Lucro Meta: uma análise de custos, preços e resultados

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Lucro Meta: uma análise de custos, preços e resultados"

Transcrição

1 Lucro Meta: uma análise de custos, preços e resultados Eliane Staziacki (UNICENTRO) Telma Regina Stroparo (UNICENTRO) Celia Schery (UNICENTRO) Marli Kuasoski (UNICENTRO) Priscila Crovador Davebida (UNICENTRO) Resumo: Com objetivo de analisar custos e resultados do processo produtivo de uma indústria do setor cerâmico por meio da utilização dos conceitos do lucro-meta, a presente pesquisa caracteriza-se, metodologicamente, quanto à abordagem, como descritiva e, quanto ao método, como bibliográfica, documental e estudo de caso. Foram levantados dados relativos aos custos e preços praticados em empresas da região para os produtos tijolos e lajotas e realizadas análises de lucratividade com os preços praticados pela empresa, comparativamente com preços de mercado. O bom resultado de uma empresa está diretamente ligado ao processo de gestão. O mercado altamente competitivo apresenta uma nova característica do consumidor, que por sua vez encontra-se crítico e exigente com relação à qualidade do produto, ao valor que este lhe agrega e finalmente ao preço de venda que será despendido para sua aquisição. Para que as empresas possam suprir essa necessidade é preciso adequar o custo e preços praticados. Diante deste cenário econômico o mercado tem ocupado papel de destaque, onde por sua vez o setor empresarial acaba por praticar o preço que o mercado admite. Este novo perfil potencializa a estratégia de gestão na busca de novas táticas de mercado, tornando relevante o estudo e aplicação do custo-meta e análise do lucro-meta no processo produtivo para melhoria do preço praticado. As empresas de pequeno e médio porte encontram dificuldade para a formação eficiente do preço de venda, de forma que o custo-meta se apresenta como uma importante ferramenta de auxílio no processo de gestão. Palavras chave: Lucro, Custo Meta, Resultados, Preço Profit Goal: an analysis of costs, prices and results Abstract In order to analyze costs and results of the production process of an industry of the ceramic industry through the use of the concepts of profit-goal, this research is characterized, methodologically, on the approach, as descriptive and as to the method, such as literature, document and case study. They were collected data on costs and prices of companies in the region for the bricks and tiles made products and profitability analysis with the prices charged by the company, compared to market prices. The success of a company is directly linked to the management process. The highly competitive market

2 presents a new user feature, which in turn is critical and demanding with regard to product quality, value this adds him and finally the sale price that will be spent for purchase. To enable companies to meet this need it is necessary to adjust the cost and prices charged. Given this economic environment the market has occupied a prominent role, where in turn the business sector turns out to practice the price the market allows. This new profile enhances the management strategy in the search for new market tactics, making relevant the study and application of target costing and analysis of the profittarget in the production process to improve the price charged. Small and medium-sized businesses find it difficult to efficient training of the sales price, so that the target costing presented as an important tool to aid in the management process. Key-words: Profit, Target Cost, Results, Price 1.Introdução O avanço dos mecanismos tecnológicos resultou em um processo acelerado do capitalismo, modificando consideravelmente o cenário socioeconômico e, transformando o ambiente operacional das empresas atuantes neste mercado altamente concorrencial que movimenta os indivíduos desta sociedade moderna cujo desenvolvimento ocorre a passos largos. Para Tucker (1999), tamanha evolução consubstancia-se, em essência, em uma mudança radical na relação entre compradores e vendedores. Nesse sentido o autor fomenta a necessidade do empreendedor voltar-se para a mudança do comportamento empresarial e principalmente do processo de produção, no intuito de adequar os custos para atender as exigências dos consumidores do mercado em que se atua. Nesta nova perspectiva vem ganhando destaque o método do custeio-meta ou custeio-alvo que se baseia no preço de mercado a ser suportado pelos consumidores, apresentando-se como importante instrumento de gestão, principalmente acerca do processo decisório. A adequação do custo é um aspecto assertivo na execução do planejamento estratégico de uma empresa, pois proporciona resultados imediatos quando existe um controle seguro do custo de produção. A importância da gestão do custo-meta se apresenta bastante clara em ambientes competitivos, onde o preço é determinado pelo mercado. É nesse instante que surge a necessidade de adequar o custo a partir do preço. Tamanho desconhecimento interfere na apropriação do custo e conseqüentemente da margem de lucro que a empresa tem alcançado. Neste sentido Bruni e Famá (2004) afirmam que a ruína de uma empresa tem início através da prática equivocada do preço de determinado produto. O entendimento da forma de alocação do custo, incluindo a correta separação deste na forma direta e indireta no processo produtivo de uma empresa, potencializa o seu desempenho, colocando o empreendedor na linha de frente, permitindo a otimização empresarial. Assim, é possível trabalhar com metas de lucratividade e estratégia para a obtenção de um maior número de clientes devido a flexibilização do custo quando da existência de uma informação confiável obtida pela gestão do custos. Portanto, a eficiência empresarial tem início com a apropriação dos custos de forma eficiente, sendo relevante para definir a viabilidade de se produzir ou não determinado produto. Este trabalho objetiva analisar custos e resultados de uma indústria do setor cerâmico por meio da utilização dos conceitos do lucro-meta.

3 2 Fundamentação Teórica Nesta seção são apresentados os conceitos teóricos que fundamentam a pesquisa e versam sobre gestão de custos, Custo-meta (target costing) e preço de venda 2.1 Gestão de Custos Cardoso (2006) assevera que a gestão de custos vai muito além do controle, pois influi diretamente no processo decisório de uma organização. A gestão e gerenciamento empresarial voltada para a formação de preço e o controle de custos tem sido no ambiente atual uma ferramenta indispensável para a tomada de decisão. Conforme Gutierrez (2009, p. 34) Nas últimas décadas os conceitos de custo se solidificaram, muitas pessoas passaram a ter noção de que o controle de custo é essencial para a gestão da empresa e que é vital conhecer a rentabilidade dos produtos. Diante disso é preciso conhecer e analisar os custos, sabendo que formar preço a partir deste ainda é uma das formas mais assertivas para se chegar a um negócio que seja rentável, entende-se dessa forma que o gerenciamento do custo se utiliza das informações externas (concorrentes, clientes, fornecedores) aplicando essas informações ao conhecimento interno do custo de sua produção, gerando bases de dados que possam ser claramente analisados e que auxiliem ao gestor na tomada de decisão. Pompermayer (2004) afirma que as necessidades que vão surgindo no contexto organizacional de uma empresa são aspectos fortes para a identificação do modelo de gestão que melhor se adapte no âmbito de sua estrutura de organização empresarial. Segundo o autor, essa identificação deve levar em consideração as estratégias e o conhecimento do produto que se fabrica e do mercado em que se atua. 2.2 Custo-meta (target costing) O custo, adicionado à margem de lucro desejada tem sido uma das formas tradicionalmente utilizadas pelas organizações para a determinação do preço de venda. Porém, de acordo com Linhares (2004) existe uma limitação com relação a este método, pois nem sempre o preço estabelecido pela empresa é o valor que o mercado ou cliente está disposto a despender para a aquisição de determinado produto. Contrariando os métodos de custeamento que iniciam pela produção para posterior formação do preço de venda, surge o custo-meta que é o resultado do preço de mercado, deduzindo-se a margem de lucro. Essa idéia de partir do preço para o custo, ou seja, de adequar o custo ao preço surge na cultura Japonesa entre as décadas de 60 e 80. De acordo com Sakurai (1997) o poder aquisitivo dos consumidores em meados dos anos 60 influenciou diretamente o mercado. Esse era um período em que o gerenciamento das empresas ainda concentrava-se unicamente sobre a produção. No decorrer dos anos 70 os clientes passaram a diversificar a aquisição do produto em virtude do poder aquisitivo existente, influenciando as empresas a melhorarem a qualidade do produto. Porém, a necessidade de continuidade e lucratividade das empresas forçou-as a adotar uma nova técnica que possibilitasse manter o nível de preço exigido pelo mercado e ainda continuar obtendo retorno financeiro. Essa técnica, experenciada e desenvolvida positivamente no Japão vem se difundindo em outros países como o Brasil, porém, são raros os autores brasileiros que relatam sobre o assunto, seu estudo baseia-se de maneira freqüente nas traduções japonesas.

4 Tal ferramenta passou a ser chamada de custo-meta ou target costing, como originalmente é conhecida e, a sua principal função é identificar os custos desnecessários, buscando reduzi-los ou extingui-los com o objetivo de alcançar a meta de lucratividade desejada pela empresa. Assim, Scarpin (2000, p.55), define o custo-meta conforme segue: É um modelo de gerenciamento de lucros e custos, desenvolvido principalmente para novos produtos (ou produtos que terão seu projeto alterado) visando trazê-los para uma situação de mercado, ou seja, o produto passa a ter um preço de mercado competitivo, proporcionando um retorno do investimento durante todo o seu ciclo de vida a um custo aceitável (custo alvo), determinado pelo seu preço de venda. Portanto, o custo-meta trabalha de forma direta sobre o processo produtivo a partir da identificação do preço de venda que o mercado se dispõe a pagar. Neste sentido Wernke (2004, p.81) salienta que O custo-meta pode ser entendido como o valor de custo de um produto a ser alcançado pelo qual é possível cobrar um preço de venda suficiente para ser aceito pelo mercado consumidor e proporcionar o lucro desejado pelos acionistas. Seguindo este raciocínio Sakurai (1997, p.52) caracteriza o custo-meta como um processo de gerenciamento estratégico de custos para reduzir os custos totais, nos estágios de planejamento e desenho do produto. O autor demonstra a partir deste entendimento que o estágio inicial de produção é o enfoque para a aplicação do custo-meta, visto que é nesse momento que a verificação dos custos se torna mais relevante. Além de uma técnica de redução de custos, o custo-meta pode ser perfeitamente utilizado como uma ferramenta estratégica, em virtude de que em meio a este ambiente competitivo em que se encontram as indústrias, gerir os custos tem sido um grande desafio devido à inversão dos determinantes, onde hoje a pratica deste ou daquele preço está sujeito a permissão e aceitação do mercado. Neste sentido Linhares (2004, p. 9) esclarece As empresas devem aprender a lidar com uma nova configuração de mercado, mais rápida, mais agressiva, mais exigente, mais detalhista. Porém, para tanto, é necessário uma estratégia interna, onde sejam executadas mudanças e adaptações nos métodos de produção. Esse procedimento é importante porque nesse momento é possível verificar a viabilidade de se produzir este ou aquele produto. Sakurai (1997, p. 50) observa que os estágios de pré-produção determinam a estrutura dos custos. Isso é possível porque é nesse momento que são identificados os componentes necessários para a produção de determinado item. A partir do conhecimento desse processo a identificação do custo que pode ser melhorado e minimizado se torna menos complexo. Imprescindível também é a consideração do mercado, pois o custo-meta é voltado para este conforme a colocação de Colauto et. al. (2004, p. 35) O custeio-alvo é um sistema direcionado ao mercado e a opinião do consumidor é um parâmetro para o desenvolvimento do processo de produção. Portanto, este método se torna relevante porque considera primordialmente o mercado e a sua demanda que representam o enfoque empresarial e, a partir daí tem-se o ponto principal para estabelecer o percentual de lucro que se deseja e trabalhar o custo-meta para atingi-lo. Atkinson et. al. (2000) reforça que o custo-meta se caracteriza pelo preço que a demanda está disposta a despender para a aquisição de um produto, menos o lucro desejado, assim é possível obter o custo máximo que o processo produtivo deve apresentar. Neste sentido Sakurai (1997) e Cogan (1999) acrescentam que o gerenciamento de redução dos custos totais no estágio de planejamento da produção caracteriza o custo-alvo ou meta. Neste contexto é necessário considerar custo, preço e o consumidor conforme observa Rocha (1999, p. 126):

5 o custo-alvo é considerado o montante de custos que deve ser eliminado ou aumentado para que o custo estimado de um produto ou serviço se ajuste ao admissível, tendo em vista o custo de uso e de propriedade para o consumidor, o preço-alvo e as margens objetivadas para cada elo da cadeia. Assim, é possível verificar a influência do consumidor, pois este não está preocupado com os custos do fabricante, mas sim, com o preço pelo qual é vendido determinado produto ou serviço. Desta forma é a empresa que deve estabelecer metas de lucratividade a partir da redução dos seus custos, portanto não trabalha o preço a ser praticado a partir do custo do produto e, sim do preço que o mercado tem apresentado, buscando estratégias de redução deste. Seguindo este raciocínio Sakurai (1997, p. 49) considera o custo-alvo como um método abrangente de gerenciamento estratégico de custos que envolve a redução de custos durante todo o ciclo de sua ocorrência. Ferreira 2007 enfatiza a importância do custo meta como ferramenta de gestão, porque esta técnica se volta para o mercado obtendo, portanto, informações externas para trabalhar a redução dos custos e as metas de lucro, já outros métodos trabalham sob o enfoque interno dos custos, são exemplos o custeio variável, padrão, absorção, entre outros. Desta forma Padoveze (2003) destaca que com o mercado como fator determinante do preço de venda o conceito de custo-meta vem ganhando um enfoque mais amplo e estrategicamente gerencial no sentido de melhorar o custo unitário do produto a ser fabricado, para que possa suprir a necessidade da empresa e do mercado. Neste sentido Shank (2000) enfatiza a importância dos custos partirem do mercado para a empresa. Observa-se assim que o custo-meta aliado à otimização do produto a ser fabricado vem a garantir o diferencial da empresa ou indústria. Ferreira (2007) explica que os consumidores se sujeitam a pagar maiores preços desde que o produto oferecido apresente um diferencial que seja agradável ao cliente. Neste sentido, Bruni (2006) acrescenta que um produto transmite ao cliente uma idéia de valor maior que o preço praticado quando se torna atrativo e desejável. Portanto o custo-meta é uma técnica que vem abraçar o ambiente empresarial em sentido global, porque envolve os aspectos externos e internos da empresa, mobilizando toda a estrutura hierárquica da empresa, de forma a atingir o consumidor a partir da aplicação das estratégias no mercado de atuação. Neste sentido abre espaço para uma série de questões provocativas no sentido de impulsionar a busca da minimização do custo de produção. Para tanto é necessário um planejamento estratégico de melhoria dos custos, o qual é possível a partir da utilização inteligente e eficiente da técnica do custo-meta, cujo parâmetro é minimizar os custos de produção e melhorar a qualidade do produto, agregando valor ao cliente. Rocha e Martins (1999, p. 85) observam que o custo-meta é uma mentalidade que deve ser adotada pela empresa como um todo. Portanto, não depende somente da alta administração, porém, incorporam os demais setores que fazem parte da empresa, principalmente aqueles que estão diretamente envolvidos no processo produtivo. Esse aspecto caracteriza a eficiência empresarial, pois é no momento que antecede a produção que acaba sendo possível eliminar alguns custos indesejados. A figura abaixo proposta por Cogan (1999) caracteriza essa situação de planejamento, onde o custo para desenvolver o projeto estratégico se torna viável e até menos encarecedor que os custos normalmente incorridos durante o processo produtivo, quando realizado adequadamente.

6 O novo perfil do mercado, caracterizado por clientes cada vez mais exigentes com relação à aquisição de produtos, abre um leque de responsabilidade ao setor empresarial, onde o gestor tem a necessidade de executar o planejamento do custo da produção. Seguindo este raciocínio Bornia (1995, p.64), acrescenta para os japoneses, o custeio-alvo força a empresa a tomar decisões estratégicas e operacionais para reduzir os custos e deixar o produto com bom desempenho no mercado. É possível definir o custo-meta como uma ferramenta de benefício a longo prazo, porque analisa desde a característica do produto até encontrar um meio eficaz de otimização deste. Portanto, embora o objetivo geral de uma empresa seja atingir um maior número possível de consumidores, sua continuidade baseia-se ainda na percepção do percentual cada vez mais alto de lucro. Hansen & Rocha (2004) observam que o lucro é necessário para garantir a sobrevivência de uma empresa. Deste modo o custo-meta é a ferramenta certa para que a margem de lucro almejada e o público alvo sejam atingidos de acordo com a estratégia esboçada. Neste sentido Cooper e Slagmuder (1997, p.71) avaliam a sistemática do custo-meta como uma técnica de gerenciamento de lucros futuros da empresa. Sob este enfoque Porter (1989, p.27) observa os compradores precisam estar dispostos a pagar um preço por um produto acima do seu custo de produção, ou a empresa não sobreviverá a longo prazo. Essas considerações enfatizam mais uma vez a perspectiva do custo-meta como uma técnica de rentabilidade direcionada à estratégia de longo prazo. 2.3 Preço de Venda Determinar o preço de venda, ainda tem sido um dos aspectos de maior dificuldade encontrados no setor empresarial e, embora existam inúmeros fatores que influenciem essa ligação com o cliente, estabelecer um preço de venda satisfatório é interesse comum dos empreendedores. Para Sardinha (1995) o preço pode ser considerado como a quantidade de dinheiro que o consumidor gasta para adquirir um produto e que a empresa recebe no momento em que entrega o mesmo para o cliente. Para Dutra (2003, p. 32) o preço é o valor estabelecido e aceito pelo vendedor para efetuar a transferência da propriedade de um bem. No entanto as informações necessitam de alta precisão, além de que a empresa deve ter um cuidado extremo para que o preço de venda seja capaz de cobrir os custos e despesas e, ainda, gerar uma margem de retorno financeiro, o que muitas vezes, não significa baixar o preço para aumentar a clientela, mas sim diferenciar o produto agregando-lhe valor. Filho (2009) destaca que para tanto é necessário um conhecimento elementar dos custos, pois o custo é a base para a formação do preço. Santos (2005) considera o método de custos como o mais comum no mundo dos negócios e o mais praticado entre os gestores de preço, salienta, no entanto que independente do método utilizado para a formação do preço, é necessária uma comparação do preço praticado pelas empresas concorrentes. Portanto, é possível observar a necessidade de trabalhar em função do custo para a correta formação do preço de venda, pois influi de forma direta no resultado da empresa. Conforme Bruni e Famá (2004) um preço equivocado de um produto ou serviço pode causar a ruína da empresa. Essa afirmação somente vem a confirmar que o preço de venda não deve ser

7 elaborado somente com base em um fator considerado determinante, como o custo ou o mercado, mas sim através da avaliação desse conjunto no sentido de manter o equilíbrio. De acordo com Sardinha (1995) no curto prazo, o preço cobrado pela venda de um bem ou prestação de um serviço pode ser influenciado pelo mercado, porém a continuidade de uma empresa no longo prazo depende de suas decisões sobre políticas consistentes de preço, ou seja, não deixando em nenhum momento de avaliar os custos para designar o preço do produto. Essa avaliação geralmente ocorre durante a elaboração do mesmo, é neste momento que muitos pesquisadores econômicos afirmam que surge o lucro, com base ao valor que lhe é agregado já na fase de elaboração. Quando assunto é formação do preço de venda geralmente a primeira ideia é a análise do custo do produto para determinação do mesmo, porém, Martins (2003, p. 219) afirma:...definir preços não cabe exclusivamente ao setor de custos, mesmo com todo o arsenal de informações de que dispõe, bem como não cabe totalmente ao setor de marketing, com toda sua gama de dados do mercado e suas previsões. Nesse sentido, Bomfim e Passarelli (2008, p. 399) asseveram que a formação do preço de venda embora baseada em inúmeros fatores, segue ainda três premissas básicas: os custos do bem apreçado, a concorrência que o mercado oferece e o lucro desejado pela empresa. Segundo Santos (2011, p. 14) Na maioria das empresas, os preços de venda são calculados antecipadamente.. De acordo com Santos (2011) o preço de venda será formado com base na parcela do lucro obtida a partir do ponto de equilíbrio. No entanto, o gerenciamento dos custos para a formação do preço de venda e maximização do lucro deve ser analisado de forma minuciosa, considerando principalmente o volume de produção que altera de forma significativa o custo e consequentemente a formação do preço de venda. Nesse sentido, Santos (2011, p. 28) diferencia os custos de acordo com sua utilização perante o nível de produção: Custo marginal ou variável que aumenta na medida em que a quantidade produzida for maior e de forma unitária permanece constante e, Custo Fixo que no montante permanece constante enquanto que de forma unitária diminui à medida que aumenta a produção. Dessa forma, a alocação correta dos custos operacionais (fixo e variável) é determinante para obtenção do resultado preciso do custo do produto para a formação correta do seu preço de venda, que deve ser calculada com base no Ponto de Equilíbrio, conforme conceitua Santos (2011, p. 37) O ponto de equilíbrio será obtido quando o total dos lucros marginais, de todos os produtos comercializados, equivalerem ao custo estrutural fixo do mesmo período de tempo objeto da análise. Relevante, no entanto, além do preço de venda baseado no custo da produção, encontra-se a formação voltada para a concorrência. Segundo Lovelock e Wright (2002), isso ocorre, principalmente em indústrias ou empresas que comercializam produtos e serviços relativamente parecidos. Devido a este fato é necessário que elas mantenham-se atentas aos preços praticados pela concorrência para que permaneçam de certa forma em nível igualitário. No entanto, é necessário que se tenha um conhecimento dos custos que ocorrem no âmbito empresarial, já que na maioria das vezes não são próximos do concorrente e, esse desconhecimento pode trazer consequências negativas quando se fala em rentabilidade e lucratividade.

8 3. Metodologia A pesquisa, quanto aos objetivos, caracteriza-se como descritiva. É descritiva, de acordo com Marion, Dias e Traldi (2002, p.62) pois [...] objetiva descrever as características de determinado fenômeno ou população, correlacionar fatos ou fenômenos (variáveis) sem, no entanto, manipulá los. Implica observação, registro e análise do objeto que esta sendo estudado. O estudo foi realizado com base na verificação dos documentos relacionados ao custo do produto, bem como dos relatórios e demonstrações financeiras que possibilitem a evidenciação da forma de gestão do custo e preço e auxiliem na aplicação da técnica do custometa no sentido de verificar sua aplicabilidade na indústria em análise a partir da observação analítica dos custos a que a indústria está sujeita. Caracteriza-se como estudo de caso porque houve a observação direta (in loco), de forma minuciosa e profunda dos elementos sujeitos ao estudo. Desta maneira, esse procedimento tem por objetivo esclarecer as formas de produção de tijolos e lajotas, considerando todos os custos a serem determinados com base no aprofundamento do conhecimento teórico sobre a gestão estratégica de custos, e aplicar o método do custo-meta proposto na presente pesquisa. Quanto a abordagem, caracteriza-se como quantitativa devido a emprego de tabelas a partir da coleta de dados da estrutura de custos. Método indutivo que parte da análise de um caso induzindo-se para análises gerais. Desta forma o estudo parte de uma amostra, ou seja, da análise da viabilidade de aplicação do custo-meta de uma indústria, induzindo a partir deste evento particular, o experimento de sua aplicabilidade em outras indústrias produtivas da região. Método comparativo, devido à realização de abordagem telefônica com o objetivo de identificar o preço praticado pelas indústrias cerâmicas estabelecidas na região de Prudentópolis. Os dados coletados foram tratados estatisticamente e representados por meio de tabelas, gráficos e ilustrações. 4 Apresentação, Análise e Interpretação de Dados A Indústria está situada na cidade de Prudentópolis e iniciou suas atividades na data de 10 de setembro de Trabalha com a produção de tijolos e lajotas, atendendo a região de Prudentópolis além dos municípios vizinhos. Sua produção envolve a utilização de dois fornos e a quantidade produzida mensalmente chega a cem mil tijolos e cento e dez mil lajotas. Com relação ao aspecto legal, a empresa em estudo é uma micro-empresa e esta regida pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que revoga a Lei nº 9.317, de 05 de dezembro de 1996, a qual estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado das micro e pequenas empresas, principalmente no que se refere ao recolhimento dos impostos, obrigações tributárias e acesso ao crédito. A lei considera micro a empresa que possui faturamento bruto acumulado nos últimos 12 meses no valor mínimo de R$ ,00 e máximo de R$ ,00. Recolhe, portanto os seguintes tributos e respectivos percentuais em função do faturamento: Cofins (0,86%), Contribuição Patronal Previdenciária-CPP (2,75%) e Imposto sobre Produto Industrializado- IPI (0,50%). Está isenta do ICMS pela Legislação Estadual do Paraná, que beneficia as micro e pequenas empresas que recolhem sob o Regime do Simples Nacional. Tal benefício está previsto na Lei Complementar n. 139, de 10 de novembro de 2011, alterada pelo Decreto n. 3822/2012. Em situação normal a indústria estaria sujeita a 1,86% do recolhimento de ICMS.

9 4.1 Coleta de dados A coleta de dados ocorreu nos meses de julho a setembro do ano de 2014, o fabricante trabalha com dois tipos de produto no mercado, representado, portanto, pela produção de tijolos e lajotas, cuja proporção mensal segue a quantidade de cem e cento e dez milheiros respectivamente. Na Tabela a seguir são apresentados os custos de produção de tijolos e lajotas: Custo de Produção Tijolo Lajota Quantidade produzida (em milheiros) Matéria Prima (R$) 1.590, ,52 Mão de obra direta (R$) 4.011, ,29 Custos Indiretos (R$) 3.082, ,40 Custo Total de Produção (R$) 8.683, ,21 Total dos Custos ,05 Fonte: Dados da Pesquisa, (2014) Tabela 1. Apropriação dos Custos aos Produtos Na Tabela 1, é observável, a partir da decomposição do custo que o maior dispêndio de valor concentra-se na mão-de-obra direta, cujo percentual é de 46,19% em relação ao custo total de fabricação, seguido dos custos indiretos de fabricação que representam 35,49% do total de custos e, por último a matéria-prima representando o percentual de 18,32%. Tal resultado se deve ao fato de que a matéria prima para a produção do tijolo e da lajota não agrega um custo significativamente alto se comparado ao custo de secagem do produto que envolve energia elétrica, serragem e lenha representando 6,48% do custo da matéria-prima. A Tabela a seguir apresenta os valores de receita bruta, tributos, custos e resultado líquido: Item Tijolo (milheiro) % Lajota (milheiro) % Preço 230,00-380,00 - Qtde vendida ao mês Resultado Bruto ,00 36,20% ,00-63,80% Tributos (4,11%) 708, ,44 Custo de produção 8.683,84 47,62% 9.552,21-52,38% Resultado 7.857,18 Fonte: Dados da Pesquisa, (2014) 28,62% ,35 71,38% Tabela 2. Cálculo do Resultado com Vendas A Tabela 2 apresenta a quantidade em milheiros de tijolos e lajotas vendidas mensalmente, bem como a receita obtida com as vendas de lajotas que equivalem a 63,80% do montante recebido, enquanto que os tijolos representam 36,20%. Com relação aos custos de produção, observa-se que os tijolos apresentam 47,62% do montante total dispendido. Observa-se também que as lajotas sao responsáveis por 71,38% e os tijolos 28,62% do resultado liquido total do período. Conclui-se portanto que o produto mais lucrativo é a lajota. Na tabela a seguir a análise de resultados por meio da simulação de preços, visando lucro/meta:

10 Item Tijolo (milheiro) % Lajota (milheiro) Preço 250,00-400,00 % - Qtde vendida ao mês Resultado Bruto ,00 36, ,00-63,05 Tributos (4,11%) 770, ,20 - Custo de produção 250,00 38,46 400,00 52,38 Resultado 9.295,53 Fonte: Dados da Pesquisa, (2014) 30, ,59 69,45 Tabela 3. Cálculo do Resultado de Venda pelo preço Admitido pelo Mercado Na Tabela 3, observa-se que o preço que o mercado admite pagar pelo milheiro do tijolo e da lajota encontra-se acima do preço de venda praticado pela indústria em análise e que, considerando os preços de mercado, há uma pequena alteração na distribuição percentual dos lucros dos produtos. Os tijolos representam, nesta hipótese, o percentual de 30,55% e as lajotas 69,45% em relação ao montante de lucros previstos. Caso a empresa opte por aumentar seus preços, adotando o preço de mercado, os resultados financeiros são: Item Tijolo Lajota Preço praticado indústria R$ 230,00 R$ 380,00 Resultado líquido R$ 7.857,18 R$ ,35 Preço aceito pelo mercado R$ 250,00 R$ 400,00 Resultado líquido R$ 9.295,53 R$ ,59 Diferença/Produto R$ 1.438,35 R$ 1.534,24 Diferença Total R$ 2.972,59 Fonte: Dados da Pesquisa, (2014) Tabela 4. Variação do Lucro Verifica-se na Tabela 4 a análise comparativa dos resultados líquidos obtidos com as duas hipóteses de preços de vendas. Com o preço de mercado há incremento no lucro dos tijolos de R$ 1.438,35 e de R$ 1.534, 24 da venda de lajota. Portanto, com a utilização dos conceitos de custo e lucro/meta a empresa pode ter ciência dos impactos financeiros positivos advindos com o estudo de preços e lucros nas finanças empresariais. O gráfico a seguir apresenta a variação percentual no resultado dos produtos: Fonte: Dados da Pesquisa, (2014) Gráfico 1 - Variação do Lucro

11 No Gráfico 1, verifica-se a variação percentual ocorrida no resultado dos produtos considerando-se o preço de venda, atualmente praticado pela empresa, como base e os resultados obtidos com o preço de mercado na comparação. Há incremento no resultado financeiro líquido dos tijolos em 18% e da lajota em 8%. A análise corrobora a tese de que a ferramenta de lucro-meta é imprescindível para as empresas, uma vez que permite que o planejamento financeiro aconteça de forma simples, mas eficiente. 5 Considerações Finais O bom resultado de uma empresa está diretamente ligado ao processo de gestão e controlar os custos é parte importante do processo de gestão. A contabilidade disponibiliza diversas técnicas de controle de custos, dentre elas, o custeio meta aplicado em uma empresa industrial do setor cerâmico. Verifica-se a importância da contabilidade de custos no contexto que além de propiciar o conhecimento e controle dos custos, possibilita análises mais complexas, objeto de novas pesquisas complementares. Este trabalho teve como objetivo analisar custos e resultados do processo produtivo de uma indústria do setor cerâmico por meio da utilização dos conceitos do custo-meta. A metodologia do custo-meta parte da premissa que o mercado é o principal definidor dos preços praticados pelas empresas. Trata-se de uma técnica de planejamento de lucros, preços e custos. Por meio das análises realizadas foi possível concluir que a análise do lucro meta apresenta-se como uma ferramenta de fundamental importância para a gestão da empresa pois permite identificar os custos mais relevantes, bem como planejar o preço em função do mercado Identificar a composição do custo e a representatividade destes em relação ao preço é importante no sentido em que permite planejar com maior segurança as vendas e o orçamento empresarial. A utilização de ferramentas que propiciem o planejamento com maior segurança e consequente diminuição dos riscos deve ser estimulada e amplamente divulgada, notadamente a ferramenta de simulação de lucro-meta, objeto desta pesquisa. Referências ATKINSON, Anthony A.; BANKER, Rajiv; KAPLAN, Robert; YOUNG, Mark. Contabilidade gerencial. Tradução André Olímpio Mosselman Du Chenoy Castro. São Paulo: Atlas, BOMFIM, Eunir de Amorim, PASSARELLI. João. Custos e formação de preços. 5ª ed. IOB(Informações Objetivas Publicações Jurídicas Ltda) São Paulo BRUNI, Adriano Leal. A administração de custos, preços e lucros. Série Desvendando as Finanças; v. 5. São Paulo: Atlas, BRUNI, A.L. e FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços com aplicações na calculadora HP 12C e Excel: inclui 150 exercícios resolvidos, a planilha CUSTOS.XLS e o conjunto de apresentações CUSTOS.PPT. 3ª ed. São Paulo. Atlas CARDOSO, Rodrigo dos Santos. Gestão de custos de matérias-primas em indústrias de conserva de pescado do Brasil e da Espanha. Blumenau Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp pdf>. Acesso em: 15/03/2013.

12 COELHO, Frederico Bazarello. Diagnóstico e proposta de melhoria de planejamento e controle da produção: Estudo de caso em indústria farmacêutica. Niterói Disponível em: >http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp pdf> Acesso em: 22/10/2012. COGAN, Samuel. Custos e preços: Formação e Análise. São Paulo: Pioneira, COLAUTO, Romualdo Douglas; BEUREN, Ilse Maria. O custeio alvo como suporte às decisões para desenvolver novos produtos: um estudo em indústria moveleira. In: XI Congresso Brasileiro de Custos, Bahia, DECRETO-LEI 1.598/1977. Disponível em: >http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decretolei/del1598.htm.>acesso em: 25/09/2012. DUBOIS, Alexy et. al. Gestão de Custos e Formação de Preços. São Paulo. Atlas DUTRA, René Gomes. Custos: Uma abordagem prática. 5ª ed. São Paulo. Atlas FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de Custos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, GUTIERRIZ, Vânia Cristina Pastri. Aplicabilidade do custo-padrão como o auxílio do ERP no processo de planejamento e controle dos custos. São Paulo, Disponível em: >http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp pdf >Acesso em: 22/10/12 KOTLER, Philip, ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. Ed. PHB (Prentice Hall do Brasil). 7ª ed., 1998 LINHARES, Robson de Souza. Sistemas de Gerenciamento de Custos: o custo-alvo aplicado em uma empresa do setor frigorífico no Espírito Santo. Vitória Disponível em:<http://www.fucape.br/_public/producao_cientifica/8/dissertacao%20robson%20linhares.pdf>. Acesso em: 19/08/2013. LOVELOCK, Christopher, WRIGHT, Lauren. Serviços: Marketing e Gestão. São Paulo. Saraiva MAHER, Michael. Contabilidade de custos: criando valor para a administração. São Paulo. Atlas, MARTINS, Elizeu. Contabilidade de Custos. Inclui o ABC. 7ªed. São Paulo. Atlas PADOVEZE, Clovis Luís. Contabilidade gerencial de custos. São Paulo. Pioneira Thomson Learning, POMPERMAYER, Cleonice Bastos. A Influência de fatores organizacionais nos aspectos práticos dos sistemas de gestão de custos. Tese de doutorado em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina- UFCS, PORTER, Michael E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. 15. ed. Rio de Janeiro: Campus, ROCHA, Welington. Contribuição ao estudo de um modelo conceitual de sistema de informação de gestão estratégica. Tese de Doutorado. USP, São Paulo, ROCHA, Welington; MARTINS, Eliseu. Custeio Alvo (Target Costing). Revista Brasileira de Custo. São Leopoldo:v.1, n.1, p , 1º semestre de SAKURAI, Michiharu. Gerenciamento integrado de custos. Tradução Adalberto Ferreira das Neves. Revisão técnica Eliseu Martins. São Paulo: Atlas, SANTOS, José Joel dos. Fundamentos de Custos: para formação do Preço e do Lucro. 5ª ed. São Paulo. Atlas SANTOS, Joel José. Contabilidade e Análise de Custos. 6ª ed.. São Paulo. Editora Atlas S.A SARDINHA, J. C. Formação de preço: a arte do negócio. São Paulo. Makron Books SCARPIN, Jorge Eduardo. Target costing e sua utilização como mecanismo de formação de preço para novos produtos. Londrina, Dissertação (Mestrado em Contabilidade e Controladoria) Programa de Pós- Graduação em Contabilidade e Controladoria, Universidade Norte do Paraná, SHANK, J. K. O custo focado no cliente. Revista HSM Management, n.19. São Paulo: mar./abr TUCKER, Robert B. Agregando valor ao negócio. São Paulo. Makron Books WERNKE, Rodney. Gestão de Custos: Uma Abordagem Prática. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2004.

CUSTEAMENTO META x LUCRATIVIDADE: UM ESTUDO NUMA EMPRESA INDUSTRIAL DO RAMO DE REFRIGERANTES

CUSTEAMENTO META x LUCRATIVIDADE: UM ESTUDO NUMA EMPRESA INDUSTRIAL DO RAMO DE REFRIGERANTES CUSTEAMENTO META x LUCRATIVIDADE: UM ESTUDO NUMA EMPRESA INDUSTRIAL DO RAMO DE REFRIGERANTES João Edinei Poczenek (UNICENTRO), edineijp@hotmail.com Telma Regina Stroparo (UNICENTRO), telmastroparo@yahoo.com.br

Leia mais

Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores

Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores Emanuel R. Junqueira (FAESA-ES) ejunqueira@faesa.br Gilberto Aurino Silva Neto (FAESA-ES) professorgilberto@terra.com.br

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CCSADFCMT01 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Marília Caroline Freire Cunha (1) ; Maria Sueli Arnoud Fernandes (3). Centro de Ciências Sociais Aplicadas/Departamento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br Artigo 31/10 A utilização da contabilidade de custos na formação do preço de venda INTRODUÇÃ O Atualmente a Contabilidade de Custos é vista sob dois

Leia mais

Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE

Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE Equívocos na metodologia de formação do preço de venda: Análise da metodologia adotada pelo SEBRAE Divonsir de Jesuz da Silva Dutra (CEFET-PR) Dr. Kazuo Hatakeyama (CEFET-PR)

Leia mais

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s Justificativa do trabalho As Empresas, com fim lucrativo ou não, enfrentam dificuldades para determinar o preço de seus produtos ou serviços, visto que o preço sofre grande influência do mercado, levando

Leia mais

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br

Discente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. Docente do Curso de Ciências Contábeis da UNOESTE. E mail: irene@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 425 FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA NA MICRO E PEQUENA EMPRESA Cassia de Matos Ramos 1, Dayane Cristina da Silva 1, Nathana

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

GERENCIAMENTO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

GERENCIAMENTO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 20 GERENCIAMENTO DA ATIVIDADE INDUSTRIAL COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA MANAGEMENT OF INDUSTRIAL ACTIVITY AS A STRATEGIC TOOL FOR SELLING PRICE OF TRAINING Flávio Alberto Oliva,

Leia mais

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS ANACLETO G. 1 1. INTRODUÇÃO Este estudo tem a finalidade de apuração dos resultados aplicados pelos

Leia mais

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br 6C0N021 Contabilidade Gerencial Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br Programa da Disciplina Introdução e delimitações Importância da formação do preço de venda na gestão do lucro. Principais elementos

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS: UM ESTUDO DE CASO NAS EMPRESAS DO RAMO DE INFORMÁTICA EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO PARARÁ Everaldo Veres Zahaikevitch - professor da UTFPR, everaldo.veres@bol.com.br

Leia mais

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas

Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Gestão de custos um fator de sobrevivência para as empresas Paula Michelle Purcidonio (UTFPR) ppurcidonio@ig.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Resumo Com a atual competitividade

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA

GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA GESTÃO DE CUSTOS NA AUTARQUIA PÚBLICA: UM ESTUDO DE CASO NA COORDENADORIA REGIONAL DE BAMBUÍ-MG DO INSTITUTO MINEIRO DE AGROPECUÁRIA Uellington CORRÊA; Érik DOMINIK * CEFET Bambuí; CEFET Bambuí RESUMO

Leia mais

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas?

DESPESAS FIXAS. O que são Despesas Fixas? Conceitos de Gestão O intuito desse treinamento, é apresentar aos usuários do software Profit, conceitos de gestão que possam ser utilizados em conjunto com as informações disponibilizadas pelo sistema.

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade I FINANÇAS EM PROJETOS DE TI Prof. Fernando Rodrigues Nas empresas atuais, a Tecnologia de Informação (TI) existe como uma ferramenta utilizada pelas organizações para atingirem seus objetivos.

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Leandro Azevedo Da Silva Rosadas Marcelo Alvaro Da Silva Macedo Resumo: A questão da formação do preço de venda de produtos e

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção

As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção As alíquotas nominais e as alíquotas reais dos impostos sobre a venda da produção Divonsir de Jesuz da Silva Dutra (CEFET-PR) divonsirdutra@terra.com.br Dr. Kazuo Hatakeyama (CEFET-PR) kazuo@ppgte.cefetpr.br

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

A importância da formação correta do preço de venda e como este processo influencia na lucratividade da microempresa varejista

A importância da formação correta do preço de venda e como este processo influencia na lucratividade da microempresa varejista A importância da formação correta do preço de venda e como este processo influencia na lucratividade da microempresa varejista Nicecléia Bento Pereira Pavlack Benedito Albuquerque da Siva Elisângela Maria

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO

O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO O EFEITO DE DIFERENTES CRITÉRIOS DE DEPRECIAÇÃO DE ATIVOS OPERACIONAIS NA ANÁLISE DO FLUXO DE CAIXA GERADO POR UM PROJETO Ricardo Zerinto Martins 1, Paulo César Ribeiro Quintairos 2 1 Mestrando em Gestão

Leia mais

TARGET COSTING: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DO CUSTEIO ALVO NA PRECIFICAÇÃO DE PRODUTOS NOVOS

TARGET COSTING: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DO CUSTEIO ALVO NA PRECIFICAÇÃO DE PRODUTOS NOVOS TARGET COSTING: A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DO CUSTEIO ALVO NA PRECIFICAÇÃO DE PRODUTOS NOVOS Maria da Glória Arraes Peter Faculdade de Economia, Administração, Atuaria e Contabilidade da Universidade Federal

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais

Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4

Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4 CUSTEIO VARIÁVEL COMO SUPORTE À TOMADA DE DECISÃO EMPRESARIAL Marília Gottardi 1 Rodrigo Altério Pagliari 2 Rosemary Gelatti 3 FEMA 4 RESUMO: Inicialmente a contabilidade tinha o objetivo de controlar

Leia mais

Modelo para elaboração do Plano de Negócios

Modelo para elaboração do Plano de Negócios Modelo para elaboração do Plano de Negócios 1- SUMÁRIO EXECUTIVO -Apesar de este tópico aparecer em primeiro lugar no Plano de Negócio, deverá ser escrito por último, pois constitui um resumo geral do

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM CURSO: Ciências Contábeis

PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM CURSO: Ciências Contábeis Disciplina: Gerenciamento Estratégico de Custos C.H. Teórica: 60 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM CURSO: Ciências Contábeis Período Letivo: Série: Periodo: 1 sem/2011 5ª Série Não definido C.H. Outras: 20

Leia mais

CONSIDERAÇÕES ACERCA DO PONTO DE EQUILÍBRIO COMO FERRAMENTA GERENCIAL

CONSIDERAÇÕES ACERCA DO PONTO DE EQUILÍBRIO COMO FERRAMENTA GERENCIAL 1 Resumo CONSIDERAÇÕES ACERCA DO PONTO DE EQUILÍBRIO COMO FERRAMENTA GERENCIAL Edmar José Zorzal A Contabilidade, por meio de uma metodologia específica e respeitando determinados princípios, tem por finalidade

Leia mais

Rejane de Souza Pinheiro Wendell Simão da Rocha

Rejane de Souza Pinheiro Wendell Simão da Rocha Planejamento Tributário de Micro e Pequenas Empresas: um estudo exploratório sobre a oferta desses serviços para empresários da Região Administrativa de Taguatinga - DF Rejane de Souza Pinheiro Wendell

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Custos Operacionais e de Produtos. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Custos Operacionais e de Produtos. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS.

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. ANÁLISE CUSTO - VOLUME - LUCRO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Thaisa Rodrigues Marcondes 1, Maria Auxiliadora Antunes 2 ¹ Universidade do Vale do Paraíba/Faculdade de Ciências

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Orçamento Empresarial Definição Instrumento que traz a definição quantitativa dos objetivos e o detalhamento dos fatores necessários para atingi -los, assim como o controle do desempenho. Permite acompanhar

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Controle de Orçamentos Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Controle de Orçamentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados.

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Todos nós já vivenciamos casos de empreendedores, na família ou no grupo de

Leia mais

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável por Carlos Alexandre Sá Existem três métodos de apuração dos Custos das Vendas 1 : o método de custeio por absorção, o método de custeio

Leia mais

ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa.

ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa. Helton Vieira ADMNINISTRAÇÃO FINANCEIRA: a importância de se controlar as finanças de uma empresa. Trabalho apresentado ao curso de Administração de Empresas do Centro Universitário Newton Paiva, na disciplina

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL

DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL DECISÃO DE COMPRAR OU PRODUZIR: UM ESTUDO REALIZADO EM UMA EMPRESA NA ÁREA TÊXTIL Edzana Roberta Ferreira Da Cunha Vieira Lucena UFRN Jefferson Douglas Barbosa UFRN (84) 99932-3975 jeffersondouglasg3hotmail.com

Leia mais

Introdução à Administração Financeira

Introdução à Administração Financeira Introdução à Administração Financeira Conceitos Introdutórios e Revisão de alguns elementos e conceitos essenciais à Administração Financeira Introdução à Administração Financeira Administração: é a ciência

Leia mais

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas

Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 31/08/2015 Título: Gestão dos custos em Micro e Pequenas empresas Geanderson Geraldo Silva Oliveira geandersongg@yahoo.com.br

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

8º Congresso de Pós-Graduação PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO E OPERACIONAL PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

8º Congresso de Pós-Graduação PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO E OPERACIONAL PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS 8º Congresso de Pós-Graduação PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO E OPERACIONAL PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Autor(es) CLAUDIO JAIR DE ALMEIDA Orientador(es) CLÓVIS LUIS PADOVEZE 1. Introdução Boa parte da literatura

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA EXEMPLO OLHANDO DE PERTO AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ORÇAMENTÁRIA AULA 04: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO TÓPICO 02: CICLO OPERACIONAL Além da já comentada falta de sincronização temporal, o capital de giro convive com duas

Leia mais

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques Seguindo a estrutura proposta em Dornelas (2005), apresentada a seguir, podemos montar um plano de negócios de forma eficaz. É importante frisar

Leia mais

A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas

A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas A contabilidade gerencial e a gestão de valor nas empresas Prof. Mestre Renato silva 1 Resumo: Este artigo tem o propósito de apresentar a importância da contabilidade gerencial no contexto da geração

Leia mais

OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA

OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA 3 OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA O Sr. Silva é proprietário de uma pequena indústria que atua no setor de confecções de roupas femininas. Já há algum tempo, o Sr. Silva vem observando a tendência de

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO

CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO CONTABILIDADE GERENCIAL COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO Cabrelli, Fantine Lígia Discente Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: fannligia@hotmail.com Ferreira, Ademilson.

Leia mais

OBRIGATORIEDADE DA EVIDENCIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

OBRIGATORIEDADE DA EVIDENCIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATORIEDADE DA EVIDENCIAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Marivane Orsolin 1 ; Marlene Fiorentin 2 ; Odir Luiz Fank Palavras-chave: Lei nº 11.638/2007. Balanço patrimonial. Demonstração do resultado

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Gestão de Custos. Aula 6. Contextualização. Instrumentalização. Profa. Me. Marinei Abreu Mattos. Vantagens do custeio variável

Gestão de Custos. Aula 6. Contextualização. Instrumentalização. Profa. Me. Marinei Abreu Mattos. Vantagens do custeio variável Gestão de Custos Aula 6 Contextualização Profa. Me. Marinei Abreu Mattos Instrumentalização Tomar decisões não é algo fácil, por isso a grande maioria dos gestores procuram utilizar as mais variadas técnicas

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DIDÁTICA DE SOFTWARE DE CUSTOS ABC

APRESENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DIDÁTICA DE SOFTWARE DE CUSTOS ABC APRESENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DIDÁTICA DE SOFTWARE DE CUSTOS ABC Leo Brunstein Universidade Paulista UNIP Rua Dr. Bacelar 1212 CEP 04026-002 São Paulo SP Fone/Fax (0xx11) 5586-4145 lbab@bol.com.br

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: Sem certificação técnica. Componente Curricular: Planejamento Financeiro e Orçamentário

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: Sem certificação técnica. Componente Curricular: Planejamento Financeiro e Orçamentário Plano de Trabalho Docente 2010 Ensino Técnico ETEC RODRIGUES DE ABREU Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Logística Qualificação: Sem certificação

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (SIGE)

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (SIGE) Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (SIGE) Por José Luís Carneiro - www.jlcarneiro.com - Sistemas de Apoio às Operações Sistemas de Informações Operacionais. Ligados ao aspecto físico-operacional.

Leia mais

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES.

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO

TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO TÍTULO: ABORDAGEM CONCEITUAL DO SISTEMA DE CUSTEIO NA TOMADA DE DECISÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE SANTA FÉ DO SUL

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração Faculdade Pitágoras de Uberlândia Apostila de Administração Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 SUMÁRIO 1 O PLANO DE NEGÓCIOS...2 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO...5

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial

Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Utilização da Margem de Contribuição: Um enfoque gerencial Manoel Salésio Mattos (UNesc) salesio@unescnet.br Joselito Mariotto (UNESC) joselito@unescnet.br Wilson Antunes Amorim (UNESC) wilson@unescnet.br

Leia mais

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget)

COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO (Moving Budget) COMO ELABORAR UM ORÇAMENTO CONTÍNUO! O que é Orçamento Contínuo?! Qual a periodicidade normal para um Orçamento Contínuo?! Como podemos estruturá-lo?! O que é mais importante para um Orçamento Contínuo?!

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

A CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO

A CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UM ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO Cristian Bau Dal Magro (FURB) - crisbau@unochapeco.edu.br Leossania

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria Aline Fernanda de Oliveira Castro Michelle de Lourdes Santos A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DE APOIO DIDÁTICO PEDAGÓGICO COMISSÃO PRÓPRIA DE MONITORIA PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA - EDITAL Nº08/2013.2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Graduação em Administração Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Graduação em Administração Educação Presencial 2011 1 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC O curso de Administração visa formar profissionais capacitados tanto para

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA ORÇAMENTO EMPRESARIAL NA TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA ORÇAMENTO EMPRESARIAL NA TOMADA DE DECISÕES Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA ORÇAMENTO EMPRESARIAL NA TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso.

Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Aplicação do modelo de apuração de resultado sob a ótica da gestão econômica à micro e pequena indústria de panificação: um estudo de caso. Francisco Carlos Fernandes (FURB) fernandes.francisco@uol.com.br

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS Hugo Bianchi BOSSOLANI 1 RESUMO: Sistema de Informações Gerenciais (S.I.G.) é o processo de transformação de

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341

Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341 Seu preço de venda é rentável? José Flávio Bomtempo jflavio@uai.com.br 31 8449-6341 Seu preço de venda é rentável? Qual a rentabilidade do Patrimônio Líquido de sua empresa? Quais os itens que estão disponíveis

Leia mais

REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS

REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS 1 TRIBUTOS E ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NEVES. B. K. B. Resumo: O resumo trata, dos tributos e encargos previdenciários das Micro Empresa e Empresa de Pequeno

Leia mais

Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo

Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo Gerenciamento de custos em situações de risco: uma abordagem do custeio variável aplicando o Método de Monte Carlo Pablo Rogers (UFU) msc_pablo@yahoo.com.br Eduardo José dos Santos (UFU) eduardo.js@brturbo.com

Leia mais

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE

REVISTA SCIENTIFIC MAGAZINE APLICAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTO NO SALÃO DE BELEZA X Virginia Tavares 1 RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar na prática como acontece a aplicação da contabilidade de custo numa empresa

Leia mais

MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA

MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA Amanda de Campos Diniz 1, Pedro José Raymundo 2

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais