Atenção é proibida a entrada: acesso à praia e ocupação da orla marítima em Angra dos Reis/RJ

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1 Atenção é proibida a entrada: acesso à praia e ocupação da orla marítima em Angra dos Reis/RJ Irene Chada Ribeiro I) Introdução Julgo importantíssimo compreender que este mundo é produto de nossa existência diária, e que o ambiente criado por nós não é independente de nós. O ambiente existe, e não podemos transformá-lo sem nos transformarmos a nós mesmos; e para isso, devemos compreender nossos pensamentos, sentimentos e atos, na vida de relação. JidduKrishnamurti, A arte da libertação. Vivemos em uma sociedade na qual os entes humanos são separados por questões de etnia, gênero, classe, nacionalidade, religião, propriedade; diversos problemas que nos afligem (guerra, fome, desigualdade,...) podem ser compreendidos a luz dessas diferenciações que hierarquizam as relações sociais. O espaço, palco de nossa reprodução, é objeto de diversas formas de apropriação, usos e significações; permeado por relações simbólicas, de interesse e de poder. Nesse sentido, reflete a relação desigual de poder entre os atores sociais numa sociedade capitalista. As características geográficas do município de Angra dos Reis (RJ), de litoral abrigado pela Ilha Grande, com mar de águas límpidas e claras, emoldurado pelo verde da Mata Atlântica da Serra do Mar, formando uma paisagem de grande beleza cênica entre os maiores centros urbanos do país estimularam a intensa apropriação de sua zona costeira pelo capital turístico imobiliário. Como herança de um processo intensificado na década de 1970 com a construção do trecho Rio-Santos da Rodovia BR 101 as melhores áreas foram apropriadas para a atividade turística, com um processo de privatização de praias e expulsão de posseiros, caiçaras e moradores. O cerceamento do acesso à praia não é uma realidade exclusiva de Angra dos Reis, cujo litoral extremamente recortado pode influenciar certa forma de privatização. Relações de poder e a articulação entre Estado e a classe dominante capitalista permitem e criam condições para apropriação privada do espaço e dos recursos. Na Bahia, em um arco praial de quilômetros de extensão o projeto turístico-hoteleiro

2 Costa do Sauípe, trouxe conflitos ambientais com as comunidades tradicionais locais: há a tentativa de privatização de uma área de restinga na praia Barra de Sauípe, com a restrição de acesso das comunidades às praias, manguezais e reservas de Mata Atlântica (ANDRADE et. all.,2002). Bem como há outros casos de privatização, se não da praia, da orla marítima, ao longo do extenso litoral brasileiro. A privatização da orla marítima se dá de diferentes formas e por diferentes atores, indo de encontro à lei: As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica (Lei 7.661/88, Art. 10). O cerceamento do acesso à praia é uma questão de cidadania, que atinge quem vai à praia, ou seja, um espaço público de lazer. Se por um lado esbarramos em uma pulsão privatista capitalística, por outro, há uma dificuldade no reconhecimento de espaços públicos como espaços de toda a sociedade. Assim, a apropriação dos recursos e do espaço pode ser feita ora pautada pela lógica de poder capitalista numa subordinação ao Valor de Troca, ora pelo sistema de significação de comunidades ou atores que compreendem recurso e espaço como Valor de Uso, como bem comum, existindo projetos de uso e significação dos recursos excludentes entre si. Na disputa entre distintos projetos de uso e significação dos recursos e do espaço pode surgir o conflito (ASCELRAD, 2004). Logo, a praia e a orla marítima podem ser compreendidas enquanto um recurso que, ao ser apropriado e/ou controlado por diferentes grupos sociais, é territorializado (RAFFESTIN, 1993). Este artigo é uma breve apresentação do que foi discutido no trabalho de conclusão do curso de Geografia pela Universidade Federal fluminense intitulado Praia pública - mergulhe nesse direito: acesso à praia e ocupação da orla marítima em Angra dos Reis/RJ, apresentado em Destaca-se entre seus objetivos identificar e analisar como a ocupação das praias e do pós-praias contribui para o cerceamento do direito ao livre acesso à praia. Espera-se tanto subsidiar a ação do Estado e de movimentos sociais visando garantir o uso adequado, o acesso público e a conservação ambiental desse recurso, bem como ampliar a discussão acerca do direito aos recursos e ao território.

3 II) Tipologias de acesso à praia e ocupação Foram mapeadas as praias existentes na orla marítima central de Angra dos Reis, em uma área em torno de 26 km (17% da linha de costa do município), tendo sido identificadas um total de 55 praias. O trabalho de campo foi realizado entre os dias 15 a 21 de Abril de Em cada praia foi preenchida uma ficha com as tipologias de acesso à praia e ocupação pós-praia, bem como foram marcados pontos no GPS para georreferenciamento e medições. A maior parte das praias não tem nomes conhecidos, ou recebem o nome do condomínio que ocupa o pós-praia, por este motivo, as praias foram numeradas, de leste a oeste de 01 a 55. A tipologia de ocupação e cobertura teve por objetivo relacionar o tipo de acesso com as diferentes formas de apropriação do pós-praia. Foi adotada a seguinte tipologia: a) Residencial: propriedade em um único lote destinada a uma única família. Refere-se a ocupação por uma ou mais propriedades independentes entre si; b) Condomínio: conjunto de propriedades destinadas a mais de uma família, geralmente, com uma administração comum; c) Área Militar: conjunto de equipamentos relativo às atividades militares do Estado. d) Área Industrial: que abriga atividades industriais; e) Hotel/Resort/Clube: são áreas ocupadas por equipamentos de turismo (pousada, hotel ou resort) ou de recreação particular; f) Ocupação Urbana: designação dada aos locais onde a ocupação é variada, com a presença simultânea de comércio, residências, hotel, condomínio, clube; e g) Vegetação/Sem ocupação: relativo à cobertura do pós-praia por vegetação, sem equipamentos urbanos. A tipologia de acesso considera o acesso por terra, visto que, a priori, todas as praias têm acesso pelo mar. Foram criadas as seguintes categorias de acesso: 1) Público: praias nas quais existe algum tipo de acesso (escada, trilha, rua) e que é livre; 2) Privatizado: com acesso proibido; aquele na qual praia é ocupada, mas que não é aberta ao público, com o acesso restrito para moradores ou turistas, no caso de hotéis; 3) Controlado: praias ocupadas no pós-praia que tem o acesso permitido, mas é mediado por uma portaria particular. Tal acesso é bem variado, em alguns basta dizer que está indo à praia, em outros é necessário apresentar o documento de identidade e tirar foto, entretanto em todos, há a presença de guardas particulares da praia, causando

4 constrangimento para o usuário; 4) de Interesse Especial: são aquelas com usos institucionais, no caso áreas militares e de tráfego aquaviário; e 5) Sem acesso: praias que a priori não tem estradas, nem trilhas oficiais de acesso. III) Praias: bens públicos ou propriedades privadas? São diversos os instrumentos legais que tratam sobre o direito ao livre acesso à praia e regulamentam o uso e ocupação na orla marítima e na zona costeira: Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (Lei 7.661/88), Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Decreto 5.300/2004) e no âmbito municipal a Área de Proteção Ambiental Tamoios (Decreto 9.452/86) e o Plano Diretor Municipal (Lei 1.754/2006). Destaca-se que o Plano Diretor da APA Tamoios de 1994 (Decreto N /1994) prevê a servidão de acesso à praia, pelo menos, de 100 (cem) em 100 (cem) m. De forma que não é pela ausência de leis que as praias apresentam problemas como restrição de acesso e ocupação irregular. Angra dos Reis possui um litoral de aspecto afogado, com as escarpas da Serra do Mar formando a linha de costa (MUEHE, 2006). As praias, encaixadas e de pequena extensão, são delimitadas por afloramentos rochosos ou promontórios. Além do grande número de praias, o município conta com centenas de ilhas e parcéis, sendo a Ilha Grande a de maior relevância. Com o modelo de turismo e de desenvolvimento adotado para o município pelos atores hegemônicos, atualmente grande parte da orla está ocupada por condomínios e empreendimentos turísticos, intercalados com áreas industriais e núcleos urbanos. A apropriação por condomínios, residências e empreendimentos turísticos também atinge as diversas ilhas do município. Contraditoriamente, o poder público municipal vende a ideia de um paraíso com mais de 2000 praias e 356 ilhas (TURISANGRA, 2013). Como resultado da pesquisa realizada na orla marítima central de Angra dos Reis, das 55 praias mapeadas foram identificadas 26 (47%) com acesso privatizado, 10 (18%) com acesso controlado, 4 (7%) de Interesse Especial, 2 (4%) sem acesso e apenas 13 (24%) com acesso público (ver Erro! Fonte de referência não encontrada.). Ou seja, menos de ¼ das praias são públicas com as praias de acesso privatizado e controlado somando 65%.

5 Figura 1: Distribuição das praias pelas tipologias de acesso. No estudo de caso em Angra dos Reis, pôde-se observar uma relação direta entre o tipo de ocupação e o acesso à praia. As praias com acesso privatizado são aquelas ocupadas por residências, condomínios ou por hotéis e clubes. E as praias com acesso controlado, na maioria, são ocupadas por condomínios. Já as praias públicas estão localizadas nos locais onde a ocupação é variada (comércio, residências, hotel, condomínio, clube), classificada como ocupação urbana e onde a cobertura do póspraia é a vegetação. A síntese das informações pode ser visualizada no mapa produzido de Acesso à Praia e Ocupação da Orla Marítima em Angra dos Reis (Figura 2), que também servirá de apoio ao leitor. Na análise dos resultados a área de estudo foi dividida em três trechos a partir de certa similaridade nas formas de acesso e ocupação. O primeiro trecho, que vai do bairro Mombaça até o Centro (praias de n º 01 a 19), concentra quase 35% das praias mapeadas sem ter sequer uma praia com acesso público. A ocupação é predominantemente por condomínios, com muitas residências de veraneio. Das 19 praias, 15 possuem píeres na faixa de areia, às vezes mais de um e de acesso particular, o que não é permitido por lei. Além de cercearem o acesso à praia, concretamente (praias de acesso privatizado) ou simbolicamente (praias de acesso controlado), a ocupação das praias não respeita a distância mínima de início das construções, com o fim da faixa de areia sendo delimitado por muretas, casas ou decks que às vezes avançam sobre a areia da praia.

6 O segundo trecho abrange o centro da cidade. É o trecho com a orla marítima mais modificada pelo processo de urbanização do município, com grande adensamento populacional e de serviços. Reúne áreas destinadas à navegação e à atividade portuária; tem a presença de empreendimentos imobiliários e de shopping com marina. Devido a diversos aterros, em diferentes épocas, que possibilitaram a expansão urbana, algumas praias deixaram de existir e outras tiveram a extensão da faixa de areia reduzida. Neste trecho foram identificadas 6 praias (praias de n º 20 a 25): uma de Interesse Especial (região portuária), uma privatizada (localizada em um Iate Clube) e 4 praias com acesso público. Entretanto, das praias públicas, pelo menos 3 praias são visivelmente poluídas.

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8 Figura 2: Acesso à praia e ocupação da orla marítima em Angra dos Reis-RJ.

9 O terceiro trecho é o maior e mais diverso. Das 30 praias: 3 são de Interesse Especial, por serem área militar, onde não é permitido o uso ou acesso; 9 tem acesso público; 16 o acesso privatizado e 2 o acesso controlado. Diferente do trecho 1, a maior parte das praias privatizadas é ocupada ou por hotéis/pousadas ou por residências, muitas de veraneio, em muitos casos trata-se de uma única residência/hotel privatizando o acesso à praia. Entre as praias públicas, parte está em áreas de ocupação urbana variada ou em praias sem ocupação, com vegetação conservada, cujo acesso se dá por trilhas, como as praias da Bica, da Gruta e do Tanguazinho. A ocupação urbana na área de estudo acompanha a linha de costa, as margens da Rodovia Rio-Santos, ou estradas municipais. Quase metade das praias é privatizada e ainda pode-se questionar o próprio acesso controlado (que somando às praias privatizadas chegam a 63% das praias), visto o constrangimento da presença de seguranças ou a necessidade de identificação. Na prática as praias controladas estão impregnadas de símbolos que acabam por cercear o uso público. O resultado, como bem colocou um caseiro, é: "uma praia triste, não tem movimento, passa o verão vazia, pois os proprietários (que só vem no verão e em alguns feriados) pegam a lancha e vão para as ilhas. Não usam e não deixam a gente usar, vem verão, vem verão e a praia está deserta" 1. Logo, embora o poder público venda a imagem Se existe um Paraíso é bem perto daqui, anunciando que é um lugar com mais de 2000 praias (TURISANGRA, 2013), na prática a população local não tem direito ao acesso a essas praias. Das 13 praias públicas, pelo menos 3 são visivelmente impróprias para banho (23%), justamente as localizadas no centro da cidade. Sobram então, apenas 10 praias para uso comum. Destas, 3 ainda restam totalmente conservadas (23%), número que poderia ser aumentado caso fosse construída uma servidão de acesso às praias 51, 14 e 12, com vegetação bem conservada mas sem acesso público. Entre as praias públicas, a Praia das Gordas e a Costeirinha (praias 30 e 25), não possuem a berma da praia, entretanto, mesmo com a ausência de faixa de areia expressiva e localizadas na margem da Estrada do Contorno, são muito frequentadas. 1 Depoimento de trabalhador local coletado em campo, sobre a Praia do Leste.

10 A extensão da faixa de areia varia de 30 a 835 m, de forma que na Figura 3 pode-se observar os tipos de acesso por extensão da faixa de areia. Das 26 praias privatizadas, 7 têm até 50 m e 13 até 100m de extensão, ou seja, são praias relativamente pequenas ao compararmos outras praias no Brasil. A maior praia mapeada Praia da Mombaça (praia 07), com 835m, tem o acesso controlado, embora seja previsto uma servidão de acesso a cada 100m, de forma que deveria ter pelo menos 8 acessos públicos. E as praias públicas, embora sejam apenas 24% das praias, estão distribuídas entre as diversas extensões praiais: Figura 3: Relação da extensão da faixa de areia por tipo de acesso à praia. Para além da possibilidade do litoral recortado facilitar a privatização, podemos discutir como esse aspecto do litoral contribui para invisibilizar os casos de privatização. Em muitos casos, da estrada não é possível avistar as praias, nem tampouco o acesso, há um desconhecimento entre a população local (várias pessoas são imigrantes) das praias que existem. De qualquer forma, o aspecto recortado do litoral pode ser apontado como um possível condicionante da apropriação de espaços fracionados por residências ou condomínios particulares, diferente e menor que os Resorts comuns no Nordeste. IV) Considerações Finais

11 Os dados gerados por esta pesquisa revelam como o processo de produção do espaço analisado por Guanzirolli (1983), 30 anos depois, foi consolidado. A orla marítima que se configurava enquanto bem comum para diversos atores sociais antes da Rio-Santos, foi eficientemente transformada em Valor de Troca. O processo de apropriação das terras litorâneas por hotéis, condomínios e residências de veraneio, voltado para a Classe Alta, contribuiu para a privatização das praias e da orla marítima. Foi consolidado um projeto de uso e significaçãodos recursos que expropriou e excluiu a população local. O desenvolvimento turístico não trouxe o poder dos moradores decidirem sobre o seu destino, tirou o acesso à praia e à orla marítima. Por outro lado, no íntimo cada um deseja riqueza e poderio, de forma que a privatização de praias pode ser um tanto naturalizada no imaginário. Há um referencial de modo de vida, de conforto e de exclusividade que é desejado por quem não possui tal status social, assim como quem tem tal status, quer manter e ter mais. Parte do processo de privatização da orla marítima antecedeu a Lei de 7.661/88, ou seja, apesar de não ser legítimo, na época era legal. A propriedade privada (e a concentração de terras) está no cerne das desigualdades no acesso ou não aos recursos e ao espaço. Uma herança colonial que impõe a propriedade privada como meio de acesso a terra, com o direito na propriedade superior aos direitos de usos. Assim, devemos reconhecer o legado de desigualdade e injustiça que permeou o processo de ocupação do litoral de Angra dos Reis, deslegitimando a pertinência da atual ocupação. Embora a legislação declare as praias enquanto bem público, na prática elas são objeto de apropriações privadas. Tal realidade se dá pelas relações de poder, com interesses das classes dominantes disputando a ação do Estado. E para que o Estado atenda a outros interesses é necessária uma conjuntura favorável e muita pressão de baixo para cima (SOUZA e RODRIGUES, 2004). Além da fragilidade do Estado, que é extremamente burocrático, pode-se problematizar como o cidadão comum desconhece seus direitos e não faz valer o que é previsto na legislação. Estão em disputa o direito de propriedade e os direitos de uso dos recursos e do espaço para a garantia do acesso à praia. São projetos de significação, logo, devem ser

12 disputados também no campo das idéias. Como colocou Acselrad, se as estruturas objetivas e subjetivas (espaço social e simbólico) são definidas por processos históricos, podem, portanto, ser desinventadas, visto que a luta política pela redistribuição do poder é também uma luta classificatória e cognitiva (2004, p. 19). A luta pelos recursos é também uma luta pelo sentido cultural desses recursos. Na disputa pelos projetos de usos e significados dos recursos e do território é de suma importância o envolvimento local com uma participação real e ativa na gestão do território. E se hoje o número de praias privatizadas não é maior, é porque ativistas e movimentos sociais se mobilizaram e disputaram o acesso às praias. Entre esses movimentos está a SAPÊ (Sociedade Angrense de Proteção Ecológica), que ao longo de sua trajetória brigou pelo acesso a diversas praias que hoje compõe as praias com acesso público dessa pesquisa, com movimentos como Praia pública: mergulhe nesse direito e praias livres, mentes abertas. A esse movimento dedico esse trabalho: vamos ampliar a quantidade de praias públicas em Angra! V) Referências Bibliográficas ACSELRAD, Henri. Apresentação: Conflitos Ambientais a atualidade o objeto, e As práticas espaciais e o campo dos conflitos ambientais In:. (Org). Conflitos ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: RelumeDumará: Fundação HeirnrichBoll, ANDRADE, José Célio Silveira, et. all. Conflitos Sócio-Ambientais: Análise da relação entre o complexo Costa do Sauípe e atores locais.indaiatuba, SP: I Encontro Associação Nacional de Pós-Graduação e pesquisa em ambiente e sociedade, 6 a 9 de Novembro de 2002 Disponível em: _socio_politicas/jose%20celio%20silveira%20andrade.pdf, acesso em julho, DECRETO ESTADUAL Nº 9452/86. Criação da APA Tamoios em Angra dos Reis. Disponível em: <http://www.inea.rj.gov.br/legislacao/docs/9452.doc>. Acesso em: abril de DECRETO N /1994. Institui o Plano Diretor da APA Tamoios. Disponível em: <http>//www.inea.rj.gov.br/legislacao/docs/20172.doc>. Acesso: abril de GUANZIROLI, Carlos Henrique. Contribuição à reflexão sobre o processo de produção de um espaço regional o caso de Angra dos Reis. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1983.

13 LEI Nº 1.754/2006. Dispõe sobre o Plano Diretor de Angra dos Reis. Disponível em:<http://www.angra.rj.gov.br/downloads/sma/lei% %20plano%20 DIRETOR %20MUNICIPAL%20DE%20ANGRA%20DOS%20REIS.pdf>. Acesso em: março de MUEHE, Dieter. O litoral Brasileiro e sua compartimentação. In: CUNHA, Sandra Baptista da. e GUERRA, Antônio José Teixeira (Org.) Geomorfologia do Brasil. 4 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006, p PNGC, Lei nº 7.661, de 16 de Maio de Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7661.htm>. Acesso em: maio de RAFFESTIN, Claude. Por uma Geografia do poder. São Paulo: Ed. Ática, (1ª edição: 1980). Série Temas, volume 29: Geografia e Política. RIBEIRO, José Rafael. Meio-ambiente, desenvolvimento e democracia: SAPE, a difícil trajetória do movimento ambientalista em Angra dos Reis. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal Fluminense. Niterói: SOUZA, Marcelo Lopes de. e RODRIGUES, Glauco Bruce. Planejamento Urbano e ativismos sociais. São Paulo: UNESP, Coleção Paradidáticos: série sociedade, espaço e tempo. TURISANGRA, portal turístico de Angra dos Reis: <http://turisangra.com.br/>. Acesso em março de 2013.

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