Glossário de Acrónimos e Siglas de Relações Internacionais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Glossário de Acrónimos e Siglas de Relações Internacionais"

Transcrição

1 Glossário de Acrónimos e Siglas de Relações Internacionais Gabinete de Relações Internacionais Outubro 2010

2 O Gabinete de Relações Internacionais agradece o apoio à impressão desta publicação prestado pela Inspecção Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território Página 2

3 GLOSSÁRIO DE ACRÓNIMOS E SIGLAS DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A AA (1) AA (2) AAA Acto de adesão Assigned Amount (Quantidade Atribuída) Accra Agenda for Action (Programa de Acção de Acra) AAE Avaliação Ambiental Estratégica (ver SEA (2)) AAN AAP AAU ABAE ABS Ac ACBF ACCOBAMS ACCP ACDA Assembleia do Atlântico Norte African Action Plan Assigned Amount Unit (ver UQA) Associação Bandeira Azul da Europa Acesso aos Recursos Genéticos e Partilha dos benefícios derivados da sua utilização Actínio, elemento radioactivo (actinium) African Capacity Building Foundation Agreement on the Conservation of Cetaceans of the Black and Mediterranean Seas (Acordo sobre a Conservação de Cetáceos no Mar Negro, Mediterrâneo e Área Atlântica Adjacente) Agência Comunitária de Controlo das Pescas Associação Concertada para o Desenvolvimento de África Página 3

4 ACE Acção comunitária de cooperação no domínio da ciência económica ACNAT Acções comunitárias para a conservação da natureza ACP África, Caraíbas e Pacífico (Signatários da Convenção de Lomé) ACRAS Associação de Cooperação Regional da Ásia do Sul ADAM Adaptation and Mitigation Strategies for Europe (Adaptação e Estratégias de Mitigação para a Europa) ADB Asian Development Bank ADEOS Advanced Earth Observing Satellite ADR Agências de Desenvolvimento Regional AEA Agência Europeia do Ambiente (ver EEA (1)) AEC Associação Europeia de Cooperação (CE) AECA Associação Económica Centro Americana AECID Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento AECL Associação Europeia de Comércio Livre (ver EFTA) AECT (1) Agrupamentos Europeus de Cooperação Transfronteiriça AECT (2) Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial AED Agência Europeia de Defesa AEEN Agência Europeia da Energia Nuclear (OCDE) AEETC Asia Europe Environmental Technology Centre (Centro Tecnológico Ambiental Ásia Europa) AEI Agri Environmental Indicators AEIE Agrupamento Europeu de Interesse Económico AEN Agência para a Energia Nuclear (OCDE) Página 4

5 AEP AEPA Agência Europeia de Produtividade Agência Europeia para a Protecção do Ambiente AER (1) Agência Europeia de Reconstrução AER (2) Assembly of European Regions (Assembleia das Regiões da Europa) AES AESA AETA AEWA AFE Ag AGF AGNU AGS AIA AID (1) AID (2) AIE (1) AIE (2) AIEA AIEE Acordo Económico e Social Agência Europeia para a Segurança da Aviação Agência Europeia dos Transportes Aéreos Agreement on the Conservation of African Eurasian Migratory Waterbirds (Acordo para a Conservação das Aves Aquáticas Migradoras Afro Euroasiáticas) Agência Ferroviária Europeia Prata, elemento metálico de transição, o símbolo deriva do seu antigo nome latino, argentuum (silver) African Governance Forum Assembleia Geral das Nações Unidas (ver UNGA) Acordo Geral sobre os Serviços Avaliação de Impacte Ambiental (ver EIA) Associação Internacional de Desenvolvimento (ver IDA) Agência Internacional de Desenvolvimento (Banco Mundial) (ver IDA) Agência Internacional da Energia (OCDE) (ver IEA) Accredited Independent Entity (Entidade Independente Acreditada) Agência Internacional da Energia Atómica (NU) (ver IAEA) Associação dos Institutos de Estudos Europeus Página 5

6 AIFM Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos AirBase European Air quality database (Base de dados europeia de qualidade do ar) Al Alumínio, elemento metálico (aluminium) ALA Países da América Latina e da Ásia ALACL Associação Latino Americana de Comércio Livre ALDHU Associação Latino Americana dos Direitos Humanos AL Invest Programa quadro de cooperação industrial e promoção dos investimentos em favor dos países da América Latina ALM Adaptation Learning Mechanism Altener Programa de desenvolvimento de energias alternativas AMA Acordos Multilaterais de Ambiente (ver MEA) AME Acordo Monetário Europeu AMP Annual mean precipitation (Precipitação media annual) AMT Annual mean temperature (Temperatura media annual) ANASE Associação das Nações do Sudeste Asiático (ver ASEAN) ANC African National Congress (Congresso Nacional Africano) AND Autoridade Nacional Designada (ver DNA) AOM Amorphous Organic Matter (ver MOA) AOSIS Alliance of Small Island States APCF Asia Pacific Carbon Fund APD Ajuda Pública ao Desenvolvimento (ver ODA) APE Assembleia Parlamentar Europeia Página 6

7 APEC Ariane ARJM As Asia Pacific Economic Cooperation (Cooperação Económica Ásia Pacífico) Programa para promover o conhecimento e a divulgação da Literatura e da História dos povos da Europa Não utilizar a abreviatura ARJM/FYROM nem a designação «República da Macedónia». Escrever: antiga República jugoslava da Macedónia Arsénio, elemento metalóide (arsenic) AS Atmospheric Service (GMES related) ASCOBANS ASEAN ASEF AU AUE AusAID Avicenne AWG KP AWG LCA Agreement on the Conservation of Small Cetaceans of the Baltic and North Seas (CMS) Association of South Eastern Asian Nations (ver ANASE) Fórum Ambiental Ásia União Europeia African Union Acto Único Europeu Australian Agency for International Development Cooperação científica e tecnológica com o Magrebe e com os países da bacia mediterrânica (iniciativa) Ad hoc Working Group on Further Commitments for Annex I Parties under the Kyoto Protocol Ad hoc Working Group on Long Term Cooperative Action under the Convention (UNFCCC) B B B2B B2C Boro, elemento metalóide (boron) Business to Business Business to Consumer Página 7

8 Ba Bário, elemento alcalino terroso (barium) BAD (1) Banco Africano de Desenvolvimento BAD (2) Banco Asiático de Desenvolvimento BADEA Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico de África BAfD Banco Africano de Desenvolvimento BAsD Banco Asiático de Desenvolvimento BATERISTA Biosphere Atmosphere Transfers and Ecological Research in situ Studies in Amazonia (component of BAHC / GEWEX) BATs Best Available Techniques (Melhores Técnicas Disponíveis) BCE Banco Central Europeu BCIE Banco Centro Americano de Integração Económica BCMN Gabinete Europeu de Medidas Nucleares (Euratom) BC NET Rede de cooperação empresarial BCSD Business Council for Sustainable Development (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável) BD Biological biodiversity (Diversidade biológica) Be Berílio, elemento alcalino terroso (beryllium) BEA Gabinete Europeu do Ambiente BEI Banco Europeu de Investimento (ver EIB) Benelux União Económica entre a Bélgica, os Países Baixos e o Luxemburgo BERD Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (ver EBRD) BEUC Secretariado Europeu da União dos Consumidores Página 8

9 Bh BHC Bi BIAC BICE BID BIRD BIT Bk BM BOD BPM Br BRC BrCFCs BRD BRI (1) BRI (2) BRIC Bridge Bóhrio, elemento metálico de transição (bohrium) Benzene hexachloride, a pesticide (Hexacloreto de benzeno, pesticida) Bismuto, elemento metálico (bismuth) Business and Industry Advisory Committee to the OECD Banco Internacional de Cooperação Económica (Comecon) Banco Interamericano de Desenvolvimento (NU) Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Banco Mundial) (NU) (ver IBRD) Secretariado Internacional do Trabalho Berquélio, elemento radioactive (berkelium) Banco Mundial Biological oxygen demand Best practices manual (Manual de boas práticas) Bromo, elemento halogéneo (bromine) Biological Resource Centres Bromoclorofluorcarbonos Bancos Regionais de Desenvolvimento Banco de regulamentos internacionais Boletim de Registos de Importação Brasil, Rússia, Índia e China Programa específico de investigação e desenvolvimento tecnológico no domínio da biotecnologia Página 9

10 BRITE BRITE EURAM BrMe BSE BSEC Programa plurianual de investigação e desenvolvimento da CEE nos domínios da investigação tecnológica fundamental e da aplicação das novas tecnologias Programa específico de investigação e desenvolvimento da CE nos domínios das tecnologias de produção industrial e das aplicações de materiais avançados Brometo de Metilo Bovine spongiform encephalopathy (Encefalopatia espongiforme bovina doença das «vacas loucas») Black Sea Economic Cooperation C C C2C Ca CAC (1) CAC (2) CAC (3) CAD CADC CAEM CAF CAFF Carbono, elemento não metálico (carbon) Consumer to Consumer Cálcio, elemento alcalino terroso (calcium) Código Aduaneiro Comunitário Comissão para as Alterações Climáticas Concepção Assistida por Computador Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (OCDE) (ver DAC) Comissão para a Aplicação e. Desenvolvimento da Convenção (Convenção sobre a Cooperação para a Protecção e o Aproveitamento Sustentável das Águas das Bacias Hidrográficas Luso Espanholas Convenção de Albufeira) Conselho de Assistência Económica Mútua Corporación Andina de Fomento (Corporação Andina de Fomento) (Andean Development Corporation) Program for the Conservation of Artic Flora and Fauna (Artic Council) Página 10

11 CAGRE CAN (1) CAN (2) Canzas CAP (1) CAP (2) CARAT CARE Caricom Cariffa CAS CBA CBD CBI CBSS CCA (1) CCA (2) CCAF CCAMLR CCAS Conselho de Assuntos Gerais e Relações Externas (UE) (ver GAERC) Conselho do Atlântico Norte (ver OTAN) Comunidad Andina de Naciones (Comunidade Andina de Nações) Zona «Canzas» (Formada pelo Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul) Common Agricultural Policy (ver PAC(2)) Confederação dos Agricultores Portugueses Chemical Accident Risk Assessment Thesaurus (database) Sistema Comunitário sobre os Acidentes de Estrada na Europa Comunidade das Caraíbas Associação de Comércio Livre das Caraíbas Country Assistance Strategy Cost Benefit Analysis Convention on Biological Diversity (NU) (ver CDB) Comissão Baleeira Internacional (Convenção Internacional para a Regulação da Actividade Baleeira) (ver IWC) Council of Baltic Sea States Conselho de Cooperação Aduaneira Comissão do Codex Alimentarius Climate Change Action Fund (Canada, Federal funding) Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources (Convenção para a Conservação da Fauna e da Flora Marinhas da Antárctida) Convention for the Conservation of Antarctic Seals (Convenção para a Conservação das Focas na Antártida) Página 11

12 CCCC CCD (1) CCD (2) CCD (3) CCE CCI (1) CCI (2) CCI (3) CCIPB CCNR CCP CCPCO CCS CCT (1) CCT (2) CCTPVD CCTS Cd CDB CDE CDH Comissão Consultiva de Compras e Contratos Comité do Comércio e da Distribuição Conselho do Comércio e do Desenvolvimento (Cnuced) Convention to Combat Desertification Centro de Cooperação entre Empresas Câmara de Comércio Internacional Centro Comum de Investigação Comité de Cooperação Industrial Comissão do Comércio Internacional dos Produtos de Base Comissão Central de Navegação do Reno Confederação do Comércio Português Comité de Coordenação da Protecção da Camada de Ozono (PNUA) Carbon Capture and Storage (Captura e Armazenamento de Carbono) Comité Científico e Técnico (Euratom) Contrato Colectivo de Trabalho Conferência sobre a Cooperação Técnica entre Países em Vias de Desenvolvimento (ONU) Comité de Coordenação das Telecomunicações por Satélite (CEACT) Cádmio, elemento de transição (cadmium) Convenção sobre a Diversidade Biológica (NU) (ver CBD) Capacity Development in Environment Tribunal Europeu dos Direitos do Homem Página 12

13 CDI (1) Centre for Documentation and Information CDI (2) Centro de Desenvolvimento Industrial (ONUDI) CDI (3) Comissão do Direito Internacional CDI (4) Capacity Development Initiative (GEF) CDM Clean Development Mechanism, part of Kyoto Protocol (ver MDL) CDM EB Clean Development Mechanism Executive Board (Comité Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) CDPC Comité do Direito e da Política de Concorrência (OCDE) CdR Comité das Regiões CDR Combustível Derivado de Resíduos (ver RDF) CD ROM Compact disc read only memory (Disco compacto de memória morta) CDRR Comité para o Desenvolvimento e a Reconversão das Regiões CDS Comissão de Desenvolvimento Sustentável (NU) (ver CSD) CdT Centro de Tradução dos Organismos da União Europeia CDU Classificação Decimal Universal Ce Cério, elemento de transição (cerium) CE (1) Comunidade Europeia (antiga Comunidade Económica Europeia CEE) (ver EC (1)) CE (2) Comissão Europeia (ver EC (2); ver COM) CEA (1) Cost Effectiveness Analysis (Análise Custo Eficácia) CEA (2) Comissão Económica para a África (NU) CEA (3) Confederação Europeia da Agricultura CEAC Comissão Europeia da Aviação Civil Página 13

14 CEACT CEAL CEAO CEC CECA CECAC CECT CED Cedeao Cedefop CEDH Cedice CEDR CEDRE CEE CEE/NIS CEE/ONU CEEA CEEC CEEP Conferência Europeia das Administrações dos Correios e Telecomunicações Comissão Económica para a América Latina (NU) Comunidade Económica da África Ocidental Commission for Environmental Cooperation (North American Agreement on Environmental Cooperation) Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (Esta sigla deixou de ser utilizada a partir de 24 de Julho de 2002, data em que expirou o Tratado CECA) Comité Executivo da Comissão para as Alterações Climáticas Conferência Europeia dos Correios e Telecomunicações Comunidade Europeia da Defesa Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional Convenção Europeia de Protecção dos Direitos do Homem Centro de Educação e de Informação para a Comunidade Europeia Comité Europeu do Direito Rural Centro Europeu de Desenvolvimento Regional Central and Easten Europe Central and Eastern Europe/Newly Independent States Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (ver ECE) Comunidade Europeia da Energia Atómica (European Atomic Energy Community Euratom) Central and Eastern European Countries Confederação Europeia das Empresas Públicas Página 14

15 CEFIC CEFTA CEID CEIN CEJ CEL CELAD CELE CELEX (1) CELEX (2) CEMAT CEMB CEMT CEN Cenelec CENRD CEP CEPAL Cepalc CEPCD Conselho Europeu das Federações da Indústria Química Central European Free Trade Agreement Comité Europeu da Investigação e Desenvolvimento Centro Europeu de Investigação Nuclear Centro Europeu da Juventude Commission on Environmental Law (IUCN) Comité Europeu de Luta Antidroga Comércio Europeu de Licenças de Emissão (ver EU ETS) Communitatis Europaeae Lex (Base de dados) Sistema interinstitucional de documentação automatizada sobre o direito comunitário Conferência Europeia dos Ministros Responsáveis pelo Ordenamento do Território (European Conference of Ministers Responsible for Spacial/Regional Planning of the Council of Europe) Conselho dos Estados do Mar Báltico Conferência Europeia dos Ministros dos Transportes Comité Europeu de Normalização Comité Europeu de Normalização Electrotécnica Committee on Energy and Natural Resources for Development Committee on Environmental Policy (UNECE) (Comité de Política Ambiental) Comissão Económica para a América Latina Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas (NU) Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças Página 15

16 CEPL Conferência Europeia dos Poderes Locais CER Certified Emission Reductions (ver RCE) CERI Centro Europeu das Relações Industriais CERN Organização Europeia de Investigação Nuclear (European Organization for Nuclear Research) CES (1) Confederação Europeia de Sindicatos CES (2) Conselho Económico e Social (Nações Unidas) CES (3) Comité Europeu de Seguros CESA Comissão Económica e Social para a Ásia Ocidental CESAP Comissão Económica e Social para a Ásia e o Pacífico (NU) CESE Comité Económico e Social Europeu Cf Califórnio, elemento radioactive (californium) CFC Clorofluorocarbonos CFCs Clorofluorocarbonetos (chlorofluorocarbons) CFE Carbon Fund for Europe CFP Common Fisheries Policy (ver PCP) CFS Committee on World Food Security CGIAR Consultative Group on International Agricultural Research (IARC) CGPM Comissão Geral das Pescas do Mediterrâneo (ver GFCM) CGRFA Commission on Genetic Resources for Food and Agriculture (FAO) CHEM Chemicals Committee CHM Clearing House Mechanism (Convenção sobre Diversidade Biológica) Página 16

17 CIAE CIAT CIBE CIBN CICC CICT (1) CICT (2) CIDCT CIEM cif CIFE CIFOR CIG CIHEAM CIIDCE CILPAN CIME CIP (1) CIP (2) Comissão Interministerial para os Assuntos Europeus (DGAE) Centro Internacional de Agricultura Tropical (International Centre for Tropical Agriculture) Committee for Industry and Business Environment Canadian Indigenous Biodiversity Metwork InterInstitutional Council on Climate Change Comité de Investigação Científica e Técnica Centro Internacional da Ciência e da Tecnologia Comité de Informação e Documentação Científica e Técnica Conselho Internacional para a Exploração do Mar Cost, insurance, freight (Custo, seguro, frete) Centro Internacional de Formação Europeia Centre for International Forestry Research Conferência Intergovernamental Centre International de Hautes Etudes Agronomiques Méditerranéennes (International Centre for Advanced Mediterranean Agronomic Studies) (Centro Internacional de Estudos Avançados em Agronomia no Mediterrâneo) Centro de Informação e de Investigação Documental das Comunidades Europeias Acordo de Cooperação para a Protecção das Costas e Águas do Atlântico Nordeste Contra a Poluição Acordo de Lisboa (Cooperation Agreement for the Protection of the Coasts and Waters of the North East Atlantic against Pollution Lisbon Agreement) Comité Intergovernamental para as Migrações Europeias Comité Internacional de Preços Confederação da Indústria Portuguesa Página 17

18 CIPAN CIPI CIPR CIPRA CIPRP CIS CIST CITES Convenção Internacional das Pescarias do Noroeste do Atlântico (ver ICNAF) Comité Interministerial para a Política Industrial Comité Internacional de Protecção Radiológica Comité Internacional para a Protecção da Região Alpina Comissão Internacional para a Protecção do Reno contra a Poluição Commonwealth of Independent States Centro Internacional para a Ciência e a Tecnologia Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção Convenção de Washington) CITL Community Independent Transaction Log (Registo Central Europeu) Cl Cloro, elemento halogéneo (chlorine) CLIMAP Climate: Long range Investigation, Mapping, Analysis and Prediction (project) CLIWOC Climate Database for the World Oceans (Fundado pela UE, ) CLP Competition Law and Policy CLRTAP Convention on Long Range Transboundary Air Pollution (Convenção sobre Poluição Atmosférica Transfronteira a Longa Distância) Cm Cúrio, elemento radioactivo (curium) CMA Conselho Mundial da Alimentação (NU) CMDS Cimeira Mundial do Desenvolvimento Sustentável (ver WSSD) CME Conferência Mundial da Energia CMI Comité Marítimo Internacional Página 18

19 CMS Convention on Migratory Species of Wild Animals CN Conselho Nórdico CNADS Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável CNAIA Comissão Nacional da Associação Internacional da Água (IWA) CNEP Conselho Nacional das Empresas Portuguesas CNG Compressed Natural Gas CNIC Conselho Nacional de Investigação Científica CNRA Committee on Nuclear Regulatory Activities (NEA) CNUAD Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e o Desenvolvimento CNUCD Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (ver UNCCD) Cnuced Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento (ver UNCTAD) Cnudci Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Internacional CNUDH Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos CNUDR Centro das Nações Unidas para o Desenvolvimento Regional Cnusted Conferência das Nações Unidas para a Ciência e a Técnica ao Serviço do Desenvolvimento Co Cobalto, elemento metálico de transição (cobalt) CO2 Carbon Dioxide (Dióxido de Carbono) CoAg Committee on Agriculture (FAO) Codest Comité de Desenvolvimento Europeu da Ciência e da Tecnologia COE Council of Europe COFI Committee on Fisheries (FAO) Página 19

20 COFO COG Cogeca COI (1) COI (2) COI (3) COI (4) COIDI COLEACP Colecte COM COMESA Comett Comext COMP COP COP MOP COPA Copenur COPERT Committee on Forestry (FAO) Centres of Government (network) Comité Geral de Cooperação Agrícola (CEE) Comissão Oceanográfica Internacional Comissão do Oceano Índico Comité Olímpico Internacional Conselho Oleícola Internacional Comité de Investigação e de Desenvolvimento Industrial Comité de Ligação Europa ACP para a promoção dos frutos tropicais, dos legumes, das flores, das plantas ornamentais e dos condimentos Colectânea da Jurisprudência Comissão Europeia (ver CE (2); ver EC) Common Market for Eastern and Southern Africa Programa comunitário de educação e de formação no domínio das tecnologias Base de dados do comércio externo das CE Competition Committee Conference of the Parties (Conferência das Partes) Conference of the Parties serving as the Meeting of the Parties Comité das Organizações Profissionais Agrícolas da Comunidade Europeia Comité Permanente para o Enriquecimento do Urânio Software that allows calculations of air pollutant and greenhouse gas emissions from road transport (Software que permite o cálculo dos poluentes do ar e o cálculo das emissões de gases com efeito de estufa provenientes dos transportes rodoviários) Página 20

21 COPS Comité Político e de Segurança CORDIS Serviço Comunitário de Informação para a Investigação e o Desenvolvimento Coreper Comité de Representantes Permanentes (CE) (Council of Permanent Representatives of Member States) COREU Correspondência Europeia Corine Coordenação da informação sobre o ambiente na Europa (Programa comunitário) Cosine Cooperação para a realização de redes abertas de interconexão na Europa COST Cooperação Europeia no domínio da Investigação Científica e Técnica COVNM Compostos Orgânicos Voláteis Não Metálicos (ver NMVOC) COVs Compostos Orgânicos Voláteis (ver VOCs) COW Committee of the Whole CP Cooperação Portuguesa CPAC Committee on Public Affairs and Communications CPAM Continental polluted air mass CPANE Comissão das Pescas do Atlântico do Nordeste CPB Cartagena Protocolo on Biosafety (Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança) CPE (1) Comité Permanente para o Emprego CPE (2) Cooperação Política Europeia CPIA Comité Permanente de Investigação Agrícola CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa CPP Chemical Product Policy CPU Conference of University Presidents Página 21

22 CQNUAC Cr CR CRED CREST CRF Cronos Cs CSCE CSD CSNI CSO CSR CST CSUE CTBTO prep.com CTCI Cu Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (ver UNFCCC) Crómio, elemento metálico de transição (chromium) Comité das Regiões Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (Centro de Investigação sobre a Epidemiologia dos Desastres) Comité de Investigação Científica e Técnica Common Reporting Format Base de dados do Eurostat para a gestão das séries cronológicas Césio, elemento metálico alcalino (caesium or cesium) Conferência sobre a Segurança e a Cooperação na Europa Commission for Sustainable Development (NU) (ver CDS) Committee on the Safety of Nuclear Installations (NEA) Civil Society Organisation Combustível Sólido Recuperado (ver SRF) Comité Científico e Técnico (Euratom) Centro de Satélites da União Europeia PrepCom for the Nuclear Test Ban Treaty Organization Classificação tipo para o comércio internacional (Eurostat) Cobre, elemento metálico de transição, o nome vem do latin cuprum (copper) Página 22

23 D DAC Db DECRP DECT DELTA DENARP DG DGAE DGATE DGT DIA DIANE DIC (1) DIC (2) DICE DNA (1) DNA (2) DOC DOE Development Assistance Committee (OCDE) (ver CAD) Dúbnio, elemento metálico de transição (dubnium) Documento de Estratégia de Crescimento e Redução da Pobreza (Cabo Verde) Telecomunicações digitais europeias sem fios Desenvolvimento do Ensino na Europa através das Tecnologias Avançadas (Acção comunitária) Documento de Estratégia Nacional de Redução da Pobreza (Guiné Bissau) Direcção Geral, direcções gerais Direcção Geral dos Assuntos Europeus (MNE) Direcção Geral dos Assuntos Técnicos e Económicos (MNE) Direcção Geral da Tradução (Directorate General for Translation) (CE) Declaração de Impacte Ambiental Rede europeia de acesso directo à informação Dissolved inorganic carbon Differential interference contrast, a technique in microscopy Dynamic Integrated Climate Economy Designated National Authority (ver AND) Deoxyribonucleic acid Dissolved organic carbon Designated Operational Entity (Entidade Operacional Designada) Página 23

24 DOM DPP DQA DRAM DRIVE DRR DSE DW DWE Dy Dissolved organic matter Directiva Quadro da Água (UE) (ver WFD) Dynamic random access memory (Memória dinâmica de acesso aleatório) Programa comunitário no domínio da informática e das telecomunicações aplicadas aos transportes rodoviários Disaster Risk Reduction Direitos de saque especiais (FMI) Dry weight Dry weight equivalent Disprósio, elemento metálico de transição (dysprosium) E e.a. EAC EAEN EAFRD EAM EAMA EAMM EAMMA e outra(s)/o(s) (textos do TJCE) East African Community East African Enterprise Network European Agricultural Fund for Rural Development (ver FEADER) Estados africanos e malgaxe Estados africanos e malgaxe associados Estados africanos, malgaxe e maurício Estados africanos, malgaxe e maurício associados Página 24

25 EAP Environmental Action Programme EBAE European Business Awards for the Environment EBRD European Bank for Reconstruction and Development (ver BERD) EC (1) European Community (ver CE (1)) EC (2) European Commission (ver CE (2); ver COM) ECA United Nations Economic Commission for Africa ECCO Gabinete de Comunicações das Comunidades Europeias ECDPM European Center for Development Policy Matters ECE United Nations Economic Commission for Europe (ver CEE/ONU) ECENA Environmental Compliance and Enforcement Network for Accession ECESA Executive Committee on Economic and Social Affairs ECHA (1) European Chemicals Agency (Agência Europeia das Substâncias Químicas) ECHA (2) Executive Committee on Humanitarian Affairs ECNC European Centre for Nature Conservation ECOSOC Economic and Social Council (UN) (Conselho Económico e Social das Nações Unidas) ECP Estratégia de Combate à Pobreza (Angola) ECU European currency unit (Unidade de conta europeia). Substituído pelo euro (código ISO: EUR) ECURIE European Community Urgent Radiological Information Exchange EDFI European Development Finance Institutions EDPRS Economic Development and Poverty Reduction Strategy EDTA Endocrine Disrupter Testing and Assessment Página 25

26 EEA (1) European Environment Agency (ver AEA) EEA (2) European Economic Area (União Europeia + Islândia, Liechtenstein e Noruega) EEB European Environmental Bureau EECCA Eastern Europe, Caucasus and Central Asia EEE Espaço Económico Europeu EEI (1) Espaço Europeu da Informação EEI (2) Espaço Europeu da Investigação EES Environmental earth science(s) EET Environmental Education and Training EEZ Exclusive economic zone, defines jurisdiction over sea bed resources (ver ZEE) EFI European Forest Institute (Instituto Florestal Europeu) (ver IFE) EFICS Sistema Europeu de Informação e de Comunicação Florestais EFR Environmental Fiscal Reform EFSA Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos EFTA European Free Trade Association (Islândia, Liechtenstein, Noruega and Suíça)(ver AECL) EGIG International Glaciological Expedition to Greenland EHS Environment, Health and Safety EIA (1) Environmental Impact Assessment (ver AIA) EIA (2) Estudo de Impacte Ambiental EIB European Investment Bank (ver BEI) EIG Environmental Integrity Group Página 26

27 Eionet European Environment Information and Observation Network (Rede europeia de informação e observação do ambiente) EIPA European Institute of Public Administration (Instituto Europeu de Administração Pública) EIT Economies in transition EM (1) Estados Membros da UE EM (2) Electromagnetic EM (3) Environmental monitoring EMAS Eco Management and Audit Scheme (Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria) EMEF Emerging Market Economy Forum EMEP European Monitoring and Evaluation Programme (Observatório Europeu e Programa de Avaliação) EMS Environmental Management System EMSA Agência Europeia da Segurança Marítima ENAC Emergency Notification and Assistance Convention (AIEA) END Environmental Noise Directive (Directiva Ruído Ambiental) ENDS Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável ENISA Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação ENRP Estratégia Nacional de Redução da Pobreza (São Tomé e Príncipe) ENV Environment Directorate Envireg Programa de acção regional para o ambiente ENVIRONET Network on Environment and Development Co operation EO Economic Outlook EPA (1) Environmental Protection Agency (Agência para a Protecção do Ambiente) (EUA) Página 27

28 EPA (2) EPC EPER EPOC EPOCH EPR (1) EPR (2) EPRG EPSO EQ Er Erasmus Erasmus Mundus ERBE ERC ERPA ERSAR ERU Es ESA Economic Partnership Agreements Economic Policy Committee European Pollutant Emission Register (Registo Europeu das Emissões de Poluentes) Environment Policy Committee (OCDE) (Comité de Políticas Ambientais) Programa europeu em matéria de climatologia e riscos naturais Environmental Performance Reviews Extended Producer Responsibility Environmental Policy Review Group Serviço de Selecção do Pessoal das Comunidades Europeias Environmental quality Érbio, elemento metálico de transição (erbium) Programa de acção comunitário em matéria de mobilidade dos estudantes universitários Programa para o reforço da qualidade do ensino superior e a promoção da compreensão intercultural através da cooperação com países terceiros Earth Radiation Budget Experiment External Relations Committee Emissions Reduction Purchase Agreement (Contrato de Compra de Reduções de Emissões) Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos Emission Reduction Units (ver URE) Einsténio, elemento metálico de transição (einsteinium) European Space Agency (Agência Espacial Europeia) a sigla ESA mantém se sem alterações para todas as línguas Página 28

29 ESCAP ESCWA ESE ESF ESM Economic and Social Commission for Asia and the Pacific (NU) Economic and Social Commission for Western Asia (NU) Earth Science Enterprise (NASA) European Social Fund Environmentally Sound Management of Waste ESPACE European Spatial Planning Adapting to Climate Events (Ordenamento do Território Europeu e Adaptação às Alterações Climáticas) ESPON Programa ESPON European Spatial Planning Observation Network (Rede Europeia de Observação do Ordenamento do Território) ESPON 2013 Espoo Esprit ET (1) ET (2) Programa ESPON 2013 European Observation Network for Territorial Development and Cohesion (Rede Europeia de Observação sobre Coesão e Desenvolvimento Territorial) Convenção sobre a Avaliação do Impacte Ambiental num Contexto Transfronteiro, adoptada em Espoo, Finlândia, em 25 de Fevereiro de 1991 (Convention on Environmental Impact Assessment in a Transboundary Context) Programa europeu estratégico de investigação e desenvolvimento no domínio das tecnologias da informação Evapotranspiration Effective temperature ETAP Environmental Technologies Action Plan (UE) (Plano de Acção sobre Tecnologias Ambientais) ETC/ACC European Topic Centre on Air and Climate Change (Centro Temático Europeu Ar e Alterações Climáticas) ETC/BD European Topic Centre on Biological Diversity (Centro Temático Europeu sobre a Diversidade Biológica) ETE Emerging and Transition Economies ETS Emission Trading Scheme (Esquema de Comércio de Emissões) ETSI Instituto Europeu de Normalização das Telecomunicações Página 29

Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono.

Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono. Fundado em 2003, o Instituto Totum conta com profissionais com grande experiência e altamente qualificados em projetos de créditos de carbono. Os serviços envolvem uma ampla faixa de consultoria, desde

Leia mais

Portugal ID Portugal BI. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Last Update Última Actualização: 17-06-2014

Portugal ID Portugal BI. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica. Last Update Última Actualização: 17-06-2014 dossiers Economic Outlook Conjuntura Económica Portugal ID Portugal BI Last Update Última Actualização: 17-06-2014 Copyright 2014 Portugal Economy Probe PE Probe Prepared by PE Probe Preparado por PE Probe

Leia mais

O novo ciclo 2014-2020 Inovação e fundos estruturais no sector da água

O novo ciclo 2014-2020 Inovação e fundos estruturais no sector da água O novo ciclo 2014-2020 Inovação e fundos estruturais no sector da água Porto, 9 de Fevereiro 2012 Paulo Areosa Feio Coordenador Calendário 5 th Report on Economic, Social and Territorial Cohesion & public

Leia mais

Rede de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactes

Rede de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactes Rede de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactes A avaliação de impactes no mundo A IAIA e a APAI A língua portuguesa no mundo A Rede de Língua Portuguesa de Avaliação de Impactes - visão e missão, funcionamento,

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo 3.3 Integração da Economia Regional e Acordos Cooperativos International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Definir

Leia mais

A DGAE e a Política de Inovação

A DGAE e a Política de Inovação A DGAE e a Política de Inovação Seminário A Criatividade e a Inovação como Factores de Competitividade e Desenvolvimento Sustentável APOCEEP, 9 de Julho de 2009 José António Feu Director do Serviço para

Leia mais

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS

DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS DE QUIOTO A CANCÚN A UE NA LIDERANÇA A DAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS Maria da Graça a Carvalho 5ª Universidade Europa Curia,, 28 Janeiro 2012 Conteúdo da Apresentação A Convenção para as Alterações Climáticas

Leia mais

Implementação da CITES na União Europeia

Implementação da CITES na União Europeia Implementação da CITES na União Europeia Reunião com IBAMA sobre Aniba rosaeodora Manaus, 23 de fevereiro 2015 The views expressed in this presentation do not necessarily reflect the views of the European

Leia mais

Programas Europeus. 09 de Julho de 2010 Salão Nobre. Eurodeputada Parlamento Europeu

Programas Europeus. 09 de Julho de 2010 Salão Nobre. Eurodeputada Parlamento Europeu Programas Europeus de Ciência e Inovação 09 de Julho de 2010 Nobre do Instituto Superior Técnico, Lisboa Salão Nobre Maria da Graça Carvalho Eurodeputada Parlamento Europeu ESTRATÉGIA EU2020 CIÊNCIA E

Leia mais

Knowledge is of two kinds. We know a subject ourselves, or we know where we can find information on it.

Knowledge is of two kinds. We know a subject ourselves, or we know where we can find information on it. LEA - População, Recursos e Ambiente 1º Ano / 1º Semestre - 2008-09 FONTES DE INFORMAÇÃO EM AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Bernardo Augusto 21 de Outubro de 2008 Knowledge is of two kinds. We know

Leia mais

4. SITES DE REFERÊNCIA 4.1. ENTIDADES SECTORIAIS. AACS Alta Autoridade para a Comunicação Social http://www.aacs.pt

4. SITES DE REFERÊNCIA 4.1. ENTIDADES SECTORIAIS. AACS Alta Autoridade para a Comunicação Social http://www.aacs.pt SITES DE REFERÊNCIA 4. SITES DE REFERÊNCIA 4.1. ENTIDADES SECTORIAIS AACS Alta Autoridade para a Comunicação Social http://www.aacs.pt Banco de Portugal http://www.bportugal.pt CMVM Comissão do Mercado

Leia mais

Problemas Ambientais

Problemas Ambientais Problemas Ambientais Deflorestação e perda da Biodiversidade Aquecimento Global Buraco na camada de ozono Aquecimento Global - Efeito de Estufa Certos gases ficam na atmosfera (Troposfera) e aumentam

Leia mais

Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017. Sessão Divulgação: Convocatória 2015

Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017. Sessão Divulgação: Convocatória 2015 Subprograma Ação Climática Programa LIFE 2014-2017 Sessão Divulgação: Convocatória 2015 Cristina Carreiras Pedro Baptista APA, 25-06-2015 LIFE 2014-2020 Áreas Prioritárias Subprograma Ambiente Ambiente

Leia mais

Problemas ambientais urbanos

Problemas ambientais urbanos MEC, 4º ano, 2º sem, 2008-09 Desafios Ambientais e de Sustentabilidade em Engenharia Problemas ambientais urbanos 3ª aula Maria do Rosário Partidário CITIES ENVIRONMENT Inputs Outputs Energy Food Water

Leia mais

Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização

Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização Belém, 25 de Setembro 2014 Estrutura da apresentação 1. Porque a cooperação com a União Europeia em inovação é importante para o Brasil? 2.

Leia mais

Mercados informação global

Mercados informação global Mercados informação global Japão Informações e Endereços Úteis Março 2013 Índice Mapa Geográfico 3 Informações Úteis 4 Endereços Diversos 5 2 3 Informações Úteis Formalidades na Entrada Passaporte: Qualquer

Leia mais

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES Documentação e Informação Europeias na Internet Servidor EUROPA Apresentação da estrutura Pesquisa Eurobookshop

Leia mais

Maria da Graça a de Carvalho. Repensar a Energia. XI Jornadas de Engenharia Faculdade de Engenharia e Tecnologias Universidade Lusíada

Maria da Graça a de Carvalho. Repensar a Energia. XI Jornadas de Engenharia Faculdade de Engenharia e Tecnologias Universidade Lusíada A Investigação Científica e Tecnológica na Área da Energia Maria da Graça a de Carvalho Repensar a Energia Políticas e Inovação Tecnológica XI Jornadas de Engenharia Faculdade de Engenharia e Tecnologias

Leia mais

Tratados internacionais sobre o meio ambiente

Tratados internacionais sobre o meio ambiente Tratados internacionais sobre o meio ambiente Conferência de Estocolmo 1972 Preservação ambiental X Crescimento econômico Desencadeou outras conferências e tratados Criou o Programa das Nações Unidas para

Leia mais

INTERNATIONAL ENERGY AGENCY

INTERNATIONAL ENERGY AGENCY INTERNATIONAL ENERGY AGENCY Sessão Plenária Final 29 de Maio 16h05 17h15 Roteiro Local para as Alterações Climáticas Moderador: Artur Trindade, Associação Nacional de Municípios Portugueses O contributo

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais

MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais. Efeito Estufa. Fontes de Emissões. Impactos. Acordos Internacionais MÓDULO I: Mudança do Clima e Acordos Internacionais Efeito Estufa Fontes de Emissões Impactos Acordos Internacionais Fontes de Emissões Antropogênicas Fonte: Quarto Relatório de Avaliação do IPCC, 2007.

Leia mais

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA)

Atualidades. Blocos Econômicos, Globalização e União Européia. 1951 - Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA) Domínio de tópicos atuais e relevantes de diversas áreas, tais como política, economia, sociedade, educação, tecnologia, energia, ecologia, relações internacionais, desenvolvimento sustentável e segurança

Leia mais

INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA. Metodologia, resultados e ações

INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA. Metodologia, resultados e ações INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA Metodologia, resultados e ações CARTA ABERTA AO BRASIL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS CARTA ABERTA AO BRASIL Compromissos Assumidos A. Publicar anualmente o

Leia mais

GRUPO TÉCNICO DE TRABALHO INSPIRE MADEIRA. 1º Reunião de Acompanhamento 26 de Setembro de 2011. Funchal

GRUPO TÉCNICO DE TRABALHO INSPIRE MADEIRA. 1º Reunião de Acompanhamento 26 de Setembro de 2011. Funchal INSPIRE MADEIRA 1º Reunião de Acompanhamento 26 de Setembro de 2011 Funchal ÍNDICE Definição da Diretiva: Objetivo; Vantagens e Custo/Benefício; Temas dos Conjuntos de Dados Geográficos; Infraestrutura

Leia mais

PROMOTORES & IMPACTES DA POLÍTICA DE BIOCOMBUSTÍVEIS DA EUROPA

PROMOTORES & IMPACTES DA POLÍTICA DE BIOCOMBUSTÍVEIS DA EUROPA PROMOTORES & IMPACTES DA POLÍTICA DE BIOCOMBUSTÍVEIS DA EUROPA É necessária urgentemente uma reforma para travar o avanço de biocombustíveis insustentáveis e para promover as soluções corretas para descarbonizar

Leia mais

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL MESA DA ASSEMBLEIA GERAL Informação a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 289.º do Código das Sociedades Comerciais FRANCISCO XAVIER ZEA MANTERO é natural de Lisboa, onde nasceu em 25 de Dezembro

Leia mais

POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS

POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS IV FORUM DA TERRA POLITICAS PARA AS MUDANÇAS CLIMATICAS Denise de Mattos Gaudard SABER GLOBAL / IIDEL FIRJAN Rio de Janeiro Novembro 2011 O QUE ESTA ACONTECENDO COM NOSSO PLANETA? Demanda de Consumo de

Leia mais

Adicionando Credibilidade às Ações em Mudanças Climáticas: Validações e Verificações ISO14064, VCS e MDL Britcham, 30 Setembro 2008

Adicionando Credibilidade às Ações em Mudanças Climáticas: Validações e Verificações ISO14064, VCS e MDL Britcham, 30 Setembro 2008 Adicionando Credibilidade às Ações em Mudanças Climáticas: Validações e Verificações ISO14064, VCS e MDL Britcham, 30 Setembro 2008 Luis F. Filardi Carneiro Gerente GHG América Latina Agenda Introdução;

Leia mais

Histórico do setor florestal no MDL e expectativas internacionais com relação a este mecanismo de flexibilização

Histórico do setor florestal no MDL e expectativas internacionais com relação a este mecanismo de flexibilização Histórico do setor florestal no MDL e expectativas internacionais com relação a este mecanismo de flexibilização Marcelo Theoto Rocha matrocha@esalq.usp.br 1 2 O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)

Leia mais

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto

Capítulo 21 Meio Ambiente Global. Geografia - 1ª Série. O Tratado de Kyoto Capítulo 21 Meio Ambiente Global Geografia - 1ª Série O Tratado de Kyoto Acordo na Cidade de Kyoto - Japão (Dezembro 1997): Redução global de emissões de 6 Gases do Efeito Estufa em 5,2% no período de

Leia mais

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013)

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) 7º Programa Quadro Tema ENERGIA O 7ºPrograma Quadro e o PPQ Eduardo Maldonado Coordenador dos Pontos de Contacto Nacionais 7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) Promoção da carreira de investigação e

Leia mais

Empresas e as mudanças climáticas

Empresas e as mudanças climáticas Empresas e as mudanças climáticas O setor empresarial brasileiro, por meio de empresas inovadoras, vem se movimentando rumo à economia de baixo carbono, avaliando seus riscos e oportunidades e discutindo

Leia mais

Índice resumido do DVD Ferramentas para a Gestão Ambiental

Índice resumido do DVD Ferramentas para a Gestão Ambiental Conteúdos Complementares ao Manual 1 Gestão do Ciclo de Vida do Produto 1.1 A Perspectiva do Ciclo de Vida nas Organizações 1.2 Avaliação do Ciclo de Vida 1.2.1 Introdução 1.2.2 Avaliação Qualitativa 1.2.3

Leia mais

Introdução a Mercados de Carbono. Ben Vitale Brasília, Brasil Maio 2008

Introdução a Mercados de Carbono. Ben Vitale Brasília, Brasil Maio 2008 Introdução a Mercados de Carbono Ben Vitale Brasília, Brasil Maio 2008 Resumo da apresentação 1. Comércio de emissões - conhecimento básico 2. Tipos de crédito de carbono 3. Conectando compradores e vendedores

Leia mais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais

I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Cascais, 23 de junho de 2015. Declaração de Cascais I REUNIÃO DE MINISTROS DA ENERGIA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Cascais, 23 de junho de 2015 Declaração de Cascais Os Ministros responsáveis pela Energia da Comunidade dos Países de Língua

Leia mais

O Compromisso Crescimento Verde e a Sustentabilidade na Secil

O Compromisso Crescimento Verde e a Sustentabilidade na Secil O Compromisso Crescimento e a Sustentabilidade na Secil GONÇALO SALAZAR LEITE CEO GRACE - Encontro Temático Crescimento 1 Ponto de Partida O cimento é um bem essencial ao conforto, segurança e património

Leia mais

Organizing Committee. Comissão Organizadora. Organização Mundial da Saúde Governo Federal. World Health Organization Federal Government of Brazil

Organizing Committee. Comissão Organizadora. Organização Mundial da Saúde Governo Federal. World Health Organization Federal Government of Brazil Organizing Committee World Health Organization Federal Government of Brazil Civil House of the Presidency Ministry of Cities Ministry of Education Ministry of External Affairs Ministry of Health Ministry

Leia mais

Os Sistemas Inteligentes na Europa: Enquadramento e Evolução Prevista no Período 2007-2013

Os Sistemas Inteligentes na Europa: Enquadramento e Evolução Prevista no Período 2007-2013 Os Sistemas Inteligentes na Europa: Enquadramento e Evolução Prevista no Período 2007-2013 COLÓQUIO APCAP 2008 Sistemas e Serviços Inteligentes na Rede Concessionada Rui Camolino 19Jun08 Agenda Plano de

Leia mais

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015 Missão Empresarial EUA Flórida 21 a 26 de Março 2015 Apoiamos empresas a ter sucesso nos mercados internacionais Sobre nós Na Market Access prestamos serviços de apoio à exportação e internacionalização.

Leia mais

ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU

ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DO PLANO E INTEGRAÇÃO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA - CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA (AIP-CCI) E A A ELO - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

Leia mais

ACESSO A RECURSOS GENÉTICOS, PARTILHA DOS BENEFÍCIOS E BIOPIRATARIA. Peter Pitrez Consultor em Ambiente (peterpitrez@gmail.com)

ACESSO A RECURSOS GENÉTICOS, PARTILHA DOS BENEFÍCIOS E BIOPIRATARIA. Peter Pitrez Consultor em Ambiente (peterpitrez@gmail.com) ACESSO A RECURSOS GENÉTICOS, PARTILHA DOS BENEFÍCIOS E BIOPIRATARIA Peter Pitrez Consultor em Ambiente (peterpitrez@gmail.com) Abril 2013 Definições Enquadramento Histórico Análise / Resultados Elementos

Leia mais

CONHECIMENTO como GERADOR

CONHECIMENTO como GERADOR CONHECIMENTO como GERADOR 2001 Licenciada Bioquímica (Coimbra) 2008 Doutorada Biologia Molecular, Microbiologia e Evolução (Aveiro, Oxford e Barcelona) 2012 MBA Especialização Finanças, Porto Business

Leia mais

Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade Denise Saboya 23 de setembro de 2009

Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade Denise Saboya 23 de setembro de 2009 Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade Denise Saboya 23 de setembro de 2009 Relembrando conceitos de sustentabilidade Desenvolvimento Econômico Responsabilidade Social Maximização do retorno do

Leia mais

ANEXO Tabela 1 1 Referência para as Melhores Práticas Internacionais Geralmente Reconhecidas 2

ANEXO Tabela 1 1 Referência para as Melhores Práticas Internacionais Geralmente Reconhecidas 2 De COLUMBIA INVESTMENT YEARBOOK, 2011 2012 C H A P T E R 4 THE INTERNATIONAL BAR ASSOCIATION MODEL MINE DEVELOPMENT AGREEMENT PROJECT: A STEP TOWARD BETTER PRACTICE AND BETTER DEVELOPMENT RESULTS LUKE

Leia mais

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação 1 Incentivos financeiros à internacionalização Em 2010 os incentivos financeiros à internacionalização, não considerando

Leia mais

A -- Como líder de projecto, dirigiu as equipes de preparaçao de 8 projectos de saúde em diferentes países da América Latina e da África:

A -- Como líder de projecto, dirigiu as equipes de preparaçao de 8 projectos de saúde em diferentes países da América Latina e da África: ANEXO - Projectos A -- Como líder de projecto, dirigiu as equipes de preparaçao de 8 projectos de saúde em diferentes países da América Latina e da África: Brasil: NE Endemic Disease Control, supervisão

Leia mais

Efeitos da economia do carbono na economia nacional e europeia. Luís Fernão Souto

Efeitos da economia do carbono na economia nacional e europeia. Luís Fernão Souto Efeitos da economia do carbono na economia nacional e europeia Luís Fernão Souto As alterações climáticas são uma evidência Os 10 anos mais quentes desde sempre ocorreram após o ano de 1990! O dióxido

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

EFICIÊNCIA DE RECURSOS: EMBASANDO AS POLÍTICAS EUROPEIAS ALAVANCANDO UM SETOR DE CIMENTO DE BAIXO CARBONO

EFICIÊNCIA DE RECURSOS: EMBASANDO AS POLÍTICAS EUROPEIAS ALAVANCANDO UM SETOR DE CIMENTO DE BAIXO CARBONO EFICIÊNCIA DE RECURSOS: EMBASANDO AS POLÍTICAS EUROPEIAS ALAVANCANDO UM SETOR DE CIMENTO DE BAIXO CARBONO Vagner Maringolo CEMBUREAU Environment & Resources Manager 19 a 21 maio 2014 São Paulo/SP Brasil

Leia mais

Sustainable Energy Technology at Work: Thematic Promotion of Energy Efficiency and Energy Saving Technologies in the Carbon Markets

Sustainable Energy Technology at Work: Thematic Promotion of Energy Efficiency and Energy Saving Technologies in the Carbon Markets Projecto: SETatWork Sustainable Energy Technology at Work: Thematic Promotion of Energy Efficiency and Energy Saving Technologies in the Carbon Markets IDMEC-Porto Porto,, 12 de Novembro 2009 Enquadramento

Leia mais

CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO

CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO CONCEÇÃO PLANEAMENTO OPERACIONALIZAÇÃO MAR PORTUGAL - Um Mar de Oportunidades MAR PORTUGAL Conectividade intercontinental; Todas as regiões são litorais ou insulares; Mar profundo. MAR PORTUGAL - Um Mar

Leia mais

25 parceiros em rede

25 parceiros em rede CAAST-NET PLUS: EU-Africa knowledge and network support to HLPD Cooperaçãoeminvestigaçãoe inovaçãoentre África sub-sariana e Europa Maria Maia, FCT, Portugal caast-net-plus.org CAAST-Net Plusé um projeto

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 115/01) 9.5.2008 PT Jornal Oficial da

Leia mais

Finanças Climáticas e Fundos de Investimento. Walter Figueiredo De Simoni

Finanças Climáticas e Fundos de Investimento. Walter Figueiredo De Simoni Finanças Climáticas e Fundos de Investimento Walter Figueiredo De Simoni Conteúdo Por que investir De onde vem o financiamento Quem precisa investir Quem investe Como engajar o setor financeiro A razão

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA SÉRIE INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS

APRESENTAÇÃO DA SÉRIE INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS APRESENTAÇÃO DA SÉRIE INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS Nesta série estão os documentos concernentes às diretrizes de órgãos internacionais para a política no campo. É composta por sete subséries: Banco Interamericano

Leia mais

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto LISTA E CODIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACTIVIDADES Actividades relacionadas com o património cultural 101/801 Artes plásticas e visuais 102/802 Cinema, audiovisual e multimédia 103/803 Bibliotecas 104/804 Arquivos

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

INVENTÁRIO DE GEE BICBANCO 2014

INVENTÁRIO DE GEE BICBANCO 2014 INVENTÁRIO DE GEE BICBANCO 2014 A liberação de gases de efeito estufa (GEE) associada às atividades humanas em todo o mundo é reconhecida como a principal causa das mudanças climáticas que vem sendo observadas

Leia mais

IV Fórum da Terra. " Mudança Climática o Desafio do Século XXI

IV Fórum da Terra.  Mudança Climática o Desafio do Século XXI IV Fórum da Terra " Mudança Climática o Desafio do Século XXI Mariana Luz CEBRI Centro Brasileiro de Relações Internacionais Rio de Janeiro, 25 de Outubro de 2011 Economia verde como desafio global Economia

Leia mais

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL A última reforma da política agrícola comum (PAC) manteve a estrutura em dois pilares desta política, continuando o desenvolvimento rural a representar

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade Enquadramento Nacional

Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade Enquadramento Nacional Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade Enquadramento Nacional 15-07-2014 Teresa Guimarães CERTIFICAÇÃO é uma das atividades de avaliação da conformidade de sistemas de gestão (Entidades) de produtos

Leia mais

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Régis Rathmann e Maurício Francisco Henriques Jr. Identificação do Projeto Agência implementadora: PNUMA Financiamento: Doação

Leia mais

Perguntas Frequentes Mudanças Climáticas

Perguntas Frequentes Mudanças Climáticas Perguntas Frequentes Mudanças Climáticas 1) O que é Mudança do Clima? A Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudança do Clima (em inglês: United Nations Framework Convention on Climate Change UNFCCC),

Leia mais

International Trade and FDI between Portugal-China Comércio Internacional e IDE entre Portugal-China. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica

International Trade and FDI between Portugal-China Comércio Internacional e IDE entre Portugal-China. dossiers. Economic Outlook Conjuntura Económica dossiers Economic Outlook Conjuntura Económica International Trade and FDI between Portugal-China Comércio Internacional e IDE entre Portugal-China Last Update Última Actualização: 10-02-2015 Prepared

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

Novo endereço das instituições europeias na Internet arranca a 9 de Maio para celebrar o Dia da Europa

Novo endereço das instituições europeias na Internet arranca a 9 de Maio para celebrar o Dia da Europa IP/06/586 Bruxelas, 5 de Maio de 2006 Novo endereço das instituições europeias na Internet arranca a 9 de Maio para celebrar o Dia da Europa O novo domínio.eu das instituições europeias começa a funcionar

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Visão. Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono. do Desenvolvimento. nº 97 4 ago 2011

Visão. Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono. do Desenvolvimento. nº 97 4 ago 2011 Visão do Desenvolvimento nº 97 4 ago 2011 Brasil precisa inovar mais em tecnologias de redução de emissões de carbono Por André Albuquerque Sant Anna (APE) e Frederico Costa Carvalho (AMA) Economistas

Leia mais

Política Internacional de Mudanças Climáticas

Política Internacional de Mudanças Climáticas Política Internacional de Mudanças Climáticas Olaf Zerbock Com materiais de: Laura Ledwith Pennypacker (CI Center for Conservation in Government-CCG) Conteúdo - Estrutura da UNFCCC (Convenção- Quadro das

Leia mais

Regulamentos sobre Segurança Governando o Transporte de Material Radioativo

Regulamentos sobre Segurança Governando o Transporte de Material Radioativo WNTI W O R L D N U C L E A R T R A N S P O RT I N S T I T U T E FICHA DESCRITIVA Regulamentos sobre Segurança Governando o Transporte de Material Radioativo Dedicado ao transporte seguro, eficiente e confiável

Leia mais

Infra-estrutura de dados espaciais: O Papel das Instituições de Ensino Superior

Infra-estrutura de dados espaciais: O Papel das Instituições de Ensino Superior 1ªs Jornadas de Sistemas de Informação Geográfica da APDSI: Os SIG ao Serviço das Engenharias e da Sociedade 26 de Maio de 2010 Fundação Portuguesa das Comunicações Infra-estrutura de dados espaciais:

Leia mais

Periódicos de Relações Internacionais disponíveis em Brasília

Periódicos de Relações Internacionais disponíveis em Brasília Universidade de Brasília Instituto de Relações Internacionais Programa de Educação Tutorial - PET-REL Periódicos de Relações Internacionais disponíveis em Brasília Periódico Local* Anos disponíveis Breve

Leia mais

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor.

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor. Entre no Clima, Faça sua parte por um MUNDO melhor. Aquecimento Global Conheça abaixo os principais gases responsáveis pelo aquecimento global: MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O AQUECIMENTO GLOBAL Desde a revolução

Leia mais

Serviços de Informação Assuntos Europeus Contratação Pública e Licitações Internacionais. aportamosvalor

Serviços de Informação Assuntos Europeus Contratação Pública e Licitações Internacionais. aportamosvalor Serviços de Informação Assuntos Europeus Contratação Pública e Licitações Internacionais aportamosvalor Junho de 2009 Mas... que é Euroalert.net? é um site de informação sobre a União Europeia no qual

Leia mais

CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas

CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas Tiago Capela Lourenço SIM/CCIAM - Faculdade Ciências - Universidade Lisboa Oportunidades de Financiamento no 7ºPQ para Alterações Climáticas (Espaço,

Leia mais

O aconselhamento cien5fico para a gestão do sector das Pescas da UE. Mudança de paradigma no contexto da "nova" PCP.

O aconselhamento cien5fico para a gestão do sector das Pescas da UE. Mudança de paradigma no contexto da nova PCP. O aconselhamento cien5fico para a gestão do sector das Pescas da UE. Mudança de paradigma no contexto da "nova" PCP. O Programa Nacional de Recolha de Dados de Pesca Funchal, 27 de Junho de 2013 Lídia Gouveia

Leia mais

das Portugal, 19/05/2009

das Portugal, 19/05/2009 O Mecanismo Mundial da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação Portugal, 19/05/2009 CONTEUDO 1. Introdução à UNCCD e ao Mecanismo Mundial (MM) 2. Apoio do MM à mobilização de recursos no

Leia mais

Maio. Office Of Energy Efficiency and Renewable Energy U.S. Energy Department (DOE) Washington, DC

Maio. Office Of Energy Efficiency and Renewable Energy U.S. Energy Department (DOE) Washington, DC Dia Nome do Evento Realizador Local Maio 03 ACORE U.S.-China Renewable Energy Industry Forum American Council On Renewable Energy (ACORE) Washington, DC 04 CEO Leadership Series Luncheon Featuring U.S.

Leia mais

O que é o Banco Europeu de Investimento?

O que é o Banco Europeu de Investimento? O que é o Banco Europeu de Investimento? O BEI é o banco da União Europeia. Como primeiro mutuário e mutuante multilateral, proporciona financiamento e conhecimentos especializados a projectos de investimento

Leia mais

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras Emilio Lèbre La Rovere Coordenador, CentroClima/LIMA/PPE/COPPE/UFRJ 2º Encontro dos Secretários

Leia mais

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011

COMUNICADO FINAL. XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 COMUNICADO FINAL XXIXª Comissão Bilateral Permanente Washington 5 de Maio de 2011 Na 29ª reunião da Comissão Bilateral Permanente Portugal-EUA, que se realizou em Washington, a 5 de Maio de 2011, Portugal

Leia mais

Inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e adoção de políticas de mudanças climáticas pelas empresas. 16 de Março de 2010

Inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e adoção de políticas de mudanças climáticas pelas empresas. 16 de Março de 2010 Inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e adoção de políticas de mudanças climáticas pelas empresas. 16 de Março de 2010 UNIDADE DE NEGÓCIO CARBONO - UNICAR Efluentes e Resíduos Inventários

Leia mais

Catalogue des nouvelles acquisitions

Catalogue des nouvelles acquisitions Bulletin Bibliographique Edition Nº 03 Bissau, 18/06/2013 CID Centre d Information et Documentation Nations Unies, Guine-Bissau www.gw.one.un.org www.cidnubissau.net Catalogue des nouvelles acquisitions

Leia mais

Comércio (Países Centrais e Periféricos)

Comércio (Países Centrais e Periféricos) Comércio (Países Centrais e Periféricos) Considera-se a atividade comercial, uma atividade de alto grau de importância para o desenvolver de uma nação, isso se dá pela desigualdade entre o nível de desenvolvimento

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS. julho 2011

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS. julho 2011 MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO DO MERCADO DAS MULTILATERAIS FINANCEIRAS julho 2011 GPEARI - Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério das Finanças 1. ORIGEM Memorando

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

13º Encontro Internacional de Energia - FIESP. Mudanças. Geopolítica Energética: Energia no Contexto da Economia Sustentável

13º Encontro Internacional de Energia - FIESP. Mudanças. Geopolítica Energética: Energia no Contexto da Economia Sustentável 13º Encontro Internacional de Energia - FIESP Mudanças Geopolítica Energética: Energia no Contexto da Economia Sustentável Rodrigo C. A. Lima Gerente-geral do ICONE www.iconebrasil.org.br São Paulo 6 de

Leia mais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais

Relatório de atribuição do Certificado off7. Observatório Português de Boas práticas Laborais Relatório de atribuição do Certificado off7 Observatório Português de Boas práticas Laborais Ano: 2011 1. Índice 1. ÍNDICE... 2 2. SUMÁRIO EXECUTIVO... 3 3. INTRODUÇÃO... 5 4. MEDIR... 8 4.1. METODOLOGIA

Leia mais

Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE IV EXPOEPI International Perspectives on Air Quality: Risk Management Principles for Oficina de Trabalho: Os Desafios e Perspectivas da Vigilância Ambiental

Leia mais

Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha.

Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha. Estudo comparativo dos limites legais de Emissões Atmosféricas no Brasil, EUA e Alemanha. Ricardo de Lima Silva (1) ; Cristiane Ferreira Pimenta (2) ; Prof. Neimar Freitas Duarte (3). (1) Mestrando em

Leia mais

DECLARAÇÃO DE LUANDA

DECLARAÇÃO DE LUANDA AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5525849 Fax: (251-11) 5525855 Website: www.africa-union.org SEGUNDA SESSÃO DA CONFERÊNCIA DOS MINISTROS

Leia mais

Subvenções Bolsas e Programas Comunitários. DPI Outubro 2012

Subvenções Bolsas e Programas Comunitários. DPI Outubro 2012 Subvenções Bolsas e Programas Comunitários DPI Outubro 2012 Objectivo Apresentação das possibilidades de financiamento Onde pode encontrar a informação Como é que o DPI pode apoiar Programa Aprendizagem

Leia mais

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012

OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 OCEANOS, CICLO DE CONFERÊNCIAS RIO + 20 FUNDAÇÃO DE SERRALVES, 12 DE JULHO 2012 RUI AZEVEDO II ENCONTRO DOS PARCEIROS DO CLUSTER DO CONHECIMENTO E DA ECONOMIA DO MAR AVEIRO 28 JANEIRO 2011 PONTOS A ABORDAR

Leia mais

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15

CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS CR3+2015 11.11.15 Horários 13h30 às 15h30 11.11.15 13h30 às 15h30 SESSÃO 1: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS Sala 1 Painel Estratégias e Horários Sala 2 - Painel Políticas Públicas e Práticas Sustentáveis P1 Consumo e Produção

Leia mais

Serviços Tecnológicos e Inovação Expectativas Governo e Indústria

Serviços Tecnológicos e Inovação Expectativas Governo e Indústria Serviços Tecnológicos e Inovação Expectativas Governo e Indústria Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Agenda 1. ABIQUIM

Leia mais

Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima

Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima CNAI 10 4ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima Victor F. Plácido da Conceição Vila Real Trás-os-Montes, 20 de Outubro de 2010 Agenda 1. O Instituto

Leia mais

De estagiário ESA a empreendedor

De estagiário ESA a empreendedor De estagiário ESA a empreendedor Fabrice Brito Terradue Srl Estágios Tecnológicos no CERN, ESA, ESO 30 de Abril 2010 - Pavilhão do Conhecimento Ciência Viva O meu percurso Percurso académico Licenciado

Leia mais