominar-se Empresas Nucleares Brasileiras Sociedade Anônima - NUCLEDRAS e dá outras providéncias. ' o Presidente da República. Faço saber que o Congrf's.::N Nacional decreta e eu sanciono a seglunle Lei: Art. l A União exercerá o 111(,nopólio de que trata o artigj l. da Lei n 4. ~18, de 27 de agosto ele 196~: I - Por mriú da Comis.::ão Nac:o Dal Oe Energia Nuclear l'nen como. órgão superior de otient.l:,:ão: planejamento. supervisão, fiscali2ação e de pesquisa científica. II - Por meio da Empr~~as Nucleares Brasileiras Sociedade Anônima - NUCLEBRAS e de suas ~'ubsidiárias, como órgàos de ~)<ecliçlo. Art, 2 Compete à CNEN: I - Assessorar o Mi.nir.Lério das Minas e Energia: a) no estudo das med~ctas nf'ces~ sárias ã formulaçào, pelu PrcsictL:n.e Y _ IIESI'IlIISAva LElõllL Infor r a no, endereço f te1efon. do respon ve-l legll, 1ncUcar cargo (presidente, Tesoureiro, DIretor ete); Assinar I: datar. da Republica, da Política NacioDáI de l.ntrg a 1'; UClear; b) no planejamento da exccuçio da Politica Nacional de Energia Nuclear. II - Promover e incentl\'ar: a) a utilização da energia nnclear para fins pacíficos nos ltiversjs setures 110 de>.envolylmento nll.l:íonal b} a formação de cientls!as. tec'nicos e especialistas nos seture" 1' :lativos à energia nuclear. III - Expedlr normas, llcen~as e autorizações relativas a: a) instalações nucleares; b) posse, uso, armaz"nam...llto e transporte de material nudear; Ci comerciallzação de material nuclear, minério>. nucleares e Loncentrados que contenham elemé'n.os nucleares. IV Expedir regulamf'ntos c normas de segurança e Prott'iáo I ela~ivas: ai ao uso de instalações e de materiais nucleares; b) ao transporte de materiais r.ucleares; Cl ao manuseio de. materiili nucleares; d) ao tratamento e à '.llinlinuç 10 de rejeitas radioativos; e) à construção e à operaç:i.o de estabeleclrnentos destinados a produzir materiais nucleares c li ut1l1zar energia nuclear. V - Opinar sobre a 'Y1nressão de patentes e licenças relacionadas com a utulzação da energia n'.icl=ar.

16 9284 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 VI - Promover a organização e a instalação de laboratórios e ins'it'lições de pesqutsa a ela subordinndi\s técnica e admlnistrativampnte. bem como cooperar com instituições t:xtstentes no Pais com objetivo" afins. Vil - Especificar: a) os elementos que devam ser considerados nucleares, além do urânio. tório e plutônio; b) os elementos que devam f>cr considerados material fértil e material físsll especial ou de Inter<!::se para energia nuclear; C) os minérios que devam Sl~r considerados' nucleares. VIII - Fiscalizar: a) o reconhecimento e o levan~amento geológico relaclone.d03 com minerais nucleares; b) a pesqutsa. a lavra e a Industrialização de minérios nucleares; C) a produção e o oomérc1o de materiais nucleares; d) a indústria de prorill~ão de materiais e equipamentos des~inados ao desenvolvimento nuclear, IX - Pronunciar-se sobre proietos de acordos. convênios ou (',jmpr')mtssos Internacionais de qualquer ei~péele, relativos à energia nuc'eur. Art. 3 Para execução das medidas previstas no artigo 'l.n!erinr, a CNEN operará dlretament(' 011 através de instituições por ela con.,tituldas. podendo ainda. observfu:la a legislação pertinente: I - Contratar os servtcos de pes soas flslcas ou jurídicas. públle&.b ou privadas; II - Celebrar convênios; III - Firmar c<>ntratos no País I)U no estrangeiro para finan"io.nl('n'o ~e suas atividades. mediante ll.1.:t ori7.açag do Poder Executivo. IV - Conceder recursos e uaxili06. Parágrafo único. A CNEN te~á phrtlcipação majoritária na dlreçao das Instituições que vier a criar. Art. 4 Na pesqutsa li.uw,lzada nu. na lavra concedida. a OCClrréncio. de elementos nucleares obriga C' ti! umr a comunicar o fato pronlllme'nt,e ao ~térlo das Mmas e Energia. /;C b prna da caducidade da autorização ;j~ pesqutsa ou de concessão de lavra. Parigrafo único. A CNEN e o Depai ~ajllcillo NaCIonal da Produção Mineral. em colaboração. '.!xcrcc:'ao sobre as atividades dos resp2ctivos ti tulares a ftscalização prev11:1 a em lei. Art. 5 Verilicada a ocorj'éncla de uran10 ou tório em quantidadl' de ','a Ior econômico supellor ao da l:ubstàncla nuneral pesqulsada ou lavrada. a jazida será incluida no monopólio e a CNEN, além dol I'een1bolso das despesas efetivamente realizadas ou indenízaçoes cablvets. podertl conceder ao titular um prêmb condizente com o 7alor da descoberta, nu. 10rma a ser regulamentada. Art. 6 Veriflca(1a a 'Jcorrêncta de urtul10 ou tório em quantidades de valor econômico Inferior ao da substê.ncla mineral pesqlllsada ou lavrada. a autorização de pesquisa será concedida ou mantida, obedeciclas as segulntell disposições: I - O títular ficará obrigado, quando a CNEN o exigir, a efetuar a separação e a entrega s CNEN do urânlo ou tório col1tido no:> minério extra.ldo; II - Quando a separação do ur~ruo ou tório impuser despesas adicionais, ou quando a entrega do prvduto separado for feita sob a forma de concentrados ou compostos quimicos, o titular fará jus ao pagament<j estabelecido pela CNEN. na forma a. s:.'r regulamentada; III - Quando a separação for considerada pela CNEN lmiável para o c0ncesslonário. este devolverá à CNEN, por l1qutsição no mercado externo, concentrados ou ~mposlos qulmlcos contendo quantidades de materiais fjs.:;e1.3 ou fértets. estabc1celd~ pela CNEN. com bas~ nos existt:ntes no material extraído. A devolução deverá ser feita, a critério da CNEN. na forma a ser rctr.llamentada;. IV - Quando, na h1p6te5 ' do item m, não for posslvel ou Cúnvenlente adquirir no mercado externo C:lDcentrados ou compostos químico~, a forma de devoluçãc ficará a critério da CNEN Que e:ltabelecerá. se for (j caso. IS condições de recolhimento, em moeda corrente, do valor correspondente. Art. 7 A construção e n operação de instalaçoes nucleares ficarão l'ujeitas à licença, à autorizaçfic c à fiscalização da CNEN. na f'nma e condições estabelecidas nesta Lei e seu Regulamento. }O A J:cença para a construção c a autorização para a oper8l,;íl.o de instalações nucleares ficarão condicionadas a: I - Prova de idoneidade e de capacidade técnica e flnancel:a do rellponsável; n - Preenchimento dos requls1tos de se~rança e proteção radlológ1cll estabelecidos em normas bal'cajas pela CNEN; In - Adaptação às no,'&!' condlçoes supervenientes. indispensá','els à. segurança da instalação e à. prewnção dos riscos de acidentes decorrentes de seu funcionamento; IV - Satisfação dos 1emals requisitos legals e regulamentares. 2" A llcença terá validade somente para a instalação, o local. a finalidade e o praw nela ind1cadoll, podendo ser renovada. I 3 A CNEN poderá s'lspender li construção e a operação das 17151alações nucleares sempre que houver risco de dano nuclear. Art. 8" Dependerá. ainda, de previa autortzação da CNEN; I - A transferência da propr;c dade ou posse das Instalações n'lc'cj.res,

17 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seçáo I) Terça-feira resguardado o disposto no 81tlgo 1-, <la Lei n 4.118, de 27 di! agosto de 1972; II - A alteração técnica tia instl:olaç~o; III - A modif1caçào do método de operação. Art. 9 O inadimplemf.:nto das obrigações decorrentes da l1cença ou da autorizaçao sujeitará o infrator a penalidades definidas no Regulamento desta Lei. Art. 10. A autoriza~'ão!?&ta c:onstrução e operação de 11smas nucleoelétricas será dada, exc.lusivamente, a concesslonárlu.:; de serviços de energla elétrica, mediallte Decreto. ouvido.s os órgãos comp~tentes do Ministério das Minas e Energia. 1 Compet~ à CNEN a vcrlflcação do preenchimento dos requisitos legais e regulamentares rela~lvos à energia nuclelir, ao atendlnwnto tu; normas por ela expedidas e da satlsfação das exigências tormuladus pe:a Pol1tlca Nacional de Energia Nuclear. 2 Compete ao DePll.l tamento Naclonal de Aguas e Enrrgill Elétrica a verificação do preenchlln:mto dos requisitos legais e regulamentares. relativos à concessão de servlços de energia elétrica e ouvida & Centrais Elétricas Braslleiras Sociedade Anônima - ELETROl:lRAS quanto à veriflcaçíio da adrquação técrúca, econômlca e financeira do projct:> ao sistema da concesslonárla, bem como da sua compatibllldade com o plano de Instale.ções necessárias ao atendimento do mercado de energi&. elétrica. 3 Compete à CNEN ~ ao Departamento Nacional de Agl.las e T::nt:rgla Elétrica, nas respectivas Area~ de atuação, a flscallzação da operação das usinas nucleoelétrlcas. Art. 11. O comércio de materiais nucleares, C<lmpreendendo as operações de compra, venda, importação, exportação, empréstimo, ces.:;,\o e arrendamento, será exercido sob a llcença e fiscalização da C:::.lEN. Art. 12. Os preços dt),s matel'lais nucleares serão estabelecidm, periodicamente, pela CNEN, na forma do Regulamento desta Lei. Art. 13. A CNEN estabelecerá os estoques de materiais férteis e f1sse!s especir.is, necessários à exccuçdo do Programa Nacional de Energia Nuclear. Art. 14. O Presidente da República, ouvido o Conselho de Segt:rança Nacional, estabelecerá, por proposta da CNEN, reservas de minérios nucleares, de seus concentrajos ou de compostos químicos de eleme:1tos r.õ.icleares. Art. 15. A CNEN controlará os {"Stoques e reservas a que se refere:n os artigos 13 (' 14. Art. 16. Comprovada a exlstêncw: dos estoques para a execução do Pro- ~rama. Nacional ae EnergIa Nuclear, e das reservas a que se retere o 1l1' tlgo 14, a NUCLEBRAS poderá mediante autorização do Presidell~ da. República, ouvido o Conselho de l::iegurança Nacional, exportar os excedent.es no mais alto e-rau de beneficiamento possivel. Art. 17. A exportação de p1'cy.'lut05 Que contenham elementos liucleiires l:m coexistência com outfcls elementos ou substfmcias de maior valf)r econômico dependerá de autorizu(,.,.o da CNEN. 68.tisfeitas as cotljlçól..'s e::. tabelecidas no artigo 6 d~s~ i.je1. Art. 18. A Companhia Brasileira de Te< nologia Nuciear, conslit ulja pela Lei nu 5.740, de 1" de dcylembro d::: 1971, passa a denominar-se Empresas Nucleares Brasileiras S. A., 'tue usará a abreviatura NUCLEl:lR.Aô, diretamente vinculada ao II4lnisUmo das Minas e Energia. l A participação acíonár1a da CNEN no capital social da. Comp.. nhla Brasileira de Tecnolog:a N uclt'&.r -será--transferida para a UmA;> Federal. 2 A UnIão manterá na. NUCLEBHAS sempre 51 % (clnquenta e um por cento), no mlnlmo, das ações com direito a voto, sendo nula qualquer transferência ou subscr:..;ão de ações feitas com InfrJngencicl do disposto neste parágrafo. Art Além das atribu!ç::it's contidas no artigo 3, da Lei n 5.740, de 1 de dezembro de 1971, caberá à NUCLEBRAS a comerclallzaçã.c t:xclusiva de materiais nu('leares compreendidos no Amblto do monopólio, observado o disposto no artigo 16 desta Lei. Art. 20. O artigo S", da Lei IIÚmero 5.740, de 1 de dezer.tbro di: 1971, passa a vigorar com a seguinte redaçlo: "Art. 5 ~ facultado à.,... NUCLEBRAS desempenhar suas funções. diretamente ou ntraves de subsidiárias, por convên:o com órgãos públicos, por l:on.ra'..os com especialist~ e empresas Privadas, ou assocíaçii.o C(lID outras entidades, observada a Polltlca Nacional de Energia Nuclear. Parágrafo tlnico. Para a execução de atividades de q'le trata o artigo 1, da Lei n je 27 de agosto de 1962, a NUCLEBRAS só poderá constituir SUbsldlártas, das quais detenha, no mlnimo e em caráter permanente, 51't (cinqüenta e um por c-mto, das ações com direito a vou!, por autorização do Presldente da. RepUblica, mediante Decreoo.,. Art, 21. O artigo 7, da Lei número 5.740, de l- de dezembro de 1971, passa a vigorar COm a seguinti" redação: "Art. 7 O capital social aut-orízado será de,.....

18 9286 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de1994 Cr$ ,00 (um bllhao de cruzeiros) dividido em (seiscentso milhões) dp ações ordinárias e 40n. 01)0 000 (Quatrocentos milhões) de ações preferenciais, no valor de. CrS 1,00 (um cruzeiro) "aja UJTla. Parágrafo único. O referido capital autorizado poderá ser aumentado pela Assembleia Geral de Acionistas, observada a leglslaçio em vigor." Art. 22. O artigo 10. da Lei número 5.740, de l de dezembro de 11171, passa a ter a seguinte redação: "Art. 10. A NUCLEBR...S será. administrada por um:!. Diretoria Executiva comp<l6ta de um Presidente, e até 6 (seis) Dirt'tores, sendo um Superintendente, nomead05 pelo Presldent.e da República, entre brasileiros de reconhecida idoneidade moral e capacidade administrativa. Parágrafo Único. O Presidente será demissível ad 11ILtUl:l pelo Presidente da República e os Diretores terão mandato de <I (quatro anos". Art. '23; O 'arti1so 16, da Lei n , dc 19 de dezembro de 1971, passa a ter a seguinte redação: -Art. 16. A Comissão Nacil>nal de Energia Nuclear (CNENl aplicará o produto dos dividend'jl! de que trata o artigo 15 dest.1. Lei exclusivamente no desenvolvimento da tecnologia nuclear, diretamente ou mediante convênio, no. forma legal, com a.:..,... NUCLEBRAS". Art. 24. O Item VIII. do artlg(l 19. do Decreto-lei n , de 5 de julho de 1973, passa a ter a seguint.a redação: "VIII - Dois por cento (2 %) para aplicação através da. NUCLEBRAS, em programas relacionados com pesquisa, lavra e avaliação de reservas de minérios nucleares. " Art. 25. Não se aplica à. NUCLEBRAS o disposto nos artig05 31 e 32, do Código de Míneração (Decreto-lei n9 227, de 28 de fevereiro de 1967). quando se tratar de substáncias minerais associadas a minerais nucleares, ficando outrossim. amplia. do a favor do. NUCLEBRAS de 10 (dez) v~es o número de auto'rizações de pesquisa para cada substância.01 neral, bem como de I) (cinco) vezes o número do limite máximo para a mesma classe de que trata o artigo 26, ~o Código de Mineração (Decreto-leI n 9 227, de 28 de fevereiro de 1967), estabelecendo-se também em (cinco mil) hectares a área máxi~a para.cada autorização de pesqu:.sa conferida à NUCLEBRAs. Art. 26. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, rpvoga.. dos os artigos 49, 59, 32, 33, 34, 35, 36 e 37, da Lei no 4.118, de 27 de agost<l de 1962 e o parágrafo único do artigo 39, da Lei n , de 19 de dezembro de 1971, o item III, letra "b", do artigo 23, do Decreto-lel n 9 764, de 15 de ag05t<> de 1969, e demais disposições em contrário. BrasiI:a, 16 de dezembro de 1974; 1539 da Independência e 869 da República. ERNESTO GEISEL Mário Henrique Simonsen 8hlgeaki Ueki João Paulo dos Reis Velloso Loi n9 7.7el, de 27 de junho de 1ge9 O, novi redlçlo Ias Irtigos 20, lo e 19 di Lei no 6.le9, de 16 de dezembro de 1974, e d' outras provld!nclss. rlço' saber Que o Presidentedl Repúbl'JcI Idotou I Medidl Provis6r18 no 64. de Que o Conoresso ~aclonal acrovou. e eu. NElSON CARNEIRO. Presidente do Senado rederaj. Dara os efeitos do disposto 1"':0 paráarafaúnlco do art. 62 da CcnstltolçDo "Federal, pramu100 a se- ~ulnte Lei: - Art. lo _ Os Irts. 20, lo e 19 di Lei no 6.189, de 16 de dezembro de 1974, passam. vigorer com a seguinte redaçao: "Art. 20 _ Compete I CNEN: I _ colaborer na fouuleçlo di Polfticl Nlc10nll de Energia Nuclear; I I - baixlr diretrizes específicls plre redioprote Ç1Io e segurençl nuclelr, Itlvidlde científico-tecnológicl, industriais e demlis Ipliclç~es nuclelres; ellborlr e propor lo Conselho Superior de PolftlcI Nuclear - CSPN, o Progrema Nlcionll de Energll Nuclelr; IV - promover e incentivar: ai a utilizlçlo di energil nuclelr pari fins pbcr f icos, nos diversos setores do desenvolvlmento nacional; b) a formlçlo de cientistas, técnicos e espe~ clalistas nos setores relativos' energia nuclear; c) I pesquisa cientifica e tecnológicl no cftmpo da energia nuclear; di I pesquisa e I livra de liinérios nucleares e seus associados; e) o trltlmento de liinérios nuclelres, seus associados e derivados; f) I produçlo e o comércio de liinérios nuclelres, seus Issociados e derivados; g) a produçlo e o comércio de ""terilis nuclelres e outros equipamentos e liaterilis de interesse di energia nuclear; h) a trlnsferfncil de tecnologil nuclelr I ellpresls industrilis de clpitll nlcionll,.edilnte consórcio Ou acordo comercial; V - negociar nas mercados interno e externo, bens e serviços de interesse nuclear; VI - receber e depositar rejeitos radioativos; VII - prestar serviços no campo dos usos pacíficos da energia nuclear;

19 Junho de 1994 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) ---- Terça-feira VIII - estabelecer normas e conceder licenças e lutorizaç~es para o comércio interno e externo: I) de minerais, I'tlnl!rlos, materiais, equlpa ~e"tos, projetos e transferencia de tecnologil de interesse plrl I energia nuclear; centagem tivas I: b) de urânio cujo isótopo 2)5 ocorri em inferior ao encontrado nl natureza; IX ~ expedir normas, licenças e autorlzlçoes.) instalaçoes nucleares; b) posse, uso, ar~azenamento e material nuclear; pertransporte re1l- c) comercializaçlo de material nuclear, ~lnérios nucleares e concentrados que contenham elementos nucleares; X _ expedir regulamentos e normas de segurança e proteçao relativas: al ao uso de instalaçoes e de mlteriais nu- cleares; radioativos; tos destinados energia nuclear; b) ao transporte de materiais nucleares; c) ao manuseio de materiais nucleares;. d) ao tratamento e l eliminaçlo de rejeitos e) l construçao e operaçlo di estabelecimena produzir materiais nuclelrls e a utilizar XI - opinar sobre a concessjo de patentes e licenças relacionadas com a utilizaç30 da energia nuclear; XII - promover a organlzaçao e a Instalaçao de laboratórios e InstitulçOes de pesquisa a elas subordinadas técnica e ad~lnistratlvamente, bem assim cooperar com instituições existentes no País COM objetivos.fins; XIII - especirlcar: a) 05 elementos que devam ser considera~os nuclelres, alé. do urânio, tório e plutônio; b} os elementos Que devam ser considerados ma terlli fértil e material frssil especial ou de interesse para a energia nuclear; c) os minérios que devam ser considerados nucleares; nucle3res; d) as instalações que deva~ ser con5ideradas XIV. 'l.c.lizar: a} o reconhecimento e o levar.tl~!nto geulí~ic~~ rellcior'll.1l'ls CJM 'TlinerJis n.jclil?3res; bl a pesquisa, a lavra e a lndustrializaçlo de min~rics nucleares; c) a produção t o comércio de materiais nucieares; d) I indústria de produçao de mlterlais e equipamentos destinados ao desenvolvimento nuclear; xv ~ pronunciar-se sobre projetos de tratados, acordos, ccnv!nios ou compromissos internacionais de Qualquer espécie, relativos à energia nuclearj XVI. produzir radioisótopo., substâncias radioativas e subprodutos nucleares, e exercer o rdspectivo com~rcio; XVII. autorizar a utlllzaçao de radioisótopos para pesquisas e usos medicinais, agrícolas, industriais e atividaaes.3l"'áloças: XVIII.. autorizar e riscallzar a construção e a operaçllo de instalaç3es radiativas no Que se refere a ações de co ~ércio de radlolsótooos. de?ar'grafo ú~ico - Para os efeitos jo disposto neste 3.rtigo compete: ~) ~ CNEN, a ~eriricaçlo do atendimento aos requisitos legais e regulamentares relativas l energia nuclelr, às normas por ela expedidas 1 ~ satisfaçlo das exlgenei.. rormuladas Dela Política Nacional de Energia Nuclear e diretrizes governamentais para a energia ~uclear; D) ao Departamento Nacional de ÁguI' e Energia Elétrica - DNAfE, a verhlcaçao do prl!enchimento dos requisitos legais e regulamentares relativos r. concesslo de seryi~os de energia elétrica, ouvida a ELETROBRÁS quanto l verificlçlo da adequaçao técnica, econômica e rinancelra da projeta ao sistema da concessionária, bem assim, sua compatibilidade com o plano das instalaç15es necessárias ao atendimento do mercado de energia el~trlca; c) l CNEN e ao ONAfE, nas respectivas áreas de atuaçlo, a flscalizaçlo da operaçao das usinas nucleoelétrica. Art Além das atridulçoe. que lhe sao conrlrldas, caberá l CNEN e as suas.ubsidiárias Ou controlldls I comercialização exclusiva de materiais nucleares compreendidos no ambito do monopólio, observada o art. 16 desta Lei." Art As despesas decorrentes da execuçlo desta Lei correria ~ ~onta das jotações consignadas na or~amenta da UniAo. publicação. Art. )0 _ Esta Lei entra em vl~or ~a" dati di sua Art Revogam-se as dlsposiçou em contr'rio. SENAOO FEOERAL. EM 27 DE JUNIiQ OE da Independ~ncla e ~Olg rla H,públicl N.I,0n Carn.iro 1.10/61.ACIO C/~ADA. "NI~ADA 1'II.A COOItDINACAIJ "... 1:011I '11t1ll"N'N~1I RESOUIÇÃO N' 17. DE 1989 Apn»w O Regimento Interno,. C~f1M"dos Deput.dos. Titulo IV DAS PROPOSIÇOES CAPiTULO. o.s lndic~óh.. Art. ",. In'le.cla4 e.r..e.i.i tr.vi ~... Ih."t I - ~ r eutr. '''.r 'acla...revl "ncle. e r ll cl et Inl.tretlve eu 'e tla. eu. envl. 'e.r.jet "re...tlrl. 'e... 1.lel.tlve.cl lva, ~rt. :0 - ~ -3LJtorilaç~o para a constrljçi1o e Jpera ;30 de... sinas ílucleoelétrlcas ser' jada, exclt.<sivamente, a Cen ~rais Elétricas Brasileiras S.A.- ELETROBRÁS e a concessionárias de serviços aejenergia elétrica, nediante ato do Poder Executi ~O, previamente Juvidos QS árg~os competentes.

20 9288 Terça-feira 14 DIÁRIO DO CONGRESSO NACIONAL (Seção I) Junho de 1994 INDICAÇÃO N 506, DE 1994 (Do Sr. Armando Pinheiro) corta~ ce nc~g~:~ d.a~...,.~ 5~ ao ~ lucut:1vo, por 1ntemic!io do H1n1adrio da i cada, da oponlld1da4e con".,.1ino1. d. oo~ c.mr ~f.j:inc1..do à. 5mu. c da Mi dcórd1a da r&yedda. da ca... lotlrio... C...r:t... g" ':;;SooÕt~ 5~tl ]';'!i:7.itui;a2li b~r;ilm~~r1t~s C:l:ntpr.~r-~é!'::. d~ As c... itu1"".;ê:,,~ciodi/lllll.i..te f;~ê:-ltr6r..lc.fl. Í"'" CC.ln;"1.Jl~r;:'r'r..n i.lr,c~ Clt E "t,.....~ 9"".'1 di.11cul:iad_ fin6'c.t,...s, a p.los rvi C;O. f), l~nt,.0pir.o. d~.,,,.&as,.."lavan.t Que., pr tllln, em tl:ldc j t*rrit~"'.q na~q~.:t ha da:en d.~.nos,.~a in.t~tui;ee. qus p~.c1 r.c~orr1c:... pal:1 podtpr" FK-bliec" r.cnsld.,..-.do, ',.-.',. ~" ie' c.r.ort,in~-:,: -d.r:"j Õ. :dq~-t-;"'r.:.jir a drst.:nl ç~:". ~e).. Cat41. ttdnõ":!'ê:oit "'i-df;'.i".t. i::iil,.'~ir p-...-t.r~ Tlci...:. df l:ll;.a t.ti \,%.Q~'~'-\ ~....,~ ~'';I t",.1 - 't r... t; E' ;..tc.-iõ..:it ~.plé- 5...=o'ít~Z' r:'~i'':' de- INDICAÇÃO N 507, DE 1994 (Do Sr. Neif Jabur) SUgere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Previdência Social, a implantação de urna gerencia r! gional dq I.SS em Passos, no Estado de ~inas Gerais. (PUBLIQUE-SE. ENCAMINHE SE.)

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