03 Sçntiuu9(3 p w o f

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "03 Sçntiuu9(3 p w o f"

Transcrição

1 Sçntiuu9(3 p w o f

2

3 ÓRGAO OFICIAI. I)A SliCAO REGIONAL DO ESTADO DC SAOPAUtO SOCIEDADE BRASILERA DE DERMATOLOGIA JANEIRO/FEVEREIRO/90 e d ito r ia l,. o assumir a direção da SBD - I \ Regional dc São Pau lo, nossa 7 - j D iretoria vê-se dian te de inúm eros desafios. Estes tornam-se m aiores pelas dificuldades que som breiam nosso país. principalmente a financeira. No estabelecimento dc prioridades elegemos cm prim eiro lugar o "Jo rn al Dermatológico". Este sofreu algumas mpdificaçoes mantendo-se porém, fie l üs características dc seus idealizadores como órgão de divulgação c atualização cm Dermatologia. Nfto dcncuidarcmo.s. no entanto, da principal atividade da nossa especialidade, as Jornadas Dermatológicas, que a distingue das demais áreas da medicina. Esses objetivos e outras in iciativas da nossa Diretoria só serão alcançados com o apoio, união e principalm ente com a participação de todos. Fundamental, no entanto, é a base financeira e esta está apoiada na participação dos seguintes laboratórios, aos quais desde já pedimos um destaque especial dos colegas: Abbott Laboratórios do Brasil S.A. Bayerdo B rasil S A. Cílag Farmacêutica Lida Glaxo do B rasil S.A. Hõechst do Brasil S.A. Janssen Farmacêutica Ltda. Johnson & Johnson Produtos para Crianças Laboratórios Pfizer Lida. Laboratórios Stíefel Ltda. Merrell Lepetit Farmacêutica Lida. Produtos Roche Quím icos e Farmacêuticos S.A. Squibb Indústria Quim ka S. A. CM.EH0ÍW0 CIENTÍFICO SBD-SP-1990 de abril de abril I I de aftosto 20 de outubro 73* jornada Dermatológica Paulista Escola Paulista de Medicina Curso Prévia-Atualizaçüo em Cirotgica Dermatológica Reunião O rdinúria O SEC - Faculdade de M edicina de Stv Amaro 74* Jornada Derm atológica Paulista Campinas Curso Prévio*Envclhecimento Cutâneo 75* Jornada Dermatológica PaulisU Hospital do Servidor PáWico Ruadual Curso Prévio -Novidade» em Terapêutica Dermatológica 76* Jornada Dermatológica Paulista Hospital das Clinicas Fac. Med. U.S.P, Atividade Prévia Qual é o seu diagnóstico 7 24 de novembro U l Reunião dc C irurgia Dermatológica São José dw Rio Prelo.

4 LESÕES C U TÂ N EO -M U C O S A S EM PACIENTES HlM-POSlT IV O S - * A m b u lató rio M u ltid U c Ip lin a rd c A ID S dn I M.d.i r.m li 1J d c M e d icin a (K fm K e m I íuikíi>t».im«-nl d rw lc 19X5. já atendeu aw - J setem bro de 1989 ce rca de 1000 p acicn tc». A p a ri Ir d c m ulo d c 1988 w fe am b u lató rio passou n contar com a prc*cnça regular do derm atologista. Etiti p u N IO fjo é o re lato da* lesões d c pele c muco*as obscrvula* cm N9 paciente* H lv - p w itívo» que passaram *oi avaliaçào derm atológica* especializada entre m aio dc IW 8 c jjv 'io d c 1989(15 m eses).todo»ospacientes (oram subm etidos j exam e ch n ieo d em u ioióçtco m inucioso c, qu.m do n ecesvlrio. realizou-se c.xanic m icológ ico d ireto, cultura c ftistopaiologin para a u x iliar o diagnóstico. C a ra cte rís tic a d a Po p u lação Estu d ad a 89 pacientes ( 100% ) 11 Distribuição i u ;tnlo 30 vexo m asculino: 83 (93.2 % ) fem inino: 06 (6,6 % ) 21 D istribuição quanto ã idade m ínim a: 19 anos - máxima: 48 anos m édia: 32.3 anos 3 ) V ia p ro v á v e l d e co n tam in ação co m o H I V relação homossexual m asculina: 6H (76.4 % ) - relaç.lo heterossexual com ind ivídu o I IIV - positivo : 03 (3.37 % ) «o d e d ru fa i p o r v ia endovenosa: 0 6 (6.7 4 % ) - transfusão de sangue ou derivados: 05 (5.61 % ) desconhecido: 07 (7.8 8 % ) RESULTADOS L E S Õ E S C U T Â N EO -M U C O SA S O B S E R V A D A S : I ) M anifestações ncopfcísticas - sarcoma de Kaposi: 10 pacicnres (1 1.23%) A d ria n a M a ria / to ro i C o n ce ição A p a re ci*!*! A cce n tin ' 2 Fernando A iigusia de Alm eida 3 II) Manifestações infecciosas 1. Fúngicas. Candidíase * oral: 13 (14.6%» g en ital: (1.1 2 % ) - Derm aiofito»e (pe le c un h a*): ( % ) 2. V ira is - IkT p c* sim ples - o ra l: (7.8 6 % ) genital: (3.3 7 % ) p erian al: (3 3 7 % ) - M olusco contagioso: (3 3 7 % ) Leucoplasia pilosa o ra l: (3.37 % ) - Verruga v u lg a r (2,2-1%) - Herpes zo ster: (1.12 % ) III ) O utras dcm iaioscs dermatite scborrcica 26 (29,21%) xerodennia <20,22% ) prurigo ( % ) cc«m a dc contacto (13.48% ) dermatofibrom a (4.4 9 % ) ctcabioho (3 3 7 % ) u n iciiiti (3 3 7 % ) hemangioma adquirido (3 3 7 % ) eczema atópko (2 3 4 % ) p iitpiira (2.2 4 % ) anctodcniiia (2.2 4 % ) exantema por droga (1.1 2 % ) granuloma an u lar...01 (1.1 2 % ) líquen estriado ( 1. 12% ) melasma ( 1. 12% ) qu eilite angular ( 1. 12% ) Cada paciente apresentou, geralm ente, m ais do que uma das dermatoses acim a citadas. COMENTÁRIOS A cooperação entre os resultados obtidos neste levantam ento e os d a literatura é dificu ltad a pela heterogeneidade das populações estudadas c dos critérios utilizados nos diversos trabalhos. Dentre as m anifestações cu iioco -rn ixo ^ freqorntem cwc c ilada* na literatura e sti 0 sarcoma de Kaposi. Esta neoplasia é obsçrvadu cm 1.7 % a 50% do» paciente* estudados, sendo que a maioria do trabalhos c ita sua incidência cm cerca de in dos doente* com A ID S. É dadocons«ns«ai que este tum or é m ais frequentemente visto cm pacientes homossexuais do que nos pcncnccntcs * * dem ais grupos dc risco para A ID S. No present levantam ento esta neoplasia fo i observada cm 11,23a dos pacientes, todos eles homossexuais, sendo quç c sia incidência relativam ente baixa poderia serem,., decorrente do tamanho d a am ostra (N «*9 ). ou sign ificar que o sarcoma dc Kaposi é menos comum no nosso m eio do que na Am érica do None, dc onde provém a m aioria dos dados da literatura: esta p o ssibilid ad e c co rro b o rad a p o r trabalho realizado recentem ente n a Dinam arca, que nãorehu nenhum casod c sarcoma de Kaposi cm 150 pacientei H lv-positivos avaliados por dermatologistas c doniistas durante um período dc 6 meses. Quanto à s m anifestações infecciosas, as de origem fúngica c v ira i, m ais frequentes, e s tio represenudai nas tabelas I c 2. A candidíase oral é citada em todos os estudos como nuit freqüente nos pacientes pertencentes ao grupo IV (AIDSdoença) d o que aos grupos L I I e 111 (HlV-positivos»em A ID S -doença). Alguns trabalhos relatam incidência dc 87% de candidíase oral em pacientes com AIDS-doença. Quunto à freqüência de dcmiatofitoscs nos pacientes IUVpositivos, os dados são variáveis: trabalho recente realizado n a Su écia com para a presença de derrcaiofitcnc nos pés de hom ossexuais H lv-positivos e HiV-ncgativo>. c conclui não haver diferença estatisticam ente significantc entre os dois gnipos. além dc não observar nenhum caio d c dennatofitose generalizada cm 110 pacientes HIV. positivos. O utras infecções fúngicas m ais raras, com o a criptococosc. a csporotricose «a histopusaose cuüneas. às vezes citadas n a literatu ra, não foram por n6s obsctvadas. A s lesões de m o tn co contagioso. c t a c n a b em dos pacientes deste e* t udo foram geralmente grandes e localizadas em sítio* anatôm ico* ponc h a b itu a s,«* * a face. dados estes concordantes cora os da literatura A s Ic *ô cs d c h ctp e * *im p!es nos pocicr-tcs HlV-pc**i:no* tx n b ém d iferem da p o p n b ção g eral por serem ilcc n» grandes c d e e s ta ç ã o crô n ic a, o q ue também k s e n f««o sol na m edida certa. jjo fu v ío n ^ v m o n PITIRÍASE VERSICOLOR Existem momentos em que a pele não está exposta somente ao sol. m Nizoral Ketoconazole Alta eficácia sistêmica no tratamento das micoses superficiais. N A JA N 8 8 C N F A I W M ^ BQ-1, A N D A n. C E P : P A U L O S P.

5 fi o > é ; 9 S-s 10 ao I i î fs > n > 00 s 5 i l l l w n «^ *r. S S ü? 5S Ê E o :

6 NOVAS PERSPECTIVAS: A CELULA ENDOTELIAL G U I.E S L A N D M A N C l Professor Auxiliar de E/um >do Departamento de Anatomia Paudágira da hi< itlj./.lr de Medicina da ARC Patologista Responsável peta Dermatopatologia da EU ABC Janeiro de 1990 uma ccfuti n M r i a l d r u r a «coulj pm* capãur dc dcíioc rrtieutar «u p c rfk u L Temtv t w t t W i «d tc riú l d e fc m( ío U» (ip m G c o.d p a a lifia r - w d M H i'm d r r a» I o p b u M f o o n d D p t ir t m lid o io w r w h r. JáaM Hcxura? A o lo rç o da fcisjóoa. i céju la cndo*dial to n «d o ambuidas «lircrvn funçoct. Em de acodo com Conheim. Mia atis-ubdc não seria muoo grande: abrir c fechar comportas p an d r iu r p e m líqw fc» d o o n p ic p in o n tomic io ou no teaúdo fcvcn o. V e r por outra. priaápafcncmc quando agredida.»ocê se m u n a sn eo to e dana aderidos em *em braço* w am po* oeuarófilos p n c o n tx c r o Jfrr u o r. (om o o brnnquico. o d tfcvtrvo e m ais reccntcm cntc a pefcl (dcaonum dos m p w lvn w» dc B A L T. G A LT SA LT X. N a pe*e. o S A L T pau oa i r c p i c fid c f u «W «i dc Lanpcrhaas. o» lid ócrot pcrivarcularo i (T e m m m u É o ria ) e os liu fot utt* lep om it. E neste»iw m»q u c te propôs a in ck n Jo d u M Ii Im cndoteliais d a i vénubs pós-capilares da derme reticular superficial, função da %ua participaçao a tiva no» proccvso» inflam atório» por hipcncnsibiiidadc U id u c/ou cm in(lam»^<vs ifudas Q uais os argumento* cm favor dc sua wtfawão n o le a n» riub e u u lm r e m iim M o d id tfe u a i k M T A v.< } 0 í Já em l9 S S.d e acordo com Albsoo. n c u rtfilo i *ó aderinam cm vocc em caso de inflam ação, nunca»cm. Que estranhos poderes haveriam de to este* fiéis «n if n para detectar distúrbios cm w a superfície»cm que h ou veu c um boy i men n j fa r o l p u a du m a-kv? >ía d écadi de 60. d c acordo com CeUiu. só passavam por w x am ndm crodeagin-ra dodeucutnsfihk.co u n ca m i» do que ista. H averiam rccqaoro de membrana n o endoedio vascular que. uma vez saturados, (d o perm unam n u b a adesão de nemrófilos a sua superfície? Gm 1964, Oowan/. descobriu que «seu H>dcr m ilita r era grunde. Qumulo aquartelado nos linfonodos, mais ctpeciflcam cnie revestindo as vénulas pó*-capilares. exercia condole absoluto no m ovim ento (re ciau laçã o e m igração) <fe seus compatriotas, os lintócilos. Em prim eiro lu fa r, observou-ae que leucócitos. células intersticiais e até mesmo a s células epiteliais exercem influência dircta sobre as células cndoteliais (a i de vo cê!). D e fato. células inonoouclearcs produzem citoq uirm enue a i quais interferonfam a. im erfcuciru I.fa to rd e necrose tumoral c linfocoxina. O interferon {a m a indu/. ( I ) a expressão de aniigenos de histocom patibilidade de C lasse II (D R. D Q. D P ). (2 ) aumenta cm dez vezes a expressão de aniigenos de histocom patibilidade de Classe I (A.B.C ). (3 ) m odifica a m orfologia induzindo um estado de "a iiva çã o c. finalm ente, (4 ) aumenta a expressão d c IC A M - 1 (Inter-C clular Adhcsion M olecule- 1 ) e conscqueniqncnte a adesão, dc linfócilos. ACM6 1 o o e ex. A m edula que o tempo fo i passando, o sistem a im une fo i d ividido c com puriiincntflliznilo, criando-sc assim os chamados tecidos linfóides assoe lados aos diversos oigãòs. A Interleucina 1 (IL-1 ), o Fato r dc N ecrosetum oral (TN F ) c a Lin fo to x in a (L T ) têm efeitos sem elhantes sobre a célula cndofclial. quais sejam : ( I ) aumento da atividade pró- o A. O c e r a l oxiconazol Cetonax* O tra ta m e n to e fic a z p rá tic o d a s m ico ses s u p e rficia is o p ro fun d as 1 Cetoconazol A d ro g a q u e ab riu novos ru m os n a terap êu tica antim icótico uma vez ao dia? j garante todo o dia. 4 Cilag C r f i ily li: H*m d$ aoor*x4a 1% h f c if in : Irlocçô«cutfmw c M adm pord»rndaft>»(tndppfrm Zpáuw otftfw t Mcwtjom *!, lw ft» M «n pi/tewtar Candida ahãcstsj. lungo» 'attto k rn m } IM m kii 1 <6m m in. fer tapn taciérua G w tcotovu Caotri [«flcaçôes: HpvK^txiitJutío m compjf-onici w ín h ; Oc«'»r é gw lw w» bem IOIpimíu Em faro ca»3. pwjemocwweaçô» wuno». u íí eccosotmçto <1«fcre nóhkê ou faix» PoMfegla; OcmT d m m apksido aotre a> tosto ctfinim umg w r id A& dt prdrtnca i nol» oulcnilminmco POTotrrfanflotode j>4põ*s«afce«*d6nwtnmi-r So^cloa»% vdfoco^20rí P3a t%**am ce*3o0 P iw M t l o rfi ci d r C m i g g «a g M M M K W J o h h w m ii i «r. n lw «* m **n «O» *»

7 coagulante. (2>aumento «ln nnglogene*c pela produção dc um fator de creacimvnto aulócrino. (3 ) aumento da expressão «le antlgenos dc hisiocompaiibilidade de C W a I (c v lo de Classe U ).(4)an i> cn in d i prodasjode C SF (Coiony Stfcnuhling Pacior). (S ) aumcnio da produçãoescctcviode I I.-1(aalo estim uiaçio). (6 ) c ipressio aumentada de IC A M -I e adetrneu de liafcw itov, «7)c\prcsvòodcH.AM I (Endolhelial-Lyinptiocytc Adhésion M olécule I ) * adeoo de nculrófilos ç finalmente. (R) m odificação alu morfologia assumindo um aspecto alivndo. Tudo itfo quer d iw r que v o c i, cdlulu cndotclial icin agora quo oprender n arte da diplom acia c das ilcllciulis iiiler-relaçõcs com os diversos mensageiro«. Estes por sua vc/.. induzidos por substíncias endoteliais m odilkam teu comportamento d c acordo com as circunstâncias. Estam os enfim na era da democracia plena. Em que medida estes fatores podem influir cm lermos de resposla inflam atória? Imaginem que uma bactéria penetra na pele e produz uma agressão. Com o c que reage a pele? E as diversas células, entre as quais você célula cndotclial? Macrófagos fagocitam a bactéria, processam o antigeno hacicriano C o apresentam aos lin fóciios T dc memória induzem a proliferação dc células T helper c eslas Começam a produzir Intcrforon ganta. IL - 1, enquanto os macrófagos produ/cm T N P. Estes silo o t fatores que iniciam a cascata de eventos indutores da proliferação e subsequente m igração dc linfócitos c neutrólilos ao sitio de agressão, explicados pelos tequintei faio«: I. Acrediu-sc que os anngenosdc histocom patibilidadc (Classes I e I I I sejam neccssúrios para induzir a pro liferado de linfóciios T (Heîpex c csiotáxicos) c B dependentes. 2. IC A M - I com o o p ió p rio nome revela, é um a m olécula da e n b n u de c ã o b s e a d o K iu» e queratinocitos à qual aderem receptores de membrana de linfócitos ativados quando d a soa m igração p a ri o inten ticio. Itfo qocr dizer que. p jra linfó ciios sairem dos vasos, é nccevsirio que células cndoieliais se ativem " c pavscm a expressar accpcores de membrana que aumentario a adcrencia de lin f& lio t e conscquemcmcme a w i m p ^ lu p «Intenticio. 3. Ü LA M -I é uma proicina da membrana ciu>pu«m.it k j cndotclul que surge * horas apó* um csiim ulo inflom jcôrio. k qual aderem os ncuirófilos (e somente e lo ) durante» fase agudi da iallam açlo. Esta é provavelmente a explicaçlo pjra o fenómeno da *u «giiuçio leococ íü ra. 4. A t células endoiclials secretam IL-1 que como todos sabem, determina a proliferação dc linfócikn (fenomento também proporcionado pela vecrc^io dc CSF>. aumenu o m eialiolism oorgânico c também Inicia o prwcsso fabril. 5. A ativaçào da angiogenese contnbul definitivam ente paro n regcncroçaodos tecidos. Que perspectivas nos trn/ein estas novas «fcscobertas? Certamente multas, tendo-sc em vlstu que lanios faiores podem contribuir para u ativação «In defesa oiganicu. Pensemos, a títu lo de exem plo, na eiinpnusgrnia <la\ vasculitçs. O que aconteceria se algum fator (intrínseco ou extrinscco) induzisse células cndoteliais ã produção excessiva de KTAM -I? Linfócitos adeririam ao endotélio vascular c consequentemente produziriam um le d o m orfológica d avsificavcl com o uma vascu litc'linfo citica". Pode-se. no entanto, d iscatir a validade do uso do termo vasculite. mas certamente bata-se de uma vasculopatia lin fo citaria. Por outro lado. com o seria denominado um aumento dc adcrencia dc ncuirófilos às células endoiclials indu/ida pela m aior expressão (de causa intrin*cca ou extrínseca) de ELA M -1? Vasculite leucociloclílstica? Vavculopalia ncutrofflica? Este é um resumo incom pleto das possível* interações fisiológias c patológicas entro os diversos compartimentos do sistema dc defesa do orgunismo. do quul destacamos, neste artigo, a célula cndotclial. Todos este* fatores certamente deverúo ocasionar unia drxstica mudança na classifiçao, na etiopatogenia c. ttn futuro bem próxim o, no tratamento d as vasculopatias. Referências 1. Pober.JSJm J. PatM. 133: W heder.uæ. et a l. J. CeU. IwmmmtA. 82: Schamberg. H. et al.j.lm n mnol. 14 IM S C o o a n.r S. e ia i J. In m n o i. 140: ( í- O D r.g ü le s Landm an acaba de retornar dos Estados Unidos d a Am érica onde realizou um estágio de aperfeiçoam ento em D em uop atolog ia no Depanam enso de D erm atologia d a Universidade de Jo h n s H opkins em B a l rim ore. M aryland. HALOGHaSanonida EFICÁCIA E PRATICIDADE EM APLICAÇÃO ÚNICA DIÁRIA. * DERMATITES ALÉRGICAS E DE CONTATO ECZEMAS B PSORÍASE CREME POMADA SOLUÇÃO CAPILAR SQUIBB rapidez de ação! Hoechst IB â*p o«q úodo c*»m m fck o C «to * m M i IPOhVM v v t

8 RAST (RADIOALLERGENOSORBENT TEST) 'Célia Marcia Rist alt,,, m hnru inlr»d u /id o cm IW & apenas nos I (iltim iin ir o anos Icm sido o K A ST u lili/a d o d c m aneira ro tin e ira na p rálica J dermatológica brasileira. Por ser uma l cr n ica de a lio custo p ara o pacicnle c po r ser reali/adn p o r poucos laboratórios especializados na área de im unologia. ó pouco conhecido e indicado pelos colegas. Para os que não o conhecem, v amos então fazer alguns com entários sobre esse excelente método diagnóstico ( iic pode ser ulili/tido em alergia dermatologica. O teste fo i inteiam ente padronizado como rjdioim unttciisaio. pocém a lécnica empregada atu.il mente é a im unoenzim ática. tendo porém o nome RA S T permanecido. Seu o b jetivo é a determinação. cm som ou plasm a. dc anticorpos da classe Ig E específicos, indicando assim os A L E R G E N O S também específicos da reação tipo I (Im ediata). Basicam ente. as indicações do R A S T cm alergia dermatológica são as mesmas dos testes intradcnnicos tid ) realizados cm consultório, a saber. Atopia e U rtic.iria. sendo também indicado para casos dc alergia, nas áreas de: O torrinolaringologia. Pncum ologia. Pediatria. Gastroenterologia e O ftalm ologia. Em revisão dc literatura assim com o na prática pessoal dc alguns colegas o R A S T não fom ccc inform ações adicionais aos lestes ID. porém hd situações onde a realização desses testes cm consultório é praticam ente im possível ou contraindicado como cm casos dc atopia extensa, dermografismo acentuado, crianças de baixa idade ou mesmo pouco dom ínio da técnica por pane do médico. V ale lembrar aqui que lestes ID c cscarificação com alimenton estão praticamente abolidos em dermatologia pela grande quantidade dc rcsnliados falso positivo c falso negativos, sendo aqui a indicação do R A S T bastante precisa. Outras indicações incluem o paciente cm uso dc antiliistam ínicos ou com história clínica e exame físico sugestivos.com testes II) negativos. Um a vez indicado o exame, deve-se optar pelo prim eiro pedido de: Ig E total (quase sempre elevada cm caso d c R A S T positivo).,pesquisa dc anticorpos anti-aniígenos inalatórios c R A S T m últiplo (painel) composto de um grupo dc alcrgcnos: fungos, epitclios. pó dom estico, gramíneas c alim entos. Sc um desses grupos for positivo, pode-se cm segundo exame so licitar.testes individuais desses grupos. Ex : fungos (Pcn icilliu m notatum Cladosporium herbarium, Aspergillus fum igatus. Alternaria altcm aia). epitélios (gato. cão. cavalo, vaca) Pó doméstico (D. pterony ssimns. D. farinae. barata, pó caseiro) Gramíneas (Grama rasteira. Capim Bahia. Azevém ) Alim entos (cla ra de o vo. le ile. peixe, trigo, aveia, m ilho, amendoim, c tc...) Conforme o laboratório, o m édico poderá so licitar alergenos específicos para a pesquisa, além dos referidos acima. O s resultados são fornecidos cm classes de 0 a 4 (ou PRU /M I) que significam aumento progressivo na concentração dc Igc especifica: Classe PRU/ml Níveis dc Ig E especifica 0 <0.35 Não detectáveis Muito baixos Baixos 3 3, Altos 4 >17.5 Muito altos Concluindo, pode-se dizer, baseando-se na prática pessoal dc 2 anos d c uso desse método diagnóstico laboratorial, que sua indicação precisa após exaustiva anamnesc e apôs exame complementares de rotina configura-se excelente ajuda na detecção dc alcrgcnos específicos c indicação dc im unoicrapia. A s desvantagens do R A ST. como possíveis resultados falso positivo c falso negativo, existentes cm tantos outros métodos diagnósticos cm dermatologia, contrapõem-se as suas vantagens, com o ausência de risco para o paciente, ausência dc influência de medicações nos resultados, c possibilidade de testar-se inúmeros alcrgcnos cm uma única amostra de sangue. Finalm ente, vale in sistir, a indicação do R A ST deverá ser feita após profundo estudo do paciente c quando esgotados os métodos tradicionais dc pesquisa d c alerg ia dermatológica, pois o ônus econôm ico para o paciente é m uito alto para que não se tenha posterior retom o terapêutico que incluc não só im unoicrapia como orientação alim entar c am biental. *Pro í* Assistente da Faculdade M edicina do A BC. Derm atologista responsável pelo Am bulatório de Dcrmatoses Ocupacionais. A cn e JS S PANTOMICINA t ó p ic a Uma fórmula eficaz, segura 1 e prática. ' tioconazol 1 I l d l e V l 1 creme/loção/pó I 0 m ais prescrito pelo especialista atnctoeaoobom eikyâarw naniõoo«3 A B B O T T H Dedicação mundial à wode.

9 # CONGRESSO BRASILEIRO DE DERMATOLOGIA 01 A 05 DE SETEMBRO DE 1990 HOTEL TRANSAMÉRICA - SP ORGANIZAÇÃO E SECRETARIA COORDENAÇÃO DE EVENTOS RE80UÇAS - AV.RE80UÇAS. 600 CEP SP TEL (011) FAX: (011) TELEX (11) FFD8 CONGRESSO DE CIRURGIA DERMATOLÓGICA JORNADA INTERNACIONAL REGIONAL DO COLÉGIO IBERO LATINO AM ERICANO DE DERMATOLOGIA - CILAD 31 D E M A RÇ O D E 1990 Hospital das Clínicas, Ambulatório de Dermatologia - Prédio dos Ambulatórios, 5- andar (das 8h00 às 10t)30) CURSO DE ANATOMIA Promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e Departamento de Anatomia da U SP e 31 de março (período Integral - 30 vagas) XIII R.A.D.L.A. 12,13,14 E 15 DE JULH O LOCAL TEATRO DA FMUSP Hotel Glória - Rio de Janeiro - 5 a 8 de maio de 1990 s p e c t r a B A Í Fl LTRO SOLAR Loção FPS 4 ou 15 Creme FPS 4.G el FPS 4 Protetor labial FPS 4 ou 15 E para uso após a exposição ao Sol: Loção A F IE R SUN (Hidratante) STÍEFEL Ciprofloxacina A antibioticoterapia sim ples, segura e eficaz. de eficácia em infecções da pele e dos tecidos moles....

10 E S S A D E R M j ào sáo raras as ocasiões. em que nós mcdicos nos deparamos com circunstâncias encraçadas proporcionadas duranle o exercício de nossa profissão. Durante vários anos fui colecionando esies fatos verídicos acontecidos comigo ou com colegas. E peva que icnhamos um pequeno hiato descontraído em nossa Iciium deste sério c conceituado jomal. resolvemos criar esta coluna, que cvidcnicmcnic dentro de todo o respeito que nossa sociedade mciccc. está para sonur na criação de um jomal para ser Sdoc não guardado.. Ao longo das futuras ediçivv gostaríamos de receber sugestões ou pequenas relatos daqueles que evidentemente entenderem o espírito desta coluna. Seriam os insetos ião evoluídos a pomo de criarem proceses? Acho que não! Todavia não é esta a opinião de um paciente que referiu o seguinte. Dr. já passei de tudo nesta ferida, até uma pomada de prótese" de abelha. (Ao invés de falar própulis). As definições de couro cabeludo sem dúvida ficaram abaladas no conceito do paciente que falou que estava com coceira no "couro cabeludo de baixo" (apontando a pubis). Da mesma forma, daquele paciente que Irtubcontc cm recordar o nome do remédio que houvera asado, arriscou de forma fim>c c segura: lxmbrci-mc Dr.. usei o suposto fixo de sódio Confusões deste tipo com nomes médicos, são até muito frequentes. Aqui alguns exemplos: No mês passado. eu fiz Reação dc Machado de Assis." Meu pai morreu dc "úkcra sulfurada". Fica lacrimejando as mãos (Disidrosc) Usei creme universitário. (Creme universal) O Dr. disse que deu Escroto'* no saca Para finalizar, uma pequena passagem com uma paciente que devido necessidade dc cirurgia recebeu uma caninha com os seguintes dizeres: -Solicito consulta com o cimrgiào (cômocutâneo). - *- Na semana seguinte, a paciente retoma revoltada e foi logo di/cixlo: - Dr.. não linha nenhum cirurgião com este nome! BIBLIO TECA LIVROS À DISPOSIÇÃO DOS COLEGAS 01 - Câncer no Brasil -Dados Histopatógicos Dcrmatologic Immunology and Allergy (Julius Stone) 03 - Controversies in Dermatology (Ervin Epstein) 04 - Dermatologia Clínica (Aurelianoda Fonseca 1984) 05 - Novo Dicionário Aurélio 06 - Diseases of the Nails and their Management (Bnran and Dawbcr ) 07 - Novo Michadis -Inglcs- Ponugucs 08- Displasia«Ectodérmicas (Manual para Profissionais da Área de Saúde -1984) Year Book of Dermatology (Sober & Fitzpatrick) 10 - Hansenologia International!«- vo l.l 11 - Hansenologia Intemationalis * vol Atlas of Black Dermatology (Tcodorc Rosen & Sandy Martin) 13 - Practical Dermatology of the Genital Region (G. Korting)\ 14 - Homeopatia cm 1000 conceitos (Anna Kossak-Romanach) 15 - Skin Signs of Systemic Disease (Irw in M. Bravcrman) 16 - Diagnosis and Management of Cutaneous Malignant Melanoma (Daniel F. Roses. Matthew N. Harris, A. Bernard Ack^nan) Year Book of Deimatology (Sobcr & Fitzpairick) 18 -Dermatologia Básica (Sebastião A. P. Sampaio. Raymundo M. Castro c Evandro A. Riviui) 19 - Colóquio Internacional Sobre La Paracoccidioidomicosis (Organizado pela Corporación para Invcstigación Biologica - C IB) 20 - Contact Dcrmatitis (A. Fishcr ) 21 - Rctinoid Thcrapy (WJ.Cunliífc and A. J. Miller) 22 - Dermatology (Samuel L. Moschella -1985) - 2 vols. NOVOS LIVROS 23 - Dermatology in General Medicine (Fitzpamck. 3* cd.) Ycar Book of Dermatology (Sober & Fit/patrick) 25 - Textbook of Dermatology, 3 vols. (Rook. 4* ed. 1986) REV ISTA S E JO R N A IS Journal of thc American Academy of Dermatology Jomal Dermatológico (encadernado) 26 -Dcrmatologic (Robert Dcgos volumes) 27 - Encyclopédic Médico Chirugicalc - éditons tcchniques 28 - Imunologia (Ivan Roitt, Jonathan Brostoff. David Male) I Ed. Manole Ltda JO R N A L D ER M A T O LÓ G IC O A N O V II - N 9 35 JA N E IR O / FEVEREIRO / 90 COMISSÃO EDITORIAL José Eduardo Cosia Martins João Roberto Antônio Jaym e de O live ira Filh o Ida A lzira Gomes Duarte C arlos D 'A p arecida Santos M achado Filh o CONSELHO CONSULTIVO Fausto Jo ã o Forim Alom o Iva l Peres Rosa Pessoa M endes L u iz C arlos C ucc L u iz Henrique Cam argo Paschoal Nelson Guim arães Proença Raymundo M artins Castro Sebastião Alm eida Prado Sampaio Fernando Augusto Alm eida Alexandre Souza S itta rt M au rício M. A lch iome Jo ã o de C astro Pupo N ogueira Neto N e i Rom ite M ilto n M endes Jr. S ilvio A. M arques A n a M a ria Tanaka C yro Festa Neto JORNAL DERMATOLÓGICO Direção dc Arte: Vanildo Nottoli Ilustração: Tomas Rossi Jornalista Responsável: A n a M a ria A n gela R ib eiro M T b Endereço: Brigadeiro Lu iz Antonio andar Tiragem : exemplares

11 EDITORIAL esforço inicial junto à Industria Farmacêutica conseguindo, com a compreensão e apoio desse setor, recursos financeiros suficientes para atingirmos todas as metas planejadas para a SBD-SP, hoje está ameaçado. Na obrigação de preservar o poder de compra empregamos o montante recebido em títulos de curto prazo e na caderneta de poupança, certos de estarmos mantendo as condições financeiras basais para prosseguir as atividades jà Iniciadas. As novas medidas econômicas baixadas pelo Governo Federal. novamente, vèm dificultar a realização dos objetivos mínimos perseguidos os quais possivelmente seriam atingidos. A liberação concedida por lei, de parte do montante aplicado, permitiu publicar mais um Jornal Dermatológico e por algum tempo, ainda manter as obrigações fixas e inadiáveis da Sociedade. Quanto ao restante retido estamos, em várias _ frentes,.» «o, üenvidando iiv iu a n a o 1 I todo* todos oc os esforços possíveis no sentido de levantá-los. PANORAMA PARC/At DO ANFITEATRO DA FACULDADE DE MED/C/IVA DE SANTO AMARO Ql/ANDO DA REALIZAÇÃO DA JORNADA ORDINÁRIA DO ÚLTIMO DE ABRIL. CALENDÁRIO CIENTÍFICO SBD-SP-1990 A esperança e o entusiasmos permanecem vivos, alicerçados no trabalho e na dedicação de toda a diretoria e acreditamos que o Governo Federal, através do Ministério da Económia, se sensibilize com os apelos feitos, permitindo com a liberação dos recursos, dar continuidade aos programas que são basicamente o Jornal Dermatológico e as Jornadas. 2 3 ju n h o 74* Jornada Derm atológica Paulista Cam pinas Prévio-En velbecim ento Cutâneo 75* Jornada Derm atológica Paulista H ospital do S e rvid o r P ú b lico Estad u al i ca Curso Prévio - Novidades em Terapêutica D cw iatológ 76* Jornada Derm atológica Pau lista Hospital das Clínicas Fac. M ed. U.S.P. A tividade Prévia Qual 6 o seu diagnóstico? Ed u a rd o C n etn u ~ n fn -

12 . _ m A i n n n n r! Repouso da parte afetada. TRATAIVIENTO DA DISIDROSE APRESENTADO NO CURSO DE TERAPÊUTICA CLÍNICA DA RADLA. Lult Henrique Camargo Patehoat I 3. Terapêutica «ópica: banhos depcnnongmato dc potássio 1/20.000: álcool canforado 1/2Q nu fase aguda ou sub-aguda. Pomadas de ácido salicílico 3 a 10% na fase crônica. isidrose - Preferimos o wrmo de Eczema disldrótico que define uma derm alile intensamente pruriglnosn, caracterizndn por xésico-bolhas. profundamente localizada nas mãos. principalmente, na face lateral e dorsal dos dedos, estendendo às vezes, para as eminências lenares ou hlpotenares, bem conio através das palmas; ocasionalmente, envolve o arco plantar. Tem evolução crônica, rccidivantc na maioria das vezes. Acreditamos que constitui uma sfedrome. enquadrada dentro dos eczcmas. Para que sc cnicnda a terapêutica, devemos discutir as suas prováveis ctiologias: 1. Atopia: A grande maioria dos doemos com eczema disidrótíco têm antecedentes pessoais ou familiares do atopia, c muitas vcz.cs 6 esta a única manifestação. 2. Personalidade Disidrótica: Temos a impressão que a maior parte desses doentes demonstram um sim ilar tipo personalidade: precisos, bem organizados, algumas vezes compulsivos e angustiados. Sãodoenies que freqüentemente, sofrem dc stress" psicológico por serem ansiosos. 3. Focos infecciosos: Seria conscqucnte da uma bac tende (focos infecciosos dc origem bacteriana como am idaliie, sinusite. dentários, a c.) ou de uma tricofiüdc (focos infecciosos de origem m icótica: dermatófitos) Outros processos ctiológicos que devem ser afastados como diagnóstico diferencial silo :ls dermatites do contacto, tanto pelo mecanismo dc sensibilização ou irritação primária, psoriase invertida, reação medicamentosa, principalmente a antibióticos (penicilina e derivados). A retcnçflo sudoral pura. acreditamos que ocorre de maneira muito rara. Incidência - Rara antes dos 10 anos: maior incidência entre 20 e 40 anos; não iem predominância de sexo. E dc distribuição universal, ocorrendo mais cm Icucodérmicos do que outras raças. Patologia A histopatologia corresponde ao quadro dos eczcmas. São raras as vesículas com ligação com os dutos de glândulas sudoríparas. As glândulas sudoríparas, apesar de terem incvarçâo simpática, funcionam colincrgicamentc. Evolução - Geralmente evoluem por surtos que duram de 2 a 3 semanas, aparecendo principalmente no verão. Atingem mãos em 80 %, mãos c pós cm 12% epds somente, em 8% nos doentes afetados. Tratam ento Dc acordo com o estado do cczcma disidrótico, fase aguda, sub-aguda e crônica; ou a presença ou não dc infecção secundária, devem ser tomadas as seguintes medidas de ordem geral: Corticóides tópicos, cremes ou unguentos (cm forma oclusiva). 4. Antibióticos sistêmicos com presença dc infecção secundária; não penicilinas ou derivados, pois estes, algumas vezes, constituem fatores ctiológicos. 5. Corticóides sistêmicos nas formas altamente vesiculosas. Para sc evitaras recidivas, aconselhamos: 1. Associação dc clordiazcpóxido 5mg com brometo de clidinío 2,5mg, 4 x ao dia, por um período de 1a 8 semanas, tendo como módia 2 a 3 semanas. 2. Vacinas dc alórgenos alúmen-prccipitados por via sub-cutànca profunda, por um período dc 6 meses a 1ano para formação dc um elevado título dc anticorpos bloqueadoies, nos indivíduos atópicos ou onde suspeitamos da etiologia atópica. 3. Radioterapia - nao temos indicado. Trabalho da Disciplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Fundação ABC. I- Professor Titular da Disciplina de Dermatologia do Departamento de Clinica Médica. PITIRIASE VERSICOLOR Existem momentos em que a pele não está exposta somente ao sol. Nizoral m Ketoconazole Alta eficácia sistêmica no tratamento das micoses superficiais. ilairídcc ilirnm i

13 o - o 0 1 " 0 m > 0 0 o o S ' o? 'r! l! l i

14 ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA G RAVID EZ Jayine üc Oliveira Filho Vúnlu Mn//ucchi INTRODUÇÃO: Durante a gravidez, iodos os sistemas orgânicos da mulher sofrem modificações radicais, principalmente o endócrino, ncuro-vcgctaiivo. cardiocirculatório. bioquímico e imunológico. A pele, cm decorrência desses fatos, 6 um dos setores do organismo que sofre profundas modificações: algumas de ordem patológica c outras da natureza fisiológica. Cenas alterações da pele c dc seus anexos (sitema piloso. unhas, glândulas sudoríparas c scbáccas) desaparecem após o pano, outras vezes constitucmse no sítio onde se precipita a cclosüo de um estado patológico laicnic, podendo permanecer após a prenhez. E, finalmente, o tegumento externo pode mostrar exacerba ções sintomutolôgicas decorrentcs de uma doença sistêmica prdvia, assim como existe urna correlação entre as gestações c ccnos tipos de tumores. Portanto a pele. no desenrolar da gravidez, funciona como um espelho, onde reflete o grande número de alterações fisiológicas o patológicas que podem ocorrer durante esse estado pcculiar da vida reprodutiva da mulher. ALTERAÇÕ ES FISIO LÓ G IC A S: PIGM ENTAÇÃO: A hipcrpigmcniação 6 um sinal comum encontrado na gravidez. Ocorre cm 75*90% das mulheres, sendo mais comum nas morenas. Pode desenvolver-se uma hipcrpigmentaçào generalizada, mas é m ais comum ser localizada em mamilos, aréolas. umbigo, linha alba (que se torna linha nigra). regiões vulvar e períncal. A hipcrpigmcniação na gravidez é atribuída ao aumenio nas secreções ovarianas c/ou hipofisárias. Os níveis de M S I I estilo elevados nas gestantes a partir do segundo mês. continuam aumentando ató o parto c encontra-se em níveis normais após o mesmo. Sabe-sc lambém que os estrógenos e a progosterona têm açflo estimulante sobre os mclanócitos. Portnnio, parccc provável que a hipcrpigmcniação localizada 6 resultado da ação desses hormônios sobre os mclanócitos. Há ainda a hipótese de que os mclanócitos das áreas afetadas são mais sensíveis à estimulação hormonal. Também pode-se desenvolver o cloasma ou mclasma, mais comum nas morenas. Aparece com maior freqüência pela primeira vez na segunda metade da gestação. O mclasma ó uma hipcrpigmcniação melânica irregular em placas que se desenvolve predominamente na fronte, regiões malares, têmporas c lábios superior. Este distúrbio pigmentar, provavelmente, está mais relacionado com o estrógeno c a progcsicrona, visto que se observam alterações idênticas com o uso dc contraceptivos orais contendo esses hormônios. Essas alterações pigmentares geralmente desaparecem após a gravidez, porém as mulheres dc pele escura podem permanecer com algum grau dc hipcrpigmcniação como sequela. Acrcdita-sc que 50 a 75% das grávidas apresentam vários graus desta alteração. Com relação aos nevos e efélides pré-existentes, frequentemente escurecem durante a gravidez. Podem aumentar de tamanho ou número e por vezes faz-se necessária a extirpação cirúrgica dc alguns nevos. " ; ' A atividade clínica aumentada da lesão, muitas vezes acompanha-se histológicamcnic dc acentuado aumento da atividade funcional das células ncvicas, o que leva ao patologista a considerar a possibilidade de uma mclanoma in icial no diagnóstico diferencial. Entretanto, depois da gravidez, os nevos geralmente regridem parcialmente e a atividade funcional volta ao aspecto mais comum. PÊLO S A perda dc pêlos após o pano é comum. A fase unagênien ( dc crescimento) dc um pêlo individual dura 2 a 6 anos, o bulbo piloso finalmente involiu c se retrai para o meio do folículo piloso. onde passa para a fase tclogênica (dc repouso). Depois dc aproximadamente 3 meses, forma-se um novo bulbo piloso na profundidade do mesmo folículo c na medida que a nova haste do pêlo cresce, expulsa a antiga. Portanto, cada pêlo é eliminado c substituído por um novo. Lynficld mostrou que na gravidez a porcentagem dc pêlos na fase tclogênica cai para 10% no segundo c terceiro trimestres. Em poucas semanas após o pano mais pêlos entram cm tclogênia do que o habitual (30% depois dc 9 semanas), explicando desse modo a observação clínica dc que a perda dc pêlos é mais observada 2 a 4 meses após o parto. Em geral a perda dc pêlos continua durante 6 a 24 semanas mas, raramente pode persistir por mais dc 15 meses. Virtualmente, todos os pêlos são substituídos após algumas semanas, a menos que Intervenha outro processo. Kligm an cm criou o termo eflúvio tclogênico para esse lipo dc perda dc pêlos. A causa deste fenômeno envolve múltiplos fatores incluindo o stress do pano e mudanças hormonais. Ocasionalmente, pode ocorrer rarefação capilar cm região fromo-parictal no fim doperíodo gcstacional semelhante a alopécia androgênica. O verdadeiro mecanismo ainda permanece desconhecido sabcndo-sc que geralmente volta ao normal após o pano. H á mulheres que desenvolvem algum grau de hirsutismo mais pronunciado na face. No entanto, pode acometer braços, pcmas c dorso. Geralmente regride em seis meses após o pano. Cummings c Dcrbs sugeriram que em paciente com hirsutismo significantc deve ser estudada a associação com tumores virilizantes. Oceral oxiconnroi uma vez ao dia garante todo o dia. Cetonax O trafom onto ôficoz o prático das micosos su perficiais o profundas Cetoconazol A droga quo abriu novos rumos na terapêutico aniim icótica hvb <jf wcc-a: *- '---- TT~irt-H IMU *-r m i in jn umm W W W» - *3frc*>.y x N ia g li. f t n r i í [ «w m mxsb!iéub5s S r y v w rr.pl,a, w w w». *po-- -. Z W l x r ir :- f i m 11 M *1' W» ai»» iamnn w i>w i«h>h ii«i» i n iw *in»««h in u n r iih u tr*>

15 UNHAS As *cn ç O q rniom pcti «aw cuco raan sao sulcos n K tc ru n, amolecimento e opacidade nnpjc.il C OMCÓtiie d iiu l. GLÀNOULAS SEBÁCEAS N i gravid» encontra-se aumento de sccrcção sfhicc.i nos último* meses nus seu efeito sobra a acue variável. Enquanto o aumcmo de estrógeno circulante é benéfico cm alguns pacientes; ouiros podem desenvolver acne pela primeira vez. Durante a gcacaçto, as glindutas sebáceasda aérota mamária aumentam de tamanho ancmclharato-«c >pequem pipulas m n n d n r rham wlit "Tubfrrulni rtr Moncgoovry". GLÂNDULAS SU PO RÍPARAS É observado dbcrcto aumento na secreçlo écrina. exceto nas palmas e pode aparecer m iliária, hiperidrose e eczema disulrosíformc. A etiologia permanece incerta, mas está relacionada ao aumento da atividade ürcodeana. A o contrário, a função apócrina dim inui c duas moléstias a w x ia d tf a estas estruturas podem regredir, hidradcnitc supurativa e doença de Fòx-Fordyce. TECI 00 C0NECTV0 Estatísticas citara cm ató 90 % o aparecimento de estrias durante o sexto c sétimo meses da gestaçáo c parece haver uma lemttncio fam iliar. Aparecem principalmente im s áreas de maior disicnçflo: inicialm ente no abdómen e depois nas mamas, nádegas, coxas c regiões inguinais. Inicialmcmc sáo róseas c logo tornam-sc brancas c pcrmanoccm com faixas deprimidas irregulares na pele. Histológicamcntc. caracterizam-se por rupiura c retração das fibras elásticas na derme rclicular. Não há correiaçáo entre a intensidade dc estriaçáo e o aumenio do volume do corpo, porém, parece haver relação entre a icnsáo da área acometida, a localização e a direção das estrias. Acredita-se atualmente que a atividade dm hormônios adtenoconicab tfm importante papel m tua formação. Liu propôs que a gravidez proporciona um aumcmo de retaxma. curdgan e c <x u coaer Onfc. Esses hormônios dmimucm a adesividade entre as fibras colágcnas c promovem a deposição dc mucopotksacarfdcim causando separação e formaçflo de estrias nos locais dc maior distenção. Parece que neste processo podem existir tnmbdm rupturas das fibras elásticas. ALTERAÇÕES VASCULARES A gravidez produz seus efeitos tamb m sobre o sittema vascular. Há um aumento de permeabilidade, proliferação vascular e imtabilidadc motora. As cflulas cndoteiiais. bem cano o músculo liso e o tecido conjuntivo dc apoio sáo atoados por om mecanismo rio identificado. Ocorre congestão venosa local do vestíbulo e da mucosa vaginal prccocemcntc. produzindo coloração violácea da mucosa da vulva c vagina. (Sin al dc Jocqucmier-Klugc-Chadwich). Pode ocorrer proliferação arteriolar com ampla ramificação do seu leito capilar levando à formação de angiomas aracneiformes "spiders") que são comumcntc encontrados desde o segundo até o quinto mcs. Morfológicamenic c fisiológicamcntc sào iguais à das pessoas não grávidas e com doença crônica do fígado. O erilcm a palmar pode apresentar-se cm placas ou ser uniforme, fc indistinguível daquele que aparece no hipotircoidhnto e na cirrose hepática. Ocorre junto com os spiders. sugerindo semelhança etiologia. Ambos desaparecem após o parto. A causa dessas alterações parece relacionar-se com o aumento dos níveis dc estrógenos; porém a circulação hipcrcinciica pode ter importante papel. As varicosidades venosas ocorrem cm número significativo dc mulheres tanto na região vulvar como rclal. Parcccm ser fatores importantes a compressão do útero grávido sobre os grandes vasos e a incompetência Valvular hereditária. As varicosidades da veia safena e as tclcangicciasias venosas superficiais sob a forma dc explosões estelares" ou padrões lineares «oraam-sc mais nicm es durame a gravidez e regridem ligeiramente apôs o parto. A probfaaçso vasoabr na gravidez akança o ponto máximo com a formação dc hemangiomas vasculares. Ocorrem principalmente na cabeça c no pescoço. Os locais mais comuns %ão gengivas onde são conhecidos como tumores grávhjkos. Podem ser observados pequenos hemangiomas na língua, lábios superior, p&lpebras e outras áreas da cabeça e pescoço. O hemangiomas pré-existemes aumentam dc tamanho. A instabilidade vasomotora secundária dos altos níveis de estrógenos é responsável por palidez. sensação de frio ou calor e detcoloraçáo transitória dos membros inferiores após czposiçáo ao frio (cutis marmorata). As gestantes possmdoras do fenómeno dc Raynand podem mch»orar durante a gravidez. Durante o último més gcstac tonal podem aparecer dermograftsmo. urticária c kaôcs purpúricas. IC T ER ÍC IA Durante o último trimestre de gestação podem ocorrer manifestações fisiológicas da função hepática, com aumento da fosfata*? alcalina e da leucina aminopcpddasc. Ocorre urohém diminuição do clcarancc de bromossulfalciu.'. %cm manifestações clínicas ou hiperbilirrubinemia sugerindo grau leve de colesta.se mtrahcpática. Há casos porém, em que ocorre ictericia recorrente acompanhada de prupiro generalizado, náuseas, vómitos c hepatome galo. Alguns autores atribuem esse quadro a uma exacerbação das akcraçõcs fisiológicas da função hepática. Na maioria das ve/et os sinais e sintomas desaparecem após o pano. Porém, recidivando nas gestações subsequentes. N a próxima edição daremos ênfase às alterações patológicas comuns à gravidez. * Disdplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina de Santo Amaro (Serviço do Prof. Luís Carlos Cucé). HALOGHalcinonlda Quem tem "problema de pele" não quer perder tempo... EFICACIA E PRATICIDADE EM APLICAÇÃO ÚNICA DIÁRIA. D ER M A TITES A LÉR G IC AS E DE CONTATO EC ZEM AS PSORÍASE B CREME B POMADA SOLUÇÃO CAPILAR S Q U IB B Esperson* rapidez de ação! M»mopowcm«fcm0tfioou60ooac*a»réison C iw ííjm Hoechst IB %

16 DOENÇAS S EXU A LM EN TE TR A N S M IS S ÍVEIS ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS RECURSOS LABORATORIAIS ESQUEM A TERAPÊUTICO Luiz J í O» l» InttvstaçJto V «\ A V S r X U l l W W f l \ í l l \ W V V M ' C Í S - KxjvKma Toupotltoi epktentioktgkw'» c RrctHM» UtHUVhu<itlis< "ÍV }\ V - N \ \ j«u A ÍrtV «k \ A * IW H rso S K VO KW S a\ *i\aa\s v' «íi^ixvín V e tratamento da gu*\v ov»\vw das l\ v i\ a s Sexualmente T yw w H jvvtô (p& r\ mas. * m uto difteíl ia K ifliv fflw w fw o w nas causas soeiats l*otwtdss qtte.de*en«inam a «u protv\gïk&\ E ma dos unjvraüw*: poivijxtis de qnalqtkt pk$!rama sentfcto e invícssj» os inedieos K> prcncwa dessas A «K a S V conseguir quú CO t^fdu paiã sua soîu\'ào" (SovvminO. C o o» fònna A,* «M w k ío»w s 96 possíveis ^ \ V s dos ptonemas vus D ST. opam os por «M o n t um esquema K n p rá tiío à a p K fiíaito, dirigido aos nvm kvs que na s im p citk» diaria ;vx> <S*fc> diante somente «tfc? vlto i.-* «Vvi\as véa^ess (gooocííia. ssfitis. cancro nw lf, inguinal e luitogranulma \x*nerco) M S BB tb âa de uma gama vw raw»ias assim c&uiva& s t&ofiças sexuahoentc uansamssivste. Cumpre- nos. á trfo»> \ salientar q t» as manifestantes c la v a s, as cararteiistfcas cpidca tejogicss e as tícn k as de exames e reaçfces bk vatorú is sào de è A «ü a im jvn àtvia. pcrân as r o q k s dii\nildades«\\wtrada$ petos m&seos açfea**» nos esquemas fcrnvpèutkos a serctn u ados. IV sta forma. elaboramos um esquema pratico, tvxseaito Kxs esquemas cü ssko s da hteratur* n jcieca l e úacrnack.ral. ak à«de uma modesta cobboracão da exprxi&ícia obtida no jmtbolwonode D ST d o C aw o d e SaúA? Geraldo de Psuia Soura da FacukiKte de Sadde Pública da Universidade de SJo Paukv ll> Tratam ento das Doenças Sexualmente Transm issíveis l) S ífilis A ) S ífilis g u in d a reeeate («hw menos de 1ano de durado. compreenaíndo as formas prim ara, secundaria e latente): ÍY n icilin a G tviuatin a 2,4 milhccsde U/IM dose única: em nosso ambulatório de D ST utiliram os o dclvodcssa dosa5em.com intervalo de! semana entre as intcçvvs. Indvamos a rcalija^v t do Itquor em pacientes eov. sin lis secundaria. pois 40% dos paciente com esse quadro podem apresentar anonnalidadcs Ikjuóricas. Esquema ojvional da s ífilis adquirida recente: DoMCtclina. lootng. V O. 12/I2h (15 d ia í: TetreCKiins, SX taig, V O. 6 $ h (15 d ias);. Entnxnicina. SO&ng. V O. C^Sh (15 dias): Ceftriaxone. 25C*ug. I NVdia (lo csa^esquenu onaoso. B ) S ífilis adquiiiâa tanlia (Latente com mais dc um ano de duração, gomas e cardiovascular): ^ nicilina G Ivnratina. 2.4 milhces de U1M. 3»!v\<es eom intervalo dc 7 dias. Preíciimv\s a uitttatçâo de 9.6 milhoes de UAM divididas em 4 doses semanais. Fjiq\K*ma ojvuw al da sttilis adquirida bicme; D o\kklina. loomg. VO. 12/ I2h (30 dias); Tetreciclina, 500mg. VO. WWv (30 dias) Eriu\>mieina. 500mg, VO. Wbh (30 dias). Indicamos a reaümçâo do e.\anie liquorico nos pacientes com sífilis adquirida tanha. Ç ) Sifdis ncurológka: Penicilina G cristalina milhocsde U/EV 2-4 milbííes 4/4h. (10 a 14 dias); Penicilina G procaina. 2 4 milhdes de UAM. por du (10 a 14 dias) nuis Profccnccid. 500m. VO. <V6h (10 a 14 dias). Muitos autores ainda recomendam que apds esse esquenta seja ulilirado como complemento a aplicação de Pcnkdina G ten/atim 2.4 milhocs de i.'/im, dividida em 5 dosessemanto. Recontendantos a realiaçso de feto menos 2 exames liquôricos, com intervalos de 6 meses- ewrc eles. conto fonna de seguimento. Persistindo as altcraçoes. refazer o esquema preconrado ixim i D ) S ífilis na gravide?.: Com relação à possível felha lerapíutka. Mascola 19S4 afirma:"duranie o segundo e terceiro trimestre da gravide*. o volume eatravascular materno expande-se e pode causar unta dim inuição na concentração ptasmática da droga neste periodo e requer, para erradicar a infecção -'in utero, altos índices de penicilina". Assim utilizamos: Penicilina G benratina. 2.4 miuvces de UAM em 4 doses com intervalos semanais. Realiram os. peto menos, l controle sorotógieo em cada trimestre. Pen icilina G pcccaina na dose total de 4.S niilhôes de IM M. divididos em S doses diárias, também pode ser uttf irado, ponta com menor fretÿ&tcia. Esquenta opcional da sifilis na gravidez:

17 S S -S0Í S- Y - «*»> (30 dm), «o ferto o cucaraxo ou eulsdccinaio. Este esquema aprcscmaalio risco de fajíncb na cura da infcccso oo reto: Cc/atoòdina ou Ctporan. 500mg. IM,!2/!2h. (10 «tas). A Ktraciclina csu contra-indicada na gravidez. E ) Sífilis congenita (swn ahcfaçûcs Iîquoricat): Penicilina G bcnzaüna U/Kg. IM (dose única), ou: Penicilina G procaina U/KgftJia, IM (10 dias) - (Unidade do Rcclm Nascidos Externos do Instituto da Criança do Hwpital das Clínicas da FMUSP). (com alterações liquórica$): Pcnicilina G cristalia, U/Kc. IM ou EV. cm 2 doses (10 a 14 dias), ou: Penicilina G procaina, U/Kg, cm dose única diária (10 a 14 dias). O seguimento sorológico sugerido, deve ser realizado no 1.2,3,6c 12 mes deidade. 2) Cancro Mole (Cancroide) Esquema indicado: Tianfenicol,5.0gr.VO (doseúnica) - Avaliar, através dc bactcrioscopia entre 24 e 48 horas. Repetir o esquema, se necessário. Havendo persistência do HÀucrey. panirpara outro tipo de antibiótico: Cotrimoxazol. 2 comp/vo/12/12h (14 dias): Eritromicina. 500mg, VO, 6/6h (14 dias): Tctraciclina, 500mg, VO. 6/6h (10 dias). Esquema opcional: Estrepcomicina. 1.0g/LMtfia(5 a 7 dias): Ceftriaxooc, 250mg/ÏM (dòse única): Ciprofloxacin, 500mg/v0/j2/l2h (3 dias). NâO utilizar cm grávidas e crianças. Nota: A drenagem da adeniic é contra-indicada, pois prolonga o tempo dc evolução. Sc necessário, cs'. szia-la por punção. (coniir.uaranos na próxima edição) 1 Responsável pdoembaiesirio de DST docersrode Saãdc da Fanddade de Saúde PibOca da Universidade desóopoulo. CONGRESSO BRASILEIRO DE DERMATOLOGIA 01 A 05 DE SETEM BRO D E 1990 HOTEL TRANSAMÉRICA - SP ORGANIZAÇÃO E SECRETARIA COORDENAÇÃO DE EVENTOS REB0UÇAS* AV.H5BCÜÇAS, 600 -CEP S P TEL: (011) FAX: (011) S«TELEX (11) FFDB II CONGRESSO BRASILEIRO DE CIRURGIA DERMATOLÓGICA 12,13,14 E 15 DE JULHO LOCAL TEATRO DA FM USP ORGANIZAÇÃO E SECRETARIA COORDENAÇÃO DE EVENTOS RE80UÇAS AV.RE80UÇAS, 600 C EP S P T EL: (011) FAX: (011) TELEX (11)30868 FfüB SPECTRA BAN F I LTRO SOLAR Loção FPS 4 ou 15 Creme FPS 4.G el FPS 4 Protetor labial FPS 4 ou 15 E para uso após a exposição ao Sol: L o ção A FTER SUN (Hidratante) Ciprofloxacina A antibioticoterapia simples, segura e eficaz. Z de eficácia em infecções da pele 4 e dos tecidos moles. S T IE F E L

18 ESSAE 1 J DE RMPy s1 m V o «cg m i do u i i b n if l lo, csla col «n a p n lr n d r m in i r r «u I I p ro p o U ^io d r r n K ^ r f ilm I ^ l l o r r v n q u r K M l K f B n m 1 todos m m tdlco cm particular con (TWO derm ulnh»t>klas *'«aovu> trabalho (othliano. M» Irm p o r f i u U i d t, proporcionar un i hlato d r d n r a a l n f i o na trilara d r aow o Jornal. amm V Mil.l 1 111M Juutu './«O lh riiti Ftthn Continuam as confusões com nomes. Uso desodorante Cascmiro Buque. Usei o Permaaga Ncco. E aquelas pergunia«que nót nüo devíamos ler feito. Voei tem algum lugar "esquecido'* no corpo? Tenho D r, a cabeça. D». >. I». r iiiwi COLUNA DO LEITOR U tilize c&tc espaço para sua mcmafcm l«w M M W <*v rw JlHN M. o». in xi, lata >Mlb tmiilh,, V... ** «aawi&e **«'» "*<!> a u 1 >L; w-m * Um. Dc mfcio, me ocom o falo d«uma senhora quo perguntou: Afina! Dr., o quo eu Icnbo? Kespondi: l»io 4 urn cc/cma do contnto. E cla rclmcou: Mn«conuto com qucm? cu só tcidio conlalo com mcu maridof E aquelas fra«* quc surpreendem c quc caracterizam ccrio* paclcnlcs: A p retilo tubiu muilo D r.. qua*«dcnama. Usei a ll pomadi contra energia. - Vacina anliculânca nio resolveu. Mc deu inchaço no roslo, porque ca lenho «ma veia "assaltada." - Coça quc nem "pinico do (ram a". - Me peja lanlo o ca i da boca. quc atá me cai a chapai (prótese dentária). Mcu sanguo 4 jóia D r.. i "O " positivo. - D r cu csloh com uma dor no íiruil do CKjipamcnto. (rtnus) 0 Sr. cuida dc pclc quebrada? (estrias) Eu tenho ona filha quc 6 meio meneai da cabcça. E «ma frase que representa quase que um verdadeiro p ovfabio de um paciente com virias újcítas nas pernas: D r, esu vida é ema ladeira c cu. cskn dc marcha ré. A rcípcko de uma doença congénita da filha. A Sra. tem algum parcniesco com o seu marido? - Sim. sou esposa dele. A inconfomiudn. Tem algtítíi» diuwlico na família? - Nío Dr., "Iiifeli/inente" nío. A inseguro. A Sra. deu a luz reccntcmcntc? - Acho quc siml Um problem«de posiçlo. - Elisa 6 com "s " ou com /. *? É com e " Dr.. A otimista. Gostou do shampoo, Sra.? - Ah siml O cabelo ficou todo seboso". Explicando O nomo (In doença 6 1lerpes Zoster. "Cum a"é mesmo o nome do inim al. Dr.? Finalmente uma última passagem interessante. A senhora cbega e refere: - Minha filha ioma~cmoçâo de Scote". O vidro tá pra l i da metade. D a eu respoade - Então cuidado cocn o coração dela! 49s MEETING DA ACADEMIA AMERICANA DE DERMATOLOGIA Dcrm aiologuias com títu lo d c cspccialista c sócios efetivos da S B D c que ralem corretam ente o inglcs. Vaga para convidado cspccial com inscrição c cursos gratuitos E n v iar currfculo para o P ro f. D r. Sebastião d c A. Prado Sam paio aic o dia 30/06/90. rua Pará. 65-5* andar SSo Paulo JORNAL DERMATOLÓGICO ANO VII - N* 38 MARÇO/ ABRIL/90 COMISSÃO EDITORIAL José Eduardo C osta M artins Jo ão R obeno A ntônio Jaym e d e O liveira Filho Id a A lzira G om es Duarte Carlos D Aparecida Santos M achado Filho CONSELHO CONSULTIVO Alexandre Souza Sittart A na M aria Tanaka C yro Festa Neto Fausto João Forim Alonso Fernando A ugusto A lm eida Ival Peres Rosa J o io d e Castro Pupo N ogueira Neto L uiz Carlos Cucé L uiz H enrique Cam argo Pascboal M au rid o M. Alchiom e M ilton M endes Jr. N d Rom ite N elson Guim arães Proença Pessoa Mendes Raym undo M artins Castro Sebastião Alm eida Prado Sampaio Silvio A. M arques JORNAL DERMATOLÓGICO Projeto Grafico: Vanildo Nottoli Ilustração: T om as R ossi Jornalista Responsável: Ana M aria A ngela Ribeiro M Tb Endereço: Brigadeiro L uiz A ntonio, * andar Tiragem: exem plares

19 Í a r N A Í I ~ ÓRGÃO OFICIAL DA SEÇAO REGIONAL I DO ESTADO DE SAO PAULO * SOCIEDAOE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA c'dermatológico ANO VII NB39 MAI0/JUNH0/90 EDITORIAL ealizou-se em Londres de r j 22 a 25 de maio p-p- o Congresso r de Dermatologia C lín ica do Ano Organizado pelo Prof. M alcolm W. Greaves e seus colaboradores do Instituto de Dermatologia de Londres, tendo como presidente o D r. A rth u r Rook e com suporte financeiro do Laboratório Sandoz. Sediado no Barbican C enter", local que prim a pelas facilidades para a realização de eventos tão im portantes e concorridos. Em linhas gerais o objeóvo proposto pelos organizadores era, baseado nos cvnhccútxnx* amais, delinear os progressos c perspectiva futuras no campo da dermatologia nos Anos destaque maior fo i a conjugação dos avanços nas ciências básicas, principalmente na bioquímica e na biologia celular, o futuro da dermatologia nos aspectos da prevenção do diagnóstico, da clínica e da terapêutica. O programa de forma geral abrangeu iodos as áreas da nossa especialidade, salientando-se que ao fm al de cada apresentação, era dado desxaqoê especial aos debates pelos coordenadores, 2presentadores e assistentes, atendo esclarecimento de dúvidas e pedía-se a experiência pessoal dos participantes. Outro objetivo proposto cm algumas apresentações e no programa fo i que o congresso estimulasse a organização de reuniões regionais com o propósito de estabelecer prioridades e facilitar fòcraaçãodc programas de estudo a nfvel nacioade m esa» ànteroackml Alinha-se a essas propottas o próftimo Congresso Brasileáo que jereahzarf em Sio Paulo de 1a 5 de setembro, no Hotel Transamérica. Imperfeições em congresso desse quilate OTnpc e u «em porém, esas foram díspresfacis e acreditamos que os oóje&vos alcançaram o sucesso alracijado. evidenciando mais *n a vez a capacidade de organização c visão doa derraaologtea* ingleses. JoU Eduardo Cona Marúni p j o: realizado no d ia 23 de ienho com r * p2rjcçaçaodcpaa3cnóroero(jecolci»sa II Reunião DiMrial Oaatenp.% Demaiológka e 74» Jornad* Denn«olótka Paulütt. Mais cota vezo evento foi corosodeiotti e is d e a & o s io 20 de outubro novembro AGeHOft- 3,1*7 de agosto 29 de setembro 75* Jom*d» Dcnraiotópc» P io lis» Hosoiial do Seividoi Píbfico &i2duju Orno Prévio * Novidades emterapeuxxz 76» Jo rn ad a D erm atológica P a ilii» H o sp ital das C lín ica s Fac- M ed. U S P. A tivid ad e P ré v ia Qual é o seu diagnóstico? nircunifc> óccinjts»dtrnatt*6gka Sio 3osc do Rio Preto. v-u^enbnexi*fc»a w irv,'! '(*ccaioi Curso de A tuafiiaúo cm Cm npa cm Dermatolóôca Faculdade de Medicina da Utúvetsidade de Sfto Paulo Congresso Argentino de Dennauãogia Buenos Aires Reunião Dntntal Ccnmnta Bowcaiú «- n no*erabn> I I I Congresso Brasileiro de Doenças * SewaknenieTraasrmssSvets MaksoodPUza 29 de novembro ReuniJo Distrital Conjunta Sâo José do Rio Preto

20 ATUALIZAÇÃO EM DERMATITE SEBORREICA propósito desta m atéria é um a revisão dos ê Ç \ aspectos clínicos e ettológlcos m ais recentes I da literatura. O denominador comum nas 1 J publicações atu ais é o Pltyrosporum ovale (P.ovale ), conhecido desde Dos tratam entos clássicos p ara a derm atite sehorreica (O S ), la v a r o couro cabeludo e rem over com regu laridade o m anto oleico rico cm fungos perm anece com o condição fundam ental no controle d a m oléstia. Singularm ente condições que se associam a rem oção d eficien te desta oleosidade leva a p iora d a D S, com o p o r exem plo em pacientes com sério com prom etim ento do estado g e ra l, acam ados sem condições de se banharem ou com perdas m otoras im portantes que a s Im pedem de um a higiene adequada d as rcglòes scb o rrelcas com o no p arkiso n. N o lactente a D S sob a form a de crosta láctea pode ser simplesmente "lavada com emolientes. V á rio s autores são concordes de que o agente patog ên ico" (P.o v a le ) deva ser rem ovido através de lavagens frequentes e realm ente n a jo rn ia m ais discreta de D S a "c a s p a " responde ao uso dos m ais variados xam pus. O u tra evidên cia im portante d a p articip ação d ire ta ou in d ire ta d o P.o va!e na génese d a D S está na e ficá cia terap êu tica de alguns im idazólicos tóp icos ou sistêm icos em que pese a ação an tian d rog ên ica de alguns desses derivados. Seguem -sc alguns dados d a lite ra tu ra sobre aspectos clínicos e etiológicos da D S : A )A S P E C T O S C L ÍN IC O S : A l) Fo rm a c lin ic a : A feta predominantemente a facc. couro cabeludo, região estcmal c rcgiào intercscapulovcrtebral. N a facc ocorre predom inantem ente nos su lcos naturais com o: naso-geniano. naso-labial, mentoncano c/ ou nas áreas pilosas com o sobrancelhas, "co steletas". o "bigode glabela e horla do couro cabeludo. A s lesões tendem a ser b ila icria s c sim étricas, eritcmaio-desçam ativas c pruriginosas. A 2 ) C o u ro cabelud o: A form a discreta de m anifestação nesta região 6 a "ca sp a". N a m edida que se tom a m ais intensa acentua-se o prurido a dcscam ação e o eritenia podendo tomarem-se úm idas c com m al odor quando o co rrer infecção secundária bacteriana essa situação requer sem pre m edicação antibacteriana pois não respondem a corticostcroidcs ou im idazólicos. N a h o rla teedem a assum ir um a distribu ição g raviiacion.il configurando o aspecto de "coroa seborreica". A 3 ) Região esternal: Lesões pctalóidcs. anulares, figuradas, critemaiosas c pniriginosiis. Jo s é Ed u a rd o C o sta M a rtin s C arlos Machado A 4 ) F o llc u llte p o r P.ovale: Entidade semelhante ao acne dorsal, m iliária ou fo licu litc bacteriana. causada pela obstrução do óstio fo licu lar. secundário a dcscamação determinada pelos ácidos graxos livre s formados jv la mctabolização da secreção sebáceas pelo P.o vjlç. A S ) D S lim itad a a face c reg ião c e rv ic a l: Quadro que foge das áreas seboncicas tradicionais da facc avançando para a região cervical lateral c geralm ente associado a antecedentes atópicos c resposta favo rável ao Kctaconazol sistêm ico. A 6 ) B lefa rite seb o rreica: Caracterizadas por escam ocrostas am areladas, aderidas aos c ílio s podendo levar á formação de pústulas. A 7 ) D S d a reg ião re tro a u rlc u la r e conduto a u d itivo : A form a rctroauricular pode ex istir isoladam ente ou por continuidade d a form a cm "co ro a sebo rreica". Eritem a, secreção c crosta am areladas com ou sem fissuras são comuns. A S ) D S in terescap u lo vcrtcb ral: C aracterísticas semelhantes a D S da região estcmal. A9> D S d a in fâ n cia : Raro após o 1 ano de vid a quando desaparecem os efeitos produzidos pelos andrógenos transplaccntários da m ãe. V ários fatores aliados a tendência genética com o: infecções bactcrianas (cstafiloco co s c cstrcptococos), focos m icóticos (levedu ras) c irritações prim árias (derm atite de fraldas) podem determ inar a instalação da D S nos prim eiros 6 meses d e vid a. N as fornias m ais discretas d o período, neonatal localizam -sc no couro cabeludo e são conhecidas com o crosta láctea. N as formas generalizadas podem e vo luir para critroderm ia seborreica. E sta p o r sua vez sóm ente constitui a sindrom e de Le in e r quando acom panhada de m al estado geral, febre, infecção grave por cstafilococos ou leveduras e deficiência do fator CS. B ) E T IO L O G IA B l ) Pltyro sp o ru m o va le : Um a leved u ra lip o íilica, cu ltivad a artificialm en te por M oore e colaboradores, dim órfica e encontrada em toda a su p erfície cutânea da pele norm al adulta. Parcce haver, váriò s tipos m orfológicos d iferen tes o que le v a a confusão d c nom ina. A ssim P. o vale. Pitwosporum O fbiculaíg g M alassgzia fu rfu r parecem corresponder a form as evo lu tivas diferentes do mesmo fungo. O assim chamado "B a cillc bouiciltc'* dc form a o val é comumenic encontrado no couro cabeludo em associação com D S c a "casp a". enquonioo redondo P.O valc e a filam entosa M alassszu Iuiflu: sfii» agentes causais da p itiriasc versicolor. Em pacientes com D S c "casp a", grande número dc H qvqit são encontrados nas áreas afetadas. Existem evidencias de que o número dc organism os aumentam com a severidade da doença. M cg inlcz c colaboradores encontraram em 4 6 %, 7 4 %. 8 2 % do total da flora do couro cabcludo respectivam ente cm : indivíduos norm ais, aqueles com "casp a" c aqueles com D S. Cerca dc 10% dos pacientes com p iiiri3 sc versicolor c 18% dos pacientes com foliculitc por P.ovale tem Ds c apenas 3 % dos pacientes com D s têm pitiriase versicolor. A lto s títu los de anticorpos anli-pityrosporum sp estão presentes cm alguns pacientes com D S. Um dos primeiros estudos deste fenômeno fo i feito por Alcxander 1974 que cmptcgou uma técnica dc im unofluoresccncia para medir n íve is dc anticorpos cm pacientes com "casp a". Ele demonstrou que estes pacientes possuiam altos títulos dc anticorpos am i-pityrospom m sp quando comparados com conuolcs. V an C ulscn 1980 realiza cm cobaias a inoculação do P.Q vnlc com oclusão cm jw lc intacta reproduzindo a D S. V ários trabalhos têm demonstrado que o uso dc Kctacono/ol oral cm várias patologias têm sido altamente eficaz na resolução da D S associada e na caspa. Parece claro que a diinim uição d a população dc P.o vale ou a sua erradicação coincide com a resolução da D S. Atualmente a literatura parcce estar concorde da im portância do P.ovale na gênese da D S. O fato do P.ovale se r um com ensal comum da pele humana sadia e também estar associado 6 gênese da D S c da "ca sp a". leva a crer que outros fatores predisponentes devão estar presentes para transform ar um com ensal cm fungo patogênico. V ários fatores am bientais e fisiológ icos podem causar a proliferação do P.ovale. como por exem plo lipídico da pele que favorecem a proliferação do fungo. B 2 ) A n om alias dos lípid es cutâneos: A produção desebo é quantitativam ente normal cm pacientes dc D S. Contudo a com posição dos lípides cutâneos é anormal. Em pacientes com D S os lípides produzidos pelas glândulas scbáceas contem relativam ente altos n íveis de colesterol, enquanto aqueles produzidos pelo extrato córneo contém menos esqualcno. ac. graxos csterificados c ac. graxos d c cadeia cu rta, quando com parados com a pele norm al. Isto resulta cm su perfície cutânea relativam ente alcalin a favorecendo a proliferação dc P.ovale e bactérias. B 3 ) In flu ê n cias im unológlcas: A constatação d c que cerca d c 8 0 % dos portadores d c S ID A sofrem dc uma condição m uito sem elhante a D S severa, sugerem que fatores im unológicos podem estar envolvidos, bem com o a constatação de formas m ais severas cm atópicos. B 4 ) F a tore s horm onais: A derm atite seborreica raramente ocorre entre 1 c 12 anos de idade c isto tem sido atribuído à Existem momentos em que a pele não está exposta somente ao sol. m Nizoral Ketoconazole Alta eficácia sistêmica no tratamento das m icoses superficiais. O so i na m edida certa.

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM PRURIDO VULVAR DE DE DIFÍCIL DIFÍCIL ABORDAGEM ABORDAGEM Diretora Administrativa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) Conselheira do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas.

Tralen 1% tioconazol. Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. Tralen 1% tioconazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Tralen Nome genérico: tioconazol APRESENTAÇÕES Tralen 1% pó dermatológico em embalagem contendo 1 frasco plástico com 30 gramas. VIA

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

A pele é um sistema orgânico que, quando mantida sua integridade, tem como funções:

A pele é um sistema orgânico que, quando mantida sua integridade, tem como funções: CUIDADOS COM A PELE A pele é um sistema orgânico que, quando mantida sua integridade, tem como funções: Regular a temperatura do nosso corpo; Perceber os estímulos dolorosos e agradáveis; Impedir a entrada

Leia mais

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O A B O R T O : U M A Q U E S T Ã O M O R A L, L E G A L, C U L T U R A L E E C O N Ô M I C A C U R I T I B A

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M N Ú C L E O D E C O M P R A S E L I C I T A Ç Ã O A U T O R I Z A Ç Ã O P A R A R E A L I Z A Ç Ã O D E C E R T A M E L I C I T A T Ó R I O M O D A L I D A D E P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 027/ 2

Leia mais

Tralen 28% tioconazol. Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml.

Tralen 28% tioconazol. Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml. Tralen 28% tioconazol I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Tralen Nome genérico: tioconazol APRESENTAÇÕES Tralen 28% solução para unhas em embalagem contendo 1 frasco com 12 ml. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:

Leia mais

APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE

APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE TOPISON furoato de mometasona APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE COMPOSIÇÃO Cada g de Topison

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

ESCLERODERMIA LOCALIZADA LOCALIZED SCLERODERMA

ESCLERODERMIA LOCALIZADA LOCALIZED SCLERODERMA ESCLERODERMIA LOCALIZADA LOCALIZED SCLERODERMA Esclerodermia significa pele dura. O termo esclerodermia localizada se refere ao fato de que o processo nosológico está localizado na pele. Por vezes o termo

Leia mais

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024 E S T A D O D E S A N T A C A T A R I N A P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E M A J O R V I E I R A S E C R E T A R I A M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O, C U L T U R A E D E S P O R T O C N

Leia mais

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae.

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Chamado de HPV, aparece na forma de doenças como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo. -Há mais de 200 subtipos do

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções.

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções. Trate os problemas de pele mais comuns em bebês Pais devem ficam atentos a descamações, manchas e brotoejas Se existe uma característica comum a todos os bebês saudáveis, só pode ser a pele macia e sedosa,

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro Sistema tegumentar. Enfermagem SISTEMA TEGUMENTAR. Prof. Me. Fabio Milioni. Conceito Estruturas. Pele Anexos.

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro Sistema tegumentar. Enfermagem SISTEMA TEGUMENTAR. Prof. Me. Fabio Milioni. Conceito Estruturas. Pele Anexos. ANATOMIA HUMANA II Enfermagem SISTEMA TEGUMENTAR Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro Sistema tegumentar Conceito Estruturas Pele Anexos Funções 1 CONCEITO Estudo Microscópico Maior orgão do corpo humano Proporciona

Leia mais

Berlison acetato de hidrocortisona. Formas farmacêuticas: pomada e creme. Via de administração: Uso tópico (não oftálmico)

Berlison acetato de hidrocortisona. Formas farmacêuticas: pomada e creme. Via de administração: Uso tópico (não oftálmico) Berlison acetato de hidrocortisona Formas farmacêuticas: pomada e creme Via de administração: Uso tópico (não oftálmico) Apresentações: Pomada: cartucho contendo bisnaga com 15 g e 30 g Creme: cartucho

Leia mais

Prótese de silicone tem prazo de validade; veja respostas sobre implante

Prótese de silicone tem prazo de validade; veja respostas sobre implante Página 1 de 6 22/10/2009-11h42 Prótese de silicone tem prazo de validade; veja respostas sobre implante GABRIELA CUPANI da Folha de S.Paulo Nenhuma prótese de mama dura para sempre. Embora os especialistas

Leia mais

O que é câncer de mama?

O que é câncer de mama? Câncer de Mama O que é câncer de mama? O câncer de mama é a doença em que as células normais da mama começam a se modificar, multiplicando-se sem controle e deixando de morrer, formando uma massa de células

Leia mais

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)

HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções

Leia mais

D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS

D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS D.S.T D.S.T. CANCRO MOLE TRICOMO ÍASE CANDIDÍASE HERPES CONDILOMA LI FOGRA ULOMA GONORRÉIA SÍFILIS GRANULOMA AIDS CANCRO MOLE Agente: bactéria Haemophilus ducreyi Transmissão: sexo vaginal, anal ou oral

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

DR. OMAR LUPI. Zoster. Use o seu leitor de QR Code para saber mais sobre este livro.

DR. OMAR LUPI. Zoster. Use o seu leitor de QR Code para saber mais sobre este livro. DR. OMAR LUPI Zoster Use o seu leitor de QR Code para saber mais sobre este livro. DR. OMAR LUPI Médico dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Prof. Adjunto de Dermatologia

Leia mais

Ano lectivo 2004/2005. Andreia Alves Nuno Gonçalves Rita Ferreira

Ano lectivo 2004/2005. Andreia Alves Nuno Gonçalves Rita Ferreira Ano lectivo 2004/2005 Andreia Alves Nuno Gonçalves Rita Ferreira Este trabalho vai falar de: Doenças sexualmente transmissíveis. Meios contraceptivos. Como usar alguns dos métodos m de contracepção. As

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Proposta curso preparatório para CPA 20 - ANBIMA www.investorbrasil.com Apresentação INVESTOR APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas aprenderem as ferramentas e instrumentos

Leia mais

APRESENTAÇÕES Cada 1 g de pomada contém 0,30 mg ou 1,00 mg de tacrolimo em bisnagas com 10 g ou com 30 g.

APRESENTAÇÕES Cada 1 g de pomada contém 0,30 mg ou 1,00 mg de tacrolimo em bisnagas com 10 g ou com 30 g. TARFIC tacrolimo monoidratado Pomada dermatológica 0,03% ou 0,1% APRESENTAÇÕES Cada 1 g de pomada contém 0,30 mg ou 1,00 mg de tacrolimo em bisnagas com 10 g ou com 30 g. TARFIC 0,03% - USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Leia mais

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s.

o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te s t o rn e m -s e a u tô no m o s. O r ie n ta ç õ e s In i ci ai s E u, R ic k N e ls o n - P e rs on a l & P rof e s s io n al C o a c h - a c re dito qu e o o bje tiv o f in a l d o C oa c h in g é fa z e r c o m qu e o s c lie n te

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador:

BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador: BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos Importador: 1 As Dermatofitoses são micoses superficiais nas quais a infecção fungica afeta as camadas

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

ABC. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Creme dermatológico clotrimazol 10mg/g

ABC. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Creme dermatológico clotrimazol 10mg/g ABC Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Creme dermatológico clotrimazol 10mg/g IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ABC clotrimazol APRESENTAÇÃO Creme dermatológico contendo 10 mg de clotrimazol em cada grama

Leia mais

Hepatites Virais 27/07/2011

Hepatites Virais 27/07/2011 SOCIEDADE DIVINA PROVIDÊNCIA Hospital Nossa Senhora da Conceição Educação Semana Continuada de Luta Contra em CCIH as Hepatites Virais 27/07/2011 Enfº Rodrigo Cascaes Theodoro Enfº CCIH Rodrigo Cascaes

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Curso Inicial & Integração Novos Representantes 1 SISTEMA REPRODUTOR FEMININO O conjunto de órgãos do sistema reprodutor feminino tem como função principal

Leia mais

12 e 13 semanas. Dia de ultrassom é sempre bom!

12 e 13 semanas. Dia de ultrassom é sempre bom! 12 e 13 semanas Dia de ultrassom é sempre bom! Agora com 12 semanas de gestação faremos um exame de ultrassonografia. Ver o bebê na barriga através da imagem me dá uma sensação de proximidade com ele.

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas.

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Cartilha Doenças e Complicações de Verão Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Devido às condições climáticas, diversas são as doenças

Leia mais

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA.

Todas as pacientes com lesões NIC 2 e NIC 3 devem ser tratadas com crioterapia ou CA. Como proporcionar atenção contínua às mulheres Mulheres diagnosticadas com infecção dos órgãos reprodutores devem receber prontamente tratamento segundo as diretrizes da OMS. Embora seja preferível poder

Leia mais

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C iclo de vida : Do pneu novo ao pneu us ado FABRICAÇÃO IMPORTAÇÃO MERCADO Pneus Novos EXPORTADOS Pneus novos Fora do

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

Para que Serve? Tratamento

Para que Serve? Tratamento Quimioterapia O que é? É um tratamento que utiliza medicamentos quimioterápicos para eliminar células doentes. Cada agente quimioterápico tem diferentes tipos de ação sobre as células e, consequentemente,

Leia mais

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS

DOENÇAS DA PRÓSTATA. Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS DOENÇAS DA PRÓSTATA Prof. João Batista de Cerqueira Adjunto DSAU - UEFS O QUE É A PRÓSTATA? A próstata é uma glândula que tem o tamanho de uma noz, e se localiza abaixo da bexiga, envolvendo a uretra masculina.

Leia mais

Dermacerium HS Gel. Gel. Sulfadiazina de Prata 1% + Nitrato de Cério 0,4%

Dermacerium HS Gel. Gel. Sulfadiazina de Prata 1% + Nitrato de Cério 0,4% Dermacerium HS Gel Gel Sulfadiazina de Prata 1% + Nitrato de Cério 0,4% DERMACERIUM HS GEL (sulfadiazina de prata + nitrato de cério) APRESENTAÇÕES: Gel contendo sulfadiazina de prata 1% + nitrato de cério

Leia mais

ESTE MATERIAL FAZ PARTE DO CURSO 2 em 1: Despigmentantes: Conhecimento, Automedicação Responsável e Visita ao Médico

ESTE MATERIAL FAZ PARTE DO CURSO 2 em 1: Despigmentantes: Conhecimento, Automedicação Responsável e Visita ao Médico ESTE MATERIAL FAZ PARTE DO CURSO 2 em 1: Despigmentantes: Conhecimento, Automedicação Responsável e Visita ao Médico FICHA RESUMO Hiperpigmentação da Pele Condições-chave Hiperpigmentação da pele: Excesso

Leia mais

LOCERYL. cloridrato de amorolfina CREME. 2,5mg/g

LOCERYL. cloridrato de amorolfina CREME. 2,5mg/g LOCERYL cloridrato de amorolfina CREME 2,5mg/g 1 LOCERYL cloridrato de amorolfina APRESENTAÇÕES: Creme contendo amorolfina 2,5mg/g (na forma de cloridrato de amorolfina), apresentado em bisnaga de alumínio

Leia mais

Informações ao Paciente

Informações ao Paciente Informações ao Paciente Introdução 2 Você foi diagnosticado com melanoma avançado e lhe foi prescrito ipilimumabe. Este livreto lhe fornecerá informações acerca deste medicamento, o motivo pelo qual ele

Leia mais

1) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. PROTOPIC tacrolimo. APRESENTAÇÕES Pomada dermatológica na concentração de:

1) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. PROTOPIC tacrolimo. APRESENTAÇÕES Pomada dermatológica na concentração de: 1) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO PROTOPIC tacrolimo APRESENTAÇÕES Pomada dermatológica na concentração de: - 0,03% em bisnaga com 10 g ou 30 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS. - 0,1% em bisnaga

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

FINASTEC. (finasterida)

FINASTEC. (finasterida) FINASTEC (finasterida) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido revestido 5mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: FINASTEC finasterida APRESENTAÇÃO Comprimido revestido de 5mg Embalagem

Leia mais

VAMOS FALAR SOBRE. AIDS + DSTs

VAMOS FALAR SOBRE. AIDS + DSTs VAMOS FALAR SOBRE AIDS + DSTs AIDS A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) atinge indiscriminadamente homens e mulheres e tem assumido proporções assustadoras desde a notificação dos primeiros

Leia mais

Trinizol -M Tinidazol Nitrato de miconazol

Trinizol -M Tinidazol Nitrato de miconazol Trinizol -M Tinidazol Nitrato de miconazol Creme vaginal Uso intravaginal APRESENTAÇÃO TRINIZOL -M CREME VAGINAL: caixa contendo bisnaga com 80 g de creme e 1 aplicador. TRINIZOL -M CREME VAGINAL: caixa

Leia mais

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O QUE É ANDROPAUSA? Problemas hormonais surgidos em função da idade avançada não são exclusivos das mulheres. Embora a menopausa seja um termo conhecido

Leia mais

IN S A In s titu t N a tio n a l

IN S A In s titu t N a tio n a l IN S A : U m a re d e d e 5 e s c o la s s u p e rio re s d e e n g e n h a ria O INS A de Rennes existe desde 1966 R ouen O INS A de Rouen existe desde 1985 O INS A de S trasbourg existe desde 2003 R

Leia mais

O Instituto de pós-graduação BWS em convenio com a APS - Associação Pele. Saudável comunicam o início de novas turmas de seus cursos de Pós-Graduação.

O Instituto de pós-graduação BWS em convenio com a APS - Associação Pele. Saudável comunicam o início de novas turmas de seus cursos de Pós-Graduação. EDITAL JANEIRO DE 2014 - DERMATOLOGIA BWS- INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO. Pós-Graduação em Dermatologia Lato Sensu O Instituto de pós-graduação BWS em convenio com a APS - Associação Pele Saudável comunicam

Leia mais

Tome uma injeção de informação. Diabetes

Tome uma injeção de informação. Diabetes Tome uma injeção de informação. Diabetes DIABETES O diabetes é uma doença crônica, em que o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente, ou o organismo não a utiliza da forma adequada. Tipos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

Clindoxyl Control peróxido de benzoíla

Clindoxyl Control peróxido de benzoíla Clindoxyl Control peróxido de benzoíla APRESENTAÇÕES Gel 50 mg/g (5%) ou 100 mg/g (10%) em bisnaga de 45g USO EXTERNO VIA TÓPICA USO ADULTO E PACIENTES ACIMA DE 12 ANOS COMPOSIÇÃO Clindoxyl Control 5%

Leia mais

AIDS / Uma epidemia em expansão

AIDS / Uma epidemia em expansão A negociação da divisão de trabalho, no cuidado com a casa, com os filhos, com a alimentação e etc.. vem sendo um dos grandes assuntos debatidos entre casais nos tempos modernos. Ainda assim, freqüentemente

Leia mais

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883

ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883 ENFERMAGEM EM ONCOLOGIA Renata Loretti Ribeiro Enfermeira COREn/SP- 42883 Renata Loretti Ribeiro 2 Introdução O câncer representa uma causa importante de morbidez e mortalidade, gerador de efeitos que

Leia mais

DA IH À IACS: A NOMENCLATURA MUDOU ALGUMA COISA? Elaine Pina

DA IH À IACS: A NOMENCLATURA MUDOU ALGUMA COISA? Elaine Pina DA IH À IACS: A NOMENCLATURA MUDOU ALGUMA COISA? Hospitais Públicos P e Privados Elaine Pina O NOME DAS COISAS What s s there in a name? A rose by any other name would smell as sweet William Shakespeare

Leia mais

CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA TRICOLOGIA & ONICOPATIAS

CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA TRICOLOGIA & ONICOPATIAS CURSO DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA TRICOLOGIA & ONICOPATIAS Período de Seleção 10 de outubro a 07 de novembro de 2014 Taxa de Inscrição R$ 100,00 Taxa de Matrícula R$ 400,00 Mensalidade R$ 724,00 Forma(s)

Leia mais

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o

R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o R E DE MA IS VIDA R e de de A te nç ã o à S a úde do Ido s o C ic lo d e D e b a te s : "1 C liq0 u e Ap a ra n eo d ita s r do eo s tilo Ed o ssta u b tí tu lo to m e s tre d o Id o s o E lia n a M á

Leia mais

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA Emenda ao 40 CFR Parts 261, 266, 268 e 271 Documento: FERTILIZANTES À BASE DE ZINCO PRODUZIDOS A PARTIR DE MATERIAL SECUNDÁRIO PERIGOSO Julho/2002 S U M Á R

Leia mais

Composição Cada grama de Ilosone Gel Tópico contém: eritromicina base... 20 mg excipiente q.s.p... 1 g

Composição Cada grama de Ilosone Gel Tópico contém: eritromicina base... 20 mg excipiente q.s.p... 1 g Ilosone Gel Tópico eritromicina Forma farmacêutica e apresentação Gel Tópico: Cartucho com 1 bisnaga contendo 60 g. USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO EXTERNO Composição Cada grama de Ilosone Gel Tópico contém:

Leia mais

CAPYLA HAIR (finasterida)

CAPYLA HAIR (finasterida) CAPYLA HAIR (finasterida) EMS SIGMA PHARMA LTDA Comprimido Revestido 1 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Capyla-hair finasterida APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos de 1 mg de finasterida acondicionados

Leia mais

Sífilis Passado e o Presente

Sífilis Passado e o Presente Passado e o Presente Passado Etiologia/Epidemiologia Infecção crónica generalizada cujo agente etiológico é o Treponema Pallidum Exclusiva dos seres humanos e não possui outros hospedeiros naturais. Utilização

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?

PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009. Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica

Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009. Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica Ministério Público Federal, B rasília 8 de junho de 2009 Leonardo C. Fleck, C ons ervação E s tratég ica P r e o c u p a ç ã o c o m a q u a lid a d e d o s g a s to s p ú b lic o s e m c e n á r io

Leia mais

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação: Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Organização Pesquisa Médica Variabilidade Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Leia mais

Neste material, você vai obter informações sobre os produtos e dados atualizados do mercado da molécula.

Neste material, você vai obter informações sobre os produtos e dados atualizados do mercado da molécula. Caro leitor, Informação também faz bem à saúde. Por isso, a partir de agora, você receberá uma série de cartilhas sobre os Genéricos Cimed. Nesta primeira edição destacamos os produtos de verão, mais especificamente

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE]

www.drapriscilaalves.com.br [DERMATOFITOSE] D [DERMATOFITOSE] 2 A Dermatofitose é uma micose que acomete as camadas superficiais da pele e é causada pelos fungos dermatófitos: Microsporum canis, Microsporum gypseum e Trichophyton mentagrophytes.

Leia mais

TRATAMENTO ESTÉTICO DA PELE NEGRA. Prof. Esp. Maria Goreti de Vasconcelos

TRATAMENTO ESTÉTICO DA PELE NEGRA. Prof. Esp. Maria Goreti de Vasconcelos TRATAMENTO ESTÉTICO DA PELE NEGRA Prof. Esp. Maria Goreti de Vasconcelos A etnia confere características herdadas que devem ser valorizadas na indicação de procedimentos e tratamentos e na avaliação de

Leia mais

ABBOTT LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA.

ABBOTT LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA. Poliginax sulfato de polimixina B...35.000 UI sulfato de neomicina...35.000 UI nistatina...100.000 UI tinidazol...150 mg ABBOTT LABORATÓRIOS DO BRASIL LTDA. óvulo BULA DO PACIENTE I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

Leia mais

Novaderm. Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda Creme Dermatológico 5 mg acetato de clostebol + 5 mg sulfato de neomicina

Novaderm. Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda Creme Dermatológico 5 mg acetato de clostebol + 5 mg sulfato de neomicina Novaderm Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda Creme Dermatológico 5 mg acetato de clostebol + 5 mg sulfato de neomicina I. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Novaderm acetato de clostebol e sulfato de neomicina

Leia mais

Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri.

Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri. Enfermagem 7º Semestre. Saúde da Mulher. Prof.ª Ludmila Balancieri. Menstruação. É a perda periódica que se origina na mucosa uterina, caracterizada por sangramento uterino, que ocorre na mulher desde

Leia mais

MÉTODOS HORMONAIS. São comprimidos que contêm estrogênio e progestogênio associados.

MÉTODOS HORMONAIS. São comprimidos que contêm estrogênio e progestogênio associados. MÉTODOS HORMONAIS 1 - ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS (PÍLULAS) É o método mais difundido e usado no mundo. As pílulas são consideradas um método reversível muito eficaz e o mais efetivo dos métodos

Leia mais

C R IS E E C O N Ô M IC A E G A R A N T IA DE EM PR EG O

C R IS E E C O N Ô M IC A E G A R A N T IA DE EM PR EG O C R IS E E C O N Ô M IC A E G A R A N T IA DE EM PR EG O J o s é A ju r ic a b a d a C o s t a e S ilv a ( * ) I. C R I S E E C O N Ô M I C A S e g u n d o o s e c o n o m is t a s, c a ra c t e riz a

Leia mais

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS NÚMERO TEMA LIVRE TÍTULO LEPTINA PARTICIPA DO CONTROLE DA APOPTOSE EM TIMO ATRAVÉS DE MECANISMO DE SINALIZAÇÃO DEPENDENTE DA VIA 001 IRS-1/PI 3-QUINASE

Leia mais

Oceral (nitrato de oxiconazol) Bayer S.A. Creme dermatológico. 11,47 mg/g de nitrato de oxiconazol

Oceral (nitrato de oxiconazol) Bayer S.A. Creme dermatológico. 11,47 mg/g de nitrato de oxiconazol Oceral (nitrato de oxiconazol) Bayer S.A. Creme dermatológico 11,47 mg/g de nitrato de oxiconazol OCERAL nitrato de oxiconazol APRESENTAÇÕES Creme dermatológico contendo 11,47 mg de nitrato de oxiconazol

Leia mais

P r o g r a m a d e T r e in a m e n to e P a le s tr a s

P r o g r a m a d e T r e in a m e n to e P a le s tr a s P r o g r a m a d e T r e in a m e n to e P a le s tr a s D ia b e te s M e llitu s e H ip e r te n s ã o A r te r ia l Dra Fernanda Pavarini Diabetes M ellitus P o r q u e g e r e n c ia r D ia b e te

Leia mais

Anexo A THIANAX CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Pomada. 50 mg

Anexo A THIANAX CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Pomada. 50 mg Anexo A THIANAX CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA Pomada 50 mg THIANAX tiabendazol Pomada IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Pomada 50mg/g: bisnaga com 45 g. USO TÓPICO

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Advantan, 1 mg/g, creme Advantan, 1 mg/g, pomada Aceponato de metilprednisolona

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Advantan, 1 mg/g, creme Advantan, 1 mg/g, pomada Aceponato de metilprednisolona FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Advantan, 1 mg/g, creme Advantan, 1 mg/g, pomada Aceponato de metilprednisolona Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. - Conserve

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Tedol 20 mg/g creme Tedol 20 mg/ml líquido cutâneo Cetoconazol Leia atentamente este folheto antes de utilizar este medicamento. -

Leia mais

III EGEPUB/COPPE/UFRJ

III EGEPUB/COPPE/UFRJ Luiz Otávio Zahar III EGEPUB/COPPE/UFRJ 27/11/2014 O que é a próstata? A próstata é uma glândula pequena que fica abaixo da bexiga e envolve o tubo (chamado uretra) pelo qual passam a urina e o sêmen.

Leia mais

BETOGENTA. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme Dermatológico 0,5mg/g + 1mg/g

BETOGENTA. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme Dermatológico 0,5mg/g + 1mg/g BETOGENTA Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme Dermatológico 0,5mg/g + 1mg/g MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais