Mercado Voluntário / Chicago Climate Exchange

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1 Workshop: Funbio e as Oportunidades frente às Mudanças Climáticas Mercado Voluntário / Chicago Climate Exchange Walfredo Schindler F U N D A Ç Ã O B R A S I L E I R A P A R A O D E S E N V O L V I M E N T O S U S T E N T Á V E L

2 FBDS Um Diferencial na Abordagem do Desenvolvimento Sustentável Criada em 1992 com a finalidade de implementar no Brasil os compromissos assumidos na United Nations Conference on Environment and Development Fundação sem fins lucrativos que se diferencia pelo network que tem com diversos públicos de interesse Conselho Curador atuante (Israel Klabin, Philippe Reichstul, Maria Silvia Bastos Marques, Thomas Lovejoy, Embaixador Rubens Ricupero e Jerson Kelman) Mais de 120 projetos implementados com sucesso ao longo de 17 anos de atuação, gerando os recursos necessários à sustentabilidade e independência da Fundação Missão Promover o desenvolvimento sustentável, utilizando tecnologia e ciência na formulação de projetos, no debate científico e na formação de recursos humanos Visão Ser uma instituição de referência nas áreas ambiental e de sustentabilidade, atuando com independência 2

3 FBDS Objetivos Estratégicos Gerais Fomentar o conhecimento científico, com foco nas áreas de Mudanças Climáticas Globais e Conservação e Uso Sustentável de Recursos Naturais Ampliar a formação de recursos humanos (capacity building) Manter a atividade de apoio à formulação de políticas públicas, com isenção e independência Ser reconhecida pelo setor privado como elemento facilitador da promoção do desenvolvimento sustentável 3

4 FBDS Áreas de Atuação, Principais Clientes e Parceiros 1.Mudanças Climáticas Globais- MCG Mercado de Carbono Energia renovável e eficiência energética Projetos florestais Pesquisa aplicada 2.Conservação e Uso Sustentável de Recursos Naturais Recursos hídricos Biodiversidade 3.Gestão Territorial Projetos com base em ferramenta multidisciplinar 4.Sustentabilidade Corporativa Disseminação do conceito Desenvolvimento de pesquisa aplicada, em parceria com business schools Projetos de consultoria Principais Clientes Petrobras, Aracruz, Vale, CSN, CESP, Sabesp, Klabin, Grupo Votorantim, Grupo Suzano, Cenibra, Eletrobrás, Rhodia, AES Brasil, CPFL, Light, AmBev, Itaú, Duratex, ArcelorMittal, Comgás, V & M, Galvani, Banco Itaú, Bradesco, Compacel, Petroflex, SESI, além de diversos órgãos de administrações municipais, estaduais e federal 4

5 Mercado Voluntário Introdução To understand how the voluntary carbon markets work, and how this report is structured, it is critical to know that the voluntary carbon markets can be divided into two distinct components: the Chicago Climate Exchange (CCX) and a more disaggregated over-the-counter (OTC) market. CCX is a structured and closely monitored cap-and-trade system that organizations join voluntarily. Outside of CCX, one finds a wide range of voluntary transactions that are not driven by an emissions cap, and do not, for the most part, trade on a formal exchange. Throughout the report we refer to this mass of transactions as the over-the-counter (OTC) market. Because this OTC market transacts on a highly fragmented deal-by-deal basis, it is extremely difficult for stakeholders to both track and navigate. It is for this reason that Ecosystem Marketplace and New Carbon Finance have invested considerable resources in conducting this market-wide quantitative survey and analysis of the OTC market. Fonte: State of the Voluntary Carbon Markets

6 Mercado Voluntário Introdução O mercado de carbono voluntário envolve relações entre organizadores de projetos de redução/sequestro, revendedores de créditos, corretores e compradores que não tem obrigações legais sobre suas emissões de gases de efeito estufa Essa falta de legislação contribui para certas características indesejadas que prejudicam esse mercado Descentralização (mercado de balcão) Desregulamentação Falta de transparência Existem ilhas de boas práticas nesse setor. As duas maiores são: CCX VCS 6

7 Voluntary Carbon Standard Contexto O VCS é uma certificação para os créditos de carbono gerados no mercado voluntário, criado em 2005 pelas seguintes organizações: Fórum Econômico Mundial, The Climate Group e IETA Em 2007, a WBCSD se juntou a essa iniciativa Objetivos do Programa: Promover transparência e credibilidade para mercados voluntários Criar um crédito de carbono confiável para o mercado voluntário VCU (Verified Carbon Unit) Experimentar e estimular novas tecnologias de redução de emissões Impedir que os mesmos créditos de carbono sejam vendidos mais de uma vez 7

8 Voluntary Carbon Standard Contexto Para ser aprovado nos critérios do VCS, o crédito deve ter as seguintes características: Real Adicional (beyond Business as Usual) Mensurável Permanente Verificado por entidades independentes Único Com relação à Adicionalidade, os critérios para a aprovação do projeto podem seguir as metodologias do MDL (barreiras financeiras, tecnológicas, etc) ou do VCS additionality guidance 8

9 Voluntary Carbon Standard Metodologia As metodologias aprovadas nos seguintes mercados são validadas pelo VCS: MDL Joint Implementation California Climate Action Registry Além disso, o VCS aceita projetos de uso da terra mais abrangentes e tem guias específicos para essas metodologias Florestamento e Reflorestamento Manejo de Terras Agricultáveis Manejo Florestal Melhorado (Improved Forest Management) REDD As verificações e monitoramentos são feitos por entidades independentes, como as DOE no MDL. Inclusive, as entidades verificadoras dos mercados mencionados acima são aquelas aceitas no VCS 9

10 Voluntary Carbon Standard Sistema de Registro O sistema de registro do VCS permite rastrear todos os VCU, sua emissão, armazenamento, transferência e o seu retirement (quando usado numa compensação, o crédito não pode ser revendido) Essa ferramenta é essencial para garantir as características desejadas para os créditos, principalmente o fato de ser único O sistema de registro funciona com a contratação de três empresas internacionais APX Inc. (líder em infra-estrutura de mercado ambiental na América do Norte) Caisse des Depôts (empresa francesa responsável pelo registro de CO2 europeu) TZ1 (empresa com atuação nos Estados Unidos, Reino Unido e Ásia) 10

11 Voluntary Carbon Standard Exemplos de Projetos Projeto da Energética Barra Grande S.A. Instalação de uma hidroeletrica de 708 MW na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina Comparação com termoelétrica como baseline créditos já gerados Projeto da BlueSource Captação e queima de metano em uma mina de carvão, em Campbell County, Estados Unidos créditos já gerados 11

12 CCX Chicago Climate Exchange O CCX-Chicago Climate Exchange é um mercado estabelecido sob as leis dos Estados Unidos da América e que tem por objetivo contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), através de um sistema de cap and trade Todas as empresas participantes do CCX assumem compromissos de redução de emissões de GEE, em relação a uma determinada baseline, de acordo com um cronograma padrão previamente estabelecido. Regulado e auditado pelo FINRA-Financial Industry Regulatory Authority (mesma instituição que audita a Bolsa de Commodities de Chicago e o NASDAQ), constitui-se no embrião do futuro sistema norte-americano de comércio de emissões Diferencia-se de outros mercados voluntários pelo rigor e transparência de suas normas e procedimentos e pelos processos de análise, aprovação e auditoria a que todos os projetos são submetidos 12

13 CCX Chicago Climate Exchange (continuação) O CCX é o segundo maior mercado de carbono do mundo (após Kyoto) Constituído em 2003 através da adesão de 20 empresas, o CCX atualmente possui mais de 300 membros, dentre os quais a Ford Motors, American Electric Power, Du Pont, IBM, Motorola, International Paper, Cargill, Monsanto, Bayer, entre outros Os volumes negociados evoluiram substancialmente desde o início dos pregões em 2004, passando de menos de t CO 2 /mês para mais de 6 milhões t CO 2 /mês Desde o ínicio dos pregões, foram transacionados mais de 120 milhões t CO 2 O baseline de emissões das empresas participantes do CCX, consideradas em conjunto, ultrapassa 600 milhões de t CO 2. O volume total dos compromissos de redução assumidos nesse mercado, conseqüentemente, é superior àqueles estabelecidos para qualquer outra nação do mundo. 13

14 Participação no CCX Durante o primeiro período (2003 a 2006) a participação no CCX estava aberta apenas a empresas da região do Nafta (Estados Unidos, Canadá e México) e ao Brasil A partir de 2007, ampliou-se a possibilidade de participação a empresas de todo o mundo A venda de créditos de carbono somente pode ser feita por empresas que sejam participantes do CCX e tenham esses créditos registrados em sua plataforma eletrônica A adesão de uma empresa ao CCX não impede a implementação de projetos MDL (Tratado de Kyoto) ou sua participação em outros mercados voluntários Existem três tipos de participação no CCX: Membro, Offset Provider e Liquidity Provider 14

15 CCX Compromisso de Redução de Emissões Os compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa são assumidos em relação a uma linha de base, que é a média aritmética das emissões durante os anos de 1998 a 2001 Compromissos de redução da primeira fase: 2003 = 1% 2005 = 3% 2004 = 2% 2006 = 4% Compromissos de redução da segunda fase: 2007 = 4,25% 2009 = 5% 2008 = 4,50% 2010 = 6% O Membro pode optar, a seu exclusivo critério, por participação em ambas as fases ou apenas na segunda 15

16 CCX Geração de Créditos de Carbono As empresas que superarem suas metas de redução podem vender os créditos de carbono excedentes para outras empresas que não estejam conseguindo atingir seus objetivos Os créditos de carbono são registrados por safra (2003, 2004,..., 2010), de acordo com o ano em que são gerados É permitida a venda de safras futuras, porém a empresa obriga-se a fazer os ajustes necessários caso as expectativas de geração de créditos de carbono não se concretizem 16

17 CCX Comercialização dos Créditos de Carbono Todos os gases de efeito estufa (dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, perfluorcabonos, hidrofluorcarbonos e hexafluoreto de enxofre) são negociados no CCX e expressos em t equivalentes de CO 2 Os créditos de carbono são transacionados em unidades denominadas CFI (Carbon Financial Instrument), cada uma equivalente a 100 t CO 2 Os CFI podem ser comercializados de três diferentes formas: a) diretamente no pregão eletrônico, com utilização de senha de acesso confidencial e privativa de cada empresa b) através de uma corretora (liquidity provider), cadastrada no CCX c) diretamente entre duas partes interessadas O limite anual (por safra) de vendas através do pregão eletrônico corresponde a 7% do baseline da empresa. Os créditos de carbono que superem esse limite (super-reductions) devem ser comercializados de acordo com as opções b e c acima 17

18 Kyoto e CCX Princípios Básicos Semelhantes Mesmo objetivo básico: redução das emissões de GEE Mercados submetidos a padrões regulatórios estabelecidos publicamente Processos decisórios fundamentados em protocolos técnicos Avaliação e acompanhamento dos resultados realizados por instituições técnicas cadastradas e de renome internacional 18

19 Kyoto e CCX Principais Diferenças K Y O T O Tratado internacional Metas de redução compulsórias Abrangência mundial Créditos de carbono diferenciados (allowances, CER) Negociações descentralizadas C C X Protocolo privado Reduções voluntárias de acordo com cronograma padronizado Abrangência mundial com foco nos Estados Unidos Créditos de carbono padronizados (CFI) Um único local de negociação 19

20 MDL e CCX Principais Diferenças M D L Foco no projeto Interferência governamental Baseline projetada Comprovação de adicionalidade Marco inicial claramente demonstrado e comprovado Burocracia / Prazos longos até a efetiva venda dos CER Regras geralmente inflexíveis CER têm preço de venda mais elevado C C X Foco na empresa como um todo Processo 100% privado Baseline fixa Nenhuma exigência de adicionalidade para membros / sem adicionalidade financeira para projetos de offset Possibilidade de retroatividade Menos etapas/prazos menores até a efetiva venda dos CFI Relativa flexibilidade nas regras CFI têm preço de venda mais reduzido 20

21 CCX e outros Mercados Voluntários Principais Diferenças Cronograma pré-estabelecido para redução de emissões Critérios homogêneos e públicos para aprovação de projetos/empresas Alçadas decisórias claramente estabelecidas comitês técnicos Verificação independente dos resultados obtidos Mercado regulado e auditado externamente (FINRA) 21

22 Offset Projects Definição Critérios de Adicionalidade Projetos com características especiais, fora do core business da empresa e que apresentem as seguintes características: Beyond regulation Recently implemented Best-in-class Leakage quantification No cherry picking Não há qualquer exigência com relação à adicionalidade financeira 22

23 Offset Projects Tipos de Projetos Protocolos Aprovados Emissão de Metano na Agricultura Emissão de Carbono do Solo Agrícola Eficiência Energética Substituição de Combustíveis Projetos Florestais (florestamento, reflorestamento, manejo e conservação) Emissão de Metano de Aterros Sanitários Energias Renováveis Emissão de Metano em Minas de Carvão Emissão de Sustâncias Nocivas à Camada de Ozônio 23

24 CCX Volume Transacionado V O L U M E (t CO 2 ) JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL Média Mensal

25 Mercado Voluntário Números Volume das Transações 25

26 CCX Cotações Médias CFI 26

27 Tramitação de Projetos no CCX A tramitação de um projeto no CCX envolve quatro fases distintas, sendo as três primeiras de responsabilidade da FBDS e a última (auditoria) de responsabilidade de empresa cadastrada no CCX Fase 1 Enquadramento do Projeto (kick off meeting): avaliação preliminar do CCX com relação à empresa proponente e a elegibilidade conceitual do projeto a luz das normas vigentes Fase 2 Metodologia e Relatório Técnico: desenvolvimento de nova metodologia ou adaptação de metodologia existente às características do projeto proposto. Elaboração de relatório técnico cobrindo todos os aspectos relevantes da empresa e do projeto e calculando detalhadamente seu balanço de emissões. Discussão e aprovação preliminar do corpo técnico do CCX 27

28 Tramitação de Projetos no CCX (continuação) Fase 3 Aprovação do Projeto e Adesão ao CCX: assinatura do contrato de adesão ao CCX. Quando necessário, apresentação da metodologia e relatório técnico para o Offset Committee ou Forestry Committee Fase 4 Auditoria: No caso de projetos florestais, a empresa proponente deve contratar uma auditora cadastrada no CCX (BVQI, SGS, DNV, entre outras). Para todos os outros tipos de projetos, a auditoria é realizada por empresa conveniada com o CCX, sem custos adicionais para o proponente A venda de créditos de carbono pode ser iniciada logo após o término da Fase 3. Caso a auditoria aponte desvios com relação à quantidade de créditos de carbono previstos no relatório técnico, a empresa fica obrigada a fazer os ajustes necessários 28

29 Estudo de Caso 1 Projeto Industrial Fuel Switching 1. Cliente: empresa multinacional, com matriz na Europa e atividades em dezenas de países, inclusive Estados Unidos 2. Instalações no Brasil: três fábricas; participação minoritária em outras 3. Projeto: substituição de óleo combustível por gás natural nas caldeiras da unidade industrial principal 4. Antecedentes da empresa: outro projeto já havia sido aprovado como MDL (CER registrados) 5. Antecedentes do projeto: consultas realizadas pela empresa indicavam a inviabilidade de aprovação como projeto MDL pela falta de adicionalidade financeira 29

30 Estudo de Caso 1 Enquadramento do Projeto Kick off meeting realizado em Chicago, com detalhada exposição das atividades da empresa, sua importância nos diferentes mercados de atuação, política ambiental, etc. Exposição a respeito dos conceitos do projeto Verificada a adequabilidade do projeto às normas do CCX Verificada viabilidade de atingimento das metas de redução Questões levantadas: possível inter-relação com projeto MDL e situação da empresa-irmã nos Estados Unidos 30

31 Estudo de Caso 1 Elaboração do Relatório Técnico Verificação da existência (ou não) de metodologia já aprovada Proposição de metodologia adoção dos fatores de emissão aprovados para o MDL Definição do perímetro do projeto comprovação da completa independência com relação ao projeto MDL já aprovado Descrição técnica do projeto, com especificações dos equipamentos Cálculo da linha de base Cálculo das emissões evitadas reais e projetadas Balanço final: emissões evitadas x compromissos de redução assumidos Atenção: Os cálculos apresentados são provisórios, devendo ser ratificados por inventário de emissões anuais, auditados por instituição cadastrada no CCX 31

32 Estudo de Caso 1 Discussão e Aprovação do Projeto Apresentação do relatório técnico para a equipe do CCX, em Chicago Discussão detalhada a respeito de todos os parâmetros considerados: ênfase especial na definição das fronteiras do projeto Nenhuma restrição a respeito da adicionalidade financeira Discussão sobre conflito de interesses com relação à empresa-irmã norteamericana (no cherry-picking) reunião com representantes dessa empresa nos Estados Unidos Recomendações da equipe técnica do CCX incorporadas ao relatório Aprovação pelo Offset Committee / Assinatura do contrato de adesão ao CCX 32

33 Estudo de Caso 2 Projeto Florestal Destinação Comercial 1. Cliente: empresa de capital nacional fortemente exportadora 2. Instalações no Brasil: fábricas e florestas localizadas em diversos estados 3. Projeto: seqüestro de carbono pelo aumento da biomassa nos plantios comerciais da empresa 4. Antecedentes da empresa: projeto de substituição de combustível (óleo por biomassa) em tramitação no MDL 5. Antecedentes do projeto: comprovada inviabilidade de enquadramento nas normas do MDL 33

34 Estudo de Caso 2 Enquadramento do Projeto Kick off meeting realizado em Chicago, com detalhada exposição das atividades da empresa, sua importância em termos nacionais e internacionais, política ambiental, etc. Exposição a respeito dos conceitos do projeto Discussão a respeito das metas de redução de emissões da empresa x projeto florestal possibilidade de compensações Discussão a respeito do projeto MDL anular possibilidade de dupla contagem Recomendações para detalhamento do relatório técnico 34

35 Estudo de Caso 2 Elaboração do Relatório Técnico Definição das fronteiras do projeto separação das atividades industriais e florestais Definição dos critérios para evitar dupla contagem biomassas diferentes para projetos CCX e MDL Descrição detalhada do sistema de inventariamento florestal da empresa Estabelecimento das curvas de crescimento nas diferentes regiões do projeto Estabelecimento das curvas densimétricas Análise do plano de manejo da empresa programação de cortes, rebrotas, replantios, expansão de área plantada, etc. Cálculo do balanço de carbono das áreas florestais Certificação florestal garantia de que as florestas estão sendo manejadas de forma sustentável Outros benefícios ambientais e sociais gerados pelas florestas da empresa 35

36 Estudo de Caso 2 Discussão e Aprovação do Projeto Apresentação do relatório técnico para a equipe do CCX, em Chicago Discussão detalhada: sistema de inventariamento, produtividade florestal, plano de manejo Proposta de mudanças de algumas regras em virtude de características próprias dos projetos florestais brasileiros Detalhamento da sistemática adotada para evitar dupla contagem com relação ao projeto MDL Nenhuma restrição a respeito da adicionalidade financeira Recomendações da equipe técnica do CCX incorporadas ao relatório Aprovação do Forestry Committee / Assinatura do contrato de adesão ao CCX 36

37 Estudo de Caso 3 Projeto Florestal Preservação Permanente 1. Cliente: empresa multinacional, com sede nos Estados Unidos e atividades em dezenas de países 2. Instalações no Brasil: diversos estados das regiões sul e sudeste 3. Projeto: recuperação de áreas degradadas com essências nativas características da mata atlântica, para preservação permanente 4. Antecedentes da empresa: conceito muito elevado com relação a questões ambientais, com forte participação em assuntos relacionados ao mercado de carbono 5. Antecedentes do projeto: proposta metodológica não aprovada no MDL 37

38 Estudo de Caso 3 Enquadramento do Projeto Kick off meeting realizado em Chicago, com detalhada exposição das atividades da empresa, sua importância em termos nacionais e internacionais, política ambiental, etc. Exposição a respeito dos conceitos do projeto altíssima complexidade Enquadramento como Offset Provider nenhum compromisso de redução de emissões Considerações a respeito da matriz norte-americana grande emissora Considerações a respeito da possível re-submissão do projeto ao MDL Preocupação com relação à metodologia a ser adotada e à futura auditoria do projeto 38

39 Estudo de Caso 3 Elaboração do Relatório Técnico Constatação da extrema complexidade do projeto 180 espécies diferentes (pioneiras, climáceas, secundárias) inexistência de banco de dados confiável para a maioria das espécies Parceria com a USP-ESALQ para desenvolvimento de modelo matemático com os dados existentes Aplicação do modelo matemático no projeto, estimando o balanço de carbono Descrição dos benefícios ambientais e sociais gerados pelo projeto 39

40 Estudo de Caso 3 Discussões Finais Apresentação do relatório técnico para a equipe do CCX, em Chicago Início de discussão sobre a metodologia (modelagem matemática) adotada para o projeto Tramitação do projeto interrompida pela negativa da matriz norteamericana em aderir ao CCX 40

41 Contato Walfredo Schindler Diretor Superintendente FBDS- Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável Rua Eng. Álvaro Niemeyer, 76 São Conrado Rio de Janeiro RJ Tel: (21) Fax: (21)

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